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Acção Social da AMI em PortugalServiços Prestados nos Equipamentos  Sociais  Apoio Social  Apoio Psicológico  Apoio Médico...
CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO                           Evolução Novos Casos                                                ...
CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO                        Feminina e Masculina                                                   ...
EVOLUÇÃO DA FREQUÊNCIA DA       POPULAÇÃO                       >10%     5929     6448        6524 Ano 2004   Ano 2005    ...
EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO      SEM-ABRIGO                        23%  20%        20% Ano 2004   Ano 2005   Ano 2006           ...
CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO                           Novos casos                           Casos Acompanhados ...
CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO           Evolução Novos Casos                                   1017              ...
CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO                          Locais Pernoita                                 407       ...
CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO559 Casos Atendidos por Equipamento Social                                          ...
CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO       Evolução População Feminina                                                  ...
CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO     Principais Motivos de Recurso AMI                           943                ...
CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO            Escalões Etários                                         349            ...
CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO                                     Escolaridade               388                 ...
CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO                           Naturalidade                   499       456             ...
CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO     669                              Estado Civil                                  ...
CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO   951     Recursos Económicos                                                     H...
CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO                                      Tempo Permanência na Rua                      ...
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AMI Practices with people who are homeless in Portugal

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Presentation given by AMI, Portugal at a FEANTSA Research Conference on "Rethinking Homelessness Policies", Lisbon, Portugal, 2007

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AMI Practices with people who are homeless in Portugal

  1. 1. Conferência“Repensar as politicas dirigidas aos Sem-Abrigo” - FEANTSA Acção Social em Portugal com os(as) Sem-Abrigo 28 Setembro 2007
  2. 2. FUNDAÇÃO AMIA AMI É uma instituição humanitária 100% Portuguesa; foi fundada em Lisboa no dia 5 de Dezembro de 1984 pelo médico cirurgião geral e urologista, Fernando de La Vieter NobreEstatuto Jurídico Organização Não Governamental (ONG) Fundação Privada, apolítica e sem fins lucrativos Departamento de Acção Social
  3. 3. FUNDAÇÃO AMIObjectivo Lutar contra a pobreza, a exclusão social, o subdesenvolvimento, a fome e as sequelas da guerra, em qualquer parte do Mundo.Filosofia A AMI manifesta-se sempre contra a intolerância e a indiferença. É filosofia da AMI tratar a pessoa humana, sem distinção de raça, credo religioso ou ideologia política.Pilares de Actuação Vertente Externa Vertente Interna Alertar Consciências Departamento de Acção Social
  4. 4. Acção Social da AMI em PortugalObjectivo Geral Promover e facilitar a inclusão e integração social de gruposcom dificuldades de inserção, geradoras de fenómenos depobreza persistente.Objectivos Específicos Promover a integração social de mulheres e homens que, porpertencerem a grupos sociais desfavorecidos se confrontemcom situações de pobreza persistente; Promover a participação, inserção social e profissional; Promover e facilitar o acesso de todos aos recursos, aosdireitos, aos bens e aos serviços que a sociedade em geral e aAMI em particular coloca ao dispor dos cidadãos; Departamento de Acção Social
  5. 5. Acção Social da AMI em Portugal Actualmente a AMI tem em funcionamento 8 Centros 2 Abrigos; 2 Equipas de Rua e 1 Apoio Domiciliário OLAIAS CHELAS ALMADA COIMBRA PORTO FUNCHAL CASCAIS GAIAABRIGO NO PORTO ABRIGO NA GRAÇA Departamento de Acção Social
  6. 6. Acção Social da AMI em Portugal Centros Porta Amiga - Construir condições para reinserção social - Satisfação necessidades básicas Abrigos Nocturnos Equipas Rua Acolhimento - Abordagem directa rua por- Acolhimento temporário de indivíduos Sem-Abrigo equipa multidisciplinar em fase de reinserção social Departamento de Acção Social
  7. 7. Acção Social da AMI em PortugalServiços Prestados nos Equipamentos Sociais Apoio Social Apoio Psicológico Apoio Médico/Enfermagem Apoio Jurídico Apoio à Inserção Sócio Profissional Refeitório Unidade Balneária Unidade de Vestuário Unidade de Lavagem de Roupa Distribuição de Géneros Alimentares Departamento de Acção Social
  8. 8. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO Evolução Novos Casos 89 35 40 39 74 25 79 57 30 29 24 24 63 13 23 30 66 17 1717 17 7215 1119 9 5 19 9 6 19 9 7 19 9 8 19 9 9 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Departamento de Acção Social
  9. 9. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO Feminina e Masculina Sexo Feminino Sexo Masculino 58% 58% 56% 49% 50% 52% 53% 51% 50% 47% 48% 42% 42% 44%Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Departamento de Acção Social
  10. 10. EVOLUÇÃO DA FREQUÊNCIA DA POPULAÇÃO >10% 5929 6448 6524 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Departamento de Acção Social
  11. 11. EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO 23% 20% 20% Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Departamento de Acção Social
  12. 12. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO Novos casos Casos Acompanhados 1471 1308 1154 789 612 609 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Departamento de Acção Social
  13. 13. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO Evolução Novos Casos 1017 708 789 591 562 612 609 488Ano 1999 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Departamento de Acção Social
  14. 14. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO Locais Pernoita 407 314 Homens 302 Mulheres 237 67 45 29 23 3 8 Barraca Albergue Rua O Locais D. Inex. Departamento de Acção Social
  15. 15. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO559 Casos Atendidos por Equipamento Social Homens Mulheres 233 3 13 85 66 57 65 60 32 24 4 44 38 34 14 9 12 0 2 0Olaias Porto Almada Cascais A Graça Funchal Chelas Coimbra Gaia A Porto Departamento de Acção Social
  16. 16. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO Evolução População Feminina 31% 24% 22% 18% 21% 18% 13% 11%Ano 1999 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 Departamento de Acção Social
  17. 17. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO Principais Motivos de Recurso AMI 943 Homens 795 Mulheres 687 265 239 201 190 134 147 120 107 48 24 13Desemprego Desalojamento Precariedade Problemas Doença Física Toxicodepend Alcoolismo Financeira Familiares ência Departamento de Acção Social
  18. 18. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO Escalões Etários 349 323 216 Homens Mulheres 88 86 81 64 27 60 14 45 12 12 28 13 10 0-15 16-20 21-29 30-39 40-49 50-59 60-69 ´+70 Departamento de Acção Social
  19. 19. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO Escolaridade 388 259 Homens Mulheres 155 122 70 96 68 72 67 22 50 26 16 8 Analfabetis 1º ciclo 2º ciclo 3º ciclo E. E. Médio/ Outro mo Secundário Superior Departamento de Acção Social
  20. 20. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO Naturalidade 499 456 222 145 101 Zona Implem O L país PALOP Lest e Europa Outro País Departamento de Acção Social
  21. 21. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO 669 Estado Civil Hom ens Mulheres 15 9 105 13 2 42 62 16 55 13 57 26 24 S o lte iro D iv o rc ia d o V iúv o C a s a do U. F a c to O u tro Departamento de Acção Social
  22. 22. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO 951 Recursos Económicos Homens Mulheres 385 276 115 50 73 57 22 45 22 Nenhum RSI Precários/ Pensão/Refor Mendicidade Irregular ma Departamento de Acção Social
  23. 23. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SEM-ABRIGO Tempo Permanência na Rua Evolução da População Sem-Abrigo 2006366 2005 23% 2004 306 306 281 20% 20% 263 258 237 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 228 156 158 154 148 140 125 120 103 98 83 85 68 64 55 51 44« 1 mês 1-3 meses 4-6 meses 7-11 1-2 anos 3-4 anos » 4 anos D. Inex. meses Departamento de Acção Social

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