CAPACITAÇÃO TÉCNICA DO PILOTO PPT AvEx 1

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CAPACITAÇÃO TÉCNICA DO PILOTO PPT AvEx 1

  1. 1. 1.00 SEM OBJETIVSEM OBJETIVSEM OBJETIVSEM OBJETIVSEM OBJETIVSEM OBJETIVSEM OBJETIVOSOSOSOSOSOSOS BEM DEFINIDOS,BEM DEFINIDOS,BEM DEFINIDOS,BEM DEFINIDOS,BEM DEFINIDOS,BEM DEFINIDOS,BEM DEFINIDOS, SOMENTE PORSOMENTE PORSOMENTE PORSOMENTE PORSOMENTE PORSOMENTE PORSOMENTE POR AAAAAAACASOCASOCASOCASOCASOCASOCASO,,,,,,, CHEGAREMOS ACHEGAREMOS ACHEGAREMOS ACHEGAREMOS ACHEGAREMOS ACHEGAREMOS ACHEGAREMOS A ALALALALALALALGUM LGUM LGUM LGUM LGUM LGUM LGUM LUGARUGARUGARUGARUGARUGARUGAR PPT Av Ex 1 APACITAÇÃO TÉCNICA DO PILOTO 2ª Edição (2004) - Aprovada pela Portaria nº 073 - EME de 08 Julho 2005 PPT AvEx 1 CAPACITAÇÃO TÉCNICA DO PILOTO
  2. 2. 3.00 OBJETIVOBJETIVOBJETIVOBJETIVOBJETIVODODODODODAAAAACAPCAPCAPCAPCAPAAAAACITCITCITCITCITAÇÃOAÇÃOAÇÃOAÇÃOAÇÃOTÉCNICAETÉCNICAETÉCNICAETÉCNICAETÉCNICAETÁTICADOEFETIVTÁTICADOEFETIVTÁTICADOEFETIVTÁTICADOEFETIVTÁTICADOEFETIVOOOOO PROFISSIONALPROFISSIONALPROFISSIONALPROFISSIONALPROFISSIONAL APERFEIÇOAR E MANTER ELEVADOS OS PADRÕES INDIVIDUAIS DO EFETIVO PROFISSIONAL FASE DE CAPACITAÇÃO TÉCNICA E TÁTICADO EFETIVO PROFISSIONAL (CTTEP)
  3. 3. 4.00 ÍNDICE Página I. INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................................................................. 7.00 01. Finalidade............................................................................................................................................................................................... 8.00 02. Objetivos da Fase................................................................................................................................................................................... 8.00 03. Conceitos ............................................................................................................................................................................................... 8.00 04. Desenvolvimento da Instrução ................................................................................................................................................................. 9.00 05. Validação do PPT-Av Ex/1 ...................................................................................................................................................................... 9.00 06. Estruturação do PPT-Av Ex/1 .................................................................................................................................................................. 9.00 07. Normas Complementares ..................................................................................................................................................................... 10.00 II. QUADRO GERAL DE CARGA HORÁRIA ................................................................................................................................................. 11.00 01. Instrução Teórica ................................................................................................................................................................................... 12.00 02. Instrução de Vôo ................................................................................................................................................................................... 14.00 III. PROPOSTA PARA DISTRIBUIÇÃO DO TEMPO. ..................................................................................................................................... 17.00 IV. MATÉRIAS DA INSTRUÇÃO TEÓRICA. .................................................................................................................................................. 18.00 01 – Sistemas da Aeronave ........................................................................................................................................................................ 19.00 02 – PMV ................................................................................................................................................................................................... 21.00 03 – Radar Meteorológico .......................................................................................................................................................................... 22.00 04 – Equipemanto GPS .............................................................................................................................................................................. 23.00 05 – Equipamento de Aquisição e Transmissão de Imagem ....................................................................................................................... 24.00 06 – Segurança de Vôo .............................................................................................................................................................................. 25.00 07 – Sobrevivência ..................................................................................................................................................................................... 26.00 08 – Medicina de Aviação .......................................................................................................................................................................... 27.00 09 – Normas Operacionais ......................................................................................................................................................................... 28.00 10 – Serviço de Tráfego Aéreo ................................................................................................................................................................... 29.00 11 –Armamento, Munição e Tiro ................................................................................................................................................................. 30.00
  4. 4. 5.00 12 – Emprego Tático da Aviação do Exército ............................................................................................................................................. 31.00 V. MATÉRIAS DA INSTRUÇÃO VÔO. ........................................................................................................................................................... 33.00 13 – Vôo Básico para HA-1 ........................................................................................................................................................................ 34.00 14 – Vôo Básico para HM-1 ....................................................................................................................................................................... 36.00 15 – Vôo Básico para HM-2 ....................................................................................................................................................................... 38.00 16 – Vôo Básico para HM-3 ....................................................................................................................................................................... 40.00 17 – Navegação ......................................................................................................................................................................................... 43.00 18 – Vôo por Instrumentos .......................................................................................................................................................................... 44.00 19 – Vôo Operacional................................................................................................................................................................................. 45.00 20 – Vôo de Combate ................................................................................................................................................................................ 49.00
  5. 5. 7.00 Em razão do Sistema de Validação (SIVALI - PP) que manterá este documento permanentemente atualizado, o presente exemplar deverá ser distribuído com vinculação funcional e mantido sob controle da OM, responsável pela execução da instrução. As páginas que se seguem contém uma série de informações, cuja leitora é considerada insdispensável aos usuários do presente Programa-Padrão de Treinamento. I. INTRODUÇÃO
  6. 6. 8.00 I. INTRODUÇÃO 1. FINALIDADE Este Programa-Padrão destina-se a regular a capacitação técnica dos pilotos, padronizando o treinamento e a instrução necessários à atualização dos seus conhecimentos técnicos e à manutenção de suas habilitações técnicas. 2. OBJETIVOS DA FASE a.Aprimorar e manter elevados os padrões técnicos individuais dos pilotos. b. Realizar a revisão e a atualização dos conhecimentos técnicos e o desenvolvimento de habilitações técnicas indispensáveis ao exercício de funções específicas. 3. CONCEITOS Conceituam-se abaixo alguns termos específicos utilizados neste Programa: a. Helicópteros de Reconhecimento e Ataque Modelo de helicóptero do tipo “Ecureil” e “Fennec” (HA-1) e suas derivações. b. Helicópteros de Emprego Geral Modelo de helicóptero do tipo Panther (HM-1), Black Hawk (HM- 2) ou Cougar (HM-3) e suas derivações. c. Habilitação Técnica De acordo com o PPB/1 (Planejamento, Execução e Controle da Instrução Militar), Habilitação Técnica (HT) corresponde a conhecimentos e habilidades indispensáveis ao manuseio de materiais bélicos e à operação de equipamentos militares. Na Aviação do Exército, é utilizada para designar determinado manuseio de materiais bélicos e operação de equipamentos militares que o aeronavegante ou qualquer outro especialista na área de aviação deve estar habilitado a executar, de acordo com sua qualificação e exigências da função exercida. No caso do piloto, cada OII de prática em vôo será considerada uma HT. d. Perda da HT É a perda da habilitação do tripulante naquele tipo de vôo ou manobra, decorrente de ter ultrapassado, sem realizar aquela HT, o prazo de tempo estipulado nas normas em vigor ou por outro motivo qualquer. e. Recuperação da HT É o vôo realizado, pela unidade aérea, fazendo parte da CTTEP, para habilitar um tripulante em determinado tipo de vôo ou manobra, por ter perdido a HT como descrito anteriormente. f. Manutenção da HT É o vôo realizado, pela unidade aérea, fazendo parte da CTTEP, para treinamento de um tripulante em determinado tipo de vôo ou manobra, sem que o mesmo a tenha perdido. g.Atualização de Conhecimento De acordo com o PPB/1 (Planejamento, Execução e Controle da Instrução Militar), Aquisição de Conhecimento deve ser entendida como a assimilação de conceitos, idéias e dados, necessários à formação do militar. Na Aviação do Exército, é utilizado o conceito de Atualização de Conhecimentos (AC) para designar a revisão e a atualização de conceitos, idéias, práticas e dados necessários e essenciais para o desempenho de funções específicas. h. Missões de Vôo São todos os vôos previstos em Plano Diário de Vôo (PDV) ou em documento similar. Pode ser classificado de acordo com sua natureza e com seu objetivo. 1) Quanto à natureza: a) Vôo visualQuando obedece às regras de vôo visual (VFR - Visual Flight Rules).
  7. 7. 9.00 b) Vôo por instrumentosQuando obedece às regras de vôo por instrumentos (IFR - Instruments Flight Rules). c) Vôo diurno Quando executado no período entre ICMN e FCVN. d) Vôo noturno Quando executado no período entre FCVN e ICMN. 2) Quanto ao objetivo a) Vôo de instrução (qualificação no modelo e recuperação da HT) Vôo previsto, planejado e executado especificamente para atender a um ou mais objetivo(s) de instrução. b) Vôo de aplicação Todo vôo realizado para a manutenção da HT ou para o cumprimento de missões em proveito do EB, outras Forças Armadas, Auxiliares e outros órgãos ou para a execução de exercícios de adestramento. i.Aeronavegante Militar com curso na área de aviação. j. Pilotos As qualificações dos pilotos da Av Ex estão previstas em Norma Operacional do CAvEx. k. Proficiência Grau de habilidade demonstrado pelo piloto na execução de determinado OII, caracterizado pela destreza e segurança, dentro dos parâmetros previstos nos manuais pertinentes. O piloto realiza a tarefa com erros pequenos e pouco freqüentes, por ele interpretados e corrigidos com presteza. 4. DESENVOLVIMENTO DA INSTRUÇÃO a. A instrução dos pilotos desenvolver-se-á continuamente, subordinando o planejamento da matéria ou do assunto às diretrizes do comando e à validade de cada Atualização do Conhecimento (AC) ou Habilitação Técnica (HT). b. O PPT-Av Ex/1 possui instruções teóricas e práticas. c. Ainstrução dos pilotos desenvolver-se-á durante o período de 1º Jan a 31 Dez. d.As unidades aéreas isoladas poderão adequar o seu período de instrução, conforme as recomendações do G Cmdo a que estão subordinadas. e. O controle do cumprimento dos OII previstos neste PP será a cargo das 3ª Seções das unidades aéreas. f.As HT realizadas durante o cumprimento de missões em proveito do EB, outras Forças Armadas, Auxiliares e outros órgãos ou durante a execução de exercícios de adestramento poderão ser consideradas para a manutenção das referidas HT. g. Quando o piloto perder uma determinada HT, por não cumprir a freqüência mínima, deverá ser realizada a recuperação dessa HT, conforme o previsto nesse PP e nas Normas Operacionais do CAvEx. h. As HT previstas nas matérias “vôo por instrumentos” e “vôo de combate” deverão ser realizadas apenas por pilotos habilitados, de acordo com as Normas Operacionais do CAvEx. i. Os vôos de emergência deverão ser realizados com IV a bordo, em posto de pilotagem. 5. VALIDAÇÃO DO PPT-Av Ex/1 Conforme prescrito no PPB/1 e SIVALI/PP. 6. ESTRUTURAÇÃO DO PPT-Av Ex/1 a. O presente PP está estruturado em matérias, assuntos e objetivos individuais de instrução (OII). A cada matéria corresponde um grupo de assuntos e a cada assunto, 01 (um) ou mais OII. b. Os OII estão numerados dentro da seguinte orientação 1. Campos: A/BC-D
  8. 8. 10.00 a. Campo alfanumérico A: 14 - Aviação do Exército b. Campo numérico B: 01 - OII para todos os pilotos de helicóptero; 02 - OII para todos os pilotos de helicóptero de emprego geral; 03 - OII específico para piloto de HA-1; 04 - OII específico para piloto de HM-1; 05 - OII específico para piloto de HM-2; 06 - OII específico para piloto de HM-3. c. Campo alfabético C: V - vôo visual diurno; N - vôo visual noturno; I - vôo por instrumentos; IT - instrução teórica; IP - instrução prática. d. Campo numérico D: “n” - seqüência numérica que referencia os OII. 2. Exemplo 14/04V-09 14 - Aviação do Exército 04 - OII específico para piloto de HM-1 V - vôo visual diurno 09 - OII numérico 09. 7. NORMAS COMPLEMENTARES a. Briefing e debriefing É obrigatória a realização de briefing e debriefing em horário regulado em PDV, quando se tratar de instrução prática envolvendo atividade de vôo. b. Ficha Registro de Vôo (FRV) 1) Nos debriefings dos vôos deverá ser preenchida a Ficha Registro de Vôo, na qual constará, no mínimo: - informações sobre a missão (tripulação, tempo de vôo, data, aeronave, etc); - nível de desempenho (T, S ou P) - tipo de vôo quanto ao objetivo (instrução ou aplicação); - OII cumpridos; - comentários escritos, o mais detalhado possível, sobre o desempenho demonstrado pelo piloto em cada manobra; - avaliação sobre o desempenho do piloto em cada manobra ouOII; - as assinaturas dos pilotos atestando estarem cientes do conteúdo da FRV. 2) Preenchimento da FRV a) Nos vôos de qualificação ou de recuperação de HT, o IV deverá preencher a ficha com a finalidade de avaliação do vôo. b) Nos vôos de manutenção da HT essa ficha será preenchida pelo CB ou IV para fins de registro de vôo e controle da freqüência mínima de execução da HT. Nos demais vôos de aplicação, quando for cumprida uma determinada HT, deverão ser registradas observações para fins de registro no histórico do piloto. c) Para os vôos realizados em condições IFR deverá constar do campo comentários escritos o tempo de vôo realizado dentro de camada.
  9. 9. 11.00 Os quadros a seguir indicam o número das matérias que constam deste Programa- Padrão de Treinamento, bem como a distribuição do tempo e a distribuição por matéria. II. QUADRO GERAL DE CARGA HORÁRIA
  10. 10. 12.00 ACIRÓETOÃÇURTSNI AIRÉTAM OTNUSSA IIO SAROH /OÃÇUCEXE SÊM LATOT evanoreAadsametsiS.1 serotoreoãssimsnarT.1 10-TI10/41 0.2 21/1 0.2 evanoreaadoôvedsodnamoC.2 20-TI10/41 0.2 21/1 0.2 ociluárdihametsiS.3 30-TI10/41 0.3 21/1 0.3 ocirtéleametsiS.4 40-TI10/41 0.3 21/1 0.3 levítsubmocedametsiS.5 50-TI10/41 0.2 21/1 0.2 serotoM.6 60-TI10/41 0.2 21/1 0.2 adodrobedselortnocesotnemurtsnI.7 evanorea 70-TI10/41 0.2 21/1 0.2 evanoreaadsoiróssecA.8 80-TI10/41 0.2 21/1 0.2 VMP.2 seõçatimiL.1 90-TI10/41 0.2 21/1 0.2 saicnêgremE.2 01-TI10/41 0.4 21/1 0.4 ohnepmesededsociárG.3 11-TI10/41 0.2 21/1 0.2 otnemaecnalabeoseP.4 21-TI10/41 0.2 21/1 0.2 sotnemelpuS.5 31-TI10/41 0.2 21/1 0.2 ocigóloroeteMradaR.3 ocigóloroetemradaR.1 41-TI10/41 0.2 21/1 0.2 SPGotnemapiuqE.4 SPGsotnemapiuqE.1 51-TI10/41 0.2 21/1 0.2 oãçisiuqAedotnemapiuqE.5 snegamIedoãçimsnarte oãssimsnarteoãçisiuqaedotnemapiuqE.1 snegamied 61-TI10/41 0.3 21/1 0.3
  11. 11. 13.00 AIRÉTAM OTNUSSA IIO SAROH /OÃÇUCEXE SÊM LATOT oôVedaçnarugeS.6 oãçneverpedametsisodaifosoliF.1 socituánoreasetnedicaed 71-TI10/41 5.0 21/1 5.0 ogirepedoirótaleR.2 81-TI10/41 5.0 21/1 5.0 acituánoreAaicnêgremEedonalP.3 )AEP( 91-TI10/41 0.1 21/1 0.1 aicnêviverboS.7 evanoreaedepacseedsacincéT.1 asrembus 02-TI10/41 0.1 21/1 0.1 oãçaivAedanicideM.8 oãçaivaedanicideM.1 12-TI10/41 0.1 21/1 0.1 22-TI10/41 0.1 21/1 0.1 sianoicarepOsamroN.9 sianoicarepOsamroN.1 32-TI10/41 0.2 21/1 0.2 oeréAogefárTedoçivreS.01 oeréaogefártedsargeR.1 42-TI10/41 0.1 21/1 0.1 oôvedonalP.2 52-TI10/41 0.1 21/1 0.1 eoãçinuM,otnemamrA.11 oriT xEATGI.1 62-TI10/41 0.1 21/1 0.1 laretalotnemamramocoriT.2 72-TI10/41 0.2 21/1 0.2 laixaotnemamramocoriT.3 82-TI30/41 0.4 21/1 0.4 adocitáTogerpmE.21 .oticréxEodoãçaivA sotnemelpuS.5 92-TI10/41 0.1 21/1 0.1 ocigóloroetemradaR.1 03-TI10/41 0.1 21/1 0.1 13-TI20/41 0.1 21/1 0.1 23-TI30/41 0.1 21/1 0.1 33-TI10/41 0.1 21/1 0.1 43-TI10/41 0.1 21/1 0.1 53TI10/41 0.1 21/1 0.1 63TI10/41 0.1 21/1 0.1
  12. 12. 14.00 OÔVEDOÃÇURTSNI AIRÉTAM OTNUSSA IIO SAROH /OÃÇUCEXE SÊM LATOT 1-AHarapocisáBoôV.31 ocisáboôV.1 73-V30/41 0.1 21/1 0.1 83-V30/41 5.1 6/1 0.3 aicnêgrememeoôV.2 93-V30/41 5.1 4/1 5.4 04-V30/41 5.1 4/1 5.4 1-MHarapocisáBoôV.41 ocisáboôV.1 14-TI40/41 0.1 21/1 0.1 24-TI40/41 5.1 6/1 0.3 aicnêgrememeoôV.2 34-TI40/41 3.1 4/1 9.3 44-TI40/41 3.1 4/1 9.3 54-TI40/41 3.1 4/1 9.3 2-MHarapocisáBoôV.51 ocisáboôV.1 64-TI50/41 5.1 6/1 0.3 aicnêgremeedoôV.2 74-TI50/41 3.1 4/1 9.3 84-TI50/41 3.1 4/1 9.3 3-MHarapocisáBoôV.61 ocisáboôV.1 94-TI60/41 0.1 21/1 0.1 05-TI60/41 0.1 6/1 0.2 aicnêgremeedoôV.2 15-TI60/41 3.1 4/1 9.3 25-TI60/41 3.1 4/1 9.3 35-TI60/41 3.1 4/1 9.3 45-TI60/41 0.1 4/1 9.3
  13. 13. 15.00 AIRÉTAM OTNUSSA IIO SAROH /OÃÇUCEXE SÊM LATOT oãçagevaN.71 oãçagevaN.1 55-V10/41 0.1 21/1 0.1 65-V10/41 0.1 21/1 0.1 sotnemurtsnIropoôV.81 odaçnavaoãçurtsnI.1 75-V20/41 - 3/1 - lanoicarepOoôV.91 atirtseraerÁ.1 85-V10/41 0.1 6/1 0.2 ohcniugeohcnaG.2 95-V10/41 0.1 6/1 0.2 06-V10/41 0.1 6/1 0.2 eriuGcMeleppaR.3 16-V10/41 5.0 6/1 0.1 26-V10/41 5.0 6/1 0.1 odaveleotnopileH.4 36-V10/41 0.1 6/1 0.2 ocitáuqaoiemmeavoseD.5 46-V10/41 0.1 21/1 0.1 onrutonoôV.6 56-V10/41 0.1 6/1 0.2 atsideuq-arápedervilotnemaçnaL.7 66-V30/41 0.1 21/1 0.1 RASracsuB.8 76-V10/41 0.1 21/1 0.1 otlassaedosuoP.9 86-V10/41 0.1 21/1 0.1 áçupmocetagseR.01 96-V20/41 0.1 21/1 0.1 edlabileH.11 07-V30/41 0.1 21/1 0.1 "acneP".21 17-V10/41 0.1 21/1 0.1 "eportsaF".31 27-V10/41 0.1 21/1 0.1
  14. 14. 16.00 AIRÉTAM OTNUSSA IIO SAROH /OÃÇUCEXE SÊM LATOT etabmoCedoôV.02 acitátmegatoliP.1 37-V10/41 5.1 6/1 0.3 47-V10/41 5.1 6/1 0.3 57-V10/41 5.1 3/1 0.6 acitátoãçagevaN.2 67-V10/41 5.1 4/1 5.4 asohnatnomoãigermeoôV.3 77-V10/41 0.1 21/1 0.1 oriteoãçinum,otnemamrA.4 87-V10/41 6.2 21/1 6.2 97-V10/41 8.5 21/1 8.5 oãçarfededadilibaenaM.5 08-V10/41 0.2 21/1 0.2 18-V10/41 0.2 21/1 0.2 ahnapmacmeonrutonlausivoôV.6 28-N10/41 5.1 2/1 0.9 38-N10/41 5.1 2/1 0.9 48-N10/41 5.1 6/1 0.3
  15. 15. 17.00 III. PROPOSTA PARA DISTRUBUIÇÃO DO TEMPO OÃÇURTNSIEDOTNEMAPURG SEDADIVITA oãçurtsnIadairároHagraC oôV aciróeT acitárP latoT onruiD onrutoN sotolipsosodotarapIIO 1.14 0.32 0.15 0.1 1.611 soretipócilehedsotolipsosodotarapIIO laregogerpmeed 0.3 - 0.2 - 0.5 1-AHedotoliparapocifícepseIIO 8.81 - 0.7 - 8.52 1-MHedotoliparapocifícepseIIO 7.51 - - - 7.51 2-MHedotoliparapocifícepseIIO 8.01 - - - 8.01 3-MHedotoliparapocifícepseIIO 6.81 - - - 6.81 1-AH 1-MH 2-MH 3-MH BC 9.28 8.28 9.77 7.58 TP 4.46 3.46 4.95 2.76 BP 0.23 7.73 8.23 6.04 HV/ANO POR PILOTO PARA CUMPRIR O PPT Observações: 1) Não estão computadas as horas para cumprir o OII do vôo IFR; 2) Nas horas do CB estão computadas as horas para cumprir os OII de PT.
  16. 16. 18.00 IV.MATÉRIASDA INSTRUÇÃO TEÓRICA AAA seguirseguirseguir, são apresent, são apresent, são apresentadas, emadas, emadas, em ordem alfabética, as matériasordem alfabética, as matériasordem alfabética, as matérias específicas deespecíficas deespecíficas de AAAviação.viação.viação.
  17. 17. 19.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 1. SISTEMAS DA AERONAVE 14/01IT-01 (AC) Rever as transmissões e os rotores da aeronave. Ao término da sessão, o instruendo deverá identificar os aspectos relacionados às trans- missões e aos rotores da ae- ronave à qual está qualificado. Rever os componentes e o funcionamento: - das transmissões da aeronave; - dos rotores da aeronave. 1. Transmissão e rotores. 14/01IT-02 (AC) Rever os comandos de vôo da aeronave. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto. Rever o funcionamento dos coman- dos do rotor principal e do rotor de cauda. 2. Comandos de vôo da aero- nave. 14/01IT-04 (AC) Rever o sistema elétrico da aeronave. - 4. Sistema elétrico. TEMPO ESTIMADO: 18h 14/01IT-03 (AC) Rever o sistema hidráu- lico da aeronave. Ao término da sessão, o instruendo deverá identificar os aspectos relacionados aos comandos de vôo da aeronave à qual está qualificado. Ao término da sessão, o instruendo deverá identificar os aspectos relacionados ao sistema hidráulico da aerona- ve à qual está qualificado. Ao término da sessão, o instruendo deverá identificar os aspectos relacionados ao sistema elétrico da aeronave à qual está qualificado. Rever os componentes e o funcio- namento do sistema. 3. Sistema hidráulico.
  18. 18. 20.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 1. SISTEMAS DA AERONAVE TEMPO ESTIMADO: 18h 14/01IT-05 (AC) Rever o sistema de com- bustível da aeronave. Ao término da sessão, o instruendo deverá identificar os aspectos relacionados ao sis- tema de combustível da aero- nave à qual está qualificado. Rever os componentes e o funcio- namento do sistema. 5. Sistema de combustível. 14/01IT-06 (AC) Rever o funcionamento geral do motor. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto. Rever: - os componentes do motor; - os componentes do circuito de lubrificação e arrefecimento a óleo; - os limites operacionais do motor. 6. Motores. 14/01IT-08 (AC) Rever os acessórios da aeronave. Rever: - gancho; - guincho; - dentre outros. 8. Acessórios da aeronave. 14/01IT-07 (AC) Rever os instrumentos e os controles de bordo da aeronave. Ao término da sessão, o instruendo deverá identificar os aspectos relacionados ao mo- tor da aeronave à qual está qua- lificado. Ao término da sessão, o instruendo deverá identificar os aspectos relacionados aos ins- trumentos e aos controles de bordo da aeronave à qual está qualificado. Ao término da sessão, o instruendo deverá identificar os aspectos relacionados aos acessórios da aeronave à qual está qualificado. Rever: - os instrumentos da aeronave; - as características do sistema anemobarométrico; - as funções dos controles da aeronave. 7. Instrumentos e controles de bordo da aeronave.
  19. 19. 21.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14/01IT-09 (AC) Rever os limites operacionais da aerona- ve. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto. Ao término da sessão, o instruendo deverá saber os li- mites operacionais da aerona- ve à qual está qualificado. 1. Limitações. 14/01IT-10 (AC) Rever os procedimentos de emergência da aero- nave. 14/01IT-11 (AC) Rever os cálculos de peso e balanceamento da aero- nave. Ao término da sessão, o instruendo deverá saber reali- zar o cálculo de peso e balanceamento da aeronave à qual está qualificado. Ao término da sessão, o instruendo deverá conhecer os procedimentos de emergência da aeronave à qual está qualifi- cado. 14/01IT-12 (AC) Rever os gráficos de de- sempenho da aeronave. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto e criadas situações hipotéticas. Ao término da sessão, o instruendo deverá saber inter- pretar os gráficos de desem- penho da aeronave à qual está qualificado. 2. PMV TEMPO ESTIMADO: 12h Rever os suplementos da aeronave. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto. Ao término da sessão, o instruendo deverá conhecer os aspectos relacionados aos su- plementos da aeronave à qual está qualificado. 14/01IT-13 (AC) 2. Emergências. 3. Gráficos de desempenho. 4. Peso e balanceamento. 5. Suplementos.Rever as conseqüências da insta- lação do suplemento no desempe- nho da aeronave. Rever a interpretação do gráfico de peso e balanceamento da aerona- ve. -
  20. 20. 22.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14/02IT-14 (AC) Rever o radar meteoro- lógico da aeronave. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto. Ao término da sessão, o instruendo deverá conhecer os aspectos relacionados ao radar meteorológico da aeronave à qual está qualificado. 1. Radar meteorológico. Rever : - o funcionamento; - a operação; - as restrições de uso; - a interpretação das informações fornecidas pelo radar. 3. RADAR METEOROLÓGICO TEMPO ESTIMADO: 2 h
  21. 21. 23.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Rever o equipamento GPS utilizado na aeronave. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto. Ao término da sessão, o instruendo deverá conhecer os aspectos relacionados ao equi- pamento GPS da aeronave à qual está qualificado. 14/01IT-15 (AC) 1. Equipamento GPS. Rever: - a operação; - a interpretação das informações fornecidas. 4. EQUIPAMENTO GPS TEMPO ESTIMADO: 2 h
  22. 22. 24.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14/03IT-16 (AC) Rever o equipamento de aquisição e transmissão de imagem da aeronave HA-1. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto. Ao término da sessão, o instruendo deverá conhecer os aspectos relacionados ao equi- pamento de aquisição e trans- missão de imagem da aerona- ve HA-1. 1. Equipamento de aquisição e transmissão de imagem. - Identificar o sistema de aquisição e transmissão de imagem; - Conceituar e diferenciar as imagens termais; - Rever os aspectos relacionados à operação da estação de terra. 5. EQUIPAMENTO DE AQUISIÇÃO E TRANSMISSÃO DE IMAGEM TEMPO ESTIMADO: 3 h
  23. 23. 25.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14/10IT-18 (AC) Rever a filosofia de utili- zação de um relatório de perigo, bem como os métodos de preenchi- mento. Numa sala de instrução, dados relatórios de perigo. Ao término da sessão, o instruendo deverá compreen- der a filosofia de utilização e ser capaz de preencher um re- latório de perigo. Apresentar situações reais que aten- taram contra a segurança de vôo. 1. Filosofia do sistema de pre- venção de acidentes aeronáuti- cos. 14/10IT-17 (AC) Rever a filosofia da segu- rança de vôo. Numa sala de instrução, por meio de estudo de casos. Ao término da sessão, o instruendo deverá estar em condições de aplicar a filosofia da segurança de vôo no desem- penho de suas atribuições. 14/10IT-19 (AC) Rever o Plano de Emer- gência Aeronáutica do CAvEx. Numa sala de instrução, dado o Plano de Emergência Aeronáuti- ca do CAvEx, em vigor. Ao término da sessão, o instruendo deverá ser capaz de participar, dentro de sua esfera de atribuições, do Plano de Emer- gência Aeronáutica. 2. Relatório de perigo. 3. Plano de EmergênciaAeronáu- tica (PEA). 6. SEGURANÇA DE VÔO TEMPO ESTIMADO: 2 h -
  24. 24. 26.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Praticar as técnicas de es- cape de aeronave sub- mersa. Dada uma piscina, os equipamentos individuais de auxílio ao escape de aeronave submersa. Instruendos utilizando macacão de vôo e tênis. Equipe e material de segurança na instrução. Ao término da sessão, o instruendo deverá ter pratica- do as técnicas de escape de aeronave submersa. 14/01IP-20 (AC) 1. Técnicas de escape de aero- nave submersa. - Rever a teoria sobre as técnicas de utilização dos equipamentos individuais e as práticas de escape de aeronave submersa; - Executar exercícios de flutuação e o treinamento de apnéia; - Utilizar equipamentos de auxílio à respiração e à flutuação, quando disponíveis. 7. SOBREVIVÊNCIA TEMPO ESTIMADO: 1 h
  25. 25. 27.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Rever os sintomas, reações e limitações orgâ- nicas sofridas pelo ho- mem na atividade aérea. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto e o estudo de casos. Ao término da sessão, o instruendo deverá estar ECD saber as limitações orgânicas relacionadas à atividade aérea. Rever os cuidados que o aeronavegante deve ter com relação à fadiga, automedicação, fumo, ál- cool, tóxico e alimenta- ção. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto. Ao término da sessão, o instruendo deverá identificar os cuidados que o aeronavegante deve ter com relação à fadiga, automedicação, fumo, álcool, tó- xico e alimentação. 14/01IT-21 (AC) 14/01IT-22 (AC) 1. Medicina de aviação. Identificar os danos ao aeronavegante, causados pela fa- diga, automedicação, fumo, álcool, tóxico e alimentação. 8. MEDICINA DE AVIAÇÃO TEMPO ESTIMADO: 2 h -
  26. 26. 28.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Rever as Normas Operacionais do CAvEx, em vigor. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto. Ao término da sessão, o instruendo deverá conhecer as Normas Operacionais do CAvEx. 14/01IT-23 (AC) 1. Normas Operacionais. Rever as atualizações das normas em vigor. 9. NORMAS OPERACIONAIS TEMPO ESTIMADO: 2 h
  27. 27. 29.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Rever as regras de tráfe- go aéreo para helicópte- ro. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto. Ao término da sessão, o instruendo deverá conhecer as regras de tráfego aéreo para helicóptero. 14/01IT-24 (AC) Rever o preenchimento de um plano de vôo. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto e criada uma situação hipotética. Ao término da sessão, o instruendo deverá saber preen- cher um plano de vôo. 14/01IT-25 (AC) Rever as atualizações das regras de vôo para helicóptero. Rever as atualizações das normas para o preenchimento de um plano de vôo. 1. Regras de tráfego aéreo. 2. Plano de vôo. 10. SERVIÇO DE TRÁFEGO AÉREO TEMPO ESTIMADO: 2 h
  28. 28. 30.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Rever as IGTAEx. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto. Ao término da sessão, o instruendo deverá identificar os aspectos relacionados ao tiro com as aeronaves da Aviação do Exército. 14/01IT-26 (AC) 14/03IT-28 (AC) Identificar os módulos de tiro previs- tos para os armamentos das aerona- ves. Rever: - as características, as possibilidades e as limitações dos armamentos; - os aspectos da instalação na aeronave; - os perfis de tiro da aeronave. 1. IGTAEx. 2. Tiro com armamento lateral. Rever: - as características, as possibilidades e as limitações dos armamentos; - os aspectos da operação (hora de cabine) e da instalação na aeronave; - os perfis de tiro da aeronave. 3. Tiro com armamento axial. 14/01IT-27 (AC) Rever o tiro com arma- mento lateral das aero- naves da Aviação do Exército. Dada a documentação técnica re- ferente ao assunto e/ou aeronaves, o armamento e demais acessóri- os. Ao término da sessão, o instruendo deverá identificar os aspectos relacionados ao tiro com armamento lateral da aero- nave à qual está qualificado. Ao término da sessão, o instruendo deverá identificar os aspectos relacionados ao tiro com armamento axial da aerona- ve. Rever o tiro com arma- mento axial do HA-1. 11. ARMAMENTO, MUNIÇÃO ETIRO TEMPO ESTIMADO: 7 h
  29. 29. 31.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Rever o desdobramento de um Esqd Av Ex. Ao término da sessão, o instruendo deverá conhecer aspectos relacionados ao des- dobramento de um Esqd Av Ex. Ao término da sessão, o instruendo deverá conhecer aspectos relacionados ao reco- nhecimento aeromóvel. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto. Ao término da sessão, o instruendo deverá conhecer aspectos relacionados ao ata- que aeromóvel. 14/01IT-29 (AC) Rever: - os órgãos e instalações de um Esqd Av Ex desdobrado; - os fatores de seleção de uma área de desdobramento. 1. O desdobramento do Esqd Av Ex. 2. Missões de combate. Ao término da sessão, o instruendo deverá conhecer aspectos relacionados à segu- rança aeromóvel. Ao término da sessão, o instruendo deverá conhecer aspectos relacionados à infil- tração aeromóvel. Rever as generalidades do reconhecimento aero- móvel. Rever as generalidades da segurança aeromóvel. Rever as generalidades do ataque aeromóvel. Rever as generalidades da infiltração aeromóvel. 14/01IT-30 (AC) 14/01IT-31 (AC) 14/01IT-32 (AC) 14/01IT-33 (AC) 12. EMPREGO TÁTICO DA AVIAÇÃO DO EXÉRCITO TEMPO ESTIMADO: 8 h -
  30. 30. 32.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Rever as generalidades da incursão aeromóvel. Numa sala de instrução, dada a documentação técnica referente ao assunto. Ao término da sessão, o instruendo deverá conhecer aspectos relacionados à incur- são aeromóvel. 14/01IT-35 (AC) Rever as generalidades do assalto aeromóvel. Ao término da sessão, o instruendo deverá conhecer aspectos relacionados ao assal- to aeromóvel. 14/01IT-36 (AC) 2. Missões de combate. Rever as generalidades da exfiltração aeromóvel. Ao término da sessão, o instruendo deverá conhecer aspectos relacionados à exfiltração aeromóvel. 14/01IT-34 (AC) 12. EMPREGO TÁTICO DA AVIAÇÃO DO EXÉRCITO TEMPO ESTIMADO: 8 h -
  31. 31. 33.00 VVV. MA. MA. MATÉRIAS DATÉRIAS DATÉRIAS DA INSTRUÇÃOINSTRUÇÃOINSTRUÇÃO DE VÔODE VÔODE VÔO
  32. 32. 34.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO: 13 h Realizar manobras de vôo básico no HA-1. Durante uma missão de vôo no HA-1, seguindo o previsto no ma- nual de manobras e no PMV, es- pecíficos da aeronave. Ao término da missão, o piloto deverá atingir o nível proficiên- cia. 14/03V-37 (HT) 1. Vôo básico. Executar: - aproximação de grande ângulo; - pouso direto; - decolagem de máxima performance; - decolagem direta; - pouso em terreno acidentado e inclinado. Executar: - planejamento da missão; - inspeção externa; - partida; - decolagem vertical; - vôo pairado; - táxi; - decolagem normal; - circuito de tráfego; - aproximação normal; - pouso; - giros; - manobras de quadrado; - desaceleração com e sem afundamento; - corte final do motor. 14/03V-38 (HT) 13. VÔO BÁSICO PARA HA-1
  33. 33. 35.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO: 13 h13. VÔO BÁSICO PARA HA-1 Realizar as demais mano- bras de vôo de emergên- cia no HA-1. Durante uma missão de vôo no HA-1, seguindo o previsto no ma- nual de manobras e no PMV, es- pecíficos da aeronave. Ao término da missão, o piloto deverá atingir o nível proficiên- cia. 14/03V-39 (HT) 2. Vôo em emergência. Executar: - pouso corrido; - pouso sem pedal; - pane hidráulica; - perda do motor no pairado. Executar: - vôo em auto-rotação; - auto-rotação na reta; - auto-rotação de 90 graus; - auto-rotação de 180 graus. 14/03V-40 (HT) Realizar manobras de vôo em auto-rotação no HA-1.
  34. 34. 36.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO: 15,7 h14. VÔO BÁSICO PARA HM-1 Durante uma missão de vôo no HM-1, seguindo o previsto no manual de manobras e no PMV, específicos da aeronave. Ao término da missão, o piloto deverá atingir o nível proficiên- cia. 14/04V-41 (HT) 1. Vôo básico. Executar: - vôo com PA (estudo e aplicação); - vôo sem PA; - vôo com modo superior do PA; - aproximação de grande ângulo; - pouso direto; - decolagem de máxima performance; - decolagem direta; - pouso em terreno acidentado e inclinado. Executar: - planejamento da missão; - inspeção externa; - partida; - táxi; - decolagem vertical; - vôo pairado; - decolagem normal; - circuito de tráfego; - aproximação normal; - pouso; - giros; - manobras de quadrado; - corte final dos motores. 14/04V-42 (HT) Realizar manobras de vôo básico no HM-1.
  35. 35. 37.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Executar: - pane de governador; - pouso corrido; - pane de rotor de cauda. Realizar manobras de vôo de emergência no HM-1. Durante uma missão de vôo no HM-1, seguindo o previsto no manual de manobras e no PMV, específicos da aeronave. Ao término da missão, o piloto deverá atingir o nível proficiên- cia. Realizar as manobras de panes do motor no HM-1. 14/04V-43 (HT) 14/04V-44 (HT) 14/04V-45 (HT) 2. Vôo em emergência. Executar: - ajuste da ferramenta de treinamento de pane do motor; - pane de motor no pairado DES; - pane de motor na decolagem com VI < 40 kt; - pane de motor na decolagem com VI > 40 Kt e peso < M1; - pouso monomotor após pane de motor em vôo; - pane de motor no pairado FES. TEMPO ESTIMADO: 15,7 h14. VÔO BÁSICO PARA HM-1 Executar: - vôo em altitude; - vôo monomotor e repartida em vôo; - vôo em auto-rotação; - VNE com potência; - VNE sem potência.
  36. 36. 38.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Realizar manobras de vôo básico no HM-2. Durante uma missão de vôo no HM-2, seguindo o previsto no manual de manobras e no PMV, específicos da aeronave. Ao término da missão, o piloto deverá atingir o nível proficiên- cia. 14/05V-46 (HT) 1. Vôo básico. Executar: - planejamento da missão (preparação do cartão de desempenho da aeronave); - inspeções; - partida; - táxi; - decolagem vertical; - decolagem normal; - circuito de tráfego; - aproximação normal; - vôo pairado; - manobras de quadrado; - giros; - pouso vertical; - aproximação de grande ângulo/ precisão; - decolagem de máxima performance; - pouso direto; - decolagem direta; - pouso em terreno acidentado/ inclinado; - pouso corrido; - corte final dos motores. TEMPO ESTIMADO: 10,8 h15. VÔO BÁSICO PARA HM-2
  37. 37. 39.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 2. Vôo em emergência. Executar: - pane de motor no pairado DES; - pane de motor no pairado FES; - pane de motor em vôo; - vôo monomotor em altitude. Realizar as manobras de panes do motor no HM-2. Realizar manobras de vôo de emergência no HM-2. Durante uma missão de vôo no HM- 2, seguindo o previsto no manual de manobras e no PMV, específi- cos da aeronave. Ao término da missão, o piloto deverá atingir o nível proficiên- cia. 14/05V-47 (HT) 14/05V-48 (HT) Executar: - lockout do DEC; - pane de estabilizador; - vôo em auto-rotação; - pane de AFCS. TEMPO ESTIMADO: 10,8 h15. VÔO BÁSICO PARA HM-2
  38. 38. 40.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 1. Vôo básico. Executar: - planejamento; - inspeções; - partida normal e clima quente; - táxi; - decolagem vertical; - vôo pairado; - decolagem categoria BRAVO normal; - decolagem categoria BRAVO curta; - decolagem direta; - circuito de tráfego; - aproximação normal; - pouso; - giros; - manobras de quadrado; - vôo com PA (estudo e aplicação); - vôo sem PA; - corte final dos motores. Realizar manobras de vôo básico no HM-3. Durante uma missão de vôo no HM-3, seguindo o previsto no manual de manobras e no PMV, específicos da aeronave. Ao término da missão, o piloto deverá atingir o nível proficiên- cia 14/06V-49 (HT) TEMPO ESTIMADO: 18,6 h16. VÔO BÁSICO PARA HM-3
  39. 39. 41.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Realizar manobras de vôo básico no HM-3. Durante uma missão de vôo no HM- 3, seguindo o previsto no manual de manobras e no PMV, específi- cos da aeronave. Ao término da missão, o piloto deverá atingir o nível proficiên- cia. 14/06V-50 (HT) 1. Vôo básico. Executar: - partida com vento forte; - decolagem categoria ALFA curta; - decolagem categoria ALFA normal; - decolagem categoria ALFA pontual; - decolagem de máxima; - manobras em vôo; - aproximação de precisão; - pouso direto; - pouso em terreno acidentado e inclinado. TEMPO ESTIMADO: 18,6 h16. VÔO BÁSICO PARA HM-3
  40. 40. 42.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Realizar manobras de vôo de emergência no HM-3. Durante uma missão de vôo no HM- 3, seguindo o previsto no manual de manobras e no PMV, específi- cos da aeronave. Ao término da missão, o piloto deverá atingir o nível proficiên- cia. Realizar as manobras de panes do motor no HM-3. 14/06V-51 (HT) 14/06V-54 (HT) 2. Vôo em emergência. Executar: - vôo em altitude; - vôo monomotor; - repartida em vôo; - VNE sem e com potência; - auto-rotação. Executar panes de motor em cate- goria ALFA. TEMPO ESTIMADO: 18,6 h16. VÔO BÁSICO PARA HM-3 14/06V-53 (HT) 14/06V-52 (HT) Executar: - partida manual; - pouso corrido; - pouso sem pedal; - pouso com o PA degradado. Executar panes de motor em cate- goria BRAVO.
  41. 41. 43.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Realizar uma navegação por contato. Durante uma missão de vôo, utili- zando apenas a comparação carta- terreno. Dados, no mínimo, 5 (cin- co) pontos numa Carta Aeronáuti- ca de Pilotagem. Ao término do vôo o piloto de- verá atingir o nível proficiência, realizando o circuito no tempo previsto. 14/01V-55 (HT) Planejar um circuito de navegação. Realizar um circuito de navegação utilizando os auxílios e instrumentos de radionavegação da Anv. Durante uma missão de vôo, da- dos, no mínimo, 03 (três) pontos numa Carta Aeronáutica de Pilo- tagem. 14/01V-56 (HT) 1. Navegação. Navegar com auxílios e instrumen- tos de navegação da Anv. TEMPO ESTIMADO: 2 h17. NAVEGAÇÃO
  42. 42. 44.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Realizar vôo sob regras de vôo por instrumentos. Durante missões de vôo, dada a documentação técnica necessária. Num período de 90 dias, cada piloto deverá ter executado, sob regras de vôo por instrumen- tos, 02 (dois) procedimentos completos de aproximação por instrumentos, em aeródromos diferentes, fora de Taubaté, atingindo o nível proficiência. 14/02I-57 (HT) 1. Instrumento avançado. - Planejar um vôo IFR; - Utilizar os instrumentos de auxílio à navegação IFR e a documentação de apoio. TEMPO ESTIMADO:18. VÔO POR INSTRUMENTOS
  43. 43. 45.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 1. Área restrita. Realizar, em área restrita: - circuito de tráfego; - pouso; - decolagem. Realizar um vôo em área restrita. Durante uma missão de vôo, seguindo o previsto no manual de manobras e no PMV específicos de cada aeronave. Dada uma área restrita, onde não seja possível a realização das aproximações normal e de grande ângulo até o solo. Ao término da missão, o piloto deverá atingir o nível proficiên- cia. Realizar um vôo de trans- porte de carga no gancho. Realizar um vôo utilizan- do o guincho. 14/01V-58 (HT) 14/01V-59 (HT) 14/01V-60 (HT) 2. Gancho e guincho. Operar o gancho da aeronave. - Operar o guincho da aeronave; - Realizar uma manobra de içamento/ desembarque de pessoal e/ou material. Realizar um vôo de Mc Güire. Durante uma missão de vôo, se- guindo o previsto no manual de manobras e no PMV específicos de cada aeronave.14/01V-61 (HT) Realizar a extração de pessoal ou material. 14/01V-62 (HT) Realizar um vôo de de- sembarque de tropa por meio da técnica do rappel. 3. Rappel e McGuire. TEMPO ESTIMADO: 20 h19. VÔO OPERACIONAL -
  44. 44. 46.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 4. Heliponto elevado. Realizar, em um heliponto elevado: - circuito de tráfego; - pouso; - decolagem. Realizar um vôo em heliponto elevado. Durante uma missão de vôo, se- guindo o previsto no manual de manobras e no PMV específicos de cada aeronave. Ao término da missão, o piloto deverá atingir o nível proficiên- cia. Realizar um vôo de hello casting. Realizar um vôo visual noturno em aeródromo. Apresentados, ao militar, o banco hidráulico e o material necessá- rio. 14/01V-63 (HT) 14/01V-64 (HT) 14/01N-65 (HT) 5. Desova em meio aquático. Realizar a desova de tropa e equi- pamento em meio aquático. 6. Vôo noturno. Realizar um vôo para lan- çamento livre de pára- quedistas. Durante uma missão de vôo, se- guindo o previsto no manual de manobras e no PMV específicos de cada aeronave. 14/01V-66 (HT) 7. Lançamento livre de pára- quedistas. TEMPO ESTIMADO: 20 h19. VÔO OPERACIONAL -
  45. 45. 47.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 8. Busca SAR. - Realizar o planejamento de um vôo de busca SAR; - Utilizar os padrões de busca previstos. Realizar um vôo de pou- so de assalto. Durante uma missão de vôo, seguindo o previsto no manual de manobras e no PMV específicos de cada aeronave. Dada uma carta e criada uma situação hipotética. Realizar um vôo de res- gate com puçá. Durante uma missão de vôo, seguindo o previsto no manual de manobras e no PMV específicos de cada aerona- ve. Ao término da missão, o piloto deverá atingir o nível proficiên- cia. 14/02V-68 (HT) 14/01V-69 (HT) TEMPO ESTIMADO: 20 h19. VÔO OPERACIONAL Realizar um vôo de busca SAR. 14/01V-67 (HT) 9. Pouso de assalto. - Rever os aspectos relacionados ao transporte de tropa; - Executar o transporte de tropa. 10. Resgate com puçá.Realizar a extração de pessoal.
  46. 46. 48.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 11. Helibalde. Realizar um vôo de “penca”. Realizar um vôo de “fast rope”. Durante uma missão de vôo, se- guindo o previsto no manual de manobras e no PMV específicos de cada aeronave. Ao término da missão, o piloto deverá atingir o nível proficiên- cia. 14/02V-71 (HT) 14/01V-72 (HT TEMPO ESTIMADO: 20 h19. VÔO OPERACIONAL Realizar um vôo helibalde. 14/02V-70 (HT) 12. “Penca”. - Rever os aspectos relacionados ao transporte de tropa; - Executar o transporte de tropa. 13. “Fast rope”.Realizar a extração de pessoal. -
  47. 47. 49.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 1. Pilotagem tática. Realizar as manobras de: - translação lenta; - translação rápida; - desaceleração rápida em descida; - curvas a baixa altura; - “slalon” ; - decolagem em linha reta; - decolagem tática em “U”; - parada rápida reta. Realizar um vôo de pilo- tagem tática. Durante uma missão de vôo, se- guindo o previsto no manual de manobras de pilotagem tática e no PMV específicos de cada ae- ronave. Ao término da missão, o piloto deverá atingir o nível proficiên- cia. Realizar um vôo de pro- gressão de pilotagem tática. Durante uma missão de vôo, seguindo o previsto no manual de manobras de pilotagem tática e no PMV, específicos de cada aeronave. Dado um percurso com terreno plano e montuoso. As aeronaves de emprego geral com peso similar ao do transporte de tropa no assalto aeromóvel. Ao término da missão, o piloto, na função de PT, deverá atingir o nível proficiência. 14/01V-73 (HT) 14/01V-75 (HT) Executar as seguintes técnicas de progressão: - vôo a baixa altura; - vôo de contorno; - vôo desenfiado. - Executar as seguintes manobras: - paradas rápidas e decolagens táticas; - aproximações para pouso; - ocupação e abandono de posto de observação; - abordagem de localidade para observação. TEMPO ESTIMADO: 50,9 h20. VÔO DE COMBATE Realizar as manobras de: - parada rápida 90º; - parada rápida 360º; - PTU e PTO; - ultrapassagem de obstáculos por baixo e por cima; - cheque de potência no vôo tático. 14/01V-74 (HT)
  48. 48. 50.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 2. Navegação tática. Realizar: - NBA; - Navegação em vôo de contorno; - Navegação em vôo desenfiado. Realizar uma pista de na- vegação tática. Durante uma missão de vôo, dadas as cartas topográficas de escala militar da região (preferencialmente 1:50.000), uma pista com 02 (dois) pontos para vôo NBA, 02 (dois) pontos para navegação em vôo de contorno e 06 (seis) pontos para navegação em vôo desenfiado. Dado, preferentemente, 01 (um) navegador (checador) a bordo. Ao término da missão, o piloto, na função de CB, deverá ter re- alizado a pista dentro do tem- po. Realizar os vôos para os tiros previstos nas IGTAEx do armamento la- teral das aeronaves. Durante uma missão de vôo, dada uma área de tiro que atenda a to- das as especificações previstas nas IGTAEx, a munição e o arma- mento. Ao término da missão, o piloto deverá ter atingido todas as condições de aprovação para os tiros, previstos nas IGTAEx. 14/01V-76 (HT) 14/01V-78 (HT) 4. Armamento, munição e tiro. Executar: - os circuitos de tráfego previstos para o tiro com armamento lateral; - os perfis de vôo para a realização do módulo de Tiro de Instrução Avançado (TIA). TEMPO ESTIMADO: 50,9 h20. VÔO DE COMBATE Realizar um vôo em re- gião montanhosa. Durante uma missão de vôo, se- guindo o previsto no manual de manobras e no PMV específicos de cada aeronave. Ao término da missão, o piloto, na função de PT, deverá atingir o nível proficiência. 14/01V-77 (HT) 3. Vôo em região montanhosa. Realizar as manobras básicas: - aproximações; - decolagem; - pouso; - técnicas de deslocamento. - Realizar um percurso aplicando as técnicas de vôo de combate em montanha.
  49. 49. 51.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 4. Armamento, munição e tiro. Executar: - os circuitos de tráfego previstos para o tiro com armamento axial (metralhadora e foguete); - os perfis e os tiros do módulo de Tiro de Instrução Avançado (TIA). Realizar os tiros previs- tos nas IGTAEx para o ar- mamento axial da aerona- ve HA-1. Durante uma missão de vôo, dada uma área de tiro que atenda a to- das as especificações previstas nas IGTAEx, a munição e o arma- mento. Ao término da missão, o piloto, na função de PT, deverá atingir o nível proficiência. Realizar um vôo de maneabilidade de fração de helicópteros. Durante uma missão de vôo, utili- zando-se de um exercício de fração de helicópteros em terre- no montuoso. Ao término da missão, o piloto, na função de CB, deverá atingir o nível proficiência. 14/03V-79 (HT) 14/01V-81 (HT) 5. Maneabilidade de fração. - Executar o comando da aeronave para: - as mudanças de formação de vôo; - os procedimentos padronizados; - as situações de conduta; - a maneabilidade. - Identificar os encargos dos tripulantes. Durante uma missão de vôo, utili- zando-se de um exercício de fração de helicópteros em terre- no montuoso. 14/01V-80 (HT) Executar: - mudanças de formação de vôo; - procedimentos padronizados; - situações de conduta; - comandos de maneabilidade. - Identificar os encargos dos tripulantes. TEMPO ESTIMADO: 50,9 h20. VÔO DE COMBATE
  50. 50. 52.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 6. Vôo visual noturno em cam- panha. Executar: - os tipos de entradas; - os procedimentos para pouso em um balizamento tático noturno. Realizar um vôo de balizamento tático noturno. Durante uma missão de vôo, se- guindo o previsto no manual de manobras e no PMV, específicos de cada aeronave. Dados uma área compatível em campanha, uma equipe para montagem do balizamento tático e os meios necessários. Ao término da missão, o piloto, na função de PT, deverá atingir o nível proficiência. Durante uma missão de vôo, se- guindo o previsto no manual de manobras e no PMV, específicos de cada aeronave. Dados uma área compatível em campanha, uma equipe para montagem do balizamento tático e os meios necessários. Realizar um vôo de nave- gação visual noturna. Durante uma missão de vôo, se- guindo o previsto no manual de manobras e no PMV, específicos de cada aeronave. Dado um cir- cuito de navegação noturna por contato com um mínimo de 03 pontos e um máximo de 100 Km de extensão. Ao término da missão, o piloto, na função de CB, deverá atingir o nível proficiência. 14/01N-82 (HT) 14/01N-83 (HT) 14/01N-84 (HT) - Planejar o vôo. - Comandar a aeronave para executar: - os tipos de entradas; - os procedimentos para pouso em um balizamento tático noturno. - Planejar o vôo; - Navegar por contato à noite. TEMPO ESTIMADO: 50,9 h20. VÔO DE COMBATE

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