Sinopses biblioteca2

862 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
862
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
5
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Sinopses biblioteca2

  1. 1. RELAÇÃO E SINOPSE DOS LIVROS DA BIBLIOTECA FERNANDO TUDE DE SOUZA (2009) A - Livros sobre rádio e sobre programas de rádio B - Manuais C - Revistas D - Comunicação E - Música popular brasileira F - Música clássica G - Jazz e adjacências H - Homens públicos / História I - Radioteatro/ Teatro/ Ficção J - Fitas k7 Rádio L - Scripts Rádio M - Monografias e teses N - CDs O - Vídeos A A1 - Tempo vida poesia (confissões no rádio), por Carlos Drummond de Andrade. O livro reúne a transcrição de oito programas dominicais realizados na década de 50, na antiga PRA-2, Rádio Ministério da Educação (hoje Rádio MEC), em que o poeta rememora fatos de sua vida literária, com ajuda de Lya Cavalcanti, jornalista famosa por sua luta em defesa dos animais. . A2 - Quadrante 1 - seleção de 70 crônicas, 10 de cada autor, escritas por Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Dinah Silveira de Queiroz, Fernando Sabino, Manuel Bandeira, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga, para o programa do mesmo nome, que ia ao ar na Rádio MEC, na década de 60. 186 páginas e informações bio-bibliográficas dos autores. A3 - Quadrante 2 - seleção de 70 crônicas, 10 de cada autor, escritas por Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Dinah Silveira de Queiroz, Fernando Sabino, Manuel
  2. 2. Bandeira, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga, para o programa do mesmo nome, que ia ao ar na Rádio MEC, na década de 60. 208 páginas e informações bio-bibliográficas dos autores, no final. A4 - Teleducação ou educação a distância - fundamentos e métodos, por Juan E. Diaz Bordenave Neste livro, publicado em 1987, pela Vozes, o especialista paraguaio traça um pequeno histórico da educação à distância ( do texto escrito até o Rádio e a TV ), enuncia as características da teleeducação e dos métodos radiofônicos mais utilizados, bem como as muitas aplicações da teleeducação . Faz referências ao MEB ( Movimento de Educação de Base ), à ALER ( Associação Latino- Americana de Educação Radiofônica ), à Universidade Aberta de Londres e à UNED ( espanhola ). Relata também experiências na China, Venezuela, México, Costa Rica, e Argentina. De particular interesse é o capítulo 5 sobre a Teleeducação no Brasil, com uma breve história, incluindo o Projeto Minerva. 77 páginas A5 - Rádio - inspiração, transpiração e emoção, por Ciro César Com 116 páginas e 30 fotografias com má definição, o livro é pouco profundo. Nele o autor procura passar sua experiência profissional de locutor com algumas noções de " fonoaudiologia" e técnica de locução, bem como do funcionamento de um estudo radiofônico, uma breve e superficial história do veículo, um capítulo sobre os tipos de profissionais do rádio, e dicas para produção de programas A6 - A Rádio, por Yves Lavoinne Com 116 páginas e 30 fotografias com má definição, o livro é pouco profundo. Nele o autor procura passar sua experiência profissional de locutor com algumas noções de " fonoaudiologia" e técnica de locução, bem como do funcionamento de um estudo radiofônico, uma breve e superficial história do veículo, um capítulo sobre os tipos de profissionais do rádio, e dicas para produção de programas A7 - Jovem PAN, 50 anos , por Álvaro Alves de Faria, 322 páginas. Com quadro cronológico no início, apêndice central com mais de 50 fotos dos principais contratados da emissora, e transcrição de alguns documentos, como a Ata de constituição da rádio e o decreto concedendo permissão de funcionamento. A tônica, no entanto, são os depoimentos, tanto de pessoas que participaram da inauguração como das que eram veteranas, na época da realização do livro. Dias Gomes, Mário Lago, Oduvaldo Vianna, Randal Juliano, Hebe Camargo e Julio Cosi são alguns deles. Uma curiosidade adicional, para estes tempos de enxugamento de quadros e demissões, é a relação, no final do livro, dos 316 contratados, na época (1994). A8 - História da Comunicação (Rádio e TV no Brasil), por Maria Elvira Bonavita Federico, 166 páginas. Este livro, de 1982, apesar de conter muitas informações superadas (dados sobre programação e audiência, por exemplo), é bastante completo no que diz respeito à história do rádio e da televisão, pois se reporta à conformação inicial e ao surgimento dos veículos de comunicação no país, de forma cronológica, dando uma visão panorâmica das características que eles foram ganhando ao longo do tempo. Nele, podemos encontrar dados a respeito dos diversos sistemas nacionais de
  3. 3. radiodifusão (Europa, África e EUA), e informações detalhadas sobre a estrutura do Sistema de Radiodifusão Brasileiro, na época. A9- Rádio Educativo no Brasil, um estudo (1976), 167 páginas. Trabalho elaborado por equipe do Centro Nacional de Recursos Humanos do IPEA/IPLAN, com a finalidade de realizar um diagnóstico da utilização do rádio-educativo no Brasil, durante os anos de 1970 e 1971, contendo dezenas de tabelas. São analisados aspectos teóricos e práticos do Rádio Educativo e as características das entidades envolvidas (Movimento de Educação de Base - MEB; Fundação Educacional Padre Landell de Moura - FEPLAM; Fundação Padre Anchieta; Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia - IRDEB; e Projeto Minerva). O livro também aborda as atividades desenvolvidas pelo sistema de rádio educativo brasileiro e apresenta conclusões e recomendações baseadas nos dados que foram examinados. A10 – Gênero e Comunicação - o masculino e o feminino em programas populares de rádio, por Maria Inês Detsi de Andrade Santos. Tese de doutorado da autora, este livro, de 176 páginas, analisa o universo de programas radiofônicos cearenses que dramatizam a violência e a sexualidade, bem como a participação do público desses programas, através do telefone, por cartas ou pela própria presença nos estúdios de gravação, dando opiniões ou relatando casos. A11 – Rádios Livres, a reforma agrária no ar, por Arlindo Machado, Caio Magri e Marcelo Masagão Com 184 páginas, ilustrações, prefácio de Felix Guattari e bibliografia sumária no final, este livro, apesar de datado (1987), ainda é o melhor a respeito do tema, com um bom apanhado histórico sobre as rádios livres européias e latino-americanas. Além da defesa desse tipo de radiofonia, o livro contém cópias de manifestos de várias emissoras piratas (Rádio Teresa, Rádio Totó, Rádio Ítaca, Rádio Trip, etc.), e roteiros de três intervenções radiofônicas da Rádio Xilik. A12 – No Ar o Sucesso da Cidade, por Fernando Mansur Trata-se de um trabalho escolar do autor, quando aluno de Comunicação da UFRJ, transformado em livro, em 1983. Com apenas 83 páginas ( não teria 50 se excetuássemos as ilustrações, a apresentação e o prefácio), o livro, bastante auto-referente, é superficial e só está no acervo da Biblioteca porque seu objetivo é a reunião de tudo que foi publicado sobre o assunto rádio, no país, independentemente da qualidade do conteúdo. A13 – Senhores ouvintes, no ar... a cidade e o rádio, por Fábio Martins Com 140 páginas e cerca de 20 ilustrações, o livro, editado em 1999, enfoca a formação e profissionalização do autor (que foi locutor e radiorepórter ), e o meio cultural de Belo Horizonte a partir dos anos 20. Fica, portanto, entre o memorialismo e a história. Seu mérito maior é o de ser o único livro, até agora, a narrar a chegada do rádio nas alterosas, e a esboçar a história das quatro emissoras mais relevantes da capital de Minas: as rádios Mineira, Guarani, Inconfidência de Minas
  4. 4. e Itatiaia. Há um relato do trânsito de Noel Rosa pela cidade, durante seu tratamento de saúde, e uma relação dos principais radialistas mineiros. A14 – Rádio e Pânico A Guerra dos Mundos, 60 anos depois, Organizado por Eduardo Meditsch. Com 237 páginas, 3 ilustrações (sendo 2 no estúdio da CBS), a íntegra do script original, traduzido, e um CD com a versão brasileira do programa que, em 1938, provocou pânico e até tentativas de suicídio entre os ouvintes que confundiram a ficção com a realidade. Sessenta anos depois, a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares de Comunicação reuniu, para analisar esse importante fenômeno de comunicação de massa, varios radialistas e pesquisadores de renome, como Luiz Carlos Saroldi, Gisela Ortriwano, Sônia Maria Vieira e outros, que escreveram a respeito dos recursos técnicos utilizados, o poder do rádio e o imaginário dos ouvintes americanos, trazendo novas explicações para o fenômeno. A15 – A Onda Maldita - Como nasceu a Fluminense FM, por Luiz Antônio Mello. Em 228 páginas ( oito delas com fotos). O livro descreve, em detalhes, o nascimento da Rádio Fluminense FM, a "Maldita", uma das primeiras estações segmentadas do Brasil, especializada em música pop e rock (foi a primeira a dar destaque ao rock tupiniquim), sendo responsável pelo surgimento de vários novos talentos. Escrito pelo próprio idealizador da emissora, o livro, por sua característica confessional, traça também, paralelamente, o perfil de um radical aficionado pelo rádio ( o autor), seu trajeto profissional e suas experiências em outras emissoras. A16 – O Rádio no Brasil , por Sônia Virgínia Moreira. Com 80 páginas (as oito finais ocupadas por vasta bibliografia), o livro está dividido em duas partes: o rádio desde os primórdios até a década de 70, e o perído seguinte, até 1991 (data da publicação). Na primeira parte, a autora consegue fazer, em apenas 15 páginas, um resumo abrangente da história do rádio brasileiro. Digno de leitura, também, é o capítulo sobre o modelo do radiojornalismo da época (página 46). A17 – Bastidores do Rádio, por Renato Murce. Escrito por um dos mais famosos radialistas brasileiros, que durante 50 anos trabalhou nas mais importantes estações do Rio de Janeiro, criou inúmeros programas e lançou diversos artistas, este livro, com 165 páginas e 20 ilustrações (com pouca definição), conta a história do rádio brasileiro desde o seu nascimento (o autor era amigo de Roquette-Pinto) e também traça um esboço da vida brasileira desde a década de 20. De excepcional interesse é o apêndice com biografias ou depoimentos de quase 70 dos grandes nomes que fizeram o nosso rádio. A18 – A informação no rádio - os grupos de poder e a determinação dos conteúdos, por Gisela Swetlana Ortriwano. Com 117 páginas e cerca de 30 quadros demonstrativos (de audiência, de distribuição de emissoras pelo país, etc.), este pequeno livro - que teve origem na dissertação de mestrado da autora - é um dos melhores até hoje escritos sobre o tema. Publicado em 1986, ainda é de grande utilidade para os profissionais e estudantes de comunicação. Enfocando inicialmente a história do rádio, a autora consegue resumir com objetividade os principais momentos de nossa saga radiofônica. Imperdível é o capítulo que trata dos aspectos essenciais das Leis de Informação. Mas o ponto alto do trabalho é,
  5. 5. realmente, o trato da informação jornalística, com uma análise aprofundada das duas naturezas dos informativos audiovisuais ( TV e rádio), e a apresentação de um quadro que permite considerar os fatores e os grupos que interferem na determinação dos conteúdos dos programas informativos. A19 – Rádio, produção - realização - estética, por Fernando Curado Ribeiro. Com 234 páginas, este livro, editado em Portugal, em 1964, embora defasado quanto à abordagem técnica, continua atual no que toca à parte conceitual. Os conceitos emitidos no capítulo "Rádio e Cultura", por exemplo, continuam na ordem do dia. O autor dedica todo um capítulo ao estudo e apreciação do ouvinte, tecendo considerações e detalhando as conclusões da famosa pesquisa realizada na França, em 1951, que caracterizou os principais tipos de ouvintes, seus hábitos e preferências. Importante também é o longo capítulo dedicado ao radioteatro, contendo inclusive o script do radiodrama "Maremoto". O livro contém várias ilustrações, com destaque para a série de sinais manuais de comunicação entre os técnicos e demais participantes. A20 – Seis décadas de técnicas e criatividade do rádio brasileiro (antes e depois da TV) , por Rogério Morais. Um título grande para este pequeno livro de 113 páginas (conseguidas às custas do velho expediente de apor folhas em branco separando capítulos e uma vintena de fotos pouco expressivas). Fruto de uma monografia premiada em concurso da antiga FUNTEVÊ, o livro repisa informações gerais sobre o início do rádio, a fase de ouro, os humoristas, etc., com a curiosidade de mostrar a repercussão de certos programas e anúncios no Ceará (terra do autor), como o caso da propaganda dos "reguladores" femininos. De interesse real, no entanto, é a transcrição, na página 91, do Código de Ética da Radiodifusão (de setembro de 1980). A21 – Grandeurs et faiblesses de la rádio. Escrito por Jean Tardieu, com a colaboração de Chérif Khaznadar e contendo textos de 5 outros especialistas de diferentes países, este livro, editado em francês pela Unesco, em 1969, trata da evolução e da função criativa da radiofonia na sociedade contemporânea, examinando, paralelamente, o impacto das novas técnicas de expressão sobre a criatividade artística e as possibilidades de comunicação que elas oferecem ao grande público. Tomando partido na velha querela a respeito de o rádio ser ou não ser arte, o autor, o poeta e dramaturgo Jean Tardieu, não hesita em afirmar que o rádio "é uma arte pelo fato de possuir uma linguagem, uma técnica e meios que lhe são próprios" . Capítulos importantes: "Literatura e rádio", "Poesia e rádio" e "Por um museu do som e da imagem". A22 – Cruelândia. Brochura de 149 páginas publicada pelo Instituto Goethe, com o texto bilíngüe (alemão-português) da peça de Hubert Wiedfeld "Crueland". Não deixe de ler o prefácio de Paul Schultes, questionando a atualidade da peça radiofônica e lançando luz sobre as trajetória do gênero na Alemanha, desde os anos 50, quando o radioteatro ocupou o lugar mais destacado na produção literária alemã. A peça, em si, detentora do prêmio Itália 1972, explora as possibilidades do som estéreo e é escrita em duas colunas, com o objetivo de localizar, na página, as falas e os efeitos que serão ouvidos à direita ou à esquerda.
  6. 6. No final, como apêndice, um protocolo da produção da versão brasileira da peça, com fotografias e um mapa da colocação dos microfones utilizados. Não possuímos, infelizmente, tal gravação. A23 – La radio et l'éducation de base (dans les régions insuffisamment développées) , par J. Grenfell Williams. Coleção de estudos publicada pela UNESCO sobre problemas de comunicação de massa. Este volume, editado em francês, em 1950, tem 163 páginas e está dividido em duas partes. Na primeira, aborda as experiências que estavam sendo realizadas naquela época, em vários países subdesenvolvidos; e, na segunda parte, trata das técnicas radiofônicas a serviço da educação de base. Nesta parte, encontramos scripts de diversas transmissões, equipes e custos. Vale conferir o artigo a respeito da experiência brasileira, assinado por Fernando Tude de Souza. A24 – Histórias que o rádio não contou, por Reynaldo C.Tavares. Contendo 309 páginas, centenas de ilustrações e acompanhado de 2 CDs com trechos de transmissões significativas (Roquette-Pinto, Casé, etc), este livro, publicado em 1999 e informando, na capa, que pretende desvendar a radiodifusão no Brasil e no mundo, este livro tem altos e baixos. O principal problema reside talvez no fato de que, apesar de respeitar a cronologia e focalizar os principais responsáveis pelo surgimento e evolução do veículo, o autor não é um historiógrafo. Vale a consulta, no entanto, pelas diversas listas que contém: das rádios implantadas no país (de 1930 a 1960), de cantores, cronistas, comentaristas, radiorreporteres (sic) e outros profissionais do rádio. Mas a lista mais curiosa é a dos 36 profissionais da Rádio Nacional demitidos pelo Gal. Castelo Branco. Há outros documentos importantes, como a cópia da patente do transmissor de ondas inventado pelo padre Landell de Moura (que o autor sustenta ser o verdadeiro inventor do rádio), e a ata de fundação da ABERT. A25 – Rádio Nova, Constelações da radiofonia contemporânea. Publicada pelo curso de Rádio e TV da ECO - Escola de Comunicação da UFRJ, esta brochura, organizada por Líliam Zaremba e Ivana Bentes, agrupa, nas suas 169 páginas, ensaios sobre o som e o rádio, assinados por artistas do porte de Bill Viola e Arthur Omar, e especialistas como a própria Líliam Zaremba. Além disso, na parte final do livro, encontramos a tradução de Guerra dos Mundos e, também, uma coletânea de opiniões sobre áudio e rádio. A26 – Rádio Nova, Constelações da radiofonia contemporânea. Publicada pelo curso de Rádio e TV da ECO - Escola de Comunicação da UFRJ, e organizada por Ivana Bentes e Liliam Zaremba, este volume, com 175 páginas, vem com textos selecionados com o objetivo de divulgar novas perspectivas em rádio, som e imagem. Um exemplo é o artigo de Regina Porto que, após um levantamento histórico no campo do som e da acústica, descreve uma série de novos possíveis campos, como os da dramaturgia sonora, do design sonoro e dos eletroclipes. Outro texto que merece ser lido é o de Murray Schafer, "O ouvido pensante", onde ele analisa a mitologia do som e da voz na cultura ocidental. A27 – Rádio Nova, Constelações da radiofonia contemporânea.
  7. 7. Com 205 páginas, o 3º volume da série, organizada por Liliam Zaremba e Ivana Bentes, vem com textos sobre radioarte, sociedade da imagem, rádio na Internet, rádio digital, hipermídia, narrativa radiofônica, entre outros. Vale a pena conferir os artigos "O narrador no rádio", de Luis Carlos Saroldi; e "Glossolalias", de Sergio Penna e Wilson Sukorski. A28 – No ar: PRK-30!, por Paulo Perdigão Editado em 2003, o livro conta a história do mais famoso programa de humor do rádio brasileiro, desenhando também as biografias de seus dois principais comediantes: Lauro Borges e Castro Barbosa. O capítulo intitulado "Uma arte invisível" é notável pela análise do tipo de humor da dupla em comparação com o Gordo e o Magro. Apêndice com 7 scripts originais (que não obedecem ao formato padrão da lauda radiofõnica), além de discografia e filmografia dos dois comediantes. Com 204 páginas, e fartamente ilustrado, o livro vem com dois CDs contendo trechos selecionados de programas. A29 – Liberdade de imprensa , de Carlos Rizzini. Publicado para as comemorações do centenário do jornalista, o livro reúne, em suas 102 páginas, artigos do autor em defesa da liberdade da imprensa. Está cadastrado em nossa biblioteca porque Rizzini foi diretor da Rádio Ministério da Educação, no início da década de 50, fato que não foi consignado na pequena biografia que abre o volume. Os interessados em saber mais sobre o jornalista, podem consultar o número 28 do informativo, O AMIGO OUVINTE, em nossa Biblioteca. A30 – Medio siglo de radio Huesca - recuerdos de una emisora, por Gabriel E.Monterde. Escrito em espanhol, com 134 páginas e dezenas de ilustrações, o livro conta a história dos primeiros 50 anos desta rádio espanhola, fundada em 1933. A31 – O programa Gil Gomes - A justiça em ondas médias, por Maria Tereza P. da Costa. Com 156 páginas, este livro analisa o programa radiofônico Gil Gomes, gênero policial, abordando os temas "industria cultural" e "violência urbana". Pesquisando os arquivos do programa e debruçando-se sobre uma correspondência de 3000 cartas, a autora consegue discutir e relativizar algumas idéias preconcebidas sobre a passividade dos ouvintes frente às mensagens do programa. Há vários casos transcritos tal como estão nos roteiros do apresentador. Vale uma leitura. A32 – O Sucesso Continua, por Fernando Mansur Um livro que só está em nosso acervo porque a proposta da Biblioteca Tude de Souza é a de reunir tudo que foi escrito sobre rádio, sem considerações qualitativas. Trata-se de mais um trabalho escolar do conhecido locutor, quando era aluno de Comunicação da UFRJ, com o objetivo, ao que parece, de contar pontos nas provas de títulos. Para ser transformado em livro, o texto recebeu acréscimo de dedicatória, epígrafes, prefácio, apresentação, introdução, ilustrações, citações e uma conclusão final, além do recurso das meias-páginas em branco, para conseguir somar 103 páginas e permitir uma lombada razoável. Quem quiser conferir a qualidade pode ler, por exemplo o primeiro capítulo, na página 19, em que o autor vai de Platão a Belchior em poucas frases, ou, ainda, o bestialógico contido na página 21.
  8. 8. A33 – Educação a distância - a tecnologia da esperança, por Arnaldo Niskier. Editado em 1999, o livro é um dos mais atualizados sobre o tema, traçando um panorama da EAD no país e no mundo, mostrando de que maneira ela se insere na legislação brasileira, e especulando a respeito do seu futuro em relação às novas tecnologias (computador, Internet, etc.). Das suas 416 páginas, 14 são destinadas à experiência do Projeto Minerva, gerado principalmente pela Rádio MEC dos anos setenta. A34 – Rádio no Brasil, tendências e perspectivas. Sob a organização de Sônia Virgínia Moreira e Nélia R. Del Bianco, que também comparecem com dois dos treze ensaios selecionados - uma abordando as inovações tecnológicas no Rádio e, outra, a radiofonia na Internet -, o volume, editado em 1999, cobre várias lacunas de conhecimento em relação a fatos e fases do rádio brasileiro. Entre os outros textos, todos de interesse, há dois de muita importância para os historiadores, pois tratam do Rádio em Blumenau e em Santa Catarina. 232 páginas. A35 – A bola no ar e o rádio esportivo em São Paulo, por Edileusa Soares. Com 116 páginas, o livro trata da estreita relação que existe, desde 1931, entre o rádio e o futebol, em nosso país. Partindo das primeiras narrações de jogos, feitas em São Paulo, a autora traça um panorama da história do rádio esportivo brasileiro, valendo-se de entrevistas com veteranos radialistas, e faz uma comparação entre os diversos estilos de narração, desde Nicolau Tuma, o primeiro locutor, até os tempos atuais. A36 – Rádio, o veículo, a história e a técnica, por Luiz Artur Ferraretto. Com 376 páginas, incluindo vasta bibliografia além de outras fontes consultadas, como arquivos de som e imagem e endereços corporativos, este livro, publicado em 2000, é um dos mais abrangentes estudos já feitos sobre o tema. Além de contar a história da radiodifusão, o autor descreve o funcionamento de uma emissora, analisa os formatos radiofônicos e detalha as técnicas de redação, edição, reportagem, entrevista, produção, apresentação e locução. Além disso, oferece um guia de utilização da Língua Portuguesa, e descreve as categorias trabalhistas dos profissionais do rádio, com suas respectivas funções. A37 – O rádio no Brasil há meio século. O título é equivocado pois, na verdade, esta edição especial da revista Antenna foi feita para comemorar os 50 anos da própria revista (1926 a 1976). Não obstante, a publicação tem muito valor, por rememorar, ano a ano, o desenvolvimento técnico do veículo e registrar a inauguração de várias emissoras. De especial interêsse para a biblioteca é o resumo, provavelmente escrito por Roquette-Pinto, sobre os três primeiros anos de funcionamento da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. 184 páginas. A38 – Radiodifusão hoje, por Saint-Clair Lopes. Em 154 páginas, sem ilustrações, o veterano radialista desfia a história da radiodifusão, os progressos técnicos, a política da radiodifusão e o desenvolvimento da jusrisprudência firmada a respeito. O livro padece de problemas de revisão: a errata, ao final, relaciona quase cinquenta erros.
  9. 9. A39 – Rádio Nacional, o Brasil em sintonia, por Luiz Carlos Saroldi e Sonia Virginia Moreira. O melhor trabalho feito sobre a PRE 8, com 37 reproduções fotográficas, vários gráficos (sobre atuação dos principais produtores e músicos, sobre a distribuição da programação semanal, organograma da emissora, etc.), e vários anexos (sobre o acervo em poder da própria rádio e o que está sob a guarda do Museu da Imagem e do Som, etc.), bibliografia e índice onomástico. A39a – Rádio Nacional, o Brasil em sintonia, por Luiz Carlos Saroldi e Sonia Virginia Moreira. Terceira edição, revista e aumentada, contendo o triplo das ilustrações e quase o dobro de páginas (224) da edição original. Além dos capítulos revistos e que receberam novos títulos, o livro ganhou novo capítulo, no início (s0bre a urbanização e as primeiras emissoras) e o capítulo final foi acrescido de informações a respeito da reforma e inauguração das novas instalações da emissora, em 2004. A40 – A radiodifusão educativa no Brasil, por Álvaro Salgado. Livro raro, que pertenceu ao antigo Museu da PRA-2, resgatado no depósito da Penha pela SOARMEC. Com 120 páginas e prefaciado por Fernando Tude de Souza, o livro contém um preâmbulo sobre comunicação em geral, a invenção do Rádio, e mais 11 capítulos sobre: os primórdios da radiodifusão brasileira; cópias de documentos da Rádio Sociedade; o movimento onicial em prol do rádio educativo; a Rádio Escola Municipal; o SER; o DIP; a Universidade do Ar; e o rádio educativo nos estados de São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro. A41 – Rádio em transição, por Sonia Virgínia Moreira Publicado em 2002, este livro - originalmente tese de doutorado da autora, defendida na USP-São Paulo, em 1999 - aborda as tecnologias e leis da radiodifusão, nos EUA e no Brasil. Partindo da pré-história da radiofonia e das leis pioneiras que o veículo tornou necessárias, Sonia Virginia chega até a década de 90, sempre intercalando, historiografia e jurisprudência. Merece atenção as 22 páginas de referência bibliográficas e os anexos contendo o Projeto da Lei de Comunicação Eletrônica de Massa. A42 – Rádio palanque, por Sonia Virginia Moreira Publicado em 1998, este livro historia, em suas 172 paginas, a relação entre a radiofonia e a política, desde o advento do rádio até o final do século, mostrando a trajetória veículo em momentos distintos da história nacional, tentando mostrar como foram eleitos muitos políticos que hoje atuam no ramo da radiodifusão. A43 – Como falar e escrever certo, por Otacílio Rainho O autor, responsável pelas aulas do Curso Prático de Português do "Colégio do Ar" (programa educativo que ia ao ar de março a dezembro, pela PRA-2), era professor de Português e de Francês,
  10. 10. e médico, também. Escreveu vários livros didáticos. Este, reune 40 scripts do programa acima citado. A44 – Desafios do rádio no século XXI, organizado por Sonia Virginia Moreira e Nélia Del Bianco Possivelmente o primeiro livro sobre as perspectivas do veículo, no século XXI. Com 16 textos de diferentes autores, abordando tecnologia, legislação, rádio digital, radiojornalismo em tempo de internet, rádios comunitárias no novo milênio, etc. 250 páginas. A45 – Jornalismo de rádio, por Mauro Felice. Editado em 1981, este pequeno livro (142 páginas) é eminentemente prático, contendo regras, critérios, dicas e "manhas" profissionais, úteis mesmo aos que não são iniciantes no ofício, como é o caso do capítulo sobre locução, emissão e colocação da voz. Além de abordar também o jornalismo esportivo, o autor ensaia uma pequena história dos grandes informativos do nosso rádio e elabora um apêndice com 34 pequenas biografias de radiojornalistas brasileiros. Nota: nosso exemplar contém uma errata colada na primeira página. A46 – La radiocomunicación al servicio de la educación de adultos, por Ignacy Waniewicz. Editado em 1972, pela UNESCO, com o objetivo de orientar o emprego do rádio e da TV na educação de adultos. Voltado para os produtores de rádio e para os pedagogos encarregados e elaborar planos de estudo e metodologia docente, o livro interessa, principalmente, aos que estão dando os primeiros passos na utilização do rádio como veículo para educar adultos. Possibilidades e limitações educacionais do veículo, métodos e enfoques pedagógicos e dados sobre a reação do público-alvo, são alguns dos capítulos. Nas páginas 22 a 26, há relatos breves sobre as "escolas do ar" do Japão, da Alemanha, do Brasil e da Inglaterra. Escrito em espanhol. A47 – Radiojornalismo no Brasil – dez estudos regionais, por Gisela Swetlana Ortriwano(Org.). Gisela Ortriwano foi uma das primeiras pesquisadoras a desenvolver estudos acadêmicos sobre o rádio. Este livro é fruto de um projeto desenvolvido, na década de 80, pelo Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de Comunicação e Artes da USP. Em 1986, com o apoio da CAPES, pela primeira vez se reuniu professores, profissionais e pesquisador de oito estados brasileiros para repensar o rádio. As monografias resultantes desse encontro geraram este livro. 138 páginas. A48 – Radiodifusão, meio século a serviço da integração nacional (1922-1972), por Saint Clair Lopes. Considerando que o início da radiodifusão brasileira começa em 7 de setembro de 1922, este pequeno livro editado para ABERT contém um dos melhores relatos das primeira irradiação feita no Brasil, durante as comemorações do centenário da independência. O autor também discorre sobre as primeiras emissoras internacionais, os pioneiros no Brasil, o início da Televisão, os organismos internacionais e nacionais, bem como a genealogia e funcionamento da própria ABERT. 54 páginas e 3 ilustrações. A49 – Franceses, nós cremos em vós (programas da PRA-2)
  11. 11. Com o objetivo de levantar a moral dos franceses que aqui moraram ou se refugiaram durante a 2ª Guerra Mundial, o programa Franceses, nós cremos em vós foi transmitido de setembro de 1943 até pouco depois da libertação (outubro de 1944), num total de 52 audições. Produzido por Beatrix Reynal, poetisa francesa, o programa era dividido em partes, uma dedicada às artes em geral, outra à música francesa (com críticas quase sempre feitas por Eurico Nogueira França) e de uma parte literária, justamente a que compões este volume. Há textos assinados por Roquette-Pinto, por seu filho Paulo, por Jorge de Lima, e Austregésilo de Athayde, entre outros. 203 páginas. A50 – Na rolança do tempo, por Mario Lago Com 295 páginas, o primeiro volume de memórias do autor, publicado em 1979, aborda os fatos vividos e presenciados pelo longevo artista carioca, desde sua infância e criação no centro da cidade até as primeiras parcerias musicais e primeiros papéis no teatro, como ator e autor, no início dos anos 40. Escrito de modo coloquial e espontâneo, o livro é, ao mesmo tempo, um passeio pelo Rio antigo, uma crônica de seus costumes e um panorama de acontecimentos ligados à cultura popular e ao fazer artístico daquela época. A continuação do volume é Bagaço de beira-estrada, resenhado a seguir. A51 – Bagaço de beira-estrada, por Mario Lago Este segundo volumes de memórias aborda a riquíssima experiência do autor como profissional de rádio, especialmente no período em que trabalhou na Rádio Nacional. Por suas 240 páginas desfilam quase todos os grandes radialistas da época de ouro do rádio brasileiro, juntos com as situações cômicas ou comoventes que personificaram. No final, Mário Lago, além de relatar as demissões e cassações ocorridas em 64, transcreve trechos essenciais do relatório do sr.Mario Neiva Filho – nomeado diretor da rádio, no dia seguinte ao golpe – que relaciona, um por um, os 3 delatores e as dezenas de profissionais por eles delatados, no que constituiu um dos mais injustos e vergonhosos episódios pós-golpe. A52 – História da Radiodifusão Espírita, por Eduardo Carvalho Monteiro (Editora Madras São Paulo 2004) O livro é resultado de uma vasta pesquisa em matérias de jornal, documentos e cartas sobre o desenvolvimento da radiodifusão espírita no Brasil. O autor, porém, não trabalha nenhuma tese específica e se limita a apresentar compilações dos documentos pesquisados. Há um breve capítulo sobre o surgimento do rádio no mundo e no Brasil, que antecede os capítulos sobre a radiodifusão espírita no Rio de Janeiro e em outros estados do Brasil e países no mundo. Os documentos e fotos (muitas) contam histórias sobre o preconceito e restrições sofridos pelos pioneiros do radialismo espírita. Apesar do livro ser quase que apenas uma compilação de documentos, o trabalho de pesquisa documental é cuidadoso. A53 – Vargas, agosto de 54 - a história contada pelas ondas do rádio, por Baum, Ana (organização) - Editora Garamond Ltda. - Rio de Janeiro 2004 O livro, em 13 artigos, procura dar conta do papel e importância da mídia rádio no trágico episódio do suicídio do Presidente Vargas, trazendo também artigos com foco na relação entre Vargas e o veículo e outros ainda com um caráter de contextualização histórica. Uma de suas qualidades é conter trabalhos de professores universitários de várias partes do Brasil — Rio de Janeiro, São
  12. 12. Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso. Um dos frutos dos Núcleos de Pesquisa da Intercom, o livro é também resultado do trabalho da professora Ana Baum como coordenadora do Grupo de Trabalho sobre História da Mídia Sonora da Rede Alfredo de Carvalho (Rede Alcar). Acompanham o livro dois CDs contendo documentários e áudios originais de discursos, boletins de rádio e depoimentos. Alguns artigos estão também disponíveis no sítio eletrônico da rede Alcar www.jornalismo.ufsc.br/redealcar ou www.metodista.br/unesco/redealcar. A54 – Uma história social da mídia, por Asa Briggs & Peter Burke. Com 377 páginas e 30 ilustrações, o livro, que focaliza apenas o hemisfério norte, contém uma análise histórica dos meios de comunicação, desde a invenção da imprensa até a moderna internet. Apesar de obrigatóriamente sucinta, em função da envergadura do assunto, a abordagem é bastante completa, cuidando de situar os contextos sociais e culturais em que as invenções aconteceram e o poder de transformação por elas operados. O capítulo sobre o rádio, “A era da difusão”, além de situar o trabalho do lendário John Reith (há uma caricatura dele, entre as ilustrações), distingue bem as visões monopolística e economicista da Inglaterra e dos EUA. No final, além de uma vasta cronologia de inventos, há uma bibliografia bastante completa sobre os vários assuntos. De lamentar, no entanto, é a qualidade da tradução. A55 – Radio Comunitária não é crime, Direito de Antena: o espectro eletromagnético como bem difuso, por Armando Coelho Neto. Livro que esclarece e defende a questão das mais de dez mil rádios comunitárias que funcionam no país (2004). Seu autor é o delegado Armando Coelho Neto, advogado, jornalista e, na época, presidente da Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal. O assunto é desenvolvido de maneira contundente e engajada, substanciado por leis e por princípios éticos bem definidos, e resulta numa espécie de libelo capaz de nos convidar à batalha em prol das rádios comunitárias. A56 – A era do rádio, por Lia Calabre Opúsculo da coleção Descobrindo o Brasil, com 56 páginas de texto e 4 páginas de ilustrações, recapitulando superficialmente a história do rádio até 1964, quando a Rádio Mayrink Veiga foi fechada. Sintomático da abordagem ligeira é o fato de, no epílogo, não haver referência à Rádio Globo, que passou a operar no canal da extinta MV. A57 – Programa do Casé, o rádio começou aqui, por Rafael Casé Com 94 páginas e 12 ilustrações com pouca qualidade, este livrinho, embora bastante sucinto, é o único a focalizar o grande radialista, que, começando de zero, criou o programa que seria uma verdadeira escola de rádio, responsável pelo lançamento de inúmeros radialistas e artistas. A58 – O Rádio educativo no Brasil, por Fábio Pimentel Com 92 páginas e ilustrado com 16 fotografias, o livro acompanha, passo a passo, a origem e o desenvolvimento da educação pelo rádio, em nosso país, tomando contato com os principais projetos realizados nessa área e os seus resultados. A59 – Letras vivas, os poetas no rádio, por Paulo Galvão e Mariza Villas-Boas.
  13. 13. Com 98 páginas, o livro contém 4 roteiros do programa Letras Vivas, que era transmitido pela Roquette-Pinto AM, na década de 80, e destinava-se a divulgar poetas inéditos ou pouco conhecidos. Os quatro roteiros referem-se a programas especiais que representariam uma antologia dos melhores poemas ali apresentados. Embora a intenção seja louvável, o livro permite tecer algumas críticas, como o fato de que todos os poemas são oralizados com música em BG, e o clima de animada falação antes e depois dos poemas, bem como as duvidosas opiniões emitidas e os discutíveis temas musicais empregados, principalmente a insistência naquele verso idiota de Fernando Brant que diz que "o artista tem de ir aonde o povo está". A60 - Jornalismo de Rádio, por Milton Jung Este livro, lançado em 2004, foi escrito para jornalistas, estudantes de comunicação e pessoas que desejam ingressar na área. Contendo 156 páginas Milton Jung (âncora dos programas CBN São Paulo, na Rádio CBN e do Jornal Terra, no Portal Terra) fornece orientações práticas expondo o dia-a-dia em uma grande emissora, suas "lendas" e histórias verídicas que circulam nos bastidores desse poderoso veículo de comunicação. A61 - Raízes do Riso, por Elias Thomé Saliba Com 366 páginas e fartamente ilustrado, a obra focaliza o humor na história do Brasil, da Belle Époque aos primeiros tempos do rádio. Versão ampliada da tese de livre-docência apresentada pelo autor à USP, o livro contém farta profusão de notas remissivas para cada capítulo, além de índice onomástico e extensa bibliografia. A62- Crônicas do Rádio - nos tempos áureos da Mayrinck Veiga, por Luís Antônio Pimentel. Org: Aníbal Bragança Crônicas do jornalista Luís Pimentel publicadas no jornal carioca Gazeta de Notícias, entre 1935 e 1937. Os textos remetem ao surgimento de novas rádios, eventos do mundo radiofônico, intrigas, desafetos, conselhos do cronista aos diretores de rádio, percalços enfrentados por compositores e outros assuntos que diziam respeito ao universo do brodcasting carioca e fluminense da década de 30. Introdução de Sônia Virgínia Moreira. A63- Gêneros Radiofônicos - os formatos e os programas em áudio, por André Barbosa Filho O autor examina gêneros e formatos de programas de rádio, apontando suas funções específicas. O livro tem uma primeira parte voltada à teoria da comunicação, aborda brevemente a história do rádio no Brasil e faz uma detalhada discussão a respeito do que se entende por gênero radiofônico e suas classificações. A64 - Rádio: oralidade mediatizada. O Spot e os elementos da linguagem radiofônica, por Júlia Lúcia de Oliveira Albano da Silva. O livro, com apresentação de Heródoto Barbeiro, aborda aspectos históricos e teóricos da publicidade no rádio, mas não se detém apenas nos spots publicitários, e inclui um aprofundado estudo sobre a linguagem radiofônica e seus elementos: tradição oral, sonoplastia, performance da voz, etc. O livro é acompanhado por um CD contendo 48 spots publicitários analisados pela autora.
  14. 14. A65 - O rádio na era da informação, por Eduardo Meditsch. Livro excepcional. Resultado de uma tese de doutorado defendida pelo autor em Portugal, cujo objetivo principal é delimitar a especificidade do rádio informativo enquanto forma de produção de conhecimento sobre a realidade, aborda e analisa detalhada e exaustivamente aspectos nunca dantes focalizados por outros autores, como, por exemplo, a questão da aparente oralidade do rádio e características idiossincráticas da profissão. 302 páginas e ampla bibliografia. A66 - A rádio e a sociedade de informação, por Rui de Melo. Publicado em 2001, em Portugal, o livro trata das novas tecnologias a serviço do rádio, como os satélites, a fibra ótica, o laser, o rádio digital, etc. Ao final de suas 154 páginas, há um interessante glossário de abreviaturas, uma bibliografia e um cadastro de endereços na internet. A67 - Tecnologia educacional, Revista Brasileira de Tecnologia Educacional, nº163/166 Dos 19 artigos que ocupam as 184 páginas desta publicação, apenas o primeiro, ao discorrer sobre a educação a distância no Brasil, refere-se ao rádio como veículo da educação a distância, os outros abordam a nova visão desta modalidade educativa, que pensa o computador como o veículo e a sala de aula virtual como a tendência definitiva dos novos tempos. A68 - La Tribuna Radiofonica Rural del Canadá, por John Nicol, Albert A. Shea e G.J.P. Simmins, coordenação de R. Alex Sim O estudo publicado em 1954 trata do trabalho realizado pela Tribuna Radiofônica Rural Nacional do Canadá (organismo formado por múltiplos grupos de discussão constituídos entre a população rural do Canadá), com a intenção de ser uma ajuda para países que pretendem fazer do rádio um instrumento educativo para os alunos. Dividido em três partes, cada qual com o seu autor, a dissertação coloca o leitor em contato com os obstáculos em que a Tribuna tropeçou e as modificações que constantemente foram introduzidas. A primeira parte trata da história e organização da Tribuna Radiofônica Rural Nacional do Canadá; a segunda parte fala sobre os processos de informação entre os distintos organismos da Tribuna Radiofônica Rural Nacional do Canadá; por fim, a terceira parte é um estudo analítico de uma coletividade: o Condado de Halton. A69 - Radio in War Time, Sherman H. Dryer Livro escrito pelo diretor de produção radiofônica da Universidade de Chicago com o intuito de incrementar o debate crítico sobre o meio rádio. O autor chama a atenção para a importância dessa avaliação, principalmente em tempos de guerra, quando o veículo ganha outras responsabilidades e demandas. O livro trata dessas questões em nove capítulos, sete deles com comentários posteriores de especialistas no assunto abordado. O autor aborda diversos temas, entre eles: a relação das emissoras com as agências de notícias governamentais; censura; clareza e informação nos programas; patrocínios; interesses públicos e de massa; moral democrática versus moral totalitarista; vantagens do rádio sobre o jornal impresso; popularidade de novos programas; programas governamentais; programas de debate e a utilização da ficção como ferramenta de informação e formação de opinião. Há a transcrição de uma mesa redonda realizada pela Universidade de Chicago, e também de scripts de séries feitas especialmente para a guerra.
  15. 15. A70 - Radio Research 1942-1943, organização de Paul Lazarsfeld e Frank Stanton. Coletânea de estudos sobre rádio desenvolvidos entre 1942 e 1943. A coletânea faz parte de uma série iniciada em 1941 pelo Office of Radio Research da Universidade de Columbia. Está dividida em cinco partes: Séries diárias (com artigos tratando dos ouvintes das séries diárias, de suas fórmulas e problemas específicos e de seus apelos escritos por Herta Herzog, Rudolf Arnheim e Helen Kaufman); Rádio em tempo de guerra (com artigos sobre o rádio americano em tempo de guerra, pesquisa de audiência no rádio britânico e propaganda de rádio alemã, por Charles Siepmann, Robert Silvey, Ernst Kris e Howard White, Hans Speier e Margaret Otis, hans Herma); Rádio em ação (artigos sobre métodos de averiguação da opinião dos ouvintes de rádio e sobre música popular no rádio, por Tore Hollonquist e Edward Suchman, e John Gray Peatman); Progressos nas pesquisas de audiência ( artigos sobre comportamento dos ouvintes, questionários, análises e efeitos de programas sobre a audiência, por Sidney Fisher e Sidney Roslow, Boyd McCandless, Charles Smith, Alfred Udow e Rena Ross, e Ernest Dichter); Boa Vizinhança (com artigos sobre outros meios, uma análise de dois filmes educativos e uma análise de biografias em uma revista popular, por Adolf Sturmthal e Alberta Curtis, e Leo Lowenthal). Destaque para o artigo de Rudolf Arnheim. 599 páginas contando com apêndice e índice. A71 - O rádio, a TV e o futebol do meu tempo, por José Cunha. Livro muito fraco, que só está em nosso cadastro porque a Biblioteca Tude de Souza tem como proposta acervar tudo que foi publicado sobre o veículo rádio, independentemente da qualidade. São 292 páginas repletas de memórias do autor, escritas em mal traçadas linhas e de pouquíssimo interêsse, repletas de auto-elogios despudorados e elogios vaselinados a figuras altamente duvidosas como Wilton Franco, Agnaldo Timóteo e outras representantes do sub-mundo da comunicação eletrônica tupiniquim. A72 - Best Broadcasts of 1939-1940, Max Wylie (org.) Seleção de melhores scripts norte-americanos dos anos 1939 e 1940, feita pelo diretor de scripts e continuidade da Columbia Broadcast System. Roteiros de scripts de ficção, comédias, shows de variedades, programas educativos, séries diárias, westerns, programas musicais, reportagens e discurso. Max Wylie em sua apresentação, chama atenção para as diferenças entre o rádio americano, o inglês e o alemão. Para ele o rádio inglês seria um professor, o alemão um instrutor e o americano o pupilo dos ouvintes. Depois discorre sobre a falta de críticos de rádio, concluindo que o rádio é seu próprio crítico desde que se tornou um negócio. 368 páginas. A73 - A língua envergonhada e outros escritos sobre comunicação, Lago Burnett Coletânea de artigos do autor, escritor, jornalista e acerbo defensor da língua portuguesa, comentando deslizes idiomáticos praticados nos jornais e na televisão. A crônica "Quem tem medo do sub-lead" é considerada uma pequena obra-prima, com sua análise hilária do Hino Nacional. Livro de interesse para todos os que fazem jornalismo ou têm interesse em escrever bem. 154 páginas. A74 - Rádio Fluminense FM, Maria Estrella
  16. 16. A autora Maria Estrella parte da premissa de contar de forma honesta a história da Rádio Fluminense, a Maldita, dando voz a todos que participaram da sua fundação e de seus primeiros anos, aqui datados de 1982 até 1985 (respinga alguma coisa em 1986 e 1989). A publicação na verdade é a íntegra da monografia que Estrella apresentou na conclusão do curso de especialização em Jornalismo Cultural. Histórias de bandas, eventos e algumas desavenças entre os fundadores estão presentes na obra, que ainda é acompanhada de um cd que apresenta as vinhetas da emissora assim como nove faixas de bandas (três de cada) que se destacaram com o apoio da Fluminense. São elas Bacamarte (que lançou, ora veja, Jane Duboc), Rumo e Dorsal Atlântica. Vale a leitura! A75 - Rádio Club do Brasil, por Gustavo Lisboa Braga Livro singelo, de 196 páginas e muitas lacunas, escrito por um não especialista – capaz, por exemplo, de confundir a Rádio MEC com a Roquette-Pinto (página 106) –, mas que revela um pouco da história ainda não escrita da PRA-3, a segunda estação de rádio brasileira. Baseado nos documentos e fotos dos arquivos de Orlando Forin, que foi diretor comercial da PRA-3 durante toda sua vida de radialista e era sogro do autor, o livro, com impressão sofrível, vem fartamente ilustrado com anúncios, fotografias e, raridade!, uma reprodução fac-símile, da capa à contracapa, do segundo número da revista da PRA-3, contendo anúncios e descrições de programas. Outra curiosidade é a anedótica narrativa da pioneira transmissão da luta entre Joe Louis e Max Schmelling, A76 - Scripts de uma vida, por Dylmo Elias Com 128 páginas e dezenas de ilustrações fotográficas, o livro acompanha a trajetória do radioator Dylmo Elias desde 1920, quando nasceu, narrando a expansão da cidade maravilhosa, as comemorações do Centenário da Independência, a chegada do Rádio, a criação da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro e o seu ingresso na Rádio MEC. Descreve também a sua estréia como “Pedrinho”, personagem do Sítio de Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato; e fala dos colegas com quem conviveu: alguns artistas já consagrados e outros que viriam a despontar. Fala também do apogeu da novela radiofônica, na década de 50; da programação das Rádios Nacional, Mayrink Veiga, Tupi, Globo, Tamoio; e do seu trabalho como Diretor de Elenco da Rádio MEC. Na parte final, Dylmo trata só de Teatro, relembrando os maiores ícones da cena teatral e a sua trajetória nessa arte. A77 - Maria Muniz: a Sherazade do rádio, por Ricardo Cravo Albin, Luiz Antonio Aguiar e Mayra Juca. Com 141 páginas, algumas fotos (com baixa qualidade de impressão) e vários depoimentos da própria Maria Muniz, o livro publicado em comemoração aos 100 anos da focalizada, dá uma idéia pálida mas suficiente da existência secular desta mulher que marcou o seu tempo, tanto por sua contribuição cultural foi produtora, atriz e apresentadora radiofônica, quanto comportamental, pois Maria foi uma mulher à frente de sua época e muito influiu nas mudanças e conquistas femininas ocorridas ao longo do século XX. Sua trajetória no Rádio trabalhou na Rádio MEC (onde foi diretora de broadcasting nos anos 70), na Tamoio e na Jornal do Brasil é paralela ou antecede às de outras famosas radialistas como Edna Savaget e Helena Sandirard, e, sob esse aspecto, o livro também merece ser consultado. Há várias referências a Roquette-Pinto, Capanema, Carlos Drummond de Andrade e à Rádio MEC.
  17. 17. A78 - PRA-9 Rádio Mayrink Veiga / Um lapso de memória na história do rádio brasileiro, por Marcio Nascimento Mais uma dissertação de mestrado que virou livro e que padece dos defeitos de quase todos os trabalhos desse tipo: erudição explícita e enchimento de linguiça. Assim é que, para chegar ao assunto do livro, que tem 148 páginas e quer contribuir para a recuperação da memória da emissora, o leitor tem que passar por 63 páginas que tratam da importância de memória, segundo vários autores; a importância do veículo rádio e sua história, desde a Rádio Sociedade. No entanto, garimpando nos poucos documentos remanescentes, que estão no Arquivo Nacional, o autor consegue fazer um significativo levantamento da história da Rádio, e afirmações quentes, como: a subestimada importância da década de trinta, na radiofonia; a polarização entre a Rádio Sociedade, que era elitista, e a Mayrink Veiga, que investiu na programação popular; e os diversos pioneirismos da emissora, como o do radioteatro, o da vinheta musical encerrando a programação, e a importância da estação na divulgação da música popular. E há outras informações úteis, como um quadro com a cronologia das quarenta primeiras emissoras criadas no país, e listagem dos principais programas fixos da Mayrink, na década de 40; bem como o seu cast de cantores, nos anos 30. O livro, com poucas fotos, em suas páginas finais trata do fechamento da emissora, pela ditadura militar, em 1965. Observação: a Biblioteca Tude de Souza possui vários números da raríssima Revista PRA9. A79 - Nas ondas do rádio - Histórias sentimentais de mulheres e homens do Brasil, por Bety Orsini A autora produzia e conduzia o quadro Como vai você, que tinha característica de consultório sentimental e foi ao ar de 2003 a 2005, como parte do programa Boa tarde globo. Com 203 páginas, o livro é uma compilação de 26 casos, alguns bastante picantes, contados pelos ouvintes à radialista. A80 - Introdução à peça radiofônica, George Bernard Sperber (organizador) Volume básico sobre o assunto, publicado pela Editora Pedagógica em 1980 e só agregado ao nosso acervo em 2007, reunindo, em suas 250 páginas, 3 ensaios selecionados e comentados por Sperber., e duas peças radiofônicas. Os ensaios são: 1) Elementos da peça radiofônica, por Werner Klippert; 2) Para uma teoria da peça radiofônica , de Horst Scheffner; e 3) Perspectivas, por Klaus Schöning. Vale registrar o oportuno prefácio do ator Fernando Peixoto, que estudou radioteatro na Alemanha, e o quadro sinótico comparando teatro e radioteatro, na página 123. A81 - La nueva cara de Rádio Educación (2001-2006), revista da Radio Educação. Revista institucional da octogenária emissora educativa mexicana, relatando suas principais atividades radiofônicas no quinquênio. Com 24 páginas e dezenas de ilustrações coloridas. A82 - Teorias do Rádio, textos e contextos, organizador Eduardo Meditsch. Um dos mais importantes volumes de nossa biblioteca, reunindo em suas 366 páginas, 15 ensaios comentados, incluindo os imprescindíveis textos escritos por Rudolf Arnheim (O elogio da cegueira), Bertold Brecht (Teoria do rádio), e Werner Klippert (Elementos da peça radiofônica).
  18. 18. A83 - Pensei que meu pai fosse Deus - e outras histórias verdadeiras da vida americana, organização e introdução de Paul Auster. 124 pequenas histórias reunidas em livro pelo romancista que, ao ser convidado para fazer um programa radiofônico, pediu que os ouvintes escrevessem relatos que seriam lidos por ele, no ar. O resultado é um colorido retrato da vida americana, pois os textos foram escritos por pessoas de todas as idades e classes sociais. A84 - Rádio Guerrilha, rock e resistência em Belgrado, Mathew Collin. Tendo como pano de fundo a história da Rádio B92, o livro narra os acontecimentos políticos da Sérvia sob a égide de Slobodan Milosevic. Trata-se de um excelente relato de um episódio recente e marcante da história política mundial, pontuado e temperado pelas narrativas de ouvintes, DJs e jornalistas da Rádio B92. A rádio é personagem dessa história, e o livro nos conta como ela surgiu, os debates sobre sua linha editorial, que tipo de música tocavam, sua dificuldade em se manter no ar, estratégias de sobrevivência e condutas. A 85 – O mito no rádio ─ a voz e os signos de renovação periódica, por Mônica Rebecca Ferrari Nunes. Dissertação de mestrado da autora, que busca demonstrar as novas formas de narrativas míticas existentes no rádio paulistano, no período de 89 a 92, como, por exemplo, os ritos sacrificiais, que são celebrados em programas religiosos ou policiais; ou os ritos de reminiscência, em programas de flash-back, por locutôres que seriam os xamâs do nosso tempo. Esbanjando erudição e citações que se esperam encontrar em teses acadêmicas, a autora , apesar de tudo, consegue bons enfoques. Destaque para os textos de programas que exemplificam as questões colocadas. 154 páginas. A 86 – Pioneiros do rádio e da TV no Brasil (nº 1), organizado por David José Lessa Mattos. Primeiro volume da série, contendo 7 entrevistas: Álvaro de Moya, Cesar Monteclaro, Dias Gomes, José Bonifácio Sobrinho (Boni), Lima Duarte, Marcos Rey e Walter Avancini. Quase todos são conhecidos como homens de televisão, mas começaram no rádio, havendo várias referências ao rádio em suas entrevistas. 176 páginas, com ilustrações dos entrevistados no início de cada capítulo. A 87 – Histórias... que a história não contou, organização Carlos Coraúcci. Memórias de Paulo Machado de Carvalho Filho, o Paulinho, que viveu a época de ouro do rádio brasileiro como herdeiro e diretor das rádios Record e Panamericana e foi um dos pioneiros da televisão. Com 200 páginas e com muitas ilustrações de boa qualidade. A 88 – Muitos dedos: enredos, por Francisco Marques (Chico dos Brinquedos). Livro-disco, com nove histórias infantis escritas e interpretadas pelo premiado educador, com efeitos sonoros a cargo de Estevão Marques. Acompanha CD catalogado sob o número?????? A 89 – Rádio no Rio Grande do Sul (anos 20,30,40), por Luiz Artur Ferraretto. Com 256 páginas e dezenas de ilustrações (infelizmente com baixa
  19. 19. qualidade de impressão), o livro cobre os primeiros 30 anos do rádio no Rio Grande do Sul, desde a introdução do veículo pelos pioneiros, na forma de entidades associativas, até a constituição das emissoras como empresas voltadas para o lucro. A 90 – Prezados Ouvintes – histórias do rádio e do Pop Rock , por Mauro Borba. Coletânea de textos curtos do radialista gaúcho, abordando o início de sua carreira e acontecimentos dos seus vinte anos de radialista, como o surgimento da Bandeirantes FM e da Ipanema FM, ambas no RGS. 142 páginas e algumas fotos com pouca definição. A 91 – CBN, a rádio que toca notícia , organizado por Mariza Tavares e Giovanni Faria. Com 152 páginas e esplendidamente paginado, o livro conta a história de 15 anos da "rádio que toda notícia", a formação da rede, a construção da marca, com exemplos das principais inovações e coberturas mais importantes. Apresentado por Alberto Dines, contém artigos de Franklin Martins, Miriam Leitão, Juca Kfouri, entre outros. Há um apêndice, no final, com dicas para jornalistas de rádio. A 92 – CBN, mundo corporativo, por Heródoto Barbeiro. Reunião de entrevistas realizadas pelo autor, que é gerente de jornalismo da CBN, envolvendo, entre outras, as áreas de marketing, administração, tecnologia, ética nos negócios, patrocínio, gerenciamento de talento, empreendedorismo. 175 páginas. A 93 – A história da rádio FM no Rio de Janeiro - Volume I: a Rádio Cidade, por Nicolau Maranini. Trabalho de mestrado do autor, transformado em livro, que aborda com ligeireza o surgimento da FM, a publicidade e a evolução da mídia FM, tendo como referência a Rádio Cidade. A 94 – Rádio, a mídia da emoção, por Cyro César. Terceiro título do autor em nosso acervo, este livro relata fatos importantes da história do rádio, experiências pessoais do autor, a evolução tecnológica do veículo, as mudanças ocorridas na vida do radialista e aborda temas como técnica de locução,exercícios para falar ao microfone, formas de eliminar tensões e analisa erros comuns no desenvolvimento da voz. 230 páginas e ilustrado com pequenas fotos de baixa resolução. A 95 – Dança macabra - o fenômeno do horror no cinema, na literatura e na televisão dissecado pelo mestre do gênero, por Stephen King. A despeito do sub-título, o livro contém um breve e ótimo capítulo, o quinto, dedicado ao rádio, com agudos comentários sobre as virtudes e limitações do veículo na exploração desse gênero de drama radiofônico. 258 páginas. A 96 – A hora do clique - Análise do programa de rádio "Voz do Brasil, por Lilian Maria F.de Lima Perosa. Uma pesquisa detalhada, com profundo levantamento de dados, somados aos anos de experiência da autora como jornalista da EBN, deu origem a esta ampla análise histórica do programa , desde o seu início, no Estado Novo, até o Governo de Fernando Collor. Outro mérito do livro, de 202 páginas, é traçar um panorama da
  20. 20. história do país, mostrando de que maneira e com a concordância passiva de seus realizadores, a auto-censura se instalou na produção deste programa chapa-branca, que sempre espelhou os pontos- de-vista dos governantes de ocasião. A 97 – Cor, profissão e mobilidade / O negro e o rádio em São Paulo, por João Baptista Borges Pereira. Segunda edição do livro lançado inicialmente em 1967, e que teve origem na tese de doutoramento do autor, baseada em pesquisas efetuadas entre 1958 e 1961,constatando que, apesar de alguns ganhos econômicos e de uma mobilidade relativa obtida pelos raros negros que ingressaram na estrutura radiofônica de São Paulo, como cantores ou radialistas, o racismo à brasileira continuou a atuar, independentemente do diploma e da formação escolar que esses negros pudessem apresentar. No final do trabalho há uma série de nove tabelas com dados estatísticos e comparativos. 280 páginas. A 98 – Caros Ouvintes/ Os 60 anos de rádio em Florianópolis, por Antunes Severo e Ricardo Medeiros. De 1943, quando surge a pioneira Rádio Guarujá, até 2004, o livro esboça a história do rádio na capital de Santa Catarina, focalizando as estações comerciais e a única representante das emissoras educativas na região: a Rádio Udesc FM. 176 páginas e várias fotografias. A 99 – Mídia radical / Rebeldia nas comunicações e movimentos sociais, por John D.H.Downing. Segunda edição do volumoso trabalho de Downing, com 544 páginas, onde ele expõe os conceitos de mídia radical, analisa os seus modelos de organização, e traça um panorama da suas diversas manifestações, incluindo, entre outros, o discurso público, as anedotas, o grafiti, o vestuário, o teatro de rua, os cartazes e os murais. Entre as mídias consagradas, o autor dá bastante atenção ao rádio, destacando a experiência da KPFA, primeira emissora independente dos EUA; as rádios argelinas durante o levante contra o colonialismo francês; a Rádio Popolare, de Milão; e a Controradio, de Florença. É importante ressaltar que o autor, além de contar a história dessas emissoras, trata também da história administrativa de cada uma, relatando os problemas que surgem nas emissoras auto-geridas, que incluem questões financeiras, choque de opiniões internas e investidas do poder constituído. A 100 – Técnicas de comunicação pelo rádio, por Miguel A. Ortiz e Jesús Marchamalo. Manual bastante objetivo e prático, com 140páginas e várias ilustrações, sobre o fazer radiofônico. Seus ensinamentos vão desde aparatos técnicos à construção de textos e condução de programas. De maneira didática e clara, os autores descrevem os tipos de programas existentes e suas denominações: do jornalístico ao (tão grosseiramente denominado) docudrama. Contém ainda orientações de como se conduzir externas, característica do estúdio e até dos tipos de equipamento. A 101 – Alô, Alô, Amazônia / A linguagem da floresta no rádio, por Benedito Rostan Martins. Versão em livro da tese de mestrado do autor, que, analisando a repercussão de um tradicional programa da Rádio Difusora de Macapá, o "Alô,alô, Amazônia", faz um aprofundado estudo das relações entre oralidade, escrita e a mediação rádiofônica, revelando que, naquela região, principalmente entre a população ribeirinha, as pessoas falam, conversam e trocam informações e recados pelo o rádio, que é usado como carta, telefone e também e-mail, ou seja, na região norte do país, o rádio não é veículo de transmissão de informação
  21. 21. no sentido que normalmente atribuímos a esta mídia. Ilustrado com fotos do autor e contendo fac- símiles de vários bilhetes e avisos irradiados pelo programa, o livro traça, ainda, um panorama da cultura amazonense, das suas tradições e folclore. 160 páginas. A 102 – Batalha sonora/ O rádio e a Segunda Guerra Mundial, organizado por Cida Golin e João Batista de Abreu, o livro reúne nove ensaios e um texto memorialístico, abordando o uso da propaganda pelo rádio na preparação e no convencimento das pessoas, às vésperas e durante a Segunda Guerra. Os artigos são resultados de pesquisas rigorosamente amparadas em documentos arquivísticos, discutem o papel do rádio, um veículo ainda novo, na época, e sua utilização pelos governos direta ou indiretamente envolvidos no conflito. Assim é que, junto com artigos sobre a BBC (por Irineu Guernini JR), a Voz da América (por Sonia Virgínia Moreira), e o ministro da propaganda nazista (por Sandra de Deus), o leitor encontra outros sobre o rádio brasileiro, como o Repórter Esso (por Luciano Klöckner), a radionovela (de Lia Calabre) e o rádio no Recife (por Luiz Maranhão). 192 páginas. A 103 – Herança de Ódio, por Oduvaldo Viana, coordenação e edição de texto: Laura do Carmo. Soberbo volume, contendo o roteiro integral desta radionovela em 25 capítulos, de 1951, precedida pelos textos: Lendo o rádio, assinado pela organizadora do volume; Sonhos sonoros, por Lia Calabre; A trajetória artística de Oduvaldo Viana, por Jeanette Ferreira da Costa; e O rádio e sua técnica, de autoria do próprio Oduvaldo. 576 páginas e duas fotos: uma de OV e outra de Lia de Aguiar & César Monteclaro, dois protagonistas da novela. A 104 – O Rádio sem onda – convergência digital e novos desafios na radiodifusão, por Marcelo Kischinhevsky. Livro resultante da dissertação de mestrado do autor. Apesar da ênfase do título nas mudanças tecnológicas do veículo rádio, o livro aborda não só as últimas inovações da técnica para o veículo mas também aspectos históricos do rádio, principalmente no Brasil, e traz ótimas análises do mercado de rádio, apresentando dados de publicidade e audiência e discutindo a segmentação da programação. A 105 – Almanaque da Rádio Nacional, por Ronaldo Conde Aguiar. Capas da Revista do Rádio, anúncios, curiosidades sobre os artistas que passaram pela Nacional e muito mais há nesse Almanaque, que, segundo o próprio autor, não se pretende um ensaio sobre a famosa emissora, mas sim uma reminiscência compartilhada. Com 184 páginas fartamente ilustradas. Acompanha dois CDs com trechos de programas da Nacional ( N? N?) A 106 – Rádio e Política – tempos de Vargas e Perón, por Doria Fagundes Haussen. Tese de doutorado da autora, que faz um ensaio comparativo do uso do poder do rádio por dois líderes políticos. Interessante reflexão sobre o uso que o aparelho estatal fez do veículo. Vale destacar o capítulo 3, Perón e o rádio, onde encontramos raras informações sobre as emissoras argentinas. 152 páginas. A 107 – Great American Broadcast – a celebration of Radio´s Golden Age, por Leonard Maltin. Obviamente, não só em terras brasileiras se considera que o rádio teve uma era de ouro. Este livro trata dos principais personagens e
  22. 22. programas do radio norte-americano até 1950, quando, por lá, chegou a TV. O autor , considerado uma autoridade em assuntos televisivos e cinematográficos, baseou este livro em centenas de entrevistas realizadas com quem protagonizou este período do rádio nos Estados Unidos. O livro contém 125 fotografias e ilustrações raras, distribuídas em mais de 300 páginas. B B1 e B2 – Introdução à eloquência, por Charles L. Brown Publicada no Brasil em 1961, esta obra em dois volumes (620 páginas) focaliza as disciplinas tradicionais ligadas ao ensino da arte da oratória, examinando-a sobre seus principais aspectos, como, entre outros, o estudo da voz, defeitos e correção; a importância da oratória na vida social e p0-rofissional; a técnica da composição dos discursos tendo vista a variedade de objetivos e auditórios; e as situações difíceis que o orador deve aprender a dominar. Vários desses capítulos vêm com sugestões de exercícios. B3 – Curso prático de rádio (para principiantes) , por Omar Nathan Martins. Livro técnico destinado aos leigos e com o objetivo de proporcionar conhecimentos práticos sobre os receptores de rádio. Faz parte de uma coleção de 6 volumes, bastante popular. Os outros são: Curso Técnico de rádio, Curso de montagem, Curso de rádio-reparações, Novo manual de circuitos e Curso de televisão. Nossa edição data de 1969, mas o livro é anterior e, ao que parece, nunca foi revisto, estando, portanto, defasado. Não trata dos transistores, por exemplo. B4 – Manual de voz e dicção, por Lilia Nunes Com 186 páginas, este maravilhoso trabalho didático, publicado em 1971 na série Cartilhas de teatro, é uma das raridades de nosso acervo. Lilia foi uma das mais competentes professoras da matéria, e este livro, fruto de sua experiência, contém uma série de exercícios detalhados, além de informações gerais sobre anatomia e fisiologia. Leitura obrigatória para locutores, atores, cantores e oradores. B5 – A palavra (Uma introdução ao estudo da oratória) , por Nereu Corrêa. Editado em 1972, com 146 páginas e dividido em duas partes, o livro aborda o tema detalhadamente, com muitas33 notas de rodapé, cobrindo praticamente todos os aspectos importantes do assunto, em capítulos como "A matéria prima do orador", "O artesanato do orador" e a "A arte do orador". A segunda parte contém 10 entrevistas com alguns dos principais oradores
  23. 23. brasileiros, como Afonso Arinhos, Pedro Calmon, Prado Kelly e Plinio Salgado. Não há propostas de exercícios práticos. B6 – Circuitos, dispositivos e sistemas, por Ralph J.Smith. Fartamente ilustrado com diagramas e desenhos, tendo, ao fim de cada capítulo, uma bateria de perguntas para revisão do que foi abordado e sugestões de exercícios práticos. A obra, de introdução à engenharia elétrica, é uma dos mais completas, no gênero, principalmente a sua 2ª edição, publicada em 1975. Nossa biblioteca, por enquanto, dispõe apenas do 2º volume. B7 – Radio, a guide to broadcasting techniques, por Elwyn Evans. Editado em 1977, este é um dos melhores manuais até hoje escritos sobre técnicas de produção radiofônica. Conciso e claro, consegue tratar, em suas 176 páginas, de todos os aspectos do assunto, muitas vezes com informações não encontradas em nenhum outro manual, como é o caso, por exemplo, do capítulo destinado aos microfones. Em inglês. B8 – The use of microphones, por Alec Nisbett. Da série "Media Manual", com 192 páginas e um glossário de termos úteis, este livro é extremamente bem ilustrado, abordando com detalhes os diversos tipos de microfones e sua utilização. Importantíssimo é o capítulo a respeito do posicionamento do (s) microfone (s) face a instrumentos e conjuntos musicais. Em inglês. B9 – Writing for television and radio, by Robert L. Hilliard Publicado em 1967, este livro (320 páginas e poucas ilustrações) se ocupa das técnicas de redação para rádio e TV, com vários exemplos de laudas de programas para os dois veículos (musicais, dramaturgicos, esportivos, publicitários, etc.), e também trata, embora sucintamente, dos diversos elementos necessários a uma produção radiofônica ou televisiva e sua terminologia, quais sejam, no caso do rádio, o microfone, o estúdio, a técnica, os efeitos sonoros e a música. Em inglês. B10 – Sound recording practice , organizado por John Borwick Editado em 1996, com 616 páginas e muitas fotos e diagramas, o livro é bastante didático, com os capítulos agrupados em seqüência lógica e assinados, cada um deles, por especialistas. No capítulo específico sobre o rádio, há apenas uma leve referência ao rádio digital (desenvolvido após a publicação do livro), mas há capítulos inteiros dedicados à teoria do som digital e ao uso dos gravadores digitais. Em inglês. B11 – Trabalhando a voz , organizado por Léslie Piccolotto Ferreira Editado em 1987, este livro reúne, em suas 152 páginas, diversos textos de fonoaudiólogos, mostrando o que estava sendo feito nessa área pelos profissionais brasileiros. Há capítulos sobre fisiologia da voz, prevenção e tratamento de diversos distúrbios da fala, além do uso da voz no teatro e no rádio. B12 – Manual de radiojornalismo (Jovem PAN) , por Maria Elisa Porchat. Trata~se do mais completo guia de jornalismo radiofônico já publicado entre nós, sendo de interesse fundamental para todos os que trabalham em rádio ou falem ao microfone, pois analisa em profundidade a linguagem específica do veículo. O livro tem 206 páginas e, a partir da
  24. 24. página 82, trata da linguagem radiofônica propriamente dita, abordando os erros mais frequentes cometido ao microfone, incluindo tabela com a pronúncia correta de palavras nacionais e estrangeiras. As última 50 páginas são destinadas a um vocabulário com mais de 500 palavras, nomes, siglas, termos técnicos e expressões usadas no quotidiano da comunicação radiofônica. B13 – Como falar no rádio (prática de locução AM e FM) , por Cyro Cesar. Livro ligeiro, que aborda vários aspectos do tema sem aprofundar nenhum. Há alguns exercícios vocais e dicas breves sobre comportamento ao microfone, que podem ser úteis a quem não dispõe de nada melhor. Com 124 páginas, sendo que 30 são ocupadas por prefácio, apresentação e comentários, e outras tantas ocupadas por cerca de 20 fotografias (quase todas sem importância e quase todas de página inteira), com o nítido propósito de encher linguiça. É mais um livro que está em nosso catálogo porque o objetivo da biblioteca é o de acervar tudo que foi publicado sobre o rádio, em nossa língua. B14 – Reflexões sobre direito autoral. Reunindo palestras de vários autores, como Hildebrando Pontes Neto, Henrique Gandelman e José Carlos Costa Neto, apresentadas em seminários organizados pelo Departamento Nacional do Livro, este livro oferece um atualizado painel (foi editado em 1997) dos múltiplos aspectos e problemas do direito autoral no Brasil. B15 - No reino da fala (A linguagem e seus sons), por Eleonora Motta Maia. Livro sobre fonética e fonologia, que propõe um método de ensino dessas disciplinas, desenvolvido pela PUC de São Paulo, visando conduzir o leitor a uma viagem imaginária, onde questões sobre os aspectos físicos, psicológicos e sociais da fala emergem de indagações mais gerais sobre o homem e a linguagem. Com 126 páginas e um apêndice com mais de 200 termos utilizados nas duas disciplinas. B16 – The technique of radio production , por Robert McLeish. Em inglês, com 250 páginas, este é um dos mais completos manuais sobre produção radiofônica. Muito bem ilustrado, nele podemos encontrar plantas de estúdios, incluindo uma planta bastante detalhada de um estúdio de radioteatro, de um auditório radiofônico, de viaturas para reportagens e transmissões externas, e de esquemas de diversos tipos de gravações instrumentais. Seus capítulos abordam todos os aspectos da produção radiofônica, de maneira direta e didática, mas, no que talvez seja sua única falha, não se ocupa do rádio educativo. O livro tem ainda um glossário com mais de trezentos termos utilizados no rádio inglês, e uma bibliografia bastante abrangente, também em Inglês, sobre o assunto. Possuímos a edição traduzida (ver B 43) B17 – As tramas da comunicação. Um dos manuais sobre comunicação editado por Edições Paulinas. Em quadrinhos e com linguagem bastante acessível, o livrinho foi editado em 1983 com o propósito de esclarecer da população a respeito do jogo de interesses que existe por trás mídia, visando estimular o sentido crítico do leitor e colocá-lo a par das ações da igreja no sentido de obter mais verdade e justiça nos meios de comunicação.
  25. 25. B18, B19, B20, B21, B22 – Manuais de comunicação da ALER-Brasil . Série de manuais de capacitação, produzidos pela Asociación Latinoamericana de Educacion Radiofónica, e editados, aqui, pela ALER-Brasil , juntamente com as Edições Paulinas. Com cerca de 50 páginas, cada um, os manuais são Escritos em linguagem simples e fartamente ilustrados. A biblioteca possui os números 1 (A entrevista), 3 (Rádio revista de educação popular), 4 (Áudio-debate e disco-debate), 5 (A entrevista coletiva), e 7 (Rádio revista de educação popular II). B23 – Estrutura da Informação Radiofônica, por Emílio Prado. Com 98 páginas, o volume foi escrito para complementar a formação dos estudantes de comunicação, especificamente na área do jornalismo radiofônico. Buscando diferenciar esse tipo de jornalismo dos demais, o autor discorre sobre as características do rádio e dá dicas a respeito de entrevistas, reportagens e debates radiofônicos. B24 – Dicionário radiotécnico brasileiro, por N.Goldberger. Editado em 1959, o volume contém quase mil termos técnicos, muitos ilustrados ou acompanhados de diagramas, além de um apêndice com a tradução dos termos técnicos ingleses mais usados. B25 – Handbook of broadcasting, por Waldo Abbot. Em inglês, este é o mais antigo manual do nosso acervo. Com 422 páginas, e várias ilustrações e diagramas, o livro contém praticamente todo o conhecimento existente a respeito do assunto, na época, quando o rádio era sempre ao vivo ( não existiam gravadores). Esta é a 2ª edição, de 1941, que abre com um capítulo sobre os fundamentos do rádio, onde, na parte reservada aos comentários sobre os microfones, só se faz menção aos do tipo cristal (fora de uso) e dinâmicos, mas não se fala dos microfones condensadores, não inventados naquela época. A defasagem, no entanto, acontece apenas no tocante aos aspectos técnicos. Quanto ao resto, o livro pode ser lido com grande proveito. Vale a pena consultar o capítulo 3, que contém um modelo para a realização de um dicionário de dificuldades fonéticas, com auxílio de rimas. B25-a – Handbook of broadcasting, por Waldo Abbot. Quarta edição, de 1957, revista e aumentada, com 532 páginas, muitas ilustrações diferentes e abordando o broadcastig televisivo também. B26 – Manual de redação e estilo (O Estado de São Paulo) por Eduardo Martins. O manual é mais que um guia para jornalistas, mostrando como evitar os erros mais comuns, explicando as principais regras da gramática e ensinando a preparar um texto com simplicidade e correção, dentro dos preceitos de redação adotado por aquele jornal paulista. 352 páginas, sendo 45 delas destinadas ao apêndice "Escreva certo", com cerca de 800 temos de uso freqüente. B27 – A ciência em nossas vidas, por Ritchie Calder. Livro de divulgação cientìfica. Está em nosso acervo por conter, nas páginas 71 a 73, um capítulo sobre o Rádio, o elemento radioativo descoberto por Madame Curie e, en passant, um comentário sobre a descoberta,
  26. 26. pelo marido dela, Pierre Curie, do fenômeno que tornou possível a utilização de cristais de quartzo como reguladores das ondas de rádio. 204 páginas, sem ilustrações. B28 – Curso de locução, por Mônica Sampaio. Manual importante dirigido a todas as profissões que de alguma forma dependem da comunicação oral, com 190 páginas e algumas ilustrações. Utilizando uma linguagem simples, a autora faz incursões em diversas áreas do conhecimento, como a fonoaudiologia e a gramática – extraindo delas, respectivamente, aspectos fisiológicos da fala e destacando pontos importantes para o estudo da articulação de fonemas, encontros vocálicos e prosódia. No capítulo dedicado à linguagem corporal, a autora destaca aspectos como postura, gesticulação e expressão fisionômica; e, em breve passeio pela psicologia, a autora utiliza a Teoria da Inteligência Emocional para dar dicas contra inibição e o descontrole emocional. Didático, o livro contém várias exercícios de inflexão, de interpretação e de técnicas de relaxamento e inflexão. B29 – Manual de Radiojornalismo, por Heródoto Barbeiro e Paulo Rodolfo de Lima Os autores discriminam as principais funções e encargos do radiojornalismo. Abordando o leitor de forma direta e objetiva. Pontuando de maneira simples e fundamentalmente ética as condutas necessárias a cada um daqueles encargos para a profissão do jornalista de rádio. O livro inclui códigos de ética, apêndice, cinco pequenos dicionários específicos e bibliografia. Possui 185 páginas. Esse manual possui também um capítulo destinado a pronúncia, com normas exemplificadas, somando um dicionário de cento e noventa e sete palavras. B30 – Manual do radialista que cobre educação, coordenação de Gilberto Costa e Pedro Noleto. Pequeno volume didático, publicado em parceria pelo Projeto Nordeste do MEC e o Unicef, com o objetivos de orientar profissionais das emissoras de rádio e dos serviços de alto-falante. O manual, em apenas 50 páginas, conta a história do rádio, dá dicas para redatores e locutores e ensina a mediar debates. B31 – The Speaker's notebook, por William G. Hoffman Dicas sobre falar em público, desde a construção do discurso até a pronúncia. Dividido em duas partes, na primeira o autor sugere diversas técnicas para desenvolver a habilidade de falar em público: examina trechos de discursos, diferencia o falar no rádio do falar em púlpitos, indica a pronúncia correta de uma série de palavras e traz exercícios para a voz e dicção. Na segunda parte o autor se detém em discursos famosos, transcrevendo trechos e fazendo análises de sua construção. Publicado em 1943. 334 páginas. B32 – Arte de falar, Waldomiro Otávio O autor pode dominar a arte de falar, mas não a de escrever, pois escreveu um livro aborrecidamente didático. Não obstante, contém informações básicas sobre os gêneros e figuras de retórica, distinção entre retórica, eloquência, oratória; bem como um apêndice contendo alguns discursos célebre. Há um capítulo (pag.114) sobre retórica no rádio e na TV. B33 – Radiojornalismo, de Paul Chantler & Sim Harris (1998) Com 192 páginas, uma vintena de ilustrações de aparelhagens e situações de estúdio, e um glossário de termos afins no final. O livro refere-se ao rádio na Inglaterra e trata mais especificamente das
  27. 27. rádios locais, que são controladas pela BBC ( 38 delas), ou são comerciais (180 ao todo) e regulamentadas pela Radio Authority. É bastante didático (aborda os vários gêneros radiojornalísticos) e incentiva o surgimento de novos profissionais, sendo bastante otimista com relação ao futuro do radiojornalismo. B34 – Manual de redação da Folha de São Paulo. Obra escrita em 4 capítulos e 12 anexos. Nos primeiros quatro capítulos, encontramos o projeto editorial do jornal, as diretrizes desse projeto, as recomendações para a elaboração dos textos e a história do jornal. Nos anexos, encontramos instruções gramaticais, relação dos principais estrangeirismos, transliteração de nomes estrangeiros, siglas, e principais termos jurídicos, militares, religiosos, médicos, mate- máticos, econômicos e geográficos. Para esse último tópico há mapas ilustrativos. 390 páginas. B35 – Manual de redação e estilo de O Globo, organizado por Luiz Garcia. 29ª edição deste manual, contendo 4 capítulos e 5 apêndices. Os capítulos tratam de atitude e comportamento do jornalista; estilo; padrões e convenções; questões éticas; e dicas gramaticais. Os apêndices, estruturados com base em levantamento feito pelo autos dos principais erros jornalísticos, focalizam: palavras perigosas, acidentes de texto, palavras de outras línguas; expressões jurídicas, e termos de psicanálise e psiquiatria. B36 – Manual prático de acústica, por Solon do Vale. Ao longo de 374 páginas, repletas de ilustrações, tabelas e equações, mas sempre tentando explicar os fenômenos físicos através da música, o autor produziu um livro didático e detalhado que vai desde as definições fundamentais e os conceitos básicos de áudio, passando pelos tipos e funcionamentos dos microfones e indo até as gravações digitais e, em parceria com o especialista Tomaz Pereira, a noções de como projetar o sistema de ar condicionados dos estúdios. B37 – Microfones, por Solon do Vale. Em segunda edição, com 122 páginas e fartamente ilustrado, com fotos e diagramas, o livro viaja pelo mundo dos microfones, explicando sua essência, seus tipos e suas aplicações práticas, incluindo a gravação dos principais instrumentos musicais. B38 – Dicionário de áudio e tecnologia musical, por Miguel Ratton. Com dezenas de verbetes que incluem a terminologia utilizada por técnicos e engenheiros de som e, também, uma variedade de termos sobre sintetizadores, áudio digital, estúdios, acústica e outras áreas tecnológicas que se relacionam com a música. 156 páginas e algumas ilustrações. Infelizmente, essa primeira edição saiu com um erro, pois os verbetes começados por Te U foram omitidos. A errata está colada ao final do volume. B39 – Dicionário de comunicação, por Carlos Alberto Rabaça & Gustavo Barbosa..Segunda edição, datada de 1995, revista e aumentada, com 638 páginas e dezenas de ilustrações, desse dicionário lançado originalmente na década de setenta. B40 – Understanding Radio, por Andrew Crisell. .Segunda edição, datada de 1994, deste manual lançado em 1986. Em suas 242 páginas, sem ilustrações, o autor fala das
  28. 28. características e da história do veículo, e dedica capítulos a assuntos como: Conversação e música no rádio; radio jornalismo; eventos externos; radiodrama, etc. Em inglês. B41 – Basic Radio Journalism, por Paul Chantler & Peter Stewart Lançado em 2003, este é o segundo livro sobre radiojornalismo co-assinado por Paul Chantler (ver B33, Radiojornalismo, editado em 1998). Com 267 páginas, e diversas ilustrações de aparelhagens e situações de gravação em estúdio e externas, o volume aborda a estrutura radiofônica inglesa, e abre capítulo para tecer comparações entre radio, livro e TV; técnica de escrever noticias radiofônicas; técnica de entrevista, de boletins e de apresentação. Há um glossário de termos radiofônicos no final. Em inglês. B42 – Radio, sete textos sobre o meio que completou 80 anos de Brasil. Este número do livro-revista, publicado semestralmente pela Universidade Federal de Santa Catarina, focaliza o rádio e trás sete textos sobre o veículo: 1) O tempo do radiojornalismo: reflexão em um contexto digital; 2) A presença do radiojornalismo na Internet: os nsite da Jovem Pan e da Bandeirantes; 3) As transformações da notícia de rádio na fase pós-televisão; 4) O gênero Debate e o mito da superficialidade no rádio; 5)Entre a política e a religião: fazendo rádio no sul da Bahia; 6) Na hora das estrelas: as ondas do rádio invadem a solidão dos ouvintes; e, 7) Deus no céu e o radio na terra: papel do rádio junto às mulheres rurais de Pitanga, Paraná. B43 – Produção de rádio/ um guia abrangente, por Robert McLeish. Tradução do famoso manual – nossa biblioteca possui o original, publicado em 1999 e catalogado em B16. Muito bem ilustrado, nele podemos encontrar plantas de estúdios, incluindo uma planta bastante detalhada de um estúdio de radioteatro, de um auditório radiofônico, de viaturas para reportagens e transmissões externas, e de esquemas de diversos tipos de gravações instrumentais. Seus capítulos abordam todos os aspectos da produção radiofônica, de maneira direta e didática, mas, no que talvez seja sua única falha, não se ocupa do rádio educativo. O livro tem ainda um glossário com mais de trezentos termos utilizados no rádio inglês, e uma bibliografia bastante abrangente, também em Inglês, sobre o assunto. B 44 – Rádio: 24 horas de jornalismo, por Marcelo Parada. Pequeno manual de jornalismo, com 140 páginas, onde o autor alinhava informações superficiais a respeito de notícias, reportagem radiofônica, texto e edições, treinamento, pauta, funcionamento de uma emissora, etc., incluindo um curioso questionário sobre como conseguir emprego em uma rádio. B 45 – A dimensão sonora da linguagem audiovisual, por Ángel Rodrigues. Embora voltado, como o próprio título afirma, para a linguagem visual, este livro pode ser lido com proveito pelo profissional de rádio, pois contém informações teóricas importantes a respeito de acústica, como os fundamentos da percepção sonora, as formas do som, conceito de espaço sonoro, psicoacustica etc. 344 páginas, com gráficos e tabelas.
  29. 29. CC1 e C2 – Revistas PRANOVE , Coleção incompleta do raríssimo informativo oficial da antiga Rádio Mayrink Veiga, cujo editor-responsável era Raul Bruce (Gramury). Possuímos os números de 8 a 25 e também o 27, cobrindo o período que vai de janeiro de 1939 a agosto de 1940. Em suas páginas podemos encontrar artigos de Gilson e Genolino Amado (colaboradores regulares), correspondência respondida por Cesar Ladeira, seções regulares como a "Biblioteca no Ar" , e matérias sobre o milionário "cast" da emissora, que contava com Silvio' Caldas, Carmem Miranda, Aracy de Almeida, Moreira da Silva, Ciro Monteiro e outros. Dorival Caymmi, por exemplo, cujo primeiro contrato foi com a PRA9, aparece na capa do número 21 e os números seguintes permitem que tenhamos uma idéia de como se deu sua afirmação como compositor e cantor. C3 - Rádio Nacional. Publicação rara, de 1956, comemorativa dos primeiros 20 anos da mais famosa emissora brasileira, com cerca de 90 páginas e profusamente ilustrada. Sob a direção e redação geral de Heron Domingues, o livro faz um levantamento do percurso da Emissora e traça uma panorâmica detalhada do seu funcionamento na década de 50, quando sua hegemonia ainda não estava ameaçada pela televisão. Há uma relação de todo o gigantesco "cast", e fotos preciosas de equipamentos e estúdios da época, incluindo o revolucionário estúdio de rádioteatro e os trabalhos dos contra-regras e sonofonistas. C4 - Revista da Rádio Ministério da Educação e Cultura. Cópia xerox, encadernada, da raríssima publicação de 1956, feita sob a direção de Pascoal Longo, que também assina a redação, e com a colaboração de Alberto Dines, na produção gráfica. A revista é nitidamente influenciada pela da Rádio Nacional (veja C 2 ). Com 32 páginas recheadas de fotografias de Manoel Ribeiro, a publicação é uma continuação dos Boletins Informativos que eram editados desde 1951, e presta contas do que foi feito pela Emissora, até aquela data,em termos de programação educativa e cultural, com sinopses dos principais programas ( na página 28, há uma grade semanal dos programas educativos da emissora, à época). C5 - Revista da Rádio Nacional. Temos os números 3 (outubro de 1950), 5 (dezembro de 1950) e 6 (janeiro de 1951) desta publicação. C6 - The art of Radio Times , compilado por David Driver. Com 252 páginas e reproduções de alta qualidade, o livro faz um histórico das ilustrações dos primeiros 60 anos da revista Radio Times, mostrando os trabalhos dos artistas que lá trabalharam desde o primeiro número. Publicada pela BBC Publications, a revista era semanal e destinava-se a dar notícia detalhadas da programação da BBC rádio e, depois, televisão. O livro é dividido em
  30. 30. décadas, com cada uma delas introduzida por comentários de Bryan Gearing, editor da revista a partir de 1980. C7 - Embratel 18 anos. Publicação institucional com 190 páginas, para comemorar os 18 anos de realizações da empresa. Há um histórico pré-Embratel, com um panorama das comunicações no país, antes da criação da mega-empresa, bem como organogramas e cronograma,de realizações, ano a ano, ou seja, tudo que costuma ser tratado em trabalhos de natureza institucional. O valor da publicação, hoje, no entanto, é o de confrontar a linguagem ufanista daquela antiga idéia estatizante, com a retórica privatista da orientação neo-liberal de hoje, 2001, quando a Embratel já não mais pertence ao Estado. C8 - Registro sonoro por meios mecânicos no Brasil, por Humberto M. Franceschi. Com 136 páginas recheadas de ilustrações de alta qualidade, o livro conta a historia das gravações comerciais feitas no pais, desde 1900, quando foi criada a Casa Edison, até 1929. O autor reconstitui essa história, passo a passo, conseguindo localizar os primeiros discos gravados em rolos de cera, os primeiros discos planos, de carnaúba, e todos os equipamentos utilizados para gravá-los e tocá-los. De importância, também, as revelações sobre os esforços de regulamentação dos direitos autorais, como as de Chiquinha Gonzaga e Catulo da Paixão Cearense. C9 - Revista propaganda SP. Cópia xerox da edição, com 178 páginas, poucas ilustrações e sem índice, sobre os 60 anos de rádio no Brasil (1923 a 83). Além de uma pequena história (onde a Rádio Ministério da Educação não é mencionada), a publicação traça um panorama do presente e aponta as perspectivas futuras do veículo, de acordo com a época em que foi feito (1984). Ao longo do livro há 39 entrevistas e 47 depoimento de antigos expoentes do rádio, como César de Alencar, Floriano Faissal, Raul Brunini e Sagramor Scuvero. C10 - 60 anos de rádio. Publicação da RDP (Radiodifusão Portuguesa), de 1986, com 38 páginas e fartamente ilustrada, comemorativa das seis décadas da radiofonia portuguesa. C11 - Rádio X, o seu jornal do rádio. Encadernação dos dois únicos números desta revista, publicados em março e maio de 1989. De interesse, hoje, nesta frustrada tentativa editorial, é a relação das rádios e de suas programações, na época. C12 - The '60s America portrayed through advertisements. Seleção de anúncio publicitários publicados na imprensa americana, na década de 60. Na página 36 há um curioso utilitário caseiro que de um lado é rádio e do outro, relógio. C13 - A pictorial history of radio, por Irving Settel. Com 192 páginas e quase mil ilustrações de ótima qualidade, o livro conta a história da radiofonia nos Estados Unidos, desde os primórdios até a década de 60. Trabalho de referência para quem quiser contar a história da Rádio MEC.
  31. 31. C14 - Radios by hallicrafters , por Chick Dachis. Catálogo, com 224 páginas e centenas de ilustrações, dos produtos da Hallicrafters (rádios, TVs, osciloscópios, etc.), com listas de preços, e também símbolos, displays e peças promocionais. Há uma pequena história da fábrica, no início do livro. C15 - Radio art, por Robert Hawes. O título refere-se à arte industrial de fazer receptores de rádio, o aparelho doméstico que, segundo o autor, foi o que com mais forma diferentes foi produzido. Com 128 páginas e cerca de 200 reproduções coloridas desde os primórdios até os anos 70. O livro contém, também, uma breve história do rádio. C16 - Rádio (revista quinzenal, órgão oficial da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro e, a partir do 13º número, também da Rádio Club de Pernambuco). É a primeira revista publicada no país, sobre o assunto. Dispomos dos números 13 a 24, publicados no ano de 1924. O conteúdo é bem variado, indo desde um artigo do diretor da Rádio e Presidente da Academia de Ciências, Henrique Morize, sobre astronomia (nº 15, página 7), a noções de radiotelefonia e radiotelegrafia, passando por notícias, como a da primeira audição de música educativa na Rádio Sociedade (nº23, página 31). Há várias fotografias ainda em bom estado, como o das instalações da Rádio Club de Pernambuco (nº22, páginas 26,27 e 28), e da própria Rádio Sociedade (nº16, página 40), além de publicidade da época. Atenção: como o volume é muito antigo, só poderá ser consultado na presença de um responsável pela Biblioteca. C17 - Revista Careta, números 1989, 2029 e 2238 . Ao que parece, para a tradicional revista política, o rádio, mesmo em seu período áureo, não é assunto. No número 2238, de 1951, página oito, há a vinheta "Gente do rádio", com caricatura de Théo. É possível que o desenhista tenha feito caricaturas de Roquette, Tude, e outros. C18 - Revista Careta, números 2247, 2265 e 2273. Vinhetas "Gente do rádio", na página 8, com caricaturas de Adelaide Chiozzo, Francisco Carlos, Heleninha Costa e Vicente Celestino. C19 - Revista Careta, números 2291, 2312 e 2435. Vinhetas "Gente do rádio", sempre na página 8, com caricaturas de Adelaide Chiozzo. Na de nº 2312, nas páginas centrais, uma reportagem sobre o enterro de Francisco Alves, na de nº 2435, há uma matéria sobre a rainha do rádio de 1955 (página 14) e uma seção "Fora da Onda", sobre rádio e TV, na página 30. C20 - Eu sei tudo, almanaque de 1923. No ano de fundação da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, o almanaque não noticia o fato. Sobre rádio há uma foto curiosa, na página 59, sobre as últimas novidades em radiotelefonia. 123 páginas ilustradas, algumas a cores.
  32. 32. C21 - Comoedia nº 5, Revista cultural dedicada ao teatro e à música, com matérias também sobre cinema, moda, e, às vezes, nas últimas páginas, como neste número de 1947, alguma coisa sobre rádio. C22 - Comoedia nº 6, Neste número há uma entrevista de Borelli Filho sobre o humorista Silva Araújo, e uma reportagem fotográfica sobre radialistas da época. Na página 77, uma rara foto de Fernando Tude de Souza no estúdio de uma emisssora norte americana. C23 - Comoedia nº 10, Neste número, de 1948, há uma raríssima matéria, assinada por Villa-Lobos, sobre Lorenzo Fernandez, recentemente falecido (página 67). C24 - Comoedia nº de natal de 1949, A principal matéria, dentro do campo de interêsse de nossa biblioteca, é sobre Chopin, com várias ilustrações. C25 - Histórias da nossa história, por José Pimentel Pinto. Este sexto volume da série está em nosso acervo por conter uma página (a 43) a respeito da fundação da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, com ilustrações Gustavo Pires da Silva. C 26 - Revista "O Correio da UNESCO". Este nº 4, de abril de 1997, é inteiramente dedicado à radiofonia, com cronologia dos principais momentos do veículo, e artigos sobre o rádio em vários países, como Russia e Filipinas. 42 páginas profusamente ilustradas. C27 - Vertente Socialista, ano III, número 6 - Publicação do gabinete do senador Roberto Saturnino, com transcrições de seus discursos no Senado, incluindo o pronunciamento feito em defesa da Rádio MEC, em 29 de agosto de 2000. C28 - Vertente Socialista, ano III, número 7 - Publicação do gabinete do senador Roberto Saturnino, com transcrições de seus discursos no Senado, incluindo o pronunciamento feito em 2 de fevereiro de 2000, apoiando a indicação de Fernando Barbosa Lima à presidência da ACERP. C29 - Radioteca, a revista. O primeiro e único número da revista de divulgação do programa infantil "Radioteca", produzida por Zé Zuca e equipe, em 1997. 24 páginas. C 30 e 31 - Revista "Veredas". Os números 28 e 35 desta publicação do Centro Cultural Banco do Brasil, estão em nosso acervo por conterem, respectivamente, um artigo de Eliezer Moreira, sobre a SOARMEC; e um ensaio de Joel Birman sobre a ausência de cultura na televisão brasileira. C 32 - História da indústria de telecomunicações no Brasil, organizado por Henry British Lins de Barros. Editado em 1900, o livro começa abordando o surgimento da industria no país, desde o período colonial até a década de 30, quando o

×