Trabalho de Biologia

15.702 visualizações

Publicada em

Publicada em: Tecnologia
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
15.702
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
41
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
78
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Trabalho de Biologia

  1. 1. Colégio Técnico de Campinas Alimentos – 2º ano Aristeu Rocha Jr. – RA: 09006 Elisa Tieko Matsubara – RA:09017 Giulia Falcirolli Gonçalves – RA:09022 Juliana Marques Oliveira – RA: 09024 Mayra Nogueira Rubin – RA: 09033 Rodrigo Hattori – RA:09038
  2. 2. DOENÇAS <ul><li>Causadas por Vírus: </li></ul><ul><li>Catapora ou Varicela </li></ul><ul><li>Condiloma Acuminado ou Verrugas Venéreas </li></ul><ul><li>Causadas por Bactérias: </li></ul><ul><li>Botulismo </li></ul><ul><li>Cárie </li></ul><ul><li>Causadas por Protozoários: </li></ul><ul><li>Amebíase </li></ul><ul><li>Tricomoníase </li></ul><ul><li>Causadas por Fungos: </li></ul><ul><li>Dermatomicoses (Micoses de Pele) </li></ul>
  3. 3. CATAPORA OU VARICELA <ul><li>• DEFINIÇÃO: Infecção aguda, com erupções na pele sob a forma de vesículas. </li></ul><ul><li>• CAUSADOR: Vírus varicela zoster, da família Herperviridae </li></ul><ul><li>• TRANSMISSÃO: Direta, por gotículas de muco ou saliva contaminadas, e indireta, através de objetos recentemente contaminados por secreções dos indivíduos infectados. </li></ul>
  4. 4. CATAPORA OU VARICELA <ul><li>• CICLO DE VIDA DO TRANSMISSOR: O período de incubação da varicela varia de 10 a 21 dias (comumente entre 14 e 16). O período de transmissão inicia 24 a 48 horas antes do surgimento das lesões da pele e se estende até que todas as vesículas tenham desenvolvido crostas (casca), usualmente 7 a 9 dias. O tempo que medeia entre o contato e surgimento da doença (incubação) é de 14 a 16 dias, variando entre 10 e 21 dias. </li></ul>
  5. 5. CATAPORA OU VARICELA <ul><li>• SINTOMAS PRINCIPAIS: Inicia-se subitamente, com febre moderada, sintomas gerais benignos e erupção cutânea rósea e sem elevação, nas primeiras horas, passando a ter elevação por 3 ou 4 dias, com formação de crostas granulosas. As vesículas localizam-se principalmente nas partes do corpo habitualmente cobertas, podendo aparecer no couro cabeludo e nas mucosas das vias aéreas superiores (são centrípetas). Na mesma área verificam-se lesões em vários estádios de evolução (polimorfismo). </li></ul>
  6. 6. CATAPORA OU VARICELA <ul><li>• COMPLICAÇÕES: conjuntivite, otite média, encefalite (que atinge principalmente as crianças, na proporção de 1 caso para 600), pneumonia (que se desenvolve principalmente em adultos), púrpura trombocitopênica. A moléstia raramente leva à morte. </li></ul><ul><li>• PROFILAXIA: </li></ul><ul><li>> Isolamento dos infectados até a cura </li></ul><ul><li>> Imunização passiva com imunoglobulina zoster ou com imunoglobulina hiperimune. </li></ul>
  7. 7. CATAPORA OU VARICELA <ul><li>• DADOS EPIDEMIOLÓGICOS: Um boletim epidemiológico aponta que, no primeiro semestre de 2007, 150 surtos da doença foram registrados somente no Estado de São Paulo. Foram 991 casos - 25,5% em crianças de um a quatro anos. Principalmente em ambientes fechados como creches, escolas e pré-escolas, onde o risco de transmissão chega até a 85%. </li></ul>
  8. 8. CATAPORA OU VARICELA
  9. 9. CONDILOMA ACUMINADO OU VERRUGAS VENÉREAS <ul><li>• DEFINIÇÃO: Infecção de caráter crônico geralmente transmitida sexualmente. </li></ul><ul><li>• CAUSADOR: papiloma vírus humano (HPV). </li></ul><ul><li>• TRANSMISSÃO: Direta, por contato sexual. </li></ul>
  10. 10. CONDILOMA ACUMINADO OU VERRUGAS VENÉREAS <ul><li>• CICLO DE VIDA DO TRANSMISSOR: Semanas a anos. (Como não é conhecido o tempo que o virus pode permanecer no estado latente e quais os fatores que desencadeiam o aparecimento das lesões, não é possível estabelecer o intervalor mínimo entre a contaminação e o desenvolvimento das lesões, que pode ser de algumas semanas até anos ou décadas). </li></ul>
  11. 11. CONDILOMA ACUMINADO OU VERRUGAS VENÉREAS <ul><li>• SINTOMAS PRINCIPAIS: Tumores moles, úmidos e pequenos, róseos ou vermelhos, que crescem rapidamente e se tornam pedunculados; geralmente são encontrados vários deles na mesma área, conferindo à erupção uma aparência de couve-flor. </li></ul><ul><li>• PROFILAXIA: Uso de preservativo em todas as relações sexuais, vaginais, orais ou anais. </li></ul>
  12. 12. CONDILOMA ACUMINADO OU VERRUGAS VENÉREAS <ul><li>• DADOS EPIDEMIOLÓGICOS: As lesões penianas são encontradas em até 70% dos parceiros sexuais de mulheres com neoplasia cervical intra-epitelial. A percentagem de parceiros com infecção subclínica é desconhecida. </li></ul>
  13. 13. CONDILOMA ACUMINADO OU VERRUGAS VENÉREAS
  14. 14. BOTULISMO <ul><li>• DEFINIÇÃO : Intoxicação grave, com manifestações clínicas predominantemente neuroparalíticas, provocada por ingestão de alimentos previamente contaminados pela toxina do causador. De aparecimento súbito, a doença é de evolução rápida e alta letalidade. Além do botulismo alimentar, clássico, existem o botulismo de ferimento e o botulismo do lactente, que são raros. </li></ul>
  15. 15. BOTULISMO <ul><li>• CAUSADOR: : Clostridium botulinum , bacilo anaeróbio, Gram-positivo, esporulado, produtor de exotoxinas, cuja dose letal para o ser humano é 1/100 mg. </li></ul><ul><li>• TRANSMISSÃO: Indireta, por ingestão de alimentos (conservas de legumes e frutas, presunto, salsicha, enlatados, peixes defumados) contaminados pela toxina botulínica. </li></ul>
  16. 16. BOTULISMO <ul><li>• CICLO DE VIDA DO TRANSMISSOR : Os sintomas aparecem entre 2 horas a cerca de 5 dias, em período médio de 12 a 36 horas, dependendo da quantidade de toxina ingerida. É muito raro o aparecimento vários dias após a ingestão do alimento contaminado. Quanto mais toxina ingerida, mais curto o tempo entre a ingestão e aparecimento da doença. Quanto menor o tempo de aparecimento da doença, maior a gravidade e a letalidade da doença. </li></ul>
  17. 17. BOTULISMO <ul><li>• SINTOMAS PRINCIPAIS: A toxina botulínica é neurotrópica e age bloqueando a transmissão neuromuscular. As queixas iniciais podem ser digestivas: náuseas, vômitos, sensação de enfartamento, diarréia passageira seguida de prisão de ventre persistente e distensão abdominal; A sintomatologia neurológica subseqüente evidencia-se por inibição das secreções orais, oculares, digestivas, respiratórias e cutâneas e por uma paralisia descendente e simétrica: </li></ul><ul><li>-perturbações oculares: visão “enevoada”, dificuldade de acomodação, diplopia, fotofobia e queda das pálpebras; </li></ul>
  18. 18. BOTULISMO <ul><li>- perturbações boca, faringe e esôfago: boca seca, dor ao engolir, rouquidão, distúrbio na voz, dificuldade de engolir; </li></ul><ul><li>- vertigens posturais, mal-estar, ansiedade, astenia, debilidade muscular e sonolência sem comprometimento da consciência; </li></ul><ul><li>Nos casos favoráveis a cura é total. O desaparecimento dos sintomas faz-se na ordem inversa do seu aparecimento; Nas formas mais graves, ocorrem diversas paralisias motoras descendentes nos músculos faciais, cervicais, da cintura escapular e dos membros, e dispnéia por acometimento dos </li></ul>
  19. 19. BOTULISMO <ul><li>músculos respiratórios, podendo provocar parada respiratória. Quando a evolução é desfavorável, a morte é precoce e se dá por insuficiência respiratória aguda, colapso vascular ou pneumonia. </li></ul><ul><li>• PROFILAXIA: No preparo de conservas, as frutas e legumes devem ser lavados e selecionados, as carnes devem provir de animais abatidos em jejum; os alimentos devem ser conservados em salmoura (concentração de cloreto de sódio superior a 15 % e de ácido acético a 2%) ou em açúcar (geléias) . </li></ul>
  20. 20. BOTULISMO <ul><li>A germinação do esporo pode ser inibida por congelamento, uso de acidulante ou por uso de conservantes; esterilização das conservas industrializadas e enlatadas, em autoclave, a 120º. Não consumir alimentos suspeitos (pelo odor, cor e/ou sabor estranhos) ou acondicionados em latas estufadas; se o alimento foi ingerido, fazer análise dos restos. Nos casos de suspeita de contaminação, provocar vômito e evacuação e administrar soroterapia preventiva. Quando houver suspeitas, o indivíduo deve ser internado e receber soroterapia. </li></ul>
  21. 21. BOTULISMO <ul><li>• DADOS EPIDEMIOLÓGICOS: Não há ainda no Brasil a notificação sistemática do Botulismo, até porque as doenças de origem alimentar são uma preocupação muito recente. Os sistemas de vigilância epidemiológica registravam apenas as doenças de veiculação hídrica como febre tifóide, cólera, poliomielite, hepatite A, ou surtos de doenças diarréicas, sendo que um levantamento da ocorrência do Botulismo teria que ser feito recorrendo-se à literatura e descrição de casos. No Estado de São Paulo, nos últimos três anos há o relato de 3 casos confirmados, de origem alimentar. </li></ul>
  22. 22. BOTULISMO Clostridium botulinum .
  23. 23. CÁRIE <ul><li>• DEFINIÇÃO: É a destruição dos tecidos duros dos dentes causada pelas bactérias da boca e é formada quando não é feita uma boa higiene bucal. </li></ul><ul><li>• TRANSMISSÃO: Os restos de alimentos se aderem às superfícies dos dentes  formando a placa que se aproveita do açúcar que comemos. Eles produzem um ácido que  vai dissolver o esmalte do dente, chegando a sua desnutrição. </li></ul>
  24. 24. CÁRIE <ul><li>• CAUSADOR: Bactérias Bucais. </li></ul><ul><li>• PRINCIPAIS SINTOMAS: Esta doença se manifesta como uma degradação localizada dos tecidos duros do dente. As lesões carióticas representam o resultado da dissolução mineral dos tecidos duros do dente, pelos produtos metabólicos finais de natureza ácida, resultante de ação de bactérias capazes da fermentação de carboidratos, basicamente açúcares. </li></ul>
  25. 25. CÁRIE <ul><li>• PROFILAXIA: O tratamento da cárie dentária consiste na sua remoção mecânica, pelo preparo cavitário, e posteriormente restauração do elemento dentário. Entretanto, a cárie pode afetar a polpa antes que o tratamento tenha sido iniciado. A extensão da injúria pulpar causada pela cárie é o primeiro fator a ser considerado no tratamento da mesma. Pode ser prevenida da seguinte maneira: Escovação e utilizar o fio dental; Alimentação correta e controle do açúcar; Uso do flúor; Visita ao dentista. </li></ul>
  26. 26. CÁRIE
  27. 27. AMEBÍASE <ul><li>• DEFINIÇÃO: Infecção por protozoário que acomete o homem podendo ficar restrita ao intestino. </li></ul><ul><li>• CAUSADOR: Entamoeba hystolitica . </li></ul><ul><li>• TRANSMISSÃO: Através da ingestão de alimentos ou água contaminada com matéria fecal contaminada com os cistos da Entamoeba . Pode-se adquirir também por causa da falta de higiene domiciliar e através da manipulação de alimentos por portadores desse protozoário. </li></ul>
  28. 28. AMEBÍASE <ul><li>• SINTOMAS PRINCIPAIS: Diarréia com cólicas e aumento dos sons intestinais; Diarréia mais intensa com perda de sangue nas fezes, febre e emagrecimento (em casos mais graves). Nestes casos ocorre invasão da parede do intestino grosso com inflamação mais intensa. Podem ocorrer ulcerações no revestimento interno do intestino grosso, por esta razão o sangramento. Raramente a infecção causa perfuração do intestino, quando ocorre a manifestação é de doença abdominal grave com dor intensa, rigidez e aumento da sensibilidade </li></ul>
  29. 29. AMEBÍASE <ul><li>da parede além de prostração extrema da pessoa afetada. A doença pode apresentar-se de forma mais branda com diarréia intermitente levando muitos anos até surgir um comprometimento do estado geral. o protozoário pode penetrar na circulação e formar abscessos (coleções fechadas no interior de algum órgão ou estrutura do corpo) no fígado que causam dor e febre com calafrios. Estes abscessos podem romper-se para o interior do abdômen ou mesmo do tórax comprometendo as pleuras (camada que reveste os pulmões) ou o pericárdio (camada que reveste o coração). </li></ul>
  30. 30. AMEBÍASE <ul><li>Também raramente podem formar-se tumorações no intestino que se denominam “amebomas”. As situações de doença extra-intestinal ou invasiva são as que levam aos casos mais extremos que evoluem para a morte do indivíduo infectado. </li></ul><ul><li>• PROFILAXIA: Não ingerir água contaminada; Não ingerir alimentos vegetais contaminados, zelando pela higiene dos mesmos. No caso de alimentos crus, pode-se desinfetar com detergentes potentes e imergir em vinagre ou ácido acético por 10 a 15 minutos; Possuir hábitos gerais de higiene; </li></ul>
  31. 31. AMEBÍASE <ul><li>Fiscalização dos prestadores de serviço na área de alimentos pela vigilância sanitária para que a segurança seja garantida. </li></ul><ul><li>• DADOS EPIDEMIOLÓGICOS: 5-50% pop. mundial têm amebíase, sendo que 10% apresentam sintomas clínicos 2ª causa de mortes no mundo incidência na África, Ásia, América Latina. </li></ul>
  32. 32. AMEBÍASE <ul><li>Entamoeba hystolitica . </li></ul>
  33. 33. TRICOMONÍASE <ul><li>• DEFINIÇÃO: Infecção causada por protozoário que pode se hospedar no colo do útero, na vagina e/ou na uretra. Afeta principalmente mulheres. </li></ul><ul><li>• CAUSADOR: Trichomonas vaginalis </li></ul><ul><li>• TRANSMISSÃO : O contágio se dá através de secreções, durante contato sexual desprotegido com parceiro contaminado. </li></ul>
  34. 34. TRICOMONÍASE <ul><li>• SINTOMAS PRINCIPAIS : Muitas mulheres infectadas pelo Tricomonas podem não sentir nenhuma alteração ou reação. Quando os sintomas surgem, esses são, principalmente, corrimento amarelo-esverdeado, com mau cheiro, dor durante o ato sexual, ardor, dificuldade para urinar e coceira nos órgãos sexuais. Na mulher, a doença pode também se localizar em partes internas do corpo, como o colo do útero. A maioria dos homens não apresenta sintomas. Quando isso ocorre, consiste em uma irritação na ponta do pênis. </li></ul>
  35. 35. TRICOMONÍASE <ul><li>• PROFILAXIA: Uso de preservativo em todas as relações sexuais, vaginais, orais ou anais. </li></ul>
  36. 36. TRICOMONÍASE <ul><li>Trichomonas vaginalis </li></ul>
  37. 37. DERMATOMICOSES (MICOSE DE PELE) <ul><li>• DEFINIÇÃO: São ocasionadas por fungos que infectam somente a epiderme e seus anexos, estruturas em que a queratina é abundante. As lesões de pele que se seguem são geralmente circulares, tendendo a se expandir igualmente em todas as direções, e apresentam bordos elevados e serpiginosos. Essas micoses serão apresentadas de maneira mais geral e em grupo, visto que apresentam vários pontos em comum, variando somente quanto à localização, ao agente causador e ao quadro clínico. </li></ul>
  38. 38. DERMATOMICOSES (MICOSE DE PELE) <ul><li>• TRANSMISSÃO: Direta (por contato de pessoa a pessoa) ou indireta (por contato com o solo ou objetos contaminados). </li></ul><ul><li>• PRINCIPAIS MICOSES: </li></ul>
  39. 40. DERMATOMICOSES (MICOSE DE PELE) <ul><li>• PROFILAXIA: Secar-se sempre muito bem após o banho, principalmente as dobras de pele como as axilas, as virilhas e os dedos dos pés; Evitar ficar com roupas molhadas por muito tempo; Evitar o contato prolongado com água e sabão; Não usar objetos pessoais (roupas, calçados, pentes, toalhas, bonés) de outras pessoas; Não andar descalço em pisos constantemente úmidos (lava pés, vestiários, saunas); Observar a pele e o pêlo dos animais de estimação (cães e gatos); Qualquer alteração como descamação ou falhas no pêlo procurar um veterinário. </li></ul>
  40. 41. DERMATOMICOSES (MICOSE DE PELE) <ul><li>Evitar mexer com a terra sem usar luvas; Usar somente o seu material de manicure; Evitar usar calçados fechados o máximo possível; Optar pelos mais largos e ventilados; Evitar roupas quentes e justas; Evitar os tecidos sintéticos, principalmente nas roupas de baixo. Prefirir sempre tecidos leves como o algodão. </li></ul>
  41. 42. DERMATOMICOSES (MICOSE DE PELE)
  42. 43. FEBRE REUMÁTICA <ul><li>• DEFINIÇÃO: A febre reumática se caracteriza por um processo inflamatório não supurativo que se instala após uma infecção pelo estreptococo beta-hemolítico do grupo A de Lancefield. </li></ul><ul><li>• CAUSADOR: estreptococo beta-hemolítico do grupo A de Lancefield </li></ul><ul><li>• TRANSMISSÃO: A transmissão é, na verdade, da infecção causada pelo estreptococo e ocorre principalmente pelo contato com saliva de pessoas infectadas. </li></ul>
  43. 44. FEBRE REUMÁTICA <ul><li>• SINTOMAS PRINCIPAIS: Dores articulares acompanhadas de sinais de inflamação (inchaço, calor, vermelhidão local e incapacidade de utilizar a articulação pela dor) em geral em punhos, tornozelos e joelhos aparecendo num padrão &quot;migratório&quot;, ou seja, a dor e os sinais de inflamação &quot;pulam&quot; de uma articulação para a outra. </li></ul>
  44. 45. FEBRE REUMÁTICA <ul><li>Também nessa fase, podem aparecer manifestações cardíacas como falta de ar, cansaço e sopro cardíaco, mas em geral o acometimento cardíaco se dá de forma pouco expressiva. Outro local de acometimento é o Sistema Nervoso Central, ocorrendo o aparecimento de coréia, ou seja, o surgimento de movimentos descoordenados, involuntários e sem finalidade acometendo braços ou pernas unilateral ou bilateralmente. </li></ul>
  45. 46. FEBRE REUMÁTICA <ul><li>PROFILAXIA: Erradicação da infecção pelo estreptococo; evitar aglomerações, pois podem ajudam a proliferar a infecção que leva a febre reumática; como apenas 3% dos casos de infecção por estreptococo desenvolvem febre reumática, não há como prever quem possui pré-disposição. </li></ul><ul><li>Para quem já desenvolveu o quadro de febre reumática: </li></ul><ul><li>Após a crise, coloca-se o paciente em um esquema de prevenção da infecção pelo estreptococo, usando-se a penicilina benzatina a cada 21 dias. </li></ul>
  46. 47. FEBRE REUMÁTICA <ul><li>Se ocorreu o envolvimento cardíaco, deve-se usar a profilaxia para o resto da vida ou, na impossibilidade disso, até os 30 a 35 anos de idade. Nos pacientes não portadores de lesão cardíaca, fica determinado seu uso até os 18 anos de idade. </li></ul><ul><li>• DADOS EPIDEMIOLÓGICOS: No mundo, estima-se que, ainda hoje, ocorram a cada ano perto de 500.000 novos casos de FR, determinando uma prevalência de mais de 15 milhões de casos de cardite reumática. </li></ul>
  47. 48. FEBRE REUMÁTICA <ul><li>Aproximadamente 233.000 pessoas morrem todos os anos em consequência desta moléstia Na América Latina, 21.000 casos de FR aguda ocorrem anualmente. Os dados no Brasil são escassos. Em 2002, 5.000 casos novos foram reportados (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE). Dados do Ministério da Saúde estimam uma prevalência de FR ao redor de 3% entre as crianças e os adolescentes, sendo responsável por 40% das cirurgias cardíacas no país. </li></ul>
  48. 49. FEBRE REUMÁTICA Streptococcus pyrogenes
  49. 50. FONTES DE PESQUISA E BIBLIOGRAFIA <ul><li>• SITES: </li></ul><ul><li>http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMIS64FE8C49PTBRIE.htm </li></ul><ul><li>http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?20 </li></ul><ul><li>http://www.dermatologia.net/novo/base/doencas/micoses.shtml </li></ul>
  50. 51. FONTES DE PESQUISA E BIBLIOGRAFIA <ul><li>• LIVROS: </li></ul><ul><li>Enfermagem em Doenças Transmissíveis – Editora SENAC São Paulo - 4ª edição </li></ul><ul><li>Maria Lúcia do Santos Philippi </li></ul><ul><li>Marta Elisabete Malavassi </li></ul><ul><li>Evanisa Maria Arone </li></ul><ul><li>Dicionário de Termos Médicos, Enfermagem e de Radiologia Editora Rideel – 2ª edição </li></ul><ul><li>Deocleciano Torrieri Guimarães </li></ul>

×