O uso da imagem nas aulas de História

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O uso da imagem nas aulas de história.

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O uso da imagem nas aulas de História

  1. 1. O USO DAS IMAGENS NAS AULAS DE HISTÓRIA MARCOS ANDRADE CARDOSO CACO I
  2. 2. SOCIEDADE IMAGÉTICA <ul><li>Os Parâmetros Curriculares Nacionais incorporam a leitura e análise de imagens como fator importante para o aprendizado de História. </li></ul><ul><li>“ Dominar procedimentos de pesquisa escolar e de produção de texto, aprendendo a observar e colher informações de diferentes paisagens e registros escritos, iconográficos, sonoros e materiais ”. </li></ul><ul><li>Parâmetros Curriculares Nacionais - Ensino Fundamental - p.43 </li></ul>
  3. 3. SOCIEDADE IMAGIMÉTICA <ul><li>O tempo que as crianças gastam assistindo televisão é 50% maior do que o tempo dedicado a qualquer outra atividade, tal como ajudar à família, brincar, fazer a lição de casa, ficar com os amigos ou ler. </li></ul><ul><li>(JORGE: 2004, 17). </li></ul>
  4. 4. SOCIEDADE IMAGIMÉTICA <ul><li>É certo que vivemos cada vez mais num universo midiático, permeado pelas imagens, num universo onde cada vez mais substituímos nossas experiências reais pelas representações dessas experiências. (...) A indústria cultural chega até a incorporar algumas experiências sociais, promovendo não raro, desdobramentos e repercussões: mas, depois, pelo seu próprio metabolismo de iconização e repetição infinita, a representação destrói, esvazia ou banaliza essas experiências. (...) Isto não significa que as representações suprimiram completamente nossas experiências, homogeneizando nossas reações ou inibindo nossas expectativas. Embora seja necessário reconhecer que nossas experiências e nossas práticas tenham se alterado drasticamente” </li></ul><ul><li>(SALIBA, 1987: 117 – 118). </li></ul>
  5. 6. SOCIEDADE IMAGIMÉTICA <ul><li>Boa parte dos alunos considera o texto muitas vezes desinteressante. </li></ul><ul><li>Depois de pesquisar e fazer entrevistas com alunos e docentes, Barros chegou à conclusão que os professores de História não tiveram, na sua formação no curso superior, disciplinas que os ensinassem a lidar com imagens na sala de aula. </li></ul><ul><li>Professor: Ricardo Barros. </li></ul><ul><li>Colégio Paulista - COPI </li></ul>
  6. 7. SOCIEDADE IMAGIMÉTICA <ul><li>Imagem de tropa alemã entrando em Praga, Tchecoslováquia. </li></ul><ul><li>Imagem de uma menina acompanhada de um adulto numa cidade inglesa destruída. </li></ul><ul><li>Imagem de tanques russos tombados. </li></ul><ul><li>Traição alemã. </li></ul><ul><li>Tal fato era eminente. </li></ul><ul><li>Analisar mais profundamente e problematizar seu conteúdo. </li></ul>
  7. 8. SOCIEDADE IMAGIMÉTICA <ul><li>Permitir aos alunos lê-las, compreendê-las e interpretá-las. </li></ul><ul><li>Reproduções das obras de Pedro Américo e Victor Meirelles, artistas referenciais da época do II Império brasileiro, que estão na base da construção de uma identidade nacional e que estão presentes na maioria dos livros didáticos de história do Ensino Fundamental. </li></ul>
  8. 9. SOCIEDADE IMAGIMÉTICA <ul><li>A importância deste trabalho se fundamenta na possibilidade de seus resultados se tornarem uma contribuição para a compreensão dos efeitos da utilização pelos professores de História de imagens em movimento em suas aulas, buscando estabelecer hipóteses de práticas em sala de aula que levem em consideração o universo das representações sociais dos alunos e de que maneira esse conjunto se altera diante desse trabalho educativo, cada vez mais necessário diante das mudanças sociais contemporâneas, entre elas o aumento do consumo de imagens em todas as esferas da vida social. Sendo assim, analisaremos o papel da imagem na construção do conhecimento histórico em sala de aula. </li></ul>
  9. 10. ARTE MEDIEVAL
  10. 11. Escola de Atenas - imagem do século XVI representa a Grécia Antiga, por meio de seus filosófos, como Plantão e Aristóteles, no centro
  11. 13. O mapa-múndi do veneziano Jerônimo Marini, de 1512
  12. 14. Caricatura anônima mostra o povo (este representava 98% da população francesa) carregando os outros dois estados.
  13. 20. Vitor Meirelles, Primeira Missa no Brasil ,1860                                                                     
  14. 22. MAPAS CONCEITUAIS <ul><li>O Mapa Conceitual é uma forma sintética de apresentar um determinado tema ou assunto utilizando apenas palavras-chave ligadas de forma lógica, hierarquicamente distribuídas e relacionadas em forma decrescente de importância, a partir de uma categoria ou conceito (Baldissera, 1994) e (Sperb, 1991). </li></ul><ul><li>O Mapa Conceitual tem a função de organizar logicamente um tema, destacando as relações significativas entre os conceitos. </li></ul><ul><li>A relação existente entre o Mapa Conceitual e o processo de conhecimento é muito grande. O aluno, ao definir o conceito fundamental a partir do qual ele vai organizar e desenvolver o seu mapa, apresenta um processo mental que transparente mas que deixa evidente a objetividade que foi necessária para definir o que é mais significativo, qual a idéia fundamental à qual todas as demais estão relacionadas. </li></ul><ul><li>O aluno, assim, demonstra que conseguiu interpretar o conteúdo trabalhado e como apreendeu as relações entre os conceitos. O mapa Conceitual é o produto do seu conhecimento. </li></ul>
  15. 23. COLONIALISMO SÉCULOS XV - XVI
  16. 24. NEOCOLONIALISMO SÉCULO XIX
  17. 25. NEOCOLONIALISMO SÉCULO XIX
  18. 31. www.cfh.ufsc.br/abho4sul/pdf/Fernando%20Sossai;%20Geovana%20Mendes.pdf http://en.scientificcommons.org/22023710

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