Newsletter Nº2

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Newsletter Nº2

  1. 1. Página 1 Edição nº 01/2012 Gota Verde NewsletterNesta Edição: No Regime Jurídico da Animação Turística mais simples,☆ NRJ Empresas de Animação turística objectivo e desmaterializado.☆ Descobrir o passado a Caminho modalidades de animação. Apesar deste conjunto do Gerês... Animação — Percursos Pedestres de novidades, o normativo reforça as exigências☆ Património e turismo, que de qualidade, estabelecendo requisitos para o relação? exercício da actividade, tendo em vista a qualifica- ção da oferta, a protecção dos recursos naturais e☆ Utilização de PDA`s a salvaguarda dos interesses, segurança e satisfa-☆ Oferta formativa Jan/Fev ção dos fruidores das actividades. Para a concreti- zação deste desígnio o normativo impõe a obriga- toriedade de informação clara e transparente sobre as condições, características e preços dos serviços disponibilizados. O processo de licenciamento para a actividade Breves: funciona no site do turismo de Portugal no RNAAT O normativo que vem substituir o e apresenta-se bem mais simples e intuitivo que o Decreto Lei nº 204/2000 de 1 de Setembro, o anterior regime. Na base destas simplificações 01/01 a 31/12/2012 Decreto Lei nº 108/2009 de 15 de Maio promove está a vontade de estimular o investimento priva- um enquadramento legal das actividades de do, reduzir os encargos administrativos, melhorar Cidade de Braga animação turística bastante distinto do anterior a ofertas deste tipo de actividades e potenciar o com muitas novidades. Este novo regime jurídi- “Capital Europeia da co apresenta um quadro de acesso à actividade Juventude” bem mais concentrado, desmaterializado e sim- plificado. Neste documento congrega-se o regi- Cidade de Guimarães me de acesso à actividade, independentemente da modalidade de animação exercida, e cria-se o “Capital Europeia da Registo Nacional de Empresas de Animação Cultura” Turística (RNAAT)- Empresas de Animação Turís- tica e Operadores Marítimo-Turísticos – organi- *** zado pelo Turismo de Portugal. Este tem por 03/12/2011 a 08/01/2012 objectivo disponibilizar e manter actualizado um Shopping Bragaparque registo de todos os agentes que laboram no sector, potenciando ao mesmo tempo uma Animação — Percursos Pedestres Exposição melhor fiscalização por parte das entidades desenvolvimento da actividade turística. “Presépio Minhoto públicas. Mas o normativo tem mais novidades como é bom exemplo a viabilização do acesso à Interessante são ainda algumas similaridades que O sentido do Natal”, actividade a pessoas singulares, através da figu- o normativo estabelece entre as empresas de ani- Iniciativa promovida pela Rus- ra do “empresário em nome individual”, desde mação e as agências viagens autorizadas a exercer ga de S. Vicente. (Braga). que cumpram requisitos exigidos às empresas, actividades de animação turística. como o pagamento da taxa de inscrição no Com base neste novo enquadramento legal, a *** RNAAT e a contratação dos seguros obrigató- Gotaverde, apresenta para 2012, um ciclo de qua- 15/01 a 30/01/2012 rios. Por outro lado, é suprimida a exigência de tro workshops que tem por objectivo dar a conhe- capital mínimo para as pessoas colectivas consti- cer em pormenor este novo regime jurídico e as Junta de Freguesia tuídas como sociedades comerciais, facilitando- suas funcionalidades. O objectivo destas acções é se o acesso à actividade, bem como as exigên- potenciar o investimento privado no sector, for- S. Victor cias de pagamento de taxas para desenvolver mar os agentes que lidam como o processo e pro- Exposição actividades na Rede Nacional de Áreas Protegi- mover a legalidade dos empresários que laboram das, desde que reconhecidos pelo ICBN. De no sector da animação turística fornecendo-lhe as “Caminhos de Santiago” igual modo, o normativo opta por uma estrutura ferramentas necessárias para o efeito. mais flexível no que toca às actividades de ani- mação de modo a permitir a entrada de novas
  2. 2. Página 2 Edição nº 01/2012 Gota VerdePatrimónio e turismo que relação ? tendências de procura mundiais que conti- nuam a fazer dos destinos com “patrimónios”, não só os inscritos na lista comunidade onde se enquadram. Ainda de património da Humanidade, os territó- dentro desta linha de acção é interessante rios turísticos mais procurados. que se reconheça também o valor formal, A Gota Verde consciente desta realidade precisamente pela atracção que desponta que envolve o património, a sua gestão e e pelo que representa e, por último, desta- interpretação, bem como o seu completo car o seu valor simbólico, enquanto vector e total subaproveitamento, enquanto acti- de continuidade entras as sociedades que vo efectivo da oferta turística regional, os produziram e as sociedades actuais ( que avança com uma acção de formação de o fruem). “Guias de Turismo Cultural e Histórico” e “ O turismo e, em especial, o turismo cultu- Interpretação do património como instru- ral, corporizado no Plano Estratégico Nacio- mento de gestão sustentável no sector do Património nal de Turismo, como produto estratégico turismo” com o intuito de lançar as bases Touring Cultural e Patrimónios, tem nos para criar dinâmicas locais e regionais argumentos patrimoniais do território dos capazes de transformar o património nas seus recursos mais importantes que urge suas diversas formas, não só monumental, capitalizar em termos de oferta. Por isso, o mas também etnográfico, etnológico, víni- O passado corporiza-se e afirma valor de uso, o valor formal, o valor simbóli- co, rural, agrícola, aquífero, molinológico e-se nos patrimónios históricos, monumen- co, o valor económico e estético que estes imaterial de forma a abrir mentalidades, atais e nas tradições e ganha forma nos possuem dever ser aproveitado como forma despertar consciências e a potenciar aespaços de identidade, como são bons de valorização efectiva da oferta turística e, criação de packs e experiências turísticasexemplos as Sés Catedrais, os Mosteiros, fundamentalmente, como garante da con- que tenham o património regional comoas Igrejas, os caminhos históricos como a servação e “viabilidade” dos monumentos. principal argumento de atractividade. UmaGeira Romana e os caminhos a Santiago de O turismo deve preconizar a interacção acção de formação que se configure tam-Compostela, os centros históricos entre entre o património e o homem, para que bém como forma de “espicaçar” economi-outros. Por isso, é fundamental , antes de este último entenda da melhor forma as camente algumas regiões que tem nomais, conferir a estes um valor de uso e turismo e no património os únicos argu-uma função, que permita a todos os cida- mentos de competitividade que urgedãos usufruir das oportunidades culturais “ O turismo deve preconizar a interac- potenciar, criando massa critica em termosque os monumentos, as tradições e espa- ção entre o património e o homem, humanos para a criação de argumentos deços de fruição turística de cariz patrimonial para que este último entenda da fruição no território tendo por base oproporcionam. Não falamos apenas do património e as suas especificidade. Um melhor forma as valências históricas,“grande monumento”, mas sim de todos projecto inovador que vai de encontro àsaqueles que são representativos e reme- reais necessidades de animação e dinami-moram um dado contexto, tradição ou valências históricas, culturais e estéticas, zação turística do território e dos seuscomunidade. assim como o papel de cada elemento patri- agentes turísticos e culturais. Por outro monial no seu contexto actual e passado e lado, criar cenários de fruição que confi-Para além de conferir aos patrimónios “ADN” identitário da sociedade onde se ram visibilidade a inúmeros acervos patri-históricos e principalmente, monumentais insere. O turismo e os seus agentes tem moniais e arqueológicos que se encontramum valor de uso (utilidade), é fundamental obrigação de se assumir como movimento no anonimato e desprotegidos, bem comoque lhe reconheçamos valor cultural, eco- de defesa do património, que é um dos seus fora do conhecimento da sociedade danómico e estético, que promova a sua mais preciosos recursos e factor estrutural qual, um dia no passado mais ou menosatracção e fruição com beneficio para o de diferenciação dos territórios e das socie- recente, foram argumentos de identidade.local e sociedade onde se inserem. Não sevalorizam espaços com o contributo da dades, potenciando a convergência com as Nuno RodriguesDescobrir o passado a caminho do Gerês A Geira é a designação comum da Via Nova, tendo sido criadapara exercer uma ligação mais rápida e directa entre Bracara Augusta eAsturica Augusta, sedes de conventus. Aberta na dinastia dos Flávios(69-96 d. C.) segue um caminho mais diagonal e por isso mais curtopara terras de Espanha, em alternativa à outra ligação mais antiga compassagem por Aquae Flaviae. Partindo do vale do Cávado, atravessandooutras linhas de água importantes como o Homem e o Lima, e territó-rios portugueses e espanhóis detentores de inúmeros e ricos recursosculturais e ambientais, a Via XVIII do Itinerário de Antonino revela, aolongo das suas milhas, uma identidade própria que se traduz na formade povoamento, em rituais culturais e religiosos que demonstram e Geira Romana , Serra do Gerêstraduzem o estatuto e vitalidade desta via, na difusão e intercâmbio devalores e na economia das populações ao longo dos séculos.Por esta via circularam legiões do império, pessoal administrativo e minérios e outro tipo de mercadorias; o correio também porcomerciantes; por aqui se escoavam e distribuíam produtos agrícolas, aqui passava levando e trazendo boas e más novas.
  3. 3. NewsletterEsta estrada foi durante cerca de três séculos um eixo vital de pessoas ao património, despertando-as para um espírito de protec-ligação entre as populações do interior da Gallaecia e Bracara ção, reabilitação e uso. Pode, ainda, este sector da actividade econó-Augusta, sendo actualmente umas das vias romanas melhor con- mica, ser um importante instrumento de desenvolvimento local aoservadas, especialmente no troço entre que vai desde Santa Cruz promover a revitalização de práticas tradicionais e ao incrementarda Geira a Banhos de Rio Caldo, devido aos vestígios arqueológi- uma “economia do património” com as dinâmicas empresariais cata-cos que ainda perduram e ao enquadramento paisagístico da lisadas pelo aumento da procura turística, o que gerará emprego ao nível da recepção, informação e animação dos locais, conduzindo a uma prosperidade económica e social que será patente. “Por esta via circularam legiões do império, pessoal administrati- vo e comerciantes; por aqui se escoavam e distribuíam produtos agrícolas, minérios e outro tipo de mercadorias; o correio tam- bém por aqui passava levando e trazendo boas e más novas.” Neste contexto torna-se primordial, diria mesmo essencial, o surgi- mento de dinâmicas territoriais associativas e/ou empresariais que alavanquem o sector do turismo, com base nas potencialidades dos recursos locais. O compromisso comum deve residir na congregação das forças vivas, criando sinergias em prol de um património comum, que pode e deve assumir-se como mais-valia para aos autóc- tones. No caso concreto da Geira, pode e deve ser colocada ao servi-mesma. ço do Turismo e da Cultura, de forma sustentada, gerando riquezaO Turismo, atendendo ao seu peso económico e político, pode económica para estas terras rurais localizadas num interior deprimi-exercer um papel de aliado do património cultural e dinamizadordos meios de financiamento da manutenção dos bens culturais, do, ávidas destas dinâmicas “pois nem sempre a paisagem enche aao estimular uma conservação activa e ao encontrar novas fun- barriga”.ções para espaços antigos. Na sua vertente cultural, o Turismo José Costaproporciona um melhor relacionamento entre a comunidade Mestre em Patrimóniovisitada e o visitante, incitando a uma maior proximidade dasA utilização do PDA com receptor GPS para a realização e interpretaçãode percursos pedestres no PNPG Gerês (ADERE-Peneda Gerês) é a proprie- mento, podendo ser previamente reserva- tária dos PDA’s e a entidade responsável do por e-mail ou telefone. pela sua gestão. O uso dos PDA’s para a realização dos per- cursos pedestres não dispensa o cumpri- A informação (descritiva e geográfica) dos mento do Plano de Ordenamento do PNPG dez percursos assistidos pelos PDA’s está e da demais legislação em vigor, nomeada- disponível para download no site www.percursosportugal.com Desta for- mente a que respeita ao exercício de activi- ma, qualquer utilizador (registado no por- dades de animação turística pelos Agentes tal) pode fazer o download dos dados dos de Animação Turística e outras entidades. Os PDA’s com receptor GPS cons- percursos do PNPG e utilizar com o seu No que respeita ao Plano de Ordenamento PDA pessoal (com receptor GPS) a solução do PNPG, sublinha -se o facto de quetituem uma ferramenta de apoio à realiza- MobileTrails (aplicação desenvolvida para alguns dos dez percursos promovidos nosção e interpretação de dez percursos os PDA’s) de forma fácil e acessível. PDA’s estarem localizados em zonas depedestres localizados no Parque Nacionalda Peneda-Gerês (PNPG). protecção, onde a visitação, em determi- “… os PDA’s destinam-se ainda a apoiar as nadas situações, está dependente de auto-Para além do suporte à realização de activi- actividades de observação e interpretação rização (parecer) do Parque.dades de visitação e de educação ambien- do património natural…”tal nos dez percursos os PDA’s destinam-se Os interessados em realizar actividadesainda a apoiar as actividades de observa- nesses percursos devem solicitar a autori-ção e interpretação do património natural, A gestão dos PDA´s é feita em articulação zação necessária ao Parque, não tendo arealizadas em locais diversos, uma vez que com as Portas do PNPG. Os PDA’s são dis- ADERE-PG ou as Portas do PNPG qualquerdisponibilizam informação sobre algumas ponibilizados e geridos através das Portas responsabilidade nesta matéria.das principais espécies de fauna e flora do do PNPG, uma vez que estas constituem as Para qualquer informação adicional pode principais estruturas de recepção, atendi-PNPG (guias de fauna e flora). contactar as Portas do PNPG ou a ADERE- mento e informação de visitantes e estãoA Associação de Desenvolvimento das localizadas relativamente próximas dos PG (258452250 www.adere-pg.pt) .Regiões do Parque Nacional da Peneda- percursos. É nas Portas do PNPG que os interessados devem requisitar o equipa- ADERE PNPG Página 3 Edição nº 01/2012 Gota Verde
  4. 4. NewsletterOferta Formativa - Fevereiro 2012 Destaque Formação Profissional:07 de Janeiro  “Concepção e gestão de percursos pedestres” 5ª EdiçãoWorkshop “Legalização de empresas  Braga—15 horasde animação” (4h)  “Guias de turismo cultural e histórico”18 de Janeiro  Braga—45 horasWorkshop “Legalização do Alojamen-to local” 2ª Edição (4h) Workshops: Instalações da Gota Verde - Entidade Formadora21 de Janeiro  Workshop “Novo regime jurídico dos empreendimentos turísticos. “ 2ª EdiçãoWorkshop “Gestão e organização depostos de turismo” (4h)  Braga—7 horasContacte-nos para obter informações acerca das nossas formações e eventos: Gota Verde - Prestação de Serviços Turísticos, Lda. Praceta Padre Ricardo da Rocha Nº 27, 4715-293 Braga Tel: 253273177 / Fax: 253616189 Neste contexto, assumem importante rele- Mais, as actividades quando desenvolvidasEditorial vância os Percursos Pedestres e a represen- em áreas classificadas ou outras com valo- tatividade dos mesmos na oferta turística res naturais, designam-se actividades de de animação dos destinos. Ao nível da turismo de natureza, desde que sejam reco- A nimação é umas palavras que Europa, existem 307 empresas de anima- nhecidas como tal pelo Instituto de Conser-provem do latim, significando Dar Alma. Na ção turística que oferecem regularmente vação da Natureza e da Biodiversidade, I. P.sua génese estão os vocábulos anima/ de base percursos pedestres. Em território (ICNB, I. P.) nos termos previstos nesseânimo. Em boa verdade, podemos afirmar português, esse número é também signifi- diploma.que a animação turística é um catalisador cativo alcançando as 44 empresas. Quando desenvolvidas mediante utilizaçãoeconómico, na medida em que assume par- Cientes desta realidade e da oportunidade de embarcações com fins lucrativos desig-ticular importância na atracção e entreteni- de ajustamento da oferta formativa às nam-se actividades marítimo turísticas. Estamento dos turistas. A animação turística necessidades latentes, em termos de mer- legislação emanada pelo Governo, pelo seucontempla todo um conjunto de actividades cado, a Gota Verde promoveu no passado carácter inovador e de acordo com toda ae serviços prestados a turistas, com vista a cursos de Concepção e Gestão de Percur- conjuntura anteriormente mencionada,complementar a oferta primaria de aloja- sos Pedestres com assinalável sucesso. afigura-se como uma boa oportunidademento e restauração, entre outras. Com realizações em Braga e Vila Real, a para, mais uma vez, a Gota Verde se colocarAo inserimos todo um conjunto de activida- parte prática foi depois desenvolvida no ao serviço dos agentes turísticos da regiãodes relacionadas com a animação turística terreno com casos práticos que tiveram norte. Estamos a falar, muito claramente,num package de venda de uma unidade lugar em duas regiões que, do ponto de para um público dirigido onde se enqua-hoteleira, estamos a aumentar o leque de vista cultural e ambiental, são de uma dram especialmente técnicos de turismo eoferta de serviços nele contemplado. Desta riqueza extrema, como é o caso do Gerês e de ambiente das autarquias e responsáveisforma, estaremos a aumentar a atractivida- do Barroso. por empresas de animação turística. É pois,de de determinado local e, obviamente, da O Decreto-lei 108/2009, de 15 de Maio, sur- para eles, que está desenhado um work-unidade de alojamento em questão. Ao ge no sentido de se ajustar a regulamenta- shop dedicado à legalização de empresasoferecermos actividades de animação turís- ção das actividades de animação turística à de animação turística que terá lugar estetica no destino, estaremos a dar a possibili- realidade, passada que está quase uma mês, nas instalações da nossa empresa.dade de aumentarmos a estadia media dos década do primeiro enquadramento legal. Neste primeiro número da nossa newslet-clientes, pois será uma oportunidade de Esta legislação, pretende assim adequar a ter, quase dedicada por inteiro a questõesnovas experiencias de base lúdica, desporti- lei ao desenvolvimento do sector, conside- da animação turística, reiteramos a mensa-va, ambiental e/ou cultural. A animação rado de importância estratégica, cumpre a gem da edição zero, reforçando e incenti-turística poder ser, igualmente, factor distin- directiva europeia de serviços e promove a vando a partilha periódica de experienciastivo de diferenciação dos territórios com simplificação de procedimentos administra- informação e comunicação com os públicosbase na especificidade de cada local, tornan- tivos. No âmbito da actividade das empre- do turismo e da hotelaria. Propomos, maisdo por isso cada experiencia como única e sas de animação turística, o diploma refere uma vez, que este deve ser um espaçoinigualável. como actividades próprias a organização e aberto de permuta, um fórum de encontroAs actividades de recreação ao ar livre na venda de actividades recreativas, desporti- para todos aqueles que diariamente, seEuropa correspondem a 94,8% da oferta vas ou culturais, em meio natural ou em confrontam com as lides do turismo.total das empresas de animação, sendo que instalações fixas destinadas ao efeito, deem Portugal a percentagem desce até aos carácter lúdico e com interesse turístico Contacte-nos e faça parte70,2%, não deixando contudo de ser, ainda para a região em que se desenvolvam. da nossa comunidade.assim, muito significativa. http://www.gotaverde.com

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