Propaganda FAG

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Um pedaço da história da propaganda da FAG

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Propaganda FAG

  1. 1. . : a . . s. e 2 . J . a . nm t_ . .. . r . . n. _ . n. . a s. 3 . .. 3 . c É 8 s. É 7 . n. É . J É s. c. a S m. m. .C É . c. r _ o . . . .Í E. m: Í 3 - : c v: . O O e . e C E T C. . c . .c m'. .. . N: . É É C 7. . 3 . ., .C c C o . ;. .. . . Í. É . , 3 R. r m_ . í 7% 2 e L r m. E a. C L T S E ~ . e M: C C . O 2 v: n. .n . a : .No v. C . a. . C . .. . E. . S . Z c. . , E , i 1 ñ . .í . - . o . ., . . . . . . . . _ . . 3 . . c É . c Í O C34 O a . .C a_ S e À E M a. . 7 . . 3 . c . m. e m. m m. M. .. a m_ . c m n. . . .. m. . . s a E e -c e u. .. e o a e _a a . L . v. x. O p a . Av . aa . .Q _mv ak . a: 2V 3 me O C . m m . V. O m» _X as. «y M. .. 9 . . v. C . .. C . vulÍus l a gd a%ñnb . C a. e MH. . C . L . s S r¡ . e m. . s . .. e a. .. . . s. m. . . a ñ d 3 . .. . a É 3 . .. . É Ó - x e: ._ t. . . .. - D av «Wma . rã wa _. S . m an. . s . NU _l . .a . . . a . i. . «x a. . n» ñ. . r¡ P. . fa. . «C av 1 . tê v. »x «s : s C T x 1 s¡ r c¡ . ..u «Nx . suis I . .. . . a. . .. . .. . C . .. n. Í : . N. .. . . d. .. u s. .. x . .. . Í s s . .. u . ~ . . a. . . . . , , ... Í. .. . s. s a . . s s . . D» s. .. . _. .. . r. . .n ~ , x . Í. . . . s s. . . v S . a . . 3 Õ~ s. a. , . x . . . x b. . › x u. . . . . . ~ ~ . s . u . . a Í . R. u . . . . . . . . u . . . _ x. . . . . . . . . .. . s Í. . . . . . . .. . . l u . .. . n: . .. _ . .. u. «ms . à. »x . . . . . a É. . . . . .u . .. . . . .. u. ; . . . s. .. . ~ . a. . . .. . . . . S. .. . u s as . . . _ C. .. . . .. . .. . . à . . . . . . . É . ~ x. .. . Â . .. . .. sx; t. «s» . . . . . . s . .a . .J . .. . .Í . .. à¡ . .. . s . .. . . . . . . . «. . .. . .. . . ~ . .. . . . . I . .v h. . . .. . .. . s . Ê» . . ~ . u . . . . . . s. s q. _. .. _ . u sL. fu . ~ N . 5 o l . .. . Í _ . CZ: o . . . .ss t . a , . . s . .. . .. .. Ç C . s . . S O C _ _ K . .. E S; Ç . . . u . p . .s, x; s: k . C. . s . C . x . ... s sk . . s. .y . u . p K . . . x
  2. 2. r ' ' Não Tá Morto Quem Peleia! : ,: --'v": r. uza-v: irz- r ~ : l~'llat-"k*l'l'lçt«íl: 'lt me, :: maciça : : iii "r : mt: :lido-ama 721a ? nr-In S' i3_ . líl list *h “Hr : s: 'Hflutã mui-Quito: 11:13: . . -, . . . . «numa-nr n, z : nar/ vit ICN: a i l : *xiii-ft _me 1:1'. trliüza: isilmtílflltti = lr: t=l"'_l'~Íl-“lt= . : Iii-iss t: l"lg“i$l_I$l"| "K. lim. - . -; ma um: : tri: i' : LWÉÉR tarifa. *slim "Citi z *mtrtãztii 'llcn- firmar-gt? ! unir-nc¡ me ›: !XÍHNCITGÊ izu Íitittit. '= l:«'= l: l| ~*. I(= l'= k't~*%= I-"la| ~“ 1; ¡iu n u): a --n irJclvliífctgtítv. i uai-u lo- t' m uva' lili# I. l~l(7l-. ll- t; u : :rui v_'". : 3' . .trrr : :if , Eng rita: "tt, Witt¡ Ilírlllírklí: .t3 i: : Luc. :: r 'if-it 'til i2 3 ri, nz¡ i5¡ 7°'l Ivai l: Hi1: l: «tutti ›"_t= l*lÉ1'= I : é: . .I= l= sem' uawltrd: :rizi i: :t Íláll l, _l = lÍ'-I~l= l” 3 ~: =:s | “I'$~“i$'¡"3§t I l tem i l m¡ : llvt-Ítzi' iii tzirri ic : m l: th' "ici It: › d: : i : :them : A -' i1] I'll-rir? , jlhl-Izgtálí : t: : tzfistà 'hi l 'Jlñllt mm 'lê : Mutl- : m : L _tal : - umli el» : lift llu-z rtllml êhíciQlvtlirvr-. .:<= Iu. .3›I. :| jl'. =tC1-°-lflf= ,l__f5|. "t= _tiram : iv-train a em _l | .l. 't 'I ju; _'ln'1_'l'~lall~'l: . : t: t: :ILIJVNBR ieiinrráil": m1: à: : 'rir-Lima ; It 11:5:: f¡ 'u ”lí“'| -¡I. ="t: '. 1. kit-tais rl-'IÍI: +=R. 5:1” u: :mulravm «Ha #$351 rrturussinie. unit( ami): lutlí-nlliniíl'iraahta t lzltzltv MLS' L 'SNS 'H , "I . ~ir__it= I:. ii: :=¡. 't-: . : cultiva: :p: !int-u late »Ia '¡Í(Íl= 't= . , mnrlhlinrnrrrten : :uma ; mix uumnt. mnnhüu a: iiknírlk. mk» nã: : : :p: :rlhurriaiasrcrrrir-w v» il: :: uma mm arruma rtwu-n. .. . a u-mver: _ai--iuelk . ug-nuns km' : ientzruuui: :re _arrume um: :nNn-vnu¡ r ai: : qm: uma: _omnianu 11H01. ; Mulan : rrmuüuwf . . trtzrctrii: :I: :music urina: : . mu 'nplzllkyhn l ¡Igrivflwueito cita , wifi Ma; mt¡ g' uniram-ai. 1m' V WuoIuv-'rtg-! Ttn -nurusauinui . uoíwm H-“T”. ,- : itglt Marte
  3. 3. -rmunm u: 'tamem-lui iàhnwhn mu ur : mon Protesto não ê Crime a 3:0: : e : «.. r*-. n-: e=›r: . Pá' : t: : LJLIIYJ: a = -3:e~': _›. :3c «navcuszs . mov rn l'*~«$: ll: l$. nela : :nr-a ? vê : :rt rñrimüinn: :i3 Rafa-insat* : i6 *cre-ões e ecuzrsirrexnns : t: 5.a: srt*- orr “arto keys 3 n: encerra: : : e '$. 'ti': lñg: “" : l: : página . vec -B“"TB= F*'I'E= *SQ| c. m; ;uma : nmmnnelrcs *train crevcgaxms 'a megane s nrinmclazizs ? CT : task ÍÍPYHTTI ? Ui l'il. l'l5. . Éilklñia e : visar-test 3 *T6111* : a _zu-wa 'namora Yeda Írusus e eua-entre : eu: hamster: Publico Executar. mx: :lç-. rlntsiruhrl : militar @nas e o 12V. ” : a : aus esa-ash: : : us : Qi-WWE p age-azia : c ; seems "sua n: :rm: :: m : :me mnssltores. -a : amam achará: : : e : WSUS *lurnanas e : Lent-m . exatas : e ! ends : :morte 3 : cine-s : e : srrnmaltscü: :t: ,natureza e do : verem: :ue a : :rsrsrs : cr : an: pure-rod_ Lim mentem: :e amenas notamos s processos cascais s. . *e : won-mem: : sem Terra, :mesmas em greve. :irsemzss sindicais e ncciiizac-: es : :suaves : me *mz-em oposição e : enorme: :os esquemas de corrupção nsaaaccs ? cs : tax: entalhes : lt- ; msmo e das : climas : cãarrc: llunzira com : s escrava-s : :micos s mam; direitos dos Cs : cáries : nas centenas das ; trance-s : :canas sã: com eszarciittcamncuerra. 3 episodio n: : lc someone Etmnãmmmslue. a Liadeldaias. : : :magenta e pela PAG sense : s ? ans e ; sem de 'iniúriar caiumaeàfznaràtâxaermsitzammembuscae acmersài: *C nascia' zlftunzlldc» na semana mas : nestas 'ra-remar rnclusvve_ popular das maiorias de remover o governo mergulhado em corrupção e liquldado para o Banco Mundial volta a "caça as bruxas". Que todos 'ñquem sabendo. A FAG foi responsabilizada criminalmente por militar solidariedade sem pestanejar_ logo da brutal operação repressiva sobre o MST, qualificando de “assassina” quem tem os maiores poderes executivos sobre as instituições do estado gaucho. Este novo ato judiciai-repressivo ñgurará na galeria das violações da liberdade de expressão e direito de reunião que o estadofaz exposição com este governo de tumo. Para agravar o contexto deste govemc estão os efeitos a curto. medio e longo prazo do emprestimo com o Banco Mundial_ por exemplo. a tentativa de venda da Pampa para os interesses das papeleiras, a prevalência do agronegócio sobre a agricultura familiar, o corte . nos direitos dos servidores públicos e o ñnanciamento direto e indireto dos grupos e corporações nacionais e multinacionais. Para que ñque bem lembrado: com o aval da fazenda do governo Lula e a unanimidade de toda a assembleia gaúcha. Se aplica o plano estratégico neoliberal para o RS publicamente conhecido na agenda 2020 e estas metas são responsabilidades de todos os que compõem o governo com funções politicas (1°. 2° e 3° escalão) e principalmente da govemadora Yeda Crusius_ evidente defensora do seu projeto de governo, ou melhor, do projeto das elites que a sustentam e dos interesses que estas representam. Essa conjuntura politica tem que fazer mais fone, solidário e unido o movimento popular, os sindicatos de trabalhadores, todo o conjunto de luta e organização que vem de baixo e que resiste ao medo e a repressão. Vencer o governo e a politica que vem empurrando contra as demandas populares o que já temos dito na campanha de mobilizações pelo “Fora Yeda'- não e obra dos gabinetes e dos conohavos de bancada, não é jogo para os cálculos eleitorais. E a construçao estratégica de um povo torterde instãndas de poder coletivo do protesto social. que pode abrir caminhos seguros para defender tudo que as desses oprimidos tem direito e avançar sem pagar titulo paraaoposiçãcdebancadndehojeqtrepodeser governista amanhã. inc¡ : :ol2d.11'io(l.1t*it. Punk'I' xK -'-
  4. 4. hjtculo do Conumicncgo da Fcdemcao Annrquixln Gauch 1 - n10' 10 (1 mor; . n: i* I GHIpuIIÍÍV-Úrit: ; uo)¡¡¡. n¡¡¡¡¡-. n.. ,_~ . .."N ¡'¡. _ "q". “'”'L"""""'” "“*'°*" “°'¡"Í'“'Ú'-“¡"-l| |'- f¡ Iinluñíaswv-nu: m 5'" "' 5"* ¡"'¡| "¡0¡¡"-H| l u¡ ! Mamma th# el: ¡smmx "“""- ' “[3 v íkfânLxñhnllo m milmu na" u. ; ' I n Hum n: 31km amu-Jul¡ m ah: u; ;Num 'í- "m, !H “UBI-ü Ile 115.1¡ Hfnír-I. ¡nuualn : mui """l| ':” 5” “VWW” “VW “I -smnamn múmia : :na *UNMHIIHU als _uinnícihlm 'u que nulo inch-M. n : uu Fu vluvuuudhnulo. mm : ny-Elo cl'- ? mm alo ¡qlm ¡. -¡›nu. :s. ~;› 1 ih¡ gnv/ gun¡ gana". :linlkulo ozüllãl: tíaulínnnafrzuc cl; ›u¡~. ¡¡"; r», ên_ - mu¡ mui: u-. nu m! " Intvrlll- um rzuhm uomlclcflvíuuíkt: :manu: mu: z q. nmnáh; 'V' um o uuumnuihluua el¡ ! tejgluuumuln dia mv): uunlknura. ai; .bcmmm el¡ frvnuuauu, o ult-Hllàwunnulle! “timão u: 31H: _ a. : xau? - 'Wulo n : mm : m: and; n: pzeim: MCMRR. 1: inlhn: ¡P- ümmu 5 Wma als Im : :á-ali uma¡ ; lmmzuln als : ml _omdls-J. ^ ¡smmmn m ¡IñÍlm vçyuunyznuk Minnie. nyzrvnclirzuln¡ um 'um ¡Ivüon "it-»ñunm 'nm-n' ? n m¡ flu uamnnlí' mm dõiulplii. I III! !! 'uLJÊm u: "sahvk lnmxz/ ¡ír-. L Mim-to ; mn unmlinuav 'u mn-onnnllnn. murais: ¡mímuu dia 335mm Lídia¡ unumu *- -fimclun , m›~*ñ| ""-'I~*1I*-~ mmmu : :m: kw. : mm: iummxak. z il# him. " cmnzur. .utnuhyuuajnln auurqyofkihx ; nmmun um. ; . -n-'nguafin-«cuouls ilillnlrublol? .u. z n u: wz-uunnuux anaunizanl wnk . IIHÍIR m_ _ ¡¡¡¡'¡¡¡¡«› wsnan: nunk, à HlHV-Nül Iit I ¡munm u. nnmzm. mm; amu¡ o HIIIJIIIIII¡ N* um' ! Hunt-m : "0I)ll¡: lI-L* › nu4IIINl<'¡'¡<? -* 'l' ¡“'~¡"H"k . ,¡, ,,_, -¡, ' - . _ . m . urlnncnp mu: iram o : VV-HIM " -JJILI nn atliÍhzlnua m¡ 'IIHIIIHIIIIHW' r 41|' . .. : n-Iaumn *Iz u. um. u¡ u. "ixe)l| l~4lI5("'-l9. IHN ¡ -¡ “nun”. xrlaunc OIHIIIN 0P: il. -!ulnâ'. v'. lv. n 'HH', À A "w % à¡ % ! A A** nham¡ ¡Iunq-Jnuaku vnklíql¡ "unha qu» Inu'- 't-n nunka-tou, naum. um ; um nzm--oullowwaur= tlz~cl~ : Wu h» Il-Íhnuuuu: ,um : m: mum- u-KHI) ntsnnqunnloa-nn). *aahuúurztfvnn Illbzkutl¡ muu- r-x¡'.4'| u-¡¡u: xn-n m uma. : A t( ulnhàzln, z NLIQIÚUH Idzltfloxuíl-Oi mu. 'm um! pnlm: "uuuuouuaul-'IIIMM: Quant u. vmnllmnín em. r-sín-cnnçqns. . muu- v' -Iu ; uma u¡ gov/ qua . ICP. t! ! z Ip! ” nani¡ Il- Jgxqgttutnl ; zoiklul-iuuzu : uma: uugnunvnn-gzun nm nun-n; : Étkr. ann-mnumz. um. 'm' : mm: uuliíuu: u. ¡uugn IHWAI : Hinn ck cI-Innnwzlsm em. Ilhrnnimzt. . mnu-_ut-flicn -. ¡nsumnm-fnunck. "lah Ir- oHLHÍnIÍÍI-Iutl- ele¡pukiínlulnuçfãlc-ILLuntil-toma; _um ¡l-nltn : to '. mui¡ ¡Ilugllík '› um¡ ¡I'- ojInllquI-i ? mm-l- - : I nhmnnn: : ¡nuumízíílcxu el¡ : uuíçgu , bklle Humax-u m m 'mm 4mm _niwmu o gur- uñununtnunx. mu; ;uma nan ; um IÍVIH' | _|Il'- ¡Fal! 330.10: lIlUlIl-Hll! vñflw u. Im: ' . v- ¡Iu m¡ naum. "P. um: ir. nim. omHÍM: a mw- . .m nl'- _or-Iluelolsr -. ur-: íkwfãutsín cr. :clr-¡nntftvmz um im: um; murais: '- sqguama: dr. nnuímípnlqâlc. 1 uI-IJ-; Ln mim¡ pronta¡ um: uumu-zdnaínox nnuilcmtnnnn: a . .uma manga. ¡husm mm : u amhnkzclq. m . um. u. mwfuuanisw : mu naum-nun'. olutíltunfn . m-z-ausnr o_| I('- 'taum-trilha' ÉMÍ. Inn cmi-P. uu'- mmaumnunx ~ = Inuuin-: n jin» u: mm: a onuuzu, “me : mew-num: :um: - -_r'*'. '.. ' í, ;.ê›x~ 1m 51!'. lu c' 33| '. ”^ vu -muu u: "wxngnlnlv. ¡unhm : m5 wnumuus u. ' naum; "'. 1'” IHWHCH l_lll~ 1K ? urmc alo MUN : h Inmu -m IUIH¡ nl. llll ¡HULEÍHIO Unulllll. um. ?usnllém-! uuln z : ullv -Wlxnlnvfzlu m um¡ rum n: IIu-v“| ¡¡¡. ;¡| Ix« ; u mu: el; ¡nkík- '- Will 5:1'/ -muln muzuugu um. ; qu¡ ¡umuan-Iahzrlsx um¡L'›;1I-›¡›: u» ~ níl-Ílzlllhlllhnt-m_ . v _. .. . iáwaa w. un lvilmdimñltl* “mm uuluiu. . . mu.
  5. 5. q. 1.9 "O, v¡ v _. .. p o o p o p o PASSADA AS ELEIÇÕES MUNICIPAIS. .. O povo vai esquecendo aos poucos a "politica" c os eleitos sc aproveitam para tirar a sua casquinha do Estado. pelos CC s. licitações e demais fomias de 'mamar nas tetas' rcmodclando ou não cumprindo suas promessas populistas de campanhaDeixando o atendimento do município à população cada vez mais sucateado. por desrespeito aos munieipátios; aos setores marginalizados da população: ao meio ambiente e cultura: e pelo não repasse de verbas decentes aos serviços públicos conquistados por muita luta As eleições representam uma constante ilusão de democracia, e que nós já denuciamos há muito tempo. Não importa quem esteja na câtnara de vereadores ou na prefeitura. as coisas não mudarão assim, e pelo contrário: se for creditado o que queremos por este meio. as coisas até piorarãoPois as maiores conquistas sociais em todos os níveis, foram conquistadas na luta idependente da politicagem e da falsa- democracia. Se legitimamos este sistema com um simples voto de dois em dois anos ou de quatro em quatro anos, e esquecermos da luta nos movimentos sociais, estaremos perdendo um ano, fazendo uma campanha por figuras e por ideais que não são populares e que estão longe de representar um avanço. nem na democracia nem na luta! De forma triste, mas sem desanimar, vemos que a esquerda continua atrelada a esta politica que já se mostrou desgastada, e que este ano podena ser muito mais combativo se não fosse tal atrelamentoO próximo ano nao tera esta palhaçada e sabemos que cumpnmos o nosso papel nesse, continuaremos no proximo e esperamos que as outras esquerdas cumpram _O seu. o que fizeram parcialmente no que se toi. Yuri¡ TTÍTlÍ"T¡--I"Í*_§¡I'¡. :. “u, '“. =IIlÍ. '.? ;“¡ III'- *w - ; ÍÊ . M, Ugl: pivLhiilíftllft guru; GOVERNO DO "GOELÀ ABAIXO" 0 governo eda na metade de seu nmndghw '. :_i implementando suas medidas Íftnüburôcrilíç_g_ d. ; "estabilizuçfif financeira. do estado: desdém com os seniços públicos. uñm de desmnnti-! twg lcrcgirizg-Ios e privalizá-los; financiando as ntultínacionais. E para isso usa-se da força policial de forma populista e truculenta com _t mais nov. : cclthridsdt reacionzíria: Coronel . HendeJ. Seu caráter IECDDUIITDCFÀIÍCO - neoliberal. e seu mal- caníter ao colocà-lo “goela abaixo'. cri: : nele mesmo contradições nunca ist-. Is antes em outros ; m emos agressivos t como o de Britto l ; to gerar reagiu dentro da própria policia e na midia. Aliado ao fato da corrupção que desmascar: : a classe politica gaúcha. sua impopularidade rídicul-. iriza a si mesmolorém não podemos subestimar n capacidade de opressão desse “novo jeito de endireitar”. Ainda que a gloriosa Grewe do CPERS tenha resistido e feito esse governo recuar. devemos ser eautelosos. não no sentido de recuar. mas de resistir. no trabalho de base cotidiano. e itensiliczi-lo pru sair para : XS ruas com peso e confrontando n arrogância deste gm ; no até seu ñm e formando mais militantes par. ) resistir aos outros governos que xirão. seja lá da direita do “mal”. da direita "bondoszf do Rigotto ou da pseudo- esquerda falida do PT e de seus rachas.
  6. 6. OPIJVLÍ o , ar uzsta Publicação da Fcdrraçãca Anarquista Cuaúcha 'Cx Pau¡ KW» r CFP 0005!: *TÍT- 'sum Urge? - RS › BRASIL u . .u . a r ; u-, pcigçltmzta ccmbx mr ! mr- N *xrwvrlfng rglnct Porn» . Xlcgrc, RS »juninas de 2001 -› n “ 02 _Repassansio lutasi_ renovandcê. esperança-â s a qu' ¡ÉLÃcLL 9mm a mil: d: :rx : xiii: r iirtcàixim) numa» Liam* an caixinha' Jc masc-u c . pax-xíc mi* "rar . Brum à: : . lc amem “rpm Por mim ! mim . b ! du $033» nrv-_izxxn : nas . v.- nunntrzw nu Rum-a v: nn hu pano da tsqtnxh ; miriam . i ; rpmmxú-. v um o snmuu : ganha Xv «uma» A luta dr Linus que é . Ago rmnscnxtr n. .- CJÇIÉIÍNU' w123i: nã: : any: and» iúo animadas. qvnnmr u: lILHIRS dcsrc nxxicní-c. .mm-n . a comu 3,21 um uma' forças l l em numa . l. gn c' das xvugxsmv : Sanini marinha¡ a iipirínn das nrwivxnms p gximx Çvñxtffd! ! ; reuniu ima* n: _qmmne não AÍUIIDI um cx-lidc-r quim¡ KL in¡ ífxvmr* mu: gsstnu ; no karina n num* para su: mtxgm omxxrulxwrns e: pvirrdu : uno m' gn mui: Jnxzxwmts . Ilqzitdn find: - murais c inn-adm pcapgn »dm imitam: : e axuwkxs i _iram Em ; bd wine : numa: murais-aim . mv qxuxh m Pau¡ o ¡xwn «aqui c quit-vu a Santana do ¡iiljustrçn de ! Hum yum kunhrarnmx* mu vcz quc o IRAYAT? de Iii-Armin do Çxrajis* xxxnunu iqux: . nminúa ¡xwçmlzr aturar a mhdtin fmz-ra dance 5m nxacqrin u: ntgvusda RzxicGloln m¡ vmb' mms do pais . r ¡wrtznu tksr; pm o quc @nurse qumrin cxodxmnlvs. fo¡ para poucos ngmnztxtmkxgxwxmuqraiqimax uvmr-ntwrnzun o (Mutum mpnznin nolcnramrntr índios c outros ximzñsrxzvcs qu: - liunn mn muda Em Rm Àkgm a quc-hm do ¡dógio fm n-prtmicia pela Brigada Militar "cnhiífqtr : vamu à cavalo sobre os nunlrstnks e ; umas quc pawvznm no lugar. nwuindo algm: para o prtnmsxxxm¡ Xkstnw . nun a tab ¡tônus! RN TV. n50 SIIÊÊÂN. seguiu situado a push (hs *Ni-Edis". gvetstgaúxb z- nrmtgzú) ; vc-mtas OmSLk-mmmbémiixRIu-cmhmcMáuqxm-dmxdammdo l°dc nnbugúxbgmcnmmqmalnxqgzgoañpmaomlümlhxid e &da; gravada: mriiluútutxdt' 'paamumusadxi-s migas kum-dc. Brdlcajmnihlxlaxrxaldclntapnla khnggxgámqgzcanqxtlimdrmçudue @academia marítimo corccxrtanimaonàdcnú) Mianmar mkdir! " mñmmmn , múm- . m, da; mas, mm» : nach do @WP Ma** Apnúdiognwühuufnmamnxddsathvwinjna" cumommumnmumlsbtàéçmchürànmmüm” Rtlugio ui. : Gicbv pegandl- ? Ugo nn . XI-ru . Urge Sapé Tiara/ u No dia 7 de fevereiro dc 1756 Scpé morreu pclcmdu no Arroio Caihnaté. Num¡ cscaramuça. seu cavalo roduu c rlz* fo¡ lindu pela lança dc um soldado c- antrs quc sc lcvunrasse fo¡ murro comum um de pistola pelo gnu-mada¡ de Nlomcvidán quc chi-Fava a tropa. As missõrs jcsuítlcas, quc dc mícin haviam servido para implementação das políticas dc dominação espanhola sobre n território do CORHOCDÍC americano, já não serviam mais ans mrcrrsscs impcriais. No ano dc 1753 n rc¡ Fernando Vl ordcnava quc as nussõcs fossem : vacinadas à thrça. Scpé Tiaraju contribui para insuflar o levante indígena da redução guaranítica de São Nicolau, a primeira à resistir às ordens dc rranstnigraçâo para o outro lado do Rio Uruguai. Em São lkligucl Sepé promoveu o ataque às carretas que faziam a mudança dos objetos da Igreja. obrigando-as â retornar à redução. Durante 3 anos foi um dos gucrrciros mais notáveis na resistência aos impérios português c espanhol. Atnbui-sc a a frase: "cn tem ! rm dum cniaguàrl mil: uh? Esta terra ainda tem dono: pertence ao povo. Ainda mandammos os invasores e os que csrioascu scrviçopamlonge daqui. Sepé Tiaraju e' um símbolo da resistência popular ao imperialismo e do instinto de liberdade de um pova Muitas lendas, novas e canções missioneims e ¡mivisus falam dele, que para muitos virou sumo, São Sepé» v ' ' Sepé 'ñnraiul '
  7. 7. › Hcm: n;g«n1do 3 m«. '~: f ' À: . Jngdo. ny - , ... ... ... - -4<~~¡ -. . j. ” Publicação Fcdeçãão-Àííxzqfkf-&À; .WMA l adcm d° d° c** V' c¡ 17.3.14] 5036 - CEP *NO 11-971) Perro . : :v: - 7 = ut-. -tg. _v: _nmhr ›x': - ~ _Ê c-m -vl - fl: : - Porto Alegre. RS - Abril dc IDH - t: . ..«n. - --. _.. _. Editorial " . n,-u; ¡.. :pr= ~r mzz: : ~ ~ _~ _ u f, ~~: ' ICÇJüHZCIC-xI-Ju T› ~: rrc› 3:* : Í ' . 1.* ^'. z' ~-_- . _«_L _¡ _ 'L' o. , : uh gznam: : wrbm: 1711-- d.1-c11!7i.1_'; ~cr. 1. t: por YJYIHLJKÍIÇ; . '> g1; X“'”1 : ITA -J- f' -“ 1T? IYÍXÊJÍ “ctz c* ? J ' 1145:": S1. i: :x: '“. k(__'*L' i1 ~ E-: p : r 1nlurc~>: › pirnixr: * 1. _ ,4;; _u, __; g¡gj 'r rVJJslljtCLÊ*rT. l-ÍÍÍ ; pap CNO. , _. :l 725.126' < GUGU. . ' 'Ã . ~J4J. 'JJ; 4'Lvrü2'. *2rc_¡l_': .=-)c: ::5gí3n«. '. » . . c_ . -. ':. _.v. mvagAmHwc. , _l uJ4,. Í.'«-T1;11'. :Í I . .qua ; nhJ a 'miíw Uru Vinhos_ .74 3.' J. . . . _. | . . u, . ... ._ . ..-px; ... _. _. -. . u, _ v. ~r. «.. .L-LxJJ. .x. ., (-31.-. .FL. _. _-. ... ... . . . ». .. . . _ _LHLL : NHDm, _:_ , Uvñ L"| ' _ ~ r w, .. ..a. . “çukw _ . ' V 'L3 tus ÊHÕÃQ§J| KL| Q " * : W114 Í- G : :uni rualugtdz) L' . l : « . 3 . g1. _-. _-, _~_<, .¡_~~¡_, __-¡ , p d¡ . .z ¡x10! à; ' '›--í~-° . nx V--U »J 7 1:12. ; z' vrroçno 1' 3:12; ; cn ; J du: : m. .'- . . '1 ' A. ; > . . - . gm d: S; .. LL f. !'l JC>'J L' 7( x_ ¡". ".'$L'. )'J. Z U S. r mu', anual. ; Hcuxñúa. fcrrzl. . RJYXC ›'7~; '1' rs Penim. . -'1: : -.'. .. a . r (Íníurcgwwcn. ¡ÍA ÉÊEXTEWÊVÀ¡ R! ?
  8. 8. e Homen ; mà do Em j f J_ I , r * a ~ v I) x . y n. .'-"1'W*'1Í i7 “t i i", ' mbuc-zçfno dw Frdernçío r1'l']| l-l'L-«l'-' Judo . ~ . .. W. 'r . . . w -. -l¡ y ü. Postal nom; › CU' “OOHDIO Porto . l~ _w ; L:- . ~r u! t; i í ÊQPÀLÀÍKNLLÍ ug-rVoLrrrg l' . _ PQ' . rrr : o '4 a 1 v r 1:. i l , x s í co», _. .. . . : .', .:. .a . . .4 , › Cu; Ns». ?'30 . J . .. . A 3511., LJÇ; .~. rfp» NÔÍÂÕñçEÔrunFllldJCiÚ 0fÍ›¡i. ÍJ. l'; . n¡ . ISL. gru-_u Õx-: xtw: .z _'_. :'r* 1.1_ - , _ v, dc imporrincia ncslc período quc v n dc ¡ullm 'v xczcruln u Jor; *no Nm; - momcnto “i cncrunusniwçíorlr' m : :x um x ; r-; xrvg-vw' v. É : gx' * "_í' ~ norte americano. "Uma gmnzx mntm o lcrrvnxmrf' . izx-v. : 1'. "- -~ cvmunics-; Ízo oñciaix Segundo ela'. os nzocirrlzos d ~. lusróz-L» os xiiliÇfíx' ' : x J_- lilJCTdJClC c dsrnoçmcia . im um Brain quc. .mL-m Jc ml- ¡x-. .x J *n* É' s'. _ um estado. rem sido o maior promclor' d: nllxiãini» qu: x : x 6,53.- um yw; ,- habitantes originais. os índios IIOHLNUHCXÍCJIMW. .nc rvpu' : Cx: da Oz-; z- t. .' x' Tem sido . rinds. na história rwcmc. o prinápil ruanlcnal: : ”~. nnçl s_ ' sistema de opreâo c ioléncia quc é o sistema ç vp: : zlzm. .~ "Fclcz a . ls m. . '. . dizcrdcChomsk); estende seu poder rcprcssivoscnzprvcqrw 333v: : x ~'; _~. :r~. ~ '. ' Ao ser atingido nos . xcontecimcntm de 1¡ dc sucmbnx ic. " mm q: : u: : r: : ~ se cstendessc não só aos paises que . do scus ininrigos. n1.Lx(. '.rul*n. a*~ v_ x -' que passaram a reproduzir intcmamcnxc sua “gucm wntr. : o rcrrvnsn* . V S H 'i i. i iusñcaúxra os movimentos sociais qu: irxomeiun o sisãcm x J; ° ; _- i' “' 1 i i ' “ ' “' * > : V . .n forma. Isto já vinha ocorrendo antes cm cem» ; nun idç . mpl: .'; .'°_ cl- rnyñlxsi ~ aos movimentos anti-globalizaçio. quc rcmltou m morte J. ; ! nmilc>'. .12'. : Csqis Giuliani em julho. e aqui no Brasil na rcpmréo cm varios niveis cor-ar. : o . '. $T. .Vss agora toma maiores dimensões com o respaldo dr din "opíniFe para 2 '. Os r. - ~ deoomunicaçio oficiaisemcemseu pod: : ideológico. imprimindo rm mar; >. -.; _.; . : c conceitos que a elite do mundo tem dc autor. iustiçr. democracia. pa: e libenizds. Corno se seus conceitos scnissem. de modo consensual. .x todos us ¡xwas c da. : sociais date mundo. Mas neste sistcnu de dcsigunlirds e interessa- orxxsros e": oprimidoseopressores , dc difenrnus xisíxs d: mundo. n30 exisern «Ytñxiíüx ccwxgss Nós. anarquistas da FAC. viemos renñrmar nomes concciros ond: terre: e o que o mpitnlismo produz todo dia Justiça é lutar pelo fun desc sínrm. : c csLrunu-as de dominação - dcntro delas. o mais noneanrencmo como . -. mai: : 3: rodas. Estado este que matou, entre Lmros povos e genreem lum. rmrm rvmpz* os anarquistas, como Sacco e Vanzgtti. os mártires de Chicago. Riardo l~ *ms Magda. e que agora mantêm sob sua mim smgxriníria Mumia Abul Janul. O : â: paz e liberdade só serão posíveis quando os oprimidos transformam ràiàlln' : nz: a sociedade e sob seus escombros construírem um mcialisnxa com lilvn'; :': . 1'. a democracia e' poder do povo c não es: farsa quc íve-nciamos and: 3x* mui. : uma do jogo pra que não se mude as regras É por estes conceitos que temos colocado nos: : mforço ru c›rg. uli: .°ç. '*a ci. ; nos: : classe. A classe hoje está muito frztgmenmch e dmorgmitaix pm a: .vr-. znzgvr à tamanha estrutura de dominação. As conquists qu: prxtisrm ser _xcizrs : ixíilrn passam por necessidades básicas do ser humano. mas nes. : luu s: em . rasuras. e é possível construir-se algo em coletivo. Por isso acreditamos que a tarefa de toda militância d: esguorú¡ qu: deseja a transformação social deveria ser a de organizar os opnlwà** q? ? não estão organizados, fortalecer aquela organizações populares q_ur 14 existem, e trabalhar pel: : união destas organizações. É¡ pane das sctmnmkv partidários, por meio de práticas concretas de solidariedade c lui-ü 00111011* . C71 i l a ; ivisug e _. d: acc: : “fr c; c: :agem l Ac: íx-. cçamPtf 5.1.53: t. . ' . Na é: rrzlxazo. : ahaiuxrcl -' c . rox Sb n - : :'51 c _
  9. 9. wp, G wish. ; - rsvrrvlro dr 2003 'N' 0D 011070 rom . Urrjr - - mau ' ç nn¡ ggnLbr : l IM. ' . 't . nmlwnx um wxhvndvr dum. , xtrn rx' d¡ Ílrrw 1-¡ ~. ~ 'trwu x¡-. .~'. " > - q' ” “É w lxm~ w m. qttcd.1l»wx~lr›ruvl u pula 'x : :m _$111 rcmxnh ph (1 1' p Ir¡ _ ~ _ ; _ 12;* . ' * ' J. : 14H. c «n fucr um uncmr “ _x ; IT . k u; *H n! ) "1[l| |f" null . .› ~ J - 5.1.5? i_1*'t| d' «mdunrn m¡ ~› nxmnn r n nclçnzum- dm: ml rrnlu Hd' '. var ru- . 3.0* *F CÍMIVHHJIH | |<Í| um'. u 1117.1' -nwhx . h n ~ (P. : : :m rhWwChl › . x -nnmtu da . wmmu ul_ dm ÍFJVIIH nl u; u» o r ~ pus» » pxndum» n | |L~I. ¡¡'›! v.'. nk* › m: l. c» «u u. . n trtlwlhulw ! tnhu w 1 ç un ~íx. :n 'um Vmx pmpn-z¡ du' _› 'n ; (ou qu; prnnr nu uqpnn. ,_ . . É n_ rrÔn ÍÍDJURW dü*c| '“r*l'_j| x'^w r ** pub u' un : :p nçm ¡Ium du ¡ 4~'; .:' “CTA, ' Í v* ! CSLL qu. " FITCLMI ¡uuurr *C ; Jsnrc du csrruturzc nnsnmcnwnn» du tv' ~ ; mam _çn1*mu. ~“. pmfcnmms. cruprrsh “- A r r ›. ~. J: crvfru": poda' mpxxhr dc Em! , «nutónonxx " ' : j L' d: trmfomxar nd¡c. lncntt . n lungy ~ . - * ~ . . * «. ,»: ¡c'J. .J: v_, ;u-J_~r. v.ri. c msm lnfclnmxnrtc x v * * á. i ~ ›. ~ ; wcnxw ; lc mqxxtdu ¡Âs rún cumcguun - : A 1: ; : ; õe- p. : mm mu» m quc sciun Fxtr . ,~ * . ç . ~ t. .~ . L. FÀG ! mszmnnxc . ¡ ruxpam do Hwun - v . E f. f u pvp . _;= .nd. ¡ das ¡volíhcm publnc | ~ - _ ~~ ~ ~ w: . p «md “-:1ur. n›~ç~ mmnnmhrxgznnlc guxvmux _ ' _ _ _g JT'. q l_; _'-. Jcmnrbrra n qumtn m: lnn1¡t. ¡n, (vc. ~ . n . . . * "f *x n. rn. dx 31 n 111'. nFüigiiJc. Qua' L' pnuxu * * _ . S. ç'. m ? gm nlvvdnxnnhxv un mu¡ c _ummhr ; . *' m** É › : i -~ ¡'- nñfrvw é quc . ~- u um puxv tbm' _xçtmmr , - . .~ - ~; ' < I _~ 'm' . I ~~ cpnm . i ~u ~c fm¡ mm mm ¡mnhnçA b; .u N_l p. 5mm cm rcl : l- › v Funuu 50cm¡ Mundul , w * ' * ~. ~ . .um qu: pcrmnranus dcfcndmulsr mm _ ~. .Ç. g , cam m E aumqu ¡nm vxgnnp-. uçin [KIÍÍÕLíL Evcndn ; x:q_-; ~mn L q; ;r 'Ju ¡mxu d¡ mdu-. uçiu uh: 'Ílunudns d: van o orguu: .çñcs . nmtquuhu ¡rulimnm . v_ n . p ? ny : ~ 1¡ scr. . x1'. .;< um¡ L~ntrí! ~u¡ç. '.; › ¡mm a Articulação d¡ funil m¡ c maix Tunas romócêndt quc . n form svqçmiz. ui du . ç n» Bn-: Q mu» n-ccnrc. .l. o.~' . zpmu dLwx tmn-sn' . Í r . .nuçña : add do . nurquiexvann num última* “s d; .rg u p ri x ívcnds cixbccnb @Ldcquc scguimmm ~ . -r 1 n p mi: : ççzüÊbtx ; m0 Lrbcrtiriu! Cx* ~ ~». L. I'm-rn qu-: n: pc': :i. u'. 13.137 . _ Ç Hom ›n. tvi-m¡ x-'rcllo 1_ : p (Int d» Llb- rt ç o Nzaelon ; o : Âw '. .. | '-| ¡nxwn l | V"Í_¡¡4 = ¡l'ka--| '|lloh' . Ju nvh" K l n non-'Í--v xvlu-“u- n. u› « « Jmsy v | ||~¡ A-l¡ . ' [Hum m ¡u- Í¡ u . nlq¡ ; Ír '. .. tn ! ul-nl Í. l u( uv. _Mun u¡ . _l vWn_ . ..em | 'w| v| f' ¡u--nu- I» Í| ¡ÍvIA, |Í'v-w'¡« Inn-py | I| - u¡ u. . . eu an «u . ... .I u- . ¡.. _. u . .IML «um u¡ . .mn-IN --'l'ur¡. |. 7 | '.. .t. ._« à. : u ml» “Univ : Í m( mu. .npl- . um. mm, u m¡ u . uh. ¡ . Iul _ dh. wll| 'nl lu! Inu 'u-r J. ¡n-n ¡ u. v-_hlu «Jul vpl-P_ n rn» ¡m! .a n¡ nun-uu» Íuupuuln ~- u. -N- ulumn n-lrlun-x u ¡pqulunuulnnuu-nv- «lc -nluu - r r ¡lmnu . ..u I-'Iun . rn-L lnlíunuunw . .. . ¡-. z d- ulrun . v u « -u mlndv, :ln . n-n_ m d. I-. lvn l n- m uu n- run-- ¡Ív ul-. Inlu ¡lm » uuuidu¡ « | | t~ nhun l un unÍ-Iu du du um , . mhllr v'. dv : mtu v . .h t--uuuÍ- - IrÍung-n An lr- ¡ r m¡ n nu 'hnlf' ¡I-Ín- m: m. ¡lr u u-uuuuu n_ m . |-- | |lAlIl. |_1'› rhin. : . m. n. u u. - mlum 4 m lllunhn u nu-nhu¡ n d. :pl d. Inu¡ ¡mn um¡ um x s-n › ¡Indr | 'r›«›¡| ¡n~| »--| .xuu. .Í. I nl: luLvlrhulllhnl m n ¡u-yuhv_ a »Inu A ¡uupnu I- . I 'n l' 1'¡ u'. (v. R. -. . lu. u Í- n uu n¡ qu. ? -- P? ) N m ¡-Iu uu ¡. --u¡. ' mu¡ [m ¡lu m lui. a -u um I| l--II| rnlu : nl nuv amv. . n - m1 Ju pu . .- ; um Jr u n¡ '-3 nln¡ ¡In-n n . ; qnt; lu Imnnnm . J nim run¡ ul u» q. .- ¡. ..I. ... . . ..a -I. 1 In v IIIJJN u. ;E . .C * e vnfwnnn : ruin ; L nmhuwulraíndlnu x-Ultuhm : ln nuunmwnlu . M. u l : :tn-Í -un p -r x «llx -Ím mu- 70, fmlnm u . Inlumv I . «luulllllll Jr l'-'›: v muda¡ u¡ inc-lx¡ --Mrlhu u' -nu mu¡ yu uulh¡ dr tlllrlllnnn nuunl n l muulx npt--unug u- a ulu n¡ uvmunIJuÍ-'I ~ . W «nn i w Iu-'udu : um qm- ¡w- url»- . um qu. rn ¡ur « r - | nn^u nun d. n- flu¡ Ju _mn- lum u -uuqun n¡ u s n n - d: mmulu ndíyuu Qu: n¡ pm m: ¡qwnun 4- Íünux- : lr . Lv m_ : pr a- Imín'. ru'. 1:¡ u . .. u . mm u_. -_. . vu¡ qu¡ n n- ¡nnL x um ll¡ « uh¡ -Inn-*Innu-nxln A u'uxl| pm'n-4nw di» m rwxuÍ' ' ! nu ¡pr . ¡unhav -- a . .L-n u-. l n. u-nuuunlnl. |'-. r . . ¡›»-¡ «un-x . - lunbru¡ p u-. uruu ¡m! Inu-Emb_ 3-. Um d. lu lu¡ n : L d¡ u n n uniu¡ › mu u u! qm vm-ngp -vumlu u -uvnluur lulu nu uuqnuh- : um --unu nLnv p», v dz-¡u-u um uniu: v lun- uulnp u x~ | :¡¡l “ÍYIÍILÚIÇJH 'ÍIKÍIHH' ltllrlllr l IÍ¡ ÍFHKÍII . | lwm N». Hinn_ -mbun «ahuuunh- n: :- . uwum ¡u-nhmn¡ dvlinnunu- Ídruhufixm 'mn : hn-gw r' nunpmupclnLu-nnl¡ (LINE xlinu Rz-ndm innÁnu Íudigrun (LÍLÍRI), qur md¡ m nã. r qu. dflrfgg rm Iuúixxulxx prlan 1 x-nnlnlnhd- ¡pruñn-xx dn- hm l u' . naum l ¡nmmfnlmlv u Auhu_ un nmlru', uu nvnjanr: ¡gn! l- drrüi u uullunm- a ¡ulurpgan . lu : uanplisuua- n-«prx mu: Alunhurnlv eu nmlmhlnnlrn ? np-nun lrll cnftrnhdo um¡ › «nnüixu- tmn m ¡uumixlnr a um¡ a ¡univinxu du , um um 'Hmh-Hu u lanç¡- ulirinx 1h 'Fplras 1-¡ Inn nich- ¡vmuclul-n, lnmu «AÍ-- v : mu- çldn . u ¡rlwhlu u Mn pu¡ uuhu lulu nnuw fui-am u u unquhln, a ¡muu n. : «Hu A n my- n nx u du lllyllillllh* r a «pm ¡nç n d: um ¡mu-
  10. 10. 0 i i"0 _ Aliianiiqutsta Pubucnçlo d¡ ! eder-nela Anarquista Gaúcha - Abril de 2002 NI; 06 cx. Ponta¡ 8036 - CEP 90041970 Porto Muro - RB - an¡ httgzuwwvnflpgttnet nppogaíeggazotmbr Organizar a resistência popular contra o imperialismo As predições do tamoso livro de George Orwell, “1984”, têm se tornado cada x a mais presentes na atual sociedade capitalista. Naquela sociedade. além do “Big Brother” controlando todos os momentos das vidas das pessoas, existiam o 'Ministério da Paz", que promovia a guerra; o “Ministério da Verdade” que dlVUlgLXVJ mentiras, e assim por diante. Hoje em dia, “Ariel Sharon é um homem de paz”, segundo o presidente dos EUA George W. Bush. Assim Bush considera o homem que vem promovendo um massacre contra o combativo povo palestino. iogando seu poderoso Exército contra civis indefesos, destruindo completamente suas cidades. já perigosos são os desesperados recursos a que os palestinos apelam para defender sua gente, que embora muitas vezes atinjam alvos equivocados. não se comparam às injustiças que vêm sendo promovidas pelo Estado de Israel. “Paz” certamente para os interesses do imperialismo none- americano, que alimenta anualmente com grandes somas de dinheiro o poderio bélico do Estado de Israel para que este estabeleça seu domínio na região, e consequentemente, o dominio norte-americano. Os EUA se reestruturar-am a partir da nova batalha que travam contra o “terrorismo”. ideologia que iustifica uma maior intervenção nos lugares onde lhe interesse, seia por razões políticas, estratégicas ou econômicas. Entmm no mesmo bolo da “luta antiterrorísmo” intervenções militares no Iraque e acordos dos tipo “Plano Colômbia”. E não falta muito tempo para o prazo previsto para a implantação da ALCA, a concretização do controle none-americano sobre a América Latina. Será um desafio para toda a militância de esquerda promover a resistência a este projeto. relacionando esta medida globalizadora com o cotidiano dos oprimidos, com os seus interesses mais imediatos. Se a ALCA for implantada, o poder que os povos possuíam de pressionar os govemos locais através de sua ação direta vai se esbarrar em uma lei interamericana superior aos governos, muito além do alcance. capaz de regular não só a economia, ma o juridico e político também. Não se pode cair na ilusão de que a resistência à ALCA pode ser feita desde um gabinete presidencial, e somar todos os esforços para as eleições. O golpe de Estado na Venezuela mostrou que a atual etapa do capitalismo não permite pretensões nacionais-desenvolvimentistas. Hugo Chávez retomou ao poder mas o aviso foi dado. E necessário organizar a resistência popular, acumular forças para um embate que será cada vez mais forte. Opinião Assine Anarquista Aduumbüihd-Idõawyhtnpmrnn aúunnnurpantmdbudvcmpmmcanmmuphujñonm. ' ; ujmmdnnuumnauuúhnmno-nulucuw-mul Mártires cc cuca. . l Jáemoutubmdetluoctxúdhdnrudeü¡ catoünadonUnido-ihavàmaaaanp, . duPdeMIioAeXIMUeinieui-nunmu I ¡enlpdulbomdetnbulhoàlaépoaí : muitososqttetnbalhznmdeldnlbhoa¡ diirinbiziuequenmavinssnlilbui luzdodimOdetprezodabuuu-¡Phü I nfChíc-iroTmesiqudrràç-'Apane g ostrabalhosiorçadnsñoaínnsolgidgpg', í vel para a questão social'. É ¡ilormou-seurmikssocndoàslhomenm] . i iuram inúmeras reuniõaexosprepamm' ' os. Nos atos. destacaram-se como Uribe: : os anarquistas Parsons. Spies, Égua_ E# e SchwalxNodizmart-adtxteesrienqugb houve menosqtteícmgxrrankmohilí i Íezcrescerointmssepeloiindianegma. :T dNPdNdÍ-¡Sktuintmespecizhnaxedzvü i a demissão de 1200 trabalhadora d: Íâbrk: r Maccomucknocrnsummunaoammb É lhadorescontnapoliciaedetnivudahtzá~ , vaprivadareniltounamonedeóopexâriise inúmeros íeridosAindignaçiotunon n- dosopeririosNodia4deabe-iunaníoi vocado em Haymarkzt. Participar-n -nv pcssoasQuanxooaxoiámamhhvn-«epn ' ÍinaLse ¡presentaramemíormañoeenn e . irmaspreparadaseerczdellopoliciakA çrramcomordandedàsolvuvidmzàe l . ito. Qtnndoamapramav-. nnprsnhreos ririouunubotnba foi lançadnaiabenn ' primeineasegtmmunpmhàãnnnn l maisdeôcpolieiaisíeridnsmnrteranl D -› _, aiaburguesiaenninprumàmnpà¡ ramamentndemaissagueopairh ~~_~› ao episódio inúmeras detençõesJ-àolxõa .3 domidliosedetodotipodetüreitasi - iornnpersegnidosepruosrkaermài ' seaosanarquistasNodialodeagoaot mensfonmcondmathspnrseruniúgu v umsistunabasendonaexplonàe - - ~- Neebefoieondmadoaüanosde' ' Schwabel-'ieldeniprkiopupênsnA SpieaAlbertParsnngGeugeEngd. u» Fischexlgráíicoskhiislhgkspàâmd ramoandenadnsàforulíngg u»- algunsdosseusareexúxoaimvnnxw. - Í' foidestobemabombaqaienonnrau'- Mesmomimpreferiutinrnnviàco- r própriasmãoxOsdei-nmfnran »wa --l nodialldenovembroêeluàükea p' iuradosqaieeram$omemaaâuàn ~~ _ inteligentesdenniseperigosnsànày v sospriviliginfhhnaamâw' ' quiaídeiinndoàsclmaoyzüàà mundoumetunploàimmecuqn. 1 cadaPdeMaiqIai-¡osodeuà -- , nnshistórhseütcnuinniààâuim. l
  11. 11. Opinião Publlcnçlo odçlo Anuquhtn Gaúcho - Apito dl ! M2 n' 07 QL Pont! 5036 43390041970 Portnkhpi-RI-Illln nm: u.wvv___f-¡n_. . › ã-n-t Defender o protagonismo da classe oprimido que Ima um d». (mw pan. : mhrc n llrzml. 0 cndxvidamento público que tem , i. :Í rzxw ; u à hnnqucxrus_ especuladores c mulrinnaonns, ngur¡ musa-bg¡ ¡ « «ln »o -nxrulc (ls ¡wobnm qua' (cm ¡vndccxdo do desemprego. da fax . .u > . can u purdn . lc . ~crnçu› lLÍSICOs novamente scrio ns escolhidos para¡ rt *v- x , . m u ld l1.uquclcp. lrn «a qual nrm foram cunndulos. Os ptincxpms pu . í~. .1.: u~. «u lÁu-nnxvu ¡rnmm dc Llnr wu : lpolu nu recente cmpreatímu do FMI ; ~~~. '_; u.ra¡ qa: nada dc uscncxnl du quem: : . será mudado no próximo governo. m' ~x l . _ : -Iz. ›n1unu. ~ cndjvuhdua . npnsmnn na ALCA .1 . saída para a su: : recessão CC' 'FN IÍÍHCÃ. Gundc panc- da esquerda ulcxmral do país se suhdnnz: :w czpiulumn) se . lwfuztxlu . n nglrnlnnnmi-lu c buecnr mluçúcs para seus problemas. Norma FÍCUCLJIWJÇÍAÚ cnquanto ¡xxxlilâncín dc um . Innrquismo politicamente funcional não c »c s. mx. : dc juros está alu ou baixa, sc dcvc~se ínccnuvar as importações ou Lxpr~r: .ac«3c. ~. cu: mc. .s saídas quc o sxstcma mcontra par¡ manter-se nunca van. ;lzcru .1 cruel desigualdade quc separa ncos de pobres. Nossa ptcocupzçio é . znzplzzr o nívcl dc Lvrgnnlzsçãn c capAcxdndc de imposiçio de pode: por part: .j -. ~ u 'ptlluidum Esse pode: popular real c concreto qu: não se uam de colocar um upcmriu ou um camponês no governo, estrutura essa que cada va tem menos puJcr dçcuórlo no _xxsxcma capuahqa. C oloque-se o mais radxcnl no pod: : que o ¡mpcnahsmo Ltnmnrr¡ um novo golpe e não terá se construído condiçío alguma »Jc . rcazszênoa. S. : JS orgamzaçóes populares podem apontar caminhos de tmnstbrmxçio. Por um a mncfn condmnn dos mihmmcs da F. G aponta pau-A antes de mas and: : _cnnuJCínW dos pobres na pcrifcria para a resistência c luta. Só o apoio mútuo c . . acãu dxrcm dos quc bzuxo aponta-io cammhos concretos para a sobrevivem: : cm . zm ;1 provavel cnsc, «E através disso se resistiu¡ ao golpe Ena] da colonlzaçio : mpcrnljstn representado pela ALCA. As alternativas de luta dos povos hermanos no: dão exemplos d: protagonismo popular que passa longe do : temo buzc-Cxatlsmo e puxa-saquisnlo de parlamentares e governantes que têm : nzctcnzadu as movimentações da esquerda brasúeira. . se campanha Nacional Fórum do Anarquismo Organizado Anarquivtcz vota com os de Cima m” “n ""'""-lllllhdnn mfluuumu' : mu WMÚQWÚÍ-fntlllrvunrlmlmmmm-wvunn¡ "MWM Um um da #muito . tirar-Irib vlnmnu «inn : ainda ! vnnlmvw nuemm mrmrmnmcmqmun Fm Pmm Iwç lwqqh| lwnhgwn 'f Jeiulhun. A manu mwnúlsseém num_ 'a 'RHKhaBILmuBdanpn-uknhxmaxvnmwn dn-Iümmtmamuyndapnmmnnnnazñk d¡ 501!. ¡June! :hn-umha nunnnn Amcham ; muda d( H llurníl "Élllln ud¡ u lua-P. ” mulhuutzcxlnnun * ¡Icnzuuxunn : :nnpmm 4 maul-r ; nutr- xln unnnrr II. :nu¡n¡¡. -v-. ¡:~u. »Jenumnnuunrdr Mg¡ : le 'Fumo Wap-uu¡ . n ¡nL-. uhdla -Ju Ju H -» ! ezmwunv--Anu 1:. . dcduzm on , cn-vn rrnmllmmln: us : tusit-: ll PnA. Saul: Mrma. Rm¡ Ímmln Buss Ínn-. uu. P_›Í3uvn1n_| .'nu¡u. ¡,. nx-¡unrlhu “tudu ? Im : Lumen: ¡xpcranu rahrmxt¡ m¡ Pvmn n: llimlquvm : manu-Lu xzumu *Humana Durante aguda um; uni¡ zu tuna ; an "mm lque Im unnnktaznune manta. Punuvunn d¡ greve pedvcmu. mdumv. 'nqnumuwn f. CQIVIJUIG, rxmhnlhnlme ul¡ ' : E: lluua: Lux_ upcvuun lizxlcvn. vnvnerruu. mariana. chufczc. uplugrnlln. anus-nun». Fsmnnnvu : pmuzm para uma x11: 50 'M0 menino sn Pam IJ: vuhnlhnlurcdvqttmn a nillmll*l cunnnlc du Vime: : Jc vunuhu rnquwu'. Nmhzléonnvnanh unummxlandlvnuhôb u: : a pal-amu «ln , parem-r : tndmi mu: : uma. :: mm-min d¡ LDI' c rmzbnh pel» ; unnmhdn- Hurga dc lctltvnn ledur. qu: :mesure Inclui» d: : cnmt- 41: -la : :anunciar : atendam . I quozind: hum: de trannlhu emana-s yum-n empregador Ju estado. po» . u mmmzcn lt Bnrguamzvcxúndedínxmrzranmmuzxmmar- u: mms jnaña" . puxo¡ da' auricular: : A puxou pda . im q: greve mnru pela umpxemn ; amu pda ; NHL-L Nu dl: 3 u Chet: : de Phllu¡ punha n “tuunrzmanuü mhdtczunmxuluvxmum png d: guru. :m Indmx nzcxanfln : :mama havmm pclntãc de : :nham-m c punnlhu h unha-ia cunvam com Finalizam-n. .Nam crmdícñexeun puáhtlidüittkmulüíçlñ. l greve sc I'm-duran¡ ao ozmfmum purñh enumegulo. Por Gm ahDPdtndnrnnumruu oñm dagrevzccvmprontcibcnqnnu m cncegmiuqunmnhtmnmvízílí¡ Em : dada: 1 mmlídulc di» rmwmliuuia podbc: dire¡ que houve vuúrín ¡VIIUI di» trabalhadores. rcndu u' : :Magnum 'mas : omb-nrivnm-vqunnnnio uôhm» Pa¡ mim¡ maximum: da ¡uannàmgcac Gália Int. Zn: : ü Jiu-Q lui¡ nana. Bidu¡ &nuns; &uuü Gqnnlmlnlilõa¡ kd! ! o &ni-Jinàinllnháfnn Velha ! cristalino cnnn mu¡ nun- uma: @e . tatha. @bjao luln nmims mdimmmmmiadmnaqpn* : :ir d: Porno «Negra devido 'na pour-unido(
  12. 12. aqi' 'm' Durnm nzrsccu cm R$96, cm León (Fspanlrx). Cain aprende ooñdo dc , ^ , ncgmm Dçggmrdo : crviçtv an l93'Jé. '¡ñl›. rcbd1ClTl°c FLV-Nim nulxunrc. Su. : vida dc 1920 . l 36 Sc _drum cnuc a mñlrÍmano cubo c n prisãrx Durruli atum¡ cm nÇÕCS d” P“°"°°95° da Federação Anarquista Gaúcha - Dezembro de 2002 . n° oa -*u'°= “=-“'°""I*°i°“°°'“”““'°*'°5 Cx. POSKMSOSG-CepSSD-HSTO PortoAlegre-RS-Brasll P'°°”°* °. “ °P°"“°°' °'. " 1""" "v-r 97,115' 7_ r ~›--- «r . . . . Expropnavn n burguesia para I. ll_. ' , 4 I¡A¡Ã! -'~. l,'sg§, '¡¡(: ] u. ? . Lçllrn; __-¡¡_¡y únnmur o moçünmm opa-fujo_ o ~ _ _ , À bxblroransecscohsmciorutlscrspnm : J : :cmi a Luli¡ de Classes os ñlhos dos mbanmdoxcs. Fazia . Í . Lx " W VW . YÍ: <~'. "-~^ ~': ¡.1l'= ."L| lÍ x (ou vnhvu mu r-ruruin qu: fm o cmlwrúu da (omuçinu do "Linux-lho de iusfmmmlf” 50mm mmlbms d” ~ : - J ~ . .. .. um 1.o. . wxxnzcncàxuxl . quc : :m porobguxv pmmovrr o“p_¡ç¡o socurno ¡Luxríislnvnm classe dommantc, por ! L ~ ›. ':1I1Lunr'~ rízxnox-. .azmzas . xCJIS . neh mqrtuoscunprxsirirxxdcntrcaqsrclcs quc concmmun (OMF. lmsslmm* c ? mm-s d” = W * -' v - flw' Vul. (OLHO wprcx-nurxlcs . lr . ü.- do Rm Doce. grupo Piu dc Açúcar_ Samzuxdcx. OWMDOS-COMPKÚÚWMPWÉ 5-'- k K9 P «limrç cru: . Os p : nzapmxcs , xxinun : arruda elogios . to cncuxunx c u» riem-ali prcscutcs sc c ativa organização anarquista : r »qr ; r ; n 'c zsrzzmc (l: ¡ll. ~l. |.~ c cnmsxxsmxJos. P5: . z lctm de um &tmlu que "Qrundn um pobrc se clandestina quc iria oáginar n FrAI. .. n». .x vn rcu s: u* Armin". c u curtrín v Lunlám é tnhdcinx qrmmlo um rico . sc contam¡ mns um Durand: (ÍmlDtrnuncstnnamlgo « : - Wmlà- c companheiro dc : ação Ascaso ~ - ~ Í “xxx nmrxm p ¡smms [XWSJOSOS qu: qucmm . uuirr Luh . r rrsolxx-r ns prublcnns socius do mmbaltfn HS POSNCIS pclcgü dC Sr c. Imp ç u gm. mu dos ELÍL u lhna» Àlmtlul c . rs mulmucronais . lé u (mo Rcich_ quc é Ager. : mñqutéxd-. uouitmfodaspoãums cz. _ : r u nzvauc do Lk-¡unmucnnx dc &n23; p uu . a Amém-J Lunu. c quc . mos . ru-is ¡xuúdpou da gucnn cl-. Isásms d. : FAI sobra asda diroçio ' : n *Kra v» rvll. l. . xrmlízxusLrsnnrNrnzrz mcwnrrxourtrsnxxçfs-s sLxÀménCA CmmtLdL-Lmmdu culturas rcfomusr: quc se rctim da CNT. r . .' v. . ~ . í. man-u: cm rnmuía cum . z cqmp* dc rmnsxcÍnx sc mos-mm djsposw .1 . njudar. Dcssc iciro até Quandoaconttccogolpcdclísmdo . ' A prvHmLr du Brml cm que . l lvurgucsu rfxo tinlu sc «Lula cont¡ d. : cxistêncn d; nuséán. nunca¡ dc FKHICO. É il CÍRSSC Optfáfiâ 13': : . IlKTIO os olhas. .Çzn pcsxv : s rnoçcnus qua' Lilsrmlnrcnlc ; ou melhor'. por "compctêncía" *JN V úcuxun ncus_ . mxm couro oumvs cumrlzncnlc Eur-un pobrm só o pmblcrm. : agora quc Wit¡ SCH IIÍWIÍO Cm 51-11301003. ç pol-rn . hmm . rs xrúos c scgxurcm cm lusa¡ do 'Tmgrmsf d: nnçio. “add Valência c boa parte da ' , nv 'vnl- . ~ nlnl*. .l. ~rlh d. . . ~ nmsníu (- n. :.! .¡ nus que : :arm-sus çxxrnónucxas c políticos O inlcrmsc dc lucmr península íbêricn. Aí começam '*: -'_; r.un.1.~ xw-. .m "c . xi (mim . suma gmhJxnlo". si: quc uns scmprr: ganharam c vão mais simulmcnnarzcngtnnaoñsdsnm xx. : pnxrzuxrr o cvmlurc Í¡ rivmc. :s mxpmxxs do uma alimentício qucrem menos impostos, a e a Rcvoluçío 50611. A0 mesmo '13 w'. Mo : muito que: .1 hlwcmçír» das n-. msgàrtcux at. E hi1 und. : um imcrrsse quc pouco 21 pouco tempo cm quc operários se x '. ; : ; -xdo uma clsuu Xfm ¡xxlcm scr ¡nclhor pr. ) draw dommmlc quc. ¡rLsruncntc num pczíodocm quc enfrentam com soldados nz. " w . z _n ~ m par¡ r ¡'_F'. v_<. l' socuL com . r . dm dos pmxws dos . rlimmms ¡zi s: : Fazendo sentir nos csrômagos profissionais, sindicatos tomam o _' 1, ! pg _x X x. _q_-, _~, ¡,¡»¡, ¡«_. ., . u _rlru : A510 dns mdf» púbhcux o . n-. mço drs ncgocúçfws da ALCA c um Gmmltdtmlhêoñáínsc SUVhOS r a: : ; ~:~ Jan' . - . Axrzcu ! U r_: .uu: .¡ÇÍo dos namámcrr-os ¡xvpuhrrs Lrúmumcácurogquc : rpcsardc todas : rs da zona repubhcnna, enquanto ^ J .2- . u? rdçlxuazJr o 'rxmntn c . zniculxrado formas d: rcsisrindn. !Luh mclhur qucnum contexto mmponcscsorgnnmmoolcúvüxlcs . x . m . pm min "1"Llñ. l p 1m um cmríátu saci ¡Ldo qu: um gowmo que 'Aponta para um pacto social. c abolcm a propriedade pmmda. l' - g". .. m _gm . mo qm c (qu: d: comu _rqnçlcs movimentos qu: são anulados a ela. Quc diz que Dutruli vai com parte dc seus '_ r a: : . .vg-r um pwrcn" . ¡Lrrndr exist: uma clrsst qu: hj SN . ums 11:30 (tda-u, nus foi sim roubada homens É¡ Madri deter o avanço _ , x : '., ''; '1> ç ozxrr. : (Ltwc qu; nmlxn¡ mmlu c &gn; cuucrntrxmxlo , a riqucra cm sms poucas nxãos_ Íxsdsu O chic-irmã conquistado à Q . _ - x4, ç x- , nza ~ “çcrwp uú: .:n~".1.~sr. r rlz: : quc nos nylon¡ c nos opnmc c . lgOIZI sv: du' scnsrbürznda com mnçusto murro alto: Durrunmouc " ~ -z «fr ; r . Er . g nlucç IHIJS ot. : luSwrLn d: lun dc chxus. coloquemos mm gnxv-. uu pan¡ csur n0d1n20dcn0vcnmrodc1936. Seu ; n (ou uhln mlvrur rum xls'$*. __jlkl! .l. kl; ' svcul quçé mlrumml ru bas: : do : Ipem: dc enterro em Barcelona rcúnc : x r (. ... .g5 . _ . . . ..*co. ~'¡' »Marau 1_ g' ' - 4* n? " -* www». .lr. T ~_. ;u : nx: _,; .:clc°'rn. x.lurn"rw-nuvgostundc(mhz. Qucnlvcscuuratmlüncildo mulñdõcsSomlarhqxrcmndcclda _ , _ quatro lubxmntu d. : ddadc havia L_ _ _. »g_ 1,, _= _1;~__. ~L- 42-; '>'T'. -.''. .YÍL'1ll“$ saum vía ; la-x çmcnrntsrl loga¡ svbpcnr dc mn tívnulrxunmto HÉOmpJrIhndo o ontem). Rchm t. . _ng_- , .~ ; riríçczr bas! uu. - . .pu uu RS durmir o govcnru Ulmrvl u um klmlmlilquc ocuxnodc Durma, A . . . .. - «w « v ' c. .l l. Íud- colxno rurmlxmddmx = t: . : :'1*. .1:I. ... :u~. ~.num raxu-xmwzu. ruzq. ._ . uml . z. . -. . rmuml l'~ll': |ll'r-"lm'll"“ l 1m"" W" ° 133714110 . ._ ; m u. “nn ¡n_¡~. ~.; ;_: .-Íu~: ;11vÍ: nr. :çk. níz. l_LÍ pç-Ío inndohntmlullô. [Vclü-Iümfm** i “lcgmv wlld' entre r". lh*.1~f| )(, ¡.~lL! lJ< . a . wrçxrr l¡ uml lx l°VJd° PClOS OmbYOS pclos , , O k. Vw¡ _, 4 ¡_-_. ,._¡_. ¡v_. , ga. . M» ~¡ _I N. l pod; nur « nulraurosdcmlcolurmr. .kmrssrs . ~ _. . 7 1 . r . l : humano _ _ ' 4 Jcnm . n ultunz¡ ; rudaçno com o _. _ . _I _'_. -.. .Ê nnvawur' : t; :'. ..1'. -*. ¡mr L'-. I1g*h'; '.'. r ~' punha crgugkx Entmunun o hino 717 . _ ' . 'r / , j / /I( . uLllqllhlJ 'l-"nlhoe do Puro' Sc l l l l ll l rc u l' ft' (I f_ Ir / f. ' . l ' Jarx-nouumrgrzurdccnmrçirm" Tñ . Ho 'limí- um_ q, “ml i¡ mumm-ull» . 'l : :Hull 1mm 'l N *ll-JW* m! " “HV”. . --- -~'-
  13. 13. 't' . -. y "i í 'A ' h' v' Í't| "í. 'l»'. 4% hu¡ ' -"' ' t1 ' . W¡ 1 . - 7x . ' « »Ju 10 (Nut 1 . i . u “n”, _, n” . _¡ , , t" . U u, “nun” "nã, n _HJ , n f' rf u( - ~. . . a Il - Q Il : Un V"" ! ¡,! l0l, ¡;-› . H “f” il' 1.71M_ 'l 1"” “na V fl_ 'Pr 'À R¡ N . g 1 . . . 'i "" " . i 'W' 'VL' f III uttuut/ wt r : n: * . Inu ; n IMI". - -“I' UNI '. ".'l 'r I ,4 y . . ' '"“ ""¡ ~" I v III! .' r «IN *u 'a ¡um! r' l' u¡ ; r u 'un' ›'Il! 'ttl| 1 3:. -v. y. . . , _ › . u a . _ ¡fa! . I ¡tatu/ lt! r ; In N/ Ic . rlnçnuvr¡ H " I ' tl “uma”, ltqstuxlt¡ . - a r . . , ' - 'NN' - ' v Mt. at¡ . HVHI 'uz " n' 'url 11-' su¡ ain't u. : tl. - " 9" "' 5* 't' r »m 'n my -m . y. u, ,, ... .t. .4 , . ' ' - ' y y À t . _ n y. ;A 1. . ,. ¡, . _ ____, ,_ . , , ¡¡¡1It u Hp JJ' | '. ›y- 'yI | ._ n N: v y lly' , uy t' u», ,ÍÍ'| ¡¡4¡ _. FÍWMWHZ! :ug: ' y _, y y _, L , , N _ _ J V l ¡Hhwn , í . .'/4IJ¡" pl' . .IN s y 4 _ ' ç . p , VPN. ” "r. 'l . ,u '-¡In. ›'r. , -U a ›¡_y . '-: ,v~l, q _ ¡n-ui ny -, y 4¡ A 1 . q. › A, -¡, ,, ¡JVIÊIIKI 3'. . 1 , , r Vu. " Ju '* . N *Nua n¡ yI¡¡¡^ ; y 15s¡ . _«y. _, -¡ o 'tg' , u- . UI-r “L Ri: ' 'r . .-- r' Hv-un* 1 'f' rui: : * ' . Jul Inu rt'. l a III¡ 1 'u ›' r' '. '.*I_r¡. "/e| . 1-. - 'NCM «III mu¡ tt¡ ' y' 4th url¡ ' u¡ inte-way¡ ' 'Inn' ~, ;wnzkw- 1/7: &m; ' 11.2: z. . Illlll n55¡ 'Hr 2;' r' . 'tir . f: ^' 'Mw' uu' gnt: n: ,tnv _'- " '- * 'zu › *. ' : .12 JN ; lulu/ N 'u nv . ir t - yu¡ r, › _ ' 'p' y bj', t( . - ' p. ›_. -_- r n": 'n n. ngm r¡ - 'l n c; f”. .¡. ,__›__›_, » __ nu ~ ~ n ' 'y n t' u t' 'v 'yu . gpmfvuc- 515m' rh' 'V ~5 "NU -' V* ' ' * " " " 'xrnrí' 'ouyunx Html; ¡ud/ Mu! f¡ 'I : luutnlu nn nn; uh' u¡ 'um', tum -ur 1*" . ' : t: . mhtuucrlunrt: N¡ . »I ! L . " - "W- W "' '”' ' " “ - " ""' "" , , , . . .-- -› . *r I' _ _I n› 1: "t uul¡ 's' lc "u 'HU _ N”, “uy “N, ,, _u qygutuqnnt. mim/ nm n uu». Y Ill c . 'f . , . . . .. _ _z . -a-mluec iuuln: m: : rm. mu¡ rt. _na mu) I¡¡IIÍII. ./l nu : m m mu": -' N” n. v i'm. u- 'twzs n¡ ¡LNUHNVU N- 5'I*'~Y›'-' "Nau" -' W ""'” *' ”""7“""' . """" _ _ . ,_ " ll '_ ' nñyial e . A ' I . nÉI/ Nzn¡ -': 'niru¡I: '¡lu N. 11'11"'. .. uuuu Nu¡ t ! IM N Il I IN . ' y- - ' ' x l ¡I-'tlnlun '(Ir. _ . _ _ q” N. ., ›_vy _ N. IML 'm . n¡ un MINI I ~'ll, lllflí . .lí . l. IIÍÍ'Í'ÍV s. l util/ upa'. Itrníííhi: ¡INJUN "¡-"“'“'. '" '^› - . ' ' ' r ' N/ Uh ›_ _'¡. : - . . , « a w¡ sun Nm* n. ' H- N' -" ~ N' ~ l' - ru¡ n / Í.. .v. ,IIVL N" ~ . _ y_-- qu”, ¡ ¡1/ . ln : lu . ' y » . ' tar' #NU IIN 1" M """' """ ' HA A”. .N __-__›¡, ,¡, ., nu¡ . l tl . › ' _ y I/ :lr -yq- n 'IN . u-v - w . u. ç . .h TN' i¡ “”' 'A ' _rl, H/ u' N" "l 'I y. n ' u » IJ um' " r uttuhwt . , , vu u' ; tw : :v , zllt ' , y 1 , ¡, ¡, ; .* al' 'l', 'IHU rt" v' l' t"" ' "' _ HH_ _ _Ju , -11 . ~t. " ' p y r s¡ l x . WII ' N . Y . 14-* “' 'H " "Mir l N '4-_. ¡,¡ -. ,-¡)n. l - * ' '
  14. 14. ;'31 W910 lãEFORlviAs DO GOVERNO LULA: (Tzaniinlio ¡nara a priva'ti: -;ação, retirada de direitos dos irabalíiaciores e íavorecimeiato dos mais ricos lim uma época cm que as ctlasscr; oprimidas lutavam rh; :hmm limit. HÍNIHÍVLI, C(›H(]l, li$2|ílin()$§ os rlircims social: : (j os. servicos; píibiit; o.^. quc ! um ix-; iiin sumiu zmiquilacios. l-*ru : li')1'(. '. Inwrrthn para quc as _íflíintitj ru¡¡u›i'; i<'u_›t-: : pi'i". uiílt› conrrok-m “ÍÊLkQ scrviçins para dcpois nov. vcncicr **“4“ '°"-“i“¡*'~ "iHU-a, cdLic; i§; it› c mirim, (›| ._liI'l, )f-› (iiHJitOi. l›íi'»ir; r›«. . U 'áotxrxno IML¡ um mmpct! com cssc modclr) quc scrvc o Pnuasii na iTAUiCiCiíl dc m-gmcius «Ia _s; |(›Lia1i'/ .:1<_; §i<› capitalista. Tudo o quc Faz air', - agora foi cthliilnllzíl' u quc 1;¡ vinha scndo [cito pelo govcrnu : interior: É rcrdziric quit o novo ccnfirio politico-institucional tem uma coisa difcrcntc: a vltiçum Lik' Lula com mais dc 53 miihõcs dc votos 17:7. a população criar laços ; ifctixros com o Estacio novamente, o quc não sr. - via há tcxripcn_ Porém, o . nistcma dc dominação só deixou cssa mudanca 'ACOHICCCI' por rzmsa da : iliança com partidos burgucscs c da composição dos ministérios Cnln banqucitos c cmptcszirios. Tudo isto acabou por dar mais gas para o --sisttma quc nos domina, quc agora pode respirar ziliviado c- r~; cj_›_Liii' o HICHIDO modelo dos últimos anos. No ñnal dc fcvcrciro, a cquipc economica dc Lula assinou a carta dc intcnçócs firmada pelo governo Fernando Hcnriquc com oiiixvil. Past-tam na agenda uma reforma da previdência quc rouba direitos hisxlóricos dos trabalhadores, ataca os SÍCYViÕOIFS PÚ¡3¡1CU5› “b” contribuição dos aposentados c força a privatizaçao dcstc Setor; Um? ! rciormat tributária quc finge que não vê a desigualdade, os lucros, as sgrandcrs fortunas c o lalifúndio c deixa os pobres pagarem ? IS nWfm-'b' contas; 'I autonomia do Banco Central para o controle do 170d” f _ . . - A' s " ' _ ncscontra iinzmcciro corporativo; a lci dc falcncias quc privilegia 09 ba 0 os; trabalhadores.
  15. 15. í”~_ _ l3OLiVli'~1, TE; ONDE cAtiPi-: ia . e. V: :.LEix'1'. ;-'i DO POVO! Derrubai'am um enireguista mas a luta continua! La Paz, Bolívia, 17 de outubro de 2003. N. : 175.5.: S. ; SÇAÉZn feira, o preaidcnte gringo da Bolivia, Goiano SÇmclí-. xf s. ; : :-23 lxra a vitória pontual de um processo d: 3 semanas S. ; . É. tiro', de 12 c fuzis na defesa do património papais; d: ;Ls : :as : vêr: J América do Sul. i _. V Assim er). o cl". .7.: :.= .c'.3: "G; ;'. .:. Ê: , 'p . . »4 a ñ _, Marcha nesta qLLzrcr. 6;. : 15. '-. °;'. í:; *.: .~s pro povo sur nas rt: _=. s os bloqueios. Org^ 'rent-os . a H a* ' manifestações, enfrentamentos, barricadas, passeatas. Diiff. 5 's ç à: :s c 14 'L M, f' 0/ popular caso venha. s. r-*p _ Í""- a convocatória d: Co: _ e? f' _ _. Defesa do Gás. As ruas d: L: Ps. .. v. .'_-_'. f' cidade metropolicma. d: FÉ Mto, M3533- , LF wir; Cochabamba e dezenas dc outras a. : “i Bolívia lá xiviam r. sittrzÇÍztw d. ; insurreiçãr) social. A ruptura não se deu, também não se iniciou 'um combat; maix, intenso através de organizações guerrilheiras. Mas o combat-c popiz”. :z de rua já tinha conseguido antes do dia 15/10 que o projeto de cxpñftlçít* de gás natural através de um porto chileno fosse suspenso. O presidente qu. " fo¡ çrjado nos EUA anunciou um plebiscito para decidir se o ; as ssa-i. : m¡ não exportado. O povo se antecipou e botou o gringo pra correr do p ÍiJCÍL' Ansume o vice Carlos Mesa. Se diz jornalista. e documczit izist. : m : s dono (it: um rim maiores grupos de COmLIHÍCL-IÇÃO da. Bnlixr, : (nã. 'H PAT. Izm xice-prezradentc sem partido de Lozzadrt. U c. :-prcs: ticnrt^ qu: x
  16. 16. T' ' - ›, l' Hull l l ul¡ / JHHJ- “HU-lv ll” ¡ÃÍ l. " . ;www Í"'›ll' 7.? lili lli- elf¡ -ll - - i». uma-lu t: mui: . _~ _. d¡ " " ' ' . -- o- ' l i a l ' . ã- -. _ . l. T r L - _ 7:_ , V . - . s. 'v : A ': _ . ~. ' _ . __< _ __ í' A. u. ) a4 . t. 14 J ""' ' '“ 1 “r c* i' "'. 3.34.' 75-21”. ' a . Z i l - il li' . .. l ñ. : u' t. . -à-J-. a. *v pr. ›l itiev do cenái m púsvc leiloml nao leve vocação de mudança como ¡ÂJÇÍÍÍÉ! vam os; e, lei¡_ort-s' da larga base dos pobres da cidade e do campo. Entre es'~. ›;~. : eleitores. eneoimeimst. or; distintos movimentos quc formam a classe ! filhêlihíidüfã-I. O governo Lula. o lumo do PT na administração do Estado brasileiro, :: xpsrimciitzl a Crise (lc. identidade mais ziguda da história dessa I¡l'_'_; ;'_'l“l! '/. ií1;ÍZO política. Agora articulado com PTB, PP e PMDB comanda seu mio CtJrl1pr; _->j<, ›f' no C ongiçszso N aciona), escapa de frituras c CPIs, preserva o iíríiÚ-p-'JÓC' roso primeiro ministro José Dirceu e discute se baixa ou não em ñtêíeulc a t), 2 'iii a taxa tlejuros. É duvidoso explicar os últimos acontecimentos por" lrnieãry : flws . tus din' gcnles. como muitas vozes dc base acusam. O processo riue lavrar¡ até a 'conquista do posto mais pretendido da política brasileira já zimirzeizi ix: : "Lízlíl zzcl nnoclziçzit) na estmtura de tlominaição que 'investe contra os
  17. 17. Publiüãi-"O du Fcduraçao Anarquluta Gaúcha - Abu! (lu ? O04 - n' 12 Cx. : Pontal 5036 - 90041 970 Porto Alegre - RS - Brítuli " 'ht v9- xamfhnnae. .. .._ . :: nan-xy rn_ . _Wrxv-: fzt-; wnaa ma». -_~ . ... ..n " uíàl_ . .a_. .-. _ . .., y 7""" i ? UV-v v 'rÍw~ c . ... .. , . . .. ... . ll¡ HMP-. - ' E¡ unm- ; a ~. "- L ' acl-lã_ (au. Lim. L'c. ..". L:. l R' --. - . . . ~~ w v ' . . ' v: " ' v. t9- n -u m. ~›. ._ . . . -_ , _ t, Z s 2 __. ›. .›. ¡, .f à "ih 't '”"'*4- a - . - . . -- , 5./ ' " F . gv a» 'K a Ff? - h n , i 'A " J ^ w " . ' É' P -' ~< . os , .. : r: 2*. : - -› -t 2,7 A ' l' " " 4 ' 7 a 'x1 . .. A crise brasileira historicamente tem rebentado nos pobres. tjuantlt» a economia vai mal e a política só faz sombra dos interesses Corptlrttllvtls, n poder burguês manda apertar os cintos da classe trabalhadora c cmpunca o povo para zonas de marginalização. Em conjunturas críticas, para concrru . - ; n certas medidas, o sistema . .- f* e _ precisa de aparência nova, * 'i E imagens fortes e sugestivas ; riem de reajustes adminis- iralivos que não mudam v . substancialmente nada. ; A ç Em 2002 as forças , _ l conservadoras do modelo de __ 'V' « dominação vencerampelamão (jÍ-'i' "Í. . *__. _ i R" í de quem cumpria, ao menos 'Lj' 'v', , Àí 7 “ ' ' l « entre aspas, o papel de , '_'çv"ç' Á* ' " ' oposiçãoA“esquerda”desiste 0.a_ - ; da do refonnismo e ganha status de elite dirigente nacional, reconhecida e autonzztdzt pelos . llúxiflW- imperialistas. De lá pra cá, o govemo de turno manobra no conunuixmo. absorve o sindicalismo colaboracionista e faz política ciínn os mount». fundamentos neoliberais.
  18. 18. 1 Publicação da Federação Anarquista Gaúcha - Setembro de 2004 - n" 14 “ C5- PPSE'. ?O35 - 9°9il°9l9p9fl9 Alesre '_ “Ê i Em" -~~»-van *rm r ~ 'n-_ way as Eiíjñ, i”II"g-2,arr›; --Wl§i 4 ll A ' ¡u! V ' ' ' ' A_ 7 . 'V n f r , QI ? w 7 , Z í ~C 'ã à g ' ' ' ' t s» y . .a Í . , , E. C O -d 1 J v y a o 4 Estamos ha menos de 2 meses de mais uma eleição burguesa. Desta vez. a disputa se dá em pequena escala. numa corrida eleitoral para o poder público nos municípios (Prefeitura e Câmara de Vereadores). Sendo a escala pequena. o tamanho da mesquinharia diária se revela. assim como a mediocridade da forma burguesa e institucional de se fazer política. Podemos dizer, sem parecer exagero. que a burguesia e seus aliados fazem política clientelista, da troca de favores. das falsas promessas. sendo o povo que vota não apenas massa de manobra, mas gente que assina cheques em branco em troca de ilusões de benefícios ou ganhos muito pequenos. Exemplo destes ganhos são cestas básicas, bicos e changas, além da troca de espaços pessoais. tipo muros de casas para serem pintados por cabo eleitorais. ' c. t, r ma_ t¡ EZ_ LS_ j' _ l . z' “t - ' . ç A . Í _ ; :v-'y› * x LUTA - : . . -°q~°'Í POPULAR = * v: : . « « - f . A: . l g t. ” _ve t_ N. ._ a _ç "Li t: .-¡_¡y~ - _›; ~^- “- I ›]Í; LÊ_'~_. _._ÊÍ'L~Í Hizáiyftçw* 'a a. ; . , if _ fànírxt¡ 5 e . f__. '.r' irn1 s . -› a »J (r › 'Piá i_“_" ll ' «L . ii. ' n tl . ul »- . *fi - 2' ic_ _______'_- - ~ I_õ¡-_'; ›_-. _¡ - ' 3. (1 : so: :
  19. 19. - V -“ l ii' *¡"'- C-*tlflll-¡Irttilnlrr tlaficlrr . lanoltoilr- ; '(lI: › rr” lr. t* Festa! 503v» “trair-ano Porto Alvaro - ns A llra-. ll '. 'r'. 't'. ..t. _ll__ HS'. _na O tempo que xrivernos, como ortrem. sao de luta. "Fem como marcos w q-. sceirsiro dos partidos da esquerda eltartwrxrl ou "progressistas" no Brasil. .Nrgeniirra. Chile c nrais recentcmcrtte L' i“t'r~_; ti. k_'. Também o conturbado regime . às. ene *ucla c as instrrreições t* . rlix 'í [mas, que derrubaram o presidente 'gonügringrwl Gonzales Sanchez de L. «J: <;: tl. r. O govemo Lula simbolizava para os latino-americanos a pos- sibllitladc de _justiça social, havia txsr: ranç; i. haviam os que lrrr-. txçrrri contra o nredo. límbortr _ia não eonstasse em seus programas. (ler ai s do re 'tonnismo duro de 1980. as classes , oprimidas e sua luta continua contra as clitcs e r glzrsses dominantes. Assume o governo federal ' r* propondo o Pacto Social. nrantendo a politica de tltteaglutltrztllrslií submissao ao capital tzspeetrlrrtixror- seus twrgxnnisrnos intcrrnttvionrris como l i Ml t: 'Bank Boston, rtnstru nraior' CYCLÍOlI/ Dilcil uma politica r-r. -r›rrr›rriir': r para garantir o supt-rrivit prirnzrrio. 'atendente exigencirr tlos : tggiotas (la dívida. lia? , corttra rr-. lorlna da pYCVldÔllLflil t' trnivt-. rx-; itririzr e plvllílfll o rodo para a sintlittal c a traballiistrr. Arara duramcnc as radios eonrtrrritarirrs. principalmente aqutzlrn: qnt: tzsrzro comprometidas com os rnovinrrzrrtos populares e com o protagiorrisrtrrr de strrrs
  20. 20. .___ "Hüílvuàfá- -b- "aotanc-&X- -vunucqunmn tamem / / J/ / ' 9 «. ..» . _.« . hkllo 0!: UHF; o" = '›; . ? hmm : um: :uwNwcr/ o mm. 'Wqgn aq. : g, ,._¡_. m4r5g; ;g5.. ;g” - T . àg. .s. sa; “ag. erígíe; szz'ss; A % 4 mu. ? : rã 'u' « m¡ ê Í. . 1 Í ' i U s é 1' , l ¡ V* q" , fa ¡¡-_ . .._¡¡, .7_¡¡~¡7_¡¡_ "g" ¡¡. _ I. ilwtí/ 'Ilm Iñig ¡jm-ax- at'. zuzlmllviu, '¡¡-_¡_"¡, _,"_. ¡¡_, _ u¡ , TW ! eu ", .¡›¡u, lt'-Iín uÍlu 'nm-eu u; (la-vauunv. ¡ñu Harem: _punk_ . ,¡¡A. ?¡. ."_. “¡. ..¡¡_g_, ""m nn: par'. ?tr/ ai u um: m: uh. -¡¡u_w. ¡il; ~› Nnuñenulgñnm uu'- (a); e¡íga-"kru›nnnia¡ a líllílllíÍl= ill V. "ilí¡ãlliti_líli)j“- . .lu '-111 tm atum: _: -1zH*"'1>. “ Ít-¡yr-s: gui'. i 5"'QÍÍHÍ. _|Í_F§IÍÍII' P? , : ilrílê glfñglfMlç um'. :nrsu-ín-ÍL : mr: nv. 11:2". 'iam Hi1* '- 'lãlllg l ; llilllílãlf il'. U. ' «Ia- ¡srzúz z: ~.'xu~aui"s›t›. .t›, ç,~z› " | i n _a Lia: v. :um a umuftayjíluicazujto . nas a-'n um c uam : |g¡-'c. -"›. ¡t_4â_'a¡ im: u . u. 7x ›. gm: ltgrqtilãlfll '- c n13” 'ru gCVP-VIHIIJL ll¡ ¡JÍPZ 'aiii _ s. 1 ç ; ehm» gun'- 'mu . '"-! l_ll'-Il_IÍ, H ›. ~ e. ; '4Íl)"_-? a Iuífuiknir. in . v m. a az('âr-«z1xa im: mtinalizn- - 'n : g: n: aura: :t: ¡unuiníííçre _ ' : : 'um/ a u: sm'. ¡uár- TA -nuíc iiIIIIíEIH-; Iu n ¡nzmhun , nn: pumu: u'. uni? ! . _ Ç ^ ' 3 “udwlçín, 'u 133-'. Ill'. ' . - ! I 'no um a WII: "- '- i nnr-aiifíul -. 4 : munfnk ~| "|_1 ›. 13mm "Turks '- Ling f II'. ÍHIÍÍ Fin” . .. . ¡,›, ;ny *íIHll'-"'”›|
  21. 21. x . ~ : _wizxos nos lCpClil' sobre esta nova onda de corrupção que arrasa o " ' siiisi pra lavar no Congresso Nacional e no govemo Lula. A ' * * S '~_i-*'~. l-1 Sabemos por experiência, é uma máquina rota, que funciona ~^~'“-_-”-~“l¡ 9 811,10 dos corruptos, as financeiras e os industriais. Corrupção ~ ~ < sax' m» , mnias no galope dos crimes burgueses. ? S v* _uma sensação de ruína: traição, raiva, de desconfiança ainda * ; izcio c com todos. Depois de resisitir com as piores dores uma °' . . giic . nos pisava com a bota dos milicos, as formas de democracia ' c. c os c : no _i ou a dominação burguesa fede de podre. O que nos ensinaram “' “ . .'C'. "C(: 'ii. llld0 que se participava e decidia mudanças no país, de fato em s . . . uma perversa fraude. Desde 85, com os pianistas do Congresso; o ~ c oíêor c PC Farias; os anões do orçamento; os votos comprados pelo » s « ' e. k 11:. emenda da reeleição; e na crise da vez com a propina nos Correios 'miss do PT e Marcos Valério; vão trocando as moscas mas a merda ' scrap: : . i mesma, como sabemuito bem o ditado popular. Crise vai, crise vem e a corrupçao do poder burgues dispara f aceita sem reconhecer partidos, pisoteando principios, fazendo de cada político réu suspeito ou confesso. Na companhia dela vem a impunidade, cruel e sem vergonha. Agora, até o bem afamado PT _ficou sujo. Está mais do que na hora de discutir o problema com outra mirada. Irmos mais fundo e além dessa criminosa classe política e examinar as estruturas do poder politico, a democracia corruptora que nos empurra a velha dominação de classe como uma de suas formas de reprodução. Como em toda crise, nesta desaba um mundo de idéias, simbolos e mitos que pertencem a certa realidade. Vem em outra mão novas percepções, criticas e propostas político-sociais. Os anarquistas da FAG não serão aqueles que vão censurar a classe trabalhadora e o povo na revolta com a política e os politicos neste sistema que é podre e fraudulento demais para ganhar nossa confiança. Não seremos quem pedirá votos em 20 06 com o discurso da responsabilidade cívica preventiva do risco de crise institucional. Nem seremos quem livrará a cara do govemo Lula, de todos os partidos burgueses e a esquerda re formista que na esteira de táticas eleitorais prestam socorro a este regime de mentira. _ Nós somos. , como contam nossos dez anos de histona, os ; irineípios libertários e o socialismo que defendemos, uma força : militante para as táticas de ação direta do movimento popular.
  22. 22. F “ **'Ê . .u Arm. Cr_PosBV50 ~s : O- uma realidade de muitas crises tramas corruptas. violência e desigualdades brutais contracenam na tragédia social brasileira. Os acontecimentos põem no centro da polêmica a politica em suas a nossa, formas de democracia burguesa, a instituição do futebol e a função repressiva da polícia. Para 3 c? ? FC= ~“*~*: ' 3 MWlUIsta Gaúcha - Outubro dc 2005 - n°19 93041-970 Porto Alegre - RS - Brasi¡ v . ..um . ser as autoridades o pronto- q socorro da impunidade é f impecável, enquanto no _ drama dos de baixo a L emergência da vida é sucateada e não tem ficha pra todo mundo. Em 23 de outubro vem o referendo A do comércio de armas e munição. Somos em- purrados ao fogo cruzado da propaganda liberal ou CODSC que falsiñca as opções para uma paz vertida pela justiça social. -vvr-n. n ›. _nrs- , . «as» ¡. .~. ,.. m›. ..¡ny, - . ç '- « -u-u-nu-; Vu cÍÍLÍuÃiÍ fil , n-_, , s, ,. .. . t. Lam¡ a. : O tempo vai passando desde o flagrante da propina nos correios e a crise do govemo Lula vai se diluíndo entre os esquemas corruptos que vão empilhando no país. Para desativar a crise política sem ruptura institucional, o poder político vai fazendo suas , i A V” trocas: seletiva, moderada, mudando pouquíssima coisa para que tudo siga = “° igual. Saca do time o * _ç _, _ . .A presidente do PL, dá cartão _ , . irá vermelho para Roberto 7 . . f' A ¡ Jefferson, aperta Severino l ii _ . , . Í¡ _Âw-. s-, gg . r ¡«: ›,, _¡ Cavalcanti ate ele pedir ; pç-i * Dra saír, etc etal. i5' _t . 't' "j ç Em esquema de ' F¡ » . _ ' ' caixa 2 e compra de votos "'- í* 'm - ', "*'<' cada um tem sua história Quando o futebol imita a política pra contar. Alguém tem que cair, para que não caia todo esse mundo rvadora no marco de uma consulta fraudulento da política bmguesa. A lealdade das elites criminosas é maior que os partidos'. Pra cada pedido de cassação tem uma porta dos fundos aberta pra renúncia de quem desaparece l l
  23. 23. Pumu . açuw «lu l ntlt"4|u0* *"-| "l›l'; ta (ia-nulla t". ~ Pontal mtu» "W-Ml 970 - Porto Alnuvc ao(ntblflalaLjttiwwjrtnelhoentsqro um ~ Setembro cw 2006 - n°21 ~ HS - Hunt! Política quem faz e o Povo Organizado Neste : três de outubro, todos estão convocãttos para mais uma eleição burguesa. só que desta vez, o tleseonte¡itamento du população nuneã foi tão grande. Motivos para isso não faltam. pois nos últimos quatro autos ; tumcntttrtun os escândalos de corrupção, a impunidade. a violência e tt tlesigttãldade. Lula : tssumitt tl presidência 'apostando no pacto social, reunindo banqueiros e etnpresários para um' diálogo e sendo respaldado pela esperança de mudança que carregava o povo brasileiro. Hoje. o sentimento da população e de boa parte dai esquerda que o elegeram é de traição. . , Por outro lado, para os anarquistas da FAG não se trata de um caso de traição, pois logo após a eleição de 1989, a cada ano que passava o programa do PT se tornava mais brando, os militantes se atfastavam das bases e as alianças políticas ficavam mais próximas da direita. Na verdade, esse é o caminho que segue qualquer partido eleitoral que almeja chegar ao poder burguês. Logo em 2003, os acordos com _ o FMI puseram na agenda do govemo a Reforma da Previdência que roubou direitos históricos dos trabalhadores, e também a reforma tributária que deixa os pobres pagarem as maiores contas. Outro ingrediente da receita neoliberal foi a aprovação da lei das ; Parcerias Público-Privadas (PPPs). aprovada em regime de urgência no final' de 2004, e que representa uma nova : forma de privatização dos serviços públicos. No ano passado, o dinheiro gasto somente no pagamento dos juros -da dívida pública (RS 83.83 bilhões) foi maior do que o total gasto nos principais setores sociais, como por
  24. 24. .Ias agora está ai a chamada "crise ¡ngig ou menos a atitude que ñnanceira internacional” que afetou primeiro os Estados Unidos. com as os governos sempre tomam falências dos bancos. que de tanto para "solucionar" os problema, - da Sodedade em que jogarem na bolsa de valores e de tanto vivemos. Esse modo de agir se Concedefem CPÉÕÍÍO (05 33n3nd°595 tomou ainda mais CYILÍCHIE neste banquemls que-Tem emquecer am** momento em que todo mundo fala d°5 JUTÚS que 35 Q3550?” Pãgafnl nu tal da. "crise". Como se para o Pcrderâm ÍÚÕÚ 0 dmheml í “m” Pow : ixJo-; tlliadssr "crise" fosse gmndü empresas tambem qucbrarag? ” nox-idade. mis i. ; ! emos que estar Porque 50 “Vem "a base de. ” lr ' . . ~ ~ ' ' - ~ is os o; :maquina pra *Wdllfl _ PW* b3m°5 (Po, . CITIPTCSLIFIOS nunca mexem nos proprios . x . . ~ . e e '- - *JXIIJIII do mes. pra an-: eseeua rms Çl'l&. llÇ.15.'pl'J ¡UWLFÃ- L°m '350' 'hs “uma _ conseguir . ›.: »;;4_'ti: iu~nzt 'e 512d. . ; uai Jclllllll ¡mtzalhadorcs e mbflhd e¡i«; t:›11t; ';r *tn . *': ¡;~T-_'n. m: : ' ' '3553 “Wmdçgo 5° alafquoufxils *fl-m* PLIFICS do mundo. mclusm. P417¡ Ú O título deste texto resume sempre ctvrreúi-Jl* pllütlr ; IS CUÚÍLLN. PÉ; zc-. zer ; - : :mf-io no : innl estuda». Lie a: _- 'se l g à a j . _ f _, n; 7/ . _. - * E ° rw ' l & ~. 1K- i É' ' l 'ÍN/ f* , I . .'- 1 _ _ . . . _ _z E x_ "E f, 'A u l a, - " ›j “ . z, . q É; ' '” A -' - - _ ' - ' _ _. f* l 7-- 'N ' ua_ E: ü a _ x ' 'q i * _ E; Ill É í e _ d A _z_ “ l . l o . .- I. ; V _ _ . x ¡ n! u & _ ' '_ '~' . _ 7 v Hr. "
  25. 25. Derrotar Yeda e o Banco Mundial! K Mansão dc Yeda comeca a cair c _iunto dela todo . ~cu povo-nr. . ? arnbcirt escoa pelo ralo o mega empréstimo do Ronco dumíial m: : ia xendcr o Rio Grande c tentar ? °-C'T8'=7:'. r as tt-. dx-. zihndorcs da educação e do serviço ñnhb: : ' Vlw - que cc-rrtiitào. o goi cmo Yeda Crusius representa . i :7;_C'«"'Õ"'Cl' areia do Banco Mundial (BM) no estado. A . ~.. :.. '. neoliberal tomou posse dc um govemo com o : t: . x : -: : ncmidnotw com a Línião. enforcado pela sanha fiscal o: :wait-lc econômico do govemo . _n_ c fo: agraciada com a mirar-ia dc llàci . E bilhão de dolares do Banco Guindial Para icmios uma ideia da : norma. isso equivale ao calote dos . I:. maior-m dci cdorcs do ñSCD do : want: Fsx: absurdo contou com a üT-W-wãci dc todos os partidos da A. ~<: .-. r~*cia ta "cx-esquerda" m. ” mula. o PT n frcnicl para contratar c cmo-resumo c assinar a cláusula (Otitfzt-lunl quc entrega os recursos publico-s 80s inicrvcmorcs do Banco M ¡mdtal Isto significa também atacar os direitos dos trabalhadores e ; icsmoniar scnicos públicos. a : rm-Nx: pela educação. Sc Yeda currrpnssc as metas do agir-ta estaria unem* o caminho para a inda dc CUÍTC emprestimo. cssc sim gzgnnieueo. servindo para terminar dc erra-matar o Rio Grande. k 'tem à: entregar o RS para as _npc-tiras c agroias. está na janela dos acontecimentos um: sucessão iDCTIYCi dc casos c suspeitas quc incriminam o macia: - duro do Piratini. Na tarde de 4' feira. dia 5 de agosto dc 2000, o iinistmio Público Federal (MPF) no Kwon-ande do Sul difundiu o que toda a população gaúcha j¡ : abit a corrupção é endêmica no goxemo Yeda Crusius c ch esta n¡ cabeça do esqucmL Os procuradores animaram a existência de uma ação de improbidade $ caiu¡ a cúpula da goxemadora. Estão diurna: :usados Yeda Roma e Carlos Crusius #Éñkodmmdoeandinl LirizFanando Záchim do ía-mdnüaüúleamhdolmagdtpumdü estadual Frederico . Antunes : PPL da #mich seu: c» deputado federal. cartola do Cirêmio c 5p segurança dc Rigotto. ,lose Otavio (romano ¡Phfm tucanos Delson . Martini. cx-sccrctancngeral do governo; rt assessora pessoal da governadora “eli-ln “nz-taum Meneses. o diretor do Banrisul Rubens Banho: c . - presidente do Tribunal dc Contas do Estado c citam-nicht de São Sepé. João Luiz Vargas ¡PDT i. A partir do documento. o MPF solicitou: apcrdadocrngo c função pública dos a suspensão dos direitos 'pollúocis d: $ a 10 81105.0 pagamento dormiu o congelamento dos bens «dos acusados; a proibição dc amount# pelo poder publico c rmsarcuwmn dos recursos desviados. A _win titular da 3' Vara Fcdcnl dc Sama Maria icm 15 dias pa¡ «saum recusar a ação. Se aceitar. Q acusados serão añsudos «às ; uma até o final do jnlguxmo. (uma estamos há matos de dois mas d: próxima jogatina elcnnra! 'burguesa sc a juiza acatar. o gcwcmoaanhan. Isto poi-quc Paulo Afonso presidente da ? saci-mail e vmb governador inimigo dc Vadio. Não A democracia direta está longe das rimas tati** 3' *V constrói na luta pelo Poder Paul”. Wien** “V” agiotas e neoliberais A Federação AMM** l '“'*"l_"" entende que apenas derrubar um @MPM Mãmw* M* muda a sociedade. mas aumenta a forca davam dêrffvfs" projeto do Brinco Mundial par¡ o Rio Guide da Nu¡ 7 nesta barricada quc nos p simormnas. Pela força das mas. construir a OIPICÍÚN* Pim” *V* lutar e criar Poder P0P**
  26. 26. fcmxb f? ” -, l «1»~= ,.›-› . HV u_ Ru d; -. ;~7._;3_o_, . , g . .. , Ç l , __l_ m: : an¡ -z-- -~ * ' ; ICN › , t u: 'í __. Local: Cia de Artes - Andradas, 1780 Entrada Gratuita Promoção e Organização: . ,,¡* , r . ¡- 'g4 I. . .'›. “.'›. “»"! '. u' 'EL tis'. 'iílíü 'HL' ' ; L (41 ÍIÍ; ,_L: _
  27. 27. Em 31 do julho de 2007 L2()l11]lc'l2ll|1~2i' U0 um». .La m x : t li . t, - tnovnncntocmcr: iriot¡i1cpnmlisou Porto : Àltguru r ziltzuu . uuçt u. mi» um intm'i()rd0 ã'würundetliiSiil _Osno01itvrilncnltst. tvi: thin x u. . tm n timi. ,. . iijtniilÇãü cc. *Jssi 'ín. ^lll_í'tát, sobre tudu nur; ¡utm inn. nir. a Hu . u J; ma, tradição | cL“›^›t'. in; 'i: nÍ' ' iovimentu. China. );maliffg nasua pcsquistzitlt* material! Inuim «u u pm¡ «L» m . um : compa Angá7.: t'sc›_11 P. Corrézi: “Wlttili/ A' ; lux wirlux . ›;¡. u./ .¡. .«'. t. operário brasileiro' do periodo: os . sindicatos por rmnm t' . uu. /l 'x ¡_ l uniões operários, as fedt-Waçwics' cruzi/ trans, u t 'on/ '«u! .x-i. ›._t. :.- . '» x Brasileira (fimdada em 1906) estavam . sob/ inte in/ lznrzivnz . Au v -. Imlvlenzeiztavam um sindicalismo rcvolitcioncirio m¡ ¡Mutum! .lm -. (fila. ) tinlzazaz condições de estabelecer' hegemonia politica' ; tua . vtt-. rr . - igrciependéncia de classe em relação à agenda lntrtgu-. tvtz e at. w ¡nzw a m _xt- . nzãrogios eram os da ação direta e a greve _aja/ ul «um mu" revolucionários, orientados a um objetivo de LU/ tairttçwllt . lu um. : sociedade socialista e Iibertário, ou como eles diziam m: Ú_1›u('t. '.' i-. »,»: .~. ~ç-» Iibertário (anarquista). " Nesta produção do sujeito das mudanças sociais que . w lrx'ittttl. tx“n “m militantes operários buscavam (tbarcar todos os t'S'/ "tli_'. t.* / N'1°. 'u'-. àw ' cotidiano da fanzília proletária. Além do ('0Nl_l)(lllllUlIlA/ Ht' um . /-. u-. -.-v _ trabalho, de passarem as mesmas dificuldades', .cry/ haviam ; una n u» N! .'_"r' a problemas: salários baixos, jornadas cansativas e ttt. x.r: 'z; .""3113.1' w militantes operários proporcionavam através (los . s'1')ttz'zi. ::. ›.x^. ' cultura social, escolas e universidades pqnltlitrítv_ jurtnzzxg piqueniques, em fim, várias oportunidades de c-zdtum, !law- . - Mx"" construíam uma "cultura de classe" e identidade de ! um ¡wnmz, ›.›. -.~, ~.-. _Nu 5x2» Grande do Sul muitos dos militantes de 191 Z/ onun _'Í(¡l'/ Iltt. !'i'. " Huv - . racionalistas mantidas pelos militantes libertários. " A memória destes feitos, a recuperação culturail tiLlLlllUiCS rptxutitux que marcaram a história do movimento operário 90 21mm depor. umA necessidade para discutir e projetar nestes tempos dim-eis . x ¡Hxkilãgyttt d: idéias, valores e cultura do mundo traballio que how cnlnfttu um. : fragmentação brutal que enterra o passado e vive o presente ¡uclt-; mdia xoitw sem perspectivas. i ÍtLiLxÇÊ LL Liu *nos da Grcvc ticnt d. a i z

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