Escola Centro Integrado de Educação Especial Fonte Viva-Apae
Aluno: Adeilton Paiva de BarrosTurno: Vespertino
Data de nasc...
Em sua vida autônoma é independente de sua mãe. Tem uma vida social
ativa frequenta todos ambientes, igreja, casa dos amig...
Escola Centro Integrado de Educação Especial Fonte Viva-Apae
Aluno: Arlise Ferreira CarvalhoTurno: Vespertino
Data de nasc...
Escola Centro Integrado de Educação Especial Fonte Viva-Apae
Aluno: Clervison Soares da CruzTurno: Vespertino
Data de nasc...
Em sua vida autônoma a mãe relatou que Clervirson é independente, anda
sozinho, porém com muita dificuldade devido à defic...
Escola Centro Integrado de Educação Especial Fonte Viva-Apae
Aluno: Natália da Conceição SantosTurno: Vespertino
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mãe percebe que em alguns momentos ela se isola, chora intensamente, acredita
que seja por sentir falta do pai que não mor...
Escola Centro Integrado de Educação Especial Fonte Viva-Apae
Aluno: Davi Santos da SilvaTurno: Matutino
Data de nascimento...
educando é sociável, afetivo, brinca, interage, conta histórias e fatos do cotidiano.
Tem dificuldade na escrita e leitura...
Escola Centro Integrado de Educação Especial Fonte Viva-Apae
Aluno: Juliana Ferreira da ConceiçãoTurno: Matutino
Data de n...
Juliana recebe atendimento no espaço de facilitação da comunicação nos
dias de terça e quinta, a educanda é atenciosa, cal...
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  1. 1. Escola Centro Integrado de Educação Especial Fonte Viva-Apae Aluno: Adeilton Paiva de BarrosTurno: Vespertino Data de nascimento: 26/12/1985Idade: 28 anos Deficiência Intelectual Professora do AEE: Maria Danielle Lobato Paes Espaço de Facilitação da Comunicação Estudo de caso de Adeilton Paiva de Barros Adeilton Paiva de Barros nasceu no dia 26 de dezembro de 1985, tem 28 anos de acordo com o laudo médico o CID do mesmo é Q 909. Conforme o relato da mãe ela fez corretamente o pré-natal a partir do 3º mês de gestaçãoe no oitavo mês de gestação sofreu uma forte queda,no momento não sentiu nada, e também não foi ao médico, pois não apresentou nenhum sintoma que colocasse em risco sua gravidez. A criança nasceu ao nono mês do período gestacional de procedimento normal,pesou 3.600kg, o parto foi demorado e o bebê não chorou. Foi após o nascimento que mãe e médico perceberam que a criança tinha problema neurológico. Adeilton começou a andar com 3 anos e começou a falar de forma compreensível aos 5 anos. Iniciou a sua escolarização aos8 anos na escola Menino Jesus e aos 9 anos passou a frequentar a Apae onde permanece até hoje, aprendeu a escrever seu nome mas nunca avançou da 1ª série. A mãe sempre participa de reuniões e eventos realizados da instituição. Tem consciência dos direitos do filho a escolarização, mas prefere que o aluno frequente somente aApae, pois tem receio que o aluno seja alvo de discriminação.
  2. 2. Em sua vida autônoma é independente de sua mãe. Tem uma vida social ativa frequenta todos ambientes, igreja, casa dos amigos, aniversário, casamento, praça. O aluno é atendido no dia de segunda e quarta no espaço de Facilitação da Comunicação. Adeilton é calmo, tem perca auditiva moderada, usa a fala para se comunicar, mas é necessário que fale bem próximo ao seu ouvido é independente nas atividades do espaço, tem habilidades com pinturas. No espaço foi estimulado no que gosta de fazer que épintar. Além disso, foi trabalhado com o educando jogos, atividades visomotoras, raciocínio lógico, e estimulado a quanto à linguagem expressiva, receptiva e artística.
  3. 3. Escola Centro Integrado de Educação Especial Fonte Viva-Apae Aluno: Arlise Ferreira CarvalhoTurno: Vespertino Data de nascimento: 15/07/1974Idade: 39 anos Deficiência Intelectual Professora do AEE: Maria Danielle Lobato Paes Espaço de Facilitação da Comunicação Estudo de caso de Arlise Ferreira Carvalho Arlise Ferreira Carvalho nasceu em 15 de julho de 1974, têm 39 anos, a aluna apresenta um atraso cognitivo significativo típico de uma criança com Síndrome de Down. A mesma não desenvolveu a linguagem oral. De acordo com o que consta nos documentos da escola a mãe relata que fez corretamente o pré-natal, realizou os exames e se alimentou corretamente. A criança nasceu ao nono mês do período gestacional de procedimento normal, pesou 4 Kg, medindo 30 cm, o parto foi demorado e aconteceu em sua casa. No documento afirma que Arlise se desenvolvia normalmente até os 8 anos de idade, foi quando adquiriu sarampo o que comprometeu sua garganta. A educanda recebe atendimento no espaço facilitação da comunicação nos dias de segunda e quarta-feira, o que se constatou é que a aluna apresenta uma capacidade escassa na execução das atividades proposta, além disso, ela já está condicionada há dormir nos dias frequentados na instituição. Mas sempre que foi possível de acordo com as limitações da aluna foi desenvolvidas atividades como pinturas, alinhavos, quebra-cabeça, jogos.
  4. 4. Escola Centro Integrado de Educação Especial Fonte Viva-Apae Aluno: Clervison Soares da CruzTurno: Vespertino Data de nascimento: 01/03/1992Idade: 21 anos DeficiênciaFísica Professora do AEE: Maria Danielle Lobato Paes Espaço de Facilitação da Comunicação Estudo de caso de Clervison Soares da Cruz Clervirson Soares da Cruz nasceu no dia 01 de março de 1992, tem 21 anos de idade e de acordo com laudo do neurologista o educando apresenta paralisia cerebral moderada desde o nascimento. Segundo o relato da mãe a mesma afirmou que durante o período gestacional não fez o pré-natal, pois morava no sítio e não tinha condição de se deslocar para cidade e ter acompanhamento médico. A criança nasceu em sua casa aos nove meses, o parto foinormal e demorada, a criança nasceu roxa, e com anomalia nos pés, e também não chorou. A mãe informou que não tem conhecimento da idade que a criança começou a andar e a falar, mas afirma que demorou muito tempo e percebeu que quando a criança tinha 8 meses ele não conseguia sentar. Clervirson iniciou sua escolarização aos sete anos na escola Pequeno Príncipe, não sabe ler e nem escrever. A mãe não soube informar com idade ele foi matriculado na Apae, onde permanece até hoje. Sempre que possível à mãe participa de eventos da instituição, tem consciência dos direitos do filho, no entanto prefere que seu filho frequente somente a Apae devido a deficiência física do educando. Com relação a escolarização a relatou que não tem expectativas pois, reconhece suas limitações
  5. 5. Em sua vida autônoma a mãe relatou que Clervirson é independente, anda sozinho, porém com muita dificuldade devido à deficiência física das pernas. Sabe tomar banho, vestir-se, calçar-se e faz sozinho suas refeições. Gosta de assistir televisão. Tem uma vida social ativa frequenta lugares como praças, igrejas, pizzaria. O educando recebe atendimento no espaço de facilitação da comunicação nos dias de terça e quinta. O aluno é calmo, tem uma boa comunicação, prefere brincar sozinho e em alguns momentos relata que gostaria de fazer fisioterapia, algumas atividades proposta pela professora o aluno não consegue exercitar sozinho. As atividades desenvolvidas com aluno foi alinhavos, jogos de memória, palavras, atividades fazendo referência a linguagem receptiva e expressiva, quebra cabeças, damas, esquema corporal, cores, semelhanças, noções de tamanho.
  6. 6. Escola Centro Integrado de Educação Especial Fonte Viva-Apae Aluno: Natália da Conceição SantosTurno: Vespertino Data de nascimento: 21/02/2002Idade:11 anos Deficiência Intelectual Professora do AEE: Maria Danielle Lobato Paes Espaço de Facilitação da Comunicação Estudo de caso de Natália da Conceição Santos Natália da Conceição Santos nasceu no dia 21 de fevereiro de 2002, tem 11 anos de idade e de acordo com o laudo médico do neurologista a educanda apresenta deficiência intelectual leve. Conforme o relato da mãe ela fez corretamente o pré-natal a partir do sexto mês, a criança nasceu ao nono mês do período gestacional de parto normal, pesou 3.500 kg, medindo 35 cm, a mãe relatou ainda que aos 3 meses de nascida a criança apresentou convulsões. Natália começou a andar com 2 anos e teve muita dificuldade, não desenvolveu a linguagem oral, mas compreende e obedece comandos. A mãe informou ainda que descobriu que a filha tinha problema neurológico quando a filha estava com 4 anos de idade e também relatou que há casos de pessoas com necessidade especial na família. A aluna iniciou a escolaridade com 8 anos idade na Apae de Itaituba e permanece até hoje, não sabe ler e nem escrever. A mãe sempre que possível participa das reuniões, é consciente do direito da filha a escolarização e como toda mãe tem expectativas com relação ao desenvolvimento e escolarização da filha, afirmou ainda que a filha tem uma vida social ativa e que acompanha a mãe a todos os lugares por ela frequentados. Nas atividades da vida autônoma é independente da mãe, sabe vestir e calçar. Consegue tomar banho sozinha, escovar os dentes. No contexto familiar a
  7. 7. mãe percebe que em alguns momentos ela se isola, chora intensamente, acredita que seja por sentir falta do pai que não mora com a família. A educanda recebe atendimento no espaço de facilitação da comunicação nos dia de terça e quinta. A aluna é calma, participativa, gosta dos colegas, realiza as atividades propostas de acordo com sua possibilidade. Em alguns momentos expressa seus desejos através de choro. As atividades desenvolvidas com a aluna foram na área da linguagem receptiva, expressiva, artística, escrita, construção da identidade, responde e completa a ações e comandos.
  8. 8. Escola Centro Integrado de Educação Especial Fonte Viva-Apae Aluno: Davi Santos da SilvaTurno: Matutino Data de nascimento: 21/04/2000Idade: 13 anos Deficiência Intelectual e Física Professora do AEE: Maria Danielle Lobato Paes Espaço de Facilitação da Comunicação Estudo de caso de Davi Santos da Silva Davi Santos da Silva nasceu no dia 21 de abril de 2000, tem 13 anos e de acordo com o laudo do neurologista o educando apresenta deficiência intelectual e física. Segundo o relato dos avós maternos a mãe sofreu um acidente o qual não entraram em detalhes, mas afirmam que ela fez corretamente o pré-natal, os exames solicitados pelo médico, à criança nasceu de nove meses e o procedimento do parto foi normal e o bebê não demorou a nascer, peso e medida da criança os mesmo não lembram e com 25 dias de nascido perceberam que o bebê apresentava necessidade especial Davi começou a falar de forma clara e compreensível com 1 anos de idade, e a andar com muita dificuldade aos 4 anos. Os responsáveis informaram que Davi tem um irmão com necessidade especial. A família participa de reuniões eventos da instituição, tem consciência dos direitos da criança à educação inclusiva e exige a garantia desses direitos. Sobre a vida escolar do educando a família observa que o mesmo não consegue acumular conteúdos e querem que o filho continue estudando até o momento em que achar necessário. O aluno iniciou a escolaridade aos 2 anos frequentando a Apae de Itaituba onde recebe atendimento educacional especializado hoje. Atualmente estuda na escola São Francisco das Chagas no 3º ano. Segundo o relato da professora o
  9. 9. educando é sociável, afetivo, brinca, interage, conta histórias e fatos do cotidiano. Tem dificuldade na escrita e leitura formal. Afirma ainda que o aluno se relaciona bem com os colegas, mas sente necessidade que o aluno tenha um professor itinerante que o acompanhe. No processo de ensino aprendizagem na sala de aula sua avaliação é feita de forma processual e contínua, quantitativa, qualitativa e acumulativa. Davi recebe atendimento educacional especializado nos dia de terça e quinta no espaço de facilitação da comunicação, o aluno é calmo, participativo, gosta de brincar, cantar, dançar, conta muitas histórias e é sociável com todos. As atividades desenvolvidas como o educando fora a construção de sua identidade, verbalização de semelhanças e diferenças, partes do discurso, criatividade dramática, histórias, recorte e colagem, noção de tamanho, raciocínio lógico, esquema corporal e jogos.
  10. 10. Escola Centro Integrado de Educação Especial Fonte Viva-Apae Aluno: Juliana Ferreira da ConceiçãoTurno: Matutino Data de nascimento: 27/08/2006 Idade:7 anos Deficiência Auditiva Professora do AEE: Maria Danielle Lobato Paes Espaço de Facilitação da Comunicação Estudo de caso de Juliana Ferreira da Conceição Juliana Ferreira da Conceição nasceu no dia 27 de agosto de 2006, tem 7 anos ainda está aguardando o laudo médico, mas se tem suspeita de deficiência auditiva. Conforme o relato da tia a mãe fez corretamente o pré-natal a partir do 3º mês de gestação, a criança nasceu ao nono mês do período gestacional de procedimento fórceps, o parto foi demoradoe a bebê pesou 3,100 Kg, medindo 40 cm. Juliana começou a andar com 1 ano de idade e não desenvolveu a linguagem oral, segundo a tia acredita que deve ser por ela não ouvir, ainda não foi possível adquirir o laudo médico da criança. Na família mãe e pai são surdos. A mãe é participativa, sempre acompanha a educanda no atendimento fonoaudiólogo e no atendimento do AEE na instituição Apae, além de reuniões e eventos ofertados pela instituição. A família tem consciência dos direitos da aluna à educação inclusiva e exige a garantia desses direitos e espera que a mesma desenvolva a leitura e a escrita. A educanda iniciou a sua escolarização aos 3 anos na escola Mão Cooperadora, não repetiu de série. Atualmente estuda na Escola Profª Gilda Lima do Carmo, no 1º ano, segundo a professora a educanda é participativa, interage nas atividades proposta da escola e da turma, é sociável, carinhosa e não há barreiras quanto à interação da aluna e a comunidade escolar.
  11. 11. Juliana recebe atendimento no espaço de facilitação da comunicação nos dias de terça e quinta, a educanda é atenciosa, calma, carinhosa, tem boa relação com os colegas. As atividades desenvolvidas foi na área da linguagem e além disso foram trabalhados os sinais da linguagem brasileira dos sinais, jogos de memória, de encaixe, quebra-cabeças, dama, dominó, sequencia lógica e cores.

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