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Por exemplo: Paciente 80 kg com 25% SCQ. 25 %--> 30% X 10 = 300 ml/hor + 100 ml/hora            ( poispassou em 10kg os 70...
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Roteiro prática no atendimento pré hospitalar ao trauma baseado na 7 edição phtls

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Roteiro prática no atendimento pré hospitalar ao trauma baseado na 7 edição phtls

  1. 1. Roteiro Prático de Avaliação - Atendimento Pré-Hospitalar do TraumaBaseado na 7ª Edição do PHTLS* Daniel Valente Batista1) Saber se a cena é segura ( Violência? Há polícia no local? Trânsito controlado? Combustível? Cheirode Gás?) NÃO TRANSFORME SUA EQUIPE EM MAIS PACIENTES. NÃO DIMINUA NÚMERODE SOCORRISTAS. NÃO CONFUNDA PRECAUÇÃO COM OMISSÃO.Tenha senso crítico.2) Avaliar se a equipe está com equipamento adequado.3) Avaliar cinemática do trauma, quantas vítimas,..Se queda: 1) Altura ( importância a partir de 3x a altura) 2) Superfície que caiu (sólida? Teve algumanteparo?) 3) Contato com rede elétrica?4) Preciso de ajuda? Comunique logo!( IMV, Catástrofe,Vítimas presas nas ferragens, Fios de alta tensãopróximos,...)5) Avaliar Via Aérea (A): necessidade de imobilização e colocar 02 com máscara reservatório a 100%12 a 15 litros/minuto. Avalie colocando alguém ( ou mesmo você) estabilizando a coluna cervical dopaciente manualmente. Decida sobre a necessidade de passagem de Colar Cervical. Se necessário, façarotações para que o doente fique em posição supina e alinhado. Meça o Tamanho apropriado do Colar e opasse, mas continue estabilizando evitando lateralização da coluna. Cervical coluna vertebraASPIRAÇÃO6) Avaliar Respiração (B): Inspeção, Palpação e Ausculta. Colocar oxímetro de pulso. Se necessárioventilar o paciente e você estiver só: Fique de joelhos e coloque a cabeça do paciente entre eles. Ventilesempre numa frequência de 1 a cada 5 ou 6 segundos ( em torno de 12 irpm). Não se afobe nemhiperventile  Evite Distensão Gástrica. Em caso de PCR no adulto, ventile na Frequência de 30: 27) Avaliar a Circulação (C) : H P P P. Mnmônica ‘H 3 P’ Hemorragia Visível ? Pulso(palpeinicialmente o pulso radial e bilateralmente, de preferência) – busque qualidade e frequência, não hánecessidade de precisão na contagem do pulso. É preferível que o socorrista treinado tenha noção de queo mesmo está ‘fraca e rápido’ do que o seu valor exato. Perfusão através de Tempo de EnchimentoCapilar. Pele – cor e temperatura. Não há necessidade de se obter os acessos venosos no local do trauma.Isso pode ser feito no caminho para o Hospital. Consiga 2 acessos calibrosos 14-16 e inicie a infusão de 2l de RL Aquecido.Controle imediato das lesões. Lembre-se que a premissa básica do PHTLS é tratar a medida que forvendo. Por isso, só passe do A para B se o A estiver tratado e assim por diante.Tem alterações no ABC? Sim, paciente crítico  priorize transporte. O D e o E são importantes, masnesse caso tornam-se menos prioritários que as lesões em ABCSe não, Prossiga! Avalie o D e o E8) Avaliar o D: Neurológico. Pupilas e Glasgow. Peça para mover o dedão dos pés. Se não mover, avalielesões em coluna cervical C4-5, T4, T10 e T 12. Avalie Glicemia se disponível. Lembre-se, se há suspeitade trauma na coluna pesquise por outros pontos de dor na coluna. Faça o rolamente para avaliar. Nasuspeita de TCE fique atento para sinais do Fenômeno de Cushing: FC baixa + Hipertensão + Alteraçãona Respiração. Na suspeita de TRM, fique atento para choque neurogênico: FC relativamente baixa +.* Médico Graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará. Oficial do Serviçode Saúde do Exército Brasileiro.
  2. 2. Hipotensão + má perfusãoQual a nota de Glasgow?9) Pranche e leve para ambulância.10) Reavalie ABC na ambulância11) Avise ao Hospital de Referência ou a Regulação pra onde está levando o paciente e quais ascondições. Seja sucinto e DIRETO POR EXEMPLO...12) Avalie o E após reavaliação: Se não tiver rodado, essa é a hora de fazê-lo. Exponha toda a vítima,preocupe-se com o pudor do paciente e não esqueça de cobri-lo com manta térmica13) Reavalie. Se os problemas em ABC primário tiverem sido resolvidos e as ameaças controladas. Docontrário, permanece na avaliação destas!14) Comece avaliação secundária.OBTENHA SINAIS VITAIS: PRESSÃO ARTERIAL, PULSO, FR, FC, Sat de 02 e Temperatura.Observe que a Pressão está sendo obtida apenas na avaliação secundária.A: AlergiasM: Medicações PréviasP: Passado MédicoP: PrenhezL: Líquidos/Alimentos ingeridosA: Ambiente do trauma15) Exame Físico detalhado: Cabeça aos Pés.Palpe couro cabeludo, região orbitária, maxilar, mandibular, retro-auricular, observe pescoço e traqueia.Faça exame de torax e abdome. Palpe cristas e pesquise por instabilidade. Palpe membros inferiores esuperiores.16) Reavalie continuamente17) Considerar Sondagem Vesical e Sondagem Nasogástrica a caminho do Hospital se transporteprolongado18) Documente tudo o que foi feito no prontuário (folha de atendimento do paciente)Em caso de queimaduras1) Obtenha a SCQ e arredonde para o múltiplo de 10 mais próximo e multiplique por 10 =Quantidade em ml/hora de reposição até a chegada no hospital.Se paciente maior que 70 kg, acrescente 100 ml/h para cada 10 kg acima de 70 kg.Por exemplo: Paciente 50 kg com 36 % SCQ. 36% -> 40% x 10 = 400ml/hora
  3. 3. Por exemplo: Paciente 80 kg com 25% SCQ. 25 %--> 30% X 10 = 300 ml/hor + 100 ml/hora ( poispassou em 10kg os 70kg) = 400 ml/hora2) Lembrar que a fórmula de Parkland: 4 ml x SCQ x Peso = ml/por dia, sendo ½ nas primeiras oito horase ½ nas 16 horas seguintes leva em consideração o momento do acidente e não a chegada da equipe ou aadmissão no Hospital. Sendo assim, um Senhor com 70 kg e 30% da SCQ com acidente as 22h e chegadada equipe as 01h do dia seguinte, deverá receber 4200 ml até as 06h ( ou seja, correr em 5 horas)

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