Projeto de futebol

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Projeto de futebol

  1. 1. PLANEJAMENTO DO TREINAMENTO - Estrutura organizacional necessária à confecção de um plano de preparação física É realizado no período pré-preparatório do macrociclo I ou durante o período de transição.
  2. 2. 1. ATIVIDADES REALIZADAS NA FASE DE ANTEPROJETO DE TREINAMENTO 5 a 7 dias antes da data marcada para apresentação dos atletas, reúne-se a comissão técnica para analisar os detalhes do desporto 1.1 - Familiarização com o desporto a) Aspecto orgânico e muscular e/ou capacidades motoras b) Aspecto técnico-tático (peculiaridades técnicas e esquemas táticos).
  3. 3. 1.2 - Reunião das informações necessárias e decisões preliminares a) Competições - Data, local, condições geográficas, regulamento, material a ser utilizado, principais adversários, logística. b) Rol de atletas convocáveis - Nível técnico, tático e psicológico, histórico médico, estado de treinamento) c) Insumos de treinamento - Locais, materiais, recursos financeiros, horários, etc d) Decisões preliminares: - Quais as competições? - Qual o grau de importância relativa entre elas? - Quais os atletas que serão convocados? - Quantas horas por dia e quantos dias por semana de treino? - Quais os horários diários de treinamento?
  4. 4. 1.3 - Identificação das capacidades motoras intervenientes • Parâmetros da forma física - Força (dinâmica, estática e explosiva), Resistência (aeróbica, anaeróbica e muscular localizada) e Flexibilidade (ativa e passiva). - Capacidades motoras derivadas Velocidade de deslocamento = velocidade de movimento + flexibilidade Resistência de velocidade = velocidade de movimento + resistência Resistência de força = força + resistência • Parâmetros da habilidade motora -Coordenação, Descontração (total e diferencial), Agilidade, Velocidade (de Reação e movimento), Equilíbrio (dinâmico, estático e recuperado). ESPECIFICAR EM QUE SEGMENTO CORPORAL ELAS IRÃO SE EXPRESSAR
  5. 5. FORMA FÍSICA HABILIDADE MOTORA FORÇA Dinâmica - Coordenação Estática - Descontração Total Explosiva Diferencial - Agilidade RESISTÊNCIA Aeróbia -Velocidade Reação Anaeróbia Movimento Muscular local - Equilíbrio Estático Dinâmico Recuperado FLEXIBILIDADE Ativa Passiva PARÂMETROS DA FORMA FÍSICA E DA HABILIDADE MOTORA
  6. 6. FOLHA DE SCOUT PARA IDENTIFICAÇÃO DAS CAPACIDADES MOTORAS DISTRIBUIÇÃO DOS PRINCIAPAIS GRUPOS MUSCULARES E SEUS MOVIMENTOS
  7. 7. 1. 4 - Seleção dos procedimentos de avaliação 1.4.1 - Testes Médicos - Avaliação da saúde (dados biométricos, parâmetros fisiológicos, exame postural, testes laboratoriais) 1.4.2 - Testes Psicológicos - Levantamento do perfil psicológico 1.4.3 - Testes Físicos - Avaliação das capacidades motoras
  8. 8. TESTES UTILIZADOS NA AVALIAÇÃO DAS CAPACIDADES MOTORAS
  9. 9. 2. ATIVIDADES REALIZADAS NA FASE DE DIAGNÓSTICO 2.1 - Estabelecimento do objetivo do treinamento - Estabelecido pelo Técnico com critérios de exeqüibilidade, explicitando um comportamento desejável dos atletas e discriminando: 2.1.1 - COMPORTAMENTO: O que será aceito como prova de que o objetivo foi alcançado; 2.1.2 - CONDIÇÕES: Descrever as exigências que terão que serão atendidas para que ocorra o comportamento desejado; 2.1.3 - CRITÉRIOS: Especificar os parâmetros desejáveis de performance.
  10. 10. OBJETIVOS DO TREINAMENTO (VOLEIBOL) COMPORTAMENTO -Primeiro colocado no campeonato nacional juvenil: probabilidade de 80% - Seis melhores colocados no campeonato no campeonato nacional adulto: probabilidade de 50-60%
  11. 11. Preparação Teórica Força – melhorar nos membros inferiores para saltos mais altos e competitivos Velocidade – aperfeiçoar para facilitar um trabalho de pés mais rápido para o bloqueio e a defesa; Resistência – melhorar a resistência muscular Aperfeiçoar a consistência do saque Melhorar a precisão da cortada Ofensiva – aperfeiçoar a variedade de cortadas no sistema 6-0 Defensiva – melhorar o ritmo e a velocidade do bloqueio Desenvolver a capacidade de jogar com calma e confiança após um erro Conhecer todas as regras que um árbitro pode interpretar. Preparação Física Preparação Técnica Preparação Tática Preparação Psicológica CONDIÇÕES
  12. 12. CRITÉRIOS PESO (kg) BAIXA MÉDIA BOA MUITO BOA EXCELENT 50,1-55,00 <52 52-63 63-74 74-86 >86 55,1-60,0 <50 50-62 62-73 73-84 >84 60,1-65,0 <49 49-60 60-71 71-82 >82 65,1-70,0 <48 48-59 59-69 69-80 >80 70,1-75,0 <47 47-57 57-68 68-78 >78 75,1-80,0 <46 46-56 56-66 66-76 >76 80,1-85,0 <44 44-54 54-64 64-74 >74 85,1-90,0 <43 43-53 53-63 63-72 >72 90,1-95,0 <42 42-51 51-61 61-70 >70 95,1-100,0 <41 41-50 50-59 59-68 >68 FONTE: LEITE, 1993. CLASSIFICAÇÃO DA APTIDÃO CARDIORRESPIRATÓRIA EM ATLETAS (ml/kg/min)
  13. 13. CONCEITO Idade Excelent Bom Regular Fraco Deficient 20-29 50 40-49 30-39 17-29 0-16 30-39 40 31-39 22-30 14-21 0-13 40-49 35 27-34 18-26 11-17 0-10 50-59 30 24-29 15-23 08-14 0-07 60-69 25 17-24 10-16 05-09 0-04 TESTE DE FLEXÃO DE BRAÇOS PARA HOMENS Adaptado de Pollock M.L. e Col. Health and Fitness Thought Physical Activity, 1978.
  14. 14. CONCEITO Idade Excelent Bom Regular Fraco Deficient 20-29 38 27-37 16-26 07-15 0-06 30-39 35 24-34 13-23 05-12 0-04 40-49 32 21-31 10-20 04-09 0-03 50-59 29 18-28 08-17 03-07 0-02 60-69 20 13-19 06-12 02-05 0-01 TESTE DE FLEXÃO DE BRAÇOS PARA MULHERES Adaptado de Pollock M.L. e Col. Health and Fitness Thought Physical Activity, 1978.
  15. 15. CONCEITO Idade Excelent Bom Regular Fraco Deficient 20-29 45 40-44 35-39 30-34 0-29 30-39 37 32-36 27-31 22-26 0-21 40-49 32 26-31 21-25 17-20 0-16 50-59 29 23-28 18-22 12-16 0-11 60-69 25 19-24 13-18 09-12 0-08 TESTE ABDOMINAL PARA HOMENS Adaptado de Pollock M.L. e Col. Health and Fitness Thought Physical Activity, 1978
  16. 16. CONCEITO Idade Excelent Bom Regular Fraco Deficient 20-29 40 35-39 30-34 26-29 0-25 30-39 35 30-34 25-29 21-24 0-20 40-49 30 25-29 20-24 16-19 0-15 50-59 25 20-24 15-19 11-14 0-10 60-69 20 15-19 10-14 06-09 0-05 TESTE ABDOMINAL PARA MULHERES Adaptado de Pollock M.L. e Col. Health and Fitness Thought Physical Activity, 1978
  17. 17. 2.2 - Estabelecimento de linhas de ação 2.2.1 – Periodização: Número de microciclos da fase básica e específica 2.2.2 – Métodos de treinamento: Verificar em função do tempo disponível, quando se poderá empregar métodos univalentes ou polivalentes 2.2.3 – Volume e Intensidade: Comportamento das variáveis 2.2.4 – Competições: Previsão de competições-teste 2.2.5 – Tática: Esquemas táticos mais adequados
  18. 18. 2.3 - Seleção das capacidades motoras que serão treinadas em cada mesociclo PRAZOS MÉDIOS PARA AQUISIÇÃO •Flexibilidade = 16 microciclos •Resistência Muscular Localizada = 8 microciclos •Força Dinâmica = 12 microciclos •Resistência Aeróbica = 10 microciclos •Força Estática = 8 microciclos •Resistência Anaeróbica = 7 microciclos •Força Explosiva = 8 microciclos •Velocidade de Movimento = 16 microciclos Para se obter força explosiva seriam necessários 28 microciclos: (8 de RML + 12 de Força Dinâmica + 12 de força Explosiva
  19. 19. 2.4 - Verificação do tempo destinado a cada tipo de preparação em cada fase e período. DISTRIBUIÇÃO DO TEMPO DE TREINAMENTO DESPORTOS INDIVIDUAIS ACÍCLICOS INDIVIDUAIS CÍCLICOS PERÍODOS/ BASICO ESPECÍF. COMPET. BÁSICO ESPECÍF. COMPET. PREPARAÇÃO FÍSICA 50% 30 % 20% 80 % 70 % 50 % TÉCNICA 50 % 60 % 40 % 20% 30 % 40 % TÁTICA 0 % 10 % 40 % 0% 0 % 10 %
  20. 20. DISTRIBUIÇÃO DO TEMPO DE TREINAMENTO DESPORTOS COLETIVOS PERÍODOS BÁSICO ESPECÍFICO COMPETIÇÃO PREPARAÇÃO FÍSICA 60% 40 % 20% TÉCNICA 40 % 40 % 40 % TÁTICA 0 % 20 % 40 %
  21. 21. ATIVIDADES REALIZADAS NA FASE DE PLANEJAMENTO 1. Montagem do plano de treinamento
  22. 22. 2. Seleção dos métodos e processos de treinamento - Os métodos podem ser classificados em: 2.1 – UNIVALENTES = Treinam exclusivamente uma única capacidade motora por vez. 2.1.1 – Ecléticos = podem ser calibrados para treinarem capacidades distintas. Ex.: Musculação 2.1.2 – Monásticos = aptos a trabalhar apenas uma capacidade motora. Ex.: Pliometria 2.2 – POLIVALENTES = capazes de trabalhar mais de uma capacidade motora por sessão de treino.
  23. 23. PREPARAÇÃO CARDIOPULMONAR I - Métodos Contínuos: Cargas Constantes UNIVALENTES POLIVALENTES Cerutty Fartlek Marathon Training Resistência Cross Promenade Aeróbico de Cooper Aeróbica Zona Alvo Corrida Contínua Lenta Corrida Rápida Resist. Anaer.
  24. 24. II – Métodos Fracionados: Cargas Modulares Sprints Repetidos Resistência anaeróbica UNIVALENTES Corridas Repetidas Resistência Aeróbica III – Métodos Intervalados: Cargas Intermitentes Interval-training lento Tempo-training Resistência anaeróbica Interval-training rápido UNIVALENTES Hallow sprint Velocidade Interval sprint Aceleration Sprint
  25. 25. IV – Métodos Adaptativos: Fator Estressante Altitude training Resistência Aeróbica UNIVALENTES Hipoxi training Resistência anaeróbica
  26. 26. PREPARAÇÃO NEUROMUSCULAR (UNIVALENTES) Power training Pliometria Isometria Isocinética Flexionamento Relaxamento Calistenia Força Explosiva Força Isométrica Força Dinâmica Flexibilidade Descontração Resistência Muscular Localizada
  27. 27. PREPARAÇÃO NEUROMUSCULAR (ECLÉTICOS) Aplicáveis a diversas capacidades motoras Musculação Resistência Muscular Localizada Força Dinâmica Força Explosiva PREPARAÇÃO MISTA (POLIVALENTE) Circuit Training PREPARAÇÃO CARDIOPULMONAR PREPARAÇÃO NEUROMUSCULAR Resistência Aeróbica RML, Flexibilidade, Coordenação, Agilidade Força Dinâmica e Explosiva, Resistência Anaeróbica Velocidade de movimento, Flexibilidade, Coordenação, Agilidade

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