FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO 
ENSINO MÉDIO 
ETAPA I - CADERNO II 
Aprofundamento 
O Jovem como Sujeito do Ensino Médio
TEMAS PARA DEBATE 
1. A relação dos jovens com o mundo do trabalho; pág. 34 
2. Os jovens, os sentidos do trabalho e a esc...
3.1 A RELAÇÃO DOS JOVENS COM O MUNDO 
DO TRABALHO – P. 34 
 É possível que, os jovens trabalhem e estudem? 
 Os jovens a...
3.2 OS JOVENS, OS SENTIDOS DO TRABALHO E A ESCOLA 
 Trabalho como princípio educativo e atividade criativa. 
 Escola e t...
3.3 A JUVENTUDE NO TERRITÓRIO 
 As escolas se organizam levando em consideração o território, ou seja, 
a rua, o bairro e...
4. FORMAÇÃO DAS JUVENTUDES, PARTICIPAÇÃO E ESCOLA – 
P. 44 
Participação – presença ativa dos cidadãos nos processos decis...
4.1 A RELAÇÃO DOS JOVENS COM A ESCOLA E SUA FORMAÇÃO 
– P. 47 
 A escola é uma instituição central na vida dos 
jovens. 
...
 O encontro entre os jovens e a escola é marcado por 
tensões, dilemas e desafios. P. 47 
 O desencaixe entre a escola e...
4.3 OS SENTIDOS E SIGNIFICADOS DA ESCOLA PARA OS JOVENS – 
P. 50 
 Os jovens produzem uma maneira de ver e valorizar a es...
 A escola precisa fazer sentido para a vida do aluno e contribuir 
para a compreensão da sua realidade. 
 Como fazer con...
4.4 RAZÕES DA PERMANÊNCIA E DO ABANDONO ESCOLAR – P. 53 
 Quais são as principais razões para a permanência e abandono 
d...
4.5 A QUESTÃO DA AUTORIDADE DO PROFESSOR, A INDISCIPLINA – P. 55 
 As regras nas escolas tem sido impostas ou construídas...
INDISCIPLINA / INCIVILIDADE – P. 56 
 O objetivo de tratar tais questões é contribuir para que professores e 
escola esta...
Idealizar o jovem que queremos que exista 
desconhecendo o jovem real que temos diante de nós é 
criar uma abstração que v...
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Caderno II - Edislei - aprofundamento

  1. 1. FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO ETAPA I - CADERNO II Aprofundamento O Jovem como Sujeito do Ensino Médio
  2. 2. TEMAS PARA DEBATE 1. A relação dos jovens com o mundo do trabalho; pág. 34 2. Os jovens, os sentidos do trabalho e a escola; pág. 36 3. A juventude no território; pág. 39 4. Formação das juventudes, participação e escola; pág. : 44 5. A relação dos jovens com a escola e sua formação; pág. 47 6. Os jovens e a escola; pág. 48 7. Os sentidos e significados da escola para os jovens; pág. 50 8. Razões da permanência e do abandono escolar; pág. 53 9. A questão da autoridade do professor, a indisciplina; pág. 55 10. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa... Será? Pág. 56;
  3. 3. 3.1 A RELAÇÃO DOS JOVENS COM O MUNDO DO TRABALHO – P. 34  É possível que, os jovens trabalhem e estudem?  Os jovens antes de serem estudantes, são trabalhadores.  É preciso reconhecer a diversidade que caracteriza a escola noturna e adequar os seus procedimentos.  A Constituição Federal, no inciso VI do art. 208, determina, a garantia da oferta do ensino noturno regular adequado às condições do educando.  O trabalho é visto, segundo as DCNEM (Brasil, 2012), como princípio educativo para a compreensão do processo histórico de produção científica e tecnológica.  Pelo trabalho o ser humano modifica a natureza e se modifica, transformando as condições da vida em sociedade.  parecer 05 – pág. 21
  4. 4. 3.2 OS JOVENS, OS SENTIDOS DO TRABALHO E A ESCOLA  Trabalho como princípio educativo e atividade criativa.  Escola e trabalho se combinam, se atravessam, se complementam.  Como a escola estabelece esse diálogo?  O trabalho e a sua dimensão formativa.  Os jovens se inserem no mundo do trabalho por caminhos e motivos diversos. P. 37  O trabalho é espaço de socialização, de construção de valores e construção de identidades. P. 37  A crítica ao caráter alienante e negativo do trabalho. P. 39
  5. 5. 3.3 A JUVENTUDE NO TERRITÓRIO  As escolas se organizam levando em consideração o território, ou seja, a rua, o bairro e a comunidade? P. 40  O território é o espaço vivido, produzido socialmente nas relações entre os sujeitos sociais. P. 40  É importante compreender como os jovens estudantes vivem e convivem em seus territórios de vida familiar, lazer e trabalho.  As relações na maioria das vezes são conflituosas, o conflito e a contradição devem ser visto como um desafio.
  6. 6. 4. FORMAÇÃO DAS JUVENTUDES, PARTICIPAÇÃO E ESCOLA – P. 44 Participação – presença ativa dos cidadãos nos processos decisórios das sociedades. Pode ser política ou cidadã. A participação envolve: formação teórica para a vida cidadã, aprendizagem de valores, conteúdos cívicos e históricos da democracia, regras institucionais e criação de espaços e tempos para experimentação cotidiana do exercício da participação democrática da própria escola.  As escolas tem praticado e estimulado em seus tempos e espaços cotidianos a participação cidadã e a formação para a cidadania? P. 45
  7. 7. 4.1 A RELAÇÃO DOS JOVENS COM A ESCOLA E SUA FORMAÇÃO – P. 47  A escola é uma instituição central na vida dos jovens.  É um espaço tempo de convivência e aprendizado, onde eles passam parte de seus cotidianos.  A escola é lugar de fazer amigos, compartilhar experiências, valores e delinear projetos de vida.
  8. 8.  O encontro entre os jovens e a escola é marcado por tensões, dilemas e desafios. P. 47  O desencaixe entre a escola e os jovens não deve ser entendido como incompetência da escola (dos professores) em lidar com seus jovens e muito menos desinteresse dos jovens. P. 47/48  Na relação dos jovens com a escola é importante considerar as relações desiguais e diferenças de raça, gênero, religião, classe social, dentre outros. P. 48  Os alunos reconhecem o papel da escola, mas querem que a instituição escolar esteja aberta ao diálogo considerando suas experiências do presente e expectativas de futuro. P. 48
  9. 9. 4.3 OS SENTIDOS E SIGNIFICADOS DA ESCOLA PARA OS JOVENS – P. 50  Os jovens produzem uma maneira de ver e valorizar a escola que dependem das suas experiências individuais, seus interesses e identidades que se constroem a partir da sua realidade e interações. P. 50  Experiências individuais no trabalho, na vida pessoal, um relacionamento afetivo, uma amizade, pode fazer diferença na relação com a escola. P. 50  Enquanto para alguns alunos, a escola representa uma obrigação, para outros está relacionada com a entrada ao mercado de trabalho, como um lugar de encontrar amigos, ou um abrigo, para os que vivem em ambientes ameaçadores. P. 51
  10. 10.  A escola precisa fazer sentido para a vida do aluno e contribuir para a compreensão da sua realidade.  Como fazer conexão/diálogo entre os conteúdos curriculares e a vida/realidade dos jovens? P. 52  É importante considerar como os jovens aprendem? P. 52  Quais são os conhecimentos que demandam da escola? P. 52  O professor tem um papel importante como mediador, é preciso estar inserido no universo juvenil, estar próximo, aprender a ouvir, mapear potencialidades e estabelecer relacionamentos significativos. P. 52  “Na relação alunos e professor está o coração da docência”. (TEIXEIRA, 2007). P. 53
  11. 11. 4.4 RAZÕES DA PERMANÊNCIA E DO ABANDONO ESCOLAR – P. 53  Quais são as principais razões para a permanência e abandono do aluno na escola atualmente? P. 53  A “chatice da escola”, é uma avaliação comum entre os jovens que ora falam dos tempos, dos conteúdos, da relação e dos métodos utilizados pelos professores. P. 54  O desinteresse pode estar ligado a falta de sentido da escola. P. 54  A permanência e o abandono ocorre por uma combinação de condições subjetivas (apoio familiar, relação com os professores, engajamentos na rotina escolar, etc.) P. 54
  12. 12. 4.5 A QUESTÃO DA AUTORIDADE DO PROFESSOR, A INDISCIPLINA – P. 55  As regras nas escolas tem sido impostas ou construídas com os jovens? Como os jovens lidam com as regras? P. 55  Separar o joio do trigo: a diferença entre indisciplina/incivilidade e violência. P. 55  Indisciplina: está relacionada a agitação, gritaria, falta de respeito com o colega e professores, falta de concentração na aula, mentiras, manipulações e conflitos diários, desordens, empurrões. É a transgressão, aquilo que fere o regimento escolar. P. 55  Violência: é o ato contra a lei, não é restrita ao espaço escolar e deve ser punida, exemplo: um furto, lesões, extorsão, tráfico de drogas, insultos graves.
  13. 13. INDISCIPLINA / INCIVILIDADE – P. 56  O objetivo de tratar tais questões é contribuir para que professores e escola estabeleçam e criem diálogos e procedimentos adequados para lidar com cada situação. P. 57  A escola como espaço de vivencia dos jovens, traz o desafio de construir as regras escolares, com normas claras para dar o veredicto e aplicar as devidas punições (Dayrell et al, 2011). P. 57  É preciso compreender como as regras são definidas, quem as define, como elas são aplicadas. P. 57/58  Quando professores consideram seus alunos desinteressados, apáticos e desmotivados, muitas vezes estão considerando o jovem em relação a suas próprias expectativas, quanto ao ritmo médio dos alunos. São medidos muitas vezes a partir da avaliação, etc. P. 58
  14. 14. Idealizar o jovem que queremos que exista desconhecendo o jovem real que temos diante de nós é criar uma abstração que violenta a subjetividade juvenil e também cria uma dificuldade para o relacionamento. E, da mesma forma, enxergá-lo pela ótica da negatividade não contribui para apreender os modos pelos quais os jovens constroem a sua efetiva e multifacetada experiência de juventude. P. 59

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