Andréa 8ª e

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Andréa 8ª e

  1. 1. Escola: João Monteiro Sobrinho <ul><li>Alunas: Andréa e Tatiane </li></ul><ul><li>SERIE:8ª Turma E </li></ul><ul><li>PROFª.:Eliane </li></ul>
  2. 2. <ul><li>Tipo da crônica: narrativa </li></ul><ul><li>Autor: Luiz Fernando Veríssimo </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Tem por eixo uma história, o que a aproxima do conto. Pode ser narrado tanto na 1ª quanto na 3ª pessoa do singular . Texto lírico (poético, mesmo em prosa ). Comprometido com fatos cotidianos (&quot;banais&quot;, comuns). </li></ul>
  4. 4. <ul><li>  Luis Fernando Veríssimo nasceu em 26 de setembro 1936, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Filho do grande escritor Érico Veríssimo, iniciou seus estudos no Instituto Porto Alegre, tendo passado por escolas nos Estados Unidos quando morou lá, em virtude de seu pai ter ido lecionar em uma universidade da Califórnia, por dois anos. Jornalista, iniciou sua carreira no jornal Zero Hora, em Porto Alegre, em fins de 1966. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Era uma vez... numa terra muito distante...uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima. Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico... Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo. A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre... Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma: - Eu, hein?... nem morta! </li></ul>
  6. 6. Discussão: <ul><li>A princesa não queria depender de marido, queria ser independente,ser uma mulher livre, sem compromissos, sem as obrigações que o casamento impõe. A crônica retrata a realidade de muitas mulheres da atualidade. </li></ul>

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