David Vernon Vieira
Professor da UFCA (Universidade Federal do Cariri)
@davidvernonbr – profdavidvernon@yahoo.com.br
REDES...
A sala de aula se configura como:
espaço promotor de práticas de leitura e
escrita e
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SALA DE AULA BRASILEIRA
SALA DE AULA INCLUSIVA
ADOÇÃO DE FERRAMENTAS DA WEB 2.0
Desafios no processo educativo:
Reunir as tecnologias interativas,
computador, celular e tablets
Para transformar uma r...
DESAFIOS NO PROCESSO EDUCATIVO
DESAFIOS NO PROCESSO EDUCATIVO
DESAFIOS NO PROCESSO EDUCATIVO
Edital para os livros distribuídos em 2015 pelo
Programa Nacional do Livro Didático (PNLD)
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• O livro eletrônico, com suas
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A influência que a Internet provoca com relação
à leitura dos jovens – TEMA DE DISCUSSÃO
Leitura envolve:
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GERAÇÃO Y E OS HÁBITOS DE LEITURA
É relevante a orientação do bibliotecário
aos leitores na busca de informações na
Internet
Permite o aprofundamento nest...
GERAÇÃO Y E OS HÁBITOS DE LEITURA
Proposta do uso de ferramentas que
promovem o compartilhamento do
conhecimento na Web Social adaptado
ao espaço das bibli...
A busca por informação tem se
modificado ao longo dos últimos anos
conforme observa Bates (2007).
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93 % dos adolescentes americanos com
idades entre 12-17 usam a Internet
73 % estão usando sites de redes sociais
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Apresentam características próprias para o
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o brasileiro está lendo menos
Problemática da leitura no Brasil é
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fatores ligados à falta de estímulo
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SIGNIFICADO DA LEITURA
PARA OS BRASILEIROS
Retratos da Leitura no Brasil 3 ed. (INSTITUTO PRÓ-LIVRO, 2012)
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para os autores e editoras atraírem
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A busca do indivíduo por compartilhar os seus
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1. Animação da informação –apresenta livros de
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2. Animação lúdica –estabelece o contato
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Youtube que enriqueçam os textos.
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torpedos, imagens, filmes, sites interativos,
blogs, etc.
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 O bibliotecário como:
 mediador da leitura,
 formação de leitores
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 Objetivo:
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Projeto Worldreader (2008)
Canadá
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CONTEXTO TECNOLÓGICO DE
CLUBES DE LEITURA ONLINE
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 O que faz estes jovens compartilharem suas leituras nas redes
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OBRIGADO! ¡GRACIAS!
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para as bibliotecas. Informação & Sociedade: Estudo...
 PEW RESEARCH CENTER, INTERNET & AMERICAN LIFE PROJECT.
Social Media and Young Adults. 3 Fev. 2010. Disponível
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Redes Sociais e a Leitura dos Jovens: um espaço comunitário em construção.
15ª Jornada Nacional de Literatura - Passo Fundo-RS - Brasil
Encontro Internacional de Bibliotecários e Mediadores da Leitura
28 a 30 agosto de 2013
http://jornadasliterarias.upf.br/15jornada/index.php/encontro-internacional-de-bibliotecarios-e-mediadores-de-leitura.html

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  1. 1. David Vernon Vieira Professor da UFCA (Universidade Federal do Cariri) @davidvernonbr – profdavidvernon@yahoo.com.br REDES SOCIAIS E A LEITURA DOS JOVENS : UM ESPAÇO VIRTUAL COMUNITÁRIO EM CONSTRUÇÃO
  2. 2. A sala de aula se configura como: espaço promotor de práticas de leitura e escrita e inclusão de recursos pedagógicos que propiciem uma aprendizagem colaborativa com estas pessoas. ADOÇÃO DE FERRAMENTAS DA WEB 2.0
  3. 3. SALA DE AULA BRASILEIRA
  4. 4. SALA DE AULA INCLUSIVA
  5. 5. ADOÇÃO DE FERRAMENTAS DA WEB 2.0
  6. 6. Desafios no processo educativo: Reunir as tecnologias interativas, computador, celular e tablets Para transformar uma realidade leitora Oferecer experiências que possam levar os jovens a desenvolver o gosto pela leitura literária. Exclusão digital Acessibilidade aos recursos oferecidos pela Internet (gratuito e pago) DESAFIOS NO PROCESSO EDUCATIVO
  7. 7. DESAFIOS NO PROCESSO EDUCATIVO
  8. 8. DESAFIOS NO PROCESSO EDUCATIVO
  9. 9. DESAFIOS NO PROCESSO EDUCATIVO
  10. 10. Edital para os livros distribuídos em 2015 pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) prevê a inscrição de obras multimídia, que reúnam livro impresso e digital. Os livros digitais incluídos nos tablets distribuídos deverão ter: Vídeos, áudios, animações, infográficos, mapas interativos, páginas da web e outros objetos que complementarão as informações contidas nos textos escritos. MEC DISTRIBUI TABLETS PARA ESCOLAS TERRA.COM.BR, 27/02/2013
  11. 11. Significados existentes no letramento (prática social de leitura e escrita) dos jovens remetem a demandas de crescimento socioeconômicas Possibilidades de comunicação e interação por meio da grande rede, algo que pode ser relacionado à leitura como agente motivador de estudar para ascender economicamente. SIGNIFICADOS E POSSIBILIDADES
  12. 12. P E R G U N T A S • Como fazer uso destas tecnologias interativas se apropriando da linguagem particular que as mídias sociais oferecem para desenvolver a leitura nos jovens brasileiros ? • Como aproximar os autores nacionais dos jovens leitores em tempos de presença online propiciada pelas mídias sociais para incentivar a leitura literária?
  13. 13. • O livro eletrônico, com suas funcionalidades interativas, pode ajudar no processo de letramento e compartilhamento de conhecimento ou o suporte não importa? • O bibliotecário está preparado para formar leitores utilizando ferramentas da Web Social? P E R G U N T A S
  14. 14. A influência que a Internet provoca com relação à leitura dos jovens – TEMA DE DISCUSSÃO Leitura envolve: desenvolvimento humano resultado o crescimento do pensamento crítico do leitor Educadores e bibliotecários ressaltam : a formação de leitores críticos é requisito para discernir sobre informação de qualidade GERAÇÃO Y E OS HÁBITOS DE LEITURA (MORO; SOUTO; ESTABEL, 2002, p. 5)
  15. 15. GERAÇÃO Y E OS HÁBITOS DE LEITURA
  16. 16. É relevante a orientação do bibliotecário aos leitores na busca de informações na Internet Permite o aprofundamento neste espaço informacional e tecnológico Possibilita o compartilhamento de informação por meio das redes sociais Promove o letramento online dos usuários GERAÇÃO Y E OS HÁBITOS DE LEITURA
  17. 17. GERAÇÃO Y E OS HÁBITOS DE LEITURA
  18. 18. Proposta do uso de ferramentas que promovem o compartilhamento do conhecimento na Web Social adaptado ao espaço das bibliotecas. BIBLIOTECA 2.0
  19. 19. A busca por informação tem se modificado ao longo dos últimos anos conforme observa Bates (2007). Bibliotecários buscam informação em: Catálogos OPAC, bases de dados, livros. Usuários da Geração Y assumem que qualquer informação pode estar na Internet. MUDANÇA NA BUSCA POR INFORMAÇÃO
  20. 20. 93 % dos adolescentes americanos com idades entre 12-17 usam a Internet 73 % estão usando sites de redes sociais Pew Research Center, Internet & American Life Project (2010) SITUAÇÃO AMERICANA
  21. 21. Apresentam características próprias para o acesso, uso e apropriações no espaço da Internet o conteúdo explorado prevalece o entretenimento 34,9% já criou um blog ou página na Web 60% dos jovens (10 a 18 anos) possuem computadores em casa e destes 83,3% possuem conexão domiciliar com a Internet GERAÇÕES INTERATIVAS NO BRASIL Passarelli e Junqueira (2012)
  22. 22. o brasileiro está lendo menos Problemática da leitura no Brasil é ocasionada por: fatores ligados à falta de estímulo familiar com o público infanto-juvenil, ele não foi exposto aos livros antes mesmo de aprender a ler quando eram crianças. na escola também faltam bibliotecas com acervos voltados para desenvolver este gosto. SITUAÇÃO DA LEITURA NO BRASIL
  23. 23. SIGNIFICADO DA LEITURA PARA OS BRASILEIROS Retratos da Leitura no Brasil 3 ed. (INSTITUTO PRÓ-LIVRO, 2012)
  24. 24. Gallagher (2010) observa que a chave para os autores e editoras atraírem jovens adolescentes online é identificar o que eles gostam sobre seus livros e usar essa informação para dar forma a sua presença online. INICIATIVAS PARA APROXIMAR AUTORES DOS JOVENS LEITORES ONLINE
  25. 25. John Michael Green, autor do best seller americano “Quem é você Alasca?”, cujo canal no Youtube possui vídeos com até 463 mil visualizações INICIATIVAS PARA APROXIMAR AUTORES DOS JOVENS LEITORES ONLINE
  26. 26. No Brasil INICIATIVAS PARA APROXIMAR AUTORES DOS JOVENS LEITORES ONLINE http://www.pedrobandeira.com.br/
  27. 27. A busca do indivíduo por compartilhar os seus conhecimentos com outros não se apresenta como um fenômeno recente. Chegada da internet e o desenvolvimento das redes sociais no ciberespaço permitiu aos indivíduos se conectarem independente de espaço geográfico e social. REDES SOCIAIS E A LEITURA
  28. 28. 1. Animação da informação –apresenta livros de gêneros diferentes. 2. Animação lúdica –estabelece o contato aprazível com o livro e com a leitura. 3. Animação responsabilizadora –envolve os jovens em atividades de promoção e divulgação. 4. Animação de aprofundamento – desenvolve atividades que, partindo da leitura, se estendem para além dela. ATIVIDADES DE INCENTIVO AO PRAZER DA LEITURA Poslaniec (2006)
  29. 29.  Ao incorporar vídeos carregados no Youtube que enriqueçam os textos.  Jogos interativos que possibilitem que os comentários sejam postados em um blog,  Encontros com autores por meio de ferramentas de comunicação que permitam aos jovens leitores dividir opiniões.  Um sítio web que ofereça características que promovam a participação dos leitores de determinado livro. ATIVIDADES DE INCENTIVO AO PRAZER DA LEITURA USANDO REDES SOCIAIS
  30. 30. “Não basta ler e escrever, mas sim saber responder às exigências de leitura e de escrita que a sociedade moderna nos faz a todo o momento.” Interagir com as novas formas de socialização, dentre elas a internet e as redes sociais. NOVA REALIDADE SOCIAL Batista Jr; Silva e Lira (2011)
  31. 31.  Se apresenta com recursos multimidiáticos que envolve textos, imagens, sons e vídeos que acabam por substituir o conhecimento e a percepção de uma realidade observada no impresso. EXPERIÊNCIA DE LEITURA DOS JOVENS CONECTADOS
  32. 32. “Não é que o jovem não leia: ele lê email, torpedos, imagens, filmes, sites interativos, blogs, etc. Ele não lê por iniciativa própria a literatura em livro. Mas lê, numa perspectiva amplificada da noção de leitura, adaptações quadrinísticas e televisivas, páginas virtuais, além de apropriações cinematográficas.” EXPERIÊNCIA DE LEITURA DOS JOVENS CONECTADOS
  33. 33.  O bibliotecário como:  mediador da leitura,  formação de leitores  a introdução de ferramentas da Web 2.0 O BIBLIOTECÁRIO COMO FORMADOR DE LEITORES
  34. 34.  Projeto Worldreader (2008) Canadá  Objetivo:  identificar ferramentas que encorajam a participação,  fatores que influenciam no interesse pela leitura,  a seleção de leitura escolhida pelos participantes,  a reação dos participantes no envolvimento com a rede social e  de que forma a leitura influencia estes jovens leitores. O BIBLIOTECÁRIO COMO FORMADOR DE LEITORES Doiron (2009)
  35. 35. Projeto Worldreader (2008) Canadá Resultados: Cada bibliotecário tem uma curva de aprendizagem – timidez inicial Cada usuário tem um nível de experiência diferente – zona de conforto O BIBLIOTECÁRIO COMO FORMADOR DE LEITORES Doiron (2009)
  36. 36.  Young Adult Library Services Association (2011) (ALA-EUA)  Documento que ajuda os bibliotecários escolares na utilização de ferramentas 2.0  Cria Wikis para o usuário recomendar livros  Cria blogs para falar sobre a experiência de leitura  Compartilha fotos de eventos voltados para a leitura O BIBLIOTECÁRIO COMO FORMADOR DE LEITORES
  37. 37. Proliferação de clubes de leitura online Reúne leitores online para discutir sobre determinado livro Sem a rigidez de prazos dos clubes físicos Atividades para organizar um clube de leitura em redes sociais: 1) convide os leitores interessados; 2) escolha o livro certo para iniciar a discussão; 3) prepare perguntas para desenvolver as conversas; 4) participe no diálogo comentando e “curtindo”. CONTEXTO TECNOLÓGICO DE CLUBES DE LEITURA ONLINE Hussain (2012)
  38. 38.  As bibliotecas se beneficiam mutuamente participando da rede  Possibilita manter um fluxo de comunicação constante com os usuários  Permite conhecer as recomendações de livros sugeridas pelos leitores CONTEXTO TECNOLÓGICO DE CLUBES DE LEITURA ONLINE Manso-Rodríguez (2012) Blog “Lectura y algo más” Club de Lectura da RBM de Salamanca - Espanha
  39. 39. “Leitura Social”, para muitos a experiência de leitura é considerada solitária. “Leitura Social”: a leitura social é tudo aquilo que rodeia a experiência de leitura de livros eletrônicos (ebooks). CONTEXTO TECNOLÓGICO DE CLUBES DE LEITURA ONLINE Openbookmarks (2013)
  40. 40. Exemplos observados na leitura de ebooks: O leitor está lendo um ebook e encontra uma parte do texto que lhe agrada, ele seleciona e manda por email para um amigo. Ao ler um ebook em um dispositivo leitor de ebook (ereader), o leitor pode optar por enviar as suas anotações de leitura para um serviço de leitura social. Tudo isso pode fazer com que o leitor volte a vê-los em outra ocasião. CONTEXTO TECNOLÓGICO DE CLUBES DE LEITURA ONLINE Openbookmarks (2013)
  41. 41. Exemplos observados na leitura de ebooks: Um professor faz uma série de anotações em um ebook. Ele exporta, e envia-os para os seus alunos, que importam para a cópia do ebook que o aluno tem. O leitor conecta o seu ereader favorito para um sítio que oferece o serviço de leitura social. Com o tempo, o serviço cria uma estante virtual de todos os livros que você leu. CONTEXTO TECNOLÓGICO DE CLUBES DE LEITURA ONLINE Openbookmarks (2013)
  42. 42. Exemplos observados na leitura de ebooks: O leitor está lendo ebook em um dispositivo e a bateria acabou. Ao mudar para outro dispositivo a página e as marcações feitas são sincronizadas automaticamente. O leitor decide formatar o seu computador e se esquece de guardar uma cópia dos seus ebooks. Aquela experiência de leitura (comentários, anotações, favoritos, etc.) que havia sido sincronizada pode ser recuperada. CONTEXTO TECNOLÓGICO DE CLUBES DE LEITURA ONLINE Openbookmarks (2013)
  43. 43. CONTEXTO TECNOLÓGICO DE CLUBES DE LEITURA ONLINE
  44. 44. CONTEXTO TECNOLÓGICO DE CLUBES DE LEITURA ONLINE
  45. 45. CONTEXTO TECNOLÓGICO DE CLUBES DE LEITURA ONLINE
  46. 46. CONTEXTO TECNOLÓGICO DE CLUBES DE LEITURA ONLINE
  47. 47. CONTEXTO TECNOLÓGICO DE CLUBES DE LEITURA ONLINE
  48. 48. CONTEXTO TECNOLÓGICO DE CLUBES DE LEITURA ONLINE
  49. 49. CONTEXTO TECNOLÓGICO DE CLUBES DE LEITURA ONLINE
  50. 50. Sabe-se que o contexto nacional não é muito sedutor para desenvolver projetos de leitura com o uso de mídias sociais É necessário que os bibliotecários e docentes de escolas que formam os jovens leitores conheçam a dinâmica interativa propiciada pelas redes sociais. Conheçam também possibilidades de conversação que estas ferramentas interativas e promotoras do conhecimento incorporam. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  51. 51. É importante a preparação das bibliotecas para essa nova realidade dos clubes de leitura online, Disponibilizando leitores de ebook que permitam compartilhar comentários nas redes sociais e Criar perfis em redes que favoreçam o encontro virtual dos amantes da leitura com os autores e o público para compartilhar gostos e opiniões. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  52. 52.  As tecnologias interativas oferecem espaços para desenvolver a leitura dos jovens brasileiros, visto que os próprios autores nacionais já disponibilizam perfis em redes sociais para realizar essa aproximação.  O grande desafio no processo de letramento e compartilhamento do conhecimento talvez seja as escolas brasileiras adotarem os dispositivos leitores de livros eletrônicos e explorarem as suas funcionalidades interativas.  Isso requer uma ampla capacitação dos bibliotecários, professores e alunos para entender essa dinâmica CONSIDERAÇÕES FINAIS
  53. 53. Sugere-se como questões futuras para pesquisas um aprofundamento nas leituras dos jovens que “curtem” grupos formados por brasileiros no Facebook, no Twitter e Instagram para desenvolver ações de promoção da leitura junto a estes jovens leitores. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  54. 54.  Perguntas para pesquisas futuras:  O que faz estes jovens compartilharem suas leituras nas redes sociais?  De que forma/linguagem é feito esse compartilhamento das suas preferências de leitura? Vídeo, Fotos, ou textos comentados?  É possível criar conteúdo literário com jovens brasileiros formulando concursos de micro-poemas?. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  55. 55. OBRIGADO! ¡GRACIAS!
  56. 56.  BATISTA JR, José R. L.; SILVA, Francisco C. R.; Lira, Luciane C. E. Redes sociais e práticas de leitura e escrita no Ensino Médio. Hipertextus revista digital, v. 6, p. 1-9, 2011. Disponível em:< http://www.hipertextus.net/volume6/Hipertextus-Volume6-Jose-Ribamar- Batista_Francisco-das-Chagas-_Luciane-Lira.pdf>. Acesso em: 26 jul. 2013.  DOIRON, Ray. WorldReaders: young readers reading the world. Teacher- librarians using social networking to promote reading interests. In: International Association of School Librarianship Conference, Padua -Italia, p.1-14. 2009.  GALLAGHER, Bridgid. Connecting with young readers through social media. Disponível em:<www.wow -womenonwriting.com/downloads/ printable/ 38- FE4-YAandSocialMedia.html>. Acesso em: 10 jul. 2013.  HUSSAIN, Anum. How book clubs can transform your social media strategy. Hubspot. 23 jan. 2012. Disponível em:<http://blog.hubspot.com/blog/tabid/6307/bid/30948/How -Book- Clubs-Can-Transform-Your-Social-Media-Strategy.aspx>. Acesso em: 05 ago. 2013.  INSTITUTO PRÓ-LIVRO. Retratos da Leitura no Brasil. 3 ed. 2012. Disponível em:<http://www.prolivro.org.br/ipl/publier4.0/texto.asp?id=2834>. Acesso em: 15 jul. 2013. REFERÊNCIAS
  57. 57.  MANESS, Jack M. Teoria da biblioteca 2.0: web 2.0 e suas implicações para as bibliotecas. Informação & Sociedade: Estudos. João Pessoa, v. 17, n.1, p. 43-51, jan./ abr., 2007. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs/index.php/ies/ article/view/831>. Acesso em: 10 mar. 2011.  MANSO-RODRÍGUEZ, Ramón-Alberto. Bibliotecas, fomento de la lectura y redes sociales: convirtamos amigos en lectores. El profesional de la información, v. 21, n. 4, p. 401-405, 2012. Disponível em:< http://eprints.rclis.org/17310/1/401-405.pdf>. Acesso em 05 ago. 2013.  MORO, Eliane L. S. ; SOUTO, Gabriela P. ; ESTABEL, Lizandra B. A Influência da Internet nos Hábitos de Leitura do Adolescente. In: III Seminário de Educação e de Comunicação, 2002, Pelotas/ RS. III Seminário de Educação e de Comunicação - Anais. Pelotas/RS: UFPEL, 2002. v. 3.  PASSARELLI, B.; JUNQUEIRA, A. H. Gerações interativas Brasil – crianças e adolescentes diante das telas. São Paulo : Escola do Futuro/USP, 2012. 352 p. Disponível em:< http://www.fundacaotelefonica.org.br/conteudos/publicacoes/>. Acesso em: 25 jul. 2013. REFERÊNCIAS
  58. 58.  PEW RESEARCH CENTER, INTERNET & AMERICAN LIFE PROJECT. Social Media and Young Adults. 3 Fev. 2010. Disponível em:<http://www.pewinternet.org/Reports/2010/Social-Media- and-Young-Adults.aspx>. Acesso em: 15 jul. 2013.  POSLANIEC, Christian. Incentivar o prazer de ler. Porto: Edições Asa, 2006. 192 p.  VELASCO, Carolina. Clubs de lectura 2.0: el debate se traslada a la red. Numerocero.es, 01 ago. 2013. Disponível em:<http://numerocero.es/literatura/articulo/ clubs-lectura- 20/1743 >. Acesso em: 05 ago. 2013.  YOUNG ADULT LIBRARY SERVICES ASSOCIATION (YALSA).Teens & social media in school & public libraries: a toolkit for librarians & library workers. Chicago : American Library Association, 2011. Disponível em:<http://www.ala.org/yalsa/sites/ala.org.yalsa/files/content/ professionaltools/Handouts/sn_toolkit11.pdf>. Acesso em: 10 jul 2013. REFERÊNCIAS
  59. 59. BOAS LEITURAS!!

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