Memorial do Convento - Cap. ix

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Memorial do Convento - Cap. ix

  1. 1. MEMORIAL DO CONVENTO JOSÉ SARAMAGO CAPÍTULO IX: RESUMO Págs.: 117-135 Trabalho elaborado por: Catarina Alves Nº1 do 12ºA
  2. 2. Personagens:  Padre Bartolomeu Lourenço  Baltasar Sete-Sois  Blimunda Sete-Luas
  3. 3.    Mudança de Baltasar e Blimunda para a Quinta em S. Sebastião da Pedreira, para auxiliar o Padre Bartolomeu Lourenço na construção da Passarola. Continuação da construção da passarola pelo Padre e pelo casal. Ajuda preciosa de Blimunda na construção, que utilizando o seu dom, vai descobrindo as fraquezas da obra para posteriormente serem reparadas.
  4. 4.    O padre Bartolomeu atribui a Blimunda o nome de Sete Luas, por ver às escuras, e o nome de Sete Sóis a Baltasar por ver às claras. Descoberta dos inúmeros casos das freiras, alguns destes com o próprio rei, e posterior manifestação contra a ordem imposta por D. João V afirmando que estas apenas podem falar no Convento com Familiares. Apercebemo-nos que o Rei cedendo mais uma vez aos seus caprichos e agindo de acordo com a sua personalidade, protege o Padre Bartolomeu Lourenço da Inquisição.
  5. 5.    Surgimento de um problema na construção da passarola, a falta de Éter. O Padre vai então partir para a terra dos sábios sobre Alquimia e Éter na Holanda. O casal com a partida do padre para a Holanda, decide regressar a Lisboa, e em vez de irem assistir ao auto-de-fé, vão às touradas no Terreiro do Paço, pois estas ainda não existiam em Mafra. As touradas são comparadas aos auto-de-fé, pois ambas remetem para a alegria e euforia experimentadas pelo rei e pelo povo.
  6. 6.   Verifica-se uma ironia por parte do narrador, quando este afirma que as pessoas em Lisboa já não estranham o cheiro a carne queimada pois estão habituados aos autos-de-fé. Há também uma perspectiva crítica quando diz que a morte dos judeus é positiva pois os seus bens remetem para a coroa. Partida de Blimunda e Baltasar para Mafra.
  7. 7. Concluindo:         Auxílio de Baltasar e Blimunda ao padre Lourenço na construção da passarola. Visita de Baltasar à quinta, acompanhado de Blimunda. Inspecção de Blimunda, em jejum, à máquina em construção para descobrir as suas fragilidades. Atribuição, pelo Padre Bartolomeu Lourenço, dos apelidos de Sete-Sóis e Sete-Luas. Deslocação do Padre à Holanda, para aprender com os alquimistas a fazer descer o Éter das nuvens (necessário para fazer voar a passarola). Realização de novo auto-de-fé, mas Baltasar e Blimunda permanecem em S. Sebastião da Pedreira. Partida de Baltasar e Blimunda para Mafra e do padre para a Holanda, ficando aqueles responsáveis pela passarola. Ida à tourada, antes de Baltasar e Blimunda partirem de Lisboa.

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