Memorial do Convento - Cap. vii

10.786 visualizações

Publicada em

Tatiana Mogas

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
10.786
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3.870
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
79
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Memorial do Convento - Cap. vii

  1. 1. Memorial do convento José Saramago
  2. 2. • No início deste sétimo capítulo, a falta de dinheiro impede a construção da passarola pois, segundo padre Bartolomeu, para a fazer voar seria necessário comprar ímanes que, ainda por cima, terão de vir do estrangeiro. Enquanto não pode continuar a construção da passarola, padre Bartolomeu ajuda Baltasar a arranjar trabalho no açougue do Terreiro do Paço. No açougue, Baltasar transportava enormes quantidades de carne, e este era um trabalho um pouco sujo. • No segundo parágrafo é descrito o aumento da barriga de D. Maria Ana devido à sua gravidez. Também são referidos os assaltos que os portugueses sofreram durante as viagem à Índia e as guerras que se travaram em Pernambuco e na Baia.
  3. 3. • No terceiro parágrafo, surgem boas notícias, chega uma nau vinda de Macau, cheia de riquezas. Esta nau passou pelo Brasil, de onde trouxe tabaco e açúcar. Para além disto, nenhum tripulante morreu ou adoeceu, o que foi considerado um milagre. • No quarto parágrafo, as notícias chegavam a D. Maria Ana, mas esta estava mais interessada na sua gravidez. Todas as congregações da província da Arrábida vão rezando para que o infante nasça bem e numa boa hora, sem defeitos, e que nasça varão, para maior contentamento do rei.
  4. 4. • No quinto parágrafo, D. Maria Ana teve uma menina. No entanto, o nascimento da infanta traz auspícios de felicidade. Após o seu nascimento e um longo período de seca, seguem-se dias de chuva abundante. • No sexto parágrafo, a princesa é batizada no dia de Nossa Senhora do Ó. • O sétimo parágrafo refere os sete bispos que batizaram a princesa, cujo nome escolhido foi Maria Xavier Francisca Leonor Bárbara. A princesa recebe do seu padrinho e tio uma cruz de brilhantes de cinco mil cruzados. D. Francisco cunhado de D. Maria Ana ofereceu-lhe uns brincos no valor de vinte e cinco mil cruzados.
  5. 5. • No oitavo parágrafo, Baltasar e Blimunda assistem à festa, mas Baltasar encontra-se bastante cansado, por carregar tanta carne para o evento. • No final do capítulo é anunciada a morte de Frei António. Apesar disso, D. João V pretende cumprir com a sua promessa e o convento há-de ser construído.
  6. 6. • “… e em cinquenta e seis dias de viagem veio de lá aqui, e houve causa milagrosa para que em jornada tao perigosa dilatada nem adoeceu nem morreu um só homem que fosse…” Página 93 • “… já se diz que o nascimento da infanta trouxe auspícios de felicidade…” Página 95
  7. 7. “Sete bispos a batizaram, que eram como sete sóis de ouro e prata nos degraus do altar-mor…” • Número Sete: ao algarismo 7 correspondem sete virtudes, sete pecados, sete sacramentos narrados e sete trombetas de Jericó. É também o número de dias de cada ciclo lunar, que regula os ciclos da vida e da morte, a renovação celular do corpo humano (7 em 7 anos). • O número 7 é o símbolo da totalidade perfeita.

×