DECLARAÇÃO DA POLÍTICA NO USO DOS TLVs® e BEIs°

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Introdução - 3
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Acgih livro lt vs produtos químicos

  1. 1. DECLARAÇÃO DA POLÍTICA NO USO DOS TLVs® e BEIs° Os Valores Limites de Exposição (Threshold Limit Values - TLVs®) e Índices Biológicos de Exposição (Biological Exposure Indices - BEls®l l desenvolvidos como guias de orientação para o controle dos riscos à ide. Estas recomendações ou guias tem por objetivo o uso na prática Higiene Ocupacional. devendo, portanto, ser utilizadas e interpretadas nente por pessoas treinadas nesta disciplina. Não foram desenvolvidas a serem usadas como normas legais. e a American Conference of Go- nmental Industrial Hygienists (ACGIH®) não recomenda seu uso como Contudo. reconhece-se que, em certas situações. pessoas ou organi- ; ões possam querer fazer uso destas recomendações ou guias como nplemento para seus programas de segurança e saúde ocupacional. .CGIH® não se opõe a tal uso. contanto que essa utilização dos TLVs® e ls® venha a contribuir para a otimização da proteção geral do trabalha- '. No entanto, os usuários devem reconhecer as restrições e limitações ssa utilização. assumindo as responsabilidades por este tipo de uso. Os capítulos introdutórios do livro de TLW/ BEI” e a Documentação s TLVs®IBEIs® fornecem as bases filosóficas e práticas para os usos mitações dos TLVs® e BEls®. A ampliação desses usos, de forma a luir outras aplicações, tais como: uso sem o parecer de um' Higienista upacional, aplicações a outras populações, desenvolvimento de novos delos de tempos de exposiçãolrecuperação oú novos eleitos pontuais, *apassa a confiabilidade. e, até mesmo, a viabilidade da base de dados sTLVs® e BEls®, conforme evidenciado em cada documentação. As pessoas ou organizações não devem impor seus conceitos sobre os vs® e BElsQ definindo quais deles deverão ser usados ou como devem ' aplicados ou, ainda, transferindo requisitos de normas legais para os lÍS® e BEts®. A Declaração de Principios no uso dos TLVs® e BEIs@ foi aprovada pela etoria da ACGIH® (Board of Directora), em t* de março de 1988. NOTA ESPEC| AL PARA o USUÁRIO Os valores listados neste livro são estabelecidos para o uso na prática da Higiene Ocupacional, como guias ou recomendações para auxílio no controle dos riscos potenciais à saúde nos locais de trabalho, e não para outro uso. Estes valores não representam linhas divisórias entre concentrações seguras e perigosas e não de- vem ser usados por pessoas sem formação na disciplina de Higiene Ocupacional. E imprescindível que o usuário deste livro leia a Introdução de cada seção, e esteja familiarizado com a Documentação dos TLl/ s” e BEIsÊ, antes de aplicar as recomendações aqui conti- das. A American Conference of Governmental Industrial Hygienists (ACGIH®) não assume nenhuma responsabilidade quanto ao uso dos TLVs® e BElsQ TLVS® e BEISÉ Baseados na Documentação do: Limites de Exposição Ocupacional (TLVs®) para Substâncias Químicas e Agentes Físicos & Índices Biológicos de Exposição (BEls®) "V Definindo a Ciência da Saúd. Ocupacional e Ambiental”
  2. 2. 378-1-882417-79-7 i pela ACGIHQ Este livro esta totalmente protegido pelos direitos au- a nenhuma parte dele pode ser reproduzida de qualquer forma ou por Caso seja necessária uma errata signíñcativa, as correções serão colocadas no endereço eletrônico da ACGIH”. http: l/acgih. orgf1'LV/ . er meio- gráfico, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia, grava- D ¡ - . deos ou sistemas de armazenamento e reprodução_ de dados -_ sem MÊÊÊQÊÊ: :ã : ggâãrgg gãàgfoíulso e Basa mnfmmü' aâãóftã escrita da ACGIH°. 1330 Kemper Meadow Drive, Cincinnati. OH _ . Decwação de Pdmñpbs com _ - ' Equipe de Tradução 2008 xi 51H** é uma organização constituida por membros, voltada à promoção L *' Processo de Desenvolvimento do TLV° e BEIG: uma ñsão Geral »de ocupacional e ambiental. A Associação tem contribuído substancial- eum_ F°fllfs di! ÍOÍOfFIIHÇaO “On-line” sobre TLV” e BEl°. ... ... ... ... ... .. para o desenvolvimento e apeiteiçoamento da proteção da saúde dos ' "il Adlçües e RBVISOGS de 2008 iadores. A ACGlH° é uma associação profissional. e não uma agência L L. ; a Ierno dos Estados Unidos. _ . '. â ãgãizãíglêgngtgímlc” 02 icumentação" dos Valores Limites de Exposição e dos Indices Bio- ¡UÍYOÓUÇÉO ---------- . 03 s de Exposição (Documentation of Threshold Limit Values and Bio- ' ' Informações Gerais. 03 l Exposure indices) é uma publicação de referencia para os TLVsQ 55gb- Definição dos TLVs°. .. g3 5° adotados pela ACGlH®. Essa publicação fornece os dados e as ' J Tipos de TLVs°. ... ... ... . _M04 rações científicas pertinentes. com as referências bibliográficas, que ' Qigressão sobre os Limites . ... ... ... .. . . _g5 usadas corno base para cada TLV° ou BEI”. Assim, para um me- aflita Média-Ponderada (TWA) versus Limite Valor Teto (C) .07 is entendimento dos TLVs° e BEls”. é imprescindível a consulta a tal imentação". Para informações adicionais. recomenda-se contatar o ce Group, da ACGIHQ No site da ACGlHQ no endereço www. acgih. orgl Studieshtm, está disponivel a lista mais atualizada das substâncias e Variações nas Condições Jornadas de Trabalho Aplicação dos TLVs° em Condições não Usuais. Jornadas de Trabalho não 58828 tes em estudo pelos Comitês. L . -' _ _ _ _ . _ @f ÍQ Unidades dos TLVS°. ... ... ... .. entários, sugestoes e consultas sobre interpretaçoes ou informaçoes n lnformações ao Usuáñann" cas deverão ser feitos diretamente ao Science Group da ACGIHO, J-w-Ê Referências 576,603 Selecmadosh " ndereço apresentado abaixo, ou pelo seguinte endereço eletrônico: " Limites de EX wção Lvs Ad t d ice@acgih. org. Para compra do original em inglés, visite o website da Not¡ de Meãções prgendgas IH”, no endereço wwwacglharglstore, ou contate diretamente o Ser- ' Subsgãncias Qlnmcas e Outros Assuntos em Eswdo ao Cliente (Customer Service) no endereço e telefone abaixo indica- Deñmções e ou pelo seguinte endereço eletrônico: customerservice@acgih. org. Anexos , adotados n AcmHg - N m4; A - Carcinogenicidade. ... ... ... ... .,. ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . 1330 Kemper Meadow Dñve 1 ' x B ~ Partículas (insolúveis ou pouco solúveis) não Cmcánnaü_ OH 452404145 - etiuln-«ig _ESPBCIÍÍCEÓaS de Outra Maneira Telefone (com) 513 742-2020; Fax (00xx1) 513 742-3355 ' ' E C ' Cmém de Amostragem ç-¡eletivapor Tamanho de hnpwwwwacgütíxg n ~ _V459 Partículas ara Material Particulado em Suspensão no -L r D - Espécies de rvores comercialmente importantes suspeitas de lnduzirem a Sensibilização. ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . E - Llmltesde Exposiçaõ (TLVs°) para Misturas. .. i do tradutor: Para aquisição do livro traduzido para o português. contate a -L _' L - eço ou no ÊWÂLJIÃQ F - Conteúdo Minimo de Oxigênio . ... . . . »lação Brasileira de Higienistas Ocupacionais ABHO°. no ender agents 1 n p. e-o 3 ? E ? à ããâñ: a seguir indicados: _ . L- ' . L, "' = L G-Substãncias cujos TLVs°e"Documena ao a o Fi. T d s .744- 42-3 P l -SP--05406-00D "° , . - . . , 9 , _ 9° °r° aÉÍSãFaX¡ O 30815933 eüàgmog . n_ : gtailglrtlilts: [an] nãzãegs diversas, incluindo dados insuficientes, wo Endereço eletrônico: abho@abho. com. br site: www. abho. org. br < Entidade sem fins lucrativos - Art.159 do CNT, Lei 4.506/64 art. 30 e INDICES BIOLÓGICOS DE EXPOSIÇÃO art. 174 do Decreto 3.000 do nie/ ss ' ' K Membros do Comitê . 104
  3. 3. c. .- . odu ão 105 _ * terminantes Biológicos de Exposição Adotados . . . ...111 ta de Alterações Pretendidas 2008 . ... ... ... ... ... ... . . . 119 l 1:9 bstâncias Qulmicas e Outros Assuntos em Estudo 120 à; : amas FÍSICOS imbros do Comitê 124 , p redução _ 125 ç C"__'T, ,_. Z;Q nites de Exposição (TLVSP) ~ ' _ç ústica _ _ › L Intra-som e Sons de Baixa Freqüência. . 128 'T n_ Ruído . .L. v' Ultra-som . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . impos e Radiações lEletrortiag-néticas Campos Magnéticos Estáticos. .." Notas de Alterações Pretendidas Campos Magnéticos de Sub-Radiotreqüenci (30kHz e Abaixo) Sub-Radiotreqüência (30kl-iz e Abaixo) e a Campos Eletrostáticos Radiação de Radiofreqüência e Microon a. .. Notas de Alterações Pretendidas. .., ... ... ... . Radiação Vislvel e Infravermelho Próximo Radiação Ultravioleta. ... ... ... ... ... ... ... ... . Lasers Notas de Alterações Pretendtdas. .. Radiação lonizante . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . 197 Espectro Eletromagnético e os TLVSP relacionados 199 rgonomia Declaração de Distúrbios Músculc-esquelétioos Relacionados ao 201 Nível de Atividades das Mãos. . Levantamento de Peso Vibrações Localizadas (Mão-Braç ) Vibração de Corpo stresse Térmico Estresse por Frio sobrecarga Térmica e sobrecarga Fisiológica por Calor . . gentes Flsicos em IONTAMINANTES DE ORIGEM BIOLÓGlCA VEICULADOS PELO AR llembros do Comitê 252 ntrodução. ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . .M253 tgentes de Origem Biológica em Estudo. . . ..,257 ndice de Número CAS lutas de Rodapé e Abreviaturas @M55 e S. Paulo, dezembro de 2008. _'75 Mensagem do Presidente - V Mensagem do Presidente da ABHO ' Prezados higienistas e usuários dos TLV® da ACGlH®. A ABHO sente-se honrada em oferecer a Edição 2008 dos TLV®BEI® c ACGIH®, em Português. Concluímos essa tarefa com satisfação. pois se tr: ta de uma colaboração à sociedade prevencionista brasileira que terá. nesl publicação, parâmetros atualizados para avaliar e controlar os ambientes c trabalho. - Considerando as dificuldades de atualização dos Limites de Tolerância da N i5, praticamente inalterados desde 1978, portanto delasados há 30 anos, c TLV®BEI® da ACGIH® devem ser observadoscom muito mais atenção pai a prevenção das doenças ocupacionais. “ ' Embora a NR 9 adote os TLV®BEI® da ACGIH® nos casos em que não l similares na NR 15. nota-se que muitos agentes ambientais não podem ma ser controlados com base nos valores propostos por essa norma do Minister do Trabalho e Emprego. Exemplilicando, o LT para Cloreto de Vínila é 15 vezes maior do que o da ACGll-l, mesma situação do Brometo de metila. Va assinalar que os fumos metálicos não estão listados na legislação brasileira. Toda ênfase deve ser dada as substâncias com potencial carcinogênico, ver¡ cando seus valores na NR 15 e como são tratados pela da ACGIH. AOlT apc la os cânceres como a principal causa de mortes relacionadas ao trabalho. Digno de nota de agradecimento é o trabalho tecnico, cuidadoso e voluntái da equipe de tradutores da ABHO. Também merecem elogios as revisoras I editoração desta obra. . A ABHO laz voto de que cada usuário desta publicação tenha sucesso no si trabalho prevencionista. Marcos Domingos da Silva
  4. 4. o AssociAçÃo BRASILEIRA os . HIGIENISTAS OCUPACIONAIS DIRETORIA (2006 - 2009) DiRETORIA EXECUTIVA PRESIDENTE Marcos Domingos da Silva Vice-Passioen-rs oe ReLAçoEs lirrsnwiciomis José Pedro Dias Junior VICE-PRESIDENTE os Reações PúeLicAs Ana Marcelina Juliani Vics-Piassiosiire os Esrooos e PESQUISAS Selena Maria Valverde VICE-PRESIDENTE DE AoMiiiisrRAçAo Jair Felicio Vice-Pnr-: sioarrre DEFORMAÇÀO E EcucAçiio PROFlSSIONAL Satoshi Kitamura CONSELHO TÉCNICO Clarismundo Lepre José Manuel O. Gana Soto Maria Cleide Sanchez Oshiro Mario Luiz. Faniazzin¡ CONSELHO FISCAL Antonio Vladimir Vieira Gerrit Gruenzner Juan Felix Coca Rodrigo REPRESENTANTES REGIONAIS Celso Felipe Dexheimer - (RS) Geraldo Sergio de Souza - (MG) Jandira Dantas Machado - (FB-PE) Jose Gama de Christo - (ES) Milton Marcos Miranda Vriia - (BA-SE) Paulo Roberto de Oliveira - (PR-SC) Roberto Jaques - (RJ) ABHO -« ÀSSOCIAÇÃO BRASILEIRA os HiGlENlSTAS OcUeAcioiiAis Rua Teodoro Sampaio, 744 - Ci. 42 - 4° andar São Paulo - SP - CEP 05406-000 Fone/ Fax: (11) 3031.5909 v 3081.1709 www. abho. org. br - e-mail: abtio@abho. com. br Declaração de Principios ~ lX DECLARAÇÃO DE PRINCÍPEOS COM RELAÇÃO Aos _TLVsP E BEls° A American Conference ol Governmental Industrial Hygienists (ACGlHP) é uma instituição não governamental, privada, sem lins lucrativos, cujos mem- bros são higienistas ocupacionais ou outros profissionais de segurança e saúde ocupacional dedicados a promover a saúde e a segurança dentro de um local de trabalho. AACGIHP é uma associação cientifica. A ACGIHP não é um órgão que estabelece padrões. Na condição de entidade cientifica, conta com comitês que analisam e compilam dados publicados na literatura oientiiica. A ACGIHP publica guias de orientação, denominadas Threshold Limit Values (TLVsR) e Bio- Iogicai Exposure indices (BEIsP), para a utilização por higienistas ocupacionais na tomada de decisões em relação a niveis de exposição seguros de vários agentes químicos e fisicos encontrados no ambiente de trabalho. Ao usar essas diretrizes, os higienistas devem estar cientes de que os TLVsR e os BEls” são somente um dos múltiplos latores a serem levados em conta na avaliação de um determinado local de trabalho e de determinadas condições deste. A cada ano, a ACGIHR publica seus TLVsP e BEIsP em um livro. Na introdu- ção deste, a ACGIHP declara que os TLVSP e os BEIsR são diretrizes a serem usadas por profissionais treinados na prática da Higiene Ocupacional. Os TLVs® e os BEIsR não se destinam ao uso como padrões. Entretanto, a ACGIHP está ciente de que, em certas situações, os TLVs® e os BEls® são utilizados como padrões por governos nacionais, estaduais ou locais. Os órgãos do governo estabelecem padrões de saúde pública, baseados em seu arcabouço legal, incluindo definições e criterios relativos à forma de idenlilicar e gerenciar um' risco. Na maioria dos casos, os órgãos governamentais que de- terminam padrões de saúde e segurança nos locais de trabalho são obrigados a avaliar os efeitos à saúde, a viabilidade económica e técnica, bem como a disponi bilidade de métodos aceitáveis para determinar a conformidade com o padrão. Os TLVSP e BEls” da ACGIHP não são padrões de consenso. Os padrões de consenso voluntário são desenvolvidos ou adotados por órgãos de consen- so voluntário, cujo processo de estabelecimento de padrões inclui exames de opiniões, pontos de vistae posições de todos os envolvidos, para o posterior desenvolvimento de uma posição consensual que seia aceitável por todas as partes envolvidas. Embora o processo utilizado para desenvolver os TLVsP e o BEIsR inclua notificação pública e exija todos os dados científicos relevantes disponíveis, os TLVs® ou os BEIsP não representam uma posição de consen- so relerente a todas as questões levantadas pelas partes interessadas (por ex. temas de viabilidade técnica ou econômica). Os TLVs® e os BEls” representarr uma opinião cieniiñca, formada pelos comitês de especialistas em saúde pública e ciências afins. e baseada na análise e revisão e compilação de dados dalite ratura cientílica existente. Os TLVsP e os BEls” da ACGIHP são valores que tem a saúde como base. Or TLVs® e os BEls** são determinados por comitês que analisam dados da literature cientíñca revisada por outros cientistas, antes de ser publicada. e provenientes de
  5. 5. - Declaração de Principios 'trias disciplinas (como por exemplo¡ higiene ocupacional. toxicologia, medicina : upacional e epidemiologia). Com base nas informações disponiveis, a ACGli-P »rmula uma conclusão sobre o nivel de exposição que um trabalhador típico : de vivenciar, sem a ocorrência de efeitos adversos à saúde. Os TLVs® e os Els® representam as condições às quais a ACGIH” acredita que a maioria dos abalhadores possa estar repetidamente exposta sem sofrer eleitos adversos à aúde. Eles não são linhas divisórias entre exposições seguras e perigosas, nem ão um Indice relativo de toxicologia. Os TLVs® e os BEIs® não são estimativas uantitativas do risco em diferentes niveis de exposição ou por diferentes vias e exposição. Como os TLVs@ e os BEls® da ACGIH® baseiam-se unicamente em iatores e saúde, não se leva em consideração a viabilidade econômica ou técnica. Os rgãos reguladores não devem pressupor que seia econômica ou tecnicamente lável, para uma indústria ou para o empregador, cumprir os TLVSQ e os BEls? ie modo análogo, embora geralmente haja métodos válidos para avaliar expo- lções em ambientes de trabalho aos níveis dos TLVs° e dos BEls”, pode haver asos em que tais métodos confiáveis de avaliação ainda não estejam validados. ibvíamente, essa situação pode criar sérias diñculdades à aplicação de um BEI® u TLV® que tenha sido adotado como padrão. A ACGIH® não acredita que os TLVs° e os BElsi” devam ser adotados como adrões. sem que haja uma completa conformidade com os procedimentos re- uladores aplicáveis, incluindo uma análise de outros tatores necessários para tomada de decisões adequadas de gerenciamento de risco. Entretanto, a AC- ãlHi” realmente acredita que os órgãos reguladores devem considerar os BEls” i os TLVs® como um ponto de partida valioso no processo de caracterização le risco (identificação do risco, correlação entre doseresposta, e avaliação de exposição). Os órgãos reguladores devem encarar os TLVs® e os BEls” como ima expressão da opinião cientifica. A ACGIH® orgulha-se dos cientistas e do grande número de membros que 'oluntariamente dedicam seu tempo de trabalho aos Comitês de TLVs® e BEls? Estes especialistas desenvolvem a “Documentação” escrita, que inclui uma ex- iressão de opinião cientifica e uma descrição das bases, fundamentos e restri- ões das conclusões alcançadas pela ACGIHQ A "Documentação" fornece uma ; sta e uma análise abrangentes/ dos principais estudos publicados e revistos por ›utros cientistas, nos quais a ÁÕGIH” se baseou para tormular sua opinião cien- llica. Os órgãos regutadores que lidam com os riscos mencionados nos TLVs° iu BEls” devem obter uma cópia escrita e integral da “Documentação” sobre os lLVs® e os BEls”. Qualquer uso de um TLV® ou de um BEI®, em um contexto *eguiadon deve incluir uma avaliação cuidadosa das informações contidas na Documentação" escrita e levar em conta todos os outros fatores que regem o : recesso regulador dos órgãos governamentais envolvidos. Declaração de Principios - - A ACGIH® é uma associação científica sem fins lucrativos. - A ACGIH® propõe guias de orientação denominados TLVs°° e BEls” para uso de higienistas ocupacionais na tomada de decisões, em relação a niveis seguros de exposição a vários riscos encontrados em um ambiente de trabalho. - AACGlH® não é um órgão normalizador. ° Os órgãos reguladores devem considerar os TLVs® e os BEts® como uma expressão de opinião cientifica. - Os TLVs® e os BEIs® não são padrões de consenso. - Os TLVs® e os BEls” da ACGIH® baseiam-se somente em fatores de saúde; não se leva em consideração a viabilidade econômica ou técnica. Os órgãos regulamentadores não devem pressupor que seja econômica ou tecnicamente viável obedecer aos TLVs® e aos BEts® estabelecidos. - A ACGIH” acredita que os TLVs® e os BEts® NÃO devem ser adota- dos como padrões, sem que se taça uma análise dos outros fatores necessários para a tomada de decisões adequadas de gerencia- mento de risco. - Os TLVs® e os BEls” podem tornecer colaborações valiosas no to- cante ao processo de caracterização de risco. Os órgãos regulado res que lidam com os riscos mencionados nos TLVs® e BEls” deven rever a integra de toda a “Documentação” escrita sobre os valores numéricos do TLV® ou BEI®. . a A ACGIH* publica esta Declaração, a fim de auxiliar os membros “ ACGll-i”, órgãos reguladores do governo e grupos industriais no r rendimento das bases e limitações dos TLVs” e BEls”, quando usa- ' em um contexto legal. Esta Declaração foi adotada pela Diretoria ACGll-Rno dia primeiro de março de 2002.
  6. 6. Vs” e BEls” 2008 da ACGIH°- Versão 2008 em Português DECLARAÇÃO ›TLls° e BEIs® 2008 da AOGiHR foi traduzido para o português aAssociação Brasileira de Hrgienlstas Ocupacionais - ABHO”, com autorização expressa da ACGIHR - ução é de inteira responsabilidade da ABHOR já que não hã. por parte' da ACGIH”, revisão do texto traduzido. . em português é uma versão fiel e integral do texto em inglês. não havendo nenhuma modificação. adição ou exclusão por parte da ABHOR ›s direitos autorais deste livro pertencem à ACGlHRe à ABHOÊ no I à edição em português. não sendo permitidas copias de qualquer za. Reproduções sem autorização formal estao sujeitas as penalida- avistas na lei brasileira e nos códigos internacionais. 2008 TLVs° e BEls” - THRESHOLD LlMlT VALUES and BIOLOGICAL EXPOSURE _ erican conference of Governmental Industrial Hygienists - AcGIt-P os» o . _. _ . x3* - Equipe de Tradução - XIII , Versão em português autorizada pela ACGIH” e traduzida pela ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE I-IIGIENISTAS OCUPACIONAIS - ABHO”. EQUIPE DE TRADUÇÃO DA VERSÃO 2008 PARAO PORTUGUÊS APRESENTAÇÃO E INTRODUÇÃO Irene Ferreira de Souza Duarte Saad? ) - HOC0001 _ _ AGENTES ouirviicos a ” Irene Ferreira de Souza Duane Saad? ) - HOC0001 8p. - José Manuel O. Gana Soto(*) - HOC0004 ' Mauricio Torloni Osny Ferreira de 'Camargo(') - HOC0012 “' É Santiago . José Martinez? ) É” ÍNDICES iaioLócicos DE EXPOSIÇÃO Henrique ñcente Della Rosa (') e_ ' '19 Sérgio Colacloppo (*) - HOC0003 i " AGENTES FÍSICOS e' Eduardo Giampaoti (') - HOC0002 É», _ Irene Ferreira de Souza Duarte Saad (*) - HOÇ0001 ' i - 1- Irlon de Angelo da Cunha - HOC0006 @k Mário Luiz Fantazzini f") - HOC0005 Ê_ a , cj REVISÃO ' Lea Amaral Tarcha (inglês/ português) @rf Jaqueline Farias Novais (impressão) i É à Lilian de Carvalho de Souza (impressão) . etw-I* _ - A COORDENAÇÃO GERAL V A Gerrit Gruenzner - HOC0013 EL_ t; Marcos Domingos da Silva - HOCOOH 't9 ea, ... .. .Q (') Fez parte da equipe de tradução da primeira edição da ABHO”. z ' *L- em 1998. “ HOC - Higienista Ocupacional Certificado. 1 ~ ; __ l V. _tg
  7. 7. - Processo de Desenvolvimento PROCESSO DE DESENVQLVIMENTO DO TLV®/ REP: UMA VISAO GERAL ' ue-se uma visão geral do processo de desenvolvimento dos s” e BEls-it da ACGIH®. 0 site da ACGIH® (www. acgih. org) contém rmações adicionais. Por favor, consulte, também, o Fluxograma 'rocesso, apresentado na (Figura 1). l . Em Estudo: Cada Comitê determina a própria segeçâo de substâncias ticas ou agentes fisicos para sua lista de Agentes _Em Estudo'. Uma va- ide de fatores é usada neste processo de seleção. incluindo prevalência. número de trabalhadores expostos, disponibilidade de dados cientiticos, lêncialausência de um TLV® ou BEI®, tempo de existência desses TLV® lEl°, colaboração do público etc. O público pode colaborar com qualquer iitê de TLV® ou BEI® pelo endereço eletrônico: science@acgih. org. Quando uma substância ou agente e selecionado para o desenvolvimen- e um TLV® ou BEI° ouçpara revisão de um valor adotado, o comitê petente o aloca na lista Em EstuddÍEsla lista é publicada anualmente, ia primeiro de fevereiro, no site da ACGIH® (wwwacgihorgfiLV/ Studies. l, e no Flelalõrio Anual da ACGIH®. e postqiormente, no livro anual dos 5° e BEls? Como complementação. a llsta'Em Estudôké atualizada em le julho em uma lista de duas séries. -As entradas da Série 1 representam as substâncias químicas ou agen- físicos que podem ser colocados como Nota de Alterações Pretendidas P) ou Nota de Intenção de Estabelecimento (NIE) no próximo ano. em ; ão do seu estágio no processo de desenvolvimento. -A Série 2 consiste naquelas substâncias químicas ou agentes físicos não serão translericlos. mas que permanecerão na Lista em Estudo no seguinte ou dela serão retirados. A lista atualizada permaneceram forma de duas séries pelo restante do v. AACGlH® continuará com a prática de atualizar a Lista em Estudo todo le fevereiro e de estabelecer a lista de duas séries todo dia 31 de iulho. As listas Em Estudo publicadas no Relatório Anual da ACGIH® e no › anual de TLVs° e BEls** estão atualizadas para o dia 1° de ¡aneiro corrente ano. Todas as atualizações das listas Em Estudo e publica- : s das listas de duas séries são apresentadas no endereço eletrônico da GIH® (htlpzwvrwacgihorgfiLv/ Studies. htm). A lista Em Estudo serve como uma notíñcação e um convite para que partes interessadas apresentem dados e comentários substanciais, que ; sam auxiliar o Comitê nas suas deliberações. Cada Comitê leva em tta tão-somente os comentários e dados referentes à ciência da saú- e não à viabilidade técnica ou económica. Os comentários devem ser nmpanhados de cópias dos dados que os suportam. preferencialmente forma de literatura que tenha sido revisada por outros cientistas an- : de ser publicada. No caso de dados de estudos ainda não publicados. M fã i n: *x r east? . _» $j; rá"_”'m, jr Processo de Desenvolvimento - X a ACGIH® requer autorização escrita dos autores do estudo garantind permissão para a ACGIH® (1) usar, (2) citar na "Documentação". e (3) pedido de uma terceira pane, liberar a informação. Essas três permissõe devem ser especificadas em uma autorização por escrito. (veia exemplo c declaração de permissão na nota de rodapé). O envio eletronico de toda as informações para o Science Group da ACGIH® pelo endereço eletrônir science@acgih. org, aumenta em muito a facilidade e a eficiência com qt o Comité poderá analisar os dados ou os comentários. 2. Minuta de "Documentação": São designados um ou mais membn do Comitê competente, para a tarefa de coletar informações e dados i literatura cientifica, rever resultados de estudos não publicados apresent dos para análise e também para desenvolver uma minuta da "Document ção” de TLW ou BEN. A minuta da “Documentação” é uma avaliação critir da literatura cientifica relevante para a recomendação de um determinar TLV® ou BEI®; no entanto, não é uma revisão critica ampla ou exaustiva i literatura cientifica. Destaque especialé dado aos . trabalhos que menci nem- niveis de efeito adverso mínimo ou nenhum efeito adverso à saúi em animais ou trabalhadores expostos, que tratem da reversibilidade de ses efeitos ou, no caso de um BEI”, que avaliem a absorção de uma sul: tância quimica e forneçam determinantefs) aplicável(is) como um índi de absorção. Quando há dados disponiveis sobre seres humanos. dá- ênfase especial a eles. Esta minuta da "Documentação", com o TLV® BEI° proposto é, então, revista e criticada por outros membros do Com e, finalmente. por todo o Comitê. Tal procedimento freqüentemente resu em várias revisões da minuta da “Documentação”. antes da aprovaçá por todo o Comitê, do TLV® ou BEI” proposto e de sua "Documentaçã A minuta da "Documentação" não iica disponivel para o público durar este estágio de desenvolvimento do processo, não sendo liberada até q chegue ao estágio de Notas de Alterações Pretendidas (NAP). Aautoria "Documentação" não e divulgada. 3. Nota de Alterações Pretendidas (NAP): [Nota de intenção de Adoção de Limite (NlAL): Na seção de Agen Flsicos do livro de TLVs° e BEIs® usa-se, além do termo Nota de Alteraç Pretendida, o termo Nota de Intenção de Adoção de Limite (NlAL). Com NlAL segue o mesmo processo de desenvolvimento da Nota de Alterar_ Pretendida, para os fins desta visão geral, utiliza-se apenas o termo Nota Alteração Pretendida- NAPi. Após a aprovação, por todo o Comité. da minuta da "Documentaç e das respectivas propostas de TLV® ou BEI®. essa "Documentação" e valores propostos são recomendados à Diretoria da ACGIH® para ra cação como uma Nota de Alteração Pretendida - NAP. Se houver ratifi ção, cada TLV® ou BEl® proposto será publicado na seção de Notas Alterações Pretendidas - NAP -- nos Relatórios Anuais dos Comitês
  8. 8. Processo de Desenvolvimento ' ~---«~ e BEls”, que são publicados no Newsletter Today! On-llne, que é ido aos membros da ACGIH®. e que também pode ser adquirido e no endereço httprllwwwacgii-iorglstore. simultaneamente, a mi- a "Documentação" se torna disponivel por meio do Customer Service GlH®, ou on-tine, no endereço http: llwww. acgih. org/ store. Todas irmações contidas nos Relatórios Anuais são incorporadas ao livro sobre TLVs® e BEIsÊ, que geralmente fica disponivel, ao público em em fevereiro ou março de cada ano. 6 TLV® ou BEl” proposto é con- do pela ACGIH® como uma tentativa de limite por aproximadamente lO após a ratificação das Notas de Alterações Pretendidas - NAP a Diretoria da ACGIH®. Durante esse período, as pessoas interessa- em como os membros da ACGIH®, são convidados a fornecer dados . enláríos substanciais, preferencialmente na forma de literatura que sido revisada por outros cientistas antes de ser publicada, sobre os 'ou BEIs® propostos, contidos nas NAP. Para os dados provenientes udos ainda não publicados, a ACGIH® requer autorização escrita dos as do estudo garantindo permissão para a ACGIH® (f) usar. (2) citar ocumentação”, e (3) a pedido de uma terceira pane, liberar a infor- 3. Essas três permissões devem estar declaradas e especificadas em autorização escrita. (Veja exemplo de declaração de permissão na fe Rodapé, ao final desta seção. ) Os comentários mais efetivos e va- são aqueles que se referem a pontos especificos contidos no esboço ocu mentação". Se necessário, são feitas as alterações e atualizações nuta da "Documentação". Se o Comitê encontrar ou receber dados anclais que mudem a sua opinião cientifica concernente a uma Nota ; ereções Pretendidas (NAP) para um TLV® ou BEW. e possivelmente r as estimativas ou notações propostas para o TLV® ou BEl®, o Comi- ie revisar als) proposta(s) e recomendar à Diretoria da ACGIH® que ija retido na Nota de Alterações Pretendidas. riso Importante: O periodo para comentários sobre a minuta da "Do- ntação" para Nota de Alteração Pretendida (NAP) ou Nota de lnlen- 'e Adoção de Limite - NlAL e de seus respectivos TLV(s)®, notações, El(s)®. esta limitado a um periodo fixo de 6 meses, a partir de primeiro rereiro até 31 de julho de cada ano. A ACGIH® reestruturou o período comentários em 19 janeiro de 2007, a fim de assegurar que todos 'l recebidos por ela a tempo de serem considerados pelo Comitê com- ite antes da reunião de outono (outono nos EUA. que corresponde trimestre do ano). Devido ao tempo necessário para a revisão, ava- 3 e considerações adequadas dos comentários durante as reuniões, :quer comentários recebidos após o prazo de 31 de julho não serão los em conta nesse ano para as deliberações do Comitê no tocante ssivel adoção de uma NAP ou NlAL. Como praxe, a ACGIH® revisa s os comentários submetidos à sua apreciação, referentes às substân- quimicas e agentes fisicos da lista "Em Estudo”, bem como às NAPs e NlALs ou aos valores adotados atualmente de BEI(s)® ou TLV(s)®. Todos os comentários recebidos após 31 de julho serão analisados na integra no ano seguinte. A minuta da "Documentação" estará disponível para revisão durante todo o periodo de seis meses. A ACGIH® prefere que os comentários a _ela submetidos sejam limita- dos a 10 paginas, incluindo o sumano executivo. Os comentários apresen- tados podem incluir arierros _dos materiais citáveísque não serão conside- rados como parte da limitação de i0 paginas, Seria muito útil estruturar os comentanos da seguinte forma: A. Sumario Executivo - Apresentar um sumário executivo com, no máximo, 250 palavras. B. Relação de Recomendações/ Ações -- ldentíñcar, em uma lista- gem vertical, recomendações/ ações especificas requeridas. C. Fundamentação - Apresentar . fundamentos que justifiquem cada recomendaçao/ ação requerida. D. Material citável -- Fornecer material citável para comprovar a tun- damentação. O procedimento acima, destacado em itálico, é solicitado para permitir à ACGIH® revisar os comentários mais eficiente e produtivamente. 4. TLV®/ BEM e "Documentação" Adotacta: Se o Comitê não encon- trar nem receber nenhuma evidência significativa que altere sua opinião cientifica sobre uma Nota de Alteração Pretendida para um TLV® ou BEN, poderá. então, aprovar sua recomendação para adoção pela diretoria da AçGll-IÊ. Uma vez aprovado pelo Comitê e posteriormente ratificado pela Diretoria, Lo TLV® ou BEI® é publicado como adotado nos Relatórios Anuais dos Comitês sobre TLVs® e BE| s® e no livro anual de TLVs® e BEls? e a minuta da "Documentação" é finalizada para a publicação formal. 5¡ “Desconsideração do TLV®: Em qualquer ponto do processo, o Comitegpodedecidir nao continuar com o desenvolvimento de um TLV® ou BEl e deixar de deliberar sobre ele. Agentes químicos ou fisicos que foram desconsiderados podem. por nova decisão. ser recolocados na lista Em Estudo (etapa 1 acima). l-lá vários pontos imponentes a serem considerados ao longo de todo o processo acima mencionado: i. O método apropriado de uma parte interessada contribuir para o pro- cesso de um TLV® ou BEl°consiste em encaminhar literatura publicada que tenha sido revisada por outros cientistas. antes de ser publicada. AACGIH® também recomenda entaticamente que as partes interessadas puhliquem seus estudose não se baseiem em estudos não publicados como base de colaboração como processo de TLV® ou BEI®. Além disso, o melhor momento para o envio de comentários para a ACGIH® é nos primeiros es-
  9. 9. Jill - Processo de Desenvolvimento . _A gios do processo de desenvolvimento do TLV® e BEl”. preferencialmente iquanto a substância ou agente está na lista "Em Estudo". ii. Um outro local para a apresentação de novos dados é um simpósio r “workshop” patrocinado pela ACGIH® que possibilite uma plataforma ira discussão pública e interpretação cientifica. A ACGIH® incentiva a- ilaboração da comunidade na sugestão de tópicos para simpósios, in- uindo sugestões sobre formato, patrocinadores e conferencistas. A AC- IH® utiliza critérios rígidos para a determinação da conveniência de um mpósio. Um critério-chave é que esse simpósio deve ser a forma mais icaz de fornecer, ao Comitê. informações que possam contribuir com os areceres científicos usados para redigir a "Documentação" e para estabe- oer os respectivos TLVs® ou BEls”. Um tema para simpósio deveria ser rgerido enquanto a substância ou agente estivesse "Em Estudo", uma vez re o desenvolvimento de um simpósio requer tempo, comprometimento recursos consideráveis. 0 envio de sugestões de temas para simpósios tando uma substância já está na Nota de Alterações Pretendidas poderá ar considerado, mas geralmente já será muito tarde para o processo de acisão. Um tema de simpósio não será considerado favoravelmente caso aus propósitos não ofereçam um fórum para debate de opiniões sobre da- JS existentes. O Simpósio deve ter como base, de preferência. pesquisas n andamento, incertezas cientificas sobre os dados atualmente disponi- ais, ou outras razões de ordem cientifica. As sugestões de temas para um impósio devem ser enviadas ao Science Group da ACGIH® (soience@ : gih. org). iii. A ACGIH® recebe, periodicamente, solicitações da comunidade que esejam efetuar uma apresentação para um Comitê sobre substâncias ou ssuntos especificos. Tais solicitações são atendidas apenas em caráter xcepctonai. Apesar de haver várias razões para esse posicionamento, a rincipal delas é que o Comitê se concentra em dados cientiiiccs e publica- os, e não em dados apresentados em tóiãns privados. Um Comitê poderá tender a esse tipo de soticitação quando os dados forem significativamen- r novos, tiverem recebido revisão cientifica, quando essa apresentação ir o melhor veiculo para o fornecimento das informações e estas se mos- arem essenciais para as deliberações do comitê. A apresentação não é m fórum de debates de opiniões sobre dados existentes. Afim de permitir o Comitê uma avaliação desse tipo de solicitação. os membros da comu- idade devem apresentar seu pedido por escrito, contendo, no mínimo. os egutntes elementos: (a) uma descrição detathada da apresentação; (b) ma demonstração clara do motivo de esta informação ser importante para s deliberações do Comitê; e (c) uma demonstração clara do motivo de a eunião ser o metodo necessário da entrega das informações. A solicitação leve ser enviada ao Science Group da ACGIH® (science@acgih. org). O Comitê pode. também, tomar a iniciativa de contatar especialistas »demos (a) para uma reunião com o Comitê destinada a discutir assuntos 1 1 l r l a9?? 99999* cascas 1,: t = . 'i , u' beb- QG . t5. QQ específicos ou a obter mais conhecimentos sobre um determinado assun e (b) a fornecer colaborações escritas ou revisão da “Documentação”. ls: e feito apenas quando necessario. e não como uma prática rotineira. iv. AACGIH® não se compromete a endossar considerações sobre u TLV® ou BEI® novo ou revisado, dependendo do resultado de pesquis: propostas ou em andamento. Datas importantes a serem levadas em conta em cada calendár anual do processo de desenvolvimento do TLV” e BEl” Primeiro Trimestre: - São publicados o Relatório Anual de TLV® e BEI® e o livro de TLV® BEE® 0 ano todo: - Aceitam-se comentários do público* - Reunião dos comitês *Nota* Recomenda-se que os comentários sejam submetidos, o mais cec possivel, e preferencialmente antes de 31 de julho, a fim de haver tem; suficiente para a adequada consideração/ revisão. lsso é particularmenl importante no caso de um TLV®/ BEE constante da Nota de Intenção c Adoção de Limite - NIAL. Aviso importante: O periodo para comentários sobre a minuta da "Dr cumentação“ para uma Nota de Alteração Pretendida (NAP) ou Not de Intenção de Adoção de Limite (NlAL) e de seus respectivos TLV(s)* notaçãotões), ou BEl(s)®, estão limitados a um periodo fixo de 6 meses a partir de primeiro de fevereiro até 31 de julho de cada ano. A ACGII- reestruturou o período para comentários 'em 19 janeiro de 2007, a fim d assegurar que todos eles sejam recebidos por ela a tempo de serem cons derados pelo Comitê competente antes da reunião de outono (outono nc EUA, que corresponde ao 3° trimestre do ano). Terceiro Trimestre ~ Publicação no endereço eletrônico (httpzl/ wwwacgih. orgfiLV/ Studie: htm) da lista "Em Estudo" com duas séries. Último Trimestre": - Votação dos Comitês de TLV®/ BEM dos TLVs® lBEls® propostos par Nota de Alterações Pretendidas ou adoção final. - Diretoria da ACGIH® ratiñca as recomendações do Comitê de TLV®/ SEP. "Nora: Essas ações geralmente ocorrem no início do quarto trimestre. ma 7 podem ocorrer durante outros periodos do trimestre ou do ano. Nota Final: Exemplo de declaração garantindo permissão para a ACGIH usar. citar e divulgar estudos não publicados: -. [Nome], [autor ou patrocinador do estudo'] concede permissão para ACGIH® usar e citar os documentos abaixo listados, e divulga-los integra
  10. 10. Processo de Desenvolvimento , essoas não ertencentes à ACG| H® mediante solicitação. A _ ; gãóapãra divulgaçãc? do documento inclui a licença para tirar cópias, iessario. , . alo'. Joseph D. Doe, PhD, co-autor do estudo, concede a permissão t ACGIH® usar e citar o documento abaixo listado, e divulga-lo in- À 'nente para pessoas não pertencentes à ACGIHP. A permissao para ação do documento inclui a licença _para tirar cópias, se necessario. taoLüuadLstatusonüarmacokineticsoLlntratracbeallyiüâílu-ed baliteiitElatsaMatclrdlzãtloâf a declaração deve ser assinada por pessoa autorizadanaldaeiréatãt A nissão e deve incluir informaçoes para contato. tals 00H10 l U ° aço. a revisão em 31 de janeiro de 2008. , _f_ . .|_»-' -. JL-- i - I 49 comitê Seleciona Substâncias/ Agentes Para Revisão do TLWBEI” Em estudo D n E Minuta da E 1 i : ração documentação T 3 a l t; E _j_ Não disponlvet R R ' ' l para o público ^ A D L" o ç A I 0 Nora de alterações pretendidas Minuta do TLWIBEI' e documentação disponivel para o público : oração te rita TLWBEF e documentação adotadas àuúooduuüüuuuüü Publicado m¡ supiementn O eu . .f'“"“>. “9 20 de dezembro de 2004 gr”. URA 1. Processo de Desenvolvimento TLV®/ BEl” uma visão geral. -“' 'V' informações online sobre TLV® e BEl” ~ XXl ¡NFORMAÇÕES "ON-LINE" SOBRE OS TLVS” E BEIS” No esforço de tornar mais transparente o processo de estabelecimento dos limites de exposição (TLVsP) e índices biológicos de exposição (BEls®) e de facilitar a compreensão dos fundamentos e limitações dos TLVs® e BEIs®, por parte dos membros da ACGIH®. dos órgãos governamentais reguladores. e dos grupos industriais. a ACGIH® mantém em seu site, nc endereço www. acgih. org/ '|'LV/ , a Seção de Informações "online" sobre os TLVsPI BElsP (TLVPI BEIP Resources Section). L A Seção de informações sobre os TLVs®I BEIsP está dividida em oítc categorias, cada uma contendo informações claras e concisas. São elas: - Politíca de Conflitos de Interesse - pertinente à Diretoria. aos Pre- sidentes de Comitês e aos membros do Comitê (incluindo membros consultores), destina-se a garantir a integridade e credibilidade de pro- gramas e atividades da ACGIH®. A política, bem como a revisão e su- pervisão da ACGIH®, desempenham um papel importante na proteçãc dos programas e atividades da ACGIH® contra influências indevidas_ (wirvwacgihorgffLV/ COIPolicy. htm). - Nota de Alterações Pretendidas (NAP) - uma lista de ações propos- tas pelos Comitês de TLVs@ para Substâncias Químicas, TLVs® para Agentes Físicos e BEIsP. Esta Nota proporciona uma oportunidade para comentários do púbtioo. Os valores permanecem na NAP por aproxima- damente um ano. após terem sido ratificados pela Diretoria da ACGIH®, As propostas devem ser consideradas como valores experimentais durante o periodo em que permanecerem na NAP. Se o Comitê não en- contrar nem receber nenhum dado significativo que altere sua opiniãc científica em relação a um TLV® ou BEIP que esteja na NAP, poderá, então, aprovar a recomendação para adoção pela Diretoria da ACGIH® Se o Comité encontrar ou ieceber dados substanciais que alterem a sua opinião cientifica em relação a um TLV® ou BEl” que esteja na NAP, poderá alterar sua recomendação para a Diretoria da ACGIH® de forma que ele possa ser mantido ou retirado da NAP. [Nota: Na seçãc de Agentes Físicos deste livro, o termo Nota de Intenção de Adoção de Limite (NlAL) é usado adicionalmente à Nota de Alteração Pretendida (NAP). Para os fins deste processo de revisão, apenas o termo NAP e' utilizado. ] - Declaração de Politica sobre TLV®/ BEls” - declara o que são os TLVsP e os BEls® e como devem ser usados. Embora os TLVSP e os BEIsP realmente contribuam para um aperfeiçoamento geral na prote- ção do trabalhador, o usuário deverá reconhecer as restrições e limita- ções inerentes a seu uso adequado e assumir a responsabilidade por tai uso. (www. acg¡h. org/ 'lLV/ Policystmtfitm). __ _- ~_. ._- . a sgxhs--Merw-
  11. 11. ' D XII - Informações online sobre TLV® e BEl' Declaração de Princípios sobre os TLVs°l BEISP-ex- pressa a posição da ACGIH® sobre o processo de TLVS® e BEls? A ACGIH® está orgulhosa do impacto positivo que os TLVs® e os BEIsP tem sobre os trabalhadores do mundo inteiro, e apóia o trabalho ár- duo de seus Comitês para tornar o processo mais transparente e acessivel. Esta seção é apresentada na integra na página ix. (www. acgih. orgfFLV/ PosStmttitm). Processo de Desenvolvimento dos TLVs° l BEISP- da uma visão geral do processo pelo qual os Comitês passam quando estabelecem um TLV® ou BEIP. Esta seção é apresentada na íntegra na página xiv. (wwwacgih. org/ 'lLV/ DevProcesshtm). Manuais de Operações dos Comitês - arquivos pdi dos Ma- nuais de Operação dos Comitês de Limites de Exposição para Substân- cias Químicas, Limites de Exposição para Agentes Físicos e de Índices Biológicos de Exposição. Cada Manual cobre determinadas áreas, tais como. a missão do Comitê, filiação ao Comitê, composição do Comitê, comunicação externa e interna com o Comitê, fluxo de informações, procedimentos para o desenvolvimento de workshops e simpósios etc. (ivwwacgilmorgfTLV/ OpsManual. htm). Processo de Apresentações de TLV®/ BEN - são dispo- nibilizadas apresentações em Power Point sem acompanhamento da Conferência Anual “American industrial Hygiene Conference and Ex- position (AlHce)". Estes ióruns são abertos a todos os participantes da AIHce e têm como foco o processo usado pela ACGIH® e pelos seus Comitês de TLV®, BEI® e Bioaerossol. Essas apresentações estão dis- poniveis no site da ACGIH® (wwwacgih. orgflLV/ Presentalíon. htm). Lista Em Estudo - contém substâncias. agentes e temas que es- tão sendo considerados pelos Comitês. Cada Comitê solicita dados, comentários e sugestões que possam auxilia-los em suas deliberações sobre substâncias. agentes e assuntos que esteiam na lista de “Em Estudo' (wwwacgih. orgflLV/ Studieshtml. Além disso, cada Comitê solicita recomendações para novos estudos de substâncias químicas, agentes físicos. e assuntos de interesse para a higiene ocupacional e para as comunidades de saúde ocupacional. 2:. Cir-- 7343 @galã c¡_, _.. ;ç'ã 7;. . . g5 . _.'; ;:$ e1ç_. í.t; e; :'33 à; ; Ó .5. _ 'Li si? . Õ C31» ~ 45 . 'Ó ADIÇÕES E REVISÕES DE 2003 Todas as notas de rodapé, abreviaturas e definições relativas às rr renas deste livro encontram-se na parte interna da capa de funda des publicação e, também, no marcador de páginas oferecido como corte: pela ABHO”. Seção de Substâncias Químicas - Foi leita uma revisão da seção de Limite de Exposição- Exposição I Curta Duração (TLV-STEL) constante da Introdução deste livro. - Foi feita uma revisão da Natação "Pele" constante da seção Definiçõ e Notações. - Foram adotados os TLVs® propostos das seguintes substâncias, que e 2007 estavam incluídos na "Nota de Alterações Pretendidas" - NAP Aluminio metálico e compostos Iodo e iodatos insolúveis Borracha natural. látex Benomil Cloreto de políviníla (PVC) Butenos, todos os lsõmeros l , l,1,Z-Tetracloro-zz-difluoroetai Isobuteno 1.1,1,2-Tetrac| oro-1,Z-difluoroelai Carbaril Thiram Hidroquinona Anidrido trimelitioo Indeno - Foram retirados os TLVs° adotados e a "Documentação" das seguint- substânclas [veja também Anexo G1: Aluminio e compostos, como AI Esmeril Trifenil amina Óxido de aluminio - Foi colocado na seção de Nota de Alterações Pretendidas - NAP seguinte Anexo novo: _ Anexo H: Método de Cálculo Fieciproco para Certos vapores de Si ventes de Hidrocarbonetos Fieiinados - Foram incluidas. na Nota de Alterações Pretendidas (NAP), propostas: revisão dos limites (TLVs°) adotados para as seguintes substâncias: Bromolórmío Etilenoimina Cloreto de tionila Ferbam Cresol Fosfato de dibutila Dietanolamina Metil paration Endosulfan Propilenoimina Etanol 4,4'-liobls(6-terc-but¡| -m-cresol)
  12. 12. 7° proposta a retirada das seguintes substâncias da “Documentação” los TLVs®, por insuficiência de dados ou por estarem listadas com , LW-f . ra entrada: «i ; enato de chumbo Nafta VM & P ' f? lvente de borracha ' : ,_____ seguintes substâncias permaneceram na Nota de Alterações Pre- a ~ ididas, mas com revisão dos TLVs° ou das notaçoes outra entrada: J______A, óxido de enxofre Pentõxido de vanádio IM Metíl estireno - . . . v @ef "Ó iram mantidos, na Nota de Alterações Pretendidas. Os TLVs® 3019' rrmente propostos para as seguintes substancias. arllio e compostos Cimento Portland ' . Ilieto de hidrogênio Sulprolós etil isobutil cetona T3100 __ _ J” " 3 leo mineral ToIueno-2,4- ou aõ-dusocianato s substâncias a seguir continuam na Nota de Alterações Pretendidas tAP) como retiradas, até o momento em que sua substituiçao S913 91'* r-g dotada: l w ea e > ileo mineral. névoas [veja a entrada para õleo mineral na NAP] ç edra sabão [veja a entrada para tatoo na NAP] A . a MIM* _ ç . v , "Documentação” da seguinte substância foi atualizada, irias sem alte- 't ação do TLV° recomendado. leja o Suplemento 2008 da Documenta- , . à ão' dos TLVs° e BEls” . 7*¡ Ediçao. r _ liesel, combustível f; , geo se: e” ? e Ácido perlluorooctanóico [e FOA] ; çgmmg-s¡ E: : se ; ão dos Índices Biológicos de Exposição (BEIsP) *orem adotadas as propostas de BElsP, que estavam na Nota de Alterações Pretendidas de 2007. para as seguintes substâncias. Tetrahidrofurano Tricloroetíleno Foram colocadas, na Nota de Alterações Pretendidas, propostas de revisões dos BEls** das seguintes substancias: Dissulteto de carbono _ _b Tetracloroetileno _ determinada e verificada a impossibilidade Pratica para os seguintes intes: Aluminio Adlções e Revisões - XXV Seção de Agentes Físicos - Foram adotados os seguintes agentes que apareciam nas Notas de Alterações Pretendidas de 2007 como revisão/ adoção: - Radiação Visivel e Infravermelho Próximo - Lasers - Na seção de Campos e Fladiações Eletromagnéticas, foram propostas alterações dos TLVs” para o seguinte: - campos magnéticos estáticos - Radiação de Radiofreqüência e Microonda - A razão desta Nota de Alteração Pretendida é acrescentar a Nota 9 ao TLV° e também a seção intitulada 'Eleitos da Interferência de Radiotreqüência em Equi- pamentos e Dispositivos Médicos” à “Documentação”. - Lasers - A razão desta NAP é revisar o TLV” referente a fator de correção Co para comprimentos de onda entre 1200-1400 pm - A "Documentação" do seguinte agente físico foi atualizada, mas sem alteração do TLV” recomendado. Veja o Suplemento 2008 da "Docu- mentação” dos TLVs° e BEls° , 7° Edição. Radiação Ultravioleta contaminantes de Origem Biológica veiculados pelo Ar Não houve nenhuma informação nova em 2008. Em Estudo O leitor é incentivado a revisar as listas "Em Estudo". que aparecem ao final de cada seção desta pubticação. Cada Comitê solicita informações, em especial dados, que possam ajudar em suas deliberações relativas às substâncias, agentes e temas. Comentários e sugestões, acompanhados por evidências significativas, na forma de literatura que tenha sido revisada por outros cientistas antes de ser publicada, devem ser enviados em for- mato eletrônico, para o Science Group, da ACGIH®, pelo endereço eletrô- nico science@acgih. org. Alem disso, os Comites solicitam recomendações para outras substâncias, agentes e assuntos que sejam relativos à Higiene Ocupacional e à saúde ocupacional da comunidade. Para uma discussão detalhada sobre esse procedimento e os métodos de envio de colabora- ções para a ACGIH”, consulte, por favor, o "Processo de Desenvolvimento do TLWBEP da ACGIH” nas primeiras páginas deste livro e no site da ACGIH” (httpvlvwvwacgih. org/ TLVlDevProcesshfm). A lista Em Estudo é publicada anualmente no dia primeiro de fevereiro no site da ACGIH” (wwwacgihprgITLV/ Studieshtm), no Relatório Anual da ACGIHF'. e posteriormente. no livro anual dos TLVs® e BEls”. Como com- plementação, a lista Em Estudo é atualizada em 31 de julho em uma lista de duas séries. ---
  13. 13. (XVI - Adições e Revisões As entradas da Série 1 representam as substâncias químicas ou agentes fisicos que podem ser colocados como' Nota de Alterações Pretendidas (NAP) ou Nota de Intenção de Adoção de Limite (NlAL) no próximo ano, em função do seu estágio no processo de desenvolvimento. A Série 2 consiste naquelas substâncias químicas ou agentes fisicos que não serão transferidos, mas permanecerão na Lista em Estudo no ano seguinte ou dela serão retirados. i lista atualizada permanecerá na forma de duas séries pelo restante do ino. AACGIH” continuará com a prática de atualizar a Lista em Estudo todo '-” de fevereiro e de estabelecer a lista de duas séries iodo dia 31 de julho. is substâncias e temas listados são os de 1° de janeiro de 2008. Após essa lata, para encontrar uma lista atualizada, consulte, por favor, o site da AC- SIH” (http 1.' vwvwacgihorg/ 'l' LV/ S1udies. htm). tviso importante - O periodo para comentários sobre a minuta da "Docu- tentação” para Nota de Alteração Pretendida (NAP) ou Nota de intenção le Adoção de Limite - NlAL e de seus respectivos TLV(s)@, noiação(çõesj, iu BEl(s)® está limitado a um período lixo de 6 meses, a partir de primeiro le fevereiro até 31 de julho de cada ano. A ACGIH” reestruturou o periodo iara comentários em 19janeiro de 2007, a fim de assegurar que todos sejam ecebidos por ela a tempo de serem considerados pelo Comitê competen- e antes da reunião de outono (outono nos EUA, que corresponde ao 3° 'imestre do ano). Devido ao tempo necessário para a revisão, avaliação l considerações adequadas dos comentários durante as reuniões, quais- juer comentários recebidos após o prazo de 31 de julho não serão levados tm conta nesse ano para as deliberações do Comitê no tocante à possível , doção de uma NAP ou NlAL. Como praxe, a ACGIH” revisa todos os co- ientários submetidos à sua apreciação, referentes às substâncias químicas i agentes fisicos da lista “Em Estudo", bem como às NAPs e NlALs ou aos atores adotados atualmente de BEI(s)° ou TLV(s)®. Todos os comentários ecebidos após 31 de julho serão analisados na integra no ano seguinte. A rrínuta da "Documentação" estará disponível para revisão durante todo o Ieríodo de seis meses. A ACGIH” prefere que os comentários a ela sub- rietídos sejam limitados a 10 páginas, incluindo o sumário executiva. Os omenrários apresentados podem incluir anexos dos materiais citáveis que ião serão considerados como pane da limitação de 10 páginas. Seria muito lili estruturar os comentários da seguinte forma: t. Sumário Executivo - Apresentar um sumário executivo com, no máxi- t0, 250 palavras. _ i. Relação de Recomendações/ Ações - identificar, em uma listagem erticaf, recomendações/ ações especificas requendas¡ ' _ ). Fundamentação - Apresentar fundamentos que justifiquem cada re- : omendaçãolação requerida. _ I J. Material citável - Fomecer material citavellpara comprovar a fundamen- ação. 0 procedimento acima, destacado em italico, e solicitado para permitir t ACGll-_l® revisar os comentários mais eficiente e produtivamente. ! L à. .- 0 r .4 0 non , . . -¡ -_ _j ; sa 2008 _j o o o g à Llmltes de Exposrçao para a . a A o r o à Substanclas Quimlcas ” a em Ambientes de Trabalho J Adotado pela ACGIH® . j com Alterações Pretendidas í *A _ Sumário _V _j Membros do Comitê. .., 0: ' Introdução. ..". ... ... ... ... .. O: _j informações Gerais . ... ... . . . 02 " __ Deñnição dos TLVs® 0G 'tipos de TLVs® O! ç Digressão sobre os Limites . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. , .05 J Limite Média-Ponderada (TWA) e STEL versus j Limite Valor Teto (0). . ; J Misturas. ... ... ... ... ... . " ' Variação nas Condições de Traba o e nas orna as e ra a o. .. 1,3 Aplicação dos TLVs® em Condições Não Usuais “' "Í Jornadas de Trabalho Não Usuais . ... ... ... ... .. . Unidades dos TLVs® . ~- "" informações ao Usuário . ... .. . . : j Referências e Textos Selecionados. .. ---- Limites de Exposição (TLVs®) Adotados . ... .. . . j _ Nota de Alterações Pretendidas . ,..6E Substâncias Qulmicas e Outros Assuntos em Estudo. 7G Definições e . ...76 Anexos Adotados A- Carcinogenicidade. ... ... .., ... ... ,.. ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ..83 M; B - Partículas (insolúveis ou de Baixa Solubilidade) não Especificadas 'i de Outra Maneira (PNOS). ... ... . . ... ,.. ,84 . C - Critério de Amostragem Seletivo por amanho de Partlcu as para - . Material Particulado em Suspensão no 85 r _ . ..j D - Espécies de Árvores comercialmente importantes suspeitas de t' ~ induzir a Sensibilização ec E - Limites de Exposição (TLVs®) para Misturas . ..91 ~- , F - Conteúdo Minimo de Oxigênio 94 ^ G - Substâncias cujos TLVs® e "Documentação" Adotados foram _. ç Retirados por Razões Diversas, inclusive por Insuficiência de Dados, Reagrupamento etc. nã?
  14. 14. nbros - Introdução - 3 INTRODUÇÃO Às SUBSTÂNCIAS oUiMicAs e Í- Informações gerais : OMITÊ DE TLVs® PARA SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS 2007 ordon. PhD - Presidente Demers. PhD ” wceyresidente ' 'Q Os limites de exposição (TLVs®)1 são recomendações para serem utili- S. Beckett. MD, MPH ' zadas por higienistas ocupacionais profissionais. Os valores apresentados tenson, PhD, DABT “g neste livro são propostos para serem usados apenas como guias ou reco- . . Bigelow, PhD. ClH. ROH ° J. Caldwell. PhD. CIH. DABT -' . M. Casseriy, PhD. CIH mendações, a üm de auxiliar na avaliação e controle dos riscos potenciais à saúde nos locais de trabalho, e não para outros usos (p. ex. , na avaliação ou controle da poluição do ar da comunidade, na estimativa do potencial gm Cujver_ MD tóxico para exposições continuas ou ininlerruptas, ou outras jornadas pro- ; h Glass, PhD. MA, MSc ' Iongadas, como prova ou contestação da existência de uma doença ou de Great/ es_ MD êpt---wg uma condição ifsica de um individuo). Além disso, estes valores não são ry L. Kedderis, PhD ' ' ' uma linha divisória entre condições seguras e perigosas e não devem ser | L, Kennedy. Jr. , DABT epa-IQ utilizados por pessoas que não estejam treinadas na disciplina de Higiene A_ Macys, MS. CIH. DABT " Ocupacional. Os limites de exposição (TLVs®) não são padrões regulado- C. May. ScD. , ClH. PE em» M; res ou de consenso. : N. McDougal, PhD " t a Nota dos Editores: O ano aproximado em que a "Documentação" atual D. Naumann. PhD. DABT (também “HA WEEL C°mmmee Liaiw") @, i.-~~7; teve a última revisão significativa e, se necessário, atualização, é apre- il Rubin, MD. MPH ' " sentado em seguida do número CAS de cada entrada adotada na lista Ile M. Schaper. PhD 1-23 alfabéticapor exemplo. Aldrin [309-00-2] (2006). 0 leitor e orientado a ve- m, s¡v¡n_ PhD I " rificar a seçao "Cronologia do TLV®” em cada “Documentação” para um t Spirtas, DrPi-I breve histórico das recomendações 'e notações do TLV®. .eth K. Welsburger. ScD. PhD _ _ _ (Bill) Wells, Jr. , PhD. ClH. CSP à; Definição dos TLVs® n ' ' ' d uintes pessoas: .N Os limites de exposição (TLVs®) referem-se às concentrações das “Hà também reconhece a contribuição as seg substâncias químicas dispersas no ar e representam condições às quais. . _ AKG - - Ljajgon , ,ç _ acredita-se, que a maioria dos trabalhadores possa estar exposta. repe- 3rr1'n| 'ã; :; &Lígnanaãêrgagm _ AcêTHrgêífonmfieid Awardee tidamente, dia após dia, durante toda uma vida de trabalho. sem sofrer 1 Talaska, PhD, CIH - BEIP Committee Liaison ç « JM “à efeitos adversos a saude. . _ _ -3 Todos aqueles que utilizam os TLVs® DEVEM consultar a última "Docu- mentação" dos TLVs® da ACGIH® (TLV® Documentation) a fim de assegurar- "' se de que entenderam as bases do TLV® e as informações usadas em seu _ A desenvolvimento. A quantidade e a qualidade das informações que estão disponiveis para cada substância quimica variam com o passar do tempo. _ Não se pode pressupor que substâncias químicas com TLVs® equiva- ---- “E5 lentes (i. é, mesmo valores numéricos) tenham efeitos toxioológícos simi- ' lares ou potência biológica similar. Neste livro. há colunas contendo os J limites de exposição (TLVs®) para cada substância (isto é, concentrações 'i _ no ar em partes por milhão [ppm] ou miligramas por metro cúbico [mg/ ma] --1-53 e contendo os efeitos críticos produzidos pela substância quimica. Estes ' Ç ' eleitos críticos formam a base dos TLVs®. &jr-ff; A ACGIH® reconhece que existirá variação considerável no nivel de ç ' _ resposta biológica a uma determinada substância quimica. independen- temente da concentração no ar. Na verdade, os TLVs® não representam
  15. 15. uma linha fina de separação entre um ambiente de trabalho saudável e não saudável, ou um ponto no qual ocorrerá um dano à saúde. Os TLVs® não protegerão adequadamente todos os trabalhadores. Algumas pessoas podem apresentar desconforto, ou até eleitos adversos mais sérios à saú- de quando expostos a substâncias químicas em concentrações iguais ou até mesmo inferiores aos limites de exposição. Há inúmeras possibilidades para o aumento da suscetibilidade a uma substância quimica. incluíndo idade, sexo. caracteristicas étnicas, fatores genéticos (predisposição), es- tilo de vida (por ex. . dieta. fumo, _abuso do álcool ou de outras drogas). me- dicamentos e condições médicas pré-existentes (por ex. , agravamento de asma ou doença cardiovascular). Alguns individuos podem-se tornar mais suscetíveis a uma ou mais substâncias químicas após exposições ante- riores (por ex. , trabalhadores sensibiiizados). A suscetibilidade aos efeitos de substâncias químicas pode ser alterada durante diferentes periodos do desenvolvimento fetal e no decorrer de toda a vida reprodutiva dos indivi- duos. Algumas alterações na suscetibilidade podem também ocorrer em diferentes níveis de trabalho (por ex. , trabalho leve versus trabalho pesado) ou de atividade - situações em que haja o aumento da demanda car- diopulmonar. Além disso, variações na temperatura (por ex. , calor ou frio extremo) e na umidade relativa podem alterar uma resposta do individuo a um tóxico. Na análise da "Documentação" para qualquer TLVP deve-se ter ~ em mente que outros fatores podem modificar as respostas biológicas. Apesar de os TLVs® se referirem aos niveis de exposição no ar da subs- tância quimica, podem ocorrer exposições dérmicas nos ambientes de tra- balho (veja "Pele" na Seção Definições e Notações. página 75). Três categorias de limites de exposição (T LVsP) são aqui especificadas: Limite de Exposição - Média Ponderada pelo Tempo (TWA ou LE-MP); Li- mite de Exposição - Exposição de Curta Duração (STEL); e Limite de Ex- posição - Valor -Teto (T LV-C ou LE-Teto). Para a maioria das substâncias, um limite média ponderada (TWA ou LE-MP) sozinho ou com um STEL é relevante. Para algumas substâncias (por ex. , gases irritantes), somen- te o limite valor teto é aplicável. Se qualquer um destes tipos de TLVs® é excedida, presume-se a existencia de um risoo potencial para aquela substância. Limite de Exposição - Média Ponderada pelo Tempo (TLV-TWA ou LE-MP): A concentração media ponderada no tempo. para uma jornada normal de 8 horas_diãrias e 40 horas semanais, à qual, acredita-se, que a maioria dos trabalhadores possa estar repetidamente exposta, dia após dia. durante toda a vida de trabalho, sem sofrer efeitos adversos à saúde. Embora em algumas situações o cálculo da concentração média para uma semana de trabalho, possa ser mais apropriado que a concentração de um dia, a ACGIH® não oferece orientação no tocante a este tipo de exposição. _ . _. . ..-. .., ._ e. .. , .,_¡, ,,, _.. ›__. ._. ›._¡__¡¡. _., ;7:_ › 4-lntrodução ' a t5 . .à @swat . , - -. Intrcduçê L¡'“"° de EXPlJsição - Exposição de Curta Dura ' É . . _ _ _ _ _ çao (TLV-STE selrilíjlnllrgttesgãdíxposiraoImedia ponderada e_m 15 minutos, que não Pa _em qua quer momento da jornada de trabalho, m Ei"? a “ncentfaçñü média Ponderada (TWA) em 8 horas esteja dentr àlgtããâãposiçao-mepia ponderada (TLV-TWA ou LE-MP). o TLV- 85330 a qua. acredita-se, que os trabalhadores possam expostos continuamente por um periodo curto sem sofrer' 1) irritação- são tissular crônica ou irreversível; 3) efeitos tóxicos dose-dependem _4l narcose em grau suüciente para aumentar a predisposição a scids Iànpetñr auto-salvamento ou reduzir significativamente a eficiência n. 053!_ nao protegerá necessariamente contra esses efeít índe andem ario lo; excedido. 0 TLtI-S_TEL nao e um limite de expo l _P _ _ e, 1303 0. mas sim um limite suplementar ao limite dee sfçao media ponderada (TLV-TWA), nos casos em que são reconhei ãfàlztt: ;giàcitos Êara substancias cujos efeitos tóxicos primários são d dev t dcã- §PQSIÇOFS acima do TLV-TWA, mas abaixo do TLV-S em er uraçao inferior a 15 minutos. e devem ocorrer não mais quatro vezes ao dia. Deve existir um intervalo minimo de 60 minutos I : séãràpqiççâõãâãgfàêssgvas nçsta faixa. Pode-se recomendar um pei arenas- biológbos' mm! ! 05. desde que garantido por observaçãc Limite de Exposição -_ Valor Teto TLV-c - - não deve ser excedida durante nenhum(mom E2110 di ÊxÊLÊÊEÊrÊÊaÊ 216%: : : Efcrlêãfíies (ijnstarlitâneas não estiverem disponíveis. a amostra tar a ex s¡ _o Za 3P? 0 Pellüdo minimo de tempo suficiente para di P0 ça no _imite de Exposição-Valor Teto (T LV-C) ou acima d A “GW acredita que OS TLVs® baseados em irritação fisica riãc ; çêftgosel-tigtàcísàãerados menos obrigatórios _que aqueles baseados em t racer-Ou I ncias crescentes de que a irritação fisica pode iniciar, f ace erar os efeitos adversos a saude pela interação com OL agentes quimicos ou biológicos. ou por outros mecanismos. : iiggeíõãgs acima dos Limites de Exposição (Valores Máximos . Para muitas substâncias com limite média-ponderada . _ _ _ _ (TLV-TWA), ÊÉÂÊÊEIÊÉIELÉSTEL. Todavia, as digressoes acima do TLv. TwA deven rewmendaào PÍTJPOIQUFHÓD 0 TLV-TWA de 8 horas esta dentro dos Iiir s. s imites de digressao (valores máximos permissív aplicam-se àqueles TLV-TWAs que não possuam TLV-STELs.
  16. 16. digressoes nos niveis de exposição do trabalhador podem ex- ter trás vezes o TLV-TWA, por um período total máximo de 30 iutos. durante toda a jornada de trabalho diária e. em hipótese uma, podem exceder cinco vezes o TLV-TWA. Deve-se garantir, tretanto, que o TLV-TWA adotado não seja ultrapassado. ibordagem aqui e a de que a digressão máxima recomendada acima iite de Exposição - Média Ponderada (T LV-TWA) deve estar relacio- : om a variabilidade geralmente observada nos processos industriais Na revisão de numerosas investigações de Higiene Ocupacional con- te pelo National Institute for Occupational Safety and Health - NlOSH i, Leidel et al. (1975). descobriram que as avaliações de exposição de duração tinham geralmente distribuição lognormal. iesar de uma discussão completa da teoria e das propriedades da iuição lognormal não se enquadrar no objetivo desta seção. apresen- a seguir, uma breve descrição de alguns termos importantes. A me- le uma tendência central em uma distribuição lognormal e o antilog da 1 logaritmica dos valores das amostras. A distribuição é assimétrica e dia geométrica (mu) é sempre menor que a média aritmética por um que depende do desvio-padrão geométrico. Na distribuição lognormal : Vic-padrão geométrico (sua) é o antilog do desvio-padrão dos valores itmicos das amostras e 68.26% de todos os valores estão situados mg/ sd, e mgx sdg. e os valores da exposição de curta duração de uma dada situação tem esvio-padrão geométrico de 2,0 (dois), 5% de todos os valores exce- a 3,13 vezes a média geométrica. Se um processo apresenta variabili- l maior que essa. o controle deste processo' não está sendo adequado vem ser feitos esforços para restabelecer o controle. Esta abordagem é uma simpliñcação considerável do conceito da distri- ão lognormal da concentração, mas é considerada mais conveniente. .s digressoes da exposição acima do TLV-TWA forem mantidas dentro ; es limites recomendados. o desvio-padrão geométrico das concentra- ; avaliadas estará próximo de 2,0 e a meta de recomendações estará to cumprida. Reconhece-se que o desvio-padrão geométrico de algu- exposições comuns nos locais de trabalho pode exceder 2.0 (Buringh Lanting, 1991). Se tais distribuições são conhecidas e os trabalhado- não licam expostos a um risco maior de eleitos adversos à saúde. a essão recomendada sobre o limite deve ser modificada com base nos os especificos do local de trabalho. Quando se dispõe de dados toxico- : os para estabelecer um TLV-STEL ou um TLV-C para uma substância ecítica, estes valores tem prioridade sobre o limite de digressão. introdução - 7 Limite de Exposição - Mêda P d d . Limite de Exposição - VaIorITeRfPTIÍd-acf (TLV TWA) e STEL versus Uma substância pode ter certas' propriedades toxicoló ' ' _ _ . _ gicas que requei- [ÊEIÊFÊÊ : É (Làmite de Exposição - Valor Teto) em vez de um os limites de ex o le_ e gressao acima do TLV-TWA. O valor atéo qual _ P Slçfm P0 em ser excedidos por curtos periodos. sem efeitos adversos à saude, depende de vários fatores tais como' nature: d° Wlamlnanlei Possibilidade de as concentrações muito altas l- mesmã que por curtos períodos~ produzirem intoxicação aguda, de os efeitos se- iãm_ CUmQWUVO-S. frequencia com que ocorrem altas concentrações e dura- çao de tais periodos. Todos os fatores devem ser levados em consideração para se concluir se existe ou não uma condição de risco à saúde pesar de a concentração média ponderada pelo tempo (TWA) re . . . , , _ pre- senta¡ o método mais satisfatórioe pratico para monitora¡ congammantes do er. a lim de venñcar a conformidade com os limites de e csi ão ex' - Em “mas suhstãním Para as quais este método não é aãzquãdo' No: se grupo. _encaixam-se as substâncias que têm ação predominantemente fáPlÚa. CUJO TLV® mais apropriado é baseado neste tipo determinado de : :rigsâaáags subãtanlcias com esse tipo de resposta rápida são mais bem _ I_ _ P0¡ m im) e-tefo (TLV-C) que não deve ser excedido. Está impicrto nestas definiçoes que o metodo de amostragem para determinar a nao-conformidade com os limites deve ser diferente para cada grupo Citflseqlzsntemente, uma amostragem única e rápida. que é aplicável a um “mile-leio, nao é adequada ao limite média ponderada (T LV-TWA) Nesse : É: : :ããeããano um n_umer_o _suficiente de amostras para permitir a deter- Ç ncen _raçao media ponderada pelo tempo para todo um cido °°mPl9i0 de operação ou para toda a iornada de trabalho. t Ênquanto 0 limite-teto impõe um limite bem deñnido que as concen- '39095 de 9XP°Slça° "a0 Podem ultrapassar. o limite de exposição-média Pfmderada (TLV-TWA) requer um ümite máximo explicito para as digres. soes que sejam permitidas acima do I' 't d ' “ - ' _ rada recomendados' s imi es e exposiçao média ponde Misturas De - ' ' ~ - - te _ ve se dar atençao especial, também, a aplicaçao dos TLVs® para de. rminar os riscos a saude que podem estar associados com exposições a misõuras de duas ou mais substancias. Uma breve discussao das consicle. raç es basicas. envolvidas no desenvolvimento dos TLVs® para misturas e os metodos utilizados para este desenvolvimento acrescida de exemplos GSPBCIÍICOS. é apresentada no Anexo E.
  17. 17. lntroduçãr - introdução rá . - ' ariações na Condiçoes e nas Jornadas de Trabalho plicação dos TL Vs” para Condições Ambientais Não-Usuais Quando os trabalhadores estão expostos aos contaminantes no ar, a imperaturas e pressões substancialmente diferentes daquelas existentes as Condições Normais de Temperatura e Pressão (CNTP) (25°C e 760 im de Hg), deve-se tomar cuidado ao comparar os resultados da amos- agem com os TLVs® aplicáveis. Para aerossóis, a concentração média onderada pelo tempo (TWA) (calculada usando volumes de amostragem ão ajustados para a CNTP) deve ser comparada diretamente com os LVs® aplicáveis publicados no livro TLVs® e BEls”. Para gases e vapo- as. há diversas opções para comparar os resultados do ar-amosirado ao LVs®, opções essas que são apresentadas em detalhes por Stephenson Lillquist (2001). Um método que tem abordagem conceitual simples é o eguinte: 1) determinar a concentração de exposição, expressa em termos e massa por volume, no local de amostragem, usando o volume da amos- a não ajustado para as CNTP, 2) se necessário, converter o TLV® para igima (ou outra medida de massa por volume) usando o volume molar de 4,4 L/ mol, e 3) comparar a concentração de exposição ao TLV®, ambos m unidades de massa por volume. Existem algumas premissas quando se comparam resultados de amos- 'agens obtidas em condições atmosféricas não-usuais com os TLVs®. Ima delas é que o volume de ar inspirado pelo trabalhador durante o dia e trabalho não é significativamente diferente em condições moderadas le temperatura e pressão se comparado ao das CNPT (Stephenson e Lill- lUÍSÍ. 2001). Outra premissa referente aos gases e vapores e que a dose le absorção é correlacionada à pressão parcial do composto inalado. Os esuliados da amostragem feita em condições não-usuais não pode ser acilmente comparado com os TLVs® publicados, e deve-se tomar extremo : uidado se os trabalhadores estiverem expostos a pressões ambientais nuito altas ou muito baixas. abordagepsde ajuste dos limites de exposição ocupacional para jcrn não-usuais e apresentada no livro "Patty's Industrial Hygiene" (Pauste c , 2000). Outros textos selecionados sobre este assunto incluem La et al. (2003), Brodeur et al. (2001), Caldweel ei al. (2001), Eide (2i Verma (2000). Rouch (1978). e_Hickey and Reist (1977). Qutro modelo que trata das jornadas de trabalho não-usuais é o "m lc Brief escala (1986). que e explicado em detalhes no livro "Palty's ln trial Hygiene (Paustenbach, 2000). Este modelo reduz o TLV® propo nalmente ao aumento de exposição e à redução do tempo de recupere (isto e, tempo de não-exposição). O modelo é voltado geralmente aplicação a jornadas de trabalho superiores a 8 horas por dia ou a 40 h por semana. O modelo não deve ser utilizado parajustíticar concentra( muito elevadascomo se fossem "permitidas" para exposições curtas exemplo, exposições a 8 vezes c TLV-TWA para uma hora de exposiç¡ exposiçaozero no restante da jornada). Nesses casos, deveriam ser cadas as limitaçoes gerais de digressão do TLV-TWA e os limites para P°5|Ç30 de curta duração TLV-STELs, evitando-se o uso inadequado di modelo para jornadas ou periodos muito curtos de exposição. l O modelo Brief e Scala" e mais fácil de usar que alguns dos m( os mais complexos, baseados em açoes farmacocinéticas. A aplica desses modelos complexos geralmente requer conhecimento da meia-l ¡JWÍOQICH de Cada Substância. e alguns deles exigem dados adicionais. outro modelo desenvolvido pela Universidade de Montreal e pelo lns te de Recherche en Santeet et_ en Securite du Travail (IRSST), utiliz método Haber para calcular o ajuste dos limites de exposição (BrodeL al. , 200d). Este método gera valores próximos aos obtidos pelos mode fisiologicamente baseados em iarmacccinética (PBPK). Como os limites ajustados não têm o beneficio do uso histórico e da servaçao de longo prazo, recomenda-se uma supervisão médica duranl uso inicial do TLV® ajustado. Além disso. devem-se evitar exposições des cessárlas dos trabalhadores. mesmo se um modelo mostra que as exp. ções estão dentro dos valores “permitidos”. Modelos matemáticos não dev 'amadas de Trabalho Nãousuais ser utilizados para justificar exposições mais elevadas que as necessária A aplicação dos TLVs® a jornadas de trabalho extremamente diferentes la jornada convencional de 8 horas por dia, 40 horas por semana. requer ima avaliação especifica, a fim de garantir, a esses trabalhadores, a mesma notação dada aos trabalhadores de jornadas convencionais. Jornadas se- nanais curtas' odem levar o trabalhador a ter mais de um emprego, talvez : om exposições similares. e pode resultar em superexposição. mesmo se nenhuma das exposições, separadamente. resultar em superexposição. Muitos . modelos matemáticos de ajuste para jornadas delttsrabalho nâo- usuais têm sido descritos. Em termos dos principios toxico gicos. 0 S911 normais de temperatura e - . . . . . . .. . . . . se _ l _ pressao - CNTP. esta no estado liquido objetivo geral é identificar a dose que assegure que o pico diario ou ma sóhdo' A quanndade de vapor emitida por uma substância química é' nal de carga do corpo não exceda aquele que ocorre durante uma jornada ' ' ressa como , , _ . . . - . re ~ normal de 8 horas/ dia. 5 dias por semana. Uma revisao abrangente das í -f- p p ss” de V390' e e fun? ” da tempelalufa e PTGSSSC Unidades dos TLVs® _ Os TLVs® sao expressos em ppm ou mglmí Uma substância quim melada pode ser um gás, vapor ou um aercssol. r Gas e uma substância química cujas moléculas se movem livre nie rioespaço em que estão confinados (por ex. , cilindro/ tanque) r condiçoes normais de temperatura e pressão. Os gases não assum- forma ou volume. - Vapor é a fase gasosa de uma substância química que, nas condiçõ
  18. 18. mtrodução _ . ..J introdução - i1 erossol é uma suspensão de partículas sólidas ou de gotículas líqui- ' Referências e T8305 SBÍBOÍOMÚOS: 55 em “m me” 93mm- 0mm terms “tmzadms Pa” desqeVer “m “ J* Brief RS; Scala RA: Occupational health aspects oi unusual work schedu- arossol são: poeira, névoa, fumo, neblina, fibra. fumaça e "smog". Os - les: a review oi Exxon's experiences Am lnd Hyg Assoc J 47(4)'t99- erossóis podem ser caracterizados pelo seu comportamento aerodi- 202 usam_ ' ' ãmico e pelois) localGs) de deposição no trato respiratório hümam- a , i Brodeur J; Vyskocil A; Tardit Ft' et al. : Adjustment of permissible exposure ç' * values to unusual work schedules. Am lnd Hyg Assoc J 62584-594 is TLVs® para aerossóis são normalmente fixados em termos de mas- ___ (2001) a substância química n° ar 9°¡ “uma Esses TLVs® Sã° express” Buringh Lantlrig R' Exposure variability in the workplace' its implica 3 l - . ' "gm ' . tions tor the assessment of compliance. Am lnd Hyg Assoc J 52:6-13 (1991 . ._ Caldwell ill; Armstrong TW; Barone NJ; et al. : Lessons learned while com- piling a quantitative exposure database from the published literature. . _ Appl Occup línviron Hyg 16(2)'.174-17:7(2001). ' . Eide l: The application of S-hour oocupational exposure limits to non-stan- . _ dard work schedules offshore. Ann Occup-Hyg 34(1):13_-17 (1990). Hickey : L: : tegtfczâippliãaihlon g occupãtaioriã âtãosure( lingtsí to unusual wor sc e ues. m n yg ssoc : -621 19 7. 19 Lapare S; Brodeur J; Tardli R: Contribution of toxicokineiic modeling to the em M Ê: J:oSÊii1Je6i14i((1); iíâpãiãlãâÊgglisi0 unusual work schedules. Am lnd Hyg ' 9m mil/ ii* = , _ . . Leidel NA; Busch KA; Crouse WE: Exposure measurement action level and ' É- occupational environmental variability. DHEW (NIOSH) Pub No. 76-131; Aoconvertervaloresexpressos como umelemento (por exemplo. como e” a3 NTlS Pub. No. PB-267-509. U. S. National Technical Information Servi- como Ni). deve-se utilizar o valor molecular do elemento. e não o do ce. Springfield. VA (December 1975) "POSÍONÍEITO- Paustenbach DJ: Pharmacokineiics and Unusuai Work Schedules. ln'. Ao iazer conversões para substâncias com pesos moleculares varia› e. ” "" b' Patiy's Industrial Hygiene, 5th ed. , Vol. 3, Part Vl. Law, Regulation, and i. devem ser estimados ou assumidos pesos moleculares adequados e_ _W _Ó Management, Chap. 40, pp. 1787-1901, FtL Harris. Ed. John Wiley & Js TLVs® para gases e vapores são estabelecidos em partes de vapor e gás por milhão de partes do ar contaminado por volume (ppm), mas : em podem ser expressos em mg/ mi. Para conveniência do usuário, m iimites também referenciam pesos moleculares. A equação de con- ão de ppm para mglm°. onde 24.45 é igual ao volume molar do ar em s às condições normais de temperatura e pressão (CNTP - 25°C e '* mm de mercúrio). é a seguinte: _ (TLV em mglm°l (24,45) em ppm _ (peso molecular da substância em gramas) “WQÊQÍ” ia "Documentação" do TLV®). Sons, lnc. , New York (2000). Roach SA: Threshold limit values ior extraordinary work schedules. Am lnd armações ao Usuário *Ô Hyg Assoc J 39(4):345-348 (1978). Stephenson DJ; Lillquist DR: The eiiects of temperature and pressure or Cada TLV® e suportado por uma ampla "Documentação". É imprescin- . . . e¡ consuma¡ a úmma "Documentação" para a apucação do TLvsg_ airborne _exposure concentrations when performing compliance evalu- Exemplares adicionais do livro TLVs® e BEls® em inglês e da "Docu- É_ -. .Ô 'ílÉtrÊtiuãnfa/ *CGW* TLVS am OSHA PELS- APP' 0001313 Eni/ im" HYE intação" dos Limites de Exposição e Índices Biológicos de Exposição, V (d. 6 (2001): . . . i vários volumes, que é utilizada como base para este livro. estão dispo- @PW at"? d ¡Àtstmem ° °°°“Pa“°"a' ? WWW "m3 i0" unusual¡ WW¡ reis na ACGIH®. Está disponível, também, “Documentação” para cada “ ' 5° e u es' m 'nd Hyg ASM J 61(3)'367'374 (2000)- W individualmente. Consulte a website da ACGIH® (vinivwacgihorglsto- @k _g l para obter informações adicionais e veriticar a disponibilidade destas-Í . . ' _não . . _ _ seçao ou na contracapa posterior. As abreviaturas e notas de iblicações. iníveis na ABHO, www. ablio. org. br “à rodapé constantes da contracapa também são apresentadas . ' . i l Exemplares adicionais do livro TLVs® e BEls” em português estão dis- A ACGIH° não assume nenhuma responsabilidade quanto ao . . no marcador de páginas “Neck” pela ABHO' uso dos TLVs° › . ' ' eai-ss: : i Todas as notas relativas aos assuntos da seção de Substân- cias Quimicas deste livro são apresentadas nos Anexos desta
  19. 19. .w mE a_ mqã «ímã I Eau sã: FCEE essa ou# . m. nos. ; mà: mms_ I I _saem Éezãím_ _gama s_ mas» 3.2 Mm . sã es_ . nona m m5 _. _ 8.8 I se_ m_ . .à e . ..nas pará_ Bãom eua, ... .Vw . E. . __ â_ c. É _Ê_ I . ..à 8 ama: .maçã m___. _._28< mmocmu _miar "amam. m. . _ou _wap n_ o _ . mm 2mm "eae m o l : mm: zu 2:8 _GÉÉ_ maxima @Quê . Bagagem. . . . L _ em _mzo ass usa m m5 s 8% mm É ã. . Ê ea 8m nã: _revê mamã masa t_ m Em. | l sã E. 8mm: _Neném_ mcocesmnã mês. «ea l 53.3¡ susana as: Emei_ 222.2.. ozm ass ME. o ea . masc e_ 8.3 2 ea e . ..aa e . uma. ?saca m__. __› o. . 9m§< m5; 3.8. I . ..ace . ..nas ea: __. :Ê_m. :+~o_. .mwmmo . "vaga. Moóvmumxwmmàmm_ moõeow_ mono_ _wãzâ mu oEmo< »E a m2: t_ não_ I É. . 8m sã 8m . sua _camas_ 2,. ..? ou ema# &ãueaeoawsaoxxmswa 2m_ 2.. .: . .É I . :É . .c . .maca. _wmãz_ . ãzumãexosexq. 8 o§8< . Ê â 3mm . .os es. . &mausz . ..Em . EE. _,222_ gâsêm woaEoÊ &E94; 0.a@wn3$3$$ma9$339335&aaa amaaeeaaaaeç . . w@a$%aam&@e L . .L 538 cam: cama _mããogçê_ “musa »E3 ao. : t . .É sm . .ã 8m _~mm_: m.3.Ê mas. . m. . 293.. . ozm _nas “mxãêa u_ 9.a_ I . .ã . ã . ..à 8_ : as _q. _ão. :w_. _o_n§ 2. 253,. . mmhmwês nã: l I . .ã É as: 8.3.2: mãns_ 3 asas. mmFwwOEoE _uai I l ããm sã; mães_ gxêàwmu . ..sê usavam. : 223%_ asma 2.a_ m¡ _nã I . .a3 : s: 5.5.: : . czüe âxxosã . ..u 258.. »E o no59.: .ía I I . ..à É. as: 5.2. : à nã. .. a semâ $350: a8_ 2 I . ..à a . ooowzusçmã . .mamã âaxsaew à _ímã m5. m não t_ m E: l I sã 8m .32 _màócm_ mÊnÊ. s. o§8< wE o 8% = _ ai. : . I I ã. . 8m as; ?mvmoz 233.8 m. . oÊ$< mmhomogoz. mta: 1 &Êã ea s_ . .mmezvââz sã: a. .. .sã mE u_ 2.3. ã I . ..â e . emma _v2.0.2_ SEE a. Êwê magsmmEs ma. : 2 : são l na. . _caía_ ou§s8< sã. .. o. . Sam . as. 3o. _ manaus: É» ás. .. _m5 m2_ . gosumnam sã moção. : mmmqzs oxm< mu Ema mv . .ouwoãu â m aos: ou Bremen as mv mcêc_ Eawa m: mwéoacooco 38592 masa_ m 35:2». “maizena . ê . mmogcuwo w owmsoz . x83 E . ..uma >. =. mu 3mm 228 m: mmHg: : »Eamsmkpm â usava. .. 8 sê - Valores Adotados
  20. 20. Valores Adotados - 15 _mwwãc 2.. ._ m 2a É. . . ..ã _emma _nàáoo_ _sua_ _mass @aê _uma_ _voçê_ m_____. =c. __. < ozwaes 83._ _mãmmt_ sã_ Ê I E____E3_= o_e_= ._§mum _Êaowmí_ 3mm E _sua_ . .É 3 o I _mm9__m. ~o. _o__ mc_m_oa< _E ; caes ozm no.2 2 sã l en. : _se_ _. .m_. _o__m__. ___= o_§_ m: : ema. .. _masc 053m2.. . u_ m3; zum. ._<_. m_wn_ I . É N _se_ _mkzà_ nã. .. g n33_ _se_ _Iwmmm_ m__. ._oa_x2_. _._. m 2. nas: : m5. o no50 t_ ias zum . .sem 0.253 _ozmasÊo m m5 . mão t_ : as s. . sã m_ se. .., _g2_ _maços_ ma» à 0.2.2 wE m ma_ . sã. 5 sã_ É _zum 1 . .à N _uma_ 5.3.5._ 25.. ... a. caes. . _sã_ _Tauá_ auêmeg. «E m ÉS_ 8.8_ 2 _Em_ _maca_ amenas: : 0%, _ _m3_ ? .78 _a9_ _o. _~. .§_ 832o_ 8.2 22_ m masa _c_ m _soes_ caca. no.3 : a Eneas ã _cam_ _mamás_ as. ..? .. sua #É ea . sã. n_ . .si I l . ..à e _R9_ _eâmp_ seoaea . aê mogosnsgsemu . oã mam : sua l I "eae E _§: __. mm.3_8_a_. _ . ..É m5. m 22_ . mago z_ . .sem I nEaEN «eae _ _mas _$0.32 8 . a cas_ $03.02 . m5 _m6 mz_ «acusam oaãoâ &mes; o>¡_. _. ou 3mm . .OE 3o. _ m . .p _L . _, A. ; _a _L ççccçcctça _uma_ _Emma_ sã. . 9%, _ _meus _atá_ sãmzaaâas 2.3 _uma_ _Êin_ 8552.. ... . às_ _uma_ _$932_ 85.3_ . ..É _mma_ _mesa_ sea_ ocê o_. zwmo_v___ mv 29o: : _m5 . Sento: : QUE( _ame_ _nswmi_ s_. ..§2_ _m3 . ..É _se_ _cama_ 8_= o_. _oz_o_o_u__. .~. ~ 0.5,_ _sã_ _maix_ 8ãumo_oa_u 0%, _ _sã_ Fmãmm_ 8_. _o___oao_o_u. ~ _.34 Bcwmoõz mn 390.0 _w> . oo. :u__o_o 0204 . _ çgçgg . m5 w moéo c_ No_ m. aos» 83 _MENU 33:9. mm uma m mago a_ mE. a mm. . . mago . E mE. m »É . masc 5 «m . z. P 5.9. . má p 3.3 _ ooímmañã_ um_ mE. a mo_. __a = _ . .mangas oãv 6m. .. w 35o _c_ ocãowme cwuãõae Sã_ É 2 _m _mn_ 2mm_ nã? 0.0._ . às no _mané_ _woâm_ . ___. _o. ~mm_ 22.3 2. m3 . 8.a DE sã 5.o I. _màm. :_8_. _._= m_uou_u< com. ; . em _mamã_ _no88 2:8 . ME. t_ _a9_ zo ass . mamão ou mam m _acesa Ê 352.. ..: mu _acesa . .g . 8___. __Eo_n comi _mao mz _ gzêmnam ares Adotados . ... ».: ›: . .u _n <_s. _.
  21. 21. Valores Adotados - - Valores Adotados 11|( 131: u. tcv . lt. r< i1.. . a . n 1 il: : . u . . . u. x. . . _ssvímz «Em _um a2 mas I se: na: _mamae_ ss_ . .negam Não_ zum _sã Essas «se sssasmsso. .. nos: n.8.%:8_sws_. s cassa. .. mas» so: _mesas asa «ízum I se_ . .o na: _wsvmnãassas SÊÊ mããass _É_ Êm : É zum Essas no98 t nos: _mswmwí _moosãa M333 nossos. . 3 8B ssãsssaos osssê »E m 23 mes. . s_ : n: É _zum I sã . nã: _v3.3_ Sã: .. asse ss. . w mE s none I I sã m sã. : : +25: es? osssâ »E s mes_ 2.8 S. : I s. : um , se_ mw na: asia: ssss< . .uses mm no.8 2 I , sas «a nã: _mas a_ . .assim russa. : . ps5. . Esse _ozm EEB Human: .. S38 ou an_ C_ E . I | EE m. : 8mm: _oààm_ s_. __. _._s. s_. s<. ~ mass monges. _asma mas. E _sua_ I : I nã: _Imã_ _sssossãs »sismo I É 1 _sas S nã: :emana: .. ssa mumzsãzeao: maã> : com: m_m>. .__om= _ moñomeoo . E. s uosssossêm _sem E I essas . m nas: : _aos assaz. . s. : s. Êm . .os 83 &sãsz . .Em (B. .. _mao _z_ 22.93% mamão. : mumosã bàñbbâõñbñâñàbbâôâààâaâ _ is: _ WAV kr . W . _ u. _ _ . s; n52 I . x l _assaz m. .. : mais: «suas . asma . ..M23 as_ o . sas sã. . ozm . são «mas 2 _sua_ I sssas 3.o nos. nààm_ s. ..? wmz. o mas. .. among. : 86m É EÊ 8_ 88m: _mami_ escassa: casaca. .. _coca E. . n anna: oãu _masa s_ 85m 2o. _ | Ena . . na: róvã; 85939: _n82 _Q5933 m? _maos as Essa: : Eis_ essoas_ 38a sã: _sâámâ_ possas_ . css. na: :nas: sãsom_ _O82 . ama. n. _mas_ essas_ _O82 na: :ecos: ssssa 582 Ea: :emma: Bssssm. _sua : s: nnwn: Bsssawm _sua na: _msaÉ Bass. : _asa nã: :vaso: ssa _esa Em: nâàmmâ 22:3 sm secam 2325» asa mass. ? 858a _msss s. assaz nas: _sómàme_ _D232 wE s mas_ u. : 9.8 2.3 ma. : a. : a. : mes. ma: o mo_. __o s_ . »E m mes. s m5. m às. . s : zm asa ozfssswEs_ m5 m 3% s_ mes. .. a mE. s_ mmemuvoem: . ..amu e>. _._. cv amam ; OE emma_ _m5 «z % Eur-mamona @QQ
  22. 22. mmhizãaoss. . . _~$: _m. om. _$: .. E25 . ..usam _assaz awe: : I . .É u. : ma: _ãws_ _asa _asma_ _zaeszzoswo_ : :I . Em. .. s. : . .eae sã_ 3 . .ea . mewêusa : ._É$: °___am* I : ã: _a. ~m. om_o. ê_z_«_oe3 _os : _amami ocsceszszncwm _Omã _màóm_ acseanmzncwm m _2m_: _m. s.3_s_n_~=3 «E833 : É _um _E _uma sã 3 sã: F2.: _ cães a2.. . s_ . Nasa 2 . .zum l a "eae _ _sã_ _wmnámt_ _eoãm . massas . ..É _a m 2a _sã_ a_ s. ? É . .sã. .. à sã: um . .a8 . massa mesmas a _vmeosh_ . .Em owãñs? a. .. «nã» . .mmvízmm _as_ I sã. ..? m. .. _mmmioenzwa_ zêñozzsuz Valores Adotados - 19 mgxmn ou _mocmo . E . .ã . ..ou I 8_ou_. .__. _._s_u3. as. , . .E8 E . eae mas I . .É e sã . .ea aê. .. . É. _çãaaoo sã a3: . _m. -.m§~_o_ua s. mes_ . É o. . 33 . .os su. . M333. . .Em . .É _m5 mz_ ameniza". .. woníoâ numas; aawmaaaaçaaaasaaçgaaaaga : ma: _$322_ »E54 35o o mm. .. c_ | .eum . É : :eae m. : _mmmc ocmuãn Em _mês _smoam n58 . fêmea_ nos. .. 40523_ 2:3. mEoÊowoE _omE_= maÊ8:wu_wmo_=8oE= m=m «z . E I mas E : s: _vnàmmímsazmmaãtswã Em _ousar_ sm mzmásâ . l . ..à sã _wcoucawzh_ «cuz Bzm> . 8mm c m. .. : E8 . m8__. _mm_o= _ »cassou omezã ou . .mesmo «mi _um . .E | “EEE 5.o m _amarei_ _sexy_ É. .. : S: _ozõmozqtswo mu . ..mamã . âmozzmemg em _se_ 49:5.. _meu não _ozw . n58 : o sã_ _,253_ _mm_ T_ mamã: : : E8 _Êwãm_ 3:55 o: oa_. =$_< z @a2 mas» : manga memz= m< _a2 faz: : . .Emi : amam: _muãuz . um _cê_ _#38_ = _.z< ma. . a _E u_ . k. E I I . eae . .à as: â . .E8 . massas a _v2.2.3_ Êezê «E9232 . ..às . .mm sims. . I , eae ã _m5_: _m$.3:mc_. o_m_. =<a . ... a. . nas: à. .. ans. . mocomãz _www 5P. . _m5 uz_ Eucãmpsw Iores Adotados
  23. 23. Em: .: _ : odem n< _zum | ãzcme m 3mm: _wwoâ_ : .. naõ ea a_ modem . E "nã. I «eae . .o . sã: _vooàã_ _asas ma. ; ea: .. a I 23535» nã: _W039_ memsseamo mmoesoeamcn_ I 2 . ãnâmem . omm: r.mm. ~nm: êão 253.5 ME. m 85o u_ naum_ É Sã n En. : m . ame. fã: «nessa _anão sua: ea. . _ozm . .Bacoo aq. ; 2 _sã . eae . _eae â as. : _valsa_ ousou . E28 me. ? _um _ã 1 : :EEE so. .. sã: 8 . .as _mamães »Em cão 8.a: _um S. . I 5539.23 . m . .wmqóâh sexo Vaiores Adotados - 21 É» a 3% c_ : a: É . l e. : a sã: _~. &.: §om: mm: _sms . .àãã mwwanc . m5. m masa _z_ 853 | | : É _ 8mm: _ímã_ o: â_o= _._= m.u§. a wE. w ma: .no59 . s. mudm_ um: | E: : m , Em: _vaza_ _cias_ uma. : mm» a »eso z_ "Ranma ou _ao . .Em »Em En. : m o I as: :mara: 5523.. ._ ma» s 2.8 l I . .É . .á sã: móão: Ewaêms : :me . n98 cv . .mà »sem _o . wmhs l E Em: 8m Sã Pág. : essas”. . _waàcmu _mexia É 78m 3.8 e. se_ o »sem _u Em. .., | I sã 8m _E32 _m. m$o: meses_ 3 max. . . moagem. a5.. . ou amam . .os com. . mucosa: .. m5 Es. .. _m3 mz _ msãagsw . mooãoaa mmmo. _<> 99253553559: . .s a ggggwgaca _d . _o_ mesmo: _assum msãã maa= s_seu___ ê _mamas _mamae_ massa_ 3 3B . ...53 são _ 8.3 ~< I sã N : ma: _o. mm. $: oceumsmam; _oumuüeêngauc , : smsãsm ea. . _ouâzocmo mamã I I Ena. : a3: _maawwe_ acmaosem; sã: ea. . ME. à . aaa 2 _a3 I : ã no as: _v3.2_ o_§. .., oea_m n _E = _ _ousa_ . É. _m5, s : um: l ea ã . ..à E : mm: _wmmwÊ_ caem . .Rã muããu meme 2 I ea m. .. . mm9:m. om. mmm_ Ê. , â casam ma» m os: =_ 3.3 v< _uma_ 1 : a: F ? mas _$0.35 msm. : ou QmEQm m5. u_ «md» I eâuo l : à: _meoãss_ gêmeas 2. omega . ozm ass _ocê sã mag. 2 _man_ I sã m . ame. :emma: às . .a casam _ musa: mm , z. sm m. . I : :BE 2 , Em: _móqim_ : casam wE u_ naum. .., .à 55a. .. m . .asas m : :as _n32 _~: m.mm.2oo_x. .mm. mom. ?mvomm z »Semasa memoasoo . mâsom su: :mw . mocm> 2mm 5.o: | . ..asas Saad 292. massa. : 9:8 Sã: _mágoa_ nã_ . .mag 209.3. &Apooommm . .os an. .. mamona: da . _ s? W532_ a§= mÊ= m Valores Adotados
  24. 24. Vaiores Adotados - 2a Valores Adotados ma. . nã. . _seco ou Son. o. .. _ME_ . ._ 26mm É I 029158 . wE. o so. . 69:0 E_ mx. .. m 8.. ... u. as. . . W352. . ... m.. ... ..u as. . . v3.5. 9.2.5.93.. . . mma. 5.31.. sâêaau. .. . .EEE m . ..É Sm nã. . . I I 8.. ... . I l . ..ã ms avance. .. . .qua . ..ímã I . ..as m. .. . E$: .vã. _~_. m. ... ... ._. o mE o 3.. ... .. _ 2.3 s. . l E. .. 2 . ..as 5.3.8.. m. .._. ... ... ... ..o. ... o mmzmoso. .. 3.a. . I I 52.8» .32. . ..âóãsoxmgounv mzkoâso. .. 3.8 . ... ... ... .m_. E. .. . E. E. .. â 68.. ._+. ... a.. ..8.. §2.o. ._o 5.. .. . .m E. .. . .e aê. .ímã. 3320.. ... . .32. F2.: .. .. .$2.03 .82. 6.26.3. . ..$3.90 . mma. .W222. . ..É m. . 223m5.. . . m ozm EEOU . .mesa . .. . .zm . ..Eco 8.8_ 9.3 l I . E. .. c_ n no50 t_ 3.5 1 l E. .. m. .. e. .. m 8.. ... .. _ mE o su. . . ._ sã_ I . I E. .. N. .. .32. . .EÊEÊ . ..a m. . . ..stgmocmõ . sã. .. 022%. ? . ..Em. ... ... ... $o. ... =.. o _ . ..E2355 . E8 E . EEE m. .. . ..as : Éwmsosü o. . 2.2.5.8 . ..a o 3.. ... E. 3.# I , I . EEE N . .às . wâê. massa. .. a3.. .. a . .E8 . ..Ewan . ..E22 BEE. .. . m5 . z . «visam . ..as a. .. ss. . 8.8 . .zm . ..E8 . ..assaz . .m5 moañoe. . numas. .. @QQ o>¡= . ou amam . .QE cmo. .. @mm$@@@9@$aa . _. . .. . _ . . . .. __ . . __ . . . . ww&&@®@@&~&-a›. aEwa: _7 . .. .9®&9 Eeeew E 8 _é . 6 ozw . ..E8 msg E 3.o. .. I . ..as . .o . .uma. a. . . .E8 . .maçã maos. .. 32.. ... . s. ? m. . . É I _eae 8.. . . ..mm a an. .. E8 . m8.ãu. o.. . mamães 8.. ... _._. ..E2. . ..o . ..zm . ..E8 a. .. . ..E8 . .NES o : .-NO. $VE . ..são . mães. mEwBwmE . .. su. . I . E. .. m. . sam. .. . às. .vzwâocmao ESE. .. E35.. 6.. ... E. . . ..EEE . .. .z l I . ..,535 E . mama em. .. . mamã. .mes. 2.3.. .. namo _ m5.. . (z I I _EEE 2 . ..às . mâáomvêamo . 2.35.3 _m5 w 35o c. 5.a: m. . 5.. ... .I . :: É m 3mm: 5.3.3 p_ _cosmo 55.5.. .. 39.. ... . . owâã . ..an . I É | .. .HERE m. .. . ..3.. .E. ..$ . ..cos-a 395w. ame! ... cão | . s. . | .E. .. .às . ..o 353.5 owEEmmEEo . ..E 8.5. . ..mí I : cxEBE . .a . _.. Em. .~.8àm. ... e.. .§8 32:¡ . ..Eaêsmz s. | 28.. . . .o . maisena sucata. . queen. m. .. . ._ I I . ..Rebe m ma. . E_ I I . .EEE e. .. Szaamz í . Êêmaêsawmesmcsapa. s_ s. .. .um . E as. . I EEE? .. .E . sã. .São. .Esso. ._ _ . .É a. 3.. .. . .os os. . . má . z. EEãSEw
  25. 25. Valores Adotados - 2! E8 mãm _mémm _ozw _aEao numa: 8mm um= um_o_o : ma: .c. 22:06 265o 5 amam: são com m: nã: .. ozm : :Eco 22_ : um _m5 t_ 8mm: cão @da 3mm. . 8.03 eua _ 5.3.. @na S amam amem F aq. ; 5.o» @um _ . ..ou m FF. : CCC_ . Cir-vu a( L! lr¡ . . . .82. zação. : : soa 2. . sã. _Ê_. _8_o_o as: mmümuê_ . ..as m. . . às _ameuogzo as c _W545 . zsoeoeenoxgo sã: _E153_ . ..maisena o= wu___uano_o_o. o sã: :emma: Êzmpozgo : à a _mamã _cosãuoõ : uma: ?ANNE . aocegsêonwm a3 c : céus: a ouãgmãaeoõ a3: _womamp_ aos : mm: Sueca: :mas: BEN 3 222o . uma. _v3.2_ 2a . _ s au âãa mE. a 85o : _ m5. o ma: .masc u_ mm» o , ssa t_ mE. m mago . s . E. o mm. .. u_ m: : o 8mm: cama amam: ea. . _owâã 3 . .mesmo 8.3 2 I . .É _ : s: : vêm: se: 2. 0.220 5.52:: n85: mu nmuam__mn_m: .=_ _mmoEouoãswcn_ meu? É I z_ «EEE F . Bam. _wmâoom_ Sã_ m__. =_›_. _oa ou casa . a5.. . o. . »mam . .as uma: mooousz . .m5 _m3 m. : mscnunaw wo : S22 mmmoàs 00305. 344999545249433: k ? as. . _msmà «sua m. . . .ssa . cam. 55.5: 253.3.. ou . zeca nã: :voam: gs 2. sãos . mae. _máwmNQQL 29a» 2. 222o : :ou : ia: scenes . .És s. .. 222o as: _máámã seca 2. são : zm: .máÉ «Êmeou 2. amas Em: :são: sgmãcmv e. .. .aos : ma: _#33_ 23.3 a. 222o sã: :,352: 23.3 ou 929a Êcmmoñõ. ao . .Eaâwa Em: u: : o oumm: ocmu _ozw . EEB m5. a_ 03a_ cama m5. m mma . masc u_ ? ego 2a . .macae mE. m 2m: z_ m5 = _ mm. .. m 2a . mago n_ macae: : msmuu 85o w m5. t_ m5. m 2mm . masc _c_ 2.. ... . um. : u_ 92m I “eae ou . .case as: _m. ~o. m~_~_7oe= _.o_= oem e. 922o m: : m cumm: ea: _m5 u_ o 85o em. ? m< ; à m En: F 8mm: :$9.52 m. . m à o_m_o_u . .sua ã _uma_ ? vwummzmpcnv m5 _c_ n32 É l : :É 9 as: _gemia_ _acaso 325m. . _cassa . .. T. I : musas e_ nã: _resmmmw_ Êta: camas» »eogsz : Em _m5 mz _ msãan= m 03:: : D3( nuzDJ<> 0>¡_. __. ou amam . .OE amou_ S 0 d a o. . O . O A S e r w a V _

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