CADERNO DE INSTRUÇÃO REOP DO GRUPO AUTOPROPULSADO 155mm (VBCOAP M109A3) CI 6-20/2

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CADERNO DE INSTRUÇÃO REOP DO GRUPO AUTOPROPULSADO 155mm (VBCOAP M109A3) CI 6-20/2

  1. 1. CI 06-20/2 MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES Caderno de Instrução REOP DO GRUPO AUTOPROPULSADO 155mm (VBCOAP M109A3)
  2. 2. ÍNDICE DE ASSUNTOS Pag CAPÍTULO 1 – PRESSUPOSTOS BÁSICOS ARTIGO I - INTRODUÇÃO 1-1. Finalidade ..........................................................................................1 1-2. Ações a Realizar ...............................................................................1 CAPÍTULO 2 – REOP NO GAC AP 155mm 2-1. Finalidade ..........................................................................................1 2-2. Fase do REOP ................................................................... ..............1 CAPÍTULO 3 – REOP NA BATERIA DE OBUSES 3-1. Introdução .........................................................................................1 3-2. Característica ....................................................................................1 3-3. Reconhecimento e Escolha .............................................................8 3-4. Ordens para a Ocupação de Posição ............................................11 3-5. Ocupação da Posição de Bateria ....................................................14 CAPÍTULO 4 – REOP NA BATERIA COMANDO 4-1. Finalidade ..........................................................................................1 4-2. Característica ....................................................................................2 4-3. Reconhecimento, Escolha e Ocupação ............................................7 CAPÍTULO 5 – REOP NA SEC LOG/BC 5-1. Finalidade ..........................................................................................1 5-2. Característica ....................................................................................1 5-3. Reconhecimento, Escolha e Ocupação ............................................4 5-4. Ocupação da Posição .......................................................................7 CAPÍTULO 5 – REOP NA SEC LOG/BC 6-1. REOP com Tempo Restrito ...............................................................1 6-2. Mudanças de Posição no Decorrer do Combate ..............................2
  3. 3. 1-1 CAPITULO 1 GENERALIDADES ARTIGO I 1-1. INTRODUÇÃO O reconhecimento assegurar à Artilharia de Campanha, deslocamentos e desdobramentos rápidos de Fogo. EFICIÊNCIA = INSTRUÇÃO + ESPÍRITO DE EQUIPE + INICIATIVA
  4. 4. 1-2 LEMBRE-SE! - NO REOP - • não há normas rígidas a serem adotadas, entretanto existem princípios que devem ser observados e tarefas que precisam ser feitas. • fatores tais como missão, terreno, condições meteorológicas, tipo de material, situação tática e outros, determinam a conduta a ser seguida. • o planejamento é centrlizado e a execução descentralizada. • o preparo e a iniciativa dos quadros são aspectos básicos para o sucesso. • a existência de NGA é primordial para a boa execução dos trabalhos. • nunca negligencie as normas de segurança durante os trabalhos. • um planejamento bem feito assegura a obtenção de uma boa execução. UM REOP BEM EXECUTADO É UMA GARANTIA PARA O BOM CUMPRIMENTO DA MISSÃO
  5. 5. 1-3 1-2. AÇÕES A REALIZAR. RECONHECIMENTO TRABALHO PREPARATÓRIO - Estudo de Situação na carta - Plano de Reconhecimento - Organização do Reconhecimento EXECUÇÃO DO TERRENO RELATÓRIOS ESCOLHA DECISÃO OCUPAÇÃO EXECUÇÃO DA DECISÃO
  6. 6. 2-1 CAPITULO 2 REOP NO GAC AP 155mm 2-1. FINALIDADE O REOP de um GAC 155mm AP é o conjunto de operações Zona de Reunião, Coluna de Marcha ou Zona de Embarque para uma execução judiciosa permitirá obter rapidez, bem como fogos exatos e possa cumprir com êxito a missão recebida. 2-2 FASES DO REOP São várias as tarefas a executar, seja simultânea seja seguintes fases: • Recebimento das Ordens • Trabalhos Preparatórios • Execução do Reconhecimento • Apresentação dos Relatórios • Decisão do Cmt Gp • Reconhecimento das Baterias • Ocupação de Posição • Desdobramento do Grupo ATENÇÃO! NÃO HÁ NORMAS PADRÃO ESTABELECIDAS
  7. 7. 2-2 a. RECEBIMENTO DAS ORDENS As ordens para a Ocupação de Posição podem ser: Verbais Escritas Se o Cmt Gp for ao encontro do Comando Superior, poderá levar, de acordo com a situação, todo ou parte do 1° Escalão de Reconhecimento
  8. 8. 2-3 b. TRABALHOS PREPARATÓRIOS 1) Estudo de situação na carta ITINERÁRIOS ÁREAS DE PROCURA DE POSIÇÃO ÁREAS DE PC ÁREAS DE OBSERVATÓRIOS O Cmt Gp aproveita essa ocasião para realizar o estudo prelimi-
  9. 9. ES CAL ÕES DE 2-4 2) Organização do Reconhecimento e Constituição ATUA EM PROVEITO DO GRUPO - ATUAM EM PROVEITO DAS BIAS - INICIAM OS TRABALHOS TOPO, COM E DIR TIRO RECONHECIMENTO 1º ESCALÃO 2º ESCALÃO 3º ESCALÃO A organização dos Escalões de Reconhecimento deve constar das NGA dos Grupos e pode ser alterada em função da situação e/ou das restrições impostas. Normalmente constarão das NGA dois tipos de organização: - Reconhecimento completo - Reconhecimento reduzido Segue um exemplo de um Rec completo, que atende as neces-
  10. 10. 2-5 1º ESCALÃO 2º ESCALÃO 3º ESCALÃO
  11. 11. sidades normalmente encontradas. 2-6 Reconhecimento reduzido: - Quando a situação impuser, os diversos ESC REC devem ser REDUZIDOS. - O Cmt fará constar no PLANO DE RECONHECIMENTO uma referência ao item das NGA que trata da organização do Rec, ou a esta- LEMBRE-SE! Qunado houver restrições, o carregamento das Vtr deve do reconhecimento. belecerá, caso a situação imponha. c. EXECUÇÃO DO RECONHECIMENTO 1) CMT GP E S/3 Reconhecem - Posições selecionadas a dividir - As áreas escolhidas escolher - O P Lib e a Pos de Reg dicidir - Qual Bia regulará - Em que horário IMPORTANTE! drante. 2) O COM
  12. 12. Reconhece as áreas selecionadas para o PC considerado: - Proximidade do PC do Escalão enquadrante apoiada e do 2-7 seu eixo de comunicações; - Proximidade das BO; - Afastamento da ordem de 200m de pontos notáveis; - Fácil acesso; Após a decisão do Cmt, designa a equipe telefônica para provi- 3) S/2 - Coordena o reconhecimento das regiões previstas para o PO - Designa para o Adj S/2 o PV e os AA, de acordo com as neces-sidades informadas pelo S/3 - Após a decisão do Cmt Gp, diz quem vai ocupar os PO e quem 4) OF MÉDICO Reconhece as regiões prováveis de insta-lação do Posto de Saúde
  13. 13. Presta apoio de saúde aos Elm do 1° Esc Rec. Terminados os trabalhos do 1° Esc, conduz a Tu Sau para a região de desdobramento 2-8 d. EXECUÇÃO DO RECONHECIMENTO Na hora marcada e local estabelecido, são apresentados os relató-rios de 1° escalão, ao Cmt Gp. Devem estar presentes os Cmt Bia com o 2° Esc Rec. Os relatórios e sugestões decorrentes são verbais. ATENÇÃO! O local de reunião deve atender às prescrições abaixo:
  14. 14. - Próximo às Áreas de Posição - Oferecer segurança - Fácil acesso e. DECISÃO DO CMT GP Apresentados os relatórios, o Cmt Gp decide, no próprio local, so-bre os títulos transcritos a seguir: 2-9 - Áreas a serem ocupadas pelos órgãos Gp; - Levantamento Topo; - Comunicações; - Itinerários; - PC, PS, P Rem, ZPH. EXEMPLO DE DECISÃO - S/3 Conduza os Cmt Bia às A Pos e faça a divisão da mesma pelas Bia. Organize a C Tir aí e me aguarde. Use a Vtr de ligação - Cmt 2ª BO Realize as Reg no PV e AA1 usando a C Tir/Bia e OA 2. Início às 15:00 - S/2 Conduza os O Rec 1 e 2 aos seus PO mostrando-lhes o setor de observação, PV, AA e outros P Ref. - Adj S/2 Execute seu PLG. Ligue-se com o S/2 para saber os alvos a levantar. - O Com Execute seu plano. Prio para Pos Reg. Localize o PC na Reg C e reconheça o Itn Dslc Gp para fazer seu balizamento MEDIDAS COMPLEMENTARES Tomadas as Decisões do Cmt e antes de liberar o Rec 2° Esc, algumas medidas complementares ainda têm lugar: - O S/3 fornece a Pos troca aos Cmt BO - O Adj S/2 fornece o CZA aos Cmt BO e aos O Rec o Loc Aprx da RPG
  15. 15. - O S/3 Gp acerta os relógios Em seguida inicia o Rec das Bias ATENÇÃO! O Rec Bia será abordado, em detalhes, nos capítulos seguintes f. OCUPAÇÃO DE POSIÇÃO O Rec Bia é liberado após as Decisões do Cmt. Enquanto ele se processa, o Adj S/2 elabora o Quadro de Movimento. De acordo com esse Quadro: 2-10 - O Gp (- Esc Log/BC) desloca-se até o P Lib, ao Cmdo do S Cmt; - As BO deslocam-se até as Pos de espera, guiados por seus CLF; - A BC desloca-se até a Pos, normalmente, ao Cmdo do Adj O Com. g. DESDOBRAMENTO Considera-se um GAC desdobrado quando apresenta: - O material em posição - O Cmdo e as Com estabeleci-dos - A Rede Obs instalada - As ligações estabelecidas - Os órgãos de Ap Log instala-dos - A Mun na posição
  16. 16. 3-1 CAPITULO 3 REOP NA BATERIA DE OBUSES 3-1. INTRODUÇÃO Após a decisão do Cmt Gp, já estudada, tem início o REOP das Bia, que será apresentado a seguir. Neste capítulo serão abordados procedimentos na BO, visando reconhecer, escolher e ocupar uma Pos Bia, ou seja, LF, PO, LV, Trens, PC, C Tel e demais instalações da Subunidade. Para esses procedimentos serem levados a bom termo, é preciso observar judiciosamente determinadas características técnicas do material 155mm AP e das VSR pertencentes a cada um dos elementos integrantes da Pos Bia. Bia é possibilitar um rápido deslocamento para uma posição da qual possa ser, no menor prazo, iniciado o apoio de fogo necessário ao cumprimento da missão. Esse aspecto condicionará todas as ações a serem cumpridas. 3-2. CARACTERÍSTICAS POSIÇÃO DE BATERIA PONTO DE LIBERAÇÃO LINHA DE FOGO POSTO DE OBSERVAÇÃO LINHA DE VIATURA TRENS CENTRAL TELEFÔNICA a. POSIÇÃO DE BATERIA EM PRINCÍPIO DEVE: - Possibilitar o cumprimento da missão - Permitir a máxima utilização das Psb do material para entrada e saída Pos - Dar condições de bater o limite curto com todas as peças em qualquer
  17. 17. direção 3-2 - Possibilitar o estabelecimento de Pos troca e/ou falsas - Levando-se em consideração a silhueta maior, em relação aos demais materiais de Artilharia, deve ser observada a necessidade de ocupação de áreas que disponham de abrigos e cobertas, proporcionando melhores condições de b. POSIÇÃO DE BATERIA PROCURE BOAS POSIÇÕES! - Em macegas ou matas de grande extensão, formadas por árvores pequenas ou arbustos - Em ruínas ou sob telhados em um lugarejo - Em terreno aberto longe de pontos notáveis
  18. 18. 3-3 - Em clareiras isoladas em uma grande mata - Terreno pantanoso ou pedregoso - Posições em orlas de bosques, próximos a grupos de árvores, ou renques - Interferir em outras Unidades
  19. 19. 3-4 LEMBRE-SE! O Objetivo do Ataque deve estar no alcance de utilização do material (18,1 Km). tubo e o calibre do material
  20. 20. b. PONTO DE LIBERAÇÃO É o local no itinerário de marcha, na RPP, onde as baterias são liberadas do controle do Gp. O guia, a partir deste ponto, conduz sua Subunidade indicando o acesso à posição. 3-5 O P Lib deve estar situado: - Próximo à A Pos - Em local que facilite o Ct do trânsito a tiro de interdição LEMBRE-SE! Evite locais sujeitos a congestionamento de trânsito Os Elm da LF serão a seguir discriminados, juntamente com as características peculiares a cada um deles. c. LINHA DE FOGO - PEÇAS e a dispersão. Cada peça deve estar apta a atirar na Zona de Ação da Bia. A situação tática e características do terreno determinam o intervalo das peças.
  21. 21. 3-6 FRENTE DA BIA ATENÇÃO! - As peças devem estar dispostas no terreno de modo a não formarem uma linha reta - Evite os intervalos e a disposição regular das Pç LEMBRE-SE! - O dispositivo deve estar compatível com o Ct Tir por parte da LF - A PD sobre o CB facilita o trabalho do CLF e da C Tir - Correções especiais, referentes à disposição Pç, não deverão ser usadas quando: A largura da Pos estiver compreendida entre os Lim Fx N, somados ou reduzidos de, no máximo, 20% A profundidade da Pos for inferior a 2 dpa no alcance do CZA.
  22. 22. No Posto do CLF funciona a C Tir/ Bia O Posto do CLF, a VBTP M113, é estabelecido no ponto mais adequado possa ser visto por todas as peças. Deverá estar interligado com as mesmas por rádio e, se necessário, telefonicamente. Deve proporcionar as melhores ATENÇÃO! Tendo em vista o conteramento das Pç, haverá posições em que a 3-7 pontaria inicial deverá ser realizada pela frente da LF. DEP MUN O DEP MUN DEVE: - Estar localizado próximo a estradas, deseixado da LF e no mínimo, 100m das Pç e outras instalações que possam ser visadas pelo inimigo. - Dispor de Itn cobertos para as no remuniciamento. - Possuir boa drenagem e ser
  23. 23. 3-3. RECONHECIMENTO E ESCOLHA 3-8 a. CONSIDERAÇÕES Como já foi mostrado, não existe um procedimento uniforme para o reconhecimento. Em geral o Cmt Bia utiliza uma pequena Tu para auxiliá-lo. O objetivo é possibilitar, ao Cmt Bia, escolher as áreas que lhe ofereçam áreas, a conformação do terreno e a distribuição da vegetação, tendo em vista desdobrar os órgãos da Bia de forma rápida, adequada e segura. A conduta descrita a seguir em detalhes, não se constitui em normas ATENÇÃO! b. AÇÕES ANTES DO RECEBIMENTO DAS ORDENS COMPOSIÇÃO DO RECONHECIMENTO Toda vez que o Cmt Bia é chamado pelo Cmt Gp para receber ordens, é acompanhado pelo pessoal do Rec, de acordo com a situação imposta. O carregamento das viaturas é baseado nos trabalhos iniciais que serão realizados e que, em princípio, são: - Início da instalação e funcionamento dos Observatórios - Condução da Bia (-) à Pos. O quadro a seguir é um exemplo de composição sem restrições e que atende as necessidades usuais.
  24. 24. 3-9 VTR DESIGNAÇÃO PESSOAL VBTP M113 Cmt Bia Cmt Bia, R Op e Mot Vtr Ton O Rec O Rec, Cb Obs, R Op e Mot Vtr Ton Rec 1 Sgte, R Op, Obs e Mot Vtr 2,5 Ton Rec 2 Sgt Aux Rec, Cb Obs, Cb Mtr, Cb Dat, R Op e Mot Vtr 2,5 Ton Tel 1 Sgt Aux Com, Op C Tel. Tel e Mot / 1 4 1 / 4 ATENÇÃO! Deve constar das NGA a composição do Rec CONSIDERE: Se o Rec for limitado em viaturas, elas deverão ser suprimidas seguinte ordem de prioridade: 1 – Vtr Tel 1 2 – Vtr O Rec 3 – Vtr Rec 1 4 – Vtr Rec 2 ATENÇÃO! Essa prioridade deve constar das NGA Gp. LEMBRE-SE! INSTRUÇÕES AO RESTANTE DA BATERIA Antes de partir, o Cmt Bia informa ao CLF: Para onde vai Horário que espera voltar A Situação Outras instruções que julgar necessárias ATENÇÃO! Não há normas rígidas a serem adotadas, mas há tarefas que necessitam
  25. 25. ser realizadas. CHEGADA PARA O RECEBIMENTO DAS ORDENS 3-10 Chegando ao local designado o Cmt Bia dirige a dissimulação e dispersão das viaturas e, acompanhado pelo O Rec e os auxiliares necessários ou autorizados pelo Cmt Gp, apresenta-se para o recebimento das ordens. c. AÇÕES DEPOIS DO RECEBIMENTO DAS ORDENS Depois de recebida a ordem do Cmt Gp, o Cmt Bia deve reunir seu pessoal Rec e a seguir: - Expõe a situação, dando particular atenção quanto a localização dos Elm mais Avçd e o esquema de manobra do Escalão apoiado - Indica na carta ou no terreno a A Pos Bia, local do PC Gp, PV e AA (SFC). - Determina, em linhas gerais, o sistema Com a ser utilizado e fornece o Lç da DGT, se souber. O Cmt Bia pode, para essa ocasião, mandar buscar o restante do Pes
  26. 26. 3-11 conduzir o Rec minucioso. c. RECONHECIMENTO NA POSIÇÃO Na A Pos (LF, LV, PC, etc) o Cmt Bia, auxiliado pelo O Rec, Sgte e Sgt Aux Rec, executa o Rec necessário às decisões que irá tomar. Fruto deste Rec, o Cmt Bia decide e expede as ordens referentes a: • Localização exata da Bia Tir, designando o local do CB e/ou de cada peça e os PO; • Localização da C Tel; • Localização da LV; • Itn de entrada e saída de Pos; • Levantamento Topo Tomadas as decisões e expedidas as ordens, que serão explicitadas a seguir, o Cmt Bia deixa com o O Rec a supervisão dos trabalhos e vai reconhecer a Pos troca. Após a Rec, informa ao CLF do resultado. 3-4. ORDENS PARA A OCUPAÇÃO DE POSIÇÃO a. DESLOCAMENTO Tão logo quanto possível, o Cmt Bia envia o Cb Obs 1 ao P Lib para apresentar-se ao CLF e guiar a Bia até a Pos. Passa, ainda ao Cb Obs 1, instruções para serem transmitidas ao CLF, quanto ao dispositivo das Pç e da Sec Adm, bem como ordens ao restante do reconhecimento e indicações sobre conduta a ser observada na marcha. ATENÇÃO! Em certas situações e, em particular, nas Ocp Not será preferível que o Cmt
  27. 27. Bia vá buscar a Bia. b. PREPARO DA POSIÇÃO O Cmt Bia: 3-12 - Determina ao Sgte que vá reconhecer a LV - Indica ao Sgt Aux Rec a localização do • CB • PD e/ou cada Pç - Dá ordens a serem transmitidas ao CLF referentes ao processo de pontaria inicial e DGT; organização da Pos, incluindo local para Vtr Bld Rem M992 A2 FAASV, Cmf, Itn saída e entrada da Pos e para LV e o local das Mtr. - Em conseqüência, o Sgt Aux Rec, utilizando o Cb Obs 2 e o pessoal disponível, inicia a organização para receber a Bia. São colocadas as placas indicativas de cada Pç, o GB é estacionado e orientado na EO. Se necessário, é preparada a referência de pontaria das Pç e designados guias para indicar aos CP o local das mesmas. VERIFIQUE! No REOP a maior parte dos trabalhos é executada pelos Quadros. c. COMUNICAÇÕES As comunicações em um Gp AP 155mm são realizadas, basicamente, por rádio com alcance superior a 15 Km, haja vista a mobilidade deste tipo de Gp e o alcance de utilização do material. Quando houver tempo disponível, são tomadas as Mdd a seguir: O Cmt Bia indica, no terreno, ao Sgt Aux Com, o local da C Tel e das várias instalações da Bia, prescrevendo-lhe o sistema de Com a instalar. O Sgt Aux Com reconhece o local da C Tel e inicia os trabalhos de instalação da C Tel e lançamento dos circuitos da Bia. LEMBRE-SE! A C Tel Bia deverá estar localizada em local coberto e abrigado, na entrada da Pos e eixada com a via de acesso ao PO.
  28. 28. d. OBSERVAÇÃO O Cmt Bia instrui o O Rec sobre as determinações do Cmt Gp referentes à instalação e Ocp do PO ou, se a Bia atuar isoladamente, suas determinações a respeito. Após ser liberado dos trabalhos na Pos ou de acordo com a determinação 3-13 recebida, o O Rec procede ao Rec Inst e Ocp PO Bia. e. SEGURANÇA IMEDIATA Ao Cb metralhador o Cmt Bia indica o local: • Das metralhadoras • Dos AT4 e • Das sentinelas. Prescreve, ainda, o sistema de alerta e outras Mdd Seg. Após ter sido orientado, o Cb metralhador reconhece os locais indicados e aguarda a entrada em posição para transmitir ao CLF as ordens recebidas.
  29. 29. 3-5. OCUPAÇÃO DA POSIÇÃO DE BATERIA a. MOVIMENTO APÓS O P LIB Após a chegada ao P Lib, o Cb Obs 1 apresenta-se ao Of presente. Em conduzir a Cln, quando esta for liberada pelo Gp, até a Pos Bia. 3-14 ATENÇÃO! Pontos críticos devem ser atravessados rapidamente e com o escalonamento de viaturas que se julgar conveniente para cada ponto crítico. b. MOVIMENTO NA POSIÇÃO Chegando a posição, o CLF recebe do Sgt Aux Rec as instruções deixadas pelo Cmt Bia. Os movimentos nas vizinhanças da Pos devem ser feitos com velocidade reduzida. Devem ser tomadas precauções, na ocupação da Pos, para evitar as áreas que não estejam limpas de minas e para que não sejam feitas novas pistas. As Vtr da Tu Mnt não são levadas até a Pos Bia, elas permanecem em O Mvt na Pos é menor, pois as VBC OAP são cconduzidas diretamente para a posição determinada. Toda vez que a VBC OAP entrar em posição, devem ser abaixadas as conteiras, haja vista o desconhecimento das cargas a serem utilizadas para atirar. ligada por, pelo menos, 3 (três) minutos após sua parada na Pos Bia. ATENÇÃO! A Vtr Trnp Mun só será conduzida à Pos Bia para remuniciamento das Pç c. OCUPAÇÃO NOTURNA No reconhecimento para a Ocp Not, faz-se apenas o preparo, o mais detalhado possível, da Pos, deixando a pontaria das Pç para serem feitas na ocasião da ocupação. Somente é apontado o GB para a DGT, que permanece na Pos. Convém lembrar que a pontaria das Pç normalmente é feita utilizando-se um P Afs ou o Colimador M-1. A realização da pontaria noturna traz Vtg em comparação com o procedimento de preparar a pontaria de dia para Ocp Not. No trabalho diurno é feito a leitura de derivas para que, na Ocp Not, exista uma referência de pontaria. Para auxiliar esse processo é colocado uma baliza no provável local de parada da Vtr à noite. O motorista deve parar a Vtr ao lado
  30. 30. 3-15 da baliza, de forma que esta esteja alinhada com a cabine do Mot. Este tipo de procedimento é válido pelas razões abaixo: • Diminui o ruído, por reduzir manobras para alinhar as lunetas. • Proporciona maior rapidez na Ocp Not LEMBRE-SE! lunetas. • Use placas Idt de tamanho regular para facilitar a leitura à noite. • Sempre aponte uma Pç por vez. No Rec diurno, incluindo A Pos, Pos troca e Itn saída e entrada Pos, deve ser feita pelo CLF, CP e guias que serão conduzidos na VBTP M 113 da LF visando explorar o máximo de possibilidades do material. A quantidade e os locais Blz devem ser determinados e estaqueados previamente, bem como estabelecidos devem estar perfeitamente instruídos sobre o Dsl. A Ocp Not é mais lenta que a diurna e deve ser feita em ordem e de suas funções à noite. A utilização indevida de luzes, o ruído desnecessário e a perda de Mat devem ser cuidadosamente evitados. O CLF deve colocar uma baliza com Dspo Ilm a 300m da EO na direção do P Afs para que possa ser apontado novamente o GB (SFC). LEMBRE-SE! Uma boa Ocp Not depende de uma boa preparação d. LOCALIZAÇÃO DO MATERIAL A necessidade de rapidez e os Mvt Not exigem que a Artilharia trabalhe Os princípios gerais servem como uma orientação: • Responsabilizar cada homem por seu Eqp Idv e por artigos bem • Manter os CP como supervisores do carregamento do material e o pronto da Pç • Descarregar somente colimadores e cargas de projeção • Para facilitar o carregamento, manter o material de tamanho pequeno em seus locais na Pç quando não estiver sendo utilizado
  31. 31. 3-16 ATENÇÃO Um reconhecimento minucioso assegura uma boa Ocp Pos. Um plano de carregamento bem feito aumenta a rapidez e facilita o trabalho, particularmente, à noite. À noite, use somente os Dspo Ilm Nec sem descuidar a Seg.
  32. 32. 4-1 CAPITULO 4 REOP NA BATERIA COMANDO 4-1. FINALIDADE O Cmt Gp e seu EM reconhecem e escolhem a localização do PC,conforme já foi visto anteriormente. Cabe ao pessoal da BC, na área que lhe foi designada, executar o Rec minucioso dos locais para Inst dos vários órgãos e proceder à ocupação. As responsabilidades do Cmt BC na localização dos órgãos do PC e na organização da área são as mesmas de um Cmt BO. fatores: - Necessidades dos diferentes Elm EM - Situação Tática LEMBRE-SE! As NGA facilitam os trabalhos de REOP na BC
  33. 33. 4-2. CARACTÉRISTICAS 4-2 a. GERAIS A distribuição no terreno das várias instalações de um PC varia conforme a vontade expressa do Cmt e dos membros do seu EM. O local de trabalho do Comando, a C Tir Gp, o Centro de Comunicações e o PIF são localizados numa mesma área, distanciados de cerca de 75 a 100m uns dos outros. A disposição desses Elm e dos demais órgãos depende do espaço disponível, das características do terreno e das cobertas e abrigos existentes, entretanto, a distribuição dos órgãos de um PC no terreno. ATENÇÃO!
  34. 34. 4-3 solução b. COMANDO O comando deve estar instalado, preferencialmente, em uma posição o mais centralizada possível, de modo a facilitar o Ct pessoal do Cmt com os demais órgãos da área do PC. Deve estar em um local coberto e abrigado de forma a impedir a observação aérea inimiga c. CENTRAL DE TIRO A C Tir não deve estar próxima a local onde haja trânsito de pessoal e Vtr, de modo a evitar interferências nos trabalhos. O local deve ser o mais silencioso possível. As VBTP M113 devem estar em local coberto, como bosques, para não d. CENTRO DE COMUNICAÇÕES Deve estar localizado próximo à entrada natural do PC, de modo a
  35. 35. ser o primeiro órgão a ser visto pelos mensageiros e visitantes que para lá se dirigam. Deve possuir uma área de estacionamento de Vtr, normalmente prevista nas imediações e destinada a abrigar as Vtr dos visitantes e Msg. 4-4 Deve estar situada em local que facilite a instalação dos circuitos. Cobertura, proteção, ausência de ruídos de tráfego de Vtr e Pes são características desejáveis para o local escolhido. linhas e as Vtr perturbem o trabalho dos operadores. CONSIDERE! O C Com é o local onde são dadas as informações aos que chegam ao PC e. POSTO RÁDIO O Posto Rádio deve localizar-se distante 300 a 500m de outras instalações, mas no interior do perímetro de defesa do PC. O local deve proporcionar cobertas para os aparelhos rádio, Vtr e pessoal. LEMBRE-SE! O local deve facilitar a comunicação rádio f. POSIÇÃO DE METRALHADORA
  36. 36. 4-5 • Proteger a área do PC e da linha de viaturas • Bom campo de tiro São utilizados para a defesa terrestre e antiaérea LEMBRE-SE! A Mtr Def Pos são utilizadas para a defesa antiaérea somente de dia. À noite passam a fazer defesa terrestre. g. LINHA DE VIATURAS h. ESTACIONAMENTO O estacionamento da BC comportará, entre outras, as seguintes instalações: • PC Cmt BC • AT/BC - Sec Cmdo: Gp Cmdo (sargenteação) Gp Aprov (cozinha) Gp Rec Intlg Estes órgãos devem estar afastados de 200m da Área do PC GAC e possuir: • Fácil acesso • Cobertura • Local amplo i. ARMAS ANTICARRO As armas AC são de suma importância para a proteção do PC GAC contra
  37. 37. ataques terrestres. 4-6 LEMBRE-SE! Instalar as armas AC sempre aos pares Devem estar batendo as vias de acesso de Bld Devem estar distribuídos entre a área do PC GAC e LV j. POSTO DE SAÚDE ATENÇÃO! O PS deve estar localizado próximo às BO
  38. 38. k. ZONA DE POUSO DE HELICÓPTERO Não deve mostrar ao inimigo a localização do PC GAC. Para isso deve 4-7 estar entre 200 e 300m da Área de PC O terreno deve ser pouco inclinado e não pode haver obstáculos de vulto nas proximidades. LEMBRE-SE! O local deve abranger trechos descobertos onde possam ser estendidos os painéis 4-3. RECONHECIMENTO, ESCOLHA E OCUPAÇÃO a. CONSIDERAÇÕES O procedimento a seguir no REOP para a BC, dependerá das ordens recebidas do Cmt Gp, das NGA da U, do pessoal disponível para o Rec e da experiência do Cmt Bia. Não é possível prescrever para esta operação uma conduta uniforme. Nas NGA Gp, na parte referente a REOP, deverão constar as prescrições para cada SU, elaboradas de acordo com a proposta dos respectivos Cmt, devidamente coordenados pelos Cm Gp. A conduta a observar pelo Cmt Bia, desenvolve-se geralmente, na seguinte seqüência: - Recebimento das ordens, - Trabalhos Preparatórios, - Execução do reconhecimento, - Planejamento da ocupação e - Ordens para a ocupação da posição. b. RECEBIMENTO DAS ORDENS O Cmt BC, por ser também o O Com Gp, faz parte normalmente, da
  39. 39. equipe de reconhecimento do Cmt Gp e recebe ordens do mesmo modo que os demais Cmt Bia. 4-8 Na escolha da área para a instalação do PC GAC, poderá seguir com o Cmt e o S Cmt , sendo acompanhado pelo Adj O Com. Sendo assim, ele pode, normalmente, completar seu reconhecimento e planejamento em coordenação com o S Cmt Gp. c. TRABALHOS PREPARATÓRIOS No trabalho preparatório do Rec, o Cmt Bia levará em consideração: - Situação Tática - Tempo Dispo - Distância e Itn até a área a reconhecer - Pes Dispo - Vtr e Mat Nec para Rec e início Trab Prep na Pos Embora a constituição da Tu Rec dependa do vulto do PC a instalar e da disponibilidade em Pes e Vtr, a composição do Rec abaixo atende as Nec usuais:
  40. 40. 4-9 1° Esc • Cmt BC (Vtr ¼ Ton) • Adj S/2 (Vtr ¼ Ton) 2° Esc • Adj O Com, Ch Tu Tel (Vtr ¼ Ton) • Sgt Aux Op, Sgt Ch C Msg, Sgt Ch Tu Rad, Sgt Mec Vtr, Tu Tel (Vtr 2,5 Ton) • Gp Rec Intlg e Adj S/4 (Vtr ¾ Ton) 3° Esc • Adj S/3 C Tir 1, C Tir 2 (VBTP M113) • Tu Rad (Vtr ¾ Ton) d. EXECUÇÃO DO RECONHECIMENTO Recebida a ordem, o Cmt BC reúne o Rec, expõe a situação e se dirige com ele para a área a reconhecer, prestando particular atenção ao Itn a seguir e ao Blz que será feito. Chegando ao destino, reconhece sumariamente a região e distribui as tarefas para o reconhecimento minucioso. Caso tenha levado consigo apenas o Sgte, indica-lhe a área a ocupar pela BC e dá-lhe instruções para a escolha dos locais de estacionamento do pessoal, da cozinha e dos órgãos de Mnt. Seleciona ainda, pessoalmente, as Pos para os Elm PC. Antes de abandonar a área ou expedir ordens, O Cmt BC recebe as propostas do Sgte e incorpora-as, se aprovadas, ao seu plano para a ocupação. e. PLANEJAMENTO DA OCUPAÇÃO Terminado o Rec, o Cmt BC prepara a Ocp e para isto, normalmente: • Demarca os locais da Ocp, tomando todas as Mdd Seg que o uso da sinalização requer. • Designa um guia para cada Seção de EM ou Elm do PC. Estes podem ser os próprios homens utilizados na demarcação dos locais a ocupar. • Essa providência concorre para permitir uma Ocp rápida, saindo as Vtr diretamente da Cln para os seus locais de estacionamento. • Prevê a instalação antecipada de barracas e do Mat destinado às Com. A C Tir deve estar ECD deslocar-se imediatamente para o local que lhe está destinado e iniciar, sem perder tempo, suas atividades. • Fornece o Blz necessário, no caso do PC se deslocar independentemente da Unidade. • Articula os Elm da Cln M de modo que os localizados mais profundamente ATENÇÃO! Um plano de carregamento minucioso é fundamental para uma boa ocupação. f. ORDENS PARA OCUPAÇÃO Feita a necessária coordenação com o S Cmt Gp e após submeter à sua aprovação o Plano Geral de Ocupação, o Cmt BC transmite aos membros de seu reconhecimento as ordens para ocupação. Cabe ao S Cmt Gp ou a quem o substitua, instruir, de acordo com o planejamento aprovado, as seções do EM enquanto o Cmt BC reúne os Elm Pcp
  41. 41. da SU e transmite-lhes as ordens para a Ocp. 4-10 A O Mvt segue seu texto, tanto quanto possível, a seqüência habitual de toda a O Op devendo abordar: - Situação - Horário da marcha - Instruções minuciosas aos vários Elm da Bia - O Mrch - Mdd Adm e - Funcionamento das Com durante o Mvt ATENÇÃO O REOP na BC visa primordialmente o Dsloc e Inst rápida do PC do Gp. A instalação das comunicações deve antecipar-se à do PC. A C Tir deve iniciar sem perda de tempo suas atividades.
  42. 42. 5-1 CAPITULO 5 REOP NA SEC LOG/BC 5-1. FINALIDADE O Cmt Sec Log BC (também Adj S/4) é o responsável pelo reconhecimento, escolha e ocupação de posição. O REOP da Sec Log visa, em última análise, a escolha e instalação da área de trens do GAC, da qual é a parte integrante e principal. A Tu Sau, normalmente instala o PS do GAC fora da área de trens, buscando maior proximidade das Pos das BC e BO. A Sec Remun pode localizar-se fora da área de trens desde que a situação facilite o trabalho de remuniciamento e não comprometa a própria Seg. Ainda podem desdobrar-se na AT os trens das SU ou parte deles. A AT é o Esc recuado do GAC AP 5-2. CARACTERÍSTICAS a. ESTACIONAMENTO DA SEC LOG O estacionamento da Sec Log deve ser localizado próximo do eixo de suprimento e a Rtg do Gp. A Pos deve oferecer um espaço amplo para a organização dos diversos órgãos de suprimento e Mnt e para dispersão das Inst e Vtr. Durante a escolha deve ser levado em conta o seguinte: - Condições da rede de estradas - Acessos e saídas aos órgãos de Sup - Psb Cmf e dispersão - Abrigos para o funcionamento da Mnt
  43. 43. 5-2 b. POSTO DE DISTRIBUIÇÃO SUP CLASSE I - O P Distr Cl I deve desdobrar-se o mais próximo possível da EPS, em - O local escolhido para seu desdobramento deverá também facilitar a dispersão e ocultação de suprimentos volumosos, de outras classes, quando recebidos do Esc Sup. c. ADMINISTRAÇÃO A Tu Administração é uma das Pcp turmas do grupo de apoio. Tendo em vista sua importância, esta turma deve atender pelo menos os seguintes pontos: - Estar em local coberto - Estar em uma posição central LEMBRE-SE! Sempre que possível procure um local de comandamento em relação aos demais órgãos de forma a facilitar a coordenação e o controle. d. COZINHA A cozinha da AT deve possuir a capacidade de centralizar as cozinhas das Bia, a cargo do Aprov, de acordo com a situação e decisão Cmt Gp. - Estar em uma posição central - Possuir fácil acesso ATENÇÃO! com espaço adequadamente em caso de cozinha centralizada. e. POSTO DE REMUNICIAMENTO A localização da Turma de remuniciamento deve ser feita de modo a facilitar esta operação. As características que o local, para seu desdobramento, deve satisfazer são as seguintes: - Facilidade de ligação com o EPS - Espaço para a dispersão e Man Vtr - Facilidade de Cmf ATENÇÃO! Quando a Tu Rem estaciona fora da AT Sec Log, seu Cmt é responsável pela sua segurança.
  44. 44. f. ÁREA DE MANUTENÇÃO A área de manutenção é uma das áreas mais importantes da AT Gp tendo em vista o material Bld necessitar de um cuidado muito maior em manutenção do que os demais materiais de emprego militar. Nesta mesma área encontra-se o Posto de Distribuição de Suprimentos 5-3 - Local coberto e plano - Próximo a estradas - Próximo a local com disponibilidade de água - Amplo espaço para dispersão g. POSTO DE COLETA DE MORTOS É de responsabilidade da Tu Adm/ Gp Ap da Sec Log/BC. Esta turma tem por missão instalar e ocupar este Posto que deve atender aos seguintes detalhes: - Deve estar o mais a retaguarda possível - Próximo a EPS - Oculto das vistas da tropa. ATENÇÃO! O moral elevado de uma tropa depende, dentre outros, da boa ocultação do P Col Mortos. h. POSTO DE COLETA DE SALVADOS O Escalão Superior pode determinar a instalação de um P Col Slv. Sendo instalação. O P Col Slv deve estar: - Próximo à estrada - Em local coberto
  45. 45. 5-4 - Próximo ao Gp Mnt Trnp LEMBRE-SE! A proximidade do P Col Slv ao Gp Mnt Trnp é de suma importância para agilizar o trabalho deste grupo. i. SEGURANÇA As Mdd Seg da Sec Log/BC constituem encargo do Cmt Tu Adm, que executa o planejamento e o submete ao Cmt Sec Log. As Mdd Seg devem ser aprovadas pelo S Cmt Gp. Os seguintes princípios devem ser obedecidos: - Todos os órgãos devem estar dissimulados, dispersados e abrigados de maneira a permitirem o trabalho diurno e noturno em segurança. si, de modo a permitirem um trabalho simultâneo, ordenado e com o máximo de discrição. - Quando existir tropa vizinha, devem ser estabelecidos entendimentos para apoio mútuo. - As posições de armas AC devem: • Ser instaladas aos pares • Bater as vias de acesso de Bld • Ser preparadas e não ocupadas • Estar numa distância máxima de 400m da AT j. CIRCULAÇÃO A circulação no interior da área da Sec Log/BC deve ser perfeitamente organizada e disciplinada. Quando for o Caso, Mdd complementares de Cmf devem proteger os Itn interiores. Os acessos à Pos devem ser Blz de modo que as Vtr dirijam-se diretamente ao órgão de suprimento ou de Mnt a que se destinam. 5-3. RECONHECIMENTO, ESCOLHA E OCUPAÇÃO a. CONSIDERAÇÕES Não se pode determinar um procedimento rígido para o REOP. O Rec, na Sec Log/BC, visa escolher a AT e os locais dos seus órgãos. Após a escolha da área de estacionamento, os seguintes trabalhos
  46. 46. 5-5 devem ser obrigatoriamente realizados: - Reconhecimento e escolha pormenorizada da localização das instalações de suprimento e órgãos da Sec Log/BC - Planejamento para ocupação da área escolhida - Execução da ocupação da posição b. TRABALHOS DURANTE A MONTAGEM DAS LINHAS DE AÇÃO Nessa fase, durante o estudo de situação do Gp, o S/4, auxiliado pelo S/1, selecionará as possíveis regiões para o desdobramento da AT, orientando seu estudo em função das RPP previstas. Nessa ocasião propõe a localização do P Rem, quando este tiver que se desdobrar fora da AT. das seguintes condições básicas: - Cumprimento da missão - Bom desdobramento - Vias de acesso com trânsito fácil sem criar novas pistas - Proximidade do EPS - Boas condições de Cmf - Facilidades para o funcionamento à noite dos diversos órgãos, particularmente a manutenção - Instalação adequada de defesa contra alvos terrestres e aéreos c. TRABALHOS DURANTE A DECISÃO FINAL CMT GP do reconhecimento de 1º escalão, a região onde irá desdobrar a AT. LEMBRE-SE! Como a mobilidade da Sec Log é pequena em relação às BO, as Mdd Seg crescem de importância para o cumprimento de sua missão.
  47. 47. 5-6 d. TRABALHOS APÓS A DECISÃO FINAL CMT GP Aprovada sua sugestão pelo Cmt Gp, o Cmt Sec Log/BC inicia o reconhecimento no terreno da área proposta, acompanhado pelo S/1, se for o caso. e. EQUIPE DE RECONHECIMENTO Os reconhecimentos no terreno são executados com um número reduzido de militares por Mdd Seg. A Eq Rec deve ser capaz de auxiliar o Cmt Sec Log/BC na escolha dos locais dos órgãos da AT. Todos os procedimentos devem estar amarrados em uma NGA. A Eq Rec 2° Esc da Sec Log/BC é uma sugestão que visa atender às atividades normalmente previstas: PESSOAL • Cmt Sec Log/BC • Tu Adm Vtr ¾ Ton • O Mun • O Mnt Trnp • Aprov • Sgt Mec Vtr Ch Vtr 5 Ton ATENÇÃO! - O S/4 pode participar do Rec, assumindo parte das funções do Cmt Sec Log. - Pode ser previsto guia para cada Vtr. Este deverá fazer o Rec do acesso e dos diversos órgãos estaqueando-os. f. EXECUÇÃO DO RECONHECIMENTO No terreno, cada Elm procede ao Rec detalhado, levando em consideração as condições necessárias à instalação dos diferentes órgãos da AT. A divisão de trabalho abaixo representa uma sugestão para solução dos encargos do Rec. FUNÇÃO MISSÕES S/4 - Executa o Rec 1° Esc - Liga-se com Cmt A Ap log Esc Sup caso haja proximidade - Liga-se com o Cmt AT de estacionamento da arma base, nas proximidades da área da AT GAC (SFC em função da missão tática). Cmt Sec Log/BC - Decide o local dos órgãos da AT - Emprega o Sgt Aux Adm no Rec das Pos Mtr e armas AC
  48. 48. 5-7 S/1 - Auxilia o Cmt Sec Log/BC a avaliar as condi-ções gerais da área e a conduzir sobre a viabili-dade da Ocp - Reconhece o local para o P Col Mortos O Mun - Reconhece o local do P Rem - Desdobra o P Rem Aprov - Reconhece o local do P Distr Cl I e sua Tu - Reconhece o local das cozinhas, SFC O Mnt e Sgt Mec Vtr Ch - Reconhece o local da LV para Desd do Gp Mnt Trnp - Reconhece A Mnt Vtr - Reconhece o local do P Distr Cl III - Reconhece o local do P Col Slv, SFC Sgt Aux Adm - Auxilia o Cmt Sec Log/BC no Rec do local da Tu Adm - Reconhece o local das Pos Mtr e armas AC - Em caso de cozinhas centralizadas, liga-se com o Aprov para saber o local das cozinhas. 5-4. OCUPAÇÃO DA POSIÇÃO a. GENERALIDADES Após o Rec e a escolha da Pos, o Cmt Sec Log/BC planeja a ocupação da AT. Esse planejamento deverá ser o mais minucioso possível devendo incluir, obrigatoriamente: - Organização da Cln - Itn de acesso aos locais dos diversos órgãos da AT A Sec Log/BC poderá ocupar a nova posição como um todo ou por escalões. No primeiro caso, sua capacidade de defesa contra ataques terrestres será maior. CONSIDERE! à noite, em hora proposta pelo Cmt Sec Log/BC ao S/4. Nos REOP com tempo restrito, a ocupação será executada após o Cmt Gp decidir quanto ao novo local da AT. b. ATIVIDADES PRELIMINARES Após completar o Rec e escolha da nova Pos, o Cmt Sec Log/BC procura o S/4 no local por este determinado e apresenta-lhe sua proposta de ocupação. Depois de aprovada pelo S/4 e Cmt Gp, o Cmt Sec Log/BC expedirá as seguintes ordens de Dsl e Ocp da nova Pos: - Organização da Cln M - Itinerário
  49. 49. 5-8 - Hora de início do Mvt - Mdd Seg durante a marcha Quando O Gp Rem for ocupar uma Pos fora da AT, deverá deslocar-se isoladamente a comando do O Mun que passará a ser responsável pela Seg e desdobramento do Gp Rem. CONSIDERE! Na organização da Cln M, as Vtr que ocuparão os locais mais afastados na entrada de posição deverão ser posicionadas mais à frente, juntamente com as Vtr mais pesadas e lentas, exceção feita ao M578 e a Vtr Bld Rem M 992 A2 FAASV por serem sob lagartas e devem ir como últimas Vtr c. EXECUÇÃO DA OCUPAÇÃO A Sec Log torna-se bastante vulnerável na Ocp diurna. Para isso esta deve se desdobrar o mais rápido possível e adotar as seguintes medidas: - Ao aproximar-se da Pos as Vtr devem sair da estrada, mantendo a distância entre elas, e aguardar a chegada dos guias que as conduzirão até o seu local. - As Pos Mtr e armas AC deverão ser ocupadas o mais rápido possível - Após descarregadas, as Vtr serão conduzidas a LV exceção feita as Vtr cisterna e de Mnt, que permanecem com suas turmas. - O descarregamento destas Vtr deve ser o mais silencioso, rápido e ordenado possível. - Os guias e balizamentos se fazem importantes para evitar deslocamentos desnecessários no interior da Pos. Ocupação Noturna A Ocp Not é mais demorada, exigindo maiores cuidados quanto à disciplina de luzes e ruídos. Os guias e balizamentos crescem de importância nesta situação ATENÇÃO! Um plano de carregamento bem executado e sabido por todos é a garantia de uma Ocp Pos bem feita. d. ORGANIZAÇÃO DA POSIÇÃO Todos os grupos e turmas se desdobram e instalam os diversos órgãos simultaneamente. Durante a organização e melhoramento da posição pode se estabelecer a seguinte ordem de prioridades: - Trabalhos que permitam à Seção ou órgãos o mais rápido apoio ao GAC - Estabelecimento da defesa aproximada - Proteção da munição que tiver sido desembarcada das Vtr do Gp Rem - Construção de abrigos individuais
  50. 50. 5-9 - Balizamento de acesso aos diversos órgãos
  51. 51. 6-1 CAPITULO 6 SITUAÇÕES PECULIARES 6-1. REOP COM TEMPO RESTRITO a. GENERALIDADES Em geral essa situação apresenta-se em operações de movimento, como por exemplo, na marcha para o combate. O pouco tempo disponível, condiciona a conduta a ser observada. Em princípio, todos os trabalhos a realizar são os já apontados anteriormente, sofrendo entretanto as imposições decorrentes da rapidez exigida. A execução é sumária e os relatórios são enviados por mensagens, de preferência, via rádio. ATENÇÃO! A rapidez no desencadeamento do apoio de fogo é fator preponderante no REOP com tempo restrito
  52. 52. 6-2 b. PROCEDIMENTO GERAL Antes do início da marcha é realizado um estudo de situação, consubstanciado no que se denomina Plano de Emprego do Grupo (PEG). operação. As sucessivas RPP e regiões de observatórios, previstas no PEG, servem apenas para orientar os Rec. Caso uma Pos prevista seja inadequada, o Elm encarregado de reconhecê-la escolherá outras nas suas proximidades e informará ao Cmt Gp Assim, o Rec Gp se limita a um rápido trabalho do Adj S/2 ao longo do itinerário de marcha. Evidencia-se, nas operações de movimento, o REOP Bia, devido às freqüentes descentralizações. Quando a Ocp for decidida, os Cmt Bia , acompanhados de seus reconhecimentos, dirigem-se para a RPP, onde, em ritmo acelerado, desenvolvem os trabalhos normais para Ocp. O PC Cmt deve ser instalado próximo ao Itn de deslocamento e sua localização é condicionada pelas posições das baterias e do PC Esc Sup. CONSIDERE! Os trabalhos a realizar são os mesmos já apontados anteriormente. A de instrução da tropa. 6.2 MUDANÇAS DE POSIÇÃO NO DECORRER DO COMBATE a. GENERALIDADES Esta operação se caracteriza pelo fato da Unidade já estar empenhada, e, a continuidade do apoio é fator preponderante a ser considerado. Como em qualquer REOP, as NGA, um criterioso estudo do terreno, o constante planejamento de fogo e ligações estreitas com a tropa apoiada ou reforçada, facilitam a operação, particularmente quando o tempo é limitado.
  53. 53. ATENÇÃO! O Ap F prestado à arma base não pode sofrer interrupções b. CONTINUIDADE DO APOIO O planejamento da mudança deve ser contínuo, encarando sempre a imposição de manter a continuidade de Ap F durante os trabalhos de REOP para a nova posição. O tempo em que uma Unidade de Artilharia permanece impossibilitada de 6-3 atuar, deve ser o menor possível. A manobra da arma base em confronto com as características técnicas do material, ditam a oportunidade das mudanças de posição para a Artilharia, sempre tendo como fator primordial a continuidade de apoio de fogo. c. REOP PARA NOVAS POSIÇÕES Os princípios que regulam os REOP para a ocupação das novas posições são em geral os mesmos adotados para a ocupação inicial. O Cmt Gp faz executar contínuos reconhecimentos para a escolha de posições, PO e Itn. Se o tempo permitir, o Lev Topo é prolongado para frente ou para a retaguarda e as comunicações são instaladas antes do Desd. Quando o deslocamento é para frente, o Cmt Gp normalmente, executa o Rec e escolha de Pos. Quando é para a Rtg, o S Cmt pode realizar o Rec e a escolha de posição. b. MUDANÇA DE POSIÇÃO DOS GAC AP Os GAC AP podem mudar de posição por um dos dois processos que a seguir serão enumerados: - Por Unidade
  54. 54. 6-4 O Gp muda de Pos como um todo - Por Escalões de Reconhecimento Pode ser realizado de três formas: 1ª) Deslocando uma BO e parte da C Tir, deixando o restante do Gp em posição, para constituir o 2° Esc. constituir o 2° Esc 3ª) Deslocando uma Bia de cada vez, mantendo a qualquer momento, duas Bia em Pos. TENÇÃO A continuidade do Ap fogo é fator preponderante a ser considerado O planejamento deve ser contínuo, completo e minucioso O tempo que uma Unidade de Artilharia permanece impossibilitada de atirar deve ser o menor possível.

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