A atividade de Transporte de ProdutosPerigosos deve ser fundamentada especialmentenos aspectos referentes às “medidas depr...
As conseqüências de um acidentecom produtos perigosos poderãoenvolver não só o transportador, ofabricante e o receptor/usu...
Então, quem tem atividade relacionada a Transportede Produtos Perigosos, tem que ter a consciência deque, com a expansão d...
Portanto, a atividade de transporte de produtos perigosos, deveser fundamentada em um processo de “melhoria contínua” naim...
DIAGNÓSTICO DA ATIVIDADE DETRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOSA segurança no transporte de produtos perigosos vem sendo um te...
FONTE: ARAÚJO, G. M. Regulamentação do transporte terrestre de produtos perigosos comentada. 1ª Edição, Rio deJaneiro, 2001.
A maior ocorrência de acidentes envolvendo o transporterodoviário, não só pela sua grande incidência, mas tambémpelos dive...
O transporte de produtos perigosos no Brasil possui umpotencial de risco maior, devido às condições precárias demanutenção...
FONTE: ARAÚJO, G. M. Regulamentação do transporte terrestre de produtosperigosos comentada. 1ª Edição, Rio de Janeiro, 200...
No que diz respeito ao item “motorista”, fica claro que aquestão do treinamento deve ser considerado um dosmecanismos mais...
A CETESB trabalha com atendimentoemergencial no Estado de São Paulo desde1978 e, até 2006, foram 6.700 casosatendidos. As ...
Emergências Químicas atendidas pela CETESB –Período: 1978 a 2006 -AtividadesTransporte Rodoviário 39%Sistemas Retalhistas ...
Emergências Químicas atendidas pela CETESB –Período: 1978 a 2005Classes de RiscoLíquidos Inflamáveis 33%Corrosivas 11%Gase...
Em caso de acidentes causados por transporterodoviário de produtos perigosos é realizado oatendimento emergencial. Esse se...
Para o atendimento de emergências em acidentes notransporte de produtos perigosos, não estão disponíveisapenas os órgãos d...
Acionamentos no Paraná em 2007 por ATIVIDADETotal 232Fonte IAP/CEAA
Acionamentos em 2007 por CLASSE DE RISCOFonte IAP/CEAAClasses 1(explosivos), 4(sólidos inflamáveis); 7(material radioativo...
Acionamentos em 2007 Classe Risco 3Líquidos inflamáveisFonte IAP/CEAAAlcool18%Gasolina5%Diesel12%Óleo8%Combustivel do tanq...
Gasolina4%Diesel10%Outros3%Óleo Vegetal13%Óleo7%Alcool16%Combustiveldo tanque47%Líquidos Inflamáveis e Óleo VegetalAno 200...
Meio deTransporteAno 2007Fonte IAP/CEAABR71%URB10%PR19%MUN0%
A atividade de transporte de produtos perigosos portanto,depende das ações conjuntas envolvendo o governo,empresas transpo...
TRANSPORTESFER7%MARIT5%DUTO0%RODOV88%
PROGRAMAS DE SEGURANÇA ESAÚDEControle de Riscos Ambientais e Saúde OcupacionalA legislação brasileira determina que as emp...
No geral, as condições de saúde mais importantes que podemprejudicar ou vetar a capacidade de dirigir são:Desequilíbrio me...
Programa de Avaliação deConformidades na Segurança, Saúde,Meio Ambiente e QualidadePor se constituir o Transporte de Produ...
Este sistema foi desenvolvido e lançado pela ABIQUIM(Associação Brasileira das Indústrias Químicas) em2001, e tem o objeti...
TREINAMENTO DOS MOTORISTASNo Brasil, a obrigatoriedade de umaqualificação especial para o motorista quetransporta produtos...
Curso MOPPTÓPICOS Carga HoráriaLegislação de Trânsito 10 horasDireção Defensiva 15 horasNoções de Primeiros Socorros, Resp...
 Algumas empresas transportadoras já tem como prática a realização dos cursos anualmente, e para tanto contratam empresas ...
Legislação Específica e Normas para o Transporte Os  motoristas  profissionais  precisam  conhecer  a  legislação  e  as r...
•Resolução  do  CONTRAN  Nº  168/04  –  Curso  de  Treinamento Específico  para  Condutores  de  Veículos  Rodoviários Tra...
•ABNT  NBR  7503/03  –  Ficha  de  Emergência  e  Envelope  para  o Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Caracterí...
 Os Cinco Elementos da Direção Defensiva são: CONHECIMENTO ATENÇÃO PREVISÃO  DECISÃO  HABILIDADE 
TRANSPORTESNORMAS TÉCNICAS• NBR 7.500/94 - Símbolos de Risco eManuseio para o Transporte e Armazenamentode Material - Simb...
DECRETO 96044/88• CAPÍTULO III - Dos Procedimentos em Caso deEmergência, Acidente ou Avaria• Art.24 - Em caso de acidente,...
PERIGOAFASTE-SEPERIGOAFASTE-SEPERIGOAFASTE-SEPERIGOAFASTE-SEEPIEm acidentes rodoviários é de responsabilidade domotorista ...
Art.25 - Em razão da natureza,extensão e características daemergência, a autoridade queatender ao caso determinará aoexped...
Art.26 - O contrato de transporte deverádesignar quem suportará as despesasdecorrentes da assistência de que trata oartigo...
• Art.27 - Em caso de emergência,acidente ou avaria o fabricante, otransportador, o expedidor e odestinatário do produto p...
Assistência de empresa especializada
TRANSPORTESLEGISLAÇÃO APLICÁVEL• Art.28 - As operações de transbordo em condições deemergência deverão ser executadas em c...
Br 277 Rio Sagrado Morretes
Art 45 Responsabilidade Transportador-transportar produto cujo deslocamento sejaproibido;-transportar produtos perigosos a...
-transportar produtos em embalagens em máscondições;-não adotar, em caso de acidente ou avaria, asprovidências constantes ...
- transportar produtos perigosos desacompanhadode declaração de responsabilidade do expedidor;- transportar produto perigo...
Art 46 Responsabilidade do Expedidor-embarcar no veículo produtos incompatíveis entresi;-embarcar produto perigoso não con...
Expedidor-não fornecer ao transportador a Ficha deEmergência e o Envelope;
FICHA DEEMERGÊNCIATel.: (21) 677-1241Fax.: (21) 776-3550ÓLEO DIESELNº DA ONU1203ASPECTO: Líquido volátil, incolor, com che...
- embarcar produto perigoso emveículo que não esteja utilizandorótulos de risco e painéis desegurança, afixados nos locais...
-não prestar os necessáriosesclarecimentos técnicos emsituações de emergência ou acidentes,quando solicitado pelas autorid...
5 transporte rodoviario
5 transporte rodoviario
5 transporte rodoviario
5 transporte rodoviario
5 transporte rodoviario
5 transporte rodoviario
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

5 transporte rodoviario

2.449 visualizações

Publicada em

0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.449
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
64
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

5 transporte rodoviario

  1. 1. A atividade de Transporte de ProdutosPerigosos deve ser fundamentada especialmentenos aspectos referentes às “medidas deprevenção” e gerenciamento de riscos. É, basicamente, a maneira mais eficiente de seprevenir e gerenciar o transporte de produtosperigosos, fundamenta-se em: Melhoria contínua nos Programas de Treinamentodos Condutores de Veículos com cargasconsideradas Produtos Perigosos.
  2. 2. As conseqüências de um acidentecom produtos perigosos poderãoenvolver não só o transportador, ofabricante e o receptor/usuáriofinal, mas também, organizaçõespúblicas e privadas, podendo aindaafetar ou serem envolvidas esentidas por comunidadespróximas ao local de ocorrência doincidente, podendo aindacontaminar o solo, o ar e as águas.
  3. 3. Então, quem tem atividade relacionada a Transportede Produtos Perigosos, tem que ter a consciência deque, com a expansão da industria química e ocrescimento da demandadesenvolvimentista/consumista da população, temaumentado consideravelmente a movimentação deProdutos Perigosos e Resíduos Tóxicos em todo oBrasil, circulando hoje, diariamente no País, centenasde veículos transportando produtos químicos, ácidos,produtos inflamáveis, radioativos, explosivos,substâncias infectantes e substâncias tóxicas. O transporte destes produtos perigosos, apresentauma série de riscos, que estão sujeitos a uma sériede fatores adversos, principalmente: Imprudência do condutorMá condição das estradasFalha mecânica eCondições metereológicas
  4. 4. Portanto, a atividade de transporte de produtos perigosos, deveser fundamentada em um processo de “melhoria contínua” naimplementação e superação de metas de treinamentos de todosos envolvidos no processo, principalmente os condutores dosveículos.Não há dúvidas de que os trabalhadores devem ser treinados evalorados antes de introduzidos no trabalho. Especialistas emsegurança afirmam que a ação preventiva é mais barata eeficiente do que a corretiva e podemos apresentar os seguintespontos positivos:Redução dos custos com acidentes e manutenção;Menor índice de absentismo e rotatividade;Atritos menores com a supervisão;Melhoria de relacionamentos e do ambiente de trabalho;Melhor imagem com os clientes e da companhia.
  5. 5. DIAGNÓSTICO DA ATIVIDADE DETRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOSA segurança no transporte de produtos perigosos vem sendo um tema degrande discussão em diversos fóruns industriais e governamentaisenvolvendo não só os colaboradores envolvidos na empresatransportadora, principalmente os condutores profissionais, mas também opúblico em geral.O motorista profissional possui a responsabilidade de conduzir umequipamento de grande valor material e por isso deve ser treinado paraconduzir e se comportar de forma DEFENSIVA, respeitando suaslimitações físicas e psicológicas, e as adversidades meteorológicas, paraque possa completar com sucesso sua jornada sem a ocorrência deacidentes.No Brasil, o transporte de produtos perigosos é realizado utilizando-se osseguintes modais principais:Transporte Rodoviário = 64%Transporte Ferroviário = 21%Transporte Marítimo = 11%Transporte Fluvial e por Dutos = 4%
  6. 6. FONTE: ARAÚJO, G. M. Regulamentação do transporte terrestre de produtos perigosos comentada. 1ª Edição, Rio deJaneiro, 2001.
  7. 7. A maior ocorrência de acidentes envolvendo o transporterodoviário, não só pela sua grande incidência, mas tambémpelos diversos fatores que tornam este tipo de transportemais vulnerável, tem levado muitas Instituições a se dedicar apropor medidas para conscientizar e assim minimizar aocorrência dos acidentes.Atualmente o número de acidentes continua muito elevado,mesmo com as campanhas e aplicação de penalidadesprevistas no Código Nacional de Trânsito.O motorista profissional precisa estar consciente que suaparticipação no processo é fundamental para reduzir a taxa defreqüência de acidentes.
  8. 8. O transporte de produtos perigosos no Brasil possui umpotencial de risco maior, devido às condições precárias demanutenção e saturação do nosso sistema viário.Devido a estas condições adversas, é fundamental oaprimoramento dos motoristas profissionais, aumento dafiscalização e a necessidade de uma atuação mais responsáveldos setores empresariais envolvidos com a produção etransporte de produtos perigosos.Em uma pesquisa realizada dentro do programa VOLVO –SENAI, entre todos os envolvidos na atividade de transportede cargas no Brasil, o resultado apresentado mostrouclaramente que a maioria dos profissionais entrevistados(condutores), concordam que os fatores relacionados aocomportamento dos motoristas, associado às condiçõesprecárias das vias de circulação, são as maiores causas deacidentes nas estradas.
  9. 9. FONTE: ARAÚJO, G. M. Regulamentação do transporte terrestre de produtosperigosos comentada. 1ª Edição, Rio de Janeiro, 2001.Motoristas 32%Treinamento 26%Saúde 6%Rodovias 30%Conservação 25%Engenharia 5%Empresa 14%Treinamento 6%Profissionalismo 8%Fisc. Legisl. 10%Fiscalização 6%Legislação 4%Veíc./Equi. 14%Vistoria Téc. 11%Carga 3%
  10. 10. No que diz respeito ao item “motorista”, fica claro que aquestão do treinamento deve ser considerado um dosmecanismos mais importantes para minimizar os acidentes.Os dirigentes de empresas transportadoras tem que levar emconsideração a necessidade de garantir aos condutores deveículos de transporte de produtos perigosos, as condiçõesfísicas e psicológicas para assumirem tal responsabilidade.Os itens fiscalização, empresa, veículos e equipamentos,representa a forma de atuação dos governos e o nível deprofissionalismo das empresas transportadoras.Reforçando a pesquisa, o Gabinete de Treinamento doPoliciamento Rodoviário da Polícia Militar de São Paulo, mostraque no ano de 2005 foram atendidos 372 acidentes comveículos transportando produtos perigosos nas rodoviasestaduais sob circunscrição do DER – Departamento deEstradas de Rodagem.Desse total, 213 apresentavam, como causas prováveis,falhas do condutor, o que corresponde a um percentual de57%.
  11. 11. A CETESB trabalha com atendimentoemergencial no Estado de São Paulo desde1978 e, até 2006, foram 6.700 casosatendidos. As estatísticas revelam que, nosúltimos sete anos, foram atendidas em média500 acidentes anualmente.
  12. 12. Emergências Químicas atendidas pela CETESB –Período: 1978 a 2006 -AtividadesTransporte Rodoviário 39%Sistemas Retalhistas de Combustíveis 9%Indústrias 7%Descarte 5%Transporte Marítimo 5%Transporte por Duto 3%Armazenamento 3%Transporte Ferroviário 1%Outros/Manchas Órfãs/ Não identificadas/ Nada const 28%TOTAL 6.700
  13. 13. Emergências Químicas atendidas pela CETESB –Período: 1978 a 2005Classes de RiscoLíquidos Inflamáveis 33%Corrosivas 11%Gases 11%Substâncias Perigosas Diversas 6%Tóxicas Infectantes 3%Sólidos Inflamáveis 2%Oxidantes Peróxidos 1%Não Identificadas 30%TOTAL 6.700
  14. 14. Em caso de acidentes causados por transporterodoviário de produtos perigosos é realizado oatendimento emergencial. Esse serviço é feito com aintegração de diversos Órgãos, incluindo, além doPoliciamento Rodoviário, o Corpo de Bombeiros, aDefesa Civil Estadual ou Municipal, o Órgão Ambiental,o DER e/ou Concessionárias de Rodovias, podendoainda serem apoiados pelos Órgãos responsáveis peloAbastecimento de Água na área de emergência.
  15. 15. Para o atendimento de emergências em acidentes notransporte de produtos perigosos, não estão disponíveisapenas os órgãos de prestação de serviço público.Também dão suporte no atendimento emergencial, empresasde equipamentos e tecnologia especializadas e voltadas aesse tipo de atendimento, a exemplo da Alpina, ECOSORB,HidroClean, SOS COTEC, SUATRANS entre outras.São empresas que disponibilizam recursos materiais eequipes especializadas 24 horas por dia, realizam oacompanhamento dos resíduos gerados durante oatendimento emergencial e o monitoramento e gerenciamentodas áreas afetadas com necessidade de remediação (serviçopós-emergencial), desenvolvem sistema preventivo, gerenciale de atendimento às emergências com produtos químicos eministram diversos módulos de treinamento teórico e prático(simulados), destinados a preparação de profissionaisenvolvidos nas operações de transporte, manuseio earmazenamento de produtos perigosos.
  16. 16. Acionamentos no Paraná em 2007 por ATIVIDADETotal 232Fonte IAP/CEAA
  17. 17. Acionamentos em 2007 por CLASSE DE RISCOFonte IAP/CEAAClasses 1(explosivos), 4(sólidos inflamáveis); 7(material radioativo) e 9(substâncias perigosas diversas) ZERO
  18. 18. Acionamentos em 2007 Classe Risco 3Líquidos inflamáveisFonte IAP/CEAAAlcool18%Gasolina5%Diesel12%Óleo8%Combustivel do tanque54%Outros3%
  19. 19. Gasolina4%Diesel10%Outros3%Óleo Vegetal13%Óleo7%Alcool16%Combustiveldo tanque47%Líquidos Inflamáveis e Óleo VegetalAno 2007Fonte IAP/CEAA
  20. 20. Meio deTransporteAno 2007Fonte IAP/CEAABR71%URB10%PR19%MUN0%
  21. 21. A atividade de transporte de produtos perigosos portanto,depende das ações conjuntas envolvendo o governo,empresas transportadoras e motoristas profissionais, visandomelhorar as condições de segurança, saúde e ambiente detrabalho.A prevenção de acidentes na atividade de transporte deprodutos perigosos, necessita de uma avaliação críticaprofunda e contínua, dos recursos técnicos disponíveis, daqualificação dos funcionários, da fiscalização, daadequação da jornada de trabalho e da garantia dautilização dos Equipamentos de Proteção Individual –EPI’s.DESTAQUE I : O uso de EPI’s Equipamentos de ProteçãoIndividual é de fundamental importância e pode salvar vidas.DESTAQUE II : Todas as empresas transportadoras de produtosperigosos devem elaborar e desenvolver Procedimentos deEmergência no Transporte (Plano de Emergência –Simulados).
  22. 22. TRANSPORTESFER7%MARIT5%DUTO0%RODOV88%
  23. 23. PROGRAMAS DE SEGURANÇA ESAÚDEControle de Riscos Ambientais e Saúde OcupacionalA legislação brasileira determina que as empresas identifiquem emonitorem os riscos a que os trabalhadores encontram-seexpostos, desta forma o Ministério do Trabalho e Empregotornou obrigatórios a elaboração do PPRA – Plano de Prevençãocontra Riscos Ambientais e o PCMSO – Programa de ControleMédico e Saúde Ocupacional para todas as atividadeseconômicas, independentemente do número de funcionários, istose aplica, também, à atividade de transporte.O PCMSO indica as orientações fundamentais para iniciar umprograma de prevenção de acidentes de trânsito e possui doisobjetivos principais: avaliar, do ponto de vista médico, suacapacidade de dirigir e identificar previamente quaisquercondições adversas de saúde que tornem o motorista maissuscetível a problemas de saúde decorrentes do trabalho.
  24. 24. No geral, as condições de saúde mais importantes que podemprejudicar ou vetar a capacidade de dirigir são:Desequilíbrio mental e comportamento agressivo;Vício em drogas / álcool;Visão inadequada;Perda acentuada de audição;Perda súbita de consciência por doença neurológica,cardiovascular;Problemas de metabolismo ou diabetes com risco de coma;Restrição da parte motora seja ela de origem neurológica ounão (ossos, articulações e músculos), inclusive condiçõespós-traumáticas.Destaque: A implantação de um PCMSO é a garantia doempregador, inclusive sob o ponto de vista legal, de que asatividades expostas aos riscos ambientais são exercidas emcondições seguras e por pessoas saudáveis.
  25. 25. Programa de Avaliação deConformidades na Segurança, Saúde,Meio Ambiente e QualidadePor se constituir o Transporte de ProdutosPerigosos em uma atividade específica,onde a quase totalidade de ações ocorremenvolvendo o condutor, o equipamento detransporte e a carga, em trânsito, emdiferentes vias e localidadessimultaneamente, as empresas detransporte de produtos perigosos temoptado em implantar nas suas operaçõesde transporte, um sistema de avaliaçãodenominado SASSMAQ, Sistema deAvaliação de Segurança, Saúde, MeioAmbiente e Qualidade.
  26. 26. Este sistema foi desenvolvido e lançado pela ABIQUIM(Associação Brasileira das Indústrias Químicas) em2001, e tem o objetivo de reduzir de forma contínua eprogressiva, os riscos de acidentes nas operações detransporte e distribuição de produtos químicos.www.abiquim.org.brInicialmente dirigido ao modal rodoviário, vem sendogradativamente ampliado para abranger todos osmodais de transporte, bem como os terminais dearmazenagem.Apesar de ser um sistema de avaliação, o SASSMAQnão garante a qualidade e a segurança do serviçoprestado pela empresa, mas oferece um mecanismo deavaliação do processo de melhoria contínua dasempresas de transporte.
  27. 27. TREINAMENTO DOS MOTORISTASNo Brasil, a obrigatoriedade de umaqualificação especial para o motorista quetransporta produtos perigosos, ganhou forçaapós o Acordo de Facilitação do MERCOSUL. AResolução 168 de 14 de dezembro de 2004, doCONTRAN, determinou que o curso fossechamado de MOPP, dispondo sobre os Cursosde Treinamento Específico e Complementarpara Condutores de Veículos RodoviáriosTransportadores de Produtos Perigosos, comcarga horária de 50 h, e reciclagem com cargahorária de 16h.
  28. 28. Curso MOPPTÓPICOS Carga HoráriaLegislação de Trânsito 10 horasDireção Defensiva 15 horasNoções de Primeiros Socorros, Respeito ao MeioAmbiente e Prevenção de Incêndio10 horasMovimentação de Produtos Perigosos 15 horasTotal 50 horas
  29. 29.  Algumas empresas transportadoras já tem como prática a realização dos cursos anualmente, e para tanto contratam empresas especializadas e autorizadas pela União.
  30. 30. Legislação Específica e Normas para o Transporte Os  motoristas  profissionais  precisam  conhecer  a  legislação  e  as regras    vigentes  no  Brasil  que  regulamentam  o  transporte rodoviário  de  produtos  perigosos,    que  tem  como  objetivo principal,  proporcionar  condições  de  segurança  para  todos  os envolvidos direta e indiretamente na operação de transporte. Estas  regras  e  normas,  seguem  padrões  Internacionais  da  ONU (Organização das Nações Unidas – “Orange Book”) e é composta basicamente de:•Decreto Federal 2.063/83 – Dispõe sobre multas a serem aplicadas e outras providências;•Decreto  Federal  96.044/88  –  Regulamentação  do  Transporte  de Produtos Perigosos (RTPP);•Decreto  Federal  1.797/96  –  Acordo  para  facilitação  do  Transporte de Produtos Perigosos no Mercosul;•Decreto  Federal  2.866/98  –  Protocolo  adicional  ao  Decreto 1.797/96;•Decreto Federal 4.097/02 – Altera redação do art. 7º do RTPP;
  31. 31. •Resolução  do  CONTRAN  Nº  168/04  –  Curso  de  Treinamento Específico  para  Condutores  de  Veículos  Rodoviários Transportadores de Produtos Perigosos;•Resolução  Nº  420/04  da  ANTT  –  Aprova  as  Instruções Complementares ao Regulamento do Transporte Terrestre de Produtos Perigosos;•Resolução  Nº  701/04  da  ANTT  –  Altera  alguns  itens  da Resolução Nº 420/04;•Lei Federal 9.605/98 – Lei de Crimes Ambientais;•Regulamentos  Técnicos  –  Instituto  Nacional  de  Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial – INMETRO;•Portarias  Estaduais  –  Departamento  Estadual  de  Trânsito (DETRAN);•Legislações Municipais – Prefeituras Municipais;•Normas  Brasileiras  Regulamentadoras  (NBR)  –  Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT);•ABNT NBR 7500/03 – Identificação para o Transporte Terrestre, Manuseio,  Movimentação  e  Armazenamento  de  Produtos Perigosos;•ABNT  NBR  7501/03  –  Transporte  Terrestre  de  Produtos Perigosos – Terminologia;
  32. 32. •ABNT  NBR  7503/03  –  Ficha  de  Emergência  e  Envelope  para  o Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Características, Dimensões e Preenchimento;•ABNT  NBR  9735/03  –  Conjunto  de  Equipamentos  para Emergências no Transporte Terrestre de Produtos Perigosos;•ABNT NBR 13221/03 – Transporte Terrestre de Resíduos; •ABNT  NBR  14064/03  –  Atendimento  a  Emergência  no Transporte Terrestre de Produtos Perigosos ;•ABNT - NBR 14095/03 – Área de Estacionamento para Veículos Rodoviários de Transporte de Produtos Perigosos.A  Legislação  e  Normas  para  transporte,  abordam  os  temas sobre  as  Cargas  e  seu  Acondicionamento,  as Responsabilidades  do  Pessoal  envolvido  na  Operação  do Transporte, a Documentação Obrigatória para o Transporte de Produtos Perigosos, os Rótulos nas Embalagens, a Sinalização Específica  dos  veículos  quanto  aos  Riscos  e  a  Segurança,  o Conjunto de Equipamentos de Proteção Individual e Infrações e as Penalidades.
  33. 33.  Os Cinco Elementos da Direção Defensiva são: CONHECIMENTO ATENÇÃO PREVISÃO  DECISÃO  HABILIDADE 
  34. 34. TRANSPORTESNORMAS TÉCNICAS• NBR 7.500/94 - Símbolos de Risco eManuseio para o Transporte e Armazenamentode Material - Simbologia;• NBR 7.501/89 - Transporte deProdutos Perigosos - Terminologia;• NBR 7.503/96 - Ficha de Emergênciapara o Transporte de Produto Perigoso -Características e Dimensões;• NBR 7.504/93 - Envelope paraTransporte de Cargas Perigosas - Dimensõese Utilizações.
  35. 35. DECRETO 96044/88• CAPÍTULO III - Dos Procedimentos em Caso deEmergência, Acidente ou Avaria• Art.24 - Em caso de acidente, avaria ou outro fato que obriguea imobilização de veículo transportando produto perigoso, ocondutor adotará as medidas indicadas na Ficha deEmergência e no Envelope para o Transporte correspondentesa cada produto transportado, dando ciência à autoridade detrânsito mais próxima, pelo meio disponível mais rápido,detalhando a ocorrência, o local, as classes e quantidades dosmateriais transportados.
  36. 36. PERIGOAFASTE-SEPERIGOAFASTE-SEPERIGOAFASTE-SEPERIGOAFASTE-SEEPIEm acidentes rodoviários é de responsabilidade domotorista de imediato sinalizar e isolar local do acidente,usando o kit de emergência do veículo.
  37. 37. Art.25 - Em razão da natureza,extensão e características daemergência, a autoridade queatender ao caso determinará aoexpedidor ou ao fabricante doproduto a presença de técnicos oupessoal especializado
  38. 38. Art.26 - O contrato de transporte deverádesignar quem suportará as despesasdecorrentes da assistência de que trata oartigo anterior. Parágrafo único. No silêncio docontrato o ônus será suportado pelotransportador.
  39. 39. • Art.27 - Em caso de emergência,acidente ou avaria o fabricante, otransportador, o expedidor e odestinatário do produto perigoso darãoo apoio e prestarão os esclarecimentosque lhes forem solicitados pelasautoridades públicas.
  40. 40. Assistência de empresa especializada
  41. 41. TRANSPORTESLEGISLAÇÃO APLICÁVEL• Art.28 - As operações de transbordo em condições deemergência deverão ser executadas em conformidade com aorientação do expedidor ou fabricante do produto e, sepossível, com a presença de autoridade pública.§ 1 - Quando o transbordo for executado em via públicadeverão ser adotadas as medidas de resguardo ao trânsito.§ 2 - Quem atuar nessas operações deverá utilizar osequipamentos de manuseio e de proteção individualrecomendados pelo expedidor ou fabricante do produto.§ 3 - No caso de transbordo de produtos a granel o responsávelpela operação deverá ter recebido treinamento específico.
  42. 42. Br 277 Rio Sagrado Morretes
  43. 43. Art 45 Responsabilidade Transportador-transportar produto cujo deslocamento sejaproibido;-transportar produtos perigosos a granel que nãoconste do Certificado de Capacitação ou sem este;-transportar com o produto perigoso, pessoas,animais, medicamentos ou alimentos destinados aoconsumo humano ou animal, ou ainda, embalagensdestinadas a estes bens;-transportar produtos incompatíveis entre si, apesarde advertido pelo expedidor.-não dar manutenção ao veículo ou ao seuequipamento;-estacionar ou parar com inobservância aopreceituado no art. 14;
  44. 44. -transportar produtos em embalagens em máscondições;-não adotar, em caso de acidente ou avaria, asprovidências constantes na Ficha de Emergência e doEnvelope para o Transporte;- transportar produto a granel sem utilizar o tacógrafoou não apresentar o disco à autoridade competente,quando solicitado.- transportar carga mal estivada;- transportar produtos perigosos em veículo desprovidode equipamentos para situação de emergência eproteção individual;- transportar produtos perigosos desacompanhados deCertificado de Capacitação para o Transporte deProdutos Perigosos a Granel (art. 22, I);
  45. 45. - transportar produtos perigosos desacompanhadode declaração de responsabilidade do expedidor;- transportar produto perigoso desacompanhadosde Ficha de Emergência e Envelope para oTransporte (art. 22, III);- transportar produtos perigosos sem utilizar, nasembalagens e no veículo, rótulos de risco e painéisde segurança em bom estado e correspondentes aoproduto transportado;- circular em vias públicas nas quais não sejapermitido o trânsito de veículos transportandoprodutos perigosos; e-não dar imediata ciência da imobilização doveículo em caso de emergência, acidente ou avaria.
  46. 46. Art 46 Responsabilidade do Expedidor-embarcar no veículo produtos incompatíveis entresi;-embarcar produto perigoso não constante doCertificado de Capacitação do veículo ouequipamento ou estando esse Certificado vencido;-expedir produto perigoso mal acondicionado oucom embalagens em más condições;-não comparecer ao local do acidente quandoexpressamente convocado pela autoridadecompetente (art. 25);-embarcar produto perigoso em veículo que nãodisponha de conjunto de equipamentos parasituação de emergência e proteção individual;
  47. 47. Expedidor-não fornecer ao transportador a Ficha deEmergência e o Envelope;
  48. 48. FICHA DEEMERGÊNCIATel.: (21) 677-1241Fax.: (21) 776-3550ÓLEO DIESELNº DA ONU1203ASPECTO: Líquido volátil, incolor, com cheiro característicoRISCOSFOGO: Perigoso quando exposto à chama ou fonte de calorSAÚDE: Evite ingestão, inalação dos vapores e contato com a peleMEIO AMBIENTE: Prejudica a utilização de águas quando contaminadasEM CASO DE ACIDENTESE ISTO OCORRER FAÇA ISTOFAÇA ISTO- Afaste o veículo da rodovia- Pare o veículo e desligue o motor- Afaste os curiosos- Não toque no produtoeblin - Sinalize, isolando o perigo para o trânsito- Contenha com areia ou terraVAZAMENTO- No caso de princípio de incêndio, utilize o extintor de pó químico ou CO2- Não utilize jatos diretos de água, use o esguicho em forma de neblinaFOGO- Evite que o vazamento se alastre, contaminando o meio ambiente- Providencie a rápida e adequada remoção do produtoPOLUIÇÃO- Tire imediatamente a roupa contaminada e lave a pele com água em abundância- Em caso de respingos nos olhos lave-os com água em abundância durante vários minutos- Vítimas de inalação dos vapores devem ser prontamente retiradas para ambientes arejados- Havendo parada respiratória, aplique a respiração artificialENVOLVIMENTO - Recorra imediatamente a assistência médicaDE PESSOAS- Apresente esta ficha ao médicoINFORMAÇÕESAO MÉDICOLÍQUIDOINFLAMÁVEL3
  49. 49. - embarcar produto perigoso emveículo que não esteja utilizandorótulos de risco e painéis desegurança, afixados nos locaisadequados;- expedir carga fracionada comembalagem externa desprovida dosrótulos de risco específicos;- embarcar produto perigoso emveículo ou equipamento que nãoapresente adequadas condições demanutenção;
  50. 50. -não prestar os necessáriosesclarecimentos técnicos emsituações de emergência ou acidentes,quando solicitado pelas autoridades

×