Sistemas de informação<br />NPA 810<br />Professor Mateus t. S. Cozer<br />ColaboraçãoeInclusão Digital<br />
Alunos<br />Diego Henrique de Miranda – 12107075-9<br />Marina Moreno Teixeira – 12205543-7<br />
Web 2.0<br />"Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta...
Colaboração<br />"A própria raiz da palavra colaboração significa “trabalhar juntos”. Portanto acredito que colaboração se...
Colaboração<br />Wikipedia e comunidades Wiki<br />WikiWiki = Rápido em Maori<br />http://stats.wikimedia.org/EN/TablesWik...
Colaboração<br />SETI@home - http://setiathome.berkeley.edu/<br />BOINC - http://boinc.berkeley.edu/<br />MIT’s CCI - http...
Colaboração e Software Livre<br />Quatro tipos de liberdade para os usuários do software:<br />A liberdade de executar, pa...
Colaboração e Software Livre<br />Artesanato Coletivo<br />Resgate do “espírito aventureiro” do início da informática<br /...
Colaboração e Software Livre<br />“A pessoa que entende e conserta o problema não é necessariamente o mesmo que o caracter...
Colaboração e Software Livre<br />http://www.brod.com.br/node/536<br />
Colaboração e Software Livre - Motivações<br />Interesse no desafio e fuga de uma rotina de trabalho<br />Visão a Longo Pr...
Colaboração e Software Livre - Exemplos<br />Sistemas Operacionais (GNU/Linux, OpenBSD);<br />Servidores Web (Apache, Abys...
Sistemas Colaborativos<br />Ferramentas de software utilizadas em redes de computadores para facilitar a execução de traba...
CSCW<br />CSCW = ComputerSupportedCooperative Work - Trabalho Cooperativo Apoiado por Computador<br />Área de pesquisa que...
Groupware<br />Groupware = Group + Software<br />São os sistemas baseados em tecnologias de computação e telecomunicações ...
Groupware / CSCW<br />Groupware e CSCW são dois termos distintos que frequentemente são confundidos. No entanto, a idéia i...
Groupware / CSCW<br />CSCW é o contexto mais amplo onde o Groupware está incluído.<br />
Groupware – Ferramentas Síncronas<br />Exigem resposta imediata<br />Messenger, Conferências e Vídeo Conferências<br />
Groupware – Ferramentas Assíncronas<br />Não exigem resposta curta ou imediata<br />E-mails, fóruns e ferramentas de workf...
Groupware – Quadro Esquemático<br />http://www.usabilityfirst.com/glossary/groupware-term/<br />
Groupware – Quadro Esquemático<br />SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizaçõ...
Por Que o Groupware é Necessário?<br />Para tornar o trabalho em grupo mais eficiente:<br />TEMPO gasto nas atividades em ...
Vantagens do Groupware<br /> Melhor Controle de Custo<br />Produtividade Crescente<br />Melhor serviço ao cliente<br />Men...
Desvantagens do Groupware<br />Aumento no volume de informação a ser tratada<br />Utilização para assuntos pessoais (no am...
Funcionalidades do Groupware<br />Agenda<br />Banco de dados (Repositório de Documentos)<br />Áudio e Vídeo Conferência<br...
Exemplo GW Integrado - TUTOS<br />Tutos é um programa para atender às necessidades organizacionais de pequenos grupos, equ...
Exemplo GW Integrado - TUTOS<br />
Workflow<br />“Automatização de um processo de negócio, no todo ou em parte, através da gestão da sequência de atividades ...
Workflow<br />Sistemas de gestão proativos; <br />Com capacidade para armazenar as regras (planos de trabalho, prioridades...
 Os 3 R’s do Workflow<br />Em Inglês : Rules, Routesand Roles<br />http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf<br />
Vantagens do Workflow<br />Reduzir os tempos de ciclo<br />Minimizar erros<br />Melhorar as condições de trabalho e aument...
Classificações do Sistema Workflow<br />Ad Hoc<br />Administrativo<br />Produção ou Transação<br />Orientado para o Objeto...
Classificações do Sistema Workflow – Ad Hoc<br />Desenvolvido para grupos de trabalho dinâmico que necessitam de executar ...
Classificações do Sistema Workflow  Administrativo<br />Orientado para as rotinas administrativas.<br />Ideal para tratame...
Classificações do Sistema Workflow Produção ou Transação<br />Orientado para aplicações que envolvem grandes quantidades d...
Classificações do Sistema Workflow Objeto<br />Um objeto é o conjunto de atributos, ou dados, e instruções sobre como os d...
Classificações do Sistema Workflow Conhecimento<br />Aprende com seus próprios erros e acertos.<br />Vai além da execução ...
Classificações do Sistema Workflow Colaborativo<br />A solução apresentada preserva a integridade do documento, bem como a...
Comunidades On-Line<br />http://xkcd.com/256/<br />
Comunidades On-Line<br />Teoria dos “Seis Graus de Separação” - São necessários apenas seis laços de amizade para que duas...
Comunidades On-Line<br />Obtiveram maior reconhecimento após a maior acessibilidade aos computadores e à internet<br />Red...
Comunidades On-Line Aldeia Global x Cyber-Balkans<br />Aldeia Global<br />Marshall McLuhan<br />Conceito ideal de colabora...
Comunidades On-Line Aldeia Global x Cyber-Balkans<br />Cyber - Balkans<br />Região dos Bálcãs – Sudeste Europeu<br />Fragm...
Comunidades On-Line Aldeia Global x Cyber-Balkans<br />Pode ser economicamente viável a super especialização derivada da f...
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Facebook<br />2009 foi o ano que o Facebook daria inicio a grande tendência de jogos nas redes, pois abriu espaço para que...
Comunidades On-Line - Facebook<br />
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O que é inclusão digital?<br />“ A inclusão digital e o combate à exclusão social e econômica estão intimamente ligados, e...
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O que é inclusão digital?<br />	Promoção da inclusão digital: Motivação e capacidade para utilização das tecnologias da in...
Como?<br />Doações <br />Conectividade<br />Voluntariado<br />Incentivo à produção e troca de conhecimento e compartilhame...
Importância da inclusão<br />Direito básico à informação, liberdade de opinião e expressão!<br />Dificuldade do cidadão em...
Para um acesso real<br />Bridges.org<br />Ajudar na melhora da qualidade de vida nos países em desenvolvimento com a infor...
12 Critérios de Avaliação<br />Acesso físico<br />Adequação<br />Preço acessível<br />Capacidade<br />Conteúdo relevante<b...
12 Critérios de Avaliação<br />Fatores socioculturais<br />Confiança<br />Estrutura real e regulatória<br />Ambiente econô...
Situação no Brasil<br />28º lugar<br />64 países com condições melhores que a nossa<br />0,5 ponto numa escala de 0~1.<br ...
Situação no Brasil<br />82 países conforme aptidão para integrar redes: 	Capacidade para ter acesso e utilizar de maneira ...
Situação no Brasil<br />Indicadores do desenvolvimento da rede mundial:<br /><ul><li> N° de hosts
 10° colocado – mundial
 3° colocado – nas Américas </li></ul>1° EUA<br />	2° Canadá<br />Posição dos países por número de hosts<br />Fonte: Netwo...
Situação no Brasil<br />148 milhões de brasileiros sem acesso à Internet<br />Mesmo para as empresas brasileiras, a inclus...
Situação no Brasil<br />Apesar do acesso limitado à tecnologia na sociedade brasileira, a<br />A informática e as telecomu...
Desafios<br />“O incluído digital precisa ser capacitado para usar a tecnologia e ter um grau de educação, no sentido ampl...
Acesso à Internet<br />Apesar de a Internet comercial existir no Brasil desde 1995, somente 30,3 milhões usavam a rede mun...
Acesso à Internet<br />
Acesso aos Computadores<br />http://www.abinee.org.br/informac/arquivos/pan2010.pdf<br />
Acesso à Telefonia<br />
Histórico<br />
Histórico<br />
Software Livre X Software Proprietário<br />Defensores do software proprietário: <br />Adesão da maioria<br />preparação p...
Capacitação em Tecnologia<br />Não basta ter acesso à infra-estrutura; o essencial é saber como usá-la<br />ênfase na educ...
Educação a Distância<br />Ferramenta importante de aprendizado<br />Regulamentado no País em 1998<br />Infra-estrutura fís...
Novas alternativas tecnológicas<br />TV digital<br />89% das residências do País possuem televisão, enquanto somente 12,6%...
Papel das Empresas<br />“deixado por sua própria conta, o mercado de informação aumentará a brecha entre países ricos e po...
Papel das Empresas<br />Presença e apoio na comunidade<br />auxiliam o desenvolvimento comunitário<br />melhoram o capital...
Papel das Empresas<br />Voluntariado <br />ensino de informática ou manutenção dos computadores<br />ensino de informática...
Governo e terceiro setor<br />colaborar em projetos existentes<br />1% do faturamento de empresas de telecomunicação é arr...
Comitê para Democratização da Informática (CDI)<br />Criado em 1995 pelo empreendedor social Rodrigo Baggio, o CDI é uma o...
Comitê para Democratização da Informática (CDI)<br />Objetivo: <br />		Motivar e capacitar seus educandos e educadores a u...
Acessa São Paulo<br />Iniciativa do governo estadual, tem como objetivo levar os recursos da Internet à população de baixa...
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Sua Escola a 2000 por Hora<br />O programa Sua Escola a 2000 por Hora, parceria entre o Instituto Ayrton Senna e a Microso...
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Experiências de Empresas<br />Accenture<br />Bradesco<br />Companhia Vale do Rio Doce<br />Esso<br />HP<br />IBM<br />Micr...
IBM<br />		Mais de 100 projetos sociais, com foco em educação básica, capacitação de professores e inclusão digital.<br />...
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Bibliografia<br />Entrevista com Thomas Malone, Cisco ExecutiveMembership – 2008<br />SENNETT, Richard. O Artífice. Record...
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Colaboração e Inclusão Digital - Completo

  1. 1. Sistemas de informação<br />NPA 810<br />Professor Mateus t. S. Cozer<br />ColaboraçãoeInclusão Digital<br />
  2. 2. Alunos<br />Diego Henrique de Miranda – 12107075-9<br />Marina Moreno Teixeira – 12205543-7<br />
  3. 3. Web 2.0<br />"Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva” – TimO’Reilly<br />http://oreilly.com/web2/archive/what-is-web-20.html<br />
  4. 4. Colaboração<br />"A própria raiz da palavra colaboração significa “trabalhar juntos”. Portanto acredito que colaboração seja essencialmente trabalhar junto, mas acho que, na verdade, significa trabalhar junto de forma independente para chegar a uma meta comum” – Thomas Malone<br />
  5. 5. Colaboração<br />Wikipedia e comunidades Wiki<br />WikiWiki = Rápido em Maori<br />http://stats.wikimedia.org/EN/TablesWikipediaPT.htm#distribution<br />Kernel - Software colaborativo que permite a edição coletiva dos documentos usando um sistema que não necessita que o conteúdo tenha que ser revisto antes da sua publicação.<br />http://cyber.law.harvard.edu/wealth_of_networks/Main_Page<br />
  6. 6. Colaboração<br />SETI@home - http://setiathome.berkeley.edu/<br />BOINC - http://boinc.berkeley.edu/<br />MIT’s CCI - http://cci.mit.edu/index.html<br />
  7. 7. Colaboração e Software Livre<br />Quatro tipos de liberdade para os usuários do software:<br />A liberdade de executar, para qualquer uso;<br /> A liberdade de estudar o funcionamento de um programa e de adaptá-lo às suas necessidades;<br />A liberdade de redistribuir cópias;<br />A liberdade de melhorar o programa e de tornar as modificações públicas de modo que todos se beneficiem das melhorias.<br />
  8. 8. Colaboração e Software Livre<br />Artesanato Coletivo<br />Resgate do “espírito aventureiro” do início da informática<br />Monopólios e produção em série de softwares ruins<br />Padrões OSI (Open Source Iniciative) - http://www.opensource.org/docs/osd<br />SENNETT, Richard. O Artífice. Record, 2009.<br />
  9. 9. Colaboração e Software Livre<br />“A pessoa que entende e conserta o problema não é necessariamente o mesmo que o caracterizou.”– Linus Torvalds<br />Eric Steven Raymond – A Catedral e o Bazar<br />"Havendo olhos suficientes, todos os erros são óbvios"<br />Modelo Catedral – caracterizado por uma estrutura de planejamento e esforço centralizada com uma equipe especializada<br />Modelo Bazar – forma de trabalho descentralizada e o esforço de voluntários são as principais características<br />Gerald Weinberg – Egoless Programming<br />Fetchmail / Netscape<br />http://www.catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/cathedral-bazaar/index.html<br />
  10. 10. Colaboração e Software Livre<br />http://www.brod.com.br/node/536<br />
  11. 11. Colaboração e Software Livre - Motivações<br />Interesse no desafio e fuga de uma rotina de trabalho<br />Visão a Longo Prazo de uma futura colocação no mercado de trabalho por conta de suas colaborações<br />Ser reconhecido pelo público-alvo da plataforma trabalhada<br />Interesses Governamentais e Inclusão Digital<br />Lerner, J. & Tirole, J. (2004) “The Economics of Technology Sharing: Open Source and Beyond”<br />Staff, (2005), “The economics of sharing,” The Economist.<br />
  12. 12. Colaboração e Software Livre - Exemplos<br />Sistemas Operacionais (GNU/Linux, OpenBSD);<br />Servidores Web (Apache, Abyss);<br />Servidores de Aplicação (TomCat, JBOSS);<br />SGBD (MySQL, Postgresql);<br />Navegadores (Firefox, Opera, Konqueror);<br />Suíte de Escritório (Open Office, Koffice);<br />Editores e Processadores de Texto (Emacs, Vi, Kile,LaTex);<br />Gráficos (Gimp);<br />Multimídia (Xine, XMMS).<br />http://www.deinf.ufma.br/~fssilva/palestras/2009/sl.pdf<br />
  13. 13. Sistemas Colaborativos<br />Ferramentas de software utilizadas em redes de computadores para facilitar a execução de trabalhos em grupos. <br />O objetivo dos Sistemas Colaborativos é diminuir as barreiras impostas pelo espaço físico e o tempo <br />
  14. 14. CSCW<br />CSCW = ComputerSupportedCooperative Work - Trabalho Cooperativo Apoiado por Computador<br />Área de pesquisa que estuda o uso das tecnologias de computação e telecomunicações que auxiliam atividades de grupos de usuários. <br />80’s – Office Automation<br />http://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf<br />
  15. 15. Groupware<br />Groupware = Group + Software<br />São os sistemas baseados em tecnologias de computação e telecomunicações que auxiliam grupos de usuários a exercer uma atividade.<br />Lei de Metcalfe – Quanto mais pessoas usam um sistema de comunicação, mais valioso ele se torna<br />http://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf<br />
  16. 16. Groupware / CSCW<br />Groupware e CSCW são dois termos distintos que frequentemente são confundidos. No entanto, a idéia inerente a ambos é auxiliar o trabalho de grupos de usuários.<br />“Sistemas baseados em computador que auxiliam grupos de pessoas envolvidas em tarefas comuns (ou objetivos) e que provê interface para um ambiente compartilhado“ – Clarence (Skip) Ellis<br />http://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf<br />A Conceptual Model of Groupware (1994). Clarence (Skip) Ellis ,  Jacques Wainer<br />
  17. 17. Groupware / CSCW<br />CSCW é o contexto mais amplo onde o Groupware está incluído.<br />
  18. 18. Groupware – Ferramentas Síncronas<br />Exigem resposta imediata<br />Messenger, Conferências e Vídeo Conferências<br />
  19. 19. Groupware – Ferramentas Assíncronas<br />Não exigem resposta curta ou imediata<br />E-mails, fóruns e ferramentas de workflow<br />
  20. 20. Groupware – Quadro Esquemático<br />http://www.usabilityfirst.com/glossary/groupware-term/<br />
  21. 21. Groupware – Quadro Esquemático<br />SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002<br />
  22. 22. Por Que o Groupware é Necessário?<br />Para tornar o trabalho em grupo mais eficiente:<br />TEMPO gasto nas atividades em grupo<br />CUSTO de realização das atividades em grupo<br />Para atingir melhores resultados<br />QUALIDADE dos resultados<br />Para possibilitar certos tipos de tarefas em grupo que seriam impossíveis (ou quase) de ser realizadas sem o suporte computacional<br />http://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf<br />
  23. 23. Vantagens do Groupware<br /> Melhor Controle de Custo<br />Produtividade Crescente<br />Melhor serviço ao cliente<br />Menos reuniões<br />Automação de processos rotineiros<br />Integração de equipes distribuídas<br />Novos serviços que diferenciarão a organização<br />Aumenta o conhecimento profissional<br />http://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf<br />
  24. 24. Desvantagens do Groupware<br />Aumento no volume de informação a ser tratada<br />Utilização para assuntos pessoais (no ambiente empresarial)<br />Diferenças de habilidades em um mesmo ambiente<br />Desvios e ambiguidades de informações<br />Manipulação de dados confidenciais<br />Impessoalidade na comunicação<br />Resistência à implantação deste sistema<br />Dificuldade de Integração<br />SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002<br />
  25. 25. Funcionalidades do Groupware<br />Agenda<br />Banco de dados (Repositório de Documentos)<br />Áudio e Vídeo Conferência<br />Reuniões virtuais<br />Suporte à Decisão<br />Fóruns de Discussão / Chat<br />Correio eletrônico<br />Co-Autoria de Documentos<br />Workflow<br />Geradores de Formulários de Integração<br />JUNGER, Andréia Lima, et al., Sistemas Colaborativos. Trabalho de Graduação. Vitória. 2007<br />
  26. 26. Exemplo GW Integrado - TUTOS<br />Tutos é um programa para atender às necessidades organizacionais de pequenos grupos, equipes de trabalho e departamentos. Para atingir esses objetivos, inclui algumas ferramentas baseadas em web, tais como: <br />Gerenciador de tarefas<br />Gerenciador de projetos ("timeline")<br />Gerenciador de documentos<br />Gerenciador de instalações<br />Correio eletrônico para usuários e grupos<br />Repositório de projetos e arquivos <br />Com este sistema, todos os membros do grupo de trabalho ficarão sempre imformados sobre o status de todos os projetos em andamento. Todas as ferramentas foram desenvolvidas com uma consistência tal que proporciona uma interface única para as necessidades do dia a dia de pessoas envolvidas em um projeto.<br />
  27. 27. Exemplo GW Integrado - TUTOS<br />
  28. 28. Workflow<br />“Automatização de um processo de negócio, no todo ou em parte, através da gestão da sequência de atividades de trabalho e a invocação dos recursos humanos e /ou das tecnologias de informação apropriadas, associados aos vários passos de atividade.”<br />Workflow Management Coalition <br /> [WfMC, 1997] <br />
  29. 29. Workflow<br />Sistemas de gestão proativos; <br />Com capacidade para armazenar as regras (planos de trabalho, prioridades, encaminhamentos, autorizações, segurança etc.) e os procedimentos dos processos; <br />Automatizam os processos de negócio; <br />Geram fluxos de trabalho entre participantes; <br />Coordenam recursos de informação, utilizadores e tarefas baseadas em informação. <br />SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002<br />
  30. 30. Os 3 R’s do Workflow<br />Em Inglês : Rules, Routesand Roles<br />http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf<br />
  31. 31. Vantagens do Workflow<br />Reduzir os tempos de ciclo<br />Minimizar erros<br />Melhorar as condições de trabalho e aumentar a eficiência operacional<br />Direcionamento automático dos documentos necessários a cada ponto da cadeia de produção<br />Gerenciar o processo completo<br />http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf<br />
  32. 32. Classificações do Sistema Workflow<br />Ad Hoc<br />Administrativo<br />Produção ou Transação<br />Orientado para o Objeto<br />Baseado no Conhecimento<br />Colaborativo<br />SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002<br />
  33. 33. Classificações do Sistema Workflow – Ad Hoc<br />Desenvolvido para grupos de trabalho dinâmico que necessitam de executar processos altamente individualizados para cada documento.<br />SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002<br />
  34. 34. Classificações do Sistema Workflow Administrativo<br />Orientado para as rotinas administrativas.<br />Ideal para tratamento de documentos e formulários.<br />Gerenciamento de prazos com todos os tipos de alarmes possíveis.<br />SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002<br />
  35. 35. Classificações do Sistema Workflow Produção ou Transação<br />Orientado para aplicações que envolvem grandes quantidades de dados, muitas políticas de negócio e recursos financeiros em grande escala.<br />http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf<br />
  36. 36. Classificações do Sistema Workflow Objeto<br />Um objeto é o conjunto de atributos, ou dados, e instruções sobre como os dados e os atributos devem ser processados, estocados, recuperados e visualizados pelo usuário.<br />http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf<br />
  37. 37. Classificações do Sistema Workflow Conhecimento<br />Aprende com seus próprios erros e acertos.<br />Vai além da execução pura e simples das regras preestabelecida e incorpora exceções a seus procedimentos.<br />http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf<br />
  38. 38. Classificações do Sistema Workflow Colaborativo<br />A solução apresentada preserva a integridade do documento, bem como a do processo. <br />Limitado a um grupo de funcionários na organização, envolvendo, sobretudo os mais conhecedores do processo em causa. <br />É importante ser maleável. Normalmente, estes processos envolvem grande criatividade e reflexão, portanto não devem ser muito regulamentados. <br />SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002<br />
  39. 39. Comunidades On-Line<br />http://xkcd.com/256/<br />
  40. 40. Comunidades On-Line<br />Teoria dos “Seis Graus de Separação” - São necessários apenas seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer, em qualquer lugar do mundo, estejam interligadas – Stanley Milgram<br />Através das Comunidades OnLine as pessoas se tornam cada vez mais próximas, ou seja, reduzem seus graus de separação<br />Oracle of Bacon - http://www.oracleofbacon.org/<br />IMDB - http://www.imdb.com/<br />Zagat’sSurveys – http://www.zagat.com/Review/Index.aspx<br />
  41. 41. Comunidades On-Line<br />Obtiveram maior reconhecimento após a maior acessibilidade aos computadores e à internet<br />Reduzem as distâncias geográficas<br />Ampliam as distâncias do conhecimento, selecionando áreas de interesse comum<br />Levam à uma fragmentação social e intelectual (Cyber – Balkanization)<br />VanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868<br />
  42. 42. Comunidades On-Line Aldeia Global x Cyber-Balkans<br />Aldeia Global<br />Marshall McLuhan<br />Conceito ideal de colaboração, aproximação e união<br />Inter Relacionamento entre diversas áreas do conhecimento para um bem comum<br />Determinação da estrutura do DNA – Zoologia+ Física (Difração de Raios X)<br />Guerra e Paz na Aldeia Global. Ed. Record. Tradução: Ivan Pedro de Martins<br />VanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868<br />
  43. 43. Comunidades On-Line Aldeia Global x Cyber-Balkans<br />Cyber - Balkans<br />Região dos Bálcãs – Sudeste Europeu<br />Fragmentação e Especialização<br />Conflitos <br />VanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868<br />
  44. 44. Comunidades On-Line Aldeia Global x Cyber-Balkans<br />Pode ser economicamente viável a super especialização derivada da fragmentação. Os benefícios remetem ao trabalho de Adam Smith<br />Nem sempre as conexões interdisciplinares são claras, isolando áreas do conhecimento<br />Comunidades Científicas x Grupos terroristas<br />VanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868<br />
  45. 45. Facebook<br />Facebook é uma rede social que tem como missão dar às pessoas o poder de partilhar e tornar o mundo mais aberto e conectado socialmente.<br /> Atualmente são milhões de pessoas conectadas que usam o Facebook diariamente para manter o contato entre amigos e pessoas, fazer upload de um número ilimitado de álbuns de fotos, compartilhar muitos links e vídeos, fazer amizades e saber mais sobre as pessoas que encontram no mundo virtual <br />http://sobretudo.org/facebook-login-brasil.html<br />
  46. 46. Comunidades On-Line - Facebook<br />Início em 2004 por Mark Zuckerberg<br />Inicialmente restrito aos alunos de Harvard e, posteriormente, da IvyLeague antes de se tornar popular<br />Mais de 400M de usuários ativos<br />Líder de acessos em 2010<br />Ultrapassou a AOL em buscas nos EUA<br />http://www.facebook.com/press/info.php?statistics<br />
  47. 47. Comunidades On-Line - Facebook<br />Promoção de conectividade entre as pessoas de forma prática. <br />Aplicativos eficientes e de boa qualidade<br />Excelente ferramenta de divulgação de empresas (Facebookads)<br />Integração com diversos sites<br />
  48. 48. Facebook<br />2009 foi o ano que o Facebook daria inicio a grande tendência de jogos nas redes, pois abriu espaço para que fosse criado aplicativos independentes, e assim surgiu:<br />MafiaWars<br />FarmVille<br />E redes sociais como:<br />LinkedIn<br />“Em 2010 podemos esperar muitas surpresas ou não, aqui no Brasil, O twitter e Facebook com certeza irão crescer, mas o Google certamente manterá sua supremacia de logins no Orkut”.<br />http://www.alandavid.com.br/facebook-login-brasil/<br />
  49. 49. Comunidades On-Line - Facebook<br />
  50. 50. Facebook<br />2010 foi o ano que a quantidade de logins criados no Facebook foram tão altos que ultrapassou facilmente o MySpace<br />“se o Facebook fosse um país seria a quarta nação mais populosa”<br />(Scott Stanzel)<br />http://www.alandavid.com.br/facebook-login-brasil/<br />
  51. 51. Facebook<br />efeito de rede (network effect); Quanto mais os usuários utilizarem o serviço, maior o valor para todos usuários. <br />No começo = desvantagem <br />À medida que mais amigos entram no Facebook, mais atraente ele se torna. <br />Acelera cada vez mais o ritmo de crescimento até chegar a um ponto no qual o crescimento passa a ser exponencial.<br />http://oglobo.globo.com/blogs/inovacao/posts/2009/08/12/o-facebook-ultrapassara-orkut-no-brasil-em-2010-213334.asp<br />
  52. 52. O que as empresas podem fazer pela inclusão digital<br />Há no Brasil dezenas de empresas que estão inovando e fazendo muito mais pela inclusão digital, não esperando resoluções do governo, que na maioria das vezes não é capaz de dar solução aos grandes problemas nacionais.<br />Cenário: 148 milhões de brasileiros não têm acesso a internet.<br />Políticas e ações de inclusão digital: capacitar para o uso das tecnologias e promover o desenvolvimento da cidadania.<br />Importância: governos e empresas oferecem serviços em meios digitais.<br />Motivação e capacitação para utilização das tecnologias da informação e comunicação de forma crítica e empreendedora<br />
  53. 53. O que as empresas podem fazer pela inclusão digital<br />Empresas<br />Ganham em questão de:<br />Conhecimento.<br />Qualificação da mão de obra.<br />Auto-estima de funcionários.<br />
  54. 54. O que é inclusão digital?<br />“ A inclusão digital e o combate à exclusão social e econômica estão intimamente ligados, em uma sociedade onde cada vez mais o conhecimento é considerado riqueza e poder.”<br />“A inclusão digital deve favorecer a apropriação da tecnologia de forma consciente, que torne o indivíduo capaz de decidir quando, como e para que utilizá-la”<br />(Cristina de Luca)<br />
  55. 55. O que é inclusão digital?<br />Comunidade: Aplicar as tecnologias a processos que contribuam para o fortalecimento de:<br />Atividades econômicas<br />Capacidade de organização<br />Nível educacional e auto-estima<br />Comunicação com outros grupos<br />Entidades, serviços e qualidade de vida<br />
  56. 56. O que é inclusão digital?<br /> Promoção da inclusão digital: Motivação e capacidade para utilização das tecnologias da informação e comunicação, para desenvolvimento pessoal e comunitário.<br />Novos conhecimentos e ferramentas.<br />Consciência histórica, política e ética. <br />Ações cidadãs <br />Qualificação profissional<br />
  57. 57. Como?<br />Doações <br />Conectividade<br />Voluntariado<br />Incentivo à produção e troca de conhecimento e compartilhamento de experiências.<br />Dicas profissionais<br />Projetos<br />Auto-sustentabilidade<br />Apoio tecnológico<br />“Do ponto de vista de uma empresa com responsabilidade social, investir<br />em programas de inclusão digital significa entender “solidariedade” não só como<br />mero conceito assistencialista, mas como promoção de oportunidades para a<br />produção e a disseminação de conhecimento e renda.”<br />(Cristina de Luca)<br />
  58. 58. Importância da inclusão<br />Direito básico à informação, liberdade de opinião e expressão!<br />Dificuldade do cidadão em conhecer e exercer seus direitos.<br />Capacitação em informática.<br />Preparação educacional.<br />Benefícios ao indivíduo, empresa, sociedade e país.<br />
  59. 59. Para um acesso real<br />Bridges.org<br />Ajudar na melhora da qualidade de vida nos países em desenvolvimento com a informática e as comunicações.<br />Definição de 12 critérios para avaliar se existe acesso real à tecnologia.<br />
  60. 60. 12 Critérios de Avaliação<br />Acesso físico<br />Adequação<br />Preço acessível<br />Capacidade<br />Conteúdo relevante<br />Integração<br />
  61. 61. 12 Critérios de Avaliação<br />Fatores socioculturais<br />Confiança<br />Estrutura real e regulatória<br />Ambiente econômico local<br />Ambiente macroeconômico<br />Vontade política<br />
  62. 62. Situação no Brasil<br />28º lugar<br />64 países com condições melhores que a nossa<br />0,5 ponto numa escala de 0~1.<br />Nível alto<br />Disponibilidade de infra-estrutura<br />Poder aquisitivo do usuário<br />Nível educacional do usuário<br />Qualidade dos serviços<br />Uso efetivo da internet<br />(União Internacional das Telecomunicações (UIT) - Novembro de 2003)<br />
  63. 63. Situação no Brasil<br />82 países conforme aptidão para integrar redes: Capacidade para ter acesso e utilizar de maneira eficiente as tecnologias da informação e comunicação;<br />Ambiente<br />Aptidão <br />Uso<br />(Relatório Global de Tecnologia da Informação, 2002-2003)<br />
  64. 64. Situação no Brasil<br />Indicadores do desenvolvimento da rede mundial:<br /><ul><li> N° de hosts
  65. 65. 10° colocado – mundial
  66. 66. 3° colocado – nas Américas </li></ul>1° EUA<br /> 2° Canadá<br />Posição dos países por número de hosts<br />Fonte: Network Wizards<br />
  67. 67. Situação no Brasil<br />148 milhões de brasileiros sem acesso à Internet<br />Mesmo para as empresas brasileiras, a inclusão digital não é um problema resolvido<br />46% delas não têm acesso à Internet e que 16% dependem de acesso fora da empresa para se comunicar.<br />Acesso nas pequenas e médias empresas<br />Fonte: Sebrae - SP<br />
  68. 68. Situação no Brasil<br />Apesar do acesso limitado à tecnologia na sociedade brasileira, a<br />A informática e as telecomunicações já são um segmento importante da economia. <br />O mercado local de TI movimentou cerca de US$ 18 bilhões em 2001, ou R$ 42,3 bilhões, em 2001. Os serviços de telecomunicações tiveram receita de US$ 7,3 bilhões no mesmo ano, ou R$ 17,2 bilhões, enquanto a indústria de equipamentos faturou R$ 11,4 bilhões. O agregado tecnologia da informação e telecomunicações somou então R$ 70,9 bilhões, o que representa 6% do Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB), que acumulou R$ 1,2 trilhão em 2001, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). <br />
  69. 69. Desafios<br />“O incluído digital precisa ser capacitado para usar a tecnologia e ter um grau de educação, no sentido amplo, que permita aplicá-lo de forma efetiva”<br />Má distribuição de renda<br />Baixa taxa de escolaridade<br />Acesso à internet<br />Disponibilidade de computadores e telefonia - preço<br />
  70. 70. Acesso à Internet<br />Apesar de a Internet comercial existir no Brasil desde 1995, somente 30,3 milhões usavam a rede mundial em janeiro de 2004<br />
  71. 71.
  72. 72. Acesso à Internet<br />
  73. 73.
  74. 74. Acesso aos Computadores<br />http://www.abinee.org.br/informac/arquivos/pan2010.pdf<br />
  75. 75. Acesso à Telefonia<br />
  76. 76. Histórico<br />
  77. 77. Histórico<br />
  78. 78.
  79. 79.
  80. 80. Software Livre X Software Proprietário<br />Defensores do software proprietário: <br />Adesão da maioria<br />preparação para o mercado<br />Defensores do software livre: <br />monopólio<br />software livre pode ser utilizado gratuitamente, tem código aberto (instruções e modificações)<br />Definição de uma política de informática: usuário geralmente tem uma transição tranqüila de um tipo de software a outro<br />Casos bem-sucedidos tanto com software proprietário (Windows, Photoshop)<br />
  81. 81. Capacitação em Tecnologia<br />Não basta ter acesso à infra-estrutura; o essencial é saber como usá-la<br />ênfase na educação<br />Treinamento X Conhecimento integrado<br />Proposta do Comitê para a Democratização da Informática (CDI): <br />Repense seu contexto e suas necessidades.<br />Use a informática como uma ferramenta em ações concretas.<br />Fundação Vale do Rio Doce (FVRD)<br />
  82. 82. Educação a Distância<br />Ferramenta importante de aprendizado<br />Regulamentado no País em 1998<br />Infra-estrutura física disponível<br />e-learning<br />Cursos que não estão disponíveis presencialmente onde vive o estudante<br />convívio e da troca de experiências<br />Ex: TV Digital Interativa - parceria com a Universidade Mackenzie<br />Educadores<br />Mais viável<br />Necessária<br />Empresas; funcionários e parceiros<br />Ex: Cisco<br />
  83. 83. Novas alternativas tecnológicas<br />TV digital<br />89% das residências do País possuem televisão, enquanto somente 12,6% têm computador<br />Canal de retorno<br />Celulares<br />Barreira: preço<br />Redes locais sem fio<br />Satélite<br />PLC (Powerline Communications): usa a rede de energia elétrica para a comunicação de dados<br />
  84. 84. Papel das Empresas<br />“deixado por sua própria conta, o mercado de informação aumentará a brecha entre países ricos e pobres, e entre pessoas ricas e pobres”<br />Prof. Michael Dertouzos, Massachusetts Institute of Technology (MIT)<br />Computador no trabalho<br />muitas vezes como a única porta de entrada para o mundo digital.<br />melhores resultados na gestão do conhecimento<br />qualificação da mão-de-obra<br />Acesso da informação<br />desenvolvimento da comunidade<br />Ex: Philips e da Alstom, em parceria com o CDI<br />Doações de equipamentos<br />ciclo de substituição: 2~3 anos<br />Campanha Megajuda, Criada pelo CDI: captar computadores e mobilizar voluntários para a manutenção e apoio técnico – 8300 computadores, 256.500 beneficiados<br />
  85. 85. Papel das Empresas<br />Presença e apoio na comunidade<br />auxiliam o desenvolvimento comunitário<br />melhoram o capital social e humano<br />fortalecem a marca da empresa<br />incentivam a diversidade<br />estimulam o voluntariado corporativo<br />ajudam a reter talentos <br />fortalecem os funcionários para enfrentar desafios, aumentando sua auto-estima.<br />Política de capacitação e emprego: ferramentas tecnológicas devem ser colocadas à disposição do cidadão não apenas como trabalhador, mas também para suas necessidades pessoais<br />Contribui para a empregabilidade (capacitação do funcionário para que ele enfrente desafios tanto na empresa quanto no mercado de trabalho)<br />Realização de um investimento socialmente responsável<br />Diversidade interna<br />fortalece sua marca na comunidade<br />estimula o desenvolvimento comunitário e descobre novos talentos<br />Muitas empresas vão além da capacitação funcional e adotam uma política de emprego para quem passa pelos cursos<br />
  86. 86. Papel das Empresas<br />Voluntariado <br />ensino de informática ou manutenção dos computadores<br />ensino de informática ou a manutenção dos computadores<br />estreita os vínculos entre empresa e comunidade<br />Internet pode ser um instrumento, ex: e-Voluntários (IBM)<br />Inclusão de pessoas com deficiência<br />acesso à tecnologia para pessoas com deficiência<br />meio importante para os deficientes físicos trocarem experiências e informações<br />IBM Home Page Reader<br />Motivar a ação do Estado<br />Patrocínio do desenvolvimento<br />
  87. 87. Governo e terceiro setor<br />colaborar em projetos existentes<br />1% do faturamento de empresas de telecomunicação é arrecadado para o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para ser aplicado aplicado em projetos para levar a Internet a escolas, hospitais, bibliotecas e outras instituições<br />Acessa São Paulo<br />Telecentros<br />Sua escola a 2000 por hora<br />Cidade Escola Aprendiz<br />Associação Meninos do Morumbi<br />Digitando o futuro<br />Cidade do conhecimento<br />Instituto Porto Digital<br />
  88. 88. Comitê para Democratização da Informática (CDI)<br />Criado em 1995 pelo empreendedor social Rodrigo Baggio, o CDI é uma organização não-governamental, que tem como missão promover a inclusão digital, usando as tecnologias da informação e da comunicação como instrumento para a construção e o exercício da cidadania. Atende a comunidades de baixa renda e a públicos com necessidades especiais, como pessoas com deficiência, pacientes psiquiátricos, jovens moradores de rua, presidiários e população indígena, entre outros.<br />837 Escolas de Informáticae Cidadadania (EICs)<br />575,8 mil pessoas já foram capacitadas por 1.674 educadores de comunidades de baixa renda<br />conceitos e valores da pedagogia de Paulo Freire<br />formação técnica: ferramenta para que os trabalhadores possam desenvolver, a partir do próprio trabalho, a sua cidadania.<br />cidadania não se constrói somente com empregabilidade e salários melhores, mas com a luta política para a criação de uma sociedade mais justa e mais humana<br />educação deve estar ligada à mudança estrutural da sociedade.<br />Apoio inicial:<br />Núcleo de Informática Educativa (Nied)<br />Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)<br />
  89. 89. Comitê para Democratização da Informática (CDI)<br />Objetivo: <br /> Motivar e capacitar seus educandos e educadores a usarem as tecnologias de informação e comunicação de forma crítica e empreendedora, com a finalidade de promover o desenvolvimento pessoal e comunitário.<br />Alguns Projetos:<br />CDI na Empresa: modelo de inclusão digital do comitê para o mundo corporativo<br />Febem de São Paulo<br />Projeto Mais em parceria com a Esso<br />Instituto de Competências e Cidadania (ICC), do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) do Rio de Janeiro<br />projetos especiais em penitenciárias e institutos psiquiátricos, para pessoas com deficiência auditiva e física, para jovens infratores e em aldeias indígenas<br />Apoiadores do CDI: <br /> Fundação Avina, Fundação W. K. Kellog,a Usaid, Philips, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Accenture, Fundação Vale do Rio Doce, Microsoft, Fundação Telefônica, Esso, Banco UBS, Banco Mundial/Infodev, Unibanco, Xerox, Fundação EDS, Politec, Unicef/Unesco, a Ernst & Young, a Barbosa, Mussnich & Aragão e a Contemporânea.<br />
  90. 90. Acessa São Paulo<br />Iniciativa do governo estadual, tem como objetivo levar os recursos da Internet à população de baixa renda e estimular o desenvolvimento humano e social das comunidades<br />Infocentros comunitários, em parceria com entidades como associações de bairro<br /> Infocentros municipais, em parceria com prefeituras; <br /> postos públicos de acesso à Internet, em parceria com órgãos do próprio governo estadual, em locais onde circulam muitas pessoas.<br />144 infocentros<br />1,4 mil computadores para acesso público à Internet<br />6 milhões de atendimentos 320 mil pessoas cadastradas e criou mais de 200 mil contas gratuitas de correio eletrônico.<br />
  91. 91. Telecentros — Prefeitura de São Paulo<br />espaços públicos de acesso à Internet, que oferecem cursos e permitem também o uso livre dos computadores. Cada unidade possui de 10 a 20 micros<br />todos os telecentros usam software livre, como o sistema operacional GNU/Linux, o pacote de aplicativos OpenOffice, o browser Galeon e o software de ilustrações Gpaint<br />
  92. 92. Sua Escola a 2000 por Hora<br />O programa Sua Escola a 2000 por Hora, parceria entre o Instituto Ayrton Senna e a Microsoft, é uma rede virtual que envolve 66,3 mil alunos e 975 educadores, de 54 municípios em 11 estados, que emprega a tecnologia para desenvolver o potencial das novas gerações.<br />Alunos e professores implementem em suas instituições projetos interativos e multidisciplinares,<br />Com base nas necessidades de cada escola e de seus estudantes<br />pesquisas, interação virtual (salas de bate-papo e fóruns), troca de mensagens de correio eletrônico que promovam o encontro entre as escolas, os educadores e os estudantes.<br />
  93. 93. Cidade Escola Aprendiz<br />Busca integrar a escola e a comunidade, com o conceito de bairro-escola <br />mais de dez programas, nas áreas de arte, meio ambiente, esporte, comunicação, tecnologia e geração de renda, em parceria com empresas, entidades de ensino, institutos e fundações, governos federal, estadual e municipal, além de outras ONGs<br />Entre os programas da entidade estão o<br />Site Aprendiz, produzido por jovens, com reportagens sobre educação, cidadania e trabalho;<br />Expressões Digitais, para o ensino de língua portuguesa por meio da leitura de jornais e revistas e da produção de fanzines; <br />Oldnet, em que jovens ensinam idosos a navegar na Internet;<br />Incubadora, para apoiar a inserção de jovens no mercado de trabalho; <br /> Histórias de Vida, em que jovens desenvolvem páginas pessoais na Internet, relacionando sua história pessoal a momentos da História do Brasil e do mundo.<br />
  94. 94. Associação Meninos do Morumbi<br />atende a cerca de 4 mil crianças e adolescentes de baixa renda, em situações consideradas de risco, ou seja, expostos às drogas e à delinqüência juvenil. <br />O projeto busca, por meio da prática musical e outras diversas atividades artísticas e culturais, gerar alternativas para integrá-los à sociedade. <br />A HP Brasil apóia as iniciativas da associação, por intermédio das leis de incentivo fiscal e pela doação de equipamentos para a sala de informática do projeto.<br />
  95. 95. Cidade do Conhecimento<br />criado em 1999 pelo economista, sociólogo e jornalista Gilson Schwartz<br />Objetivo: formar redes digitais cooperativas que unam os mundos do trabalho e da escola, para incluir mais pessoas em processos de produção de conhecimento e, desta forma, ampliar as oportunidades de emprego e renda.<br />conectada laboratórios de diversos países<br />No Brasil, desenvolve projetos em parceria com governos federal, estaduais e municipais, ONGs e outras instituições acadêmicas e de pesquisa.<br />Educar na Sociedade da Informação: rede formada por pesquisadores da USP e outras instituições e professores dos ensinos médio e fundamental, sobretudo da rede pública<br />Gestão de Mídias Digitais: conecta a USP a infocentros, telecentros e outros locais de acesso público à Internet.<br />
  96. 96. Roteiro para uma política de inclusão digital corporativa<br />Elaborado em conjunto pelo CDI e Instituto Ethos<br />Objetivo:<br />Ajudar as empresas a criarem ações de inclusão digital como parte de seu programa de responsabilidade social, orientando o empresário a identificar diretrizes e promover soluções criativas e inovadoras, muitas vezes em parceria com instituições do primeiro e do terceiro setor.<br />O que fazer?<br />Onde? <br />Com que objetivos?<br />
  97. 97. Roteiro para uma política de inclusão digital corporativa<br />Identifique parceiros<br />Sensibilize a empresa<br />Defina objetivos claros<br />Faça um diagnóstico<br />Dentro da empresa<br />Na comunidade<br />Na sociedade<br />
  98. 98. Experiências de Empresas<br />Accenture<br />Bradesco<br />Companhia Vale do Rio Doce<br />Esso<br />HP<br />IBM<br />Microsoft<br />Philips<br />Politec<br />PricewaterhouseCoopers<br />Prodemge<br />Sadia<br />Sebrae<br />Telefônica<br />Telemar<br />
  99. 99. IBM<br /> Mais de 100 projetos sociais, com foco em educação básica, capacitação de professores e inclusão digital.<br />KidSmart: 225 centros, tem 880 professores capacitados e beneficia 12,9 mil alunos.<br />e-Voluntários<br />810 participantes<br />Reinventando a Educação:2.250 professores capacitados, em aproximadamente cem escolas, beneficiando 67,5 mil alunos.<br />IBM doou mais de 500 computadores reciclados e 300 novos no programa de profissionalização entre 2001 e 2003, criando 80 laboratórios com dez máquinas, que atendem a 38,4 mil pessoas<br />Parcerias: CDI, a Rede de Informações para o Terceiro Setor (Rits), o Instituto Avisa Lá, o Instituto de Qualidade no Ensino, a Cidade do Conhecimento, a Rede Saci e secretarias de Educação de diversos estados do País.<br />
  100. 100. Microsoft<br />A Microsoft doa software para todos os microcomputadores instalados nas Escolas de Informática e Cidadania (EICs) do CDI no Brasil, em países da América Latina e na África.<br />Colabora com a disseminação de EICs em São Paulo, no Paraná, na Bahia e no Distrito Federal e com o financiamento da operação de CDIs Regionais, da confecção de materiais de comunicação e da reforma da sede do CDI Matriz.<br />Além do CDI, a empresa também é parceira do Instituto Ayrton Senna, no Programa Sua Escola a 2000 por Hora.<br />Parcerias com universidades. A Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Federal de Pernambuco foram selecionadas pela empresa, num grupo de cinco em todo o mundo, para aperfeiçoarem componentes do software Visual Studio.<br />Criação de centros de pesquisa, para qualificação de profissionais<br />
  101. 101.
  102. 102. Bibliografia<br />Entrevista com Thomas Malone, Cisco ExecutiveMembership – 2008<br />SENNETT, Richard. O Artífice. Record, 2009.<br />SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002<br />A Conceptual Model of Groupware (1994). Clarence (Skip) Ellis ,  Jacques Waine<br /><ul><li>VanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science
  103. 103. Guerra e Paz na Aldeia Global. Ed. Record. Tradução: Ivan Pedro de Martins
  104. 104. SEBRAE
  105. 105. IBGE</li></ul>ABINEE<br />CRUZ, R. ; GONCALVES, B. ; SILVA, C. A. ; WEINGRILL, C. ; PACHI, F. ; SILVA, L. ; COZER, M. T. S. . O QUE AS EMPRESAS PODEM FAZER PELA INCLUSÃO DIGITAL. 1. ed. São Paulo: Instituto Ethos, 2004.<br />Raymond, Eric Steven; The Cathedral & the Bazaar, O'Reilly (1999)<br />Lerner, J. & Tirole, J. (2004) “The Economics of Technology Sharing: Open Source and Beyond”<br />Staff, (2005), “The economics of sharing,” The Economist.<br />
  106. 106. Links<br />http://stats.wikimedia.org/EN/TablesWikipediaPT.htm#distribution<br />http://cyber.law.harvard.edu/wealth_of_networks/Main_Page<br />http://setiathome.berkeley.edu/ <br />http://boinc.berkeley.edu/ <br /> http://cci.mit.edu/index.html <br />http://www.opensource.org/docs/osd<br />http://www.catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/cathedral-bazaar/index.html<br />http://www.brod.com.br/node/536<br />http://www.deinf.ufma.br/~fssilva/palestras/2009/sl.pdf<br />http://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf<br />http://www.usabilityfirst.com/glossary/groupware-term<br />http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf<br />http://xkcd.com/256/<br /><ul><li>http://www.oracleofbacon.org/
  107. 107. http://www.imdb.com/
  108. 108. http://www.zagat.com/Review/Index.aspx
  109. 109. http://sobretudo.org/facebook-login-brasil.html</li></ul>http://www.facebook.com/press/info.php?statistics<br />
  110. 110. Links<br />http://oglobo.globo.com/blogs/inovacao/posts/2009/08/12/o-facebook-ultrapassara-orkut-no-brasil-em-2010-213334.asp<br /><ul><li>http://www.alandavid.com.br/facebook-login-brasil/
  111. 111. www.bridges.org/digitaldivide/realaccess.html
  112. 112. http://pcworld.uol.com.br/noticias/2009/03/26/brasil-nao-avanca-no-relatorio-global-de-tecnologia-da-informacao
  113. 113. http://www.softex.br/observatorio/_pesquisasConcluidas/pesquisa.asp?id=578</li></ul>http://www.filantropia.org/OqueeTerceiroSetor.htm<br />Cidade.usp.br<br />TODOS OS LINKS FORAM VERIFICADOS E CONFIRMADOS DIA 22/04/2010 ÀS 21:23<br />

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