Sala de aula interativa_cristiane

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Baseado na introdução do livro: Sala de aula interativa do autor Marco Silva.

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  • Um breve mapeamento da introdução do livro “Sala de aula Interativa” do autor Marco Silva.
  • Marco Silva nos convida a entender melhor o que é interatividade. Ele relata que atualmente a interatividade é uma palavra muito falada, e freguentemente compreendida de forma equivocada. Pois a interatividade não é apenas para ser utilizada como estratégia de markenting ou porque está na moda. Para se entender o que realmente é a interatividade, precisa se entender toda a sua complexidade. É o que este livro trata, como argumentos bem esclarecedores.
  • Alguns exemplos de como a palavra interatividade está sendo utilizada. Neste slide, se reflete como esta na moda.
  • Neste exemplo, como é utilizada em estratégia de markentig. Os carros que podem ser montados conforme o pedido dos clientes por internet, o tênis que “interage” com o cliente, assim como, o brinquedo. E até mesmo os programas de televisão, que trazem a interatividade no seu slogan.
  • Em um dos argumentos dos críticos a interatividade é a submissão do homem à máquina. Se submetendo ao seu “controle”.
  • Nesta item, se esclarece a diferença entre informação e comunicação, pois a “lógica da distribuição” se trata das informações que são distribuídas aleatoriamente sem destino certo, sem saber com quem se está falando. Já a “lógica da comunicação” é quando o emissor e receptor estão se interligando através da mensagem, havendo assim, a comunicação, propriamente dita. A mídia, no entanto, confundi o seu espectador, deixando a entender que ambos estão se comunicando. A interatividade vem para suprir essa falha. Mas para isso, ela precisa ser possibilitada, precisa haver essa possibilidade de diálogo, aí que entra o hipertexto como uma grande ferramenta, que poderá ligar a mensagem entre o emissor e o receptador.
  • Na lógica da distribuição, a mensagem é apenas transmitida. Uma “mão-única”. Na lógica da comunicação, o emissor dialoga a mensagem com o receptor. É uma “mão-dupla” para a mensagem. O emissor está aberto para as opiniões do receptor. A mensagem passa a ser flexível, podendo ser modificada conforme é compreendida. E o receptor tem a possibilidade de dialogar com emissor, não está mas na posição de só receber a mensagem, mas sim de interagir.
  • O hipertexto vem como uma grande ferramenta de interação entre o emissor e o receptador, vem para quebrar o paradigma da “lógica da distribuição” (onde a mensagem é apenas transmitida). Agora o “novo espectador” pode modificar, reinventar as informações através do hipertexto.
  • Marco Silva traz a contribuição de Edgar Morin que nos ajuda a entender o que é complexidade, como a interatividade é essencial para tornar os assuntos mais complexos, mais profundos, mais significativos, para assim compreender melhor o objeto de estudo e sua relação com o sujeito.
  • As interligações entre os fenômenos dialógicos. Esquema realizado pelo Edgar Morin, para ilustrar o seu entendimento sobre a complexidade.
  • Se pode compreender que a interatividade e a complexidade se completam. Atualmente o mundo tecnológico transita para esse mundo mais complexo, mais interativo, onde as pessoas são co-autores, são autônomas. Está ficando aos poucos para trás a “lógica da distribuição”, do paradigma da simplificação, o qual a mídia se aproveitava para mandar informações, onde o receptor apenas recebia e não podia dialogar, interagir com seu emissor. Isto agora, está cada vez mais ficando para trás. O mundo pede, exige, mas possibilidades de respostas, de opinião, de interação.
  • Nós profissionais da educação devemos parar e refletir sobre a importância da interatividade na sala de aula. Creio que seja esse um dos passos que o autor Marco Silva nos remete, para mudar os velhos paradigmas da sala de aula tradicional.
  • Sala de aula interativa_cristiane

    1. 1. SALA DE AULA INTERATIVA (AUTOR: MARCO SILVA)UM CONVITE À INTERATIVIDADE E À COMPLEXIDADE (INTRODUÇÃO) POR: CRISTIANE COSTA DE FREITAS
    2. 2. CONVITE AO DIÁLOGO! COMO O TERMO “INTERATIVIDADE” É ASSIMILADO FREGUENTEMENTE:• 1º. É um termo da “moda”.• 2º. Tem a ver com estratégia de markenting .• 3º Regressão do homem à máquina.
    3. 3. Termo “da moda”
    4. 4. Estratégia de Markenting
    5. 5. Regressão do Homem à Máquina.
    6. 6. “A EMERGÊNCIA DA INTERATIVIDADE”• A relevante diferença entre a “lógica da distribuição” com a “lógica da comunicação” tão equalizada nas mídias.• Nova configuração tecnológica, onde o receptador não é passivo, mas busca fazer por si mesmo, busca autonomia.
    7. 7. O HIPERTEXTO E O NOVO ESPECTADOR• O hipertexto vem para quebrar o paradigma da lógica da distribuição, que permite o indivíduo reinventar as informações. Passando assim, a ser um novo espectador.
    8. 8. EPISTEMOLOGIA DA COMPLEXIDADE E INTERATIVIDADE• Edgar Morin nos ajuda a esclarecer a epistemologia da complexidade. E diferencia este do paradigma da simplicidade com propriedade.• Morin é contrário ao paradigma da simplificação, do princípio da linearidade, de um discurso monológico.• Para ele“ A complexidade é um tecido cujos constituintes heterogêneos e contraditórios encontram-se inseparavelmente associados”. Que o conhecimento é gerado de forma dialógica “da ordem, desordem, interação, organização”.
    9. 9. Fonte:http://revistas.unipar.br/akropolis/article/viewFile/2812/2092
    10. 10. • O “pensamento complexo” é (...)aquele que busca apreender tais interações a partir da ótica da diversidade, da incorporação do acaso, da incerteza e, portanto, como superação da causalidade linear, do determinismo simplificador. Silva (2010, p.19)• Podemos entender que a interação é fundamental para poder haver a complexidade. O autor Marco Silva nos esclarece tal afirmativa dizendo que “as interações é essencial para a epistemologia da complexidade”. E sustenta que conhecer as interações é atentar para a “causalidade mútua inter-relacionar”, as “inter-retroações”, as “interferências”, a “dialógica”.• Para haver o pensamento complexo é necessário: o dialógico, a multiplicidade e a recursividade.
    11. 11. PERSPECTIVA PARA A EDUCAÇÃO• Repensar as práticas comunicacionais nas salas de aula. Para deixar de lado a lógica da distribuição e o paradigma da simplificação. E levar para a escola um ambiente onde o aluno possa interagir, ser colaborador de sua aprendizagem.• Os pensadores Paulo Freire e Pierre Lévy já se preocupavam com a falta de diálogo e de interação entre educador e educando.• Construir uma sala de aula interativa seria o ambiente em que o professor interrompe com a sala de aula tradicional.

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