Tratamento Emergencial em Queimaduras - Enf. Cida Amaral

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Minicurso Mês da Enfermagem Coren/MS 2013.

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Tratamento Emergencial em Queimaduras - Enf. Cida Amaral

  1. 1. TratamentoEmergencial emQueimaduras
  2. 2. DEFINIÇÃO A queimadura é uma lesão térmica doorganismo, cuja gravidade é diretamenteproporcional a sua extensão e a suaprofundidade.
  3. 3. ATENDIMENTO AO CLIENTEVITIMA DE TRAUMA TÉRMICO Atender ao cliente queimado, mais que umacondição de emergência, é um desafio àshabilidades da equipe de saúde. Há várias razõespara justificar tal afirmativa. Entre elas estão àdiferença e a variabilidade de conduta em cadasituação de queimadura, o despreparo das equipespara o atendimento aos clientes e para enfrentarsituações das mais diversas complexidades, asutileza, a profundidade e a honestidade dosofrimento humano pela desfiguração e/oumutilação.
  4. 4.  A sistematização na abordagem do cliente queimadodeve ser elaborada dando ênfase a todas as etapas doatendimento, a começar pela recepção do cliente; As queimaduras não são apenas lesão de pele; grandesAs queimaduras não são apenas lesão de pele; grandesqueimaduras são lesões multissistêmicas com risco dequeimaduras são lesões multissistêmicas com risco devida, capazes de afetar coração, pulmões, rins, tratovida, capazes de afetar coração, pulmões, rins, tratogastro intestinal e sistema imunológico;gastro intestinal e sistema imunológico; As causas mais comuns de morte associada àsAs causas mais comuns de morte associada àsqueimaduras são complicações e falência respiratória.queimaduras são complicações e falência respiratória.
  5. 5. OBJETIVOS Diferenciar as vítimas com lesões térmicas críticas eDiferenciar as vítimas com lesões térmicas críticas enão críticas;não críticas; Diferenciar as necessidades de tratamento dasDiferenciar as necessidades de tratamento dasvítimas com lesões térmicas, com base navítimas com lesões térmicas, com base naprofundidade das lesões, extensão da superfícieprofundidade das lesões, extensão da superfíciecorpórea envolvida, mecanismo de trauma, lesõescorpórea envolvida, mecanismo de trauma, lesõesassociadas e condições de saúde;associadas e condições de saúde; Discutir as necessidades específicas da vítima comDiscutir as necessidades específicas da vítima comlesão térmica, no que se refere a reanimaçãolesão térmica, no que se refere a reanimaçãovolêmica, controle da dor e termorregulação.volêmica, controle da dor e termorregulação.
  6. 6. INCIDÊNCIA Estima-se que ocorrem um milhão de acidentes comqueimaduras por ano no Brasil; 2/3 dos acidentes ocorrem dentro do ambientedomiciliar; 58% das vítimas são crianças; O principal agente causal é líquido/alimentosuperaquecido.
  7. 7. CAUSAS Lesão causada por exposição a quatro agentes: TÉRMICOS: fogo e frio QUÍMICOS: soda cáustica, ácidos ELÉTRICOS: choque RADIOATIVOS: CÉSIO (Goiânia)
  8. 8. CLASSIFICAÇÃO -PROFUNDIDADE Quanto a profundidade da lesão1º Grau Não sangra , geralmente seca; Rosa e toda inervada; Não passam da Epiderme; Queimadura de Sol(exemplo); Hiperemia(Vermelhidão); Dolorosa.Obs.: Normalmente não chega na emergência.
  9. 9. QUEIMADURA DE 1º GRAU
  10. 10. CLASSIFICAÇÃO -PROFUNDIDADE Quanto a profundidade da lesão2º Grau Atinge derme; Úmida; Presença de Flictenas(Bolhas); Retirar ou não? Rosa, Hiperemia(Vermelhidão); Dolorosa; Cura espontânea mais lenta, com possibilidade deformação de cicatriz.
  11. 11. QUEIMADURA DE 2º GRAU
  12. 12. QUEIMADURA DE 2º GRAU
  13. 13. QUEIMADURA DE 2º GRAU
  14. 14. QUEIMADURA DE 2º GRAU
  15. 15. QUEIMADURA DE 2º GRAU
  16. 16. QUEIMADURA DE 2º GRAU
  17. 17. CLASSIFICAÇÃO -PROFUNDIDADE Quanto a profundidade da lesão3º Grau e 4º Grau Atinge todos os apêndices da pele Ossos , músculos, nervos , vasos Pouca ou nenhuma dor Úmida Cor Branca, Amarela ou Marrom Não cicatriza espontaneamente,necessita de enxerto.
  18. 18. QUEIMADURA DE 3º GRAU
  19. 19. QUEIMADURA DE 3º GRAU
  20. 20. QUEIMADURA DE 3º GRAU
  21. 21. QUEIMADURA DE 3º GRAU
  22. 22. QUEIMADURA DE 4º GRAU
  23. 23. CLASSIFICAÇÃO - EXTENSÃOQuanto a Extensão:Utiliza-se a REGRA DOS NOVE: Cabeça – 9% (criança: 18%) Membro Superior – 9% cada = 18% Tórax anterior e posterior – 18% Abdome anterior e posterior – 18% Região do períneo – 1% Membro Inferior – 18% cada = 36% (criança: 13,5%cada)TOTAL – 100 %
  24. 24. CALCULANDO A ÁREAQUEIMADA Regra dosNove Rápido Prático Fácil de memorizar Pouco precisoAnteriorAnteriorDorsoDorso
  25. 25. MÉTODO DE LOUND EBROWDER: O método que reconhece o percentual de SCQ(superfície corpórea queimada), de várias partesanatômicas, especialmente cabeça e pernas, que sealteram com o crescimento. É o método mais preciso; O mais avançado método de cálculo de áreaO mais avançado método de cálculo de áreaqueimada;queimada; Leva em consideração as várias faixas de idade comLeva em consideração as várias faixas de idade comprecisão;precisão;O BS: Em caso de não e xistir um m é to do dispo níve l,O BS: Em caso de não e xistir um m é to do dispo níve l,po de -se usar a Palm a da m ão co m o m e dida de 1 %po de -se usar a Palm a da m ão co m o m e dida de 1 %para o cálculo .para o cálculo .
  26. 26. MÉTODO DE LOUND EBROWDER
  27. 27. FISIOPATOLOGIA Trauma leva à alterações em todos os órgãos. A destruição tecidual resulta da: Coagulação e desnaturação de proteínas; Os tecidos profundos, incluindo as vísceras, podem serdanificados por queimaduras elétricas ou pelo contatoprolongado com o agente agressor; Pode resultar em necrose e insuficiência de órgãos.
  28. 28. ALTERAÇÕES PULMONARES Lesões circunferenciais ao tórax podem levar aformação de escara constritiva, que associada aoedema, pode provocar insuficiência respiratóriarestritiva e hipóxia; Insuficiência respiratória, edema pulmonar e PCR; Acidose respiratória; Alcalose respiratória; Hipoxemia grave e necessidade de ventilaçãomecânica.
  29. 29. ALTERAÇÕESGASTROINTESTINAIS Úlcera de curling (A redução da perfusão esplâncnicatorna a mucosa intestinal isquêmica e como via finaldesta cadeia de eventos ocorre lesão da mucosaintestinal e sangramentos); Diminuição da produção da barreira mucosa.
  30. 30. LESÕES Lesões sensoriais; Lesões motoras; Lesões neurológicas.
  31. 31. ALTERAÇÕES IMUNOLÓGICAS Perda da pele como barreira protetora; Infecções e septisemia.
  32. 32. ALTERAÇÕES METABÓLICAS Metabolismo conforme lesão com alterações na FR,temperatura, consumo de O2 ; Perda de massa corporal.
  33. 33. FISIOPATOLOGIA processo de edema, perda de líquidos eAPC(Aumento da Permeabilidade Capilar)geram dois riscos ao paciente queimado. 1º Risco – Choque Hipovolêmico; 2º Risco – Perda de Eletrólitos; 3° Risco - Choque Séptico.3° Risco - Choque Séptico.
  34. 34. QUEIMADURASNo ate ndim e nto inicialagravidadeda q ue im adura e stám ais relacionadaco m a Extensãodo q ue co m a Profundidade.
  35. 35. QUEIMADURASEntende-se como Grande Queimado quando:10% da superfície corporal queimada10% da superfície corporal queimada20 % de superfície corporal queimada20 % de superfície corporal queimada..Todas as outras faixas etáriasTodas as outras faixas etáriasCrianças < 10 anos ou Adultos > de 55 anosCrianças < 10 anos ou Adultos > de 55 anos
  36. 36. ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR Queimaduras Térmicas: Interromper o contato com o agente lesivo; Resfriar a área; Não passar nenhum tipo de pomada ou solução; Retirar as roupas que não estejam aderidas; Retirar adereços das extremidades queimadas; Curativos estéreis secos;Curativos estéreis secos; Curativos úmidos, apenas se SCQ <10%;Curativos úmidos, apenas se SCQ <10%; Manter a área coberta, para diminuir a dor.Manter a área coberta, para diminuir a dor.
  37. 37. ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALARQueimaduras Químicas: Lavar com água corrente, sem fazer pressão, durante15 min Pós químicos devem ter o excesso retiradomanualmente antes da lavagemQueimaduras Elétricas: Interromper o contato com a fonte de energia Chamar os serviços de socorro público Estar preparado p/ manobras de reanimação
  38. 38. QUEIMADURAS QUÍMICAS Geralmente por álcalis é mais grave porquepenetra mais rápido e profundamente; Quando provocadas por álcalis lavarabundantemente com água corrente, sem fazerpressão, durante 20 minutos; quando porácidos lavar durante 5 minutos.
  39. 39. QUEIMADURAS PORSUBSTÂNCIAS CÁUSTICAS(ÁCIDOS OU BASES) Lave as superfícies atingidas, exaustivamente, comágua corrente, de modo a remover, ao máximo, asubstância cáustica; Se olhos e pálpebras forem atingidas mantenhairrigação permanente com água, até conseguiratendimento médico, o qual decidirá sobre outrasprovidências. Pós químicos : deve ser retirado o excesso do póprimeiro “espanando” e depois lavar com água. Nunca será demais a lavagem/irrigação das superfíciesatingidas por substâncias cáusticas.
  40. 40. QUEIMADURAS QUÍMICAS
  41. 41. QUEIMADURAS QUÍMICASNOS OLHOS
  42. 42. ATENDIMENTO INICIALAbordagem das Vias Aéreas Manter a permeabilidade das Vias aéreas; Observar sinais e sintomas sugestivos de lesõesem vias aéreas por inalação:Pêlos, cílios e sobrancelhas queimados.Queimaduras de face/ Escarrocarbonado/História de confinamento em localcom fogo/Explosão.
  43. 43. ABORDAGEM DE VIAS AÉREAS
  44. 44. ATENDIMENTO INICIALObservar Sinais e sintomas de Intoxicação porMonóxido de carbono: Confusão mental; Cefaleia; Náuseas; Vômitos.O BS: O fe re ce r O 2 a 1 0 0 % po r m áscara a 1 2l/m in, paradisso ciação m ais rápida do m o nó xido de carbo no ,asso ciado a he m o g lo bina.
  45. 45. ATENDIMENTO INICIAL Abordagem Hemodinâmica O2 acessos venosos periféricos com cateter de grossocalibre; A avaliação hemodinâmica pode estar prejudicadapelas lesões e pelo edema; SVD para avaliação do débito urinário:Crianças < 1 ano: 2 ml/kg/horaCrianças < 1 ano: 2 ml/kg/horaCrianças > 1 ano 1ml/kg/horaCrianças > 1 ano 1ml/kg/horaAdultos: 30 a 50 ml/horaAdultos: 30 a 50 ml/hora
  46. 46. QUEIMADURAS:ABORDAGEM HEMODINÂMICACálculo para Reposição volêmica: “Regra deParkland”2 a 4ml de Ringer lactato ou SF 0,9% X pesocorporal X Porcentagem corporal queimada.OBS: A metade do volume total é adm. Nas primeiras08 horas e a metade restante nas 16 horasseguintes.
  47. 47. QUEIMADURAS ESPECÍFICAS1. Queimaduras químicas nos olhos: Irrigação contínuapor 8 horas;2. Queimaduras circunferênciais em extremidades:Escarotomia;3. Queimaduras circunferenciais no tórax: Escarotomia;4. Queimaduras Elétricas: Causadas por contato comcorrentes de baixa ou alta tensão, produzindo calor,lesando músculos, órgãos ou ossos.
  48. 48. QUEIMADURACIRCUNFERENCIAL DE TÓRAX
  49. 49. QUEIMADURACIRCUNFERENCIAL DEEXTREMIDADE
  50. 50. QUEIMADURAS ELÉTRICAS
  51. 51. Fisiopatologia daQueimadura ElétricaEntrada(Entrance Site)Saída(Exit Site)CCAALLOORRCCAALLOORREfeito JouleEfeito Joule
  52. 52. QUEIMADURAS ELÉTRICAS Choque elétrico: passagem de corrente elétrica pelasestruturas corpóreas; Correntes Elétricas > Ou = 1000volts = Alta Tensão; Ela tende a percorrer um caminho mais curto entre oponto de entrada e a terra e frequentemente a vítima éatirada longe; A energia elétrica é convertida em energia térmicaquando em contato com a pele; Arco voltaico (faísca): a vítima é atingida pelaeletricidade mesmo antes de tocar no condutor.
  53. 53. QUEIMADURAS ELÉTRICAS Quando atravessa o corpo, destrói músculos, nervos evasos sanguíneos, que podem resultar em alteraçõesno equilíbrio ácido-básico e produção de mioglobinúria,que vai resultar em urina cor de “coca-cola” ouavermelhada. Medicações como NaHCO3 e Manitol podem serutilizadas para corrigir o PH e clarear a urina.
  54. 54. QUEIMADURAS ELÉTRICAS As lesões extensas levam a lesão de músculos,mioglobinúria, obstrução dos túbulos renais e necrosetubular aguda; Outras consequências: fibrilação, assistolia, fraturas,hemorragias, depressão do centro respiratório comparada respiratória.
  55. 55. HEMOGLOBINÚRIA
  56. 56. QUEIMADURAS ELÉTRICAS Uma de suas características é a progressividade diáriadas lesões durante um período médio de duassemanas, caminhando na profundidade damusculatura.
  57. 57. QUEIMADURAS ELÉTRICAS Alterações cardíacas geralmente regridem apósalgumas horas. Geralmente o ponto de entrada se apresentacarbonizado e com depressão central e o ponto desaída apresenta eversão da pele.
  58. 58. QUEIMADURAS ELÉTRICAS
  59. 59. TRATAMENTO NASQUEIMADURAS ELÉTRICAS Afastar a vítima da fonte energizada; Fazer o ABC de do trauma; Hidratação rigorosa com RL, mantendo a diuresehorária mais elevada do que nas queimadurasconvencionais: Cerca de 2 ml/kg/h na criança e de 50 a100ml no adulto. Colher sangue para tipagem sanguínea, HB, HT,hemograma e dosagem de eletrólitos. Retirar roupas não aderidas e jóias. No APH: proteger áreas queimadas com plástico estérile não passar nenhum produto químico sobre aqueimadura, além de sf0,9% ou água corrente.
  60. 60. TRATAMENTO NASQUEIMADURAS ELÉTRICAS Retalho pediculado para recobrir tendões; Desbridamentos frequentes para evitar septisemia; Escarotomias; Fasciotomias descompressivas; Atenção à infecção por clostridium que é frequentenesses pacientes; Fisioterapia precoce e tardia; Checar vacinação anti-tetânica.
  61. 61. ESCAROTOMIADESCOMPRESSIVA
  62. 62. TRATAMENTO NASQUEIMADURAS ELÉTRICAS Avaliação periódica e cuidadosa dos pulsos periféricos.Geralmente graves e mutilantes, com grande potencialpara sequelas que podem surgir após vários anos.Requerem a participação intensa de toda uma equipemultidisciplinar; Seguimento: mensal, trimestral, anual por 10 anos.
  63. 63.  Interromper o contato com o agente lesivo; Retirar roupas que não estejam aderidas; Retirar jóias e adereços; Garantir vias aéreas pérvias, protegendo a colunacervical; Providenciar oxigenioterapia 12 a 15l/min por máscara; Providenciar acessos venosos periféricos com cateterde grosso calibre.ASSISTÊNCIA RESUMO
  64. 64. ASSISTÊNCIA- RESUMO Monitorizar o paciente; Proteger áreas queimadas com plástico estéril e nãopassar nada sobre as queimaduras; Realizar SVD e controlar débito urinário; Preparar equipamentos e materiais para suporteavançado de vida; Estar preparado para iniciar manobras dereanimação, se necessário;
  65. 65. DEVEM SER ENCAMINHADOSPARA CENTRO DE QUEIMADOS Lesão por inalação;Lesão por inalação; Queimadura de 2.º e/ou 3.º graus em criançasQueimadura de 2.º e/ou 3.º graus em crianças< 10 anos ou adultos > 50 anos;< 10 anos ou adultos > 50 anos; Queimadura de 2.º e/ou 3.º graus em mais queQueimadura de 2.º e/ou 3.º graus em mais que20% da SCT;20% da SCT; Queimadura de 2.º e/ou 3.º graus envolvendoQueimadura de 2.º e/ou 3.º graus envolvendoface, mãos, pés, genitais, períneo e grandesface, mãos, pés, genitais, períneo e grandesarticulações;articulações;
  66. 66. DEVEM SER ENCAMINHADOSPARA CENTRO DE QUEIMADOS Queimadura de 2.º e/ou 3.º graus associadaQueimadura de 2.º e/ou 3.º graus associadaa trauma, quando a queimadura for oa trauma, quando a queimadura for oproblema principal;problema principal; Queimaduras químicas;Queimaduras químicas; Queimaduras elétricas;Queimaduras elétricas; Vítimas com doenças preexistentes.Vítimas com doenças preexistentes.
  67. 67. RESUMO O trauma térmico é uma causa significativa deO trauma térmico é uma causa significativa demorbidade e mortalidade;morbidade e mortalidade; A preocupação imediata é com as vias aéreas, aA preocupação imediata é com as vias aéreas, arespiração e a circulação;respiração e a circulação; As queimaduras extensas são um problemaAs queimaduras extensas são um problemamultissistêmico;multissistêmico; Os socorristas têm um papel decisivo no tratamentoOs socorristas têm um papel decisivo no tratamentoinicial do paciente queimado e no reconhecimentoinicial do paciente queimado e no reconhecimentodos critérios de encaminhamento para um centro dedos critérios de encaminhamento para um centro dequeimados.queimados.
  68. 68. DÚVIDAS?

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