Precedentes Administração

5.146 visualizações

Publicada em

Influências históricas na formação das teorias da Administração. Filósofos

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
5.146
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
90
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Precedentes Administração

  1. 1. ADMINISTRAÇÃO Resultado histórico e integrado da contribuição cumulativa de numerosos precursores: a igreja, instituições militares, filósofos, pensadores, economistas, industriais, estadistas e empresários que, no decorrer do tempo, influenciaram de alguma forma na construção do conhecimento./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 1
  2. 2. INFLUÊNCIA DA IGREJA CATÓLICA •Modelo de hierarquia simples; •Unicidade de Comando •Coordenação funcional./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 2
  3. 3. INFLUÊNCIA DA ORGANIZAÇÃO MILITAR •Hierarquia; •Autoridade; •Princípio da unidade (centralização) do comando; •Princípio de direção (todos devem saber o que é esperado); •Descentralização de execução; •Disciplina; •Planejamento./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 3
  4. 4. FILÓSOFOSSÓCRATES Por meio da dialética (confrontação de ideias), acreditava que o conhecimento era construído. Para tanto, utilizando o “princípio básico da maiêutica”, constantemente questionava a pessoa sobre seus conhecimentos, até que concebesse uma nova ideia./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 4
  5. 5. SÓCRATES Defendia que todo o ensinamento deve ser questionado, estimulando o pensamento crítico, fundamental para o desenvolvimento científico e social. •Necessidade de se ter habilidade; •Conhecimento; Sócrates •Pensamento crítico; •A dialética./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 5
  6. 6. PLATÃO Discípulo de Sócrates, (seu verdadeiro nome era Aristócles), foi quem registrou os ensinamentos de seu mestre. Preocupou-se profundamente com problemas políticos inerentes ao desenvolvimento social e cultural do povo grego./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 6
  7. 7. PLATÃO Defendia que era preciso que todos agissem com ética para se ter a “cidade perfeita”. Em seu trabalho, dividiu o mundo em duas partes: o mundosensível e o inteligível./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 7
  8. 8. PLATÃO De acordo com Platão o Estado não é natural, surge de uma necessidade social e possui função de mediar conflitos. O homem busca somente sua satisfação e escolherá o que for mais vantajoso, mesmo que seja injusto./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 8
  9. 9. PLATÃO Fundou uma ACADEMIA, onde os alunos eram estimulados a buscar o conhecimento reunidos em pequenos grupos, o que promovia o autodesenvolvimento de cada “turma”./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 9
  10. 10. ARISTÓTELES Filósofo grego, discípulo de Platão, do qual divergiu bastante, impulsionou à Filosofia e os diversos ramos da ciência, abrindo as perspectivas do conhecimento humano na sua época. Foi o criador da Lógica (regras para o raciocínio) e fundou sua própria academia onde disseminou suas ideias baseadas na intuição e bom senso./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 10
  11. 11. ARISTÓTELES Acreditava que o Estado é uma espécie de comunidade natural, sendo um bem natural, o homem busca esse bem (felicidade=eudaimonia). No seu livro “A POLÍTICA”, estuda a organização do Estado e distingue três formas de Administração Pública: Monarquia, Aristocracia e Democracia./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 11
  12. 12. PENSADORESNICOLAU MAQUIAVEL (1469/1527) Historiador e filósofo italiano, escreveu “O Príncipe” (1513/1532), demonstrando que para controlar um país seria necessário: 1. separar religião, ética e política; 2. organizar um exército próprio; 3. cobrar impostos./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 12
  13. 13. NICOLAU MAQUIAVEL (1469/1527) Segundo Maximiano (2000, p.146), Maquiavel pode ser entendido “como analista do poder e do comportamento dos dirigentes em organizações complexas”./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 13
  14. 14. NICOLAU MAQUIAVEL (1469/1527) “ •Se tiver que fazer o mal, o príncipe deve fazê-lo de uma só vez. O bem deve fazê-lo aos poucos. •O príncipe terá uma só palavra. No entanto, deverá mudá-la sempre que for necessário. •O príncipe deve preferir ser temido do que amado. •Os fins justificam os meios. ”/informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 14
  15. 15. FRANCIS BACON (1561/1626) Filósofo e estadista inglês, considerado o fundador da Lógica Moderna, baseada no método experimental e indutivo (do específico para o geral)./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 15
  16. 16. FRANCIS BACON (1561/1626) Segundo Chiavenato (1983, p.22) com Bacon é que se encontra a preocupação com a separação experimental do que é essencial em relação ao que é acidental. Antecipou-se ao princípio da Administração da “prevalência do principal sobre o acessório”.http://www.webartigos.com/ Filosofia Aplicada 16
  17. 17. RENÉ DESCARTES (1596 - 1650) Filósofo, matemático e físico francês, criador das coordenadas cartesianas ou método cartesiano, na obra “O Discurso do Método”, evidenciou quatro princípios básicos em seu método que, futuramente, teriam influência decisiva na administração. São eles:/informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 17
  18. 18. RENÉ DESCARTES (1596 - 1650) 1- Da dúvida sistemática, ou da evidência, que consiste em somente aceitar como verdade algo que de forma claramente evidente, foi comprovado. Com a dúvida sistemática, evita-se precipitação.http://www.webartigos.com/ Filosofia Aplicada 18
  19. 19. RENÉ DESCARTES (1596 - 1650) 2- Da análise ou de decomposição, que consiste em dividir e decompor dificuldades e problemas em quantas partes sejam possíveis e necessárias para resolvê-los separadamente.http://www.webartigos.com/ Filosofia Aplicada 19
  20. 20. RENÉ DESCARTES (1596 - 1650) 3-Da síntese ou da composição, que consiste em conduzir ordenadamente pensamento e raciocínio por objetivos e assuntos, a partir dos mais fáceis e, gradativamente, atingir os mais difíceis.http://www.webartigos.com/ Filosofia Aplicada 20
  21. 21. RENÉ DESCARTES (1596 - 1650) 4-De em tudo fazer recontagens, verificações e revisões de modo a assegurando-se de nada haver omitido ou deixado de lado (checklist).http://www.webartigos.com/ Filosofia Aplicada 21
  22. 22. RENÉ DESCARTES (1596 - 1650) De acordo com Chiavenato (2007, pag. 31), a administração científica, as teorias clássicas e neoclássicas tiveram muitos de seus princípios baseados na metodologia cartesiana.http://www.webartigos.com/ Filosofia Aplicada 22
  23. 23. RENÉ DESCARTES (1596 - 1650) Princípios da moderna administração como: a divisão do trabalho, o controle e a ordenação, estão contidos nas ideias cartesianas.http://www.webartigos.com/ Filosofia Aplicada 23
  24. 24. CHARLES MONTESQUIEU (1689/1755) A teoria política de Montesquieu é clássica e contemporânea por apontar o caminho para a estabilidade do regime de governo que é a coesão das forças sociais e das instituições com uso da razão para corrigir eventuais desequilíbrios sociais que podem ocorrer em função da natureza humana.http://www.webartigos.com/principios-de-governos-a-natureza-das-leis-e-triparticao-de-poderes-segundo-montesquieu/26807/ 24
  25. 25. CHARLES MONTESQUIEU (1689/1755) “Como ser físico o homem é governado por leis invariáveis e como ser inteligente viola incessantemente as leis” (MONTESQUIEU, 2007, p.19).http://www.webartigos.com/principios-de-governos-a-natureza-das-leis-e-triparticao-de-poderes-segundo-montesquieu/26807/ 25
  26. 26. THOMAS HOBBES (1588/1679) Matemático, teórico político e filósofo inglês, desenvolveu a teoria da origem contratualista do Estado./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 26
  27. 27. THOMAS HOBBES (1588/1679) Ao observar as relações humanas concluiu que, sem a presença do governo, o homem tende a viver permanentemente em guerra ou em intermináveis situações de conflito, isso, apenas, para garantir sua sobrevivência./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 27
  28. 28. THOMAS HOBBES (1588/1679) O homem destrói a si próprio por isso é necessário um contrato social para manter o controle da sociedade. Assinando um contrato de submissão ao Estado, o homem só teria problemas se quebrasse tal contrato. “O homem é o lobo do homem.”/informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 28
  29. 29. JOHN LOCKE (1632/1704) Filósofo e estadista inglês considerado um dos mais importantes filósofos do empirismo e ideólogo do liberalismo. Trabalha a ideia do contrato, não como pacto de submissão (como Hobbes), mas como sendo um contrato de consentimento./informe-se/artigos/a-influencia-dos-filósofos-na-administração/25132/ 29
  30. 30. JOHN LOCKE (1632/1704) As pessoas concordariam em estabelecer leis que protegessem seus direitos naturais, submetendo-se a elas e ao Estado soberano, guardião e executor das leis.www.direito/contratualismo-historico 30
  31. 31. JOHN LOCKE (1632/1704) Assim como Hobbes e Rousseau, John Locke é considerado um pensador contratualista. Locke entende que a sociedade civil moderna será instituída e organizada a partir de um contrato entre todos os indivíduos.www.direito/contratualismo-historico 31
  32. 32. JEAN JACQUES ROUSSEAU (1712/1778) Também trabalhou o contrato social, sob uma ótica diferente de Hobbes. Para Rousseau o contrato deveria ser feito pelas pessoas e não pelo Estado.TGA – Luís de Araújo e Adriana Garcia 32
  33. 33. JEAN JACQUES ROUSSEAU (1712/1778) Diferentemente de Locke, não se trata de um pacto de consentimento, mas sim de crença de que o homem era capaz de transformar o ambiente, caso não fosse refém de regras impostas pela sociedade ou Estado.www.direito/contratualismo-historico 33
  34. 34. A DOUTRINA CONTRATUALISTA Com a doutrina do Contrato Social se pretendeu afirmar a soberania do povo como poder absoluto indeterminado. Iniciou a formulação dos direitos individuais (liberdade X igualdade) visando conservar no estado de sociedade aqueles direitos em que se afirma existência, já no estado de natureza.www.direito/contratualismo-historico 34
  35. 35. A DOUTRINA CONTRATUALISTA Concordam os apologistas do contratualismo (Hobbes, Locke e Rousseau), que o contrato dá origem ao Estado. Para Hobbes o direito é uma criação do Estado, detentor do poder soberano, e tudo que é feito deve ser autorizado e admitido por cada um do povo (o povo se submete ao estado).www.direito/contratualismo-historico 35
  36. 36. A DOUTRINA CONTRATUALISTA Locke vê o Estado como uma situação em que o homem vive em paz, harmonia, liberdade e igualdade (todos fariam um pacto consentindo a existência do estado). Para Rousseau, o Estado é um corpo social, em que se concretiza a vontade comum, sob a forma de lei.www.direito/contratualismo-historico 36
  37. 37. ECONOMISTASADAM SMITH (1723/1790) Filósofo e economista escocês, considerado como criador da Escola Clássica da Economia, defendia a não intervenção do Estado na economia.www.administradores.com.br/ 37
  38. 38. ADAM SMITH (1723/1790) Acreditava que a riqueza e consequência da busca de cada indivíduo. O mercado seria regulado por uma “mão invisível” de modo a ajustar oferta e demanda.www.administradores.com.br/ 38
  39. 39. ADAM SMITH (1723/1790) Em sua obra “Uma investigação sobre a natureza e as causas da riqueza das nações”, mais conhecida como “A Riqueza das Nações”, já abordava o princípio da especialização dos operários e o princípio da divisão do trabalho destacando a necessidade da racionalização da produção.www.administradores.com.br/ 39
  40. 40. ADAM SMITH (1723/1790) Considerava que o bom administrador devia cultivar a “ordem, a economia e a atenção”.www.administradores.com.br/ 40
  41. 41. DAVID RICARDO (1772 – 1823) Economista britânico, em sua obra “Princípios de Economia Política e Tributação”, publicada em 1817, tratava de teorias cujas bases residiam nos seus estudos sobre a distribuição da riqueza a longo prazo.www.administradores.com.br/ 41
  42. 42. DAVID RICARDO (1772 – 1823) Segundo David Ricardo o crescimento da população tenderia a provocar a escassez de terras produtivas. Formulou o princípio dos rendimentos decrescentes:www.administradores.com.br/ 42
  43. 43. “Devido à renda das terras aumentando-se a quantidade de um fator variável, permanecendo fixa a quantidade dos demais fatores, a produção, a princípio, crescerá a taxas crescentes; a seguir, após certa quantidade utilizada do fator variável, passará a crescer a taxas decrescentes; continuando o aumento da utilização do fator variável, a produção decrescerá.”www.administradores.com.br/ 43
  44. 44. DAVID RICARDO (1772 – 1823) Um exemplo, é o aumento do número de trabalhadores em uma certa extensão de terra. No primeiro momento a produção aumenta, mas logo se chega a um estado de paralisação, devido ao excesso de trabalhadores em relação à extensão de terra que não aumentou".www.administradores.com.br/ 44
  45. 45. DAVID RICARDO (1772 – 1823) Como contribuições para a formação do pensamento administrativo, resumidamente, é possível destacar suas posições a respeito: a) do custo do trabalho, b) os preços e c) mercados.www.administradores.com.br/ 45
  46. 46. JOHN STUART MILL (1806 – 1873) Filósofo e economista britânico publicou “Princípios de Economia Política” onde, segundo Chiavenato (1983, p.31) apresenta um conceito de controle objetivando evitar furtos nas empresas. Acrescenta duas qualidades importantes, a fidelidade e o zelo.www.administradores.com.br/ 46
  47. 47. Antes do surgimento do administrador-pensador, encontramos nos economistas clássicos do início do séc. XIX as origens do Pensamento Administrativo, que decorre das discussões, entre os profissionais à época encarregados da administração das empresas, sobre suas tarefas e funções que, também, passa a verbalizar e a teorizar sobre suas responsabilidades.História da Administração – João B. Lodi 47
  48. 48. Sob a influência dos economistas liberais, surge o conceito de livre concorrência e de liberalismo econômico. Adam Smith funda a economia clássica, com ponto principal voltado para competição, cria os conceitos de racionalização da produção, especialização e divisão do trabalho. Reforçou a importância do planejamento e da organização dentro das funções da administração.História da Administração – João B. Lodi 48
  49. 49. O estudo dos tempos e movimentos não foi uma inovação de Taylor e Gilbreth. Já em 1776 Adam Smith lhe devotou atenção no livro “da Riqueza das Nações”; James Mill sugeriu aspectos deste estudo na obra “Elementos de Economia Política” e o industrial Babbage a experimentou no início do séc. XIX.História da Administração – João B. Lodi 49
  50. 50. Para maioria dos economista clássicos o planejamento foi considerado a função de maior importância. Sendo que o treinamento recebeu grande atenção.História da Administração – João B. Lodi 50
  51. 51. KARL MARX (1818 – 1883) Influenciado por Adam Smith, defendia a tese de que a ausência do Estado na economia faria com que a sociedade fosse mais justa, onde as pessoas não seriam exploradas e sim contribuíram com o que pudessem e seriam beneficiadas de acordo com o que necessitassem. Em conjunto com Friedrich Engels (1820/1895), consegue publicar suas ideias em sua maior obra “O Capital”.TGA – Luís de Araújo e Adriana Garcia 51
  52. 52. KARL MARX (1818 – 1883) A contribuição para o pensamento administrativo teve como centro uma teoria da origem econômica do Estado, onde o poder político e o do Estado nada mais é do que o fruto da dominação econômica do homem pelo homem (fenômenos históricos são o produto destas relações).TGA – Luís de Araújo e Adriana Garcia 52
  53. 53. KARL MARX (1818 – 1883) O Estado vem a ser uma ordem coativa imposta por uma classe social exploradora (ALFAYA, 2004, p2). Quando do aparecimento do novo capitalismo, surgem Marx e Engels com a publicação do Manifesto Comunista, livro que analisa os regimes econômicos, sociais e políticos da época.TGA – Luís de Araújo e Adriana Garcia 53
  54. 54. KARL MARX (1818 – 1883) O socialismo e o sindicalismo obrigam o capitalismo ao caminho do aperfeiçoamento dos meios de produção. Começam os primeiros esforços no sentido de racionalização do trabalho como um todo.TGA – Luís de Araújo e Adriana Garcia 54
  55. 55. JOHN MAYNARD KEYNES (1883/1946) A escola keynesiana se fundamenta no princípio de que o ciclo econômico não é autorregulado como pensam os neoclássicos, uma vez que é determinado pelo "espírito animal" (animal spirit) dos empresários.TGA – Luís de Araújo e Adriana Garcia 55
  56. 56. JOHN MAYNARD KEYNES (1883/1946) É por esse motivo, e pela incapacidade do sistema capitalista conseguir empregar todos os que querem trabalhar, que Keynes defende a intervenção do Estado na economia.TGA – Luís de Araújo e Adriana Garcia 56
  57. 57. JOHN MAYNARD KEYNES (1883/1946) Keynes nunca defendeu o carregamento de déficits de um ciclo econômico para outro, muito menos operar orçamentos deficitários na fase expansiva dos ciclos.TGA – Luís de Araújo e Adriana Garcia 57
  58. 58. JOHN MAYNARD KEYNES (1883/1946) A escolha não deve ser se o estado deve ou não estar envolvido (na economia), mas como ele se envolve. Assim, a questão central não deve ser o tamanho do estado, mas as atividades e métodos do governo. (Joseph Stiglitz, More instruments and broader goals…)TGA – Luís de Araújo e Adriana Garcia 58
  59. 59. JOHN MAYNARD KEYNES (1883/1946) Países com economias bem-sucedidas têm governos que estão envolvidos em um amplo espectro de atividades. (Joseph Stiglitz, More instruments and broader goals…)TGA – Luís de Araújo e Adriana Garcia 59
  60. 60. JOHN MAYNARD KEYNES (1883/1946) Estas duas citações de Stiglitz, que é considerado por muitos um neo-keneysiano, servem para desmistificar muitas das críticas feitas por políticos neoliberais aos ensinamentos de Keynes.TGA – Luís de Araújo e Adriana Garcia 60
  61. 61. JOHN MAYNARD KEYNES (1883/1946) O que Keynes defendia, na década de 1930, e que hoje Stiglitz e os novos desenvolvimentistas defendem é uma participação ativa de um Estado enérgico nos segmentos da economia que, embora necessários para o bom desenvolvimento de um país, não interessam ou não podem ser atendidos pela inciativa privada.TGA – Luís de Araújo e Adriana Garcia 61
  62. 62. JOHN MAYNARD KEYNES (1883/1946) A iniciativa privada atuando em complementação ao Estado, que agindo sozinho não é capaz de resolver todos os problemas, conforme demonstraram Grenwald e Stiglitz (1986), em busca de uma maior eficiência geral da economia.TGA – Luís de Araújo e Adriana Garcia 62
  63. 63. ÉMILE DURKHEIM (1858-1917) Sociólogo francês defende uma posição que rejeita as interpretações biológicas ou psicológicas do comportamento dos indivíduos, este focaliza os determinantes sócio estruturais na explicação da vida e dos problemas sociais. Fonte: Apostila TGA da FTC 63
  64. 64. ÉMILE DURKHEIM (1858-1917) Para ele, existem “fatos sociais” que influenciam e condicionam as atitudes e os comportamentos dos indivíduos na sociedade. Fonte: Apostila TGA da FTC 64
  65. 65. ÉMILE DURKHEIM (1858-1917) Esses fatos sociais são relações sociais exteriores e independentes da existência dos indivíduos. Os fatos sociais não são somente exteriores ao indivíduo mas possuem “um poder coercitivo... pelo qual se impõem a eles (sendo capaz de exercer um constrangimento), independentemente de sua vontade individual”. Fonte: Apostila TGA da FTC 65
  66. 66. ÉMILE DURKHEIM (1858-1917) Os constrangimentos, seja na forma de leis ou costumes, se manifestam cada vez que as demandas sociais são violadas pelo indivíduo. Fonte: Apostila TGA da FTC 66
  67. 67. ÉMILE DURKHEIM (1858-1917) Seu conceito de divisão social do trabalho analisa as funções sociais dessa divisão e procura mostrar como nas sociedades modernas em contraste com a sociedade primitiva, ela é a principal fonte de coesão ou solidariedade social. Fonte: Apostila TGA da FTC 67
  68. 68. ÉMILE DURKHEIM (1858-1917) Chegou à conclusão de que os laços que prenderiam os indivíduos uns aos outros nas mais diferentes sociedades seriam dados pela solidariedade social, sem a qual não haveria uma vida social, sendo que esta solidariedade se divide em mecânica ou orgânica. Fonte: Apostila TGA da FTC 68
  69. 69. ÉMILE DURKHEIM (1858-1917) SOLIDARIEDADE MECÂNICA prevalece naquelas sociedades ditas "primitivas" ou "arcaicas", ou seja, em agrupamentos humanos de tipo tribal formado por clãs.http://educacao.uol.com.br/sociologia 69
  70. 70. ÉMILE DURKHEIM (1858-1917) SOLIDARIEDADE MECÂNICA nestas sociedades, os indivíduos que a integram compartilham das mesmas noções e valores sociais tanto no que se refere às crenças religiosas como em relação aos interesses materiais necessários a subsistência do grupo, essa correspondência de valores assegura a coesão social.http://educacao.uol.com.br/sociologia 70
  71. 71. ÉMILE DURKHEIM (1858-1917) SOLIDARIEDADE ORGÂNICA predomina nas sociedades ditas "modernas“ ou "complexas" do ponto de vista da maior diferenciação individual e social (o conceito deve ser aplicado às sociedades capitalistas).http://educacao.uol.com.br/sociologia 71
  72. 72. ÉMILE DURKHEIM (1858-1917) SOLIDARIEDADE ORGÂNICA além de não compartilharem dos mesmos valores e crenças sociais, os interesses individuais são bastante distintos e a consciência de cada indivíduo é mais acentuada.http://educacao.uol.com.br/sociologia 72
  73. 73. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL A partir de 1776, com a invenção da máquina a vapor por James Watt (1736-1819) e a sua posterior aplicação à produção, uma nova concepção do trabalho modificando a estrutura comercial da época.http://educacao.uol.com.br/sociologia 73
  74. 74. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Consequentemente, ocorrem profundas e rápidas mudanças de ordem econômica, política e social que, num lapso de aproximadamente um século, foram maiores do que as mudanças havidas no milênio anterior.http://educacao.uol.com.br/sociologia 74
  75. 75. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL – SEGUNDA FASE (A PARTIR DE 1860)CARACTERÍSTICAS: 1- A substituição do Ferro pelo Aço; 2- A substituição do Vapor pela Eletricidade; 3- O desenvolvimento de maquinário automático e um alto grau de especialização do trabalho;http://educacao.uol.com.br/sociologia 75
  76. 76. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL – SEGUNDA FASE (A PARTIR DE 1860) CARACTERÍSTICAS: 4- O crescente domínio da indústria pela ciência; 5-Transformações radicais nos transportes e comunicações; 6–A expansão da industrialização até a Europa Central e Oriental, e até o Extremo Oriente.http://educacao.uol.com.br/sociologia 76
  77. 77. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL – SEGUNDA FASE (A PARTIR DE 1860)CARACTERÍSTICAS: 7 - Surgem novas formas de organização capitalista: 7.1 – a dominação da indústria pelas inversões bancárias e instituições financeiras e crédito; 7.2 - a formação de imensas acumulações de capital, provenientes de trustes e fusões de empresas; 7.3 – a separação entre a propriedade particular e das empresas; 7.4 – o desenvolvimento das holding companies.http://educacao.uol.com.br/sociologia 77
  78. 78. Com a Revolução Industrial a sociedade mudou radicalmente, as pessoas abandonaram o campo indo para as cidades. As fábricas apresentavam condições precárias para o trabalhador, com péssima iluminação e higiene.http://educacao.uol.com.br/sociologia 78
  79. 79. A prosperidade de alguns não significava o mesmo para todos. Surge a necessidade de um novo conjunto de conhecimentos que pudessem auxiliar a lidar com essa massa de trabalhadores desqualificados e indisciplinados.http://educacao.uol.com.br/sociologia 79

×