ESTÁGIO BÁSICO PARA SARGENTO TEMPORÁRIO ENFERMAGEM PPE 03/2

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ESTÁGIO BÁSICO PARA SARGENTO TEMPORÁRIO ENFERMAGEM PPE 03/2

  1. 1. EDIÇÃO EXPERIMENTAL, PARA OS “ANOS DE INSTRUÇÃO” DE 1998/1999 EDIÇÃO EXPERIMENTAL PARA SER APLICADA ÀS TÉCNICAS DE ENFERMAGEM E AUXILIARES DE ENFERMAGEM VOLUNTÁRIAS PARA O SERVIÇO MILITAR FEMININO “Sem objetivos bem definidos, somente por acaso chegaremos a algum lugar”
  2. 2. 1.00 A concepção de preparação da Força Terrestre Brasileira, consubstanciada nos Programas-Padrão, pode ser resumida em, apenas, uma sentença: A PARTIR DE UMA VISÃO IDEAL E ADEQUADA DE PREPARAÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA, O SISTEMA BRASILEIRO DE INSTRUÇÃO MILITAR PROCURA PROMOVER A EXECUÇÃO DESSA ATIVIDADE COM ABSOLUTA FLEXIBILIDADE, PARA QUE POSSAM SER ABSORVIDAS AS CONDIÇÕES, PECULIARIDADES E RESTRIÇÕES CONJUNTURAIS EM CADA COMANDO DE ÁREA, EM CADA GRANDE UNIDADE E EM CADA UNIDADE, SEM PERDAS SUBSTANCIAIS NOS RESULTADOS E GARANTIA DE CONSECUÇÃO DOS OBJETIVOS AOS QUAIS SE PROPÕE.
  3. 3. 2.00 E S T E P R O G R A M A - P A D R Ã O E S T Á O R G A N I Z AD O E M D U A S PARTES: 1ª PARTE - INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA - 1ª FASE 2ª PARTE - APLICAÇÃO DE CONHECIMENTOS - 2ª FASE
  4. 4. 3.00 1ª PARTE - EBSTV/ 1ª FASE Pag I. INTRODUÇÃO _________________________________________________________________________________ 7.00 1. Finalidade ____________________________________________________________________________________ 9.00 2. Objetivo do Estágio - 1ª Fase ____________________________________________________________________ 9.00 3. Execução do Estágio - 1ª Fase ___________________________________________________________________ 9.00 4. Estrutura da Instrução __________________________________________________________________________ 10.00 5. Direção e Condução do Estágio - 1ª Fase __________________________________________________________ 11.00 6. Avaliação _____________________________________________________________________________________ 12.00 7. Interpretação dos OII ___________________________________________________________________________ 14.00 8. Estrutura do PP _______________________________________________________________________________ 15.00 9. Normas Complementares _______________________________________________________________________ 15.00 II. UMA PROPOSTA PARA A DISTRIBUIÇÃO GERAL DO TEMPO _________________________________________ 17.00 III. MODELO DE FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DA ESTAGIÁRIA (FCIE) ___________________________ 21.00 IV. MODELO DE FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DE ESTAGIÁRIA _____________________________ 25.00 V. ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA _________________________________________________________________ 29.00 VI. PROGRAMA DE MATÉRIAS _____________________________________________________________________ 33.00 1. Armamento, Munição e Tiro _____________________________________________________________________ 34.00 2. Continência e Sinais de Respeito ________________________________________________________________ 36.00 3. Instrução Geral ________________________________________________________________________________ 38.00 4. Marchas, Estacionamentos e Serviço em Campanha_________________________________________________ 45.00 5. Ordem Unida __________________________________________________________________________________ 46.00 6. Serviço de Saúde ______________________________________________________________________________ 47.00 7. Treinamento Físico Militar_______________________________________________________________________ 50.00
  5. 5. 5.00 1ª PARTE - EBSTV / 1ª FASE As páginas que se seguem contêm uma série de informações, cuja leitura é considerada indispensável para os usuários da 1ª Parte do presente Programa-Padrão de Instrução.
  6. 6. 7.00
  7. 7. I. INTRODUÇÃO 1. Finalidade A 1ª Parte do Programa-Padrão regula o planejamento e a execução da 1ª fase do Estágio Básico para Sargento Temporário Voluntário (EBSTV/1ª Fase) para 3º Sargento Temporário de Enfermagem. 2. Objetivos do Estágio - 1ª Fase a. Objetivos Gerais Definidos na Portaria Nr 045-DGP, de 19 Set 97. O EBSTV/1ª Fase, destinado às Técnicas e Auxiliares de Enfermagem voluntárias para o Serviço Militar Feminino, e como parte do seu Serviço Militar Inicial, compreende a instrução técnico-militar desenvolvida com os seguintes objetivos: 1) Adaptá-las à vida militar e às condições peculiares do Exército. 2) Confirmá-las como 3º Sargento Temporário de Enfermagem. b. Objetivos Parciais Ligados à natureza didática das atividades de Instrução: 1) (AC) Adquirir determinados Conhecimentos de imediata necessidade do 3º Sargento Temporário de Enfermagem; 2) (CF) Desenvolver Padrões de Desempenho Físico; 3) (CH) Iniciar a Criação de Hábitos; 4) (FC) Iniciar a Formação do Caráter Militar; 5) (HT) Desenvolver determinadas Habilitações Técnicas; 6) (OP) Obter Padrões de Procedimentos; 7) (TE) Obter reflexos relacionados à execução de Técnicas Individuais de Combate. 3. Execução do Estágio - 1ª Fase a. Condições de Execução O Estágio será conduzido sob a forma de Instrução Individual, segundo metodologia preconizada no PPB/1, tendo como ponto de partida os Objetivos Individuais de Instrução (OII) programados no PP. Não só a Direção de Instrução da OM, mas toda a oficialidade, deverá concorrer decisivamente para promover a integração da Estagiária e para desenvolver laços de vinculação, fazendo delas incondicionais colaboradoras no serviço e no seio da comunidade nacional, onde o Exército deve ter as suas mais profundas raízes. b. Duração O Estágio Básico para Sargento Temporário Voluntário (EBSTV) terá a duração de 45 dias (6 semanas para efeito de instrução), num total de 210 horas, aproximadamente. c. Locais de Realização O EBSTV/1ª Fase será realizado, obrigatoriamente, nas OM designadas pelas Regiões Militares. d. Participantes As mulheres que forem voluntárias para o Serviço Militar, nas condições do Art 1º e de seu Parágrafo Único da Port Min Nr 582, de 14 Ago 97. e. Legislação Básica 1) Port Min Nr 582, de 14 Ago 97. 2) Port Min Nr 733, de 16 Set 97. 3) Port Nr 045-DGP, de 19 Set 97.
  8. 8. 9.00 4. Estrutura da Instrução a. Características 1) O Programa de Treinamento constante deste PP baseia-se na perspectiva da instrução voltada para o desempenho. Tem em vista habilitar a Estagiária para a execução de atividades básicas de um 3º Sargento Temporário de Enfermagem recém- incorporado e ambientá-lo na vida militar. A Estagiária cumprirá um elenco de Objetivos Individuais de Instrução (OII) grupados em Atividades e Matérias: a) Atributos da Área Afetiva; b) Armamento, Munição e Tiro; c) Continência e Sinais de Respeito; d) Instrução Geral; e) Marchas, Estacionamentos e Serviços em Campanha; f) Ordem Unida; g) Serviço de Saúde; h) Treinamento Físico. 2) Os Objetivos Individuais de Instrução estabelecem o desempenho individual esperado da Estagiária, tendo em vista as finalidades do Estágio. Identificam as Tarefas a serem executadas pela Estagiária, segundo determinadas Condições e visando a uma ação que se situa dentro de um Padrão Mínimo. 3) Os Objetivos Intermediários são apresentados como um elemento auxiliar para o Diretor do Estágio, para o Instrutor e, sobretudo, para a própria Estagiária, indicando atividades preliminares e necessárias para o alcance do desempenho descrito no OII. 4) Os Atributos da Área Afetiva indicados neste PP, juntamente com a observação de outras atitudes e comportamentos demonstrados no serviço, na vida privada e no convívio social, servirão de base para a apreciação subjetiva e a conceituação do Caráter Militar da Estagiária. 5) A Avaliação do desempenho individual da Estagiária será realizada por meio da execução dos Objetivos Individuais de Instrução e da observação de seu comportamento como participante das atividades correntes da OM. 10.00 b. Compreensão dos Objetivos Parciais 1) (AC) Adquirir determinados conhecimentos. A aquisição de conhecimentos deve ser entendida como a retenção de informações de imediata necessidade da Estagiária. A apreensão destes conhecimentos ocorrerá na participação das atividades previstas neste PP. 2) (CF) Desenvolver Padrões de Desempenho Físico. Os Padrões de Desempenho Físico correspondem ás condições de vigor físico necessário e desejável ao exercício das funções militares e para suportar esforços prolongados. Assim, por intermédio da participação no Treinamento Físico dos Sargentos e, se necessário, em grupamento próprio, a Estagiária deverá preparar-se para a execução do Teste de Aptidão Física (TAF), cujos índices serão verificados na última semana do Estágio. 3) (CH) Iniciar a Criação de Hábitos. Deve ser desenvolvida, nas Estagiárias, a criação de disposições permanentes, por via da repetição de determinados hábitos adequados á Vida Militar. 4) (FC) Iniciar a Formação do Caráter Militar. O Caráter Militar é constituído por um conjunto de valores aceitos pela maioria do grupo militar e julgados importantes para o Exército. Sua aceitação promove ações e reações individuais semelhantes em termos de procedimentos, sentimentos e julgamentos. Os valores integrantes do Caráter Militar são identificados como Atributos da Área Afetiva cujo desenvolvimento deve ser promovido no ambiente militar por intermédio do exemplo, da ação de convencer, persuadir, motivar e exaltar.
  9. 9. No EBSTV, será proporcionada à Estagiária a oportunidade de, por empenho próprio, interpretar e compreender os atributos que devem ornar o caráter do Sargento do Exército Brasileiro. A atuação na Área Afetiva, entretanto, não se limitará a esta tarefa. Caberá a todos os Quadros da Unidade constituírem-se em modelos, servindo de exemplos de atitudes. de comportamentos e de evidência dos atributos que conformam o Caráter Militar 5) (HT) Desenvolver determinadas Habilitações Técnicas. A Estagiária deve adquirir conhecimentos e destrezas indispensáveis ao desempenho de suas funções como Sargento Temporário . 6) (OP) Obter Padrões de Procedimentos. Os Padrões de Procedimento identificam-se com um conjunto de ações e reações adequadas à integração da Estagiária ao ambiente e às atividades militares. Determinados Padrões de Procedimento deverão ser assimilados, pela Estagiária, por meio da conduta dos Quadros no exercício de suas funções e deverão ser consolidados pela aplicação orientada e exigida na atividade corrente da OM. 7) (OU) Obter determinados Padrões de Ordem Unida. A Ordem Unida caracteriza uma disposição individual e consciente, altamente motivada, para a obtenção de determinados padrões coletivos de uniformidade, de sincronização e de garbo militar; deve ser considerada por todos os participantes - instrutores e estagiárias, comandantes e execu- tantes - como um significativo e veemente esforço para demonstrar a própria disciplina militar, isto é, a situação de ordem e obediência que se estabelece voluntariamente entre militares, como decorrência da convicção, de cada um, da necessidade de eficiência na guerra. 8) (TE) Obter reflexos relacionados à execução de Técnicas Individuais de Combate. Uma Técnica Individual de Combate é caracterizada pela sucessão de atos e habilidades especiais que proporcionam a consecução de um determinado propósito, de forma vantajosa para a Estagiária. A técnica para realizar o tiro com a pistola é um desempenho que deverá ser atingido pelas Estagiárias. 5. Direção e Condução do Estágio a. Direção do Estágio À Direção de Instrução da OM designada para aplicar o Estágio, cabem as seguintes responsabilidades: 1) Comandante da Unidade a) Distribuir as Estagiárias. b) Designar o Diretor de Estágio, em princípio, o S/3 da OM. c) Designar o Adjunto do Diretor de Estágio, em princípio, o Comandante da Subunidade responsável pelas Estagiárias. d) Selecionar e, se for o caso, modificar ou estabelecer novos OII para atender às peculiaridades da OM, suas limitações e/ outras condicionantes da execução do Estágio, tendo sempre em vista os seus objetivos gerais e as orientações particulares do Comandante Militar de Área ou da Região Militar enquadrante. e) Promover as melhores condições e proporcionar adequadas oportunidades para a Estagiária ambientar-se e integrar-se na Unidade. f) Ao final do Estágio, realizar a avaliação do desempenho da Estagiária, emitir o seu conceito e o parecer para a confirmação como 3º Sgt Temp e a recomendação para o Serviço como Graduado. g) Remeter, ao Comandante da Região Militar, a Fichas de Avaliação e Conceituação das Estagiárias (modelo na pag 27.00). O Comandante poderá modificar ou estabelecer novos OII, restabelecer as tarefas, condições ou padrões mínimos para melhor atender às características do Estágio a seu cargo e às peculiaridades da OM. 2) Diretor do Estágio (S/3) a) Assessorar o comandante da OM. b) Planejar e programar o EBSTV: - estabelecendo as oportunidades e semanas de instrução para verificação do desempenho individual indicado em cada OII - orientando o desenvolvimento da instrução: - conciliando a programação com as atividades da OM.
  10. 10. c) Acompanhar e avaliar o desempenho das Estagiárias e fazer o registro na Ficha de Controle de Instrução da Estagiária (FCIE - modelo na pag 23.00). 3) Adjunto do Diretor de Estágio (Cmt Subunidade) a) Elaborar o Quadro de Trabalho Semanal. b) Designar, em QTS, os instrutores das diversas matérias e orientar as suas atividades. c) Proporcionar e facilitar as condições para a efetiva aprendizagem da Estagiária. d) Acompanhar e orientar as Estagiárias, particularmente, quanto à sua participação nas atividades correntes da Unidade. e) Observar o desempenho das Estagiárias, suas atitudes e comportamentos e a evidência dos Atributos da Área Afetiva, ficando em condições de assessorar o Comandante na elaboração da Ficha de Avaliação e Conceituação de Estagiária. 11.00 4) Oficial Instrutor a) Envidar todos os esforços necessários à consecução, pela Estagiária, dos padrões mínimos exigidos nos OII e nos objetivos da área afetiva. b) Verificar o desempenho individual da Estagiária, conforme estabelecido nos OII. c) Comunicar, ao Adjunto do Diretor de Estágio, para registro, os resultados da verificação dos OII e suas observações sobre o desempenho da Estagiária. 5) Estagiária a) Conhecer a programação do EBSTV e os detalhes referentes aos OII que deverá cumprir e a ocasião de sua verificação. b) Colocar todo o seu empenho no desenvolvimento do Estágio, realizando com correção e oportunidade as atividades previstas, tendo em vista o cumprimento dos OII programados. c) Nas instruções programadas em QTS, demonstrar o desempenho individual estabelecido nos OII. b. Planejamento da Instrução 1) O Quadro de Trabalho Semanal regulará a execução do programa. Nele serão indicadas todas as atividades do Estágio tendo em vista a: a) realização das atividades previstas; b) verificação dos OII; c) participação, se for o caso, em outras atividades correntes. 2) Os programas fazem, apenas, uma estimativa de carga horária por matéria, consolidada no Quadro Geral de Distribuição de Tempo (pag 19.00). Cabe, à Direção de Instrução da OM, apropriar a carga horária estimada e distribuí-la pelos diversos OII que constituem as matérias, em função da interpretação que deu ao desenvolvimento destes OII. c. O Caráter prático da Instrução 1) A instrução deve ser orientada para o desempenho da Estagiária. Essa orientação fundamental impõe que o instruendo deva aprender fazendo. Portanto, a instrução deve voltar-se para o instruendo e o papel do instrutor é buscar resultados e não, simplesmente, expor assuntos com maior ou menor brilhantismo. A instrução voltada para o desempenho e seu caráter prático determinam certos procedimentos: 12.00 a) as palestras são utilizadas, apenas, quando indispensáveis. Devem ser curtas e imediatamente seguidas de aplicação prática. Os aspectos cognitivos da aprendizagem não são um fim, mas suportes para a aquisição da capacidade de fazer coisas; b) a instrução deve ser desenvolvida em ambiente semelhante àquele em que será evidenciado o desempenho desejado. As condições de execução dos OII e dos respectivos Objetivos Intermediários devem corresponder às características do ambiente em que a Sessão de Instrução será desenvolvida (características locais e do terreno, oportunidade, duração presença de ações adversas, grau de complexidade das ações etc); c) o instruendo deve manipular e operar os equipamentos reais. Os simuladores, simulacros e outros meios auxiliares são recursos eficientes para iniciá-lo e desenvolver suas habilidades e destrezas; porém, seu desempenho só poderá ser objetivamente avaliado em condições as mais próximas da realidade; d) as habilidades e destrezas são assimiladas e consolidadas, apenas pela prática repetitiva de tarefas específicas. O desempenho será evidenciado não apenas pelo saber fazer, mas
  11. 11. pelo reflexos adquiridos e pelo desembaraço em fazer as coisas. A alma da profissionalização é a perícia; e) cada Sessão de Instrução não deve se constituir numa atividade estanque, limitada a um assunto determinado e, apenas, voltada para seus objetivos específicos. Deverá ser a oportunidade para aplicação de conhecimentos, habilidades e destrezas desenvolvidas em sessões anteriores, promovendo, desse modo, a integração e a consolidação da aprendizagem. 2) Os métodos e processos de instrução preconizados no CI 21- 5/2, no T 21-250 e em outros documentos devem ser criteriosamente selecionados e aplicados, tendo sempre presente o caráter prático da instrução e a busca do desempenho. 6. Avaliação A avaliação de cada Estagiária será conduzida com base nos aspectos fundamentais que caracterizam a consecução dos Objetivos Gerais do Estágio: 1º) O Desempenho individual revelado: - na execução dos OII programados (aproveitamento); - na participação das atividades correntes da OM. 2º) O Caráter Militar revelado: - pela evidência dos Atributos da Área Afetiva definidos em OII; - pela demonstração de atitudes e comportamentos adequados à vida militar e à convivência no Círculo de Sargentos. A execução de um Estágio deve ser orientada com a preocupação básica de homogeneização de resultados da aprendizagem sem, contudo, haver preocupação de eliminação ou de inabilitação de Estagiária (PPB/1). Eventualmente, uma Estagiária poderá ser inabilitada por não demonstrar o Desempenho Individual previsto ou não evidenciar os atributos e qualidades do Caráter Militar exigidos. Tal ocorrência, no entanto, representará mais do que um insucesso individual; na verdade, uma falha na seleção ou decorrência de uma deficiência pessoal acidental. a. Avaliação do Desempenho Individual DESEMPENHO INDIVIDUAL é a capacidade profissional com que um militar executa as tarefas que correspondem às funções do cargo que ocupa (PPB/1). A avaliação do Desempenho Individual será feita segundo os seguintes critérios: 1) Aproveitamento Expresso por uma Nota e demonstrado pela concretização de todos os OII previstos. Nas oportunidades programadas em Quadro de Trabalho, o Oficial Instrutor verificará o desempenho da Estagiária na execução da Tarefa estabelecida no OII, dentro das respectivas condições e tendo por critério o Padrão Mínimo estabelecido. O Diretor de Estágio registrará os resultados verificados na Ficha de Controle de Instrução da Estagiária (FCIE - modelo na pag 23.00) fazendo uma apreciação qualitativa (menção e nota), na qual levará em conta o empenho, a adequação técnica e a eficácia demonstradas pela Estagiária na concretização dos OII. 2) Desembaraço Avaliação feita pelo Diretor de Estágio por meio da observação da Estagiária nas atividades correntes da OM, na concretização dos OII e no trato com superiores, pares e subordinados. O Diretor de Estágio registrará, na FCIE, sua apreciação qualitativa (menção e nota). 3) Preparo Técnico-profissional (como Sgt Tmp Enf) Avaliação feita pelo Diretor de Estágio por meio da observação do desempenho da Estagiária nas atividades correntes da OM, na concretização dos OII e na execução de qualquer tarefa ou missão. O Diretor de Estágio registrará, na FCIE, sua apreciação qualitativa (menção e nota). 4) Inteligência Avaliação feita pelo Diretor de Estágio por meio da observação do desempenho da Estagiária nas atividades da OM, na concretização dos OII e nas relações com superiores e pares. o Diretor de Estágio registrará, na FCIE, a sua apreciação qualitativa (menção e nota) b. Avaliação do Caráter Militar
  12. 12. CARÁTER MILITAR é o conjunto de valores aceitos pela maioria dos integrantes de um agrupamento, capaz de conferir a este agrupamento, como um todo, reações coletivas semelhantes em termo de procedimentos e sentimentos (PPB/1) A avaliação do caráter Militar será feita segundo os seguintes critérios: 1) Atributos da Área Afetiva Definidos em OII próprios e evidenciados nas condições por eles definidas. Resultará da observação contínua da Estagiária, em todas as oportunidades, no serviço e fora dele, nas relações com superiores, pares e subordinados, na vida privada e nas atividades sociais. Ao final do Estágio, seu Diretor apreciará as observações e registrará o seu conceito (menção e nota) na FCIE. 2) Conduta Militar A avaliação será feita por meio da observação das atitudes e comportamentos revelados pela Estagiária, considerando, particularmente, as manifestações de disciplina, de cumprimento do dever e das formas de tratamento com superiores, pares e subordinados. Ao final do Estágio, o seu Diretor apreciará as observações feitas e registrará o seu conceito (menção e nota ) na FCIE. 3) Conduta Civil A avaliação será feita através da observação do comportamento social da Estagiária, particularmente, as manifestações de educação, urbanidade, boas maneiras. dentro e fora do serviço. 13.00 Ao final do Estágio. o seu Diretor apreciará as observações feitas e registrará o seu conceito (menção e nota) na FCIE. c. Parecer do Comandante Cabe ao Comandante, a avaliação final da Estagiária e a emissão do seu parecer pessoal sobre a mesma. 1) O Comandante apreciará os registros (menções e notas) lançados na Ficha de Controle de Instrução da Estagiária (FCIE), fazendo constar e processar na Ficha de Avaliação e Conceituação de Estagiária (modelo na pag 27.00) as notas correspondentes aos atributos e qualidades dela constantes. A Média Final será transformada em Menção segundo os seguintes critérios: 0,00 a 4,99 (I) Insuficiente 5,00 a 5,99 (R) Regular 6,00 a 7,99 (B) Bom 8,00 a 10,00 (MB) Muito Bom 2) No seu Parecer Final, na ficha de Avaliação e Conceituação de Estagiária, o Comandante emitirá o seu conceito pessoal, concluindo sobre as seguintes condições: a) ser confirmada como 3º Sgt Temp Enf; b) estar habilitada na 1ª fase do EBSTV e ter condições de frequentar a 2ª fase do Estágio. A menção I (insuficiente) atribuída ao Desempenho Individual ou ao Caráter Militar, conforme especificados na Ficha de Avaliação e Conceituação, inabilitará a Estagiária à confirmação como 3º Sgt Temp Enf. O Comandante justificará sucintamente este resultado negativo, de próprio punho, no verso da ficha. 7. Interpretação dos OII a. Análise dos elementos A interpretação dos OII contidos no Programa-Padrão é realizada pela análise dos elementos que os definem (Tarefa, Condições, Padrão Mínimo), da matéria e dos assuntos a eles relacionados e deve ser concluída pela identificação do (s) (a): - objetivos intermediários; - processo (s) de instrução mais adequado (s); - carga horária para atingir o OII. 14.00 b. Objetivos Intermediários A simplicidade de alguns OII permite que o processo ensino- aprendizagem alcance, diretamente, o desempenho individual desejado. Outros OII, no entanto, são complexos e não podem ser imediatamente atingidos, senão por intermédio da consecução de objetivos intermediários, os quais se constituem em passos, em termos de aprendizagem, que auxiliam o instruendo a alcançar o desempenho individual estabelecido no OII. O objetivos intermediário deverá definir uma subtarefa que conduzirá ao OII considerado.
  13. 13. O processo de definição dos objetivos intermediários, sempre orientado para o OII, resulta de um estudo, envolvendo os (a): - análise da matéria; - análise dos assuntos; - análise da tarefa e de elementos de definição do OII; - objetivos intermediários sugeridos no PP; - experiência profissional do interpretador; - bibliografia disponível. Um ou mais objetivos intermediários poderão constituir os objetivos de Sessão de Instrução, orientando a programação do OII. Deverão ser organizados em uma seqüência lógica de progressividade ou de complexidade crescente, de modo que sejam identificados, perfeitamente, aqueles que são pré- requisitos dos outros. - Assunto - Obj Intermediários sugeridos nos PP OBJETIVOS OII - Experiência Profis- INTERMEDIÁRIOS sional - Bibliografia dispo- nível c. Processo de Instrução Decorre da consideração a respeito da natureza dos objetivos intermediários ou OII considerados. Assim, a análise do OII, dos objetivos intermediários da matéria e dos assuntos possibilitará a seleção de procedimentos mais adequados à natureza dos mesmos: palestras, demonstrações, estudos dirigidos, exercícios práticos, práticas dirigidas etc. d. Carga Horária Estabelecidos os objetivos intermediários e as Sessões de Instrução para a consecução do OII. estima-se a carga horária necessária. Estipulada a carga horária para cada OII de uma matéria, é necessário confrontá-la com a disponibilidade de tempo e fazer os reajustamentos que se fizerem precisos. e. Módulo Didático de Instrução A interpretação de cada OII resulta em um pequeno programa: o Módulo Didático de Instrução (ver pag 60.00 do PPB/1). Esse Módulo Didático será a base para programação e execução da Instrução: 1) Programação da Fase A Programação do Estágio é expressa no Quadro de Desenvolvimento da Instrução (QDI). Nele são relacionados os OII por matéria, e os respectivos Módulos Didáticos são desenvolvidos, ao longo das semanas de instrução, numa seqüência lógica e conveniente. O QDI orienta a programação semanal estabelece os prazos para consecução dos OII. 2) Programação Semanal A programação semanal é expressa no Quadro de Trabalho Semanal (QTS) elaborado pelo Diretor do Estágio. No QTS, são indicados a matéria, o OII e os objetivos da sessão programada, isto é, o (s) objetivo (s) intermediário (s) identificados na interpretação do OII. O OII, também, pode constituir-se no próprio objetivo da sessão, quando esta se destina à verificação do desempenho individual do instruendo. 3) Execução da Instrução O instrutor preparará a Sessão de instrução orientado pelos elementos definidos na interpretação do OII: - objetivo intermediário a que corresponde a sessão; - processo de instrução; - carga horária. É importante que o (s) objetivo (s) da sessão e o respectivo OII sejam apresentados ostensivamente no local de instrução em um cartaz ou quadro mural. Seu conhecimento é indispensável tanto para o instruendo, que identifica o que dele se espera em termos de desempenho individual, quanto para o próprio instrutor, cuja atividade deve estar sempre orientada para objetivos nítidos. 8. Estrutura do PP
  14. 14. a. Basicamente, o Programa-Padrão é constituído por um elenco de Objetivos Individuais de Instrução (OII), que devem ser concretizados pela Estagiária. Os OII são grupados, segundo os assuntos a que se referem, em Matérias de Instrução e em Atributos da Área Afetiva. b. Como orientação para a interpretação dos OII, são sugeridos os respectivos Objetivos Intermediários, a partir dos quais são visualizadas as Sessões de Instrução, e os respectivos objetivos de sessão e o Módulo Didático de Instrução, por meio do qual será desenvolvido o processo ensino-aprendizagem para consecução do OII. c. Há, ainda, a indicação do Objetivo Parcial ao qual está vinculado o OII (FC, OP, AC etc). Os Objetivos Parciais são definidos por áreas e se relacionam a um conjunto de assuntos da mesma natureza. A sua compreensão, na interpretação do OII, é valiosa justamente para a escolha do processo de instrução adequado. d. A forma de apresentação do Programa indica a ordem em que devam ser considerados, na programação e execução da instrução, os seus diversos assuntos: em primeiro lugar, a definição do OII (Tarefa, Condição, Padrão Mínimo), em segundo lugar, sugestões de Objetivos Intermediários e, finalmente, a relação dos assuntos relativos ao OII. Trata-se, como já foi comentado. de uma orientação para o planejamento da instrução. 9. Normas complementares As normas estabelecidas, neste PP, serão complementadas por outros documentos normativos e ligados á execução do Estágio: - PBIM/COTER - Diretrizes de Instrução dos Grandes Comandos e Regiões Militares; - Planos e Programas das OM. 15.00 Você encontrará, na página que se segue, uma proposta de distribuição de tempo para o
  15. 15. desenvolvimento do Programa de Instrução que visa à execução do Estágio Básico para Sargento Temporário Voluntário (EBSTV-1ª fase). O Comandante, Diretor ou Chefe da OM poderá, em função dos recursos disponíveis, das características dos instruendos e de outros fatores conjunturais, alterar as cargas horárias das matérias discriminadas na distribuição sugerida. 17.00
  16. 16. Estágio Básico para Sargento Temporário Voluntário (EBSTV - 1ª fase) Quadro Geral de Distribuição de Tempo
  17. 17. Obs: 1) Após a realização do EBSTV -1ª fase, solicita-se que o relatório do estágio indique se esta distribuição está adequado ou se necessita reformulação 2) O tempo à disposição do comando destina-se , também, às atividades administrativas, feriados e, principalmente, à revisão e recuperação da instrução. 19.00 Matérias Fundamentais Carga Horária Estimada 1. Armamento, Munição e Tiro 2. Continência e Sinais de Respeito 3. Instrução Geral 4. Marchas, Estacionamentos e Serviço em Campanha 5. Ordem Unida 6. Serviço de Saúde 7. Treinamento Físico-Militar 15 06 32 16 20 15 30 TEMPO DESTINADO A ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA (+Proj Esperança) 16 TEMPO À DISPOSIÇÃO DO COMANDANTE 60 TOTAL 210
  18. 18. Não há instrução individual que possa ser conduzida, satisfatoria- mente, sem controle individual. Na Folha que se segue, é apresentado o Modelo da FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DA ESTAGIÁRIA (FCIE). Os registros, na FCIE, são da responsabilidade do Diretor de Estágio e serão submetidos à apreciação do Comandante, Chefe ou Diretor da OM. 21.00 Os OII programados serão verificados tendo por critério os respectivos Padrões Mínimos (Aproveitamento) e os Padrões Evidenciados (Atributos) e terão uma apreciação qualitativa (Menção) que levará em conta o empenho, a adequação técnica e a eficácia demonstrados pela Estagiária na concretização dos mesmos. As demais qualidades constantes da FCIE serão avaliadas pelo Diretor de Estágio e também por intermédio de uma apreciação qualitativa (Menção). As Menções MB, B e R serão ainda expressas por uma Nota segundo a seguinte correlação: MENÇÃO NOTA MB 9,0 B 7,0 R 5,0 A Menção I (Insuficiente) em qualquer dos OII programados ou em qualquer das demais qualidades constantes da FCIE inabilitará a Estagiária para a confirmação como 3º Sargento Temporário de Enfermagem.
  19. 19. FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DA ESTAGIÁRIA (FCIE) 3º Sgt Temp Enf: APROVEITAMENTO OII PADRÃO MÍNIMO ALCANÇADO MB B R I NOTAS 03/1-010 03/1-011 03/1-012 03/1-013 03/1-014 03/1-015 03/1-016 03/1-017 03/1-018 03/1-019 03/1-020 03/1-021 03/1-022 03/1-023 03/1-024 03/1-025 03/1-026 03/1-027 03/1-028 03/1-029 03/1-030 Média ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA OII PADRÃO EVIDENCIADO MB B R I NOTAS 03/1-001 03/1-002 03/1-003 03/1-004 03/1-005 03/1-006 03/1-007 03/1-008 03/1-009 Média APROVEITAMENTO OII PADRÃO MÍNIMO ALCANÇADO MB B R I NOTAS 03/1-031 03/1-032 03/1-033 03/1-034 03/1-035 03/1-036 03/1-037 03/1-038 03/1-039 03/1-040 03/1-041 03/1-042 03/1-043 Média DEMONSTRAÇÃO DE ATITUDES E COMPORTAMENTOS MB B R I NOTAS Conduta Militar Conduta Civil
  20. 20. Quartel em _________, ______________ a) _______________________________ Diretor de Estágio 23.00 PARTICIPAÇÃO NAS ATIVIDADES CORRENTES DA OM MB B R I NOTAS Desembaraç o Preparo Técni-co Profissional Inteligência
  21. 21. Na página seguinte, é apresentado o Modelo da FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DE ESTAGIÁRIA como prescrita nas IG 10-68. Os resultados, nela registrados, serão publicados em Boletim Interno da OM. ESTE REGISTRO CORRESPONDE À AVALIAÇÃO FINAL DA ESTAGIÁRIA. 25.00
  22. 22. FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DE ESTAGIÁRIA - ESTÁGIO BÁSICO PARA SARGENTO TEMPORÁRIO VOLUNTÁRIO (EBSTV - 1ª fase) 3º Sgt Temp Enf _______________ _______________________________ (Identidade) (Tec Enf / Aux Enf) ______________________________________ (Nome) QUALIDADE E ATRIBUTOS NOTAS MÉDIA DAS NOTAS OBSERVAÇÕES Aproveitamento (A) DESEMPENHO Desembaraço - A Média final (MF) é o resultado da operação INDIVIDUAL Preparo Técnico- profissional MF = A+B Com 2 inteligência aproximação até centésimos. Atributos da Área Afetiva - As notas são (B) CARÁTER MILITAR Conduta militar atribuídas de o (zero) a 10 (dez) Conduta Civil MÉDIA FINAL (MF) MENÇÃO FINAL PARECER FINAL: 1) Reúne ____________________________ (ou Não Reúne) condições para confirmação como 3º Sgt Temp Enf (MB, B, R,) 2) _______________________________________ na 1ª fase do EBSTV, devendo (ou não devendo) __________ (Habilitada/ou inabilitada) _________________________________________________________________ (frequentar a 2º Fase do EBSTV) Quartel em _______________________________________ (Local e data) _______________________________________ (assinatura do Cmt da OM)
  23. 23. A seguir, você encontrará a série de Objetivos Individuais de Instrução (OII) que estão, especificamente, relacionados a Atributos da Área Afetiva. Além da carga horária básica, é imprescindível a atividade dos Oficiais da Unidade, observando, orientando e estimulando a Estagiária em todas as oportunidades durante o Estágio Básico para Sargento Temporário Voluntário (EBSTV / 1ª fase). 29.00
  24. 24. ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA Carga horária estimada: 16h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO NOME E DEFINIÇÃO DO ATRIBUTO CONDIÇÃO PADRÃO-EVIDÊNCIA E - 03/1 001 (FC) Camaradagem: Capacidade de compreender e auxiliar os companheiros em qualquer situação. No relacionamento diário com os camaradas, dentro e fora do quartel. E - 03/1 002 (FC) Lealdade: Capacidade de demonstrar fidelidade a pessoas, grupos ou instituições em função dos valores que defendem ou representam No relacionamento com camaradas e superiores A Estagiária deverá evidenciar o atributo nas condições estabelecidas. 1) Compreender cada atributo, valendo-se do Audiovisual correspondente. 2) Interpretar o atributo cada Audiovisual (orientação no CI 20/2). E - 03/1 003 (FC) Dedicação: Capacidade de realizar atividades com empenho Durante o cumprimento de missões e de tarefas que lhes forem atribuídas. AVALIADOR: Cmt da OM com a colaboração de todos os Quadros, ao final do Estágio. 3) Evidenciar o atributo nas condições estabelecidas no OII. E - 03/1 004 (FC) Iniciativa: capacidade de tomar medidas oportunas em situações diversas e de emergência, sem necessidade de acionamento de superiores. Durante o cumprimento de missões e de tarefas que lhes forem atribuídas e em qualquer circunstância em que couber a sua intervenção 30.00
  25. 25. ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA Carga horária estimada: 14h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO NOME E DEFINIÇÃO DO ATRIBUTO CONDIÇÃO PADRÃO-EVIDÊNCIA E - 03/1 005 (FC) Coragem: Capacidade de enfrentar, com energia, situações perigosas. Durante a execução de missões, tarefas e atividades, dentro e fora do quartel. E - 03/1 006 (FC) Responsabilidade: Capacidade de desenvolver integralmente, e com correção, todas as atividades sob sua incumbência. Durante a execução de missões e de tarefas que lhes forem atribuídas. A Estagiária deverá evidenciar o atributo nas condições estabelecidas. 1) Compreender cada atributo, valendo-se do Audiovisual correspondente. 2) Interpretar o atributo cada Audiovisual (orientação no CI 20/2). 3) Evidenciar o atributo nas condições estabelecidas no OII. E - 03/1 007 (FC) Perseverança: Capacidade de conclui uma ação iniciada a despeito de qualquer dificuldade encontrada. No cumprimento de missões e de tarefas complexas e difíceis e em outras situações. AVALIADOR: Cmt da OM com a colaboração de todos os Quadros, ao final do Estágio. Obs: O Diretor do Estágio deverá apresentar o Projeto Esperança às E - 03/1 008 (FC) Lederança: Capacidade de dirigir um grupo. Chefiando uma equipe, um grupo de trabalho ou em outras situações. O instruendo evidencia o atributo nas condições especificadas. Estagiárias, visando capacitá-las a servirem de apoio quando da sua aplicação nas Organizações Militares de Saúde (OMS), Postos Médicos de Guarnição (P Med Gu) e Estabeleci- E - 03/1 009 (FC) Espírito de Corpo: Capacidade de integrar-se no caráter coletivo do Na vida diária da OM, no relacionamento com os companheiros quando estiver atuando numa equipe ou participando de O Instruendo evidencia o atributo nas condições especificadas. mentos de Ensino (EE) nos quais houver participação feminina no Corpo Discente.
  26. 26. grupo. competições 31.00 O Comandante poderá selecionar, modificar ou estabelecer novos OII para atender às peculiaridades da OM, suas limitações e outras condicionantes da execução do Estágio, porém, sem nunca perder de vista os seus Objetivos Gerais. A seguir, você encontrará o conjunto de OII relacionados ao Programa de Matérias. Lembre-se que o êxito da instrução evidencia-se quando todas as Estagiárias atingem, plenamente, todos os OII.
  27. 27. 33.00 1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO Carga horária estimada: 15h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 03/1 010 (HT) Desmontar e montar a Pistola 9 mm. Será fornecida à Estagiária uma pistola 9 mm. A Estagiária deverá: - fazer a desmontagem de 1º escalão revelando destreza; - identificar, corretamente, as peças da pistola 9 mm; - fazer a montagem de 1º escalão - Após a montagem, a arma deverá estar em perfeitas condições de funcionamento. 1) identificar os principais procedimentos de segurança no manuseio de arma. 2) identificar as caraterísticas básicas da arma. 3) identificar a munição. 4) identificar, pelo nome, as partes e peças principais da arma 5) desmontar e montar a Pistola 9mm (1º escalão). 6) demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII 1. Pistola 9 mm. a. Generalidades. b. Características. c. Manejo. e. Desmontagem. f. Acessórios. E - 03/1 011 (HT) Aplicar as técnicas de execução da pontaria e do tiro. Conforme o previsto na Instrução Preparatória para o Tiro (IPT), preconizada no C 23-1 A Estagiária deverá evidenciar domínio das técnicas de execução da pontaria e do tiro, de acordo com os critérios da IPT (C 23-1), ficando apta para realizar o tiro real com a Pst 9 mm 1) Tomar a Linha de Mira e a Linha de Visada: - fazer a "fotografia". 2) Manejar a arma. 3) Demonstrar constância na pontaria 4) Tomar as diversas posições de tiro: - empunhar a arma. 5) Demonstrar controle do gatilho: - Indicar (cantar) o tiro. 6) Descrever os procedimentos no estande e as regras de segurança. 7) Demonstrar as técnicas de execução da pontaria e do tiro. 8) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. g. Fundamentos da pontaria. h. Fundamentos do tiro. i. Posições do tiro. j. Detalhes para a execução do tiro. l. Instrução preparatória. m. Normas para a execução do tiro 2. Segurança e procedimentos no estande.
  28. 28. 34.00 1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO Carga horária estimada: 15h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 03/1 012 (HT) Sanar os incidentes de tiro da Pistola 9 mm. Durante a realização da IPT, serão simulados incidentes de tiro na Pst. A Estagiária deverá identificar e resolver todos os incidentes de tiro apresentados. 1) Descrever o funcionamento da arma. 2) Descrever os procedimentos e as técnicas para sanar os incidentes de tiro mais comuns 3) Demonstrar habilidade para sanar incidentes de tiro. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 3. Funcionamento da Pst 9 mm: incidentes de tiro. E - 03/1 013 (TE) Atirar com a Pistola, aplicando as técnicas e procedimentos para a realização da Pontaria e do Tiro. Conforme o previsto na IG 20-03 (IGTAEx). As condições dos Exercícios de Tiro do Módulo Didático de Tiro de Instrução Básica. A Estagiária deverá obter os índices de suficiência em todos os Exc Tir previstos no Módulo de Tiro (TIB). OBS: Durante o EBSTV não será realizado outro Módulo de Tiro. 1. Executar a 1ª Sessão de Tiro (Exc 100 e 101). 2. Executar a 2ª Sessão de Tiro (Exc 102 e 103). 3) Executar a 3ª Sessão de Tiro (Exc 104 e 105). 4. Tiro real E - 03/1 014 (CH) Executar a manutenção de 1º escalão da Pst 9 mm Após a realização do tiro A Estagiária deverá executar a manutenção, de acordo com o prescrito nos manuais técnicos. 1) Descrever as operações relativas á manutenção da Pst. 2) Realizar a desmontagem e a montagem de 1º escalão. 3) Limpar e lubrificar a arma. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 5. Manutenção de 1º escalão.
  29. 29. 35.00 2. CONTINÊNCIA E SINAIS DE RESPEITO Carga horária estimada: 6h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 03/1 015 (OP) Proceder, corretamente, em relação aos sinais de respeito Deverão ser apresentadas, à Estagiária, situações concretas no interior do quartel, fora do quartel em situações diversas. Serão simuladas condições que exijam da Estagiária um procedimento especifico quanto aos sinais de respeito. Essas condições devem referir-se às previstas no Regulamento de Continência, Honras e Sinais de Respeito (R-2), Particularmente, as indicadas abaixo: - acompanhando um superior; - Conduzindo veículo automóvel; - como passageira de veículo automóvel; - na chefia de uma seção; - no refeitório dos Sargentos; - no içamento da Bandeira Nacional; A Estagiária deverá proceder , corretamente, em todas as situações. 1) Executar a continência individual: - descrever o significado da continência; - demonstrar as formas de prestação da continência individual a pé firme e em deslocamento. 2) Executar a continência individual em diferentes situações. 3) Demonstrar determinados procedimentos em situações diversas, manifestando os sinais de respeito: - descrever as regras de tratamento entre militares. 4) Proceder a apresentação individual: - apresenta-se ao superior; - proceder corretamente para retirar-se. 5) Aplicar as regras de manifestação de respeito e prestar a continência individual em situações diversas. 6) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no 1. Sinais de respeito. a. Procedimento da Estagiária quando: 1) Em motocicleta. 2) Conduzindo veículos auto. 3) Como passageira de veículo. 4) Acompanhada de um superior. 5) Estiver fumando. 6) Estiver na chefia de uma Seção. 7) Em relação à Bandeira e ao Hino Nacional. 8) Em relação aos superiores hierárquicos. 9) Em reuniões sociais com a presença de superiores hierárquicos. b. Continência. 1) Significado. 2) Ao Hino Nacional. 3) À Bandeira. 4) Às autoridades. 5) Aos superiores. 6) Às sentinelas. 7) À tropa 8) Aos companheiros c. Continência individual e suas diversas formas. 2. Apresentação individual e coletiva. - Mecanismo da apresentação
  30. 30. - no canto do Hino Nacional Brasileiro. OII. 3. Cumprimento e transmissão de ordens. - Obediência às ordens. 36.00 2. CONTINÊNCIA E SINAIS DE RESPEITO Carga horária estimada: 6h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 03/1 016 (OP) Tratar, corretamente, os superiores, os companheiros e os subordinados. Em situação da vida diária do quartel ou em situações diversas. A Estagiária deverá demonstrar as atitudes adequadas para o relacionamento diário entre companheiros, com superiores e com subordinados. 1) Desenvolver atitudes corretas a serem observadas no trato com superiores, companheiros e subordinados. 2) Identificar vícios de linguagem ou de atitudes que devem ser evitados nestes relacionamentos. 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 4. Tratamento entre militares. a. Modo correto de tratar os superiores, os companheiros e os subordinados. b. Vícios de linguagem ou de atitudes que devem ser evitados e corrigidos.
  31. 31. 37.00 3. INSTRUÇÃO GERAL Carga horária estimada: 32h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 03/1 017 (CH) Usar o fardamento Em qualquer situação de rotina interna, em solenidades, em vias, em lugares públicos e durante os eventos sociais. A Estagiária deverá apresentar-se com: - a cobertura corretamente utilizada; - as peças metálicas, brilhantes e limpas; - os uniformes, limpos e passados; - as peças dos uniformes corretamente colocadas. 1) Descrever a composição dos uniformes do Sargento. 2) Indicar o uso de cada uniforme nas atividades internas e externas. 3) Zelar pelo bom estado e boa apresentação do uniforme. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 1. Peças componentes dos diversos uniformes do Sargento. 2. Cuidado. 3. Limpeza. 4. Uso correto dos uniformes. 5. Importância da boa apresentação para o Sargento e para o Exército. E - 03/1 018 (AC) Identificar os distintivos correspondentes a postos e graduações do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Serão apresentados, à Estagiária, todos os símbolos representativos dos distintivos de postos e graduações das três Forças. A Estagiária deverá identificar, corretamente, todos os postos e graduações da três Forças, em particular, as do Exército. 1) Identificar os postos e graduações do Exército, da Marinha, da Aeronáutica, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e respectivas insígnias. 2) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 6. Postos e graduações: a. Do Exercito, da Marinha, da Aeronáutica, do Corpo de Bombeiros e das Polícias Militares. b. Distintivos dos postos e das graduações. E - 03/1 019 (AC) Identificar as transgressões disciplinares e suas conseqüências no comportamento militar. Deverão ser apresentadas situações dos Boletins Internos da OM e da sua vida diária e formuladas questões para teste oral ou escrito. A Estagiária deverá responder, corretamente, a todas as questões formuladas. 1) Interpretar a transgressão como violação da disciplina: - descrever as principais transgressões definidas no R-4. 2) Descrever o significado da punição disciplinar. 3) Citar as classificações do comportamento. 7. Transgressões disciplinares a. Definição. b. Especificação. c. Classificação. d. Causas de
  32. 32. 4) Descrever os recursos disciplinares. justificação. e. Circunstâncias atenuan-tes. f. Circunstâncias agravan-tes. 8. Penas disciplinares. 38.00 3. INSTRUÇÃO GERAL Carga horária estimada: 32h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS 5) demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII a. Natureza e amplitude. b. Gradação. c. Execução. d. Anulação e. Atenuação. f. Agravação. g. Recursos disciplinares. 9. Comportamento militar. a. Classificação. b. Reflexos na vida militar. c. Melhoria. E - 03/1 020 (AC) Identificar os crimes militares e suas conseqüências. Deverão ser descritas situações que configurem crimes e situações que correspondam a transgressões disciplinares. A Estagiária deverá identificar, corretamente, todas as situações apresentadas. 1) Destingüir crime e transgressão disciplinar: - identificar as condições que caracterizam o crime de insubmissão, de deserção, desrespeito e desacato, negativa de cumprimento de ordens, abandono do serviço; - descrever as conseqüências do crime militar; - descrever a composição e a competência do Conselho de Justiça e da Auditoria de Justiça Militar. 2) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 10. Crimes militares. a. conceituação. b. Insubordinação. c. Deserção. d. Penas.
  33. 33. 39.00 3. INSTRUÇÃO GERAL Carga horária estimada: 32h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 03/1 021 (AC) Identificar as partes componentes dos Boletins Internos da OM (Ostensivo e Reservado). Serão apresentados, à Estagiária, os Boletins internos da OM. A Estagiária deverá identificar, corretamente, todas as partes dos Boletins. 1) Distinguir as finalidades dos Boletins Internos (Ostensivo e Reservado). 2) Descrever as finalidades de cada parte dos Boletins Internos (Ostensivo e Reservado). 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 11. Boletim interno. a. tipos b. Partes e finalidades. c. Obrigação de tomar conhecimento do Boletim, diariamente. E - 03/1 022 (AC) (CH) Redigir documentos de correspondência militar de uso mais freqüente no Exército. Será solicitado, à Estagiária, que redija os documentos abaixo, de acordo com a IG 10-42 (Instruções Gerais para Correspondência, Publicações e Atos Normativos no Ministério do Exército): - parte; - radiograma; - memorando. A Estagiária deverá redigir, corretamente, todos os documentos. 1) Classificar a Correspondência Militar quanto: - ao trânsito; - à natureza; - à tramitação. 2) Identificar os diversos tipos de documentos. 3) Descrever as finalidades dos diversos tipos de documentos. 4) Identificar os tipos mais utilizados na OM e no Exército. 5) Descrever as normas para elaboração de documentos. 6) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 12. Correspondência Militar. a. Classificação. b. Tipos de documentos. c. Tipos de serviços. d. Normas para elaboração de documentos. E -
  34. 34. 03/1 023 (AC) Identificar os principais órgãos que compõem o Ministério do Exército, relacionados com a área de saúde. Será apresentada, à Estagiária, uma relação dos diversos órgãos do Ministério do Exército relacionados com a área de saúde: A Estagiária deverá identificar, corretamente, os principais órgãos relacionados com a área de saúde e sua destinação. 1) Identificar os diversos órgãos do Ministério do Exército relacionados com a área de saúde. 2) Descrever as finalidades de cada um desses órgãos. 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 13. Organização do Ministério do Exército relacionada com a área de saúde. 40.00 3. INSTRUÇÃO GERAL Carga horária estimada: 32h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 03/1 024 (AC) Identificar a jurisdição dos Comandos e Regiões Militares. Será apresentada, à Estagiária, uma relação de todos os Comandos e Regiões Militares. A Estagiária deverá identificar, corretamente, a Divisão Territorial do Brasil em Comandos e Regiões Militares. 1) Descrever as finalidades dos Comandos e Regiões Militares. 2) Identificar os Estados do Brasil englobados pelos Grandes Comandos e Órgãos Territoriais (RM). 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 14. Divisão Territorial do Brasil. a. Comandos Militares de Área e Regiões Militares. b. Finalidade. c. Subordinação. E - 03/1 025 (AC) Identificar a composição básica das Organizações Militares de Saúde (OMS) exis-tentes no Exército Brasileiro. Será apresentado, à Estagiária, os organogramas das OMS. A Estagiária deverá indicar, corretamente, a organização das OMS. 1) Identificar a composição Básica das OMS do Exército Brasileiro. 2) Identificar os tipos de OMS. 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 15. OMS a. Organização. b. Tipos.
  35. 35. E - 03/1 026 (AC) Descrever as missões das Armas e Serviços. Será apresentado, à Estagiária, uma relação de todas as Armas e Serviços. A Estagiária deverá descrever, corretamente, as missões das Armas e Serviços. 1) Identificar as Armas Básicas. 2) Identificar as Armas de Apoio e os Serviços 3) Descrever as características das Armas e Serviços. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 16. Armas e Serviços. a. Características. b. Missões. 41.00 3. INSTRUÇÃO GERAL Carga horária estimada: 32h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 03/1 027 (AC) Descrever os principais aspectos contidos nas normas que regulamentam o Serviço Militar Feminino. Serão formuladas questões sobre o Serviço Militar do Sgt Temp Enf. A Estagiária deverá responder, corretamente, às questões formuladas. 1) Descrever as finalidades do Serviço Militar Feminino. 2) Descrever as finalidades do: - Estágio Básico para Sargento Temporário Voluntário (EBSTV); 3)Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 17. O Serviço Militar. a. Convocação. b. Constituição. c. Inclusão. d. Estágios. e. Prorrogação. f. Mobilização. E - 03/1 028 (AC) Identificar os direitos, deveres e prerrogativas do Sargento Temporá- rio de Enfermagem. Serão formuladas questões relativas aos direitos, aos deveres e às prerrogativas do Sgt Temp Enf, estabelecidos nas normas em vigor. A Estagiária deverá identificar os principais direitos, deveres e prerrogativas do Sgt Temp Enf 1) Distinguir direitos, deveres e prerrogativas. 2) Identificar os vencimentos a que faz juz o Sgt Temp Enf: - soldo; - indenizações; - descontos obrigatórios. 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 18. Direitos, deveres e prerrogativas do Sgt Temp Enf. a. Principais direitos. b. Principais deveres e prerrogativas. E - 03/1 029 (AC) 1) Expressar o conceito de Democracia, apontando os seus valores fundamentais. 2) Caracterizar a estrutura democrática da República Federativa do BRASIL 3) Identificar as caraterísticas básicas da democracia brasileira. 4) Descrever o principais aspectos que nortearam a criação e a 19.Democracia a. Conceituação b. Princípios e valores c. Liberdade e igualdade 20. Democracia Brasileira a. Democracia como filosofia de vida b. Liberdade com responsabi-lidade c. Igualdade de
  36. 36. Identificar aspectos da vida brasileira representativos da estrutura democrática da República Federativa do Brasil. Apresentados vinte aspectos da vida brasileira, entre os quais cinco que caracterizem a estrutura democrática da República Federativa do Brasil. A Estagiária deverá identificar, corretamente, os cinco aspectos característicos da estrutura democrática da República Federativa do Brasil. atuação da FEB, a conseqüente redemocratização do Pais promovida pelas FA em 1945, e a ameaça à democracia brasileira, debelada pela Revolução de 31 Mar 64. 5) Descrever as ameaças potenciais à democracia brasileira, decorrentes de fatores adversos (inflação, desemprego, violência, crime organizado, etc...) que podem ser explorados por defensores de ideologias ultrapassadas. 6) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. oportunidade d. Constituição Brasileira 21. Democracia Social: princípios do regime representativo 22. A ameaça totalitária do MCI e suas ramificações no BRASIL. A Intentona comunista de 1935. A ameaça nazi-fascista e conseqüente criação da FEB. A redemocratização de 1945. continuação da ameaça totalitária do MCI. A Revolução de 31 Mar 64. 23. As ameaças potenciais ao regime democrático vigente no BRASIL decorrentes de fatores adversos. Ideologias totalitárias fracassadas no mundo todo e que podem ameaçar a democracia brasileira. 42.00 3. INSTRUÇÃO GERAL Carga horária estimada: 32h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 03/1 030 (AC) Identificar as principais causas da intervenção federal, da decretação do Estado de Defesa e do Estado de Sítio. Apresentadas dez situações, entre as quais quatro que caracterizem a necessidade de intervenção federal, da decretação do Estado de Defesa e do Estado de Sítio. A Estagiária deverá identificar as quatro situações correta-mente. 1) Identificar os principais fundamentos do Estado Brasileiro. 2) Descrever as situações em que a Uniãp poderá intervir nos Estados e no Distrito Federal. 3) Identificar a destinação constitucional das Forças Armadas. 24. PRINCIPAIS FUNDAMENTOS DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL: a. Soberania b. Cidadania c. Dignidade da pessoa humana d. Valores sociais do trabalho e da livre iniciativa d. Pluralismo político 25. SITUAÇÃO DE INTERVENÇÃO DA UNIÃO, COM EMPREGO DAS FORÇAS ARMADAS: a. Manter a integridade nacional b. Repelir invasão estrangeira ou de uma Unidade da Federação em outra c. Por termo a grave comprometimento da ordem pública d. Garantir o livre exercício de qualquer dos poderes nas Unidades da Federação e. Prover a execução de lei federal, ordem ou decisão judicial 26. DESTINAÇÃO CONSTITUCIONAL DAS FORÇAS ARMADAS:
  37. 37. 4) Caracterizar o Estado de Defesa. 5) Caracterizar o Estado de Sítio. a. Defesa da Pátria b. Garantia dos poderes constitucionais c. Garantia da Lei e da ordem por iniciativa de qualquer dos poderes constitucionais - Executivo, Legislativo e Judiciário. 27. DECRETAÇÃO DO ESTADO DE DEFESA (OBJETIVOS): - Preservação ou pronto restabelecimento, em locais restritos e determinados, da ordem pública ou da paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza 28. DECRETAÇÃO DO ESTADO DE SÍTIO (NOS CASOS DE): a. Comoção grave de repercussão nacional ou ocorrência de fatos que comprovem a ineficácia de medida tomada durante o Estado de Defesa b. Declaração de Estado de Guerra ou resposta a agressão armada estrangeira. 43.00 3. INSTRUÇÃO GERAL Carga horária estimada: 32h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 03/1 031 (AC) Identificar a situação, à margem das leis, de indivíduos e grupos (Forças Adversas) e os dados de Inteligência importantes no quadro da garantia dos Poderes Apresentadas vinte situações, dez das quais relacionadas com a atividade militar da OM e dez outras relacionadas com atividades não militares do cotidiano dos municípios tributários, sendo que todas as situações devem A Estagiária deverá identificar 50% dos dados que deverão ser canalizados para o S2 da OM e 30% dos dados e conhecimentos que não poderão ser difundidos fora do Quartel. 1) Identificar em âmbito municipal, estadual e nacional as mais prováveis Forças Adversas e suas formas de atuação, que possam comprometer a ordem pública: - Grupos Extremistas - Crime Organizado - Narcotráfico - Invasores de Terras - Outras 2) Identificar assuntos que não 29. FORÇAS ADVERSAS a. Definição b. Caracterização 1) Grupos Extremistas - Identificação 2) Crime Organizado - Estrutura - Atividades - Exploração das deficiências de atuação do Poder Público 3) Narcotráfico - Atuação - Poder de influência 4) Invasores de Terras - Organização - Forma de atuação 5) Outras
  38. 38. Constitucionais, da Lei e da Ordem. caracterizar dados e informações de utilidade para o S2 da OM e importantes para as eventuais Forças Adversas regionais. devem ser tratados fora do quartel 3) Identicar fatos que devem ser informados ao Cmt imediato 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 30. SIGILO DOS CONHECIMENTOS a. A importância da discrição com os assuntos relacionados à atividade militar da OM. Exemplos práticos b. A necessidade de informar, ao comandante imediato, dados ou fatos observados. Exemplos práticos. E - 03/1 032 (AC) Participar do Serviço de Escala da OM Participar, como auxiliar, de 1 (um) Serviço de Sargento de Dia. A Estagiária deverá conhe-cer as principais atribuições do Sargento-de-Dia, que o habilite a exercer essa função nos Estabelecimen-tos de Saúde e de Ensino que têm esse serviço. 1) Identificar os Serviços Internos necessários à segurança e ao funcionamento da OM. 2) Descrever as principais atribuições do Sargento-de-Dia. 3) Aplicar os conhecimentos relativos à fiscalização dos demais Serviços de Escala. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido pela OII. 31. Serviço de Escala da OM (R-1) a. Deveres/Responsabilidades . b. Ordens Particulares e NGA. c. Procedimentos em situações diversas. 44.00 4. MARCHAS, ESTACIONAMENTOS E SERVIÇO EM CAMPANHA Carga horária estimada: 16h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 03/1 033 (OP) Realizar a marcha a pé, diurna, de 8 Km. Após a marcha, OM com disponibilidade de estradas.. Uniforme 4ºA. Obs: As OM de Selva, A Estagiária deverá realizar a marcha e o acampamento adotando os 1) Descrever os procedimentos e as técnicas de execução das marchas a pé. 2) Identificar o equipamento e o material individual de campanha 3) Executar o aprestamento 1. Marchas. a. Generalidades sobre marchas a pé e motorizadas. b. Organização. c. Destacamento precursor. d. Medidas de segurança. 2. Marchas a pé. a. Formação. b. Velocidade. c.Cadência. d. Distância entre os militares. e. Altos. f. Disciplina de marcha.
  39. 39. realizar um acampamento com duração de 2 (duas) horas diurnas e 12 (doze) horas noturnas deverão adaptar este OII. procedimentos corretos individual. 4) Utilizar o equipamento. 5) Identificar as instalações do acampamento. 6)adquirir noções do Serviço em Campanha. 7) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. g. Sinalização. h. Comandos. 3. Equipamentos. a. Nomenclatura. b. Peças componentes. c. Cuidados e conservação. d. Adaptação da mulher. e. Utilização. f. Arrumação da mochila: equipar e desequipar. 4. Estacionamentos a. Tipos de estacionamento. b. Procedimentos. c. Identificações das barracas. e instalações. E - 03/1 034 (TE) Executar um circuito básico de orientação. De dia, e de noite, com o em-prego do passo duplo e pro-cessos expeditos de orienta-ção, o instruendo recebe, no ponto A, os seguintes dados: 1º deslocar-se x metros (de 150 a 250) na direção tal (N, S, L ou w); 2ª - após, deslocar-se Y metros (de 150 a 250) na direção tal (90º definido pelo ponto cardeal); 3º - em seguida, deslocar- se z metros (de 150 a 250) na direção tal (90º definido pelo ponto cardeal); 4ª - após, deslocar-se 50 metros na direção tal (90º definido pelo ponto cardeal), atingindo o ponto B. O instruendo deverá realizar uma pequena "pista de orientação" durante as horas de luz natural, como ambientação . À noite, deverá realizar outra "pista de orientação" como verificação da aprendizagem. O instruendo deverá chegar, no ponto B, com um erro tolerado dentro de 10 m de raio. 1) Descrever os processos de orientação em campanha (onde estou?, para onde vou?, por onde vou?, como vou?). 2) Identificar, por vários processos, os pontos cardeais e colaterais. 3) Aferir o passo-duplo. 4) Descrever e empregar a técnica de navegação em campanha sem auxílio da bússola: - identificar as funções do homem-base, homem-bússola e homem-passo; - Seguir um itinerário dado por direções cardeais e colaterais. 5) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 5. Orientação em campanha. a. Pontos cardeais. b. Orientação durante o dia. c. Orientação à noite. 45.00 5. ORDEM UNIDA Carga horária estimada: 20h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS 1. Instrução individual sem arma. Posições (militares a pé) a. Sentido b. Descansar. c. À vontade. d. Em forma.
  40. 40. E - 03/1 035 (OU) Executar os movimentos de Ordem Unida a pé firme e em marcha. Durante a realização das instruções de Ordem Unida e nas formaturas da OM. A Estagiária deverá realizar, corretamente, todos os movimentos. 1) Executar os seguintes movimentos a pé firme - entrar e sair de forma; - cobrir e alinhar; - perfilar; - voltas; esquerda, direita, meia-volta. 2) Executar os seguintes movimentos em marcha: - deslocar-se em passo ordinário; -olhar à direita (esquerda) em marcha; - executar voltas em marchas; - deslocar-se em passo acelerado. 3) Executar movimentos e deslocamentos a toque de corneta. 4) Executar a continência do Sargento em marcha. 5) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. e. Fora de forma. f. Olhar à direita. g. Olhar à esquerda. 2.Passos. a. Ordinário. b. Sem cadência. c. De estrada. d. Acelerado. 3. Marcha em passo sem cadência. a. Rompimento. b. Alto. c. Variações com o passo ordinário. 4. Marcha em passo de estrada: variações com o passo sem cadência, alto. 5. Marcha em passo acelerado. a. Rompimento. b. Passar do passo ordinário ao acelerado. c. Passar do passo sem cadência ao acelerado. d. Alto. e. Passar do passo acelerado para o passo ordinário. f. Marche-marche. g. Voltas: a pé firme e em marcha. 6. Continência da Estagiária em marcha, em forma na SU. 46.00 6. SERVIÇO DE SAÚDE Carga horária estimada: 15h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS 1) Identificar os escalões funcionais do Serviço de 1. Serviço de Saúde em Campanha. a. Organização. b. Missão.
  41. 41. E - 03/1 036 (AC) Descrever o emprego do Serviço de Saúde em Campanha. Será apresentada, à Estagiária, os escalões funcionais do Serviço de Saúde e formuldas questões orais sobre o assunto. A Estagiária deverá descrever, corretamente, a organização, a missão e as possibilidades, particularmente, dos 1º e 2º escalões funcionais. Saúde em Campanha. 2) Descrever a organização do 1º escalão funcional. 3) Descrever as missões do 1º escalão funcional. 4) Descrever a organização do 2º escalão funcional 5) Descrever as missões do 2º escalão funcional. 6) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. c. Escalões funcionais. d. Emprego. 2. Serviço de Saúde de 1º escalão (Posto de Socorro de Unidade) a. Organização. b. Missão. 3. Serviço de Saúde de 2º escalão. a. Organização. b. Missão: - cadeia de evacuação (circuito de ambulância); - posto de triagem. E - 03/1 037 (HT) Utilizar o material de Saúde (de Campanha) da OM. Durante a instrução serão apresentadas, à Estagiária, as canastras e outros equipamentos de saúde de uso médico, odontológico e farmacêutico empregados em Campanha. A Estagiária deverá empregar, corretamente, os componentes das canastras e dos demais equipamentos. 1) Identificar os componentes do material de saúde de Campanha. 2) Descrever a utilização de cada equipamento de saúde. 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 4. Material de Campanha. a. Componentes. b. Utilização. E - 03/1 038 (AC) Descrever as atribuições dos componentes do Serviço de Saúde em Tempo de Paz. Será apresentado, à Estagiária, o organograma do Serviço de Saúde em Tempo de Paz. A Estagiária deverá descrever, corretamente, as atribuições dos componentes do Serviço de Saúde em Tempo de Paz, particularmente, o do Serviço de Saúde Regional. 1) Identificar a organização do Serviço de Saúde em Tempo de Paz. 2) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 5. O Serviço de Saúde em Tempo de Paz. a. Organização. b. Atribuições. 47.00 6. SERVIÇO DE SAÚDE Carga horária estimada: 15h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS Serão apresentadas à A Estagiária deverá 1) Descrever os recursos finan- ceiros orçamentários e extra- orçamentários do Sistema. 2) Identificar os usuários do
  42. 42. E - 03/1 039 (HT) Fazer a triagem dos encaminhamentos médicos. Estagiária, situações simuladas de encaminhamento médico que exijam a consulta à Legislação Específica. fazer, corretamente, a triagem dos encaminhamentos médicos, de acordo com o prescrito na Legislação Básica. SAMED;FUSEX. 3) Descrever os tipos de assistência proporcionados pelo SAMED/ FUSEX. 4) Descrever as cláusulas normativas dos convênios e contratos do SAMED/FUSEX. 5) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 6. SAMED/FUSEX a. Legislação Básica (Coletânea). b. Manual do Usuário. c. Funcionamento. E - 03/1 040 (HT) Participar, como auxiliar, de uma Visita Médica e Odontologia na OM. Em dia e horário a serem designados pelo Diretor do Estágio, sob a supervisão do Médico e Dentista da OM, a Estagiária auxiliará na Visita Médica. A Estagiária deverá identificar, corretamente, os procedimentos peculiares à Visita Médica e Odontologia na OM. 1) Descrever os deveres da Técnica e da Auxiliar de Enfermagem. 2) Descrever os procedimentos na execução da visita médica. 3) Descrever os encaminhamentos: baixas, repouso, dispensa. 4) Identificar as providências administrativas (registros, publicações em Bl etc). 5) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII 7. Deveres da Técnica e da Auxiliar de Enfermagem. a. Procedimentos na Visita Médica e Odontologia: E - 03/1 041 (AC) Descrever as responsabilidades da Técnica e da Auxiliar de Enfermagem em situações especiais. Serão formuladas, à Estagiária, perguntas sobre a finalidade e procedimentos: - Junta de Inspeção de Saúde; - Inquéritos Epidemiológicos; - Participação na Instrução da OM. - Exame de Corpo de Delito e de Sanidade. A Estagiária deverá responder às perguntas corretamente. 1)Descrever os procedimentos das Juntas de Inspeção de Saúde. 2) Descrever os procedimentos a serem adotados no Exame de Corpo de Delito e Sanidade. 3) Descrever os procedimentos a serem adotados, nos inquéritos epidemiológicos. 4) identificar os assuntos de instrução de responsabilidade da Técnica e da Auxiliar de Enferma-gem. 5) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. b. Participação na Juntas de Inspeção de Saúde. c. Exame de Corpo de Delito e Sanidade. d. Inquéritos epidemiológicos. e. Instrução de Saúde às Praças da OMS e EE. 48.00 6. SERVIÇO DE SAÚDE Carga horária estimada: 15h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS
  43. 43. E - 03/1 042 (AC) Descrever o funcionamento da Formação Sanitária da OM. Serão formuladas, à Estagiária, perguntas sobre as características de funcionamento da Formação Sanitária da OM. A Estagiária deverá responder às perguntas formuladas. 1) Descrever os deveres e atribuições do pessoal de saúde da OM. 2) Identificar as dependências da Formação Sanitária da OM. 3) Identificar o Material Carga da Formação Sanitária da OM. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 8. Formação Sanitária da OM. a. Pessoal b. Dependências c. Material Carga d. Funcionamento 49.00 7. TREINAMENTO FÍSICO MILITAR Carga horária estimada: 30h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS 1) 1ª Semana - Executar, correta-
  44. 44. E - 03/1 043 (CF) Executar os Teste de Avaliação Física Conforme previsto nos OII que caracterizam o Padrão Básico de Desempenho Físico (PBD). O Teste deverá ser executado na última semana do Estágio. Obs: 1) A Seleção das Estagiárias deverá incluir um Padrão de Aptidão Física Inicial (PAFI) que permita, por intermédio do treinamento físico, atingir o Padrão Mínimo do OII em 6 semanas. 2) Realizar o Exame Médico Sanitário na 1ª semana. A Estagiária deverá demonstrar um desempenho físico igual ou superior aos índices mínimos previstos para o Padrão Básico de Desempenho Físico (PBD). mente, os movimentos e ritmo dos exercícios: - preparatória (3 repetições); - ginástica básica adaptada (3 repetições); - circuito adaptado (intensidade fraca); - corrida (1400m/12min). 2) 2ª Semana - Exercitar-se para realizar o 1º TAF: - preparatória (3 a 4 repetições); - ginástica básica adaptada (3 a 4 repetições); - circuito adaptado (intensidade fraca); - corrida (1500m;12min). 3) 3ª Semana -Exercitar-se para realizar o 1º TAF: - preparatória (4 repetições); - ginástica básica adaptada (4 repetições); - circuito adaptado (intensidade fraca); - corrida (1700m/12min). 4) 4ª Semana - Exercitar-se para realizar o 1º TAF: - preparatória (4 a 5 repetições); - ginástica básica adaptada (4 a 5 repetições); - circuito adaptado (intensidade fraca); - corrida (1900m;12min). 5) 5ª Semana - Exercitar-se para realizar o 1º TAF: - preparatória (5 a 6 repetições); - ginástica básica adaptada (5 a 6 repetições); - circuito adaptado (intensidade fraca); - corrida (2050m/12min). 6) 6ª semana - Exercitar-se para realizar o 1º TAF: demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII - PBD (1º TAF). Obs: A tabela do TAF a ser utilizada é a constante da Port Nr 025-EME, de 12 Abr 96, publicada no BE Nr 17/96 e no NE Nr 9.151, de 09 Ago 96 (Pag 02). Treinamento Físico Militar: a. Exame Médico Sanitário. b. Preparatória. c. Ginástica Básica Adaptada. d. Circuito Adaptado. e. Corrida continua. f. Jogos. 50.00 2ª PARTE - EBSTV / 2ª FASE
  45. 45. Pag I. INTRODUÇÃO ___________________________________________________________________________ 53.00 1. Finalidade ______________________________________________________________________________ 55.00 2. Objetivo do Estágio - 2ª Fase ______________________________________________________________ 55.00 3. Execução do Estágio - 2ª Fase _____________________________________________________________ 55.00 4. Direção e Condução do Estágio - 2ª Fase ____________________________________________________ 55.00 5. Avaliação _______________________________________________________________________________ 56.00 II. MODELO DE FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DA ESTAGIÁRIA (FCIE) ______________________ 59.00 III. MODELO DE FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DE ESTAGIÁRIA ________________________ 63.00 51.00 2ª PARTE - EBSTV / 2ª FASE
  46. 46. As páginas que se seguem contêm uma série de informações, cuja leitura é considerada indispensável para os usuários da 2ª Parte do presente Programa-Padrão de Instrução. 53.00
  47. 47. I. INTRODUÇÃO 1. Finalidade
  48. 48. A 2ª Parte deste Programa-Padrão orienta o planejamento e a execução da 2ª Fase do Estágio Básico para Sargento Temporário Voluntário (EBSTV). 2. Objetivos do Estágio - 2ª Fase Definidos na Port Nr 045-DGP, de 19 Set 97. O EBSTV/2ª Fase, destinado à aplicação de conhecimentos técnico-profissionais dos 3º Sargentos Temporários de Enfermagem, nas Organizações Militares de Saúde, nos Postos Médicos de Guarnição e nos Estabelecimentos de Ensino nos quais houver a participação feminina no Corpo Discente: 1) Adaptá-las à vida militar. 2) Proporcionar-lhes condições de aplicação de suas técnicas profissionais. 3) Torná-las mobilizáveis, quando reservistas, para exercer cargos de 2º Sargento de Enfermagem. 3. Execução do Estágio - 2ª Fase a. Conceito de Execução O Estágio será conduzido, fundamentalmente, por meio da participação orientada da Estagiária, nas atividades correntes da Organização Militar de Saúde (OMS), do Posto Médico de Guarnição (P Med Gu) e do Estabelecimento de Ensino (EE), favorecendo a aplicação de suas habilitações profissionais e o seu convívio com os seus camaradas, Sargentos de Carreira e Temporários, e as relações com superiores e subordinados. Não só o Comando, Chefia ou Direção da OM, mas todos os Quadros deverão concorrer decisivamente para promover a integração da Estagiária, fazendo delas incondicionais colaboradoras no serviço e no seio da comunidade nacional, onde o Exército deve ter as suas mais profundas raízes. b. Duração O EBSTV/2ª Fase, continuação do EBSTV/1ª Fase e como parte do Serviço Militar Inicial da Estagiária, tem a duração aproximada de 10 meses. c. Locais O EBSTV/2ª Fase será realizado nas OMS, P Med Gu e EE do Exército. d. Participantes Os 3º Sargentos Temporários de Enfermagem que concluíram, com aproveitamento, o EBSTV/1ª Fase. e. Legislação Básica 1) Port Min Nr 582, de 14 Ago 97 2) Port Min Nr 733, de 16 Set 97 3) Port Nr 045-DGP, de 19 Set 97 4. Direção e Condução do Estágio - 2ª Fase Atribuições e responsabilidades: a. Comandante, Chefe ou Diretor da OM 1) Distribuir as Estagiárias pelos órgãos onde deverão participar das atividades correntes da Organização Militar e exercer suas atividades profissionais. 2) Designar o Diretor de Estágio. 3) Proporcionar as melhores condições e promover adequadas oportunidades para concretizar a rápida ambientação das Estagiárias e a sua integração ao Círculo de Subtenentes e Sargentos. 4) Ao final do Estágio, realizar a avaliação do desempenho e elaborar o conceito de cada Estagiária bem como emitir parecer sobre as condições para concessão das prorrogações do tempo de serviço. 5) Remeter ao Comandante da Região Militar as Ficha da Avaliação e Conceituação das Estagiários (modelo na pag 65.00). 55.00
  49. 49. b. Diretor do Estágio 1) Assessorar o Comandante, Chefe ou Diretor da OM. 2) Planejar e programar as atividades do Estágio. 3) Acompanhar e orientar as Estagiárias, particularmente, quanto à sua participação nas atividades correntes da OM e quanto à conduta e procedimento militares. 4) Observar o desempenho das Estagiárias, suas atitudes e comportamentos e a evidência dos Atributos da Área Afetiva, ficando em condições de assessorar o Comandante, Chefe ou Diretor da OM, na elaboração da Ficha de Avaliação e Conceituação de Estagiária. 5) Avaliar o desempenho das Estagiárias e fazer o registro na Ficha de Controle de Instrução da Estagiária (FCIE - modelo na pag 61.00). C. Estagiária 1) Conhecer a programação do EBSTV/2ª Fase e as tarefas que deverá cumprir durante a realização do Estágio. 2) Colocar todo o seu empenho, aplicar a sua iniciativa e conhecimentos profissionais na realização das tarefas que lhe forem conferidas. 5. Avaliação A avaliação de cada Estagiária será conduzida com base nos aspectos fundamentais que caracterizam a consecução dos Objetivos Gerais do Estágio: 1º) O Desempenho Individual revelado na(o): - participação nas atividades correntes da OM; - execução das tarefas que lhe forem atribuídas; - exercício das atividades profissionais. 2º) O Caráter Militar revelado pela: - evidência dos Atributos da Área Afetiva, definidos em objetivos Individuais de Instrução (OII) - Ver EBSTV/1ª Fase; - demonstração de atitudes e comportamentos adequados à vida militar, à convivência no Circulo de Subtenentes e Sargentos e à prática profissional. A execução de um Estágio deve ser orientada com a preocupação básica de homogeneização de resultados da aprendizagem sem, contudo, haver preocupação de eliminação ou de inabilitação da Estagiária (PPB/1). 56.00 Eventualmente, uma Estagiária poderá ser inabilitado por não demonstrar o Desempenho Individual previsto ou não evidenciar os atributos e qualidades do Caráter Militar. Tal ocorrência, entretanto, representará mais do que um insucesso individual; na verdade, uma falha na seleção, na avaliação da 1ª Fase do Estágio ou decorrência de uma deficiência pessoal acidental. a. Desempenho Individual DESEMPENHO INDIVIDUAL é a capacidade profissional com que um militar executa as tarefas que correspondem às funções do cargo que ocupa (PPB/1). A avaliação do Desempenho Individual será feita segundo os seguintes critérios: 1) Aproveitamento Demonstrado pelos padrões militares evidenciados nas atividades correntes da OM e na execução de tarefas atribuídas: - Assiduidade e Pontualidade; - Correção do uso do uniforme; - Manifestação dos sinais de respeito; - Correção no trato com superiores, pares e subordinados. O Diretor de Estágio registrará os resultados verificados na Ficha de Controle de Instrução da Estagiária (FCIE) fazendo uma apreciação qualitativa (menção e nota). 2) Desembaraço Avaliação feita pelo Diretor de Estágio por meio da observação do Estagiário nas atividades correntes da OM, na execução das tarefas atribuídas e no trato com superiores, pares e subordinados. O Diretor de Estágio registrará, na FCIE, sua apreciação qualitativa (menção e nota).
  50. 50. 3) Preparo Técnico-profissional Avaliação feita pelo Diretor de Estágio por intermédio da observação do desempenho da Estagiária na participação das atividades correntes da OM, no exercício das atividades funcionais e na execução das tarefas atribuídas. O Diretor de Estágio registrará, na FCIE, sua apreciação qualitativa (menção e nota). 4) Cultura Geral Avaliação feita pelo Diretor de Estágio por meio da observação da Estagiária nas atividades correntes da OM, no exercício das atividades funcionais e no convívio com pares e superiores. O Diretor de Estágio registrará , na FCIE, sua apreciação qualitativa (menção e nota). 5) Inteligência Avaliação feita pelo Diretor de Estágio por meio da observação da Estagiária nas atividades correntes da OM, no exercício de atividades funcionais, na execução de tarefas atribuídas e no convívio com pares e superiores. O Diretor de Estágio registrará, na FCIE, sua apreciação qualitativa (menção e nota). 6) Vigor e Desempenho Físico Avaliação feita por meio do Teste de Avaliação Física (3º TAF), no qual a Estagiária deverá satisfazer o Padrão Básico de Desempenho Físico (PBD). O Diretor de Estágio registrará, na FCIE, a apreciação qualitativa (menção e nota), segundo os critérios estabelecidos pelo próprio TAF. b. Caráter Militar CARÁTER MILITAR é o conjunto de valores aceitos pela maioria dos integrantes de um agrupamento, capaz de conferir a este agrupamento, como um todo, reações coletivas semelhantes em termos de procedimentos e sentimentos (PPB/1). A avaliação do Caráter Militar será feita segundo os seguintes critérios: 1) Atributos da Área afetiva São definidos em OII próprios (ver 1ª Parte deste PP) e evidenciados na condições por eles estabelecidas. Resultará da observação contínua da Estagiária em todas as oportunidades, no serviço e fora dele, nas relações com superiores, pares e subordinados, no exercício das atividades funcionais, na vida privada e nas atividades sociais. Ao final do Estágio, o seu Diretor apreciará todas as observações disponíveis e proporá ao Comandante, Chefe ou diretor da OM, o Conceito (menção e nota) registrado na FCIE. 2) Conduta Militar A avaliação será feita por meio da observação das atitudes e comportamentos da Estagiária, considerando, particularmente, as manifestações de disciplina, de cumprimento do dever e de cortesia militar. Ao final do Estágio, o seu Diretor apreciará todas as observações disponíveis e proporá ao Comandante, Chefe ou Diretor da OM, o Conceito (menção e nota) registrado na FCIE. 3) Conduta Civil A avaliação será feita por meio da observação do comportamento social da Estagiária, particularmente, as manifestações de educação, cortesia, urbanidade, boas maneiras, dentro e fora do serviço. Ao final do Estágio, o seu Diretor apreciará todas as observações disponíveis e proporá ao Comandante, Chefe ou Diretor da OM, o disponíveis e proporá ao Comandante, Chefe ou Diretor da OM, o Conceito (menção e nota) registrado na FCIE. C. Parecer do Comandante, Chefe ou diretor da OM Cabe ao Comandante, Chefe ou Diretor da OM, a avaliação final da Estagiária e emitir o seu parecer pessoal sobre o mesmo. 1) Apreciará os registros (menções e notas), lançados na FCIE, fazendo constar e processar na Ficha de Avaliação e Conceituação da Estagiária (modelo na pag 65.00), as notas correspondentes aos atributos e qualidades dela constantes. A Média Final será transformada em Menção Final segundo os seguintes critérios:
  51. 51. 0,00 a 4,99 (I) Insuficiente 5,00 a 5,99 (R) Regular 6,00 a 7,99 (B) Bom 8,00 a 10,00 (MB) Muito Bom 2) No seu Parecer Final, na Ficha de Avaliação e Conceituação da Estagiária, o Comandante, Chefe ou Diretor da OM emitirá o seu conceito pessoal, concluindo se a Estagiária reúne condições para a prorrogação do tempo de serviço. 57.00 Não há instrução individual que possa ser conduzida, satisfatoriamente, sem controle individual. Na Folha que se segue, é apresentado o Modelo da FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DA ESTAGIÁRIA (FCIE). Os registros, na FCIE, são da responsabilidade do Diretor de Estágio e serão submetidos à apreciação do Comandante, Chefe ou Diretor da OM.
  52. 52. 59.00
  53. 53. FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DA ESTAGIÁRIA (FCIE) Quartel em __________________, ____________________ a) ____________________________________________ Diretor de Estágio 61.00 Os OII programados serão verificados tendo por critério os respectivos Padrões Mínimos (Aproveitamento) e os Padrões Evidenciados (Atributos) e terão uma apreciação qualitativa (Menção) que levará em conta o empenho, a adequação técnica e a eficácia demonstrados pela Estagiária na concretização do mesmos. As demais qualidades constantes da FCIE serão avaliadas pelo Diretor de Estágio e também por meio de uma apreciação qualitativa (Menção). As Menções MB, B e R serão ainda expressas por uma Nota segundo a seguinte correlação: MENÇÃO NOTA MB 9,0 B 7,0 R 5,0 A Menção I (Insuficiente) inabilitará a Estagiária para prorrogação do tempo de serviço APROVEITAMENTO PARTICIPAÇÃO NAS ATIVIDADES CORRENTES DA OM MB B R I NOTAS Aproveitame n-to Desembaraç o Preparo Técni-co Proficional Cultura Geral Inteligência Desempenho Físico Média ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA OII MB B R I NOTAS 03/1-001 03/1-002 03/1-003 03/1-004 03/1-005 03/1-006 03/1-007 03/1-008 03/1-009 Média DEMONSTRAÇÃO DE ATITUDES E COMPORTAMENTOS MB B R I NOTAS Conduta Militar Conduta Civil
  54. 54. Na página seguinte, é apresentado o Modelo da FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DE ESTAGIÁRIA como prescrita nas IG 10-68. Os resultados, nela registrados, serão publicados em Boletim Interno da OM. ESTE REGISTRO CORRESPONDE À AVALIAÇÃO FINAL DA ESTAGIÁRIA.
  55. 55. 63.00
  56. 56. FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DE ESTAGIÁRIA - ESTÁGIO BÁSICO PARA SARGENTO TEMPORÁRIO VOLUNTÁRIO (EBSTV - 2ª fase) 3º Sgt Temp Enf_______________ _________________________________ (Identidade) (Tec Enf / Aux Enf) ______________________________________ (Nome) QUALIDADE E ATRIBUTOS NOTAS MÉDIA DAS NOTAS OBSERVAÇÕES Aproveitamento (A) DESEMPENHO Desembaraço - A Média final (MF) é o resultado da operação INDIVIDUAL Preparo Técnico-profissional MF = A+B 2 Cultura Geral inteligência aproximação até centésimos. Vigor e Desempenho Físicos Atributos da Área Afetiva - As notas são (B) CARÁTER MILITAR Conduta militar atribuídas de 0 (zero) a 10 (dez) Conduta Civil MÉDIA FINAL (MF) MENÇÃO FINAL PARECER FINAL: - Reúne ____________________________ (ou Não Reúne) condições para ter prorrogado o seu tempo de (MB, B, R,) serviço. Quartel em _______________________________________ (Local e data) _______________________________________ (assinatura do Cmt da OM)
  57. 57. PROGRAMA-PADRÃO EXPERIMENTAL - PPE-03/2 TIRAGEM PARA: COTER - C Mil A - RM - OM designadas para o EBSTV ELABORAÇÃO: COTER/DIV PREP F TER/Seção de Instrução Militar ARQUIVO: C:SUBIN-1C-FREIREP-PADRÃOPPE-03-2 DIGITADOR: Cabo PAULO ROBERTO SANTOS DA CUNHA

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