Técnicas de pulverização em fruticultura e em vinha

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Técnicas de pulverização em fruticultura e em vinha

  1. 1. Técnicas de Pulverização em Fruticultura e em Vinha Técnico: Orlando Santos
  2. 2. A Pulverização com Pulverizadores de Jato Transportado
  3. 3. O nosso objetivo é de evitar perdas de caldae aumentar a produtividade dos agricultores
  4. 4. Esse principio na aplicação de produtos fitofarmacêuticosé de aplicar a quantidade suficientepara ter o efeito desejado sobre o alvo.
  5. 5. Através da pulverização, podemos aplicar via foliar os adubos e controlar as pragas e doenças.
  6. 6. Hoje em dia as pulverizações são na maioria feitas com tratores epulverizadores montados, ou rebocados
  7. 7. O agricultor deve ficar atento sobre as tecnologias atuais dos pulverizadores e que favoreçam a atividade agrícola a ser maiseconómica e com segurança para o aplicador.
  8. 8. É importante ficar claro que o uso do EPI`s – Equipamento de Proteção Individual é Obrigatório na aplicação de produtosfitofarmacêuticos, o não uso deste equipamento pode dar origem a despedimento por justa causa.
  9. 9. A pulverização ocorre em condições, onde os fatores climatéricos interferem no nosso processo de pulverização. Por isso deve-se entender o ambiente num todo.
  10. 10. O agricultor muitas vezes preocupa-se com aconcentração do produto, o preço, e para que serve o produto ou o que vai combater ( as pragas ou doenças, consoante os casos). E apenas isso define uma boa pulverização, na ótica ou visão tradicional do agricultor.
  11. 11. Temos outros pontos mais importantes que esses, precisamos de saber de facto, como oproduto age e onde deve ser depositado e com uma distribuição homogénea sobre o alvo, demodo a uma maior eficiência dos produtos nas culturas.
  12. 12. Umas vezes nós desperdiçamos osprodutos fitofarmacêuticos, porque não o colocamos no alvo correto.
  13. 13. É preciso conhecer de facto o que se vaicontrolar, um dos pontos chave é entender onde está o problema na aplicação e controla-lo em função do produto fitofarmacêutico.
  14. 14. Este trabalho que consiste na realização da pulverização dos produtos agrícolas, a maiordificuldade que encontro é no entendimento do agricultor, deste pacote interagido ao mesmo tempo.
  15. 15. Entender que uma pulverização que fazemos, éum pouco deficiente na parte interna da planta e que não é a mesma que a pulverização na parte externa da planta.
  16. 16. Não basta variar a velocidade do trator para uma boa pulverização, pois podemos deixar a calda a escorrer das plantas e porconsequente contaminar o solo, ou a velocidade exagerada e deixar pouca calda na cultura.
  17. 17. É preciso para entender mais o queleva o produto fitofarmacêutico até ao alvo.
  18. 18. Qual é o tamanho melhor da gota até ao alvo,por isso exige algum conhecimento por parte do aplicador para evitar desperdícios na pulverização.
  19. 19. Atualmente, e de um modo geral o custo de produção são elevados, devido a muitos erroscometidos durante as pulverizações. O custo dos produtos fitofarmacêuticos mais as pulverizações e tudo somado giram a volta de 40% a 60% do custo de produção.
  20. 20. O que parece simples e obvio e não se presta muita atenção à pulverização.
  21. 21. Esta é a nossa ferramenta de trabalho.
  22. 22. O volume de calda está associado aoalto volume 1000 litros por hectare.
  23. 23. Ao baixar o tamanho das gotas para a grandezade 150 a 200 micros, também se baixa o volume de calda. Embora que tenhamos de manter a mesma dose de produto fitofarmacêutico por hectare.
  24. 24. Muitas vezes ao baixar o volume de calda porhectare, baixa-se também a dose por hectare. O que acarreta um elevado risco de perdas de produção para o agricultor.
  25. 25. Com o processo de formação de gotas grossas ede elevados volumes por hectare a tendência ao escorrimento do produto.
  26. 26. Com a produção de gotas finas, temos outros problemas, como seja a evaporação com temperatura acima dos 25ºC e deriva comventos superiores a 10 km/hora. E este processo tem de ser ajudado com as turbinas ou ventiladores, para auxiliar e a encaminhar as gotas para serem depositadas no alvo.
  27. 27. É muito importante nesta fase a verificação das 540 R.P.m na TDF, no campo quando se faz asmedições das rotações, verifica-se muitas vezes que não temos as 540 RPM na TDF. Os problemas que originam, pouco volume de arproduzido pela turbina, Problemas com o debito no agitador, e dai resultar a precipitação de alguns produtos no fundo do deposito etambém problemas de lubrificação das bombas dos pulverizadores e rutura das membranas.
  28. 28. Abaixo da 540 RPM - Agitador
  29. 29. Abaixo da 540 RPM
  30. 30. Abaixo da 540 RPM
  31. 31. 540 RPM
  32. 32. Entender o alvo e o produto que estou a utilizar é a parte fundamental na pulverização.
  33. 33. É necessário que a minha pulverização consigacolocar a maior quantidade de calda no interior da planta, sem haver escorrimento na parte externa da planta.
  34. 34. Interior sem calda
  35. 35. Escorrimento do exterior
  36. 36. Por isso tenho que regular a minha máquina em função da velocidade com o volume de ar gerado pela turbina, para que esse mesmo ar consiga atravessar a planta e levar as gotas até esse alvo.
  37. 37. Velocidade do ar
  38. 38. Velocidade do ar
  39. 39. Velocidade do ar
  40. 40. Velocidade do ar
  41. 41. Velocidade do ar
  42. 42. A melhor maneira para avaliar a qualidade dapulverização e sua disposição na planta é usar o papel hidros sensível.
  43. 43. Qualidade da pulverização
  44. 44. Qualidade da pulverização
  45. 45. Qualidade da pulverização
  46. 46. Nele é possível avaliar, o tamanho dasgotas e a quantidade das gotas e sua distribuição na planta.
  47. 47. Distribuição na planta
  48. 48. Distribuição na planta
  49. 49. Distribuição na planta
  50. 50. Distribuição na planta
  51. 51. Distribuição na planta
  52. 52. Distribuição na planta
  53. 53. Distribuição na planta
  54. 54. Esta é a pulverização ideal.
  55. 55. Esta é a pulverização ideal.
  56. 56. Esta é a pulverização ideal.
  57. 57. Esta é a pulverização ideal.
  58. 58. Esta é a pulverização ideal.
  59. 59. Esta é a pulverização ideal.
  60. 60. Esta é a pulverização ideal.
  61. 61. Esta é a pulverização ideal.
  62. 62. A segurança do aplicador, também é um fator a ser considerado na pulverização.
  63. 63. A técnica moderna tem demostrado que épossível garantir mais produtividade e maior segurança na aplicação dos produtos fitofarmacêuticos, a nível do aplicador , ambiente e segurança alimentar.
  64. 64. A técnica moderna
  65. 65. A técnica moderna
  66. 66. A técnica moderna
  67. 67. A técnica moderna
  68. 68. A técnica moderna
  69. 69. A técnica moderna
  70. 70. No entanto é preciso conhecer as tecnologias atuais no mercado para obterem melhores produções agrícolas.
  71. 71. Novas tecnologias

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