Autonomia da Enfermagem Enf. Aleine Lins Alves

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Minicurso Mês da Enfermagem Coren/MS 2013

Publicada em: Saúde e medicina, Tecnologia
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Autonomia da Enfermagem Enf. Aleine Lins Alves

  1. 1. AUTONOMIA DAAUTONOMIA DAENFERMAGEMENFERMAGEMNA ATENÇÃONA ATENÇÃOEM SAÚDEEM SAÚDE
  2. 2. Autonomia – independência,capacidade de tomada de decisãosem interferências externas;Filosofia – autonomia está relacionadaa liberdade que o indivíduo tem degerir sua vida, efetuandoracionalmente suas escolhas earcando com suas consequencias;http://www.significados.com.br/autonomia/
  3. 3. Enfermagem – autonomia é o ato de oprofissional de enfermagemautodeterminar-se dentro da equipe desaúde, utilizando-se de liberdade,independência e bom senso na tomadade decisões a fim de alcançar melhoresresultados de um trabalho.http://www.cienciasdasaude.famerp.br/racs_ol/vol-15-3/IDN269.pdfComo possuir/desenvolverautonomia profissional?
  4. 4. 1.EMPONDERAMENTOAcontece na medida em que se conquista e se distribui entre muitoso poder de realizar ações. Porém não é a mera realização de tarefasque o define e sim a ação conectada a um senso deresponsabilidade pelo trabalho, pela aquisição de conhecimentoe pela capacidade de produzir mudanças a partir dele.
  5. 5. “Possuir autonomia profissional significaconquistar seu espaço pelo conhecimentoe desenvolvimento profissional, tersegurança em si mesmo.”http://www.cienciasdasaude.famerp.br/racs_ol/vol-15-3/IDN269.pdf2. CONHECIMENTO“...não se pode esquecer que autonomia não é liberdade total,mas sim liberdade de agir dentro de limites da competência, os quais,por sua vez, estão confinados pelas fronteiras do conhecimento.Assim, os enfermeiros não deveriam buscar tal autonomia,a menos que tenham conhecimento e competência suficientepara a atividade em questão.”http://www.cienciasdasaude.famerp.br/racs_ol/vol-15-3/IDN269.pdf
  6. 6. A autonomia do profissional de enfermagem estáem realizar as funções para as quais detémcompetência técnica e legal e não para realizaraquilo que técnica e legalmente compete a outroprofissional, mesmo quando por ele negligenciado,mal executado, esquecido ou desconsiderado.3. RESPALDO LEGALA autonomia do profissional está em exercer a enfermagem,conforme lhe assegura a Lei do Exercício Profissional epreconizam os órgãos formadores e de fiscalização,e não no exercício do que seja competência de outraprofissão.http://www.cienciasdasaude.famerp.br/racs_ol/vol-15-3/IDN269.pdf
  7. 7. DISCUSSÃO DOS CASOS
  8. 8. RESOLUÇÃO COFEN Nº 424/2012NORMATIZA AS ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEMEM CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO (CME) E EM EMPRESASPROCESSADORAS DE PRODUTO;RESOLUÇÃO COFEN Nº 423/2012NORMATIZA, NO ÂMBITO DO SISTEMA COFEN/CONSELHOS REGIONAISDE ENFERMAGEM, A PARTICIPAÇÃO DO ENFERMEIRO NA ATIVIDADEDE CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS;PARECER Nº 26/ 2012/COFEN/CTLNCOMPETENCIA DO ENFERMEIRO PARA REALIZAÇÃO DETESTE RÁPIDO DE HIV, SÍFILIS E OUTROS AGRAVOS.Lei N 7.498/86 e Decreto 94.406/87LEGISLAÇÃO X AUTONOMIA
  9. 9. LEGISLAÇÃO X AUTONOMIARESOLUÇÃO COFEN Nº 422/2012NORMATIZA A ATUAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DEENFERMAGEM NOS CUIDADOS ORTOPÉDICOS EPROCEDIMENTOS DE IMOBILIZAÇÃO ORTOPÉDICA;RESOLUÇÃO COFEN 427/2012NORMATIZA OS PROCEDIMENTOS DA ENFERMAGEMNA CONTENÇAO MECÂNICA DE PACIENTESRESOLUÇÃO COFEN 159/1993REGULAMENTA A CONSULTA DE ENFERMAGEMRESOLUÇÃO COFEN 195/1997DISPOE SOBRE A SOLICITAÇÃO DE EXAMES DE ROTINA ECOMPLEMENTARES POR ENFERMEIRO
  10. 10. LEGISLAÇÃO X AUTONOMIARESOLUÇÃO COFEN 225/2000DISPÕE SOBRE CUMPRIMENTO DE PRESCRIÇÃOMEDICAMENTOSA/TERAPÊUTICA À DISTÂNCIARESOLUÇÃO COFEN-223/1999DISPÕE SOBRE A ATUAÇÃO DE ENFERMEIROS NAASSISTÊNCIA À MULHER NO CICLO GRAVÍDICOPUERPERALRESOLUÇÃO COFEN-214/1998DISPÕE SOBRE A INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICARESOLUÇÃO COFEN-278/2003DISPÕE SOBRE SUTURA EFETUADA POR PROFISSIONAL DEENFERMAGEM
  11. 11. RESOLUÇÃO COFEN-281/2003DISPÕE SOBRE A REPETIÇÃO/CUMPRIMENTO DAPRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA POR PROFISSIONAL DAÁREA DE SAÚDERESOLUÇÃO COFEN Nº 381/2011NORMATIZA A EXECUÇÃO, PELO ENFERMEIRO, DACOLETA DE MATERIAL PARA COLPOCITOLOGIAONCÓTICA PELO MÉTODO DE PAPANICOLAURESOLUÇÃO COFEN Nº 390/2011NORMATIZA A EXECUÇÃO, PELO ENFERMEIRO, DAPUNÇÃO ARTERIAL TANTO PARA FINS DE GASOMETRIACOMO PARA MONITORIZAÇÃO DE PRESSÃO ARTERIALINVASIVALEGISLAÇÃO X AUTONOMIA
  12. 12. ““EMPATIAEMPATIA””CAPACIDADE DE SECOLOCAR NO LUGAR DO OUTROPARA TOMADA DE DECISÃOCONFORME A PERSPECTIVA DO OUTRO.NÓS DEVEMOS SER A ENFERMAGEMQUE QUEREMOS TER!!!

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