FAIMI/UNIESPUNIÃO NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR PRIVADAS                  EDILÉSIO CAIRES DE SOUZA  PROJETO...
1               EDILÉSIO CAIRES DE SOUZAPROJETO GRÁFICO PARA CRIAÇÃO DE REVISTA SOBRE CINEMA                           Tra...
2                          EDILÉSIO CAIRES DE SOUZA     PROJETO GRÁFICO PARA CRIAÇÃO DE REVISTA SOBRE CINEMA              ...
3Agradeço a Deus em primeiro lugar, a minhafamília, minha esposa Polyana, meus filhos,Eduardo e Davi, que durante tantas h...
4Dedico este trabalho para meus filhos Eduardoe Davi, que eles tenham em mim o exemploque estudar e se formar contribui mu...
5                                         RESUMOO objetivo deste estudo é usar metodologias e ferramentas de design gráfic...
6El objetivo de este estúdio es el uso de metodologias y herramientas de diseño gráficoaprendidas durante el curso de lice...
7                                                            PáginasFigura 01: Exemplo de página aberta                   ...
8                                                                                                                         ...
9                O trabalho monográfico apresentará todo o processo de criação de uma revista,separada em duas etapas: a p...
10                Neste capítulo, serão discutidas as razões e motivações que levaram à escolhado tema principal deste tra...
11                       ideológico,   atuando   nas   lutas   internas   do   meio   cinematográfico.           O mesmo a...
12              Uma breve análise de mercado nos indica que hoje existem apenas revistaseletrônicas, sites e blogs de cine...
13            Videoarte: Vídeos feitos por artistas, profissionais e fãs de cinema.            Cinema hoje: mostra o que...
142 METODOLOGIA E CRIAÇÃO DO PROJETO GRÁFICO                  Neste capítulo, será abordada a fundamentação e os conceitos...
15              Figura 1. Exemplo de página dupla aberta              A página dupla não é plana, como, por exemplo, uma i...
16               Figura 3: Exemplo de capa               O objeto é maleável e dobrado, preso pela lombada que faz com que...
17              Figura 5: Exemplo de trunfos nos lugares certos              As áreas mais valorizadas da página dupla são...
18               Figura 7: Exemplo de área menos importante               Os leitores concentram-se na parte superior quan...
19              Figura 9: Exemplo de páginas esquerda e direita              Os anunciantes preferem as páginas direitas, ...
20               O posicionamento rítmico cria expectativa e acumula força, não podemosdeixar que a localização dos anúnci...
21anzóis, ciladas, armadilhas, vitrines e quanto mais desses recursos houver será melhor paraatrair a atenção de quem folh...
22               Além disso, toda matéria deve ter uma porta de entrada receptiva para atrair aatenção de quem ainda não e...
23               Figura 14: Exemplo de espaçoDESFILE:               Para explorar o potencial de movimento e deixar a publ...
24               Os tipos mais usados por grandes designers são: Univers, Times, Garamond,Futura, Helvética, Gill Sans E C...
25                 Figura 17: Exemplo de capitularCor                 As cores usadas nas edições mensais da revista serão...
26profissionais desenvolveram vocabulários baseados em cores, por tantos motivos as coresusadas na revista serão escolhida...
27e passam credibilidade; e as circunstanciais, que são as que não merecem tanto destaque epodem ser de tamanho bem pequen...
282.3 Margens, grid (colunas e grades), Box e fios, templates/layoutMargens              Contribuem ativamente e sublimina...
29manuseáveis, onde as relações de escala e distribuição entre os elementoss informativos(imagens e palavras) ajudam o obs...
30               Segundo White (20060, a essência do design de impressos é a repetição rítmicanas páginas em relação às ed...
31             Figura 22: Exemplo de box e fiosTemplates/ layout             Segundo Canha (2012),                      os...
32              Figura 24: Exemplo dos elementos distribuídos no layout2.4 Programas utilizados para desenvolvimento do pr...
333 APRESENTAÇAO DO PROTÓTIPO                O resultado final é o protótipo da revista apresentada: O CINÉFILO. Esseprotó...
34                                 CONSIDERAÇÕES FINAIS               Depois de muito pesquisar e trabalhar, chegamos à co...
35                                   REFERÊNCIASFUENTES, Rodolfo. A prática do design gráfico – uma metodologia criativa. ...
36ANEXOS
37                    ANEXO A – Fontes das imagens utilizadas na revistaImagem 1: http://www.not1.xpg.com.br/wp-content/up...
38Imagem 18: http://www.santaritahoje.com.br/1/wp-content/uploads/2012/07/Vingador-do-Futuro-14Mai2012-01.jpg 19/11/12Imag...
39Imagem 33:http://www.theplace2.ru/archive/morgan_freeman/img/Morgan_Freeman_Golde.jpg 04/10/12Imagem 34: http://www.not1...
40Imagem 51: http://2.bp.blogspot.com/-uO6723ee98w/T8zeBThd7DI/AAAAAAAAAyQ/N7aXJmQEOxA/s1600/de-volta-para-o-futuro-2-1.jp...
41Imagem 70: http://blogs-images.forbes.com/johngaudiosi/files/2012/06/brave1.jpeg 06/10/12Imagem 71: http://1080hdwallpap...
42Imagem 90: http://cinema10.com.br/filme/2016-obamas-america 08/10/12Imagem 91: http://cinema10.com.br/filme/zarafa 08/10...
43                    ANEXO B – Fontes dos textos utilizados na revistaTexto 1: http://www.cinefiloeu.com/2008/06/53-um-co...
44Texto 26: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-132874/ 26/10/12Texto 27: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-1281...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Monografia final edi caires

720 visualizações

Publicada em

Parte teórica da monografia

Publicada em: Design
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
720
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
6
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Monografia final edi caires

  1. 1. FAIMI/UNIESPUNIÃO NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR PRIVADAS EDILÉSIO CAIRES DE SOUZA PROJETO GRÁFICO PARA CRIAÇÃO DE REVISTA SOBRE CINEMA MIRASSOL/SP 2012
  2. 2. 1 EDILÉSIO CAIRES DE SOUZAPROJETO GRÁFICO PARA CRIAÇÃO DE REVISTA SOBRE CINEMA Trabalho de Graduação apresentado ao Curso de Design da FAIMI/UNIESP – União Nacional das Instituições de Ensino Superior Privadas, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Design. Orientadora: Prof.ª Dr.ª Maria Teresa Martins MIRASSOL/SP 2012
  3. 3. 2 EDILÉSIO CAIRES DE SOUZA PROJETO GRÁFICO PARA CRIAÇÃO DE REVISTA SOBRE CINEMA Trabalho de Graduação apresentado ao Curso de Design da FAIMI/UNIESP – União Nacional das Instituições de Ensino Superior Privadas, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Design.Aprovado em / / . Orientadora: - FAIMI/UNIESP Examinador(a): - FAIMI/UNIESP Examinador(a): - FAIMI/UNIESP
  4. 4. 3Agradeço a Deus em primeiro lugar, a minhafamília, minha esposa Polyana, meus filhos,Eduardo e Davi, que durante tantas horas quepassei pesquisando e desenvolvendo o trabalhomonográfico me ajudaram. Agradeço meu paiOdécio e minha mãe Maria Candida Caires deSouza que amou muito e cuidou de mim emeus irmãos com muito carinho e nos deixouem 1992, espero que esteja orgulhosa.Agradeço a todos os professores que durantetodo o curso me orientaram e passaramconhecimento.Agradeço a minha orientadora Maria TeresaMartins, que apaixonada por cinema,contribuiu muito para que esse trabalho fosserealizado.
  5. 5. 4Dedico este trabalho para meus filhos Eduardoe Davi, que eles tenham em mim o exemploque estudar e se formar contribui muito para aformação profissional e ética, espero podersempre ajudá-los, amo vocês!
  6. 6. 5 RESUMOO objetivo deste estudo é usar metodologias e ferramentas de design gráfico absorvidasdurante o curso de Bacharel em Design Gráfico por esta Instituição para criação de um projetográfico de diagramação de um protótipo de revista com o tema cinema, cujo público alvo écomposto por fãs de cinema em geral. A relevância deste estudo é também o desenvolvimentode um trabalho de criação além do que foi aprendido durante o curso, estimulando a pesquisaem livros e materiais sobre o assunto e aprendizado de softwares para criação do projetográfico. Na escolha do tema, foram pesquisadas revistas existentes no mercado e constatou-seque existem poucas especializadas em cinema no Brasil atualmente, o que justifica a propostaaqui apresentada.Palavras-chave: Diagramação de revista. Projeto gráfico. Revista de cinema. RESUMEN
  7. 7. 6El objetivo de este estúdio es el uso de metodologias y herramientas de diseño gráficoaprendidas durante el curso de licenciatura en Diseño Gráfico para crear un protótipo derevista con el tema de Cinema, cuyo público lector está formado por aficionados del cine engeneral. La relevância de este estudio es desarrolar un trabajo creativo más allá de lo que seaprendió durante el curso, fomentado por la investigación en libros y materiales sobre el temay el software de aprendizaje para la creación del diseño gráfico. En la elección del tema, sehizo una breve investigación de revistras especializadas en cine en el mercado y se encontróque hay pocos títulos especializados em Brasil en la actualidad, lo que justifica la propuestaque aqui se presenta.Palabras clave: Diseño de revista. Diseño gráfico. Revista de cine. LISTA DE ILUSTRAÇÕES
  8. 8. 7 PáginasFigura 01: Exemplo de página aberta 15Figura 02: Exemplo de página dupla não plana 15Figura 03: Exemplo de capa 16Figura 04: Exemplo de que a revista é maleável e dobrável 16Figura 05: Exemplo de trunfos nos lugares certos 17Figura 06: Exemplo de áreas valorizadas 17Figura 07: Exemplo de áreas menos valorizadas 18Figura 08: Exemplo de leitura na horizontal 18Figura 09: Exemplo de páginas esquerda e direita 19Figura 10: Exemplo de editorial e anúncio 19Figura 11: Exemplo de como trabalhar de cima para baixo 20Figura 12: Exemplo de indução 21Figura 13: Exemplo de como atrair a atenção 22Figura 14: Exemplo de espaço 23Figura 15: Exemplo de desfile 23Figura 16: Exemplo de entretítulo 24Figura 17: Exemplo de capitular 25Figura 18: Exemplo de imagem 27Figura 19: Exemplo de infografia 28Figura 20: Exemplo de margem 28Figura 21: Exemplo de grid 31Figura 22: Exemplo de Box e fios 31Figura 23: Exemplo de layout 32Figura 24: Exemplo de elementos distribuídos no layout 32 SUMÁRIO
  9. 9. 8 PáginasINTRODUÇÃO ..................................................................................................................... 091 A ELABORAÇÃO EDITORIAL ........................................................ ................ ..........10 1.1 Por que criar o projeto gráfico de uma revista? ..................................................... 10 1.2 Tema da revista: Cinema........................................................................................ 10 1.3 O nome, público alvo, concorrentes................................................................... ...11 1.4 As seções escolhidas e quais assuntos de cinema abordam ................................... 122 METODOLOGIA E CRIAÇÃO DO PROJETO GRÁFICO .......................................... 14 2.1 Rápida abordagem sobre a elaboração da publicação ............................................ 14 2.2 Tipologia, entretítulo, capitular, cor, sinais gráficos, imagens e infográficos 23 2.3 Margens, grid (colunas e grades), Box e fios, templates/layout ............................ 28 2.4 Programas utilizados para criação do projeto gráfico ............................................ 323 APRESENTAÇÃO DO PROTÓTIPO ............................................................................ 33CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................................. 34REFERÊNCIAS ..................................................................................................................... 35ANEXOS ................................................................................................................................ 36 INTRODUÇÃO
  10. 10. 9 O trabalho monográfico apresentará todo o processo de criação de uma revista,separada em duas etapas: a parte editorial e a parte gráfica. Na parte editorial, tivemos queescolher o tema, que será cinema, os nomes das seções e variados assuntos do mundo docinema, quais textos e imagens seriam utilizados para compor as matérias. Já na parte gráfica,criamos primeiramente um boneco e uma miniatura da revista em folha tamanho A3 parapodermos navegar nas páginas através desse mapa. Depois de feita toda a diagramação nopapel, fomos para o computador fazer a diagramação no programa Adobe InDesign CS6.Para criação dos sinais gráficos, utilizamos o programa Adobe Illustrator CS6 e algumasvezes foi utilizado o programa Adobe Photoshop CS6. Todos os elementos que compõem o layout , foram dispostos na página atravésde estudos feitos no livro Edição e Design (WHITE, 2006) e seus tópicos foram reforçadospor outros livros contidos na bibliografia. O resultado foi a publicação de uma revistaespecializada em cinema com 44 páginas feitas com assuntos atuais. Todo o trabalho foi distribuído em três capítulos. No capítulo I, abordamos aimportância de se criar um projeto gráfico de revista, porque escolher o tema cinema, seupúblico alvo, concorrentes, quais seções fariam parte da publicação e os assuntos de cinema.A partir daí, cada filme, imagem, reportagem foram escolhidos através de pesquisa feita pelainternet, buscando sempre matérias interessantes. No capítulo II, mostramos através de imagens as peças que fazem parte de umlayout, e como cada uma funciona dentro de uma página: tipologia, entretítulo, capitular, cor,sinais gráficos, imagens, infográficos, margens, grid, Box, fios, templates e layout. Tambémforam apresentados os programas utilizados para criação do projeto. No capítulo III apresentamos a revista pronta e impressa. Geralmente, em grandes editoras, o conteúdo do capítulo I seria feito peloeditor e sua equipe e o capítulo II feito pelo designer e sua equipe, diagramador, designergráfico, ilustrador etc.1 A ELABORAÇÃO EDITORIAL
  11. 11. 10 Neste capítulo, serão discutidas as razões e motivações que levaram à escolhado tema principal deste trabalho monográfico, ou seja, estudo do projeto de diagramação deuma revista dedicada ao cinema.1.1 Por que criar o projeto gráfico de uma revista? O principal motivo para a escolha deste tema foi o de poder trabalhar comvárias ferramentas (softwares) para a criação, fazendo assim com que se aprenda mais sobrecada um deles já que nem sempre é possível ter a oportunidade de fazer estágios em agênciasde publicidade e design e também colocar em prática muito do que é ensinado pelosprofessores durante a graduação para conseguir fazer com que este projeto tenha em suaessência não apenas beleza, mas também uma forte fundamentação teórica que foi reforçadaatravés dos livros lidos para realização deste.1.2 Tema da revista: Cinema A escolha do tema “Cinema” foi feita para trabalhar como se a revista fosseexistir de verdade e atender o mercado, já que hoje este tipo de revista está em falta nasbancas. Isso foi constatado a partir de uma pesquisa na internet e em bancas de revistas sobreos títulos disponíveis no mercado. De acordo com Heffner (2012), O Brasil conhece publicações textuais seriadas sobre cinema desde fins do século XIX. Com raras exceções, as mais estáveis sempre estiveram atreladas ao processo de comercialização de filmes. No início atuavam como instrumento publicitário direto dos setores de exibição e distribuição. Com o tempo, esta função pareceu se diluir em projetos editoriais mais “independentes”, com caráter mais “jornalístico”, ou ainda em ondas de “nostalgia” por um passado perdido do cinema. A grande maioria dos periódicos cinematográficos brasileiros, querendo cumprir uma função mais propriamente jornalística, crítica e mesmo política junto ao mercado e mais amplamente junto à sociedade, nunca alcançou maior estabilidade editorial, salvo também raríssimas exceções. Quase sempre iniciativas não empresariais, ligadas a determinados indivíduos, instituições ou pequenos grupos, demonstraram escasso fôlego financeiro, circulação deficiente e resposta mínima do público. Muitas cumpriram um papel prioritariamente
  12. 12. 11 ideológico, atuando nas lutas internas do meio cinematográfico. O mesmo autor ressalta ainda que a primeira “revista de cinema” de que se temnotícia no Brasil surgiu em 1898 com o nome de Animatographo. Era o órgão de divulgaçãoda sala de exibição do Salão de Novidades Paris no Rio, pertencente ao empresário PaschoalSegreto, primeiro produtor cinematográfico do país.1.3 O nome, público alvo, concorrentes O cinéfilo. Muito simples e com mensagem direta aos fãs de cinema, já que osmesmos são chamados de cinéfilos. O processo de nomeação, do ponto de vista da semiótica,(SANTAELA, 2004, pode ser explicado como o momento em que poderíamos parar no tempoe não pensar em mais nada ao olhar pela primeira vez um objeto, pois se pensarmos jáavançamos no tempo e o tempo em que paramos já seria passado. Nesse instante desentimento puro, temos a primeiridade. O nome O cinéfilo busca uma associação com o próprio fã que passa pelabanca e olha a revista. Dessa identificação instantânea, partimos para a secundidade, em queagora existe um mundo real e pensável onde o cotidiano e as experiências da vida falam maisalto, as experiências diretas. Como a revista é nova, isso vai ter que ser muito bem construídoatravés de um todo que a revista possa proporcionar ao leitor. A terceiridade une a primeiridade e a secundidade, formando a tricotomiapierciana e correspondendo à camada de inteligibilidade, ou pensamentos em signos atravésda qual representamos e interpretamos o mundo. Nesta medida, o simples fato de olhar já estácarregado de interpretação, visto que é sempre o resultado de uma elaboração cognitiva, frutode uma mediação sígnica que possibilita o reconhecimento através do que o signo permite. Como o próprio nome diz, o público-alvo são os fãs de cinema que amam estaracompanhando tudo que acontece e saber de tudo que já aconteceu no cinema. Dentro dacategoria fã, existem muitas vertentes também, pois o mundo do cinema é muito variado emcategorias de filmes. Podemos dizer, então, que o fã é aquele também que comprou a revistaporque ela tem seu filme favorito na capa e daí entra o conjunto editorial aliado ao design quepode fisgar esse fã para ser um assinante ou que possa comprar sempre a revista. Tudo dentro dela comunica cinema, seja no passado, presente ou futuro.Podendo assim ser um valioso item de colecionador já que aborda filmes clássicos, porexemplo.
  13. 13. 12 Uma breve análise de mercado nos indica que hoje existem apenas revistaseletrônicas, sites e blogs de cinema ou grandes revistas de variedades com seções sobrecinema como, por exemplo, a revista Bravo da Editora Abril. Não existe hoje uma revista deuma grande editora em circulação no Brasil que trate exclusivamente de cinema. SET foi arevista mais famosa de cinema feita no Brasil, sua primeira edição foi julho de 1987 e até1998 foi publicada pela Editora Azul, uma filial da Editora Abril. Entre 1998 e 1999 foipublicada diretamente pela Editora Abril e ainda em 1999 passou a ser um título da EditoraPeixes. Em 2009 chegou a ter seu cancelamento anunciado por problemas financeiros naEditora Peixes, mas conseguiu se manter através da equipe do caderno de cultura do Jornal doBrasil e Companhia Brasileira de Multimídia, levando à troca completa de sua equipe, essafase durou apenas três edições, e a revista foi vendida para Editora Aver, que teve mais cincoedições, a última em Novembro de 2010, SET tinha uma tiragem mensal de 50.000exemplares.1.4 As seções escolhidas e quais assuntos de cinema abordam Nesta etapa do projeto editorial, procuramos abordar temas que falam dopresente, do passado e do futuro do cinema. Sendo assim, propomos as seguintes seções:  Clássicos: aborda filmes de grande importância para o cinema.  Diretores: Matérias especiais com grandes diretores de cinema.  Calçada da fama: um grande ator ou atriz é entrevistado e apresenta-se uma lista com seus principais trabalhos.  Festivais: mostra os principais festivais de cinema no mundo.  Críticas: profissionais de várias áreas analisam alguns filmes.  Trilogias: grandes trilogias do cinema são homenageadas em cada edição.  História do cinema: conta histórias de como começou, sua evolução e curiosidades.  Cinema brasil: mostra o que está acontecendo no Brasil.  Cinema Independente: em cada edição será apresentado o cinema de um país diferente.  Tecnologia: explora os recursos usados hoje e que estão mudando o jeito de se fazer cinema, animações e desenhos.
  14. 14. 13  Videoarte: Vídeos feitos por artistas, profissionais e fãs de cinema.  Cinema hoje: mostra o que está em cartaz atualmente.  Remakes: aborda filmes que foram regravados.  Novidades: o que está sendo produzido e logo será lançado.  Top 10: os 10 filmes mais vistos nos cinemas do Brasil e dos Estados Unidos. No capítulo seguinte, abordaremos a metodologia empregada na elaboração darevista.
  15. 15. 142 METODOLOGIA E CRIAÇÃO DO PROJETO GRÁFICO Neste capítulo, será abordada a fundamentação e os conceitos utilizados pararealização do projeto, em relação a tudo que foi criado: nome, logotipo, etc. As reflexões aquiapresentadas baseiam-se no estudo de White (2006), sobre design e diagramação. Segundo White (2006), a elaboração da publicação encara o produto como umobjeto-a-ser-vendido e se preocupa com as características gerais, a atração do leitor, apersonalidade e como contar a história é a técnica de comunicar uma mensagem específica nocontexto desse objeto-a-ser-vendido. Normalmente este projeto é feito por editor e designer, e este livro apresentaalguns resultados de uma vida tentando entender técnicas fundamentais para o funcionamentoda equipe. A maior parte deste projeto gráfico de revista é inspirada no livro Edição eDesign, cujo autor foi quem orientou a Editora Abril a fazer revistas e sido referência emvárias partes do mundo através do próprio livro e palestras. Em alguns casos abordarei conceitos de semiótica e gestalt para enriquecermais o projeto.2.1 Rápida abordagem sobre a elaboração da publicação O tamanho da página influi no que as pessoas veem e no número de takes queelas fazem para olhá-la. Uma página grande de jornal é examinada em vários takes enquanto arevista aberta pode ser absorvida em só take.1 A página isolada não é uma unidade sozinha, mas parte de uma página duplaaberta.1 Todas as imagens utilizadas para ilustrar as partes deste capítulo fazem parte das etapas do próprio trabalho de elaboração da revista, objeto de pesquisa deste trabalho monográfico.
  16. 16. 15 Figura 1. Exemplo de página dupla aberta A página dupla não é plana, como, por exemplo, uma imagem na tela domonitor, temos que tomar cuidado com essa falsa planura, é uma armadilha. Figura 2: Exemplo de página dupla não plana Alguma coisa na capa desperta a curiosidade, os leitores devem percebê-la paradescobrir mais, consultar o sumário e folhear a revista até encontrar o que procuram.
  17. 17. 16 Figura 3: Exemplo de capa O objeto é maleável e dobrado, preso pela lombada que faz com que as partesinternas da página fiquem escondidas até que alguém decida abri-la totalmente e o que ele virnas metades externas o motivará a fazer isso. Figura 4: Exemplo de que a revista é maleável e dobrável Colocar o melhor trunfo nos lugares onde quem dá uma rápida espiada possaver, ou seja, o lado de fora: imagens mais fascinantes, palavras mais provocativas e nunca naparte interior que fica escondida.
  18. 18. 17 Figura 5: Exemplo de trunfos nos lugares certos As áreas mais valorizadas da página dupla são a parte superior esquerda edireita, onde as pessoas mais olham. Figura 6: Exemplo de áreas valorizadas A parte menos importante de uma página dupla é o rodapé da página.
  19. 19. 18 Figura 7: Exemplo de área menos importante Os leitores concentram-se na parte superior quando estão examinando umarevista. Ao folhearem as páginas, fixam o olhar na parte de cima e movem os olhoshorizontalmente, porque é mais rápido e dá menos trabalho e por isso a disposição lógica dosmenus de opções é feita na horizontal ao longo do alto da página fazendo com que asinformações fiquem penduradas. Figura 8: Exemplo de leitura na horizontal As páginas esquerdas devem ser dispostas de modo diferente das páginasdireitas para aproveitar ao máximo as áreas onde os leitores concentram mais o olhar, ou seja,a parte superior externa de cada lado.
  20. 20. 19 Figura 9: Exemplo de páginas esquerda e direita Os anunciantes preferem as páginas direitas, pois quem segura a revista namaioria das vezes o faz com a mão esquerda enquanto a mão direita segura firme o ladodireito da revista e o lado esquerdo fica solto. Também quando uma revista está em cima dealgum lugar plano, o lado direito que é mais pesado fica parado enquanto o esquerdo pode selevantar por ser mais leve.12341 Páginas esquerdas são ideais como espaço editorial, a preferência dosanunciantes pelas direitas favorece o lado editorial na esquerda onde temos que mostrarnossos melhores trunfos e fotos na extrema esquerda Figura 10: Exemplo de editorial e anúncio
  21. 21. 20 O posicionamento rítmico cria expectativa e acumula força, não podemosdeixar que a localização dos anúncios dite o ritmo. Leitores detestam ter que saltar páginaspara continuar a leitura. Optamos por trabalhar de cima para baixo e não de baixo para cima. Por seruma corrente visual, o alto da página precisa ser controlado e deixar cair o final naturalmente,mesmo que sobre espaço lá. Figura 11: Exemplo de como trabalhar de cima para baixo De acordo com a sistemática apresentada por White (2006), o trabalho dediagramação de uma revista envolve vários aspectos importantes aos quais o designer deve seatentar. Entre esses aspectos, selecionamos para este trabalho monográfico aqueles maisrelevantes levando em consideração o tipo de publicação que aqui propomos. Passamos, na sequência, a apresentá-los, sempre usando como exemplosilustrativos imagens da própria revista que estamos projetando.INDUÇÃO: Devido às pessoas resistirem a se envolver com a publicação, já que vivemapressadas, devemos editar em duas pistas. Pista rápida, quando o valor das mensagens émostrado no primeiro olhar e pista lenta, quando a mensagem é mais aprofundada. E para aspáginas não serem puladas e caírem no esquecimento existe a necessidade de incluir ganchos,
  22. 22. 21anzóis, ciladas, armadilhas, vitrines e quanto mais desses recursos houver será melhor paraatrair a atenção de quem folheia a revista. (WHITE, 2006, p.09) Para explorar a exposição, os títulos são insuperáveis. São eles quempromovem a venda e costumeiramente os títulos são escritos por último, quando os editores jáestão cansados e com pressa de terminar. O título é o elemento da vitrine mais importante edeve ter um verbo de ação para quem escreve pensar em resultados, incluir a palavra VOCÊpara a matéria ser moldada ao leitor. Dentro de uma sequência de quatro itens, o leitor é fisgado para dentro damatéria. 1 3 4 2 Figura 12: Exemplo de indução 1 A imagem atrai atenção 2 O título realça a ideia 3 No texto estão os detalhes 4 Cupom ou endereço eletrônico Para a publicação ser mais fluída, temos que facilitar a navegação do leitor,oferecer a ele um caminho rápido, prático e dinâmico para que ele não fique confuso nementediado. Transformar informações em gráficos torna mais fácil a compreensão, colocar aimagem sobre o texto traz o leitor para dentro, ao colocar imagens, as mesmas sempre devemter legendas para que o leitor possa lê-las e entrar ainda mais na matéria. Para agilizar aleitura, as legendas devem estar perto da imagem para que o leitor não tenha o trabalho deprocurá-las.
  23. 23. 22 Além disso, toda matéria deve ter uma porta de entrada receptiva para atrair aatenção de quem ainda não está envolvido. Pode ser verbal, pictória ou diagramática. Blocoscurtos atraem mais do que longos textos. Figura 13: Exemplo de como atrair a atenção As barras laterais fragmentam o material de apoio. O subtítulo pode ser maislongo para definir diversas partes do texto e quem folhear a revista além do título e do olho jávai saber mais sobre a matéria. A publicação deve ser uma fonte de referência útil comendereços, datas e horários para ter mais valor ao ser lida, sendo assim guardada como fontede conhecimento.O ESPAÇO: É cinético, plástico e fluente e corre da esquerda para a direita e para a páginaseguinte. Um pouco de espaço vazio ajuda, pois não é relevante colocar muitas informaçõesnum pequeno espaço e elas ficarem pesadas. O que importa mesmo é o que salta da páginapara a cabeça do leitor. A primeira vista por cima é vital, nela é passado o conceito de utilidade, onde oespaço entra em jogo, mostrando-se bem utilizado e atendendo às expectativas, esclarecendoos leitores e aumentando o impacto da publicação. Sempre pensando horizontalmente, dedupla página em dupla página a publicação deve ter um fluxo contínuo de espaço.
  24. 24. 23 Figura 14: Exemplo de espaçoDESFILE: Para explorar o potencial de movimento e deixar a publicação mais viva, temosque pensar na horizontal, pois a página não é isolada, mas sim um fluxo consecutivo. O modopelo qual os leitores reagem à página é afetado pela memória do que acabaram de ler, temosassim que dar ritmo ao produto e incluir surpresas. Figura 15: Exemplo de desfile2.2 Tipologia, entretítulo, capitular, cor, sinais gráficos, imagens e infografia Segundo Fuentes (2006), a tipografia cumpre funções claramente diferenciadasentre os diversos componentes textuais. Ela não trata igualmente um título e um texto e nelesmarca diferenças e estabelece jogos visuais, estéticos e informativos: tipo, cor, opções dentrode uma família, o uso de maiúscula e minúscula, entreletra, entrelinha, sangria e etc. Não existem regras e o espaço tipográfico é muito fértil, cabendo ao designermanejar com liberdade, mas com respeito ao destinatário de seu trabalho.
  25. 25. 24 Os tipos mais usados por grandes designers são: Univers, Times, Garamond,Futura, Helvética, Gill Sans E Caslon, por serem clássicas e muito eficazes na comunicaçãocom o leitor, na revista foram usadas as famílias das fontes, Garamond, Times New Roman,Helvética e Bodoni. Em relação à revista, o leitor geralmente não olha o nome da fonte e sim a letraimpressa, se ela é comprida demais ou pequena demais. A melhor fonte de texto deve seraquela que é confortável para leitura fazendo com que o leitor nem note que está lendo.Pensando nisso, as fontes que serão usadas na revista serão de escolha conservadora.(WHITE, 2006)Entretítulo Figura 16: Exemplo de entretítulo A intenção do entretítulo é permitir que o leitor capte os elementos essenciaisda história logo na primeira olhada, já que este está destacado do texto, seja ele em bold,itálico, tamanho da fonte ou tipografia diferente. Ele sempre tem que ajudar na leitura, seralgo que chame a atenção do leitor e não um elemento que atrapalhe, que tire a atenção dotítulo ou não transmita a mensagem de forma destacada.Capitulares Existem dois tipos de capitulares. As destacadas, quando ficam assentadas naprimeira linha e seu corpo fica acima do texto; e as encaixadas, quando são encaixadas nobloco de texto. Elas têm a função sinalizar que algo importante está começando, além depoder substituir o entretítulo dando cor e personalidade gráfica ao texto.
  26. 26. 25 Figura 17: Exemplo de capitularCor As cores usadas nas edições mensais da revista serão temáticas, logo nãohaverá um padrão de cor, cada tema, filme, matéria terá a cor como continuação do que estásendo tratado. Segundo White (2006) a cor enquanto cor é uma matéria-prima neutra, assimcomo o espaço, a tipologia e as fotos, é preciso saber usá-la com habilidade, ela podemelhorar a imagem e ser agradável a vista, mas isso está longe de ser suficiente. A cor deveser reveladora para a mente, ter um sentido mais amplo associado ao significado e que seafine com ele. Essa utilidade prática é mais valiosa para o leitor do que a beleza das cores. Para que as ideias expressas por palavras sejam enfatizadas e fiquem expostas avisão no leiaute é necessário que a escrita/edição e o design se combinem num só processo epara usar a cor de modo funcional devemos: 1. Definir o impacto da mensagem. 2. Decidir o que é mais importante para o leitor. 3. Apresentar isso combinando palavras, imagens e espaço numa disposição feita de maneira lúcida, usando uma linguagem verbal/visual que os leitores possam entender e explorar a cor para tornar as ideias claras, vívidas e memorizáveis. Cada cor tem sua implicação psicológica que pode ser válida ou não, porquemuitos fatores afetam a maneira que as pessoas reagem a elas, tais como, nacionalidade,ambiente social, idade, classe econômica, estado de espírito além de que muitos grupos
  27. 27. 26profissionais desenvolveram vocabulários baseados em cores, por tantos motivos as coresusadas na revista serão escolhidas pela intenção de fazer parte do conjunto apresentado,alguns exemplos seriam: 1 A cor é um trunfo valioso e ajuda a levar o olho do leitor para aquilo que é importante. 2 Usar a cor com audácia, convicção, porque ela agrega valor a técnica de comunicação 3 Colocar a cor onde ela será vista, não deve ficar escondida, estando nas margens externas pode chamar a atenção do potencial leitor para dentro da publicação. 4 Enfatizar pontos principais, colocando parágrafos principais em cor diferente para destacá-los 5 Chamar a atenção do observador o que precisa ser percebido, como, oferta especial, número de telefone etc. 6 Comparar dois conjutos de dados, cada conjunto com uma cor ajuda o leitor a compreender melhor a informação 7 Fazer o texto parecer mais curto, separando, resumo, conclusão, biografia, faz com que a informação pareça menor pois está separada por cores diferentes.Sinais gráficos São elementos que servem de suporte para a navegação do leitor nas páginas darevista e precisam ser parte de um todo, onde cada peça se comunica com o tema da revista.São eles: logotipos, vinhetas de seção, numeração de páginas, indicadores de direção, etc.Sempre devem estar no mesmo lugar em todas a publicações para que o leitor se acostumecom a revista. Os sinais gráficos precisam ser visíveis, na folha do lado esquerdo precisamficar na extremidade esquerda e na folha do lado direito na extremidade direita. Precisamtambém comunicar o assunto da seção.Imagens As imagens são a primeira coisa que o leitor olha na revista, despertam emoçãoe introduzem o leitor na informação e devem ser usadas estrategicamente. Podem ser de climaemocional, quando o objetivo é causar impacto; informativas, quando têm aspecto documental
  28. 28. 27e passam credibilidade; e as circunstanciais, que são as que não merecem tanto destaque epodem ser de tamanho bem pequeno. Figura 18: Exemplo de imagemInfografia Segundo Hoffman (2012), os infográficos são usados para transmitir acomunicação através de uma mistura de dados, fotografia e ilustrações.Infografias ou infográficos são representações visuais da informação: gráficos usados sempreque a informação precisa ser explicada de forma mais dinâmica. A infografia surgiu da somade disciplinas que inclui o desenho arquitetônico, anatomia, gráficos estatísticos e cartografia.Podem transformar dados abstratos em um padrão reconhecível garantindo rápidacompreensão das informações. Figura 19: Exemplo de infografia
  29. 29. 282.3 Margens, grid (colunas e grades), Box e fios, templates/layoutMargens Contribuem ativamente e subliminarmente para que a publicação tenha umefeito padronizado criando nos espaços em branco conforto e regularidade, servindo tambémcomo moldura de fotos, definindo e enriquecendo aquilo que cerca. Ao mesmo tempo que arepetição página a página cria amarras entre as partes como um todo, a margem pode surgircomo uma surpresa quando quebrada atraindo assim a atenção do leitor para a história. Figura 20: Exemplo de margemGrid (colunas e grades) O Grid tipográfico segundo Samara, 2007 é um princípio organizador nodesign gráfico, é um princípio com raízes nas sociedades mais antigas do planeta onde levaruma vida com algum sentido e criar uma ordem compreensível são atividades que separam ohomem do animal e o pensamento estrutural mesmo antes de sua codificação no modernismoeuropeu e americano é um traço das culturas que lutam pela civilização, chineses, japoneses,gregos, romanos e incas seguiram ideias estruturais ao construir cidades, fazer guerras eorganizar imagens, muitas vezes a estrutura se baseava nos eixos que correspondiam àintersecção do céu e da terra. O grid estabelecido pelo modernismo reafirmou esse antigosenso de ordem, transformando-o em parte integrante do design. O grid tipográfico no sistemainternacional é um sistema de planejamento ortogonal que divide a informação em partes
  30. 30. 29manuseáveis, onde as relações de escala e distribuição entre os elementoss informativos(imagens e palavras) ajudam o observador a entender seu significado. A partir da revolução industrial na segunda metade do XVIII acontecerammuitas mudanças sociais e tecnológicas na civilização ocidental e também a resposta deartistas, filósofos e designers a elas. Com o avanço da igualdade social e no ensino público odesign passou a ter papel importante para tornar os bens mais desejáveis, tais mudançastambém causaram uma grande confusão estética. Influenciado pelo movimento De StijlWalter Groupius, ex-aluno de Peter Behrens retomou as atividades na famosa Escola de Artese Ofícios em 1919 remodelando a escola e criando a Staatliches Bauhaus, onde o racionalismoe o experimentalismo se tornaram ferramentas para construir a nova ordem social. Existem vários modelos de grids e cada problema de design requer umaestrutura diferente, por mais complexo que seja cada grid possui as mesmas partes básicas ecada parte desempenha uma função específica. Partes básicas de um grid: Colunas: São alinhamentos verticais que criam divisões horizontais entre asmargens. A quantidade de colunas é indeterminada, as veaszes tem largura igual ou diferente,correspondendo a informações específicas. Módulos: São unidades individuais de espaço separadas por intervalosregulares que, repetidas no formato da página, criam colunas e faixas horizontais. Margens: São espaços negativos entre o limite do formato e o conteúdo quecercam e definem a área viva onde ficarão os tipos e as imagens. As proporções das margensmerecem muita atenção, pois ajudam a estabelecer a tensão geral dentro da composição. Asmargens devem ser usadas para orientar o foco, repousar os olhos ou funcionar como áreapara informações secundárias. Guias horizontais (flowlines): São alinhamentos que quebram o espaço emfaixas horizontais elas ajudam a orientar os olhos no formato e podem ser usadas para criarnovos pontos de partida ou pausas para o texto ou a imagem. Zonas especiais: São grupos de módulos que, juntos, formam campos distintos.Cada campo pode receber uma função específica ao apresentar a informação; por exemplopode-se reservar um longo campo horizontal para imagens, e o campo abaixo dele pode serusado para uma série de colunas de texto. Marcadores: São indicadores de localização para textos secundários ouconstantes, como cabeçalhos, nomes de seções, fólios, ou qualquer outro elemento que ocupesempre a mesma posição em qualquer página.
  31. 31. 30 Segundo White (20060, a essência do design de impressos é a repetição rítmicanas páginas em relação às edições publicadas, dando assim ao leitor a capacidade de deduzir oque virá pela frente ao ler a revista. Mas este padrão não pode ser mais importante do que anotícia, pois ela não pode ser jogada dentro dos moldes das colunas apenas, deve haversutilezas superficiais que façam a diferença dando assim mais liberdade para a revista nãoficar engessada em um único molde. Alguns itens podem continuar iguais, como, tiposusados, cor da fonte e tamanho, mas cada artigo deve ter o seu padrão e deve exporvisualmente a estrutura que sustenta cada matéria. A revista ganhará em variedade de colunase grades e cada matéria terá sua própria comunicação. Foram escolhidos os grids de 2, 3, e 4colunas para a revista. Figura 21: Exemplo de gridBox e fios O Box serve para colocar algo importante dentro, torna as coisas mais vivas ericas. Destaca pontos importantes no alto da página e minimiza pontos sem importância no péda página, divide a história em camadas e convida o leitor a entrar, já que é um pequeno texto.Os fios podem ser usados em diferentes larguras e padrões servindo para organizar o espaço,articular limites como se fossem paredes e ajudam a definir elementos da página.
  32. 32. 31 Figura 22: Exemplo de box e fiosTemplates/ layout Segundo Canha (2012), os templates são layout s pré-definidos que ditam como o conteúdo vai ficar distribuído, onde ficará a margem e também a publicidade. Cada seção terá o seu layout particular que é a disposição das informações sobre a página, que será definido como template (modelo) para as próximas publicações. Figura 23: Exemplo de layout
  33. 33. 32 Figura 24: Exemplo dos elementos distribuídos no layout2.4 Programas utilizados para desenvolvimento do projeto gráfico Foram utilizados os programas Photoshop, InDesign e Illustrator da Suíte CS6da Adobe, para tratamento e edição de imagens, diagramação da revista e criação de sinaisgráficos respectivamente. Durante a graduação não tivemos aulas específicas sobre taisprogramas e esse motivo foi um dos principais para escolha do tema do trabalho monográfico,um incentivo a aprender, pesquisar, buscar tutoriais com aulas para o aprendizado eaprofundamento dos mesmos.
  34. 34. 333 APRESENTAÇAO DO PROTÓTIPO O resultado final é o protótipo da revista apresentada: O CINÉFILO. Esseprotótipo conta com 44 páginas feitas em tamanho A4 e, depois de apresentada à bancaexaminadora, será anexado ao trabalho monográfico. O motivo de mostrá-la separada foi depoder folheá-la como uma revista real, e ver os resultados obtidos através da aplicação dosconceitos apresentados nos capítulos I e II, podendo assim ser dobrada, folheada como umarevista real. O impacto visual não seria o mesmo se a revista não fosse impressa, osresultados são mais reveladores e surpreendentes quando o leitor pode segurar a publicação,diferentemente do layout apresentado na tela do computador. Pensar na horizontal, ver odesfile das matérias, o ritmo que revista tem, mesmo sendo folheada da esquerda para a direitaquanto da direita para esquerda. Procuramos sempre atrair a atenção dos leitores ao longo daspáginas, com detalhes que passam despercebidos, mas que contribuem para a leitura, parafacilitar ao máximo a navegação ao longo da publicação.
  35. 35. 34 CONSIDERAÇÕES FINAIS Depois de muito pesquisar e trabalhar, chegamos à conclusão de que o trabalhomonográfico contribuiu grandemente para o nosso crescimento, pois, além do uso prático dasferramentas utilizadas no processo, a experiência editorial ajudou a ver o outro lado doprocesso, o lado do editor. Muitas vezes o editor não tem um bom relacionamento com odesigner por não ter habilidades criativas e do outro lado o designer também não tem ashabilidades que o editor tem. Deste equilíbrio entre as partes, chegamos ao resultado de O CINÉFILO,lembrando que no mundo em que vivemos, com tanta velocidade, fazer um leitor parar e ler jáé um grande desafio e despertar a curiosidade, jogar armadilhas, usar ganchos, imagens emlugares certos, gritar ou sussurrar, entre outras coisas, faz com que o leitor seja fisgado pelapublicação e tenha toda sua atenção, sobre as ferramentas utilizadas, o programa InDesignatualmente está entre os melhores para criação de livros, revistas e jornais, ele facilita muito acriação de layouts e a edição de textos também. Poder criar um projeto completo, diagramar,escolher as imagens, textos, cores, fontes, sinais gráficos foi uma experiência muito difícil,não podíamos pensar em gostos pessoais, mas no público alvo, o que gostariam que tivesse alidentro das páginas e que tudo isso comunicasse cinema.
  36. 36. 35 REFERÊNCIASFUENTES, Rodolfo. A prática do design gráfico – uma metodologia criativa. São Paulo:Edições Rogari, 2006.HURLBURT, Allen. Layout: o design da página impressa. 1. ed. São Paulo: Nobel, 2002.MEGGS, Philip B & PURVIS, W. Alston. História do Design Gráfico. São Paulo: CosacNaify, 2009.SAMARA, Timoty. Grid: Construção e Desconstrução. São Paulo: Cosac Naify, 2007.SANTAELLA, Lúcia. Semiótica Aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.SELZNICK, Brian. A invenção de Hugo Cabret. São Paulo: Edições SM, 2007.WHITE, Jan V. Edição e Design. 2.ed. São Paulo: JSN Editora, 2006.
  37. 37. 36ANEXOS
  38. 38. 37 ANEXO A – Fontes das imagens utilizadas na revistaImagem 1: http://www.not1.xpg.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Filme-abraham-lincoln-Cacador-de-Vampiros-3-e1347300680451.jpg 04/10/12Imagem 3: http://afontegeek.files.wordpress.com/2012/09/o-palhaco-pbr.jpg 04/10/12Imagem 4: http://2.bp.blogspot.com/-_YbAa-ZYrLk/UIlwEL7gPhI/AAAAAAAAm4M/vUNys3iW7Kw/s1600/Morgan-Freeman.jpg04/10/12Imagem 5: http://galeri4.uludagsozluk.com/114/back-to-the-future-part-2_170992.jpg04/10/12Imagem 6: http://doidosporcinema.files.wordpress.com/2010/02/cinema-na-veia1.jpg26/11/12Imagem 7: http://www.reimaginecomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/05/casablanca.jpg 04/10/12Imagem 8: http://whatculture.com/wp-content/uploads/2012/07/quentin-tarantino.jpg 06/11/12Imagem 9: http://2.bp.blogspot.com/-_YbAa-ZYrLk/UIlwEL7gPhI/AAAAAAAAm4M/vUNys3iW7Kw/s1600/Morgan-Freeman.jpg04/10/12Imagem 10: http://blog.decolar.com/wp-content/uploads/2012/07/Festival-de-Cinema-de-Gramado-2012-2.jpg 04/10/12Imagem 11: http://jessyfogaca.files.wordpress.com/2012/03/v11.jpg 03/10/2012Imagem 12:http://www.cariboobrewing.com/wp-content/uploads/back-to-the-future-lloyd-michael-j-fox.jpeg 05/10/12Imagem 13: http://maniacosporfilme.files.wordpress.com/2012/03/a-invenc3a7c3a3o-de-hugo-cabret-10.jpg 05/10/12Imagem 14: http://24.media.tumblr.com/tumblr_ma23d0avni1rw0wmho1_1280.jpg 06/10/12Imagem 15: http://cinecartaz.publico.pt/Filme/266780_13-festa-do-cinema-frances 19/11/12Imagem 16: http://1.bp.blogspot.com/-741dmG-AeAM/T6hr5zDsG9I/AAAAAAAAAz4/6uJoOeAJxPY/s1600/Fan-made-poster-of-The-Avengers-the-avengers-2012-movie-25943325-1519-798.png 06/10/12Imagem 17: http://4.bp.blogspot.com/-jdvptvtVSbY/T_ceULFJ7AI/AAAAAAAAQtA/n0p1HAqkm9E/s1600/Amazing-Spider-Man-Promo-Images2.jpg 06/10/12
  39. 39. 38Imagem 18: http://www.santaritahoje.com.br/1/wp-content/uploads/2012/07/Vingador-do-Futuro-14Mai2012-01.jpg 19/11/12Imagem 19: http://cinema10.com.br/filme/o-hobbit 08/10/12Imagem 20: http://analiseindiscreta.wordpress.com/2010/04/08/um-corpo-que-cai/ 04/10/12Imagem 21: http://fakeline.wordpress.com/2010/05/26/um-corpo-que-cai/10/10/12Imagem 22: http://www.reimaginecomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/05/casablanca.jpgImagem 23: http://www.cineplayers.com/filme.php?id=376 10/10/12Imagem 24: http://4.bp.blogspot.com/-fD108CHMsM8/T_DhTk8o8II/AAAAAAAACYw/AvVdbueEeFg/s1600/The+Godfahter+3.jpg 04/10/12Imagem 25: http://4.bp.blogspot.com/-4wbjPGAZiqM/UDfs2L5XL6I/AAAAAAAAhy8/gtWYsY3tHVA/s1600/12.png 04/10/12Imagem 26:http://www.wallpaperbase.com/wallpapers/movie/2001aspaceodyssey/2001_a_space_odyssey_2.jpg 04/10/12Imagem 27:http://bizrevolution.typepad.com/bizrevolution/images/2008/06/22/post247521204133604.jpg04/10/12Imagem 28:http://br.web.img1.acsta.net/r_640_600/b_1_d6d6d6/medias/nmedia/18/92/43/12/20198860.jpg 04/10/12Imagem 29:http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TKigECSHEuI/AAAAAAAAAMw/_AyimCgR4lM/s1600/2001-uma-odisseia-no-espaco.jpg 04/10/12Imagem 30: http://whatculture.com/wp-content/uploads/2012/07/quentin-tarantino.jpg06/11/12Imagem 31: http://2.bp.blogspot.com/-_YbAa-ZYrLk/UIlwEL7gPhI/AAAAAAAAm4M/vUNys3iW7Kw/s1600/Morgan-Freeman.jpg04/10/12Imagem 32:http://www.releasedonkey.com/big/TVY1Qk1UVXhNalV4TmpJNU0xNUJNbDVCYW5CblhrRnRaVGN3TkRBNU9USXlOdw/picture-of-morgan-freeman-and-christian-bale-in-batman-begins-large-picture.jpg 04/10/12
  40. 40. 39Imagem 33:http://www.theplace2.ru/archive/morgan_freeman/img/Morgan_Freeman_Golde.jpg 04/10/12Imagem 34: http://www.not1.xpg.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Filme-abraham-lincoln-Cacador-de-Vampiros-3-e1347300680451.jpg 04/10/12Imagem 35: http://afontegeek.files.wordpress.com/2012/09/o-palhaco-pbr.jpg 04/10/12Imagem 36: http://blog.decolar.com/wp-content/uploads/2012/07/Festival-de-Cinema-de-Gramado-2012-2.jpg 04/10/12Imagem 37: http://festivaldegramado.net/2012/kikito/ 18/10/12Imagem 38: http://blog.animamundi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Cartaz-ANIMA-MUNDI-2012.jpg 04/10/12Imagem 39: http://jessyfogaca.files.wordpress.com/2012/03/v11.jpg 03/10/12Imagem 40: http://www.filmesdecinema.com.br/ator-audrey-tautou-1387/ 19/11/12Imagem 41: http://www.filmsfix.com/images/affiches/la-delicatesse-8.jpg 03/10/12Imagem 42: http://setimacena.com/wp-content/uploads/2012/05/cidade-de-deus-todos.jpg03/10/12Imagem 43: http://magiaeimagem.files.wordpress.com/2009/07/cidade-de-deus3.jpg 03/10/12Imagem 44: http://setimacena.com/wp-content/uploads/2012/05/cidade-de-deus-2.jpg03/10/12Imagem 45:file:///C:/Windows.old/Users/User/Documents/faculdade/tcc/materias%20da%20revista/criticas/03%20CIDADE%20DE%20DEUS.jpg 03/10/12Imagem 29: http://www.bardonerd.net/wp-content/uploads/2010/10/back-to-the-future-delorean-bttf-620x2501.jpg 22/09/12Imagem 46: http://postmania.org/filmes-dissecados-em-partes/ 15/09/12Imagem 47: http://2.bp.blogspot.com/-DpXAiPeTAWE/T8Y8Ok82VsI/AAAAAAAAmiw/Tj9wiF6r6wg/s1600/Michel-J-Fox-em-De-Volta-para-o-Futuro.jpg 04/10/12Imagem 48: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-448/ 14/09/12Imagem 49:http://www.cariboobrewing.com/wp-content/uploads/back-to-the-future-lloyd-michael-j-fox.jpeg 03/10/12Imagem 50: http://galeri4.uludagsozluk.com/114/back-to-the-future-part-2_170992.jpg04/10/12
  41. 41. 40Imagem 51: http://2.bp.blogspot.com/-uO6723ee98w/T8zeBThd7DI/AAAAAAAAAyQ/N7aXJmQEOxA/s1600/de-volta-para-o-futuro-2-1.jpg 04/10/12Imagem 52: http://www.caloni.com.br/cine/wp-content/uploads/De-Volta-Para-o-Futuro-Parte-III.jpg 04/10/12Imagem 53: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-29289/ 15/09Imagem 54: http://i2.listal.com/image/2237092/600full-back-to-the-future-part-iii-screenshot.jpg 15/09Imagem 55: http://boxonline.wordpress.com/2012/03/03/estudio-cria-3-posteres-do-filme-de-volta-para-o-futuro/ 14/09/12Imagem 56: http://cineminha.com.br/_img/_filmes_fotos/107954-3663_Hugo.jpg 05/10/12Imagem 57: http://imagens.inlivros.net/capas/a-invencao-de-hugo-cabret-brian-selznick.jpg05/10/12Imagem 59: http://www.ojovemescritor.com/2011/02/resenha-invencao-de-hugo-cabret.html21/10/12Imagem 60: http://4.bp.blogspot.com/-6foj4tb4mT4/UAGDOE5bHnI/AAAAAAAABAk/7E5nGpk1vaI/s1600/melies-georges-01-g.jpg 05/10/12Imagem 61: http://matracacultural.com.br/wp-content/uploads/2012/07/le_voyage_dans_la_lune.jpg 04/10/12Imagem 62: http://www.correiodopovo.com.br/blogs/cinecp/wp-content/uploads/2012/02/hugo.jpg 05/10/12Imagem 63: http://www.fandor.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/ben_kingsley_as_georges_melies_hugo_trailer_scorsese.png05/10/12Imagem 64: http://24.media.tumblr.com/tumblr_ma23d0avni1rw0wmho1_1280.jpg 06/10/12Imagem 65: http://multticlique.com.br/blog/?p=42826 06/10/12Imagem 66: http://cinecartaz.publico.pt/Filme/266780_13-festa-do-cinema-frances 19/11Imagem 67: http://1.bp.blogspot.com/-741dmG-AeAM/T6hr5zDsG9I/AAAAAAAAAz4/6uJoOeAJxPY/s1600/Fan-made-poster-of-The-Avengers-the-avengers-2012-movie-25943325-1519-798.png 06/10/12Imagem 68: http://portalcinema.blogspot.com.br/2012/04/critica-avengers-2012.html22/10/12Imagem 69: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-180343/ 22/10/12
  42. 42. 41Imagem 70: http://blogs-images.forbes.com/johngaudiosi/files/2012/06/brave1.jpeg 06/10/12Imagem 71: http://1080hdwallpaper.com/batman-the-dark-knight-rises-hd-wallpapers-1080-2/06/10/12Imagem 72: http://1.bp.blogspot.com/-Vq-DpnpxpSE/TrBQfjOcWHI/AAAAAAAAASg/nWMxNdEAk2U/s1600/TheDarkKnightRises_NewLogo.png 06/11/12Imagem 73: http://4.bp.blogspot.com/-jdvptvtVSbY/T_ceULFJ7AI/AAAAAAAAQtA/n0p1HAqkm9E/s1600/Amazing-Spider-Man-Promo-Images2.jpg 06/10/12Imagem 74: http://www.filmofilia.com/wp-content/uploads/2012/06/The-Amazing-Spider-Man.jpg 06/10/12Imagem 75: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-128188/ 26/10/12Imagem 76: http://3.bp.blogspot.com/-A0i51-48j_M/T88uBEUQ18I/AAAAAAAABZ4/TkrKMr_POR4/s1600/the-expendables-2-04.jpg06/10/12Imagem 77: http://blog.imagemfilmes.com.br/wp-content/uploads/2012/07/Poster-Os-Mercenarios-MODELO2-Large.jpg 16/09/12Imagem 78: http://www.santaritahoje.com.br/1/wp-content/uploads/2012/07/Vingador-do-Futuro-14Mai2012-01.jpg 19/11/12Imagem 79:http://elipseseplanos.files.wordpress.com/2012/08/o-vingador-do-futuro1.jpg 19/11/12Imagem 80: http://cinema.uol.com.br/ultnot/reuters/2012/08/16/apos-22-anos-do-lancamento-do-original-remake-de-o-vingador-do-futuro-reforca-a-acao.jhtm 19/11/12Imagem 81: http://cinema10.com.br/filme/the-frozen-ground 08/10/12Imagem 82: http://cinema10.com.br/filme/professor-peso-pesado 08/10/12Imagem 83: http://cinema10.com.br/filme/red-dawn 08/10/12Imagem 84: http://cinema10.com.br/filme/house-at-the-end-of-the-street 08/10/12Imagem 85: http://cinema10.com.br/filme/fire-with-fire 08/10/12Imagem 86: http://cinema10.com.br/filme/pitch-perfect 08/10 /12Imagem 87: http://cinema10.com.br/filme/diario-de-um-banana-3---dias-de-cao 08/1008/10/12Imagem 88: http://cinema10.com.br/filme/o-hobbit 08/10/12Imagem 89: http://cinema10.com.br/filme/open-road 08/10/12
  43. 43. 42Imagem 90: http://cinema10.com.br/filme/2016-obamas-america 08/10/12Imagem 91: http://cinema10.com.br/filme/zarafa 08/10/12Imagem 92: http://cinema10.com.br/filme/cidade-de-deus---10-anos-depois 08/10/12Imagem 93: http://cinema10.com.br/filme/a-vida-de-pi 08/10/12Imagem 94: http://cinema10.com.br/filme/a-ultima-estacao 08/10/12Imagem 95: http://cinema10.com.br/filme/about-cherry 08/10/12Imagem 96: http://fotos.noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2012/05/18/os-vingadores-em-numeros.htm#fotoNav=5 05/11/12Imagem 97: http://www.filmesdecinema.com.br/top-filmes/ 19/11/12Imagem 98: http://www.canaisdasky.com/canais-da-sky-sky-hd/canais-da-sky-sky-hd.jpg03/10/12Imagem 99: http://3.bp.blogspot.com/_u-ETboRH3kU/S6zq4t_yTkI/AAAAAAAAABY/eV2kEwXD3FU/s1600/Sky%2520prata%2520hdtv.jpg 03/10/12Imagem 100: http://www.maximidia.com.br/home/midia/noticias/2011/09/02/20110902Rede-Telecine-pede-pra-assistir/imageBinary/Telecine_logop.jpg 26/11/12Imagem 101:http://pipocamusical.files.wordpress.com/2011/05/telecine_logos_steroids.jpg?w=59526/11/12
  44. 44. 43 ANEXO B – Fontes dos textos utilizados na revistaTexto 1: http://www.cinefiloeu.com/2008/06/53-um-corpo-que-cai-vertigo-de-alfred.html10/10/12Texto 2: http://filmes-segunda-guerra.blogspot.com.br/2007/01/casablanca.html 10/10/12Texto 3: http://omelete.uol.com.br/cinema/o-poderoso-chefao/ 10/10/12Texto 4: http://cinecultclassic.blogspot.com.br/2010/09/paixao-de-joana-darc-1928-carl-t-dreyer.html?zx=cf1e8b0b293245c7 10/10/12Texto 5: http://www.webcine.com.br/filmessc/2001umao.htm 11/10/12Texto 6: http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-15570/ 05/11/12Texto 7: http://www.cinedica.com.br/Artista-Morgan-Freeman-185.php 16/10/12Texto 8: http://g1.globo.com/pop-arte/oscar/2013/noticia/2012/09/academia-marca-indicacao-ao-oscar-2013-para-o-dia-10-de-janeiro.html 18/10/12Texto 9: http://canalbrasil.globo.com/programas/gp-de-cinema/materias/confira-lista-completa-dos-vencedores.html 18/10/12Texto 10: http://festivaldegramado.net/2012/40-anos-de-historia/ 18/10/12Texto 11: http://festivaldegramado.net/2012/kikito/ 18/10/12Texto 12: http://canalfelipe.blogspot.com.br/2010/11/back-to-future.html 22/09/12Texto 13: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-448/ 14/09/12Texto 14: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-5247/ 15/09/12Texto 15: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-29289/ 15/09/12Texto 16: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/07/mis-traz-exposicao-inedita-e-interativa-sobre-georges-melies.html 19/10/12Texto 17: http://www.ojovemescritor.com/2011/02/resenha-invencao-de-hugo-cabret.html21/10 http://www.algosobre.com.br/biografias/georges-melies.html 19/10/12Texto 18: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-136181/criticas-adorocinema/ 19/10/12Texto 19: http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2012/07/novo-filme-de-walter-salles-chega-aos-cinemas-de-manaus.html 06/10/12Texto 20: http://multticlique.com.br/blog/?p=42826 06/10/12Texto 22: http://cinecartaz.publico.pt/Filme/266780_13-festa-do-cinema-frances 19/11/12Texto 23: http://portalcinema.blogspot.com.br/2012/04/critica-avengers-2012.html 22/10/12Texto 24: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-180343/ 22/10/12Texto 25: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-135528/ 06/10/12
  45. 45. 44Texto 26: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-132874/ 26/10/12Texto 27: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-128188/ 26/10/12Texto 28: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-186189/ 26/10/12Texto 29: http://cinema.uol.com.br/ultnot/reuters/2012/08/16/apos-22-anos-do-lancamento-do-original-remake-de-o-vingador-do-futuro-reforca-a-acao.jhtm 19/11/12

×