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ÍNDICEEditorial ........................................................................................................ 5...
EditorialPortugal assumiu em 2013 a Presidência da Iniciativa 5+5 Defesa. Este forum de diálogo,cooperação e intercâmbio, ...
Artigo de Opinião                                                A Presidência portuguesa da Iniciativa 5+5 Defesa        ...
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Baptista Paulo, bem como dos assessoresportugueses.Iniciaram a PMG cerca de 500 instruendos,                : ESCOLA PREPA...
Ação de formação em administração de                  49, pelo que os resultados obtidos foramsubunidades destinada aos sa...
territorialmente no Comando da 3ª RegiãoMilitar na capital, Cidade da Praia.A cerimónia foi complementada com umademonstra...
AGENDA JANEIRO   Reunião de Diretores de Política de Defesa da UE, Dublin, 24-25 jan13   Reunião do Grupo de Investigado...
MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL                                DIREÇÃO-GERAL DE POLÍTICA DE DEFESA NACIONAL                 ...
3. Militares empenhados no quadro da Organização das Nações Unidas - ONU                                                  ...
5. Militares empenhados no quadro da Organização do Tratado do Atlântico Norte - OTAN                                     ...
7. Cooperação Técnico-Militar7.1. Militares Portugueses em Missão                                              Marinha    ...
7.2. Formação em Portugal                                                Marinha          Exército            FAP         ...
Direção-Geral de Política de Defesa NacionalAv. Ilha da Madeira, 1400-204 Lisboa, PORTUGALTEL + 351213 038 633 FAX + 351 2...
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  1. 1. Direção-Geral de Política de Defesa Nacional Newsletter Nº 29 dezembro 2012 ISSN 1647-9629Iniciativa 5 + 5 Defesa:OS DESAFIOS DA PRESIDÊNCIA PORTUGUESA
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  3. 3. NESTA EDIÇÃO PODE LER:Artigo de Opinião: A Presidênciaportuguesa da Iniciativa 5+5 Defesa porVítor Sanches: Portugal assume aPresidência da Iniciativa 5+5 Defesa emjaneiro de 2013. Assim, importa projetaros desafios e oportunidades que o nossopaís tem pela frente no próximo ano.Sublinha-se que o empenho de todos osenvolvidos será vital para que aPresidência Portuguesa da Iniciativa 5+5Defesa seja um sucesso, cumprindo assimos objetivos e as pretensões de Portugalno seio desta Iniciativa. Iniciativa 5 + 5 Defesa- 8ª Reunião Ministerial: Realizou-se em Rabat, Marrocos, no passado dia 10 de dezembro, a reunião de ministros da Iniciativa 5+5 Defesa, com a presença ao mais alto nível das delegações de todos os países, reafirmando assim a utilidade desta iniciativa e o seu potencial enquanto mecanismo gerador de confiança, cooperação e segurança no mediterrâneo Ocidental.Imposição de boinas a novos fuzileiros navaisda República de Cabo Verde: No dia 19 dedezembro, no Comando da 1ª Região Militar(Mindelo, Ilha de S. Vicente), teve lugar acerimónia de Imposição de Boinas a 44 militaresque frequentaram o 24º Curso de FuzileirosNavais no Centro de Instrução Militar do MorroBranco. 3
  4. 4. ÍNDICEEditorial ........................................................................................................ 5Artigo de Opinião- A Presidência Portuguesa da Iniciativa 5 + 5DefesaPor Vítor Sanches .............................................................................................. 6Relações InternacionaisChina / Chile ................................................................................................... 9EUA / Marrocos ............................................................................................... 10Iniciativa 5+5 Defesa- 8ª Reunião Ministerial.............................................................. 11Reunião Bilateral do Exercício “Seaborder13” ........................................................... 12Diversos- Prémio de Defesa Nacional e Ambiente ........................................................ 13Cooperação Técnico-Militar- AngolaProjeto 2: Escola Superior de Guerra ...................................................................... 14Projeto 4: Direção de Forças Especiais .................................................................... 14- Cabo VerdeProjeto 5: Unidade de Fuzileiros Navais ................................................................... 16- MoçambiqueProjeto 10: Instituto Superior de Estudos de Defesa ..................................................... 17Agenda ......................................................................................................... 18Dados Estatísticos ........................................................................................... 19 4
  5. 5. EditorialPortugal assumiu em 2013 a Presidência da Iniciativa 5+5 Defesa. Este forum de diálogo,cooperação e intercâmbio, entre o Norte e o Sul do Mediterrâneo Ocidental, revela naatualidade uma importância crescente com a complexa situação securitária na região do Sahel.Nesse vasto território, partilhado por vários Estados, escassamente habitado e de fronteirasporosas, o exercício dos poderes soberanos na área da segurança e defesa é de extremadificuldade. Esse vazio de poder tem sido aproveitado para o desenvolvimento de atividadesilegais, como o tráfico de droga, de armas ou de pessoas, e criou as condições para aproliferação de grupos armados de inspiração islamita radical (salafista), assim como deorganizações terroristas, como a Al-Qaeda do Magrebe Islâmico.Esta situação agravou-se recentemente com a queda do regime de Gaddafi na Líbia, que tevecomo consequência o afluxo àquele território de milhares de homens (e armas) que serviam noexército líbio e que engrossaram as fileiras de grupos armados radicais. O Mali foi a primeiravítima dessa situação, e sem uma intervenção decisiva da comunidade internacional adesestabilização territorial poderá alastrar a outros países.A Europa, em parceria com as organizações regionais africanas, tem sido um ator fundamentalno combate à pirataria, criminalidade organizada e terrorismo nesse arco de insegurança einstabilidade que vai do Golfo da Guiné à Somália, com missões diversas, ao nível terrestre enaval. No Mali, foi a França que avançou com forças militares no terreno, ao desencadear aOperação Serval a pedido das autoridades Malianas, para prevenir o risco da tomada de Bamakopelos grupos islamitas.A proximidade geográfica dessa região torna, naturalmente, Portugal especialmente atento pelamaior vulnerabilidade às ameaças e riscos que daí advêm. A participação nas várias missões daUnião Europeia (Atalanta, EUTM Somália, e, previsivelmente em breve, EUTM Mali) é sinalinequívoco desse interesse.Neste contexto, cabe ainda sublinhar que no âmbito do programa da Presidência da Iniciativa,Portugal irá liderar, através do IDN, o projeto de investigação que, muito oportunamente, temcomo tema justamente “Quais as Estratégias de Cooperação no Quadro da Iniciativa 5+5 Defesapara fazer face aos desafios e ameaças no Sahel”. Nuno Pinheiro Torres 5
  6. 6. Artigo de Opinião A Presidência portuguesa da Iniciativa 5+5 Defesa Vítor SanchesPortugal assume a Presidência da Iniciativa  Assegurar os contactos necessários com as5+5 Defesa em janeiro de 2013, a qual foi estruturas homólogas dos estados-endossada formalmente na reunião de membros da Iniciativa 5+5 Defesa;Ministros da Defesa que decorreu em Rabat,  Coordenar as atividades das entidadesem dezembro de 2012. Neste quadro, já está envolvidas;em curso o processo de planeamento e  Organizar os eventos que decorrerão empreparação de todos os eventos da referida Portugal;Presidência, tendo já sido aprovadas asatividades que irão decorrer durante a  Garantir a ligação entre os intervenientesmesma. da estrutura organizacional.Atendendo à relevância para Portugal, no  Das atividades a organizar por Portugalquadro das relações externas de Defesa, que em 2013, destacam-se as seguintes:este forum assume, será importante garantir  Duas reuniões no âmbito do Centro Euro-uma eficiente coordenação e um adequado Magrebino de Investigação e Estudoscontrolo de todas as atividades inerentes a Estratégicos (janeiro e junho);este desafio.  Reunião do Comité Académico do ColégioPor despacho Sua Excelência o Ministro da 5+5 Defesa (setembro);Defesa Nacional, a Direção-Geral de Política  Exercício conjunto e combinadode Defesa Nacional (DGPDN) foi constituída “SEABORDER 13” (setembro);como Entidade Primariamente Responsável(EPR) para a coordenação de todas as  Exercício “ZARCO 13” (outubro);atividades atinentes à Presidência  Reunião de CEMGFAs (outubro);Portuguesa da Iniciativa 5+5 Defesa.  Duas reuniões do Comité Diretor (março eA DGPDN assume a coordenação geral e o novembro);controlo de todos os eventos, fazendo  Reunião de Ministros da Defesatambém a ligação com as demais entidades (dezembro).nacionais e homólogos da Iniciativa. Paraalém destas, caberá ainda à DGPDN: Para além dos referidos eventos, será mantida uma representação ativa e 6
  7. 7. interventiva nas atividades/projetos designadamente das suas atividades eorganizados pelos outros estados-membros projetos.da Iniciativa, elencadas no Plano de Ação. Portugal liderará o próximo projeto deReleva-se, também, a adoção de um investigação durante o ano de 2013,logotipo único para a Iniciativa 5+5 Defesa, subordinado ao tema “Quais as Estratégiasque obteve a concordância de todos os de Cooperação no quadro da Iniciativa 5+5estados-membros. Este logotipo passará a Defesa para fazer face aos desafios eser adotado como símbolo único de ameaças no Sahel”, que será tutelado peloidentidade desta organização a partir de Instituto de Defesa Nacional.janeiro de 2013. Salienta-se a organização conjunta deSob liderança de Malta e Portugal, está Portugal, Espanha e Mauritânia do exercícioprevista a criação do website da Iniciativa “SEABORDER 13”, sendo que a fase5+5 Defesa, cujo primeiro draft será Command Post Exercise (CPX) seráapresentado na próxima reunião do Comité organizada pela Mauritânia e a fase LiveDiretor e a sua implementação durante a Exercise (LIVEX) na costa portuguesa.Presidência Portuguesa. O referido sítio na Está ainda prevista a participação deinternet terá versões em três línguas (inglês, observadores dos estados-membros dafrancês e árabe) e possibilita a sua Iniciativa no exercício “ZARCO 13”, noatualização por todos os estados-membros. âmbito do apoio das Forças Armadas a açõesTrata-se de uma ferramenta facilitadora da de proteção civil, a realizar no Arquipélagocomunicação entre os estados-membros e de da Madeira.divulgação da Iniciativa 5+5 Defesa, 7
  8. 8. Durante a Presidência, está prevista umaagenda cultural integrada nas diversasatividades a desenvolver, tendo em vista adivulgação de Portugal e do seu patrimóniocultural.Contamos com a colaboração e o empenhode todos para que a Presidência Portuguesada Iniciativa 5+5 Defesa seja um sucesso,cumprindo assim os objetivos e aspretensões de Portugal no seio destaIniciativa. 8
  9. 9. Relações Internacionais CHINADeslocou-se a Portugal, entre 4 e 8 de Chile, nodezembro, uma delegação militar da seguimento deRepública Popular da China chefiada pelo uma visita deGeneral Hou Shusen, Vice-Chefe do Estado- uma comitivaMaior do Exército Popular de Libertação. Em do Serviço5 de dezembro, a referida delegação teve Hidrográfico euma reunião de trabalho com o Estado-Maior OceanográficoGeneral das Forças Armadas (EMGFA), tendo (SHOA) deste país a Portugal, em dezembrosido previstas igualmente audiências de de 2011. O Vice-Almirante Agostinho Ramoscortesia com S. Exas o Ministro da Defesa da Silva, acompanhado do Diretor TécnicoNacional, Dr. José Pedro Aguiar-Branco e o do IH, Capitão-de-Fragata Fernando FreitasChefe do Estado-Maior General das Forças Artilheiro, e do Chefe de Divisão deArmadas, General Luís Araújo, e uma visita à Hidrografia do IH, Capitão-de-Fragata LeonelAcademia Militar. Manteigas foram recebidos pelo Diretor do SHOA, Capitão-de-Mar-e-Guerra Patrício Carrasco. Com o objetivo de desenvolver áreas de interesse comum aos dois países, como o Sistema de Homologação de Levantamentos Hidrográficos, o Sistema de Produção de Cartografia Náutica e de Cartografia Eletrónica de Navegação e, em particular, conhecer o Sistema Nacional de Alarme de Maremotos, a atividade incluiu ainda cumprimentos protocolares ao Vice- CHILE Chefe do Estado-Maior da Armada do Chile,Ao abrigo do Plano de Atividades de Vice-Almirante Francisco Guzmán e aoCooperação Bilateral no âmbito da Defesa, Diretor-Geral da Autoridade Marítima erealizou-se, entre 4 e 8 de dezembro, um Marinha Mercante, Vice-Almirante Enriqueintercâmbio de delegação do Instituto Larrañaga, bem como uma visita à ExposiçãoHidrográfico (IH) da Marinha portuguesa no 9
  10. 10. Internacional “EXPONAVAL 2012” e ao naviocientífico da Marinha dos EUA “Pathfinder”,presente em Valparaiso nesta ocasião. MARROCOS EUA Inserida no Plano de Atividades deEm 11 de dezembro, teve lugar no Ministério Cooperação Bilateral no âmbito da Defesa,dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa, uma deslocou-se a Marraquexe, entre 4 e 8 dereunião extraordinária da Comissão Bilateral dezembro, um Oficial de OperaçõesPermanente do Acordo de Cooperação e Especiais para execução de estágio emDefesa entre Portugal e os Estados Unidos da ambiente desértico numa unidade deAmérica (ACD) para analisar a recente Infantaria.decisão do Governo norte-americano de Esta atividade teve lugar na 2º Brigadereestruturar a sua presença na Base Aérea dInfanterie Parachutiste, na localidade dePortuguesa N.º 4, Lajes. O Ministério da Ben Guerir, a cerca de 70 km deDefesa Nacional esteve representado pelas Marraquexe.entidades nomeadas no âmbito do ACD, com Durante o estágio, o militar do Exércitocoordenação do Diretor-Geral de Política de Português assistiu a vários briefings sobre aDefesa Nacional, Dr. Nuno Pinheiro Torres. missão e as atribuições da Brigada, tendo ainda participado na qualidade de observador no exercício de operações especiais, que contou com meios aéreos e que teve lugar por ocasião da sua visita. 10
  11. 11. exemplo de cooperação desde 2008. Seguidamente, foi salientado pelo Ministro português o empenho nacional para liderar o INICIATIVA 5+5 DEFESA estudo da investigação- “As estratégias de8ª Reunião Ministerial cooperação da Iniciativa 5+5 Defesa paraRealizou-se em Rabat, Marrocos, no passado fazer face aos desafios e às ameaças dodia 10 de dezembro, a reunião de ministros Sahel”- a ter desenvolvimento em 2013.da Iniciativa 5+5 Defesa, com a presença ao Houve também oportunidade de felicitar omais alto nível das delegações de todos os Reino de Marrocos pela excelentepaíses, reafirmando assim a utilidade desta organização da Presidência da Iniciativa 5+5iniciativa e o seu potencial enquanto Defesa ao longo do ano de 2012.mecanismo gerador de confiança, São de salientar ainda as seguintescooperação e segurança no mediterrâneo referências:Ocidental. A delegação portuguesa foi - A implementação do Logótipo Único, comochefiada por S. Ex.ª o Ministro da Defesa símbolo de Unidade e Identidade destaNacional, Dr. José Pedro Aguiar Branco, e Organização - projeto português;contou com a participação do Embaixador de - A implementação do website 5+5 DefesaPortugal em Marrocos, Dr. Francisco Xavier durante o ano de 2013 - projeto de PortugalEsteves. e de Malta;A reunião, que foi presidida pelo Ministro da - Ao exercício “SEABORDER”, como exemploDefesa de Marrocos, Dr. Abdelatinf Loudiyi, de interoperabilidade entre as Forçasdecorreu de forma muito profícua, quer ao Armadas dos países, encorajando osnível da organização, quer ao nível dos presentes para uma participação efetiva,conteúdos. Foi apresentado um curto filme quer na fase de planeamento, quer comrelativo ao exercício “SEABORDER 12”, meios navais e aéreos nas próximas edições -alusivo a esta atividade conjunta (Portugal, atividade coorganizada por Portugal eEspanha e Argélia), encarada como um Espanha desde 2008, e em 2011 com Marrocos, 2012 com Argélia, para além dos países mentores deste evento; - A Portugal, que em 2013 assumirá a Presidência da Iniciativa 5+5 Defesa, bem como a Copresidência da Iniciativa 5+5 Global. 11
  12. 12. três países organizadores e todos os detalhes para a execução do referido exercício. Em 2013, prevê-se que a Mauritânia participe também na qualidade de país organizador, para além de Portugal e Espanha, países mentores deste evento. Do lado nacional estiveram presentes representantes da DGPDN, do EMGFA, do EMA e do EMFA.No final dos trabalhos, os Ministros da Na reunião foram elaboradas propostas aDefesa aprovaram a Declaração Final e o apresentar à Mauritânia, no sentido de sePlano de Atividades para o ano de 2013. definir o nível de participação de cada país,Fica assim formalmente transferida a em termos de organização desta atividade,Presidência da Iniciativa 5+5 Defesa por com o intuito de envolver também osMarrocos a Portugal. Após a reunião final, restantes países da Iniciativa na fase defoi realizada uma conferência de imprensa planeamento e execução da atividade,aos Órgãos de Comunicação Social participando o máximo de Estados-Membrospresentes, com a presença dos Ministros de com meios navais e aéreos.Marrocos e Portugal.Reunião Bilateral do exercício“SEABORDER13”Teve lugar, em Lisboa no dia 18 dedezembro, a reunião de coordenação entrePortugal e Espanha, relativa ao exercício“SEABORDER 13”.O encontro teve como objetivo preparar areunião que irá decorrer na Mauritâniadurante o mês de fevereiro de 2013, ondeserão definidos os níveis de participação dos 12
  13. 13. valorização do património natural e paisagístico e da biodiversidade. DIVERSOS Em 2011, candidataram-se duas entidades, tendo vencido o Aquário Vasco da GamaPrémio de Defesa Nacional e Ambiente (Marinha) com um projeto de reprodução emTeve lugar no passado dia 12 de dezembro, cativeiro do ruivaco-do-oeste, uma espécieno Forte de S. Julião da Barra, a cerimónia em vias de extinção existente apenas emde entrega do Prémio de Defesa Nacional e Portugal, denominado “Conservação ex-situAmbiente referente ao ano de 2011. de organismos fluviais - reprodução emO Prémio de Defesa Nacional e Ambiente cativeiro e reintrodução do ruivaco-do-destina-se a galardoar a unidade, oeste”, o qual permitiu reintroduzir noestabelecimento ou órgão das Forças habitat natural 400 exemplares deste tipoArmadas que, de acordo com os princípios de peixe de água doce.da Defesa Nacional, melhor contributo A cerimónia foi presidida por Sua Excelênciapreste, em Portugal, para a qualidade do o Ministro da Defesa Nacional, Suasambiente, numa perspetiva de Excelências o Secretário de Estado Adjuntodesenvolvimento sustentável. da Defesa Nacional e o Secretário de EstadoEste prémio tem como indicadores a do Ambiente e Ordenamento do Território.utilização eficiente dos recursos naturais, a Entre outras entidades convidadas, apromoção de boas práticas de gestão de cerimónia contou igualmente com aordenamento do território e a proteção e presença do Sr. Diretor-Geral de Política de Defesa Nacional.
  14. 14. Cooperação Técnico-Militar ANGOLA PROJETO 2 – ESCOLA SUPERIOR DE GUERRAEncerramento do Ano Letivo 2012 Posteriormente foi apresentado no AuditórioDecorreu em 18 de dezembro de 2012, o Principal o melhor Trabalho Individual deencerramento do ano letivo dos diversos Longa Duração, subordinado ao tema “Acursos da ESG. A cerimónia foi chefiada por certificação de forças nas Forças ArmadasS. Exª o General Egídio de Sousa Santos Angolanas tendo em vista a participação em“DISCIPLINA” – Chefe do Estado Maior forças multinacionais em Operações deGeneral Adjunto para a Educação Apoio à Paz – reflexos no treino ePatriótica/Estado-Maior General das Forças capacitação de forças” da autoria doArmadas de Angola. Do programa constou a discente Brigadeiro Paulo Minguito Franciscoentrega de diplomas aos discentes dos do 18ªCSCD e que foi orientado pelo assessordiversos Cursos e a respetiva imposição de residente Major de Cavalaria Bernardoinsígnias. Lorena da Ponte. Em seguida realizou-se o almoço de confraternização com todos os elementos envolvidos na cerimónia de encerramento. PROJETO 4 – DIREÇÃO DE FORÇAS ESPECIAISCerimónia de abertura do 3.ºT/PMG-12(preparação militar geral)No dia 01 de dezembro de 2012 decorreu acerimónia de abertura do 3.º T/PMG(Preparação Militar Geral), presidida peloComandante da Escola de Formação deForças Especiais (EFFE), Brigadeiro AmílcarCardoso Chicapa e que contou também comas presenças do Comandante da Brigada deForças Especiais (BRIFE), Brigadeiro João 14
  15. 15. Baptista Paulo, bem como dos assessoresportugueses.Iniciaram a PMG cerca de 500 instruendos, : ESCOLA PREPARATÓRIA DEdivididos por 4 Companhias de Instrução,que terá a duração de 120 dias e em que osmilitares após a sua conclusão iniciam oCurso de Comandos.Os instruendos bem como toda a equipa deinstrução estão alojados em tendas numacampamento criado para o efeito numaárea a cerca de 10 Km da EFFE e da BRIFE, Quadros do curso de patrulhas dedando aos instruendos uma sensação reconhecimento de longo raio de ação deconstante da vivência em condições de angola (CPRLRA)campanha. Entre os dias 03 e 07 de dezembro irá decorrer uma Escola Preparatória deCerimónia de encerramento do curso de Quadros (EPQ) na Brigada de Forçaspatrulhas de reconhecimento de longo raio Especiais (BRIFE) para todos os Oficiais ede ação de angola (CPRLRA) Sargentos da BRIFE e Escola de Formação deNo dia 01 de dezembro de 2012, decorreu a Forças Especiais (EFFE) habilitados com ocerimónia de encerramento do Curso de Curso de Patrulhas de Reconhecimento dePatrulhas de Reconhecimento de Longo Raio Longo Raio de Ação (CPRLRA).de Ação (CPRLRA), presidida pelo Esta EPQ foi promovida pelo Projeto 4 e seráComandante da Brigada de Forças Especiais ministrada essencialmente pela unidade(BRIFE), Brigadeiro João Baptista Paulo e móvel de formação no sentido de seque contou também com a presença do normalizarem procedimentos no âmbito daComandante da Escola de Formação de formação do CPRLRA.Forças Especiais (EFFE), Brigadeiro AmílcarCardoso Chicapa, bem como dos assessoresportugueses.Este curso, para além da assessoriaportuguesa residente, contou com o reforçode uma unidade móvel de formação de doismilitares do CTOE.Iniciaram o curso em 01 de outubro 33militares tendo-o concluído 18 militares (5oficiais, 5 sargentos e 8 praças). 15
  16. 16. Ação de formação em administração de 49, pelo que os resultados obtidos foramsubunidades destinada aos sargentos da bastante satisfatórios, tendo este facto sidobrigada de forças especiais frisado pelo comando da BRIFE na Sessão deDecorreu de 7 de novembro a 14 de Encerramento.dezembro de 2012 uma ação de formaçãoem Administração de Subunidades, planeadae ministrada pelos assessores do Projeto 4 eque teve como público-alvo os sargentos daBrigada de Forças Especiais (BRIFE). Oobjetivo desta ação é dotar os formandosdos conhecimentos essenciais para umacriteriosa administração, escrituração,gestão e controlo dos meios humanos emateriais de uma subunidade, contribuindodesta forma para o melhor funcionamentoda BRIFE.Iniciaram esta ação de formação 61sargentos e terminaram com aproveitamento CABO VERDE PROJETO 5 - UNIDADE DE FUZILEIROS NAVAISImposição de boinas a novos fuzileiros navais da República de Cabo VerdeNo dia 19 de dezembro, no Comando da 1ª A cerimónia foi presidida pelo ComandanteRegião Militar (Mindelo, Ilha de S. Vicente), da 1ª Região Militar e foi testemunhada porteve lugar a cerimónia de Imposição de várias entidades e comunidade mindelenses,Boinas a 44 militares que frequentaram o 24º tendo registado também uma elevadaCurso de Fuzileiros Navais no Centro de adesão por parte de familiares e amigos dosInstrução Militar do Morro Branco. Este militares a quem foram impostas as boinascurso, como habitualmente, foi de especialidade.acompanhado pela Assessoria Portuguesa no Estes novos militares, na sua totalidade,quadro da Cooperação Técnico-Militar Luso- destinar-se-ão ao recompletamento orgânicoCabo-verdiana. da Unidade de Fuzileiros Navais, implantada 16
  17. 17. territorialmente no Comando da 3ª RegiãoMilitar na capital, Cidade da Praia.A cerimónia foi complementada com umademonstração de ordem unida, comevoluções e manejo de armas em paradamilitar por um grupo auto comandadoexclusivamente constituído pelos novosFuzileiros. MOÇAMBIQUE PROJETO 10 – INSTITUTO SUPERIOR DE ESTUDOS DE DEFESAEntrega de Livros à “Biblioteca Portugal” muito procurados pelos discentes doEm 05 de dezembro de 2012, a assessoria Instituto quer no âmbito da estratégia, daportuguesa do Projeto 10 da CTM em história, da geopolítica e da tática, quer deMoçambique, entregou ao ISEDEF 58 livros, a assuntos atuais, como a pirataria marítimaque correspondem 35 de títulos oferecidos ou o bioterrorismo.pelo Instituto de Estudos Superiores No final da cerimónia, o Comandante doMilitares. ISEDEF agradeceu mais este contributo doA cerimónia decorreu no salão nobre do IESM, o qual sempre tem mantido um forteISEDEF e os livros agora entregues vêm apoio no desenvolvimento do Centro deaumentar o acervo da “Biblioteca Portugal” Recursos do Conhecimento daqueleem várias áreas do saber e em assuntos Instituto. 17
  18. 18. AGENDA JANEIRO  Reunião de Diretores de Política de Defesa da UE, Dublin, 24-25 jan13  Reunião do Grupo de Investigadores do Centro Euro-Magrebino de Investigação e Estudos Estratégicos da Iniciativa 5+5 Defesa, Portugal (23-25 jan)  XVII Reunião da Comissão Mista de Defesa Luso-Tunisina, Tunes (jan s.d.) FEVEREIRO
  19. 19. MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL DIREÇÃO-GERAL DE POLÍTICA DE DEFESA NACIONAL DADOS ESTATÍSTICOS REFERENTES A 31 DE DEZEMBRO DE 20121. Mapa de empenhamento Marinha Exército FAP Total H M H M H M H M 46 1 294 20 28 4 368 25 Forças Nacionais Destacadas 47 314 32 393 35 0 50 1 19 1 104 2 Cooperação Técnico-Militar 35 51 20 106 Total por Sexo 81 1 344 21 47 5 472 27 Total por Ramo das FAs 82 365 52 499 FAP 10% 5% Marinha 17% H Exército 95% M 73% Empenhamento por Ramo das Forças Armadas Empenhamento por Sexo2. Evolução dos Efetivos EVOLUÇÃO EFETIVOS FORÇAS DESTACADAS - MÉDIA ANUAL 744 736 707 800 689 688 704 662 700 589 600 470 Efetivos 500 400 300 200 100 0 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 19
  20. 20. 3. Militares empenhados no quadro da Organização das Nações Unidas - ONU Marinha Exército FAP Total H M H M H M H M 1 1 0 Afeganistão UNAMA 0 0 1 1 1 1 0 Kosovo UNMIK 0 1 0 1 Total por Sexo 0 0 1 0 1 0 2 0 Total por Ramo das FAs 0 1 1 2 Marinha 0% FAP 50% 0% Exército 100% H 50% M Empenhamento por Ramo das Forças Armadas Empenhamento por Sexo4. Militares empenhados no quadro da União Europeia - UE. Marinha Exército FAP Total H M H M H M H M 2 2 0 R.D. Congo EUSEC 0 2 0 2 1 1 0 Somália ATALANTA 1 0 0 1 3 3 0 Somália EUTM 0 3 0 3 Total por Sexo 1 0 5 0 0 0 6 0 Total por Ramo das FAs 1 5 0 6 FAP 0% Marinha 0% 17% Exército 83% 100% H M Empenhamento por Ramo das Forças Armadas Empenhamento por Sexo 20
  21. 21. 5. Militares empenhados no quadro da Organização do Tratado do Atlântico Norte - OTAN Marinha Exército FAP Total H M H M H M H M 36 56 3 22 1 114 4 Afeganistão ISAF 36 59 23 118 8 78 5 3 91 3 Afeganistão UnAp/ISAF 8 78 8 94 44 0 134 3 27 4 205 7 Afeganistão (Total) 44 137 31 212 1 1 154 17 155 18 Kosovo KFOR 2 171 0 173 Total por Sexo 45 1 288 20 27 4 360 25 Total por Ramo das FAs 46 308 31 385 FAP 6% 8% Marinha 12% Exército 80% H 94% M Empenhamento por Ramo das Forças Armadas Empenhamento por Sexo6. Distribuição dos Militares em Missão por Sexo Marinha Exército FAP H M H M H M Total ONU 0 0 1 0 1 0 2 OTAN 45 1 288 20 27 4 385 U.E. 1 0 5 0 0 0 6 Total 46 1 294 20 28 4 393 360 400 300 H 200 M 100 2 0 25 6 0 0 ONU OTAN UE 21
  22. 22. 7. Cooperação Técnico-Militar7.1. Militares Portugueses em Missão Marinha Exército FAP Total H M H M H M H M 8 15 10 33 0 Angola 8 15 10 33 2 1 3 0 Cabo Verde 2 1 0 3 1 1 0 Guiné-Bissau 1 0 0 1 7 17 9 33 0 Moçambique 7 17 9 33 1 2 3 0 S. Tomé e Príncipe 1 2 0 3 16 15 1 1 31 2 Timor-Leste 16 16 1 33 Total por Sexo 35 0 50 1 19 1 104 2 Total por Ramo das FAs 35 51 20 106 Angola Exército 31% FAP 31% Cabo Verde 48% 19% Guiné-Bissau Marinha 3% 33% 31% 3% Moçambique São Tomé 1% Timor-Leste Assessores por Ramo das Forças Armadas Assessores por País 22
  23. 23. 7.2. Formação em Portugal Marinha Exército FAP O* T Angola 8 7 4 19 Cabo Verde 8 5 3 16 Guiné-Bissau 1 2 3 Guiné Equatorial 1 1 Moçambique 4 4 5 13 S. Tomé e Príncipe 4 5 9 Timor-Leste 1 1 2 Total por Ramo 26 25 12 0 63 *Instituto de Estudos Superiores Militares (IESM) e Instituto da Defesa Nacional (IDN) 2 Timor-Leste 9 S. Tomé e Príncipe 13 Moçambique 1 Guiné Equatorial 3 Guiné-Bissau 16 Cabo Verde 19 Angola 0 5 10 15 20 Formação em Portugal8. Relações Bilaterais de Defesa Atividades em Atividades no Portugal* Estrangeiro* Total Chile 1 1 China 1 1 EUA 1 1 Marrocos 1 1 Total 2 2 4 * Número de atividades desenvolvidas 23
  24. 24. Direção-Geral de Política de Defesa NacionalAv. Ilha da Madeira, 1400-204 Lisboa, PORTUGALTEL + 351213 038 633 FAX + 351 213 0 19 280 21EMAIL dgpdn@defesa.pt www.portugal.gov.pt

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