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  1. 1. Departamento de Obras de Cooperação doExército BrasileiroSimulação do PLANO DE OPERAÇÕESTerraplenagem do Terminal de Passageiros 03 – GRU
  2. 2. Corporativo AMPARO HISTÓRICO DOS TRABALHOS DE ENGENHARIA- LEI Nr 2.922, DE 21 DE SETEMBRO DE 1880 “ ...empregar a Engenharia Militar na construção de estradas de ferro, de linhastelegráficas estratégicas e em outros trabalhos de engenharia pertencentes ao Estado. ”
  3. 3. Corporativo Estrutura Organizacional da Engenharia Militar DECDOM DPatr DOC CIEC 9 o / 10 o / 11 o 1o Gpt E 2o Gpt E BEC BEC BEC 7 o BECmb BEC BEC 4 o BECmb BEC BEC BEC BEC 21 CiaEC
  4. 4. Corporativo Presença Nacional
  5. 5. Corporativo
  6. 6. Contexto Atualmente Constante Cenário de 2014opera além da crescimento do capacidade fluxo de Copa do Mundo máxima de passageiros no Brasil passageiros
  7. 7. O Problema: Terminais de Passageiros 2009 2010 SATURADO SATURADO CAPACIDADE MÁX Operou com Mais de 20,5 milhões de 21,7 milhões de 25 milhões de pessoas/ano pessoas/ano pessoas/ano Como solucionar o problema?Fonte: Infraero 2011
  8. 8. O Problema: Solução Proposta Construção de um novo Terminal de Passageiros em GuarulhosQuais os desafios? Cumprir prazos 37 meses até a Copa em 2014 Construir o Pátio de Aeronaves do TPS3 Área com Solo de Baixa Qualidade: necessidade de substituição de solo e aterro em pedras
  9. 9. Abordagem de Engenharia Civil
  10. 10. Abordagem de Engenharia Civil Projeto de Terraplanagem1 Retirar o Solo de Alta Qualidade (SAQ)2 Retirar o Solo Mole (SM)3 Aterro de Pedras (Rachão)4 Recolocar o Solo de Alta Qualidade (Aterro)
  11. 11. Abordagem de Engenharia Civil
  12. 12. Área onde será construído onovo terminal
  13. 13. Abordagem de Engenharia Civil
  14. 14. SimulaçãoAbordagem Tradicional EB: MSProjectPor que Simular? Ampliar visibilidade do processo Estudar um sistema complexo Gerenciar o risco Ativo para tomada de decisão
  15. 15. ParceriasTroca de experiências ....
  16. 16. Modelagem Matemática1. Entradas de dados 2. Processamento de dados – Simulação3. Análise de Resultados
  17. 17. Objetivos Gerais do Projeto de SimulaçãoOs objetivos do Projeto de Terraplenagem do TPS3 • Identificar possíveis gargalos no sistema • Apresentar alternativas de melhoria • Identificar cronograma factível • Dimensionar os recursos necessários
  18. 18. Fases do Projeto FASE II Detalhamento da operação FASE I Logística de acesso
  19. 19. Fases I Considerações Logística de Acesso Foco em acesso e movimentações Premissa de gerais Obra como “caixa preta” FASE I Logística de Acesso
  20. 20. Fases do Projeto FASE II Detalhamento da operação FASE I Logística de acesso
  21. 21. Fase IIFase detalhada do projeto FASE II Input: tempo de ciclo estimado na Fase I Detalhamento da operação Geração de Cenários Otimista, Realista e Pessimista Teste de alternativas lógicas de trabalho na obra, permitindo o gerenciamento do risco do projeto
  22. 22. O Projeto de SimulaçãoFases do Projeto CENÁRIOS DE CENÁRIOS BASE CENÁRIOS DE MELHORIAS Fase I Planejamento SENSIBILIDADE Aum. das Inicial Impacto do trânsito capacidades EXPANSÃO DO PROJETO Fase II Detalhamento do Plano de Terraplenagem Transferência de Know-How para o Fase III Exército Brasileiro
  23. 23. Fase IVisualizar o comportamento do sistema para diferentesconfigurações Variação da frota disponível Tempos de operação e capacidades de equipamentos Impactos: chuva e trânsito interno Diferentes métodos de trabalho para a operação de escavação Identificar gargalos, e testar alternativas de melhoria
  24. 24. Modelagem Matemática – Visao Sistemica Churchman 1968 Pedreiras Jazida de solo Bota-fora FORNECEDORES DESCARTE SISTEMAPres. Dutra e VIAS outras ARMAZENAGEM Bota Espera 1 Bota Espera 2 OBRAS Frente de Portões Equipes trabalho
  25. 25. Modelagem Matemática
  26. 26. Comparativo de Cenários CENÁRIOS BASE CENÁRIOS DE MELHORIA B1 B2 M1 M2 M3 M4Projeto Original Pedra não Aumento das capacidades Maior ideal dos recursos aumento CENÁRIOS DE SENSIBILIDADE S1 S2 S3 S4 Teste de maior Testes de Adequação do modelo impacto
  27. 27. Análise: Cenários Base CENÁRIOS BASE Principais análises e resultados B1 B2 Basalto não Projeto Original ideal Pedra não ideal 50 45 Original 40 47Período (meses) 35 36 30 Esperado = 28 meses 25 20 15 10 5 4 4 0 Planejamento Original Pedra não Ideal Crono (mês) Per. chuva
  28. 28. Análise: Cenários de Melhoria CENÁRIOS DE MELHORIA Principais análises e resultados M1 M2 M3 M4 Aumento das capacidades Maior dos recursos aumento 50 Crono (mês) Per. chuva 45 40 Original 35 30Período (meses) Esperado = 28 meses 25 36 36 47 Melhor Cenário Melhor Cenário 20 20 20 15 28 10 5 4 4 5 2 3 2 0 Planejamento Pedra não Redução Redução do Cenário B1 Cenário M2 Original Ideal Frota Prazo com com uso de com uso de Caçambas adição de Frota Interna Frota Interna recursos
  29. 29. Análise: Cenários de Sensibilidade CENÁRIOS DE SENSIBILIDADE Principais análises e resultados S1 S2 S3 S4 Teste de maior Testes de Adequação do modelo impacto 40 Original Crono (mês) Per. chuva 40 40 35 36 35 30 Esperado = 28 meses 25 28Período (meses) Melhor Cenário 20 20 15 10 5 4 4 2 2 3 4 0 Planejamento Redução do Cenário M2 com Cenário M2 com Cenário M2 com Cenário S1 com Original Prazo com Efic. 50% Aumento 50% Aumento 100% Aumento 50% adição de Escavação (2x T Trânsito (1.5x T Trânsito (2x T Trânsito (1.5x T recursos Operação) Trânsito) Trânsito) Trânsito + 2x T Operação)
  30. 30. Análise: Cenários de Sensibilidade CENÁRIOS DE SENSIBILIDADE Impacto de caçambas na rodovia S1 S2 S3 S4 Incremento de caçambas/h na Rod. Pres. Dutra Testes de Adequação do modelo Teste de maior impacto 100 95 MEDIA MAX 90 80Num. de veículos 70 64 64 60 55 55 48 47 50 45 45 45 44 44 44 44 44 41 40 37 31 30 27 20 15 10 0 B1 - B2 - Pedra não M1 - Redução M2 - Redução M3 - Cenário M4 - Cenário S1 - Cenário S2 - Cenário S3 - Cenário S4 - Cenário Planejamento Ideal Frota do Prazo com B1 com uso de M2 com uso de M2 com Efic. M2 com M2 com S1 com Original Caçambas adição de Frota Interna Frota Interna 50% Aumento 50% Aumento 100% Aumento 50% recursos Escavação (2x Trânsito (1.5x Trânsito (2x T Trânsito (1.5x T Operação) T Trânsito) Trânsito) T Trânsito + 2x T Operação)
  31. 31. Análise: Cenários de Sensibilidade CENÁRIOS DE SENSIBILIDADE Utilização de escavadeiras S1 S2 S3 S4 Teste de maior Testes de Adequação do modelo impacto 100% 95% 90% 83% 83% 83% 80% 80% 73% 74% 68% 68% 70% 65% 65% 65%% Utilização 60% 53% 50% 43% 43% 40% 33% 34% 32% 30% 25% 25% 20% 10% 0% B1 B2 M1 M2 M3 M4 S1 S2 S3 S4 Util. Média Escavadeiras % Util. Média Escavadeiras AQS %
  32. 32. Resumo ExecutivoPontos críticos que impactam nos prazos TRÂNSITO NA REGIÃO Cenário S2 piora de 50% = 28 meses Cenário S3 piora de 100% = 35 meses BAIXA EFICIÊNCIA NAS ESCAVAÇÕES Cenário S1 Ineficiência de 50% = 40 mesesA combinação destes fatores críticos (S4 = 40 meses) demonstra que... ... uma baixa eficiência na escavação causaria o maior impacto no prazo.
  33. 33. Resumo Executivo: Quantidade de Caçambas Caçambas necessárias 300 251 251 168 259 251 259 259 259 259 251 6 6 6 6 6 250 6 6 6 6 48 48 48 48 48 48 48 48 48Num. de veículos 200 6 23 106 106 106 106 106 150 101 101 101 101 100 80 12 12 15 12 15 15 15 15 12 12 50 84 84 84 84 84 84 84 84 84 47 0 B1 B2 M1 M2 M3 M4 S1 S2 S3 S4 Caçambas 5 - Frota interna Caçambas 4 - Aterrar com SAQ Caçambas 3 - Lançar Pedra Caçambas 2 - Retirar Solo Alta Qualidade SAQ Caçambas 1 - Retirar Solo Mole SM
  34. 34. Resumo ExecutivoConclusões CRONOGRAMA PREVISTO Impossibilidade de entrega da obra em 28 meses Cenários Base B1 = 36 meses ou B2=47 meses MELHORIAS E REDUÇÃO DO PRAZO Cenários de Melhoria (com investimento) M2 = 20 meses
  35. 35. Fase IISistema de Escavação Modelagem detalhada do sistema de escavação CRONOGRAMA DA OBRA + escavadeiras, tratores, caminhões e vias de acesso (limitações físicas das tecnologias de construção) Estudos das pilhas de pedra
  36. 36. CronogramaCronograma de escavação 1 2 3 4 REMOVER REMOVER LANÇAR ATERRAR SAQ SM PEDRA COM SAQ 6 equipes trabalhando simultaneamente Atividades planejadas para terminarem ao mesmo tempoÁreas de escavação subdivididas em faixas de 7m de largura – facilita o processo de remoção
  37. 37. CronogramaCronograma de escavação 1 2 3 4 REMOVER REMOVER LANÇAR ATERRAR SAQ SM PEDRA COM SAQ RestriçõesA atividade seguinte só é iniciada se as faixas adjacentes (acessos) já tiverem terminado suas atividades
  38. 38. Cronograma Índice de Completação Escavadeiras ENTRADAS Caçambas Tempo de Realocação (min.) SAQ a Remover (m3) TOTAL (m3) %Util Escavadeiras SAÍDAS Fila média Caçambas Tempo Individual da Atividade Tempo Total da Atividade Atraso Individual por Bloqueio Atraso Total por Bloqueio
  39. 39. Resultado: Cronograma de UtilizaçãoAlocação das equipesREMOVER SAQREMOVER SMLANÇAR PEDRAATERRARCOM SAQ Imagem de alocação da Equipe 1 Total de Equipes: 6
  40. 40. Animação
  41. 41. CenáriosConfiguração da Fase II CENÁRIOS DE CENÁRIOS BASE MELHORIA B1 B2 M1 M2 Base com Recursos em Recursos Cascalho Ideal Excesso Balanceados Índice 50% ESTUDO DA PILHA DE PEDRA P1 P2 P3 P4 P5 B1 com P1 com P2 com P3 M2 com recebendo cascalho frota pilha cascalho frota não ideal iInterna menor com chuva Interna
  42. 42. Análise: Cenários Base CENÁRIOS BASE Principais análises e resultados B1 B2 Base com Pedra Ideal Índice 50% 30 27 25 26,6Período (meses) 20 15 10 5 2 2 0 Cenário Base Base com Índice 50% Crono (meses) Per. chuva
  43. 43. Análise: Cenários de Melhoria CENÁRIOS DE MELHORIA Principais análises e resultados M1 M2 Recursos em Recursos Excesso Balanceados Melhor = 23 meses 25,0 23 20,0Período (meses) 15,0 14,8 10,0 5,0 1 2 0,0 Recursos em Excesso Recursos Balanceados Crono (meses) Per. chuva
  44. 44. Análise: Estudo da Pilha de Pedra ESTUDO DA PILHA DE PEDRA Principais análises e resultados P1 P2 P3 P4 P3 P5 B1 com P1 com P2 com M2 com recebendo pedra não Frota pilha Pedra com Frota ideal Interna menor Chuva Interna 40 40 35 38,1 30 Melhor = 23 meses 25 26,8Período (meses) 23 20 23 15 10 5 3 2 3 2 2 0 B1 com pedra não P1 com Frota P2 com pilha P3 recebendo M2 com Frota ideal Interna menor Pedra com Chuva Interna Crono (meses) Per. chuva
  45. 45. Resultados Resultados consolidados do sistema de escavação Meses Per. Chuva 40 40 38,1 35 30 Recursos Melhor = 23 27 26,6 em Excesso 26,8 meses 25Período (meses) 23 23 23 20 15 14,8 10 5 2 2 1 2 3 2 3 2 2 0 Pedra Ideal B2 = B1 com M1 =B2 com M2 = B2 com P1 = B1 com P2 = P1 com P3 = P2 com P4 = P3 com P5 = M2 com índice de 3 escavadeiras jazida de frota interna e pilha inicial de pedra sendo Pilha Inicial completação escavadeiras balanceadas pedra pilha de pedra pedra menor estocada nas de Pedra e de 50% em células atendendo inicial BEs mesmo Frota Interna menores e 4 até 2 no período de nas maiores caçambas por chuva vez
  46. 46. Resumo ExecutivoConclusões M2: RECURSOS BALANCEADOS Execução do cronograma em 23 meses assumindo abastecimento de pedra ideal P5: M2 COM PILHA INICIAL DE PEDRA Execução ainda em 23 meses Uso de pilha de PEDRA inicial com frota interna de caminhões
  47. 47. Phone 55 11 3849 8757Fax 55 11 3845 4967contato@paragon.com.brwww.paragon.com.br

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