Química celular completo

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Química celular, água, sais minerais , compostos orgânicos

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  • Figure: 03-01 Title: The plasma membrane is a fluid mosaic. Caption: The plasma membrane is a bilayer of phospholipids in which various proteins are embedded. Many proteins have carbohydrates attached to them. The wide variety of membrane proteins fall mostly into three categories: recognition proteins, receptor proteins, and transport proteins.
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    1. 1. COMPOSIÇÃO QUÍMICA CELULAR
    2. 2. Composição Química da Célula
    3. 3. Composição Química da Célula <ul><li>Inorgânicos </li></ul><ul><li>Água </li></ul><ul><li>Sais Minerais </li></ul><ul><li>Orgânicos </li></ul><ul><li>Proteínas </li></ul><ul><li>Lipídios </li></ul><ul><li>Carboidratos </li></ul><ul><li>Àcidos Nucléicos </li></ul>
    4. 4. Composição Química da Célula
    5. 5. ELEMENTOS QUÍMICOS NA NATUREZA Nesta representação, a freqüência dos elementos que ocorrem na crosta de terra é indicada pela altura do bloco. Os elementos encontrados em quantidades significativas em organismos vivos são protegidos no azul.
    6. 6. INTRODUÇÃO <ul><li>95% COMPOSIÇÃO QUÍMICA DOS SERES VIVOS: O, C, H e N </li></ul><ul><li>BIOLOGICAMENTE IMPORTANTES : sódio ( Na ), potássio ( K ), cálcio ( Ca ), fósforo ( P ), enxofre ( S ), entre outros. </li></ul><ul><li>ORGANISMO: 40 tipos de moléculas (CONSTRUÇÃO E MANUTENÇÃO) </li></ul><ul><li>SUBSTÂNCIAS INORGÂNICAS E ORGÂNICAS </li></ul>
    7. 7. Composição Química da Célula* * valores médios 4% 17% Proteínas 0,5% 11% Lipídios 18% 6% Carboidratos 2,5% 4% Sais Minerais 74% 62% Água Plantas Animais Substâncias
    8. 8. PRINCIPAIS COMPONENTES QUÍMICOS DAS CÉLULAS <ul><li>Substâncias Inorgânicas </li></ul><ul><li>formados por moléculas pequenas e com poucos átomos. </li></ul><ul><li>baixa complexidade e rendimento energético </li></ul><ul><li>também encontrados livremente no mundo mineral </li></ul><ul><li>- Água </li></ul><ul><li>- Sais Minerais </li></ul>
    9. 9. <ul><li>Substâncias Orgânicas </li></ul><ul><li>formados por moléculas grandes e muitas vezes complexas. </li></ul><ul><li>elemento principal: C . </li></ul><ul><li>rica em energia </li></ul><ul><li>resultantes da atividade metabólica celular </li></ul><ul><li>- Carboidratos </li></ul><ul><li>- Lipídios </li></ul><ul><li>- Proteínas </li></ul><ul><li>- Ácidos nucléicos </li></ul><ul><li>- Vitaminas </li></ul>PRINCIPAIS COMPONENTES QUÍMICOS DAS CÉLULAS
    10. 10. PRINCIPAIS COMPONENTES QUÍMICOS DAS CÉLULAS
    11. 11. <ul><li>Representam cerca de 1% do total da composição celular; </li></ul><ul><li>São necessários em concentrações da ordem de miligramas por litro de cultura. </li></ul><ul><li>Atuam principalmente como reguladores da atividade celular. </li></ul><ul><li>livres no reino mineral ou nos seres vivos = reguladores da atividade das células </li></ul><ul><li>Podem ser solúveis ou insolúveis em água. </li></ul><ul><li>FORMA IÔNICA: sais minerais solúveis dissolvidos em água, formam os íons. É nessa forma que eles desempenham a sua atividade reguladora fundamental. </li></ul><ul><li>FORMA IMOBILIZADA: sais minerais insolúveis em água entram na composição de estruturas esqueléticas e de sustentação, como os ossos, nos vertebrados, ou os pólipos de corais ou carapaças de algas diatomáceas, entre outras. </li></ul>SAIS MINERAIS
    12. 12. ELEMENTOS MINERAIS <ul><li>FÓSFORO: </li></ul><ul><li>É importante na regulação do metabolismo celular e no fornecimento de fosfatos para a geração de energia. </li></ul><ul><li>É essencial para a síntese de ácidos nucléicos e adenosina trifosfato (ATP). </li></ul><ul><li>POTÁSSIO </li></ul><ul><li>Participa do processo de excreção </li></ul><ul><li>Produção de impulso nervoso ( Bomba de Sódio-Potássio) </li></ul><ul><li>MAGNÉSIO </li></ul><ul><li>É co-fator de várias enzimas; </li></ul><ul><li>Participa na ativação das enzimas glicolíticas ( quebra da glicose); </li></ul><ul><li>Estimula a síntese de ácidos graxos essenciais; </li></ul><ul><li>Estimula a Bomba Sódio – Potássio </li></ul><ul><li>CÁLCIO: </li></ul><ul><li>Estimula o crescimento celular pela incorporação na parede celular e membrana plasmática. </li></ul><ul><li>FERRO: </li></ul><ul><li>É necessário para síntese dos citocromos e de certo pigmentos. </li></ul>
    13. 13. <ul><li>Íon Cálcio (Ca) ++ esqueleto, contração muscular, coagulação. </li></ul><ul><li>Íon Magnésio (Mg) 2+ clorofila </li></ul><ul><li>Íon Fosfato (PO 4 ) 3- (componente do ATP) </li></ul><ul><li>Íon Fluoreto (F) - cáries </li></ul><ul><li>Íon Zinco (Zn) ++ enzimas </li></ul><ul><li>Íon Iodeto (I) - hormônios da tireóide </li></ul><ul><li>Íon Ferro (Fe) ++ hemoglobina </li></ul><ul><li>Íon Sódio (Na) + líquido extracelular, estímulos nervosos nos neurônios </li></ul><ul><li>Íon Potássio (K) + contração muscular, estímulos nervosos e ao equilíbrio hídrico </li></ul>SAIS MINERAIS – principais íons
    14. 14. ÁGUA — POLARIDADE <ul><li>A molécula de água é formada por dois átomos de Hidrogênio e um de Oxigênio (H 2 O). </li></ul>Oxigênio Hidrogênio A ÁGUA ENCONTRA-SE NA CÉLULA <ul><li>Na forma livre </li></ul><ul><li>Representa 95% da água total, é a parte usada principalmente como solvente para os solutos e como meio dispersante </li></ul>
    15. 15. ÁGUA <ul><li>A água é um solvente universal. </li></ul><ul><li>A água é um regulador de temperatura. </li></ul><ul><li>A água participa de reações químicas </li></ul><ul><li>A água é um lubrificante ideal </li></ul>
    16. 16. <ul><li>Solvente : sais minerais e substâncias orgânicas. </li></ul><ul><li>Transportadora : serve como veículo de transporte de substâncias que são absorvidas ou eliminadas. </li></ul><ul><li>Meio ideal para reações químicas celulares: (processos fisiológicos só ocorrem em meio aquoso). </li></ul><ul><li>Temorreguladora: é importante na manutenção da temperatura corpórea. </li></ul>ÁGUA
    17. 17. CARBOIDRATOS <ul><li>Os carboidratos são também conhecidos como glicídios, glúcides, sacarídeos ou açúcares, sendo as moléculas biológicas mais abundantes na natureza. </li></ul><ul><li>São compostos por carbono, hidrogênio e oxigênio. </li></ul><ul><li>Representam a principal fonte de energia para a célula. </li></ul><ul><li>Abrangem um dos maiores grupos de compostos orgânicos encontrados na natureza. </li></ul><ul><li>Junto com as proteínas formam os principais constituintes dos organismos vivos. </li></ul>FUNÇÕES
    18. 18. <ul><li>SUBSTÂNCIAS ENERGÉTICAS (A CÉLULA QUEIMA ESTAS MOLÉCULAS PARA OBTER ENERGIA) </li></ul><ul><li>RESERVAS ENERGÉTICAS (FICAM ARMAZENADAS PARA DELAS OBTER ENERGIA NO FUTURO). </li></ul><ul><li>FORMAM A PAREDE CELULAR DE CÉLULAS VEGETAIS (CELULOSE): ESTRUTURAIS. </li></ul><ul><li>FUNÇÃO GENÉTICA: TOMAM PARTE DA COMPOSIÇÃO DOS ÁCIDOS NUCLÉICOS. </li></ul>CARBOIDRATOS FUNÇÕES
    19. 19. CLASSIFICAÇÃO DOS CARBOIDRATOS <ul><li>MONOSSACARÍDEOS </li></ul><ul><li>São compostos com uma fórmula geral C n (H 2 O), que não podem ser hidrolisados a compostos mais simples. </li></ul><ul><li>Contêm de três a seis átomos de carbono. </li></ul><ul><li>Exemplos: Glicose, Frutose e Galactose </li></ul><ul><li>Glicose é o mais importante dos três e é utilizada pelas células como fonte imediata de energia. </li></ul><ul><li>A glicose é utilizada de três maneiras: </li></ul><ul><li>pode ser queimada imediatamente como combustível. </li></ul><ul><li>pode ser armazenada como glicogênio para queima posterior. </li></ul><ul><li>pode ser armazenada sob a forma de gordura. </li></ul>
    20. 20. <ul><li>MONOSSACARÍDEOS SÃO OS CARBOIDRATOS MAIS SIMPLES. TEM DE 3 A 6 ATOMOS DE CARBONO NA MOLÉCULA. </li></ul><ul><li>HIDROSSOLÚVEIS E ADOCICADOS </li></ul>TIPOS DE CARBOIDRATOS - MONOSSACARÍDEOS HEXOSES Energética Glicose Frutose Galactose C 6 H 12 O 6 Componente do DNA Desoxirribose C 5 H 10 O 4 Componente do RNA Ribose C 5 H 10 O 5 Função Nome Fórmula PENTOSES
    21. 21. CLASSIFICAÇÃO DOS CARBOIDRATOS MONOSSACARÍDEOS Ribose Desoxirribose
    22. 22. CLASSIFICAÇÃO DOS CARBOIDRATOS MONOSSACARÍDEOS
    23. 23. <ul><li>SÃO CARBOIDRATOS DE MOLÉCULAS MAIORES E SÃO FORMADOS PELA LIGAÇÃO ENTRE DUAS MOLÉCULAS DE MONOSSACARÍDEO. </li></ul><ul><li>HIDROSSOLÚVEIS E ADOCICADOS </li></ul><ul><li>PRINCIPAIS: </li></ul>TIPOS DE CARBOIDRATOS – DISSACARÍDEOS
    24. 24. CLASSIFICAÇÃO DOS CARBOIDRATOS DISSACARÍDEOS OU OLIGOSSACARÍDEOS
    25. 25. TIPOS DE CARBOIDRATOS – POLISSACARÍDEOS <ul><li>SÃO MOLÉCULAS GRANDES (POLÍMEROS OU MACROMOLÉCULAS) </li></ul><ul><li>REPETIÇÃO DE MUITAS MOLÉCULAS DE MONOSSACARÍDEO </li></ul><ul><li>INSOLÚVEIS E SEM SABOR ADOCICADO </li></ul><ul><li>PRINCIPAIS: </li></ul><ul><ul><li>CELULOSE : FORMA A PAREDE CELULAR DE VEGETAIS. </li></ul></ul><ul><ul><li>AMIDO : RESERVA ENERGÉTICA DE VEGETAIS. </li></ul></ul><ul><ul><li>GLICOGÊNIO : RESERVA ENERGÉTICA DOS ANIMAIS. </li></ul></ul>
    26. 26. CLASSIFICAÇÃO DOS CARBOIDRATOS <ul><li>POLISSACARÍDEOS </li></ul><ul><li>O amido é um depósito de polissacarídeo encontrado nas plantas e é constituído por uma série de moléculas de glicose ligadas entre si de forma ramificada. </li></ul><ul><li>O glicogênio , também conhecido como “amido animal”, é um polissacarídeo altamente ramificado, similar ao amido vegetal. O glicogênio é a forma na qual os seres vivos armazenam glicose. </li></ul><ul><li>A celulose é um polissacarídeo de cadeia reta encontrado nas plantas. A celulose fornece a fibra da nossa dieta e melhora as funções digestivas de diversas maneiras. </li></ul>
    27. 27. Polissacarídeos Componente do exoesqueleto dos crustáceos e insetos. QUITINA Constitui o principal componente estrutural da parede celular das células vegetais. Não servem como fonte de energia. CELULOSE É a substância de reserva energética animal e dos fungos. No homem é encontrado principalmente nos músculos e no fígado. GLICOGÊNIO É a substância de reserva energética vegetal. É encontrado no trigo, no arroz, na batata-inglesa, na mandioca, etc. AMIDO
    28. 28. CLASSIFICAÇÃO DOS CARBOIDRATOS POLISSACARÍDEOS
    29. 29. LIPÍDIOS <ul><li>Moléculas orgânicas insolúveis em água. </li></ul><ul><li>Abrangem os glicerídeos (óleos e gorduras), os cerídeos (ceras) e os esteróides (colesterol). </li></ul><ul><li>Formados pela união de ácido graxo e álcool (ésteres) </li></ul>
    30. 30. LIPÍDIOS <ul><li>Os fosfolipídios participam da formação da membrana plasmática (triglicerídeos, os fosfolipídios e os esteróides). </li></ul><ul><li>função estrutural, </li></ul><ul><li>energética, </li></ul><ul><li>hormonal, </li></ul><ul><li>impermeabilizante, </li></ul><ul><li>isolante térmico, </li></ul><ul><li>isolante elétrico. </li></ul>
    31. 31. ONDE SÃO ENCONTRADOS OS LIPÍDIOS <ul><li>Associados a membrana; </li></ul><ul><li>Transportados pelo plasma; </li></ul><ul><li>Barreira hidrofóbica ( impermeabilização - ceras) </li></ul><ul><li>Funções reguladoras ou de coenzimas ( óleos); </li></ul><ul><li>Controle da homeostase do corpo ( gorduras) </li></ul>
    32. 32. www.bioaula.com.br Meio extracelular citoplasma filamentos protéicos proteína de reconhecimento receptor protéico proteína transportadora sítio ligante bicamada lipídica fosfolipídio colesterol carboidrato LIPÍDIOS NA MEMBRANA PLASMÁTICA
    33. 33. LIPÍDIOS - GLICERÍDIOS <ul><li>São os óleos e as gorduras. </li></ul><ul><li>À temperatura ambiente os óleos são líquidos e as gorduras são sólidas. </li></ul><ul><li>Plantas e animais; </li></ul><ul><li>São triésteres de glicerol com ácidos graxos; </li></ul><ul><li>Reserva de energia em animais; </li></ul><ul><li>Formam CO 2 e H 2 O na célula. </li></ul>ÁCIDOS GRAXOS Saturados: Sólidos à temperatura ambiente. Ex: Margarina Insaturados: Líquidos à temperatura ambiente. Ex:Óleo de oliva
    34. 34. FOSFOLIPÍDIOS <ul><li>Contêm ácidos graxos unidos a uma molécula de glicerol. </li></ul><ul><li>São moléculas anfipáticas. </li></ul><ul><li>São os principais componentes das membranas celulares. </li></ul>
    35. 35. GLICOLIPÍDIOS <ul><li>Todas as membranas do corpo. </li></ul><ul><li>Camada externa da membrana plasmática. </li></ul><ul><li>Regulação das interações. </li></ul><ul><li>Fonte de antígenos do grupo sangüíneo. </li></ul><ul><li>Receptores para toxinas. </li></ul>
    36. 36. LIPÍDIOS - CERAS <ul><li>SÃO ÉSTERES DE ÁCIDOS GRAXOS COM ÁLCOOL DE CADEIA LONGA (ATÉ 16 C). </li></ul><ul><li>SÃO ALTAMENTE INSOLÚVEIS NA ÁGUA. </li></ul><ul><li>NOS VEGETAIS IMPERMEABILIZAM EVITANDO A TRANSPIRAÇÃO EXCESSIVA. </li></ul><ul><li>CERAS DE ABELHA, CERA DE OUVIDO (CERÚMEN) SÃO CERAS ANIMAIS. </li></ul>
    37. 37. LIPÍDIOS - ESTERÓIDES <ul><li>APRESENTAM 4 ANÉIS DE C INTERLIGADOS. </li></ul><ul><li>ALÉM DE FORMAR HORMÔNIOS ENTRAM NA COMPOSIÇÃO DAS MEMBRANAS CELULARES. </li></ul><ul><li>O COLESTEROL É O PRINCIPAL: SERVE DE MATÉRIA PRIMA PARA OS DEMAIS. </li></ul>
    38. 38. COMPONENTES QUÍMICOS DAS CÉLULAS – LIPÍDIOS O colesterol forma um complexo com os lipídeos e proteínas, chamado lipoproteína - LDL A LDL (Low-Density Lipoproteins) acaba sendo oxidada por radicais livres presentes na célula. O COLESTEROL NO SANGUE
    39. 39. Esta oxidação aciona um mecanismo de defesa e, imediatamente, glóbulos brancos juntam-se ao sítio, e este fica inflamado. Cria-se uma placa no meio do vaso sanguíneo; ocorre uma deposição lenta de cálcio, numa tentativa de isolar a área afetada. COMPONENTES QUÍMICOS DAS CÉLULAS – LIPÍDIOS
    40. 40. Isto pode interromper o fluxo sanguíneo normal e vir a provocar inúmeras doenças cardíacas. De fato, a concentração elevada de LDL no sangue é a principal causa de cardiopatias. COMPONENTES QUÍMICOS DAS CÉLULAS – LIPÍDIOS
    41. 41. Plantas – produzem fitoalexínas RESVERATROL - nas cascas da uva High-Density Lipoproteins - HDL É responsável pelo transporte reverso do colesterol - carrega o colesterol em excesso de volta para o fígado. HDL sanguíneo Vitis sp. COMPONENTES QUÍMICOS DAS CÉLULAS – LIPÍDIOS
    42. 42. <ul><li>São constituíntes básicos da vida; </li></ul><ul><li>São macromoléculas complexas; </li></ul><ul><li>Constituem cerca de 50 a 80% do peso seco da célula eucariótica; </li></ul><ul><li>Tem como base de sua estrutura os polipeptídios formados de ligações peptídicas entre os grupos amino (-NH 2 ) de um aminoácido e carboxílico (-COOH) de outro, ambos ligados ao carbono alfa de cada um dos aminoácidos; </li></ul><ul><li>As proteínas diferem: </li></ul><ul><li>Pela quantidade de aminoácidos. </li></ul><ul><li>Pelo tipo de aminoácidos que tem; </li></ul><ul><li>Pela ordem dos aminoácidos na molécula da proteína. </li></ul><ul><ul><li>Duas proteínas com o mesmo número de aminoácidos e do mesmo tipo não são necessariamente iguais. </li></ul></ul>PROTEÍNAS
    43. 43. <ul><li>AS PROTEÍNAS SÃO FEITAS COM 20 TIPOS DE AMINOÁCIDOS, TODOS COM C α . </li></ul><ul><li>O NÚMERO DE LIGAÇÕES PEPTÍDICAS É IGUAL AO NÚMERO DE AMINOÁCIDOS MENOS 1. </li></ul><ul><li>OS ORGANISMOS ANIMAIS NÃO CONSEGUEM SINTETIZAR TODOS OS AMINOÁCIDOS. </li></ul><ul><li>OS QUE ELES SINTETIZAM SÃO CHAMADOS AMINÁCIDOS NATURAIS E OS QUE ELES NÃO SINTETIZAM SÃO ESSENCIAIS. </li></ul><ul><li>OS AMINOÁCIDOS ESSENCIAIS SÃO ADQUIRIDOS ATRAVÉS DA ALIMENTAÇÃO. </li></ul>PROTEÍNAS – AMINOÁCIDOS
    44. 44. Rl O H N C C H OH Ác. Carboxílico Amina <ul><li>Um peptídio é formado quando alguns aminoácidos se unem através de ligações peptídicas. </li></ul><ul><li>A formação de um polipetídio ocorre quando diversos aminoácidos se unem. </li></ul><ul><li>As proteínas são polipeptídios muito grandes, sendo que a maioria das proteínas é composta por mais de uma cadeia de polipeptídeos. </li></ul>AMINOÁCIDOS - PEPTÍDEOS
    45. 45. AMINOÁCIDOS LIGAÇÕES PEPTÍDICAS
    46. 46. <ul><li>AS PROTEÍNAS SÃO FEITAS POR DEZENAS OU CENTENAS DE AMINOÁCIDOS LIGADOS POR LIGAÇÕES PEPTÍDICAS (ENTRE AMINOÁCIDOS). </li></ul><ul><li>QUANDO DIGERIMOS AS PROTEÍNAS QUEBRAMOS AS LIGAÇÕES PEPTÍDICAS E USAMOS OS AMINOÁCIDOS. </li></ul>Ligação peptídica PROTEÍNAS – LIGAÇÕES PEPTÍDICAS
    47. 47. AMINOÁCIDOS
    48. 48. AMINOÁCIDOS
    49. 49. AMINOÁCIDOS
    50. 50. <ul><li>A função de cada proteína depende de sua forma. </li></ul><ul><li>Proteínas podem ser material de construção dos seres vivos: função estrutural. </li></ul><ul><li>Proteínas podem promover reações químicas (catalisadores) e são chamadas enzimas. </li></ul><ul><li>A forma da proteína é determinada pela sua estrutura: </li></ul><ul><li>Primária: é dada pela seqüência de aminoácidos. É filamentosa. A troca de um aminoácido pode alterar sua forma. </li></ul><ul><li>Secundária: é o filamento primário enrolado em espiral. </li></ul><ul><li>Terciária: a espiral secundária se enrola formando uma esfera. </li></ul><ul><li>Quaternária: é o modo como as proteínas terciárias se dispõem. </li></ul>PROTEÍNAS – FUNÇÃO E FORMA
    51. 51. Ordem dos aminoácidos Espiral da estrutura primária A secundária dobrada sobre si em globo. Várias proteínas terciárias.
    52. 52. PROTEÍNAS Tipo Função Proteínas estruturais Componentes das membranas celulares Desempenham diversas funções: determinam o diâmetro dos poros; auxiliam os hormônios no “reconhecimento” celular Colágeno Componente estrutural dos músculos e tendões Queratina Parte da pele e do pêlo Hormônios peptídicos (p. ex., insulina, hormônio do crescimento) Muitos hormônios são proteínas e exercem efeitos sobre diversos sistemas orgânicos Hemoglobina Transporte de oxigênio Anticorpos Protegem o corpo contra organismos causadores de doenças Proteínas plasmáticas Coágulo sangüíneo; equilíbrio de líquidos Proteínas musculares Tornam o músculo capaz de contrair Enzimas Regulam os padrões das reações químicas
    53. 53. CLASSIFICAÇÃO DAS PROTEÍNAS <ul><li>Quanto à composição: </li></ul><ul><li>Proteínas simples </li></ul><ul><li>Ex. albuminas, globulinas </li></ul><ul><li>Proteínas conjugadas </li></ul><ul><li>Ex. hemeproteínas, lipoproteínas, glicoproteínas </li></ul><ul><li>Quanto à forma: </li></ul><ul><li>Proteínas fibrosas: são insolúveis em água, compridas e filamentosas. A maioria tem função estrutural ou protetiva. Ex. colágeno </li></ul><ul><li>Proteínas globulares: geralmente solúveis em água, formam estruturas compactas fortemente enroladas em forma globular ou esférica. </li></ul><ul><li>Função relacionada com manutenção e regularização de processos vitais: enzimática, transporte, defesa e hormonal. Ex. hemoglobina. </li></ul>
    54. 54. GRAU DE ESTRUTURAÇÃO DAS PROTEÍNAS Ligações peptídicas Pontes de Hidrogênio Interações de Van der Waals Interações Eletrostáticas Interações Hidrofóbicas Uniões Covalentes de Dissulfeto Pontes de Hidrogênio Interações de Van der Waals Interações Eletrostáticas Interações Hidrofóbicas Estrutura primária Estrutura secundária Estrutura terciária Estrutura quaternária
    55. 55. <ul><li>É A ALTERAÇÃO DA FORMA (ESTRUTURA) DA PROTEÍNA POR EFEITO DO CALOR OU MUDANÇA DO PH. PODE SER IRREVERSÍVEL OU REVERSÍVEL. </li></ul><ul><li>CLARA DE OVO: NO OVO CRU É PROTEINA NATIVA. APÓS FRITA OU COZIDA É PROTEÍNA É DESNATURADA. </li></ul><ul><li>CASEÍNA (DO LEITE) ACRESCENTANDO ÁCIDO (LIMÃO OU VINAGRE) COALHA, VIRA PARACASEÍNA (COALHADA – é a proteína desnanturada). </li></ul>PROTEÍNAS – DESNATURAÇÃO
    56. 56. <ul><li>ENZIMAS SÃO PROTEÍNAS CAPAZES DE CATALISAR REAÇÕES QUÍMICAS, DIMINUINDO A ENERGIA DE ATIVAÇÃO OU AUMENTANDO A VELOCIDADE DA REAÇÃO QUÍMICA. </li></ul><ul><li>PARA DIGERIR CARNE SEM ENZIMA O HCl A 80ºC LEVARIA 36 HORAS. COM A PEPSINA (ENZIMA DO ESTÔMAGO) LEVA 2 HORAS A 37ºC. </li></ul><ul><li>AS ENZIMAS SÃO ESPECÍFICAS: PROMOVEM UM TIPO DE REAÇÃO. </li></ul><ul><li>CADA ENZIMA POSSUI UM ENCAIXE QUE SÓ SERVE EM UMA SUBSTÂNCIA CHAMADA DE SUBSTRATO. </li></ul><ul><li>O ENCAIXE É CHAMADO CENTRO OU SÍTIO ATIVO. MODIFICANDO O ENCAIXE A ENZIMA NÃO SERVE NO MESMO SUBSTRATO, FICANDO INATIVA. </li></ul><ul><li>É NECESSARIO QUE ENZIMA E SUBSTRATO SE ENCAIXEM PARA A REAÇÃO OCORRER . </li></ul>ENZIMAS
    57. 57. <ul><li>TEMPERATURA : </li></ul><ul><li>O CALOR FORNECE ENERGIA CINÉTICA PARA ENZIMA E SUBSTRATO SE UNIR. </li></ul><ul><ul><li>SE HOUVER FALTA DE ENERGIA CINÉTICA AS ENZIMAS FICAM INATIVAS (O FRIO FAZ ISTO) </li></ul></ul><ul><ul><li>TEMPERATURAS MUITO ALTAS DESNANTURAM AS ENZIMAS (POR ISTO FEBRE ALTA MATA). </li></ul></ul><ul><li>PH : </li></ul><ul><li>CADA ENZIMA TEM SEU PH ÓTIMO. </li></ul><ul><li>A MUDANÇA DE PH AFETA A CARGA ELÉTRICA DA ENZIMA E IMPOSSIBILITA A UNIÃO AO SUBSTRATO. É O QUE OCORRE NA AZIA. </li></ul>ENZIMAS – INFLUÊNCIA NA AÇÃO ENZIMÁTICA
    58. 58. A ação proporcional à temperatura 0 10 20 30 40 50 60 70 80ºC temperatura ambiental Velocidade da ação enzimática As enzimas que atuam nas células humanas, têm atividade enzimática máxima em torno de 37ºC.
    59. 59. ÁCIDOS NUCLÉICOS
    60. 60. NUCLEOTÍDEO: É unidade estrutural básica dos ácidos nucléicos (DNA e RNA), constituídos por bases purinas (A, G) ou pirimídicas (C, T), ribose ou desoxirribose e ainda grupamento fosfato .
    61. 61. NUCLEOTÍDEOS <ul><li>DNA E RNA SÃO MACROMOLÉCULAS (POLÍMEROS) FEITOS PELA UNIÃO DE NUMEROSAS MOLÉCULAS PEQUENAS (MONÔMEROS) DENOMINADOS NUCLEOTÍDEOS. </li></ul><ul><li>NUCLEOTÍDEO É COMPOSTO DE: </li></ul><ul><ul><li>PENTOSE </li></ul></ul><ul><ul><li>FOSFATO </li></ul></ul><ul><ul><li>BASE NITROGENADA </li></ul></ul>
    62. 62. Seu comprimento linear seria de 2 m de comprimento. DNA - ÁCIDO DESOXIRRIBONUCLÉICO: Tem forma de uma escada em espiral. Contém as informações genéticas das células. Localizado no núcleo, nas mitocôndrias e plastos. É um polímero formado por nucleotídeos, sendo o açúcar desoxirribose e as bases purinas e pirimídicas (C, T, G, A), proporcionando formação de uma fita dupla.
    63. 63. PAREAMENTO DAS BASES A=T C=G
    64. 64. Está envolvido em decifrar a informação do DNA e carregar sua instrução. RNA - ÁCIDO RIBONUCLÉICO É produzido a partir do dna. Está localizado principalmente no citoplasma. Auxilia o DNA no controle da expressão de caracteristicas hereditárias. Assim como o DNA, o RNA também é composto por nucleotídeos, porém difere em certos aspectos: O açúcar é uma ribose; A base pirimídica timina é substituída pela uracila ; Forma somente fita de RNA simples, isto implica que haverá uma porcentagem diferente de A com T e C com G
    65. 65. TIPOS DE RNA 1 ) RNA m (mensageiro) Produzido pelo DNA no núcleo; Leva a “mensagem” ao citoplasma; Associa-se aos ribossomos. 2) RNA r (ribossômico) É o mais comprido; Matéria-prima para formar os ribossomos; Sem ribossomo não há tradução. 3) RNA t (transportador)  Em certa região, apresenta 3 bases livres, chamadas anti-códon; Captura os aminoácidos do citoplasma e os leva aos ribossomos; O mesmo aminoácido pode ser carregado por 2 ou 3 tipos de RNA-t.
    66. 66. NUCLEOTÍDEOS <ul><li>AS PENTOSES QUE ENTRAM NOS NUCLEOTÍDEOS SÃO: </li></ul><ul><ul><li>DESOXIRRIBOSE (C 5 H 10 O 4 ) NO DNA </li></ul></ul><ul><ul><li>RIBOSE: (C 5 H 10 O 5 ) NO RNA. </li></ul></ul><ul><li>AS PENTOSES SÃO OS CENTROS DOS NUCLEOTÍDEOS. NELES LIGAM-SE OS FOSFATOS E AS BASES NITROGENADAS. </li></ul><ul><li>FOSFATO: H 3 PO 4 (ÁCIDO FOSFÓRICO). </li></ul><ul><ul><li>LIGA OS NUCLEOTÍDEOS ENTRE SI. </li></ul></ul><ul><ul><li>DÃO CARÁTER ÁCIDO AO DNA E RNA. </li></ul></ul>
    67. 67. BASES NITROGENADAS <ul><li>SÃO MOLÉCULAS QUE TEM REAÇÃO ALCALINA E RICAS EM NITROGÊNIO. </li></ul><ul><li>DERIVAM DE DOIS GRUPOS: </li></ul><ul><li>DA PURINA: BASES PÚRICAS. SÃO MOLÉCULAS MAIORES. </li></ul><ul><ul><li>ADENINA (A) NO DNA E RNA </li></ul></ul><ul><ul><li>GUANINA (G) NO DNA E RNA </li></ul></ul><ul><li>DA PIRIMIDINA: BASES PIRIMIDICAS. SÃO MENORES. </li></ul><ul><ul><li>CITOSINA (C) NO DNA E RNA </li></ul></ul><ul><ul><li>TIMINA (T) EXCLUSIVA DO DNA </li></ul></ul><ul><ul><li>URACINA (U) EXCLUSIVA DO RNA </li></ul></ul>
    68. 68. DNA <ul><li>A MOLÉCULA DO DNA É MUITO GRANDE SENDO CONSTITUÍDA POR BILHÕES DE PARES DE NUCLEOTÍDEOS. </li></ul><ul><li>A MOLÉCULA DO DNA TEM A FORMA DE UMA ESCADA DE MARINHEIRO EM ESPIRAL. </li></ul><ul><li>OS CORRIMÕES DA ESCADA SÃO FEITOS POR DESOXIRRIBOSES E FOSFATOS. </li></ul><ul><li>OS DEGRAUS DA ESCADA SÃO FEITOS POR PARES DE BASES NITROGENADAS, LIGANDO-SE UMA ADENINA COM UMA TIMINA E UMA ADENINA COM UMA CITOSINA POR MEIO DE PONTES DE HIDROGÊNIO. </li></ul><ul><li>ENTRE UMA ADENINA E TIMINA HÁ DUAS PONTES DE H E ENTRE GUANINA E CITOSINA HÁ 3 PONTES DE H. </li></ul>
    69. 69. FUNÇÃO DO DNA <ul><li>O DNA É POR ASSIM DIZER A PROGRAMAÇÃO DE CADA CÉLULA. NELE FICA A INFORMAÇÃO GENÉTICA (OS GENES). </li></ul><ul><li>A INFORMAÇÃO GENÉTICA ESTÁ GUARDADA NA ORDEM EM QUE OS NUCLEOTÍDEOS APARECEM NA MOLÉCULA. </li></ul><ul><li>ALTERANDO A ORDEM DOS NUCLEOTÍDEOS MUDAMOS A INFORMAÇÃO GENÉTICA: SÃO AS MUTAÇÕES. </li></ul>
    70. 70. RNA <ul><li>O RNA É PRODUZIDO A PARTIR DO DNA POR UM PROCESSO CHAMADO TRANSCRIÇÃO. </li></ul><ul><li>O RNA TEM SEMPRE CADEIA SIMPLES. </li></ul><ul><li>AO INVÉS DE DESOXIRRIBOSE TEM RIBOSE. </li></ul><ul><li>EM LUGAR DA TIMINA TEM URACILA. </li></ul><ul><li>O RNA AUXILIA O DNA NO CUMPRIMENTO DA INFORMAÇÃO GENÉTICA, AJUDANDO-O A PRODUZIR AS PROTEÍNAS DA CÉLULA. </li></ul>
    71. 71. SÍNTESE DE RNA A PARTIR DO DNA
    72. 72. <ul><li>FUNÇÕES: </li></ul><ul><li>Agem muitas vezes como coenzimas ou como parte de enzimas responsáveis por reações químicas essenciais à saúde humana. </li></ul><ul><li>Mantêm a saúde ideal e a prevenção de doenças crônicas. </li></ul><ul><li>HIPERVITAMINOSE: VITAMINAS EM EXCESSO </li></ul><ul><li>Não se acumulam no organismo. </li></ul><ul><li>CLASSIFICAÇÃO: </li></ul><ul><li>HIDROSSOLÚVEIS: C e complexo B, Tiamina, Riboflavina, Niacina, Biotina, Ácido Pantotênico, Ácido Fólico, Cobalamina, Peridoxida e Ácido Ascórbico. </li></ul><ul><li>LIPOSSOLÚVEIS: Vitamina A, D, E e K. </li></ul>VITAMINAS
    73. 73. Vitaminas Função Carência C ácido ascóbico Aumenta a resistência e tecido conjuntivo Escorbuto D calciferol Fixação de cálcio e fósforo Raquitismo E tocoferol Antioxidante, favorece o metabolismo muscular Aumenta os radicais livres K filoquinona Formação dos fatores Coagulantes (bactérias) Hemorragia PP niacina Prevenção da pelagra Diarréia, dermatite e demência
    74. 74. VITAMINAS
    75. 75. VITAMINAS

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