Apimec - Resultados 2007

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Apimec - Resultados 2007

  1. 1. Março de 2008
  2. 2. Aviso Importante Esta apresentação pode incluir declarações que representem expectativas sobre eventos ou resultados futuros de acordo com a regulamentação de valores mobiliários brasileira e internacional. Essas declarações estão baseadas em certas suposições e análises feitas pela Companhia de acordo com a sua experiência e o ambiente econômico e nas condições de mercado e nos eventos futuros esperados, muitos dos quais estão fora do controle da Companhia. Fatores importantes que podem levar a diferenças significativas entre os resultados reais e as declarações de expectativas sobre eventos ou resultados futuros incluem a estratégia de negócios da Companhia, as condições econômicas brasileira e internacional, tecnologia, estratégia financeira, desenvolvimentos da indústria de serviços públicos, condições hidrológicas, condições do mercado financeiro, incerteza a respeito dos resultados de suas operações futuras, planos, objetivos, expectativas e intenções, entre outros. Em razão desses fatores, os resultados reais da Companhia podem diferir significativamente daqueles indicados ou implícitos nas declarações de expectativas sobre eventos ou resultados futuros. As informações e opiniões aqui contidas não devem ser entendidas como recomendação a potenciais investidores e nenhuma decisão de investimento deve se basear na veracidade, atualidade ou completude dessas informações ou opiniões. Nenhum dos assessores da Companhia ou partes a eles relacionadas ou seus representantes terá qualquer responsabilidade por quaisquer perdas que possam decorrer da utilização ou do conteúdo desta apresentação. Este material inclui declarações sobre eventos futuros sujeitas a riscos e incertezas, as quais baseiam-se nas atuais expectativas e projeções sobre eventos futuros e tendências que podem afetar os negócios da Companhia. Essas declarações incluem projeções de crescimento econômico e demanda e fornecimento de energia, além de informações sobre posição competitiva, ambiente regulatório, potenciais oportunidades de crescimento e outros assuntos. Inúmeros fatores podem afetar adversamente as estimativas e suposições nas quais essas declarações se baseiam. 2
  3. 3. Resultados 2007
  4. 4. Destaques de 2007 █ Lucro liquido cresce 11,6% █ EBITDA consolidado atinge R$ 1.123 MM em 2007, um crescimento de 4,6% yoy █ Crescimento do EBITDA seria de 16,3% expurgando os não recorrentes (impacto negativo de R$ 183,1 MM por redução extraordinária da BRR da Enersul) █ EBITDA da geração cresce 62,1%, atingindo R$ 442 MM █ Geração passa a contribuir com 38% do EBITDA consolidado █ Crescimento da Comercialização em volume (7,2% yoy) e em margem ( 25,7% yoy) █ Receita líquida na Distribuição cresce 9,6% █ Na Distribuição, gastos gerenciáveis por MWh distribuído crescem 5,5%, subindo menos que a inflação █ Despesas financeiras reduzem-se 22,5% █ Reformulada a Diretoria Executiva da empresa, com nomeação de um novo CEO 4
  5. 5. Geração
  6. 6. A geração foi o grande destaque de 2007, impulsionada pelo aumento da capacidade... Volume de Energia Produzida Volume de Energia Vendida (GWh) (GWh) +17,0% +19,7% 4.704 5.568 3.929 4.758 -9,3% +8,4% 1.494 N.A. 1.355 1.480 N.A. 1.366 4T06 4T07 2006 2007 4T06 4T07 2006 2007 █ Operação integral da UHE Peixe Angical e da 4ª máquina de Mascarenhas █ Início da operação comercial da PCH São João 6
  7. 7. ...que resultou em forte crescimento do EBITDA Receita Líquida EBITDA (R$ MM) (R$ MM) +28,3% +62,1% 583 442 454 +26,5% +47,4% 273 170 130 134 88 4T06 4T07 2006 2007 4T06 4T07 2006 2007 Lucro Líquido (R$ MM) +60,7% 206 128 █ Margem EBITDA da geração passa +72,5% de 60,1% em 2006 para 75,8% em 63 2007 36 4T06 4T07 2006 2007 7
  8. 8. A capacidade instalada duplicou desde 2005, e com os projetos já iniciados quase triplicará em 2012 Capacidade Instalada (MW) +39,2% 1,452 +102,1% 360 409 29 20* 50 25 452 2009 2009 2012 1.043 Estimativa de início da operação comercial 1.043 516 2005 UHE Peixe 4a Máq. PCH São Atual PCH Santa UTE Pecém 2012 Angical Mascarenhas João Fé Repotenciações Energia Assegurada 334 645 980 (MW médios) 93,1% 51,9% Projetos concluídos desde o IPO Projetos em curso * Inclui 2,3 MW da repotenciação da UHE Suíça, ainda em processo de homologação na Aneel 8
  9. 9. Distribuição
  10. 10. Na distribuição, apesar do crescimento do mercado... Volume de Energia Distribuída Energia Distribuída por Segmento (GWh) (GWh) +4,5% +4,5% 23.948 25.029 25.029 23.948 1% 1% 13% 13% +6,5% +6,5% 37% 37% 34% 34% 6.428 6.428 6.038 6.038 14% 13% 1% 2% 62% 62% 53% 53% 36% 36% 33% 34% 53% 53% 62% 62% 4T06 4T07 2006 2007 4T06 4T07 2006 2007 Bandeirante Escelsa Enersul Clientes Finais Energia em Trânsito Outros 10
  11. 11. ... a performance financeira foi negativamente impactada pela redução da BRR da Enersul Receita Líquida EBITDA (R$ MM) +9,6% (R$ MM) -18,1% 3.916 829 3.573 679 18% 21% -9,0% 21% -87,1% 2% 31% 37% 31% 242 33% 978 891 17% 31 20% 7% 31% 36% 29% 46% 61% 48% 51% 49% 57% 54% 4T06 54% 4T07 2006 2007 4T06 54% 4T07 2006 2007 Lucro Líquido (R$ MM) -12,1% 332 292 -79,0% 15% 163 42% 15% 34 █ A redução do EBITDA em 2007 vs 36% 43% 2006 reflete o efeito não- 49% recorrente negativo de R$ 183,1 4T06 4T07 2006 2007 MM relativo ao impacto da 54% redução da BRR da Enersul Bandeirante Escelsa Enersul 11
  12. 12. Os gastos gerenciáveis por MWh subiram menos que a inflação no período, mesmo inflados pelo aumento de contingências Gastos Gerenciáveis (R$ MM) 4T06 4T07 ∆% 2006 2007 ∆% Pessoal 65,9 70,2 6,4% 303,2 259,1 -14,5% Material 7,9 10,5 32,4% 33,6 40,0 19,3% Serviços de Terceiros 73,1 87,2 19,3% 265,2 311,2 17,3% Provisões 14,6 24,0 64,4% 66,7 132,5 98,7% Outros 24,6 18,5 -24,9% 63,8 64,9 1,8% Total 186,1 210,3 13,0% 732,4 807,7 10,3% Vol. energia distr. (GWh) 22.394 23.061 3,0% 23.948 25.029 4,5% R$ / MWh 8,31 9,12 9,7% 30,58 32,27 5,5% IGPM 7,8% 7,8% Provisões e Outros Serviços de Terceiros + R$ 11,5 MM em PDD nas empresas controladas + R$ 14,3 MM em programas de eficiência operacional e atividades de suporte + R$ 23,9 MM em contingências cíveis, tributárias e + R$ 9,9 MM em conservação e reparação das redes trabalhistas reconhecidas pelas distribuidoras das ditribuidoras + R$ 3,4 MM em gastos com cobrança, leitura, faturamento corte e religa 12
  13. 13. Os indicadores de produtividade mostram melhorias contínuas GWh / colaborador 12,9 12,0 10,3 10,1 8,9 8,1 6,6 5,8 4,3 4,4 3,4 3,6 Bandeirante Escelsa Enersul Cliente / colaborador 1,29 1,40 1,15 1,06 1,07 1,06 0,89 0,94 0,96 0,80 0,71 0,76 Bandeirante Escelsa Enersul 2004 2005 2006 2007 13
  14. 14. As medidas tomadas permitiram manter as perdas controladas dentro dos limites existentes Perdas Comerciais Bandeirante Escelsa Enersul EDB 2,4 2,5 2,3 5,3 5,6 6,0 7,8 8,2 8,0 2,3 5,4 7,6 4,0 4,2 4,4 4,4 Mar Jun Set Dez Mar Jun Set Dez Mar Jun Set Dez Mar Jun Set Dez 2007 2007 2007 2007 Perdas Totais ~ 745 mil inspeções realizadas e 300 mil 13,2% 13,5% 13,5% 13,0% fraudes identificadas em 2007 4,1% 4,2% 4,4% 4,4% ~ R$32,5 em receitas recuperadas Eficácia do investimento no combate 8,9% 9,0% 9,1% 9,1% às perdas reflete-se prioritariamente no incremento evitado Mar Jun Set Dez 2007 14
  15. 15. E em abril encerraremos o 2º ciclo de revisão tarifária ENERSUL 2o Ciclo de Revisão Tarifária ESCELSA BANDEIRANTE (preliminar) Receita Verificada 1.356.583 2.146.463 925.262 Parcela A 814.707 1.402.476 512.844 Parcela B 452.202 567.473 379.984 Empresa de Referência 221.263 262.867 183.254 Inadimplência 8.852 12.667 7.571 Remuneração 143.590 184.119 117.407 Depreciação Regulatória 78.497 107.820 71.752 Receita Requerida Total 1.266.908 1.969.950 892.827 (-) Outras Receitas 4.177 12.443 1.285 Receita Requerida Líquida 1.262.730 1.957.506 891.542 Revisão Tarifária (excl. ajustes fin.) -6,92% -8,80% -3,64% Ajustes Financeiros 2007 4,76% -0,52% -12,29% Ajustes Financeiros 2006 -7,46% -3,15% -3,00% Revisão Tarifária pós ajustes fin. -9,62% -12,47% -18,93% BRR Bruta 1.842.657 2.354.144 1.704.327 BRR Líquida 952.457 1.221.292 778.778 15
  16. 16. Comercialização
  17. 17. Na comercialização, o crescimento do volume aliado ao aumento da margem... Volume de Energia Comercializada Número de Clientes (GWh) +50% 78 +7,2% 7.188 52 6.702 814 1.193 +8,6% 2006 2007 6.374 1.706 5.509 1.571 222 37 Margem de comercialização 1.349 1.669 2007 vs 2006 4T06 4T07 2006 2007 Empresas do Grupo Energias do Brasil Outros 25,7% 17
  18. 18. …resultou em crescimento de 37% no EBITDA, ajustado de forma a excluir o impacto relativo à provisão dos recebíveis da Ampla Receita Líquida EBITDA ajustado (R$ MM) (R$ MM) +24,9% + 37,2% 59 618 47 + 37,5% 12 495 43 +30,2% 8 11 47 8 40 3 153 3 118 40 8 3 -32 -32 4T06 4T07 2006 2007 4T06 4T07 2006 2007 Lucro Líquido (R$ MM) > 10x 34 7 9 -18 4T06 4T07 2006 2007 18
  19. 19. Energias do Brasil
  20. 20. A redução da BRR da Enersul teve impacto significativo também nos resultados consolidados… Receita Líquida EBITDA ajustado (R$ MM) (R$ MM) +16,3% +13,3% 1.340 1.152 4.513 1074 1123 3.985 -11,0% -0,8% 1.074 1.123 384 342 1.085 1.076 290 156 290 156 4T06 4T07 2006 2007 4T06 4T07 2006 2007 Lucro Líquido (R$ MM) +11,6% 440 394 -55,8% █ O impacto retroativo (2003-2007) 155 da redução da BRR da Enersul , de 68 R$183,1MM, foi integralmente contabilizado no 4T07 2004 2005 2006 2007 20
  21. 21. ...tendo anulado o efeito positivo criado pelo crescimento do resultado da geração EBITDA 2007 vs. 2006 (R$ MM) 169 34 -14 -183 43 1.123 1.074 06 07 ão l s ão o su ro ã 20 20 er aç ut iç aç En O u er liz rib R G a ist BR ci D er om C 21
  22. 22. Excluindo os efeitos não-recorrentes o EBITDA teve crescimento não- de 16,3% em 2007 2007 2006 Variação R$ R$ R$ % EBITDA - Reportado 1.123,0 1.073,6 49,4 4,6% Eliminação de efeitos não-recorrentes Redução da BRR Enersul - impacto retroativo (2003 - 2007) 183,1 - 183,1 Constituição de PDD recebíveis Ampla - Enertrade 12,0 40,2 (28,2) Constituição de PDD - Agente arrecadador - Bandeirante 11,7 - 11,7 Write-off de saldo RTE - Bandeirante 9,9 - 9,9 Custo do PDV - 51,6 (51,6) Reconhecimento de P&D - Normatizada pela Aneel (abr/2006) - 18,4 (18,4) Contingências fiscais - Bandeirante (ICMS - Santos e Salto) - 7,9 (7,9) Reversão de CVA - Enersul - 6,3 (6,3) Contribuição setorial - FNDCT (Fundo Nac. Desenv. Científico e Tecnológico) - 4,5 (4,5) Reajuste tarifário - Impacto da desverticalização (ago/2006) - (34,4) 34,4 Revisão da BRR - Bandeirante (Resol. 226 de 18/10/2005) - (16,0) 16,0 EBITDA - Ajustado 1.339,7 1.152,1 187,6 16,3% 22
  23. 23. A reestruturação da dívida das distribuidoras foi importante para redução de 22,5% nas despesas financeiras... Resultado Financeiro (R$ MM) 4T06 4T07 ∆% 2006 2007 ∆% Receitas Financeiras 117,3 41,1 -65,0% 321,0 234,3 -27,0% Despesas Financeiras (313,9) (215,7) -31,3% (639,3) (495,6) -22,5% Resultado Cambial Líquido (14,5) (12,4) -14,2% (59,5) (42,4) -28,8% Swap - resultado líquido (21,6) (15,5) -28,4% (110,7) (110,4) -0,3% Variação cambial 7,1 3,0 -57,2% 51,2 68,0 32,7% TOTAL (211,1) (187,0) -11,4% (377,8) (303,7) -19,6% █ Outros fatores que levaram à melhoria do resultado financeiro foram: – Menor atualização monetária devido à redução do saldo de ativos regulatórios; e – Menor despesa com juros sobre capital próprio. 23
  24. 24. O perfil da dívida alongou-se, o que aliado à baixa alongou- alavancagem nos dá maior capacidade de investimento… Dívida Líquida/EBITDA Cronograma de Vencto. da Dívida 906,2 2.345 5 689,2 1.879 1.957 2.000 3,0 1.702 4 539,1 524,8 504,1 3 1.000 2 321,4 1,9 1,8 1,7 1 0 0 2004 2005 2006 2007 Caixa e Após 2008 2009 2010 2011 Dívida Líquida/EBITDA Dívida Líquida Aplicações 2011 (Dez/07) Evolução da Dívida Líquida Dívida Bruta por Indexador (R$ MM) (Dez/07) 2.796 1% 6% Taxas flutuantes *** Curto Prazo 321 (689) (149) Longo Prazo TJLP 2.474 1,957 1,879 38% 55% Dolar Divida Bruta (-) Caixa e (-) Ativos e Divida Divida Dez/07 Aplicações Passivos Líquida Líquida Taxas fixas Regulatórios Dez/07 Dez/06 *** Inclui Selic, CDI, IGP-M e INPC 24
  25. 25. Prevê- Prevê-se um substancial aumento do CAPEX em 2008, essencialmente alocado a projetos de geração Capex Breakdown* Investimentos - Universalização (R$ MM) 1.023 (R$ MM) 585 595 581 106 159 157 217 81 475 438 378 2006 2007 2008E 2006 2007 2008E Geração Distribuição (*) Não inclui investimentos ligados ao Programa de Universalização 25
  26. 26. Performance Histórica
  27. 27. De 2004 a 2007, a Energias do Brasil entregou crescimento médio anual do EBITDA de 20,0% e equilibrou o seu portfolio de ativos crescendo na geração EBITDA EBITDA Breakdown (R$ MM) (R$ MM) CAGR ajustado 1.340 +20,0% 5% 5% 4% 1.074 1.123 913 38% 775 58% 1.123 90% 2004 2007 2004 2005 2006 2007 Geração Distribuição Comercializ. 440 27
  28. 28. A Energias do Brasil é hoje uma companhia com realizações importantes Hoje somos ... ... com importantes realizações desde o IPO █ Uma das maiores companhias com capital aberto no setor de energia elétrica Crescimento saudável do negócio (+45%, EBITDA desde 2004) Duplicação da capacidade no █ Uma companhia com enfoque em padrões negócio de geração com melhor elevados de governança e sustentabilidade balanceamento do portfólio de ativos (geração passando de 5% do EBITDA █ Terceiro maior comercializador em 2004 para mais de 30% hoje) Criação da plataforma de Centro de █ Um dos mais relevantes distribuidores, com ~3 Serviços Compartilhados e redução de milhões de clientes 600 colaboradores Melhorias contínuas de produtividade em █ Uma companhia bem posicionada para distribuição (MWh por FTE e Clientes por capturar oportunidades do mercado FTE aumentaram 25% e 27% respectivamente entre 2004 e 2007) – Experiência e know-how em toda a cadeia de valor Crescimento acentuado do negócio da – Capacidade financeira comercialização (+48% em volume – Controlador com presença internacional desde 2004) em expansão 28
  29. 29. Oportunidades de Crescimento
  30. 30. Temos atualmente projetos de termelétricas em carteira totalizando 2080 MW de capacidade Capacidade do Principais projetos em carteira empreendimento (MW) █ Participação no projeto da termelétrica do Pecem (720 MW) em parceria com a MPX (50% de participação), e eventual 720 360 1.080 participação na adição de 360 MW de capacidade █ Aquisição de opção para desenvolvimento do projeto da termelétrica a gás de Resende (Rio de 500 Janeiro) com 500 MW de capacidade (dependente do suprimento de gás) █ Desenvolvimento de projeto de uma termelétrica a gás no Espírito Santo, com 500 500 MW de capacidade (dependente do suprimento de gás) 30
  31. 31. Adicionalmente, a carteira de projetos de hidrelétricas tem capacidade superior a 1400 MW Capacidade do Principais projetos em carteira empreendimento (MW) █ Parceria com a Cemig para desenvolvimento de estudos de viabilidade para UHEs com capacidade total de 1034 MW (360 MW apenas com a 1.034 Cemig e 674 MW com a Cemig, Concremat e AG) █ Parceria com a Eletronorte para desenvolvimento de estudos de viabilidade de UHEs com capacidade 235 total de 235 MW █ Parceria com a Engevix para desenvolvimento de estudos de viabilidade de UHEs com capacidade 170 total de 170 MW 31
  32. 32. Em geração renovável, temos atualmente projetos em carteira superando o objetivo de ~ 1000 MW Capacidade do Principais projetos em carteira empreendimento (MW) █ Projetos de 24 PCHs totalizando 538 MW de capacidade – 8 já entregues para licenciamento 538 – 8 a entregar para licenciamento até julho – 5 a entregar no segundo semestre de 2008 – 3 a entregar no primeiro semestre de 2009 █ Acordo de parceria com a Cemig para desenvolvimento conjunto 500 MW de eólicas no 500 Estado de Minas Gerais █ Projetos de biomassa em análise totalizando 350 MW de capacidade 350 32
  33. 33. Março de 2008 www.energiasdobrasil.com.br

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