Lição 09 as limitação dos discipulos

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Lição 09 as limitação dos discipulos

  1. 1. 2º Trimestre de 2015 Lição 09 LIÇÃO Nº 9 – As Limitações dos Discípulos Igreja: IEAD-São Francisco do Guaporé-RO.Igreja: IEAD-São Francisco do Guaporé-RO. Pr. Pres. José Fabiano Gouveia.Pr. Pres. José Fabiano Gouveia. Professor: Pb. Edcarlos R. dos Santos.Professor: Pb. Edcarlos R. dos Santos.
  2. 2. TEXTO ÁUREO "E roguei aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam." (Lc 9.40) "E roguei aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam." (Lc 9.40)
  3. 3. VERDADE PRÁTICAVERDADE PRÁTICA Pb. Edcarlos Rodrigues.  Ao longo de seu ministério, Jesus foi seguido por homens simples, imperfeitos e limitados, mas jamais os descartou por isso.
  4. 4. OBJETIVO GERAL Despertar nos crentes o desejo de cultivar as verdadeiras virtudes cristãs. Pb. Edcarlos Rodrigues.
  5. 5. OBJETIVOSApós esta aula, o aluno deverá estar apto a: Destacar que a melhor maneira de encher-se de  fé é pela oração e conhecimento da Palavra de  Deus. Mostrar que o exclusivismo nada tem a ver com  o ensinamento de Jesus. Explicar o perigo de um coração avarento e suas  consequências. Estimular os crentes a perdoar uns aos outros Pb. Edcarlos Rodrigues.
  6. 6. Interagindo com o Professor Professor,  muitos  crentes  têm  uma  ideia  equivocada  sobre  as  pessoas  de  Deus  que  foram inspiradas pelo Espírito Santo, a fim  de  escreverem  textos  sagrados  que  hoje  norteiam  a  nossa  vida  e  são  tidos  por  nós  como  a  única  regra  de  fé  e  de  prática.  Referimo-nos aos apóstolos do Senhor.  Pb. Edcarlos Rodrigues.
  7. 7. A  lição  desta  semana  mostrará  que,  como  nós,  os  apóstolos  do  Senhor  eram  pessoas  falíveis  e  que  na  caminhada  cristã  não há lugar para fingirmos superioridades espirituais ou coisas semelhantes. Então,  procure  explicar  aos  alunos  que  a vida cristã é feita de atitudes espirituais, entretanto, humanas também. Pb. Edcarlos Rodrigues. Interagindo com o Professor
  8. 8. As  falhas  e  os  tropeços  não  podem  ser  encarados por nós como um erro sem perdão.  Nós corremos o risco de falharmos em nossa  missão por fraqueza ou fragilidade.  Todavia, a nossa fé tem de estar fincada no Evangelho para desbaratarmos todas as artimanhas da vida e do Inimigo das nossas almas. Por isso, a partir desta lição, os  seus  alunos  devem  sentir-se  encorajados  por  você  a  ter  uma  vida  de  fé,  de  oração  e  de  leitura da Palavra. Pb. Edcarlos Rodrigues. Interagindo com o Professor
  9. 9. Ponto Central Como seres humanos, somos  limitados e imperfeitos. Entretanto,  uma vez seguindo a JESUS, podemos  ter fé.  Pb. Edcarlos Rodrigues. 9
  10. 10. VISÃO PANORÂMICA Tropa de Elite Por ocasião da morte de Osama Bin Laden em 2011, o  mais  temido  terrorista  do  mundo  islâmico,  a revista Época trouxe uma extensa matéria sobre o assunto. Foi dado amplo destaque ao comando militar norte- americano denominado de SEALs  como  sendo  o  responsável  por  essa  proeza.  De acordo com o jornal inglês The Telegraph,  a  eliminação  do  terrorista  número  1  “foi uma intervenção cirúrgica, levada a cabo por um pequeno grupo treinado para evitar efeitos colaterais”. Pb. Edcarlos Rodrigues. 10
  11. 11. VISÃO PANORÂMICA Tropa de Elite O grupo, denominado de SEAL TEAM 6 da Marinha americana, é formado a partir de uma rigorosa seleção e é considerado como o mais bem treinado do mundo. Os seus componentes buscam a perfeição em seus treinamentos a fim de evitar cometerem erros quando são enviados em alguma missão. Pb. Edcarlos Rodrigues. 11
  12. 12. VISÃO PANORÂMICADe acordo com a revista Época: Os SEALs são super-soldados, treinados por dois  anos além do normal para fuzileiros navais e  mantidos pelo governo com um orçamento de  US$ 1 bilhão por ano. No treinamento, disparam 3 mil tiros por semana, mais do que os colegas de Forças Armadas disparam em um ano inteiro.  O nome é uma corruptela dos atributos especiais  da tropa: São capazes de realizar operações no  mar (“sea”, em inglês), no ar (“air”) e na terra  (“land”). Estima-se que existam hoje 2,5 mil  soldados SEAL em atividade.Pb. Edcarlos Rodrigues. 12
  13. 13. O exemplo brasileiro mais próximo  é  o  do  Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar  do  Rio,  o Bope,  consagrado  no  filme  Tropa  de  Elite. É bastante conhecida a filosofia que afirma que somente os mais aptos sobrevivem; que o  mercado  é  seletivo,  escolhendo  os  melhores  e  excluindo  os  piores.  Essa  é  a  lógica!  Como  seres  racionais  estamos  habituados  com  os  princípios  governados pela lógica formal.  Pb. Edcarlos Rodrigues. 13 VISÃO PANORÂMICA
  14. 14. A Lógica do Reino de Deus Todavia,  no  reino  de  Deus  as  coisas  nem  sempre  são assim. Muitas vezes essa “lógica do reino se apresenta totalmente invertida. Por exemplo: Quem não está disposto a perder também não ganha (Fp 3.7-8); Quem não dá também não recebe (At 20.35); Quem não perdoa também não é perdoado (Mt 6.13); Pb. Edcarlos Rodrigues. 14 VISÃO PANORÂMICA
  15. 15. A Lógica do Reino de Deus Quem não se humilha também não é exaltado (Lc 14.1); Quem busca primeiramente as coisas secundárias não receberá as primárias (Mt 6.33); Quem quiser ser o maior então deverá se tornar pequeno (Lc 22.26). Pb. Edcarlos Rodrigues. 15 VISÃO PANORÂMICA
  16. 16. VISÃO PANORÂMICA A Lógica do Reino de Deus  Isso pode ser visto com toda clareza no processo de  “seleção” feito por Deus.  Quem Ele escolhe? .  Pb. Edcarlos Rodrigues. 16
  17. 17. A Lógica do Reino de Deus  Mas Deus escolheu  as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; E Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes. E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis,  E as que não são para aniquilar as que são; para que  nenhuma carne se glorie perante ele.  Pb. Edcarlos Rodrigues. 17 VISÃO PANORÂMICA
  18. 18. VISÃO PANORÂMICA A Lógica do Reino de Deus   Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi  feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e  redenção; para que, como está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor” (1 Co 1.22-31). Pb. Edcarlos Rodrigues. 18
  19. 19. Aqui aparece uma lógica que parece não ter lógica  alguma! Paulo fala que Deus escolheu não os  melhores, mas escolheu as coisas loucas, fracas,  humildes, desprezíveis e que não são! Deus foi até ao lixão da humanidade e dali escolheu as suas escórias.  Por outro lado, a sabedoria de Deus transforma em tolo aquele que parecia sábio (w.19-22); transforma em fraco quem achava que  era forte (w. 22-25) e deu realeza a quem não possuía nenhuma (w. 26-29). Pb. Edcarlos Rodrigues. 19 VISÃO PANORÂMICA
  20. 20. Homens, não Deuses! Na  cultura  contemporânea  traços  dessa  mentalidade  judaica  e  grega  ainda  persistem  e  contaminaram  setores  do  cristianismo  institucional. Mas não são esses os princípios que apreendemos  do  cristianismo  primitivo.  Na  escolha  dos  discípulos  de  Jesus  não vemos o mérito sendo usado como critério de seleção.  Pelo  contrário,  vemos a graça de Deus lidando com as imperfeições.  Esses homens até mesmo falharam quando esperávamos que acertassem.Pb. Edcarlos Rodrigues. 20 VISÃO PANORÂMICA
  21. 21. Gostaríamos que os discípulos de Jesus fossem uma espécie de SEAL TEAM 6. E mais, por terem  aprendido  aos  pés  do  maior  Mestre  da  história  da  humanidade, pensamos que os mesmos chegaram à  perfeição.  Mas  não  é  isso  que  descobrimos  quando  lemos  os  Evangelhos.  As  narrativas  bíblicas  em  vez  de  apresentarem heróis, mostram homens rodeados de imperfeições e limitações.  Aprenderam  sim  com  o  Mestre  e  nunca  mais  foram  as  mesmas  pessoas, mas não deixaram de ser humanos. Pb. Edcarlos Rodrigues. 21 VISÃO PANORÂMICA
  22. 22. VISÃO PANORÂMICA Decepcionados ao Pé do Monte “E aconteceu, no dia seguinte, que, descendo eles  do  monte,  lhes  saiu  ao  encontro  uma  grande  multidão.  E  eis  que  um  homem  da  multidão  clamou, dizendo, Mestre, peço-te que olhes para  meu filho, porque é o único que eu tenho. Eis que  um  espírito  o  toma,  e  de  repente  clama,  e  o  despedaça até espumar; e só o larga depois de o  ter  quebrantado.  E roguei aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam” (Lc 9.37- 43). Pb. Edcarlos Rodrigues. 22
  23. 23. VISÃO PANORÂMICA Decepcionados ao Pé do Monte Eles foram derrotados diante de um possesso de  demônio. Um desesperado pai exclama: “Roguei a  teus  discípulos  que  o  expulsassem,  e  não  puderam!”  Não  é  que  eles  não  tentaram!  Tentaram, mas não puderam. Pb. Edcarlos Rodrigues. 23
  24. 24. VISÃO PANORÂMICA Decepcionados ao Pé do Monte E  por  que  não  puderam?  As  razões  podem  ser  muitas. Jesus os censurou denominando-os de “geração incrédula” (Lc 9.41). Eles  não  apenas  faziam  parte  de  uma  cultura  incrédula,  como  também  assimilaram  seus  valores.  Foram contaminados pela cultura ao seu redor!  Essa  “contaminação  cultural”  sempre  foi  um  perigo iminente para o povo de Deus. Pb. Edcarlos Rodrigues. 24
  25. 25. VISÃO PANORÂMICA Eles foram derrotados diante de um possesso de  demônio. Um desesperado pai exclama: “Roguei a  teus discípulos que o expulsassem, e não puderam!”  Não é que eles não tentaram! Tentaram, mas não  puderam Pb. Edcarlos Rodrigues. 25
  26. 26. INTRODUÇÃO Os discípulos de Cristo demonstraram, em certos momentos da vida, exclusivismo, egoísmo, imaturidade, bairrismo, etc. Eles erraram quando se esperava que acertassem (Lc 9.40,41).  Jesus censurou tais comportamentos e corrigiu o grupo, mas não abandonou os discípulos. Pb. Edcarlos Rodrigues.
  27. 27. INTRODUÇÃONesta lição, veremos como, em diferentes circunstâncias, os discípulos agiram de forma oposta àquilo que o Senhor lhes havia ensinado e como Jesus os conduziu à maneira certa de agir. Esses fatos demonstram que os seguidores de Cristo não eram super-homens, mas, sim, seres humanos que viviam suas limitações e, como tal, dependiam de Deus para superá-las. Pb. Edcarlos Rodrigues.
  28. 28. INTRODUÇÃO Esses exemplos servem para nos orientar em nossa jornada de fé a fim de que possamos cultivar as verdadeiras virtudes cristãs. Pb. Edcarlos Rodrigues.
  29. 29. I - LIDANDO COM A DÚVIDA 1. A oração e a fé. Logo após acalmar a tempestade no mar da Galileia, Jesus perguntou aos seus discípulos: "Onde está a vossa fé?" (Lc 8.25). Essa não foi a única vez que o Senhor censurou os discípulos por não demonstrarem a fé necessária em Deus. Quando viu a inoperância dos discípulos frente a um menino endemoninhado, Ele disse: "Ó geração incrédula e perversa! Até quando estarei ainda convosco e vos sofrerei?" (Lc 9.41). Pb. Edcarlos Rodrigues.
  30. 30. I - LIDANDO COM A DÚVIDA 1. A oração e a fé. Há algo em comum nestas passagens bíblicas - elas se relacionam com a vida devocional dos discípulos. A timidez mostrada durante a travessia do mar (Lc 8.25) e a falta de autoridade para expelir o demônio do garoto eram frutos de uma vida devocional pobre. Pouca oração, pouco poder! Nenhuma oração, nenhum poder! As passagens paralelas de Mateus e Marcos demonstram tal princípio (Mt 8.23-27; 17.14-20; Mc 4.35-41; 9.14-29). Pb. Edcarlos Rodrigues.
  31. 31. I - LIDANDO COM A DÚVIDA 2. A Palavra de Deus e a fé. Se a falta de oração traz incredulidade, por outro lado, a falta de conhecimento da Palavra de Deus produz efeito semelhante. É isso o que mostra a história dos dois discípulos no caminho de Emaús (Lc 24.13-35). No mesmo dia em que ressuscitou, o Senhor apareceu a dois deles quando se dirigiam para a aldeia de Emaús, cerca de 12 quilômetros de Jerusalém. Depois de dialogar com eles, Jesus percebeu o quanto eram incrédulos. Pb. Edcarlos Rodrigues.
  32. 32. I - LIDANDO COM A DÚVIDA 2. A Palavra de Deus e a fé. O Mestre reprovou a incredulidade dos discípulos e os chamou de néscios, isto é, desprovidos de conhecimento ou discernimento (Lc 24.25). Atualmente, também, muitos que se dizem discípulos, estão sem conhecimento, discernimento e fé no mover de Deus. Que o Senhor Jesus encha os nossos corações de fé para que possamos viver e pregar a sua Palavra. Pb. Edcarlos Rodrigues.
  33. 33. I - LIDANDO COM A DÚVIDA 2. A Palavra de Deus e a fé. O Mestre reprovou a incredulidade dos discípulos e os chamou de néscios, isto é, desprovidos de conhecimento ou discernimento (Lc 24.25). Atualmente, também, muitos que se dizem discípulos, estão sem conhecimento, discernimento e fé no mover de Deus. Que o Senhor Jesus encha os nossos corações de fé para que possamos viver e pregar a sua Palavra. Pb. Edcarlos Rodrigues.
  34. 34. II - LIDANDO COM A PRIMAZIA E O EXCLUSIVISMO . Lucas registra que "suscitou-se entre eles uma discussão sobre qual deles seria o maior. Mas Jesus,Mas Jesus, vendo o pensamento do coração deles, tomou umavendo o pensamento do coração deles, tomou uma criança, pô-la junto a si" (Lc 9.46,47).criança, pô-la junto a si" (Lc 9.46,47). Os discípulos precisavam de uma lição a respeito de humildade. O exemplo de Jesus ao tomar uma criança, foi excelente e, com certeza, eles puderam ver o quanto eram egoístas e ambiciosos. Pb. Edcarlos Rodrigues. 1. Evitando a primazia.
  35. 35. II - LIDANDO COM A PRIMAZIA E O EXCLUSIVISMO O adjetivo comparativo meizon, traduzido como "maior", nesse texto, mantém o sentido de "mais forte que". A ideia aqui é de primazia! Quem é o primeiro?Quem é o primeiro? Quem é o mais forte?Quem é o mais forte? Quem é o mais apto? Pensamentos assim não refletem a mente de Cristo, mas uma mente mundana e secularizada. Infelizmente, muitos problemas nas igrejas sãoInfelizmente, muitos problemas nas igrejas são causados porcausados por leigos e clérigosleigos e clérigos que querem exercerque querem exercer a primazia. Em Cristo Jesus, todos são iguais. Nãoa primazia. Em Cristo Jesus, todos são iguais. Não somos superiores ou inferiores a ninguém.somos superiores ou inferiores a ninguém. ". Pb. Edcarlos Rodrigues. 1. Evitando a primazia.
  36. 36. II - LIDANDO COM A PRIMAZIA E O EXCLUSIVISMO Jesus também combateu o exclusivismo que se revela através da mentalidade de um grupo fechado (Lc 9.49,50). A razão dada pelos apóstolos para barrarem a ação daquele homem foi que ele não fazia parte do grupo. Jesus mostra que o fato de expulsar osJesus mostra que o fato de expulsar os demônios pela autoridade do seu nome e partilhar dasdemônios pela autoridade do seu nome e partilhar das mesmas convicções dos apóstolos credenciava aquelemesmas convicções dos apóstolos credenciava aquele homem a exercer o seu ministério.homem a exercer o seu ministério. Pb. Edcarlos Rodrigues. 2. Evitando o exclusivismo.
  37. 37. II - LIDANDO COM A PRIMAZIA E O EXCLUSIVISMO "Um argumento irrompe entre eles [os discípulos] sobre quem é o mais importante. Jesus tinha acabado de predizer seu sofrimento e morte sacrificais. As aspirações mundanas dos discípulos por posição eAs aspirações mundanas dos discípulos por posição e prestígio exprimem que eles não compreenderam seuprestígio exprimem que eles não compreenderam seu ensino sobre a abnegação e a humildade. Aspirando porensino sobre a abnegação e a humildade. Aspirando por elevadas posições, eles caem na armadilha do orgulho eelevadas posições, eles caem na armadilha do orgulho e do ciúme"do ciúme" Pb. Edcarlos Rodrigues. 2. Evitando o exclusivismo.
  38. 38. II - LIDANDO COM A PRIMAZIA E O EXCLUSIVISMO Embora não fizesse parte do grupo dos Doze, partilhava da mesma fé. Não se trata, portanto, de validar crenças e práticasNão se trata, portanto, de validar crenças e práticas sectárias ou heréticas, mas sim de não permitir que osectárias ou heréticas, mas sim de não permitir que o exclusivismo religioso nos cegue de tal forma que sóexclusivismo religioso nos cegue de tal forma que só venhamos a enxergar o nosso grupo.venhamos a enxergar o nosso grupo. Pb. Edcarlos Rodrigues. 2. Evitando o exclusivismo.
  39. 39. II - LIDANDO COM A PRIMAZIA E O EXCLUSIVISMO : "Abraçamos a causa do Evangelho por amor ou"Abraçamos a causa do Evangelho por amor ou por vantagens e prestígios?“por vantagens e prestígios?“  "Será que um verdadeiro discípulo de"Será que um verdadeiro discípulo de Cristo pode se livrar facilmente de umaCristo pode se livrar facilmente de uma vida de renúncia e de sofrimento por Ele?“vida de renúncia e de sofrimento por Ele?“ "Para quem serve o Evangelho?"; são as"Para quem serve o Evangelho?"; são as perguntas obrigatórias a serem feitas nosperguntas obrigatórias a serem feitas nos dias de hoje.dias de hoje. Pb. Edcarlos Rodrigues. 2. Evitando o exclusivismo.
  40. 40. III - LIDANDO COM A AVAREZA No relato de Lucas, Jesus acabara de incentivar seus discípulos a dependerem do Espírito Santo (Lc 12.12) quando um homem que estava no meio da multidão falou: "Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a"Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a herança" (Lc 12.13).herança" (Lc 12.13). Essa solicitação estava na contramão dos ensinos de Cristo e por isso recebeu a censura dEle: "Homem, quem me pôs a mim por"Homem, quem me pôs a mim por juiz ou repartidor entre vós?" (Lc 12.14).juiz ou repartidor entre vós?" (Lc 12.14). Pb. Edcarlos Rodrigues. 1. Valores invertidos.
  41. 41. III - LIDANDO COM A AVAREZA Enquanto Jesus ensinava a se evitar uma atitude legalista e materialista, esse homem age de forma diametralmente oposta àquilo que fora ensinado. Ele estava preocupado com a herança! ComoEle estava preocupado com a herança! Como muitos fazem hoje, não estava preocupado emmuitos fazem hoje, não estava preocupado em seguir os ensinos de Cristo, mas usá-lo comoseguir os ensinos de Cristo, mas usá-lo como trampolim para alcançar seus objetivos - atrampolim para alcançar seus objetivos - a satisfação material.satisfação material. Pb. Edcarlos Rodrigues. 1. Valores invertidos.
  42. 42. III - LIDANDO COM A AVAREZA 1. Os gentios valorizavam mais o corpo do que a alma, mais a estética do que a ética (Mt 6.25). 2. Os gentios entesouravam na terra, mas não possuíam reservas no céu (Mt 6.26). 3. Os gentios buscavam as coisas grandes esquecendo- se das pequenas (Mt 6.28-30). 4. Os gentios priorizavam a obrigação, mas esqueciam a devoção (Mt 6.33). Pb. Edcarlos Rodrigues. 1. Valores invertidos.
  43. 43. III - LIDANDO COM A AVAREZA 5. Os gentios preocupavam-se muito com o futuro, mas esqueciam o presente (Mt 6.35). Pb. Edcarlos Rodrigues. 1. Valores invertidos.
  44. 44. Logo a seguir, Jesus profere um dos mais belos ensinamentos sobre como deve ser a vida de um verdadeiro discípulo (Lc 12.22-34).(Lc 12.22-34). Jesus ensina a respeito das preocupações da vida. Como discípulos de Cristo não podemosComo discípulos de Cristo não podemos viver ansiosos pelas coisas desta vida.viver ansiosos pelas coisas desta vida. Precisamos aprender a confiar em Deus, nosso provedor. Pb. Edcarlos Rodrigues. 2. Evitando a ansiedade. III - LIDANDO COM A AVAREZA
  45. 45. As palavras de Jesus também revelam duas maneiras de se enxergar o mundo. 1- Mostra como "os gentios do mundo" (Lc 12.30) entendem a realidade à sua volta 2- E como os seus discípulos deveriam agir diante das mesmas circunstâncias. Pb. Edcarlos Rodrigues. 2. Evitando a ansiedade. III - LIDANDO COM A AVAREZA
  46. 46. São duas cosmovisões totalmente diferentes e opostas entre si. Enquanto uma interpreta a realidade da vida tomando por base os valores meramente materiais.  A outra a vê a partir de valores absolutos e espirituais. Pb. Edcarlos Rodrigues. 2. Evitando a ansiedade. III - LIDANDO COM A AVAREZA
  47. 47. Ansiedade pode causar doenças sérias comoAnsiedade pode causar doenças sérias como gastrite, úlceras, colites, taquicardia,gastrite, úlceras, colites, taquicardia, hipertensão e cefaleiahipertensão e cefaleia Aflição, agonia, impaciência, inquietação. Esses são alguns sinais da ansiedade, sentimento capaz de prejudicar a qualidade de vida, autoestima e saúde do ser humano. Pb. Edcarlos Rodrigues. 2. Evitando a ansiedade. III - LIDANDO COM A AVAREZA
  48. 48. Aprender a lidar com ela é fundamentalAprender a lidar com ela é fundamental para garantir uma vida saudável. E para isso, é preciso entender os seus mecanismos. "A ansiedade é uma excitação do sistemaA ansiedade é uma excitação do sistema nervoso central, que acelera o funcionamentonervoso central, que acelera o funcionamento do corpo e da mente.do corpo e da mente. Quando estamos ansiosos, liberamos o neurotransmissor noradrenalina, que provoca toda essa excitação. Pb. Edcarlos Rodrigues. 2. Evitando a ansiedade. III - LIDANDO COM A AVAREZA
  49. 49. É um processo que pode ser tanto hereditárioÉ um processo que pode ser tanto hereditário como adquirido através das experiências quecomo adquirido através das experiências que temos nos ambientes mais hostis.temos nos ambientes mais hostis. A ansiedade está intimamente vinculada à forma como interpretamos as situações da vida", explica a psicóloga Sâmia Aguiar Brandão Simurro, de São Paulo (SP), que é vice-presidente de Projetos e Expansão da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV). Pb. Edcarlos Rodrigues. 2. Evitando a ansiedade. III - LIDANDO COM A AVAREZA
  50. 50. IV - LIDANDO COM O RESSENTIMENTO (Lc 17.3,4)IV - LIDANDO COM O RESSENTIMENTO (Lc 17.3,4) Pb. Edcarlos Rodrigues. 1. A necessidade do perdão.
  51. 51. IV - LIDANDO COM O RESSENTIMENTO (Lc 17.3,4) Jesus sabia quão maléficos são a falta de perdão e o ressentimento. De fato, a Bíblia mostra que aDe fato, a Bíblia mostra que a raiz de amargura é um mal que deve serraiz de amargura é um mal que deve ser evitado a qualquer custo (Ef 4.31).evitado a qualquer custo (Ef 4.31). A falta de perdão é vista como uma raiz que produz brotos extremamente maléficos (Hb 12.15). Pb. Edcarlos Rodrigues. 1. A necessidade do perdão.
  52. 52. IV - LIDANDO COM O RESSENTIMENTO (Lc 17.3,4) No terceiro Evangelho, Jesus nos ensina que a forma correta de se manter livre desse veneno é possuir uma atitude pronta a perdoar. "" Olhai por vós mesmos. E, se teu irmão pecarOlhai por vós mesmos. E, se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; e, se ele se arrepender,contra ti, repreende-o; e, se ele se arrepender, perdoa-lhe; e, se pecar contra ti sete vezes noperdoa-lhe; e, se pecar contra ti sete vezes no dia e sete vezes no dia vier ter contigo, dizendo:dia e sete vezes no dia vier ter contigo, dizendo: Arrependo-me, perdoa-lhe" (Lc 17.3,4).Arrependo-me, perdoa-lhe" (Lc 17.3,4). Pb. Edcarlos Rodrigues. 1. A necessidade do perdão.
  53. 53. IV - LIDANDO COM O RESSENTIMENTO (Lc 17.3,4) Jesus também mostrou que o perdão é uma viao perdão é uma via de mão dupla (Lc 6.37).de mão dupla (Lc 6.37). Quando ensinou sobre o perdão na oração do Pai Nosso, Jesus foi categórico em dizer que quem não perdoa também não será perdoado: "Se, porém, não"Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas,perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossastambém vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas" (Mt 6.15).ofensas" (Mt 6.15). Pb. Edcarlos Rodrigues. 2. Perdão, uma via de mão dupla.
  54. 54. IV - LIDANDO COM O RESSENTIMENTO (Lc 17.3,4) Não há dúvidas de que há muitos cristãos comNão há dúvidas de que há muitos cristãos com doenças psicossomáticas simplesmente porquedoenças psicossomáticas simplesmente porque não conseguem perdoar.não conseguem perdoar. Guardam ressentimentos na alma como quem guarda dinheiro em banco! James Dobson, famoso psicólogo cristão, disse que daria alta a oitenta por cento de seus pacientes se eles conseguissem perdoar ou se sentissem perdoados! Pb. Edcarlos Rodrigues. 2. Perdão, uma via de mão dupla.
  55. 55. CONCLUSÃO  Ao estudarmos as limitações dos discípulos, alguns fatos ficam em evidência.  Observamos que a incapacidade para enfrentar Satanás em Lucas 9.40 é justificada em Mateus 17.20 pela falta de fé; A incredulidade dos discípulos no caminho de Emaús (Lc 24.13-35) é justificada pela falta de conhecimento das Escrituras (Lc 24.25-27); Pb. Edcarlos Rodrigues.
  56. 56. CONCLUSÃO  O desejo por grandeza e primazia (Lc 9.46-48) é uma consequência de terem se amoldado à cultura do mundo, e a falta de perdão existe por não se reconhecer a natureza perdoadora do Pai celestial. Pb. Edcarlos Rodrigues.

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