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O BRASIL DO FUTURO – CARRO ELÉTRICO - IX

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O BRASIL DO FUTURO – CARRO ELÉTRICO - IX

  1. 1. ADIQUIRA SUA FRANQUIA DE CARRO ELÉTRICO O FUTURO DO BRASILVIUtilização de carros elétricos cresce lentamente no BrasilPolíticas de estímulo incentivam o uso em outros países. Veículo é silencioso, nãopolui e gasta menos que carro a combustível.18/02/13Fonte: André Trigueiro / Jornal da GloboO carro elétrico já é realidade é no mercado internacional. Segundo a AssociaçãoBrasileira do Veículo Elétrico, são 4,5 milhões de veículos circulando por aí. Oscarros híbridos são a maioria, 95%, e têm um motor a combustão combinado comum gerador elétrico.Os carros elétricos movidos a bateria, os 5% restantes, já somamaproximadamente 200 mil unidades em todo o mundo. Japão, Estados Unidos eEuropa largaram na frente nesta nova corrida tecnológica, mas o Brasil está fora dadisputa. Por aqui existem apenas 70 carros elétricos emplacados, todos importados,e, na maioria absoluta dos casos (68), a serviço de empresas.A principal razão para haver tão poucos carros elétricos circulando no Brasil é aelevada carga de impostos que incidem sobre o preço final. São 35% de imposto deimportação, mais 55% de IPI, mais 13% de PIS/COFINS, mais 12 a 18% de ICMS,dependendo do estado, fazendo com que a tributação que incide sobre os carroselétricos possa ultrapassar os 120%. Com isso, o preço médio hoje no Brasil chegaa R$ 200 mil.O taxista Alberto de Jesus Alves Ribeiro não é um herói, mas ao ser escolhido paraguiar o primeiro táxi elétrico de São Paulo, virou uma celebridade. "É comparado aomotor 1.6, anda muito bem", diz.Este ano, outros nove táxis elétricos vão circular pelas ruas da maior cidade doBrasil, parceria de uma montadora com a prefeitura de São Paulo. "Muita viu,muita. Começando pela emissão zero. Realmente é um carro que não emitenenhum tipo de poluente", afirma Alberto, sobre as diferenças.Quais seriam os impactos de uma frota de carros elétricos sobre a distribuição deenergia no Brasil? Pelas contas da USP, se 10% de todos os carros brasileirosfossem elétricos, o consumo de energia para recarregar todas as baterias seriaequivalente a 2,9% da energia produzida na hidrelétrica de Itaipu.A Universidade de São Paulo abriga um projeto pioneiro para medir os impactosque os carros elétricos podem causar nas redes de abastecimento. "O que já sesabe é o seguinte: em alguns horários vai ser mais difícil fornecer energia como,por exemplo, no horário de pico. Obviamente, com tarifas diferenciadas, pode seter estímulos para usar a recarga dos veículos fora do horário de pico, e atecnologia dos veículos hoje permite isso, permite poder ligar o veículo na tomadada sua residência e dormir e carregar durante à noite", explica Vitor Gardiman,gestor executivo da EDP Brasil.A USP também instalou o primeiro posto de recarga rápida do Brasil. Um dosmotoristas credenciados pela universidade a recarregar seu carro elétrico no localleva seis horas para reabastecer na tomada em casa. Prefere ir à USP. "Aqui é
  2. 2. carga rápida. Em menos de 30 minutos, enche a bateria. É suficiente pra andar odia inteiro", afirma KojiShimomebara.O carro elétrico gasta apenas três centavos por quilômetro rodado, sete vezes emeia menos que o motor a gasolina, e pode chegar a 130 quilômetros por hora. "Oveículo possui um motor elétrico de alto desempenho que proporciona 67 cavalosde potência e tem um conjunto de baterias de 330 volts. Em termos de potência, éequivalente a um carro 1.4 aproximadamente", afirma Eduardo Zambelli,engenheiro da Mitsubishi Motors.Falta de incentivo e carga tributária inviabilizam carro elétrico no BrasilO fato de o Brasil não ter ainda linhas de montagem de veículos elétricos a bateriaou política pública para o setor preocupa os especialistas."O estudo mais sério que existe até hoje é um estudo que foi conduzido pela UniãoEuropeia e que mostra que, no ano 2028, portanto, daqui a 15 anos, metade dafrota que estará circulando nas principais cidades europeias será de carroselétricos. Portanto, não precisamos ir muito longe. Daqui a 15 anos apenas, já vaihaver um carro elétrico sobrepujando o carro a combustível", explica Paulo RobertoFeldmann, coordenador da FIA/USP.O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, diz que o quevem por aí. "A nossa política é o estímulo à inovação tecnológica em todos ossentidos, incluindo também veículos elétricos. Nós começamos essa discussão noano passado e vamos retomá-la agora nesse primeiro trimestre para apresentaruma proposta para o governo e para o setor de incentivo a esse tipo de veículo",afirma.No último ano do governo Lula, mais precisamente no dia 25 de maio de 2010, oauditório do Ministério da Fazenda em Brasília estava lotado de empresários,representantes do setor automobilístico e jornalistas para o anúncio oficial do queseria a primeira política pública do país para carros elétricos. Para surpresa geral, oevento foi cancelado em cima da hora porque o Presidente Lula “desejava conhecermelhor o projeto”. Reportagens da época revelaram que a solenidade seriapresidida pelo Ministro da Fazenda Guido Mantega, ao lado dos ministros daIndústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, e da Ciência e Tecnologia, SérgioRezende. Entre outras medidas, o programa previa a redução de impostos paraveículos elétricos e a criação de um centro de desenvolvimento de tecnologia.Quase três anos depois, nenhuma política para o setor foi anunciada até agora. Arazão é desconhecida. Para quem acompanha a evolução tecnológica dos carroselétricos (híbridos ou a bateria) mundo afora, há motivo de preocupação. Ficamospara trás e não há ainda perspectiva de que essa situação comece efetivamente aser revertida.O carro elétrico híbrido (com motor a combustão ligado a um motor elétrico) já érealidade no competitivo mercado automobilístico internacional, com mais dequatro milhões de unidades vendidas. Este tipo de carro faz mais de 20 quilômetroscom um litro de gasolina nas cidades e virou febre no Japão, onde, de cada dezveículos vendidos, um é híbrido.A outra versão de carro elétrico é movida a bateria, com emissão zero de poluentesou ruídos, e com autonomia de até 160 quilômetros, o que atenderia com sobras àdemanda da maioria absoluta dos motoristas que andam de carro nas cidades. Arecarga convencional, usando-se uma tomada qualquer, consome pelo menos seishoras de espera. Nos postos de recarga rápida (solução tecnológica já disponível e
  3. 3. presente em países onde há políticas públicas de incentivo ao uso de elétricos),esse tempo cai para apenas meia hora. O consumo de energia equivale a de umchuveiro elétrico, mas, na comparação com um carro convencional a gasolina, omodelo movido a bateria é sete vezes e meia mais econômico.Em todos os lugares do mundo onde os carros elétricos a bateria chegaram comforça, houve contrapartidas fiscais dos respectivos governos. Isso se justifica pelosbenefícios ambientais (emissão zero de poluentes e ruído) que reduzem custosindiretos na área da saúde.É evidente que a melhor solução para a mobilidade urbana são os meios detransportes públicos de massa eficientes, baratos e rápidos. No país em que a frotaautomobilística se expande em progressão geométrica, porém, elevando a emissãode poluentes e a necessidade de o governo importar gasolina, com efeitoscolaterais importantes sobre a economia, é bem-vindo o debate sobre carroselétricos.Franquia Internacional de Carro Elétrico, Imagine você ter a oportunidade deser distribuidor oficial do maior negócio do futuro.Franquia de Automóveis Elétrico. Nossos Carros são Econômicos e Ecológicos. Omelhor Negócio pra você empreendedor.Não Importa o seu País de Origem, Negocio a Nível Mundial, estamos buscandoDistribuidoresFaça seu Cadastro e receba Informações:http://teldiux.postaffiliatepro.com/affiliates/signup.php?a_aid=511425277cbd9#SignupForm

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