Uma abelha na chuva

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  • @edusaa1 Desculpa? Não percebi...
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  • so pa dizer q ainda me encontrava neste site e q o luis e um grande tio para mim e para o meu primo e para voces se tambem quiserem ser meus irmaos, pois somos todos filhos de DEUS
    ps: tenho pena de quem seja nossa mae pois deve ter sofrido bastante em trabalhos de parto
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  • e aprecio bastatemente o meu referido anterior comentario a pouco realizado por mim neste site, q me foi sugerido por um familiar do José Augusto, meu primo
    agradeço qualquer observaao q possa ser efetuada a este comentario ou a outro q tenham voças exelencias observado a meu respeito ou da minha familia, q é bueda amiga minha e q voces tanto adoram e comentam
    ps: vou ter q ir andando, boa noite ou bom dia dependentemente se estiver na minha localidade ou numa q se apresente relativamente bastante proxima da minha, obrigado pelo power pointe destes panisgas .I.
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  • epa acho q isto, ahn... epah é razoalmente a ... digamos q... assim bacano e tal
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Uma abelha na chuva

  1. 1. UMA ABELHA NA CHUVACarlos de oliveira
  2. 2. Ficha Técnica Autor: Carlos de Oliveira Título: Uma Abelha na Chuva Editora: Assírio & Alvim Ano de publicação: 2007 Data da primeira edição: 2007
  3. 3. Biografia do Autor Carlos de Oliveira (1921-1981) nasceu em Belém do Pará, Brasil, e faleceu em Lisboa. Licenciou-se na Universidade de Coimbra em Ciências Histórico-Filosóficas. A sua obra poética e ficcional centra- se na vida campestre. Obras poéticas: Turismo (1942), Mãe Pobre (1945), Descida aos Infernos (1949), Terra de harmonia (1950), Cantata (1960), Sobre o Lado Esquerdo (1968), Micropaisagem (1969), Entre Duas Memórias (1971), Trabalho Poético (2 vols., 1977-1978), Pastoral (1977). Obras de ficção: Casa na Duna (1943), Alcateia (1944), Pequenos Burgueses (1948), Uma Abelha na Chuva (1953), Finisterra (1978). Crónicas: O Aprendiz de Feiticeiro (1971).
  4. 4. Resumo do livro Este livro relata uma história de uma sociedade antiga. Álvaro Silvestre comerciante e lavrador em Montouro (concelho de Corgos), era casado com Maria Dos Prazeres. Maria Dos Prazeres era filha de um fidalgo. O seu pai negociou o seu casamento com a família Silvestre quando ela completou dezoito anos devido a miséria e a desgraça em que viviam. Álvaro Silvestre possuía terras deixadas pelo seu pai, agora com cinquenta anos decide assumir todos os seus erros perante a sociedade. Álvaro dirige-se ao Comarca de corgos (jornal da terra), onde faz as suas declarações e pede para que estas saiam na primeira página em letras bem grandes e visíveis, mas a sua esposa impedi-o de tal loucura afirmando que ele sofre de alguns distúrbios. Maria dos Prazeres odeia o seu marido, não sente amor ou carinho por ele. Leopoldino irmão de Álvaro vivia em África, esse sim era o grande amor de Maria.
  5. 5. Resumo do livro Maria durante a noite sonhava com leopoldino e com o seu cocheiro, o ruivo. Numa noite como era habitual Álvaro bebeu muito até cair para o lado. Ofendeu a sua esposa e esta pô-lo a dormir no escritório. Álvaro levanta-se de madrugada cheio de dores no corpo e decide ir passear pelos os campos. Enquanto passeava pelos campos ouviu no palheiro o riso de uma mulher. Leve e cauteloso, parou. Aproximou-se do palheiro, sentou-se na areia e pôs-se à escuta. No palheiro encontrava-se o seu cocheiro o ruivo e Clara filha de um comerciante e lavrador. Os dois jovens faziam planos para o futuro, a rapariga encontrava-se grávida mas o seu pai não permitia tal namoro ou tal gravidez, o seu pai queria que ela casa- se com um fidalgo. O ruivo comentava também a maneira como a patroa, (Maria dos Prazeres) o olhava, parecia que o queria comer.
  6. 6. Resumo do livro Álvaro ao ouvir tudo isto só conseguia pensar numa maneira de se vingar do cocheiro então, decidiu contar tudo o que ouviu ao pai da rapariga, dirigiu-se à loja do pai da rapariga e conta-lhe sobre a gravidez da sua filha com o seu cocheiro. O pai da rapariga sem pensar duas vezes decide matar o cocheiro e assim o fez. Clara quando se apercebe do crime que o pai cometeu entrega-o a policia, mas o desgosto da rapariga era tanto que ela acabou por se suicidar.
  7. 7. Citações Favoritas “ Tinha o brandy à mão, na mesinha holandesa que viera do palacete de Alva, uma das ninharias que o sogro pudera reunir para a prenda de casamento…” (pág.33) “ – Onde é que há brandy nesta casa ? Onde é que há brandy nesta casa ?” (pág.127) “ Já sei que foi o brandy, Silvestre, já sei que os vómitos foram de arrependimento. Deixa-me em paz.” (pág. 61)

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