Considerações Antropométricas

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Melhoria de métodos de trabalho, ergonomia, considerações antropométrica, definição de tempos padrão e a metodologia REFA são alguns dos temas a abordar na formação elearning em Métodos e Tempos.

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Considerações Antropométricas

  1. 1. CONSIDERAÇÕES ANTROPOMÉTRICAS João Paulo Pinto, CLT VALUEBASED SERVICES ©, 2015
  2. 2. ANTROPOMETRIA  Antropometria significa medição do corpo humano;  Do Grego anthropos (homem) e metron (medida);  É a ciência que lida com a medição do tamanho, peso e proporções do corpo humano;  É uma ciência empírica (dirigida experimentalmente) na natureza e apoiada em métodos quantitativos para avaliar várias dimensões físicas;  Os dados antropométricos são usados no dimensionamento de espaços de trabalho, mobiliário, vestuário, equipamentos e viaturas de forma a facilitar o trabalho humano;  O estudo antropométrico permite reduzir erros de concepção e facilitar a integração das pessoas no trabalho. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  3. 3. 3 de 54JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES © O AMOR TUDO CONQUISTA, ATÉ AS DIFERENÇAS ANTROPOMÉTRICAS Does one size fit all? Lacy is 4’ 10” (147 cm) Andrew is 6’ 10” (208 cm)
  4. 4. 4 de 54 PRINCIPAIS COTAS A SABER JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES © Cotas para dimensionamento de locais de trabalho, ferramentas e equipamentos
  5. 5. 5 de 54
  6. 6. 6 de 54 Diferenças entre povos Valores de 1990
  7. 7. Dimension, in Dimension, cm Body dimension Sex 5th 50th 95th 5th 50th 95th 1. Stature (height) Male 63.7 68.3 72.6 161.8 173.6 184.4 Female 58.9 63.2 67.4 149.5 160.5 171.3 2. Eye height Male 59.5 63.9 68.0 151.1 162.4 172.7 Female 54.4 58.6 62.7 138.3 148.9 159.3 3. Shoulder height Male 52.1 56.2 60.0 132.3 142.8 152.4 Female 47.7 51.6 55.9 121.1 131.1 141.9 4. Elbow height Male 39.4 43.3 46.9 100.0 109.9 119.0 Female 36.9 39.8 42.8 93.6 101.2 108.8 5. Knuckle height Male 27.5 29.7 31.7 69.8 75.4 80.4 Female 25.3 27.6 29.9 64.3 70.2 75.9 6. Height, sitting Male 33.1 35.7 38.1 84.2 90.6 96.7 Female 30.9 33.5 35.7 78.6 85.0 90.7 7. Eye height, sitting Male 28.6 30.9 33.2 72.6 78.6 84.4 Female 26.6 28.9 30.9 67.5 73.3 78.5 8. Elbow rest height, Male 7.5 9.6 11.6 19.0 24.3 29.4 sitting Female 7.1 9.2 11.1 18.1 23.3 28.1 9. Thigh clearance Male 4.5 5.7 7.0 11.4 14.4 17.7 height Female 4.2 5.4 6.9 10.6 13.7 17.5 10. Knee height, sitting Male 19.4 21.4 23.3 49.3 54.3 59.3 Female 17.8 19.6 21.5 45.2 49.8 54.5 11. Buttock-knee Male 21.3 23.4 25.3 54.0 59.4 64.2 distance, sitting Female 20.4 22.4 24.6 51.8 56.9 62.5 12. Popliteal height, Male 15.4 17.4 19.2 39.2 44.2 48.8 sitting Female 14.0 15.7 17.4 35.5 39.8 44.3 13. Chest depth Male 8.4 9.5 10.9 21.4 24.2 27.6 Female 8.4 9.5 11.7 21.4 24.2 29.7 14. Elbow-elbow breadth Male 13.8 16.4 19.9 35.0 41.7 50.6 Female 12.4 15.1 19.3 31.5 38.4 49.1 15. Hip breadth, sitting Male 12.1 13.9 16.0 30.8 35.4 40.6 Female 12.3 14.3 17.2 31.2 36.4 43.7 X. Weight (lbs and kg) Male 123.6 162.8 213.6 56.2 74.0 97.1 Female 101.6 134.4 197.8 46.2 61.1 89.9 DADOSANTROPOMÉTRICOS http://msis.jsc.nasa.gov/sections/section03.htm JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  8. 8. 8 de 54JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES © Esta figura é uma alternativa (pouco exacta) às tabelas de dados antropométricos. Para obter uma cota antropométrica tenha como referência a altura H.
  9. 9. 9 de 54 DIMENSIONAMENTO DE ESPAÇOS COMERCIAIS JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  10. 10. 10 de 54 JOÃOPAULOPINTO–CLTVALUEBASEDSERVICES©
  11. 11. 11 de 54JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  12. 12. 12 de 54JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  13. 13. 13 de 54JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  14. 14. 14 de 54
  15. 15. A POSIÇÃO DO CORPO  A conveniência da posição deve ter em conta:  A tarefa a realizar;  Esforço do trabalhador.  Deve-se dar preferência ao trabalho na posição vertical (em pé);  No caso de trabalho intensivo, onde as mãos são mantidas em repouso e devem ser feitas observações atentas, a Tarefa deve ser executada em posição sentado;  Do ponto de vista fisiológico, deve-se considerar que é preferível trabalhar sentado do que em pé (reduz-se o esforço);  Desvantagem de trabalhar em pé:  maior acumulação de sangue nas pernas, o que prejudica a circulação  podem aparecer as varizes;  Desvantagem de trabalhar sentado:  Podem também surgir problemas de má circulação ao nível do estômago o que pode resultar em problemas de digestão. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  16. 16. A – altura dos objectos nos trabalhos mais refinados; B – altura da ferramenta no trabalho em máquina; C – Escrivaninha; D – Mesa de Máquina de Escrever, Trabalho manual sem controlo visual exacto mas com liberdade para movimento dos cotovelos; E – Espaço mínimo para os joelhos (18 cm).  Todas as medidas em cm TRABALHAR SENTADO  No trabalho de montagem e em máquinas deve haver um compromisso entre boas condições de visão e comodidade para a posição dos braços;  Nos trabalhos de muita precisão é necessário garantir a livre movimentação dos braços. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  17. 17. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  18. 18. JOÃOPAULOPINTO–CLTVALUEBASEDSERVICES©
  19. 19. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  20. 20. JOÃOPAULOPINTO–CLTVALUEBASEDSERVICES©
  21. 21.  A área sobre o tampo da mesa que o operário pode alcançar sem se esforçar é limitada pelo comprimento dos braços. Nem todas as zonas desta área (área de pegar) são igualmente fáceis de serem alcançadas. Nota: Todas as unidades em cm  A área de acção das pernas. A localização das partes para apoio dos pés deve ser adaptada individualmente. Pedais accionados com o calcanhar ficam melhor posicionados quando são colocados sob a perpendicular que passa pelo centro do trabalho das mãos. Pedais com o peito do pé têm melhor posição de 14 a 18 cms à frente daqueles accionados com o calcanhar em relação ao mesmo eixo perpendicular. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  22. 22. TRABALHAR EM PÉ A adaptação da altura de trabalho quando o homem trabalha de pé é mais difícil do que quando trabalha sentado; A área de pegar, considerando a movimentação do braço, não é diferente daquela no trabalho sentado. Em pé ainda é possível estende-la através de passos laterais; O espaço para a movimentação das pernas não pode ser ignorado; Nos trabalhos em pé deve-se evitar o accionamento de pedais, porque neste caso há uma hiper-solicitação da perna que sustenta o corpo em pé. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  23. 23. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  24. 24. ALGUMAS SUGESTÕES DE MELHORIA
  25. 25. EXEMPLO DE UM POSTO DE TRABALHO DEVIDAMENTE ORGANIZADO
  26. 26. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  27. 27. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  28. 28. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  29. 29. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  30. 30. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  31. 31. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  32. 32. JOÃOPAULOPINTO–CLTVALUEBASEDSERVICES©
  33. 33. JOÃOPAULOPINTO–CLTVALUEBASEDSERVICES©
  34. 34. ergonomia(from the Greek word ergon meaning work, and nomoi meaning natural laws)
  35. 35. 38 de 54 O QUE É A ERGONOMIA?  Ergonomia significa adaptar o trabalho às pessoas!  Muitos postos de trabalho não permitem às pessoas executar o trabalho da forma mais correcta e mais saudável;  Como resultado do mau design dos postos de trabalho, peças, ferramentas e máquinas, os trabalhadores chegam ao fim do dia completamente estoirados, cansados, com dores e deformações físicas, entre outros problemas…
  36. 36. 39 de 54 QUE ACONTECE QUANDO O TRABALHO NÃO É DESENHADO PARA SE ADAPTAR ÀS PESSOAS?  O problema começa com um pobre design!  Os designers e os engenheiros não fazem isto de propósito, claro que não! Muitos não sabem quais os limites das pessoas, ex. poderemos ter que:  Passar o dia dobrados sobre uma bancada;  Esticarmo-nos para alcançar os controlos da máquina;  Pegar em caixas, peças ou ferramentas pesadas;  Esticar e inclinar o pescoço para fazer leituras;  Trabalhar com as mãos acima do nível dos ombros;  Esforçar a vista para descortinar um valor num manómetro;  Pegar em peças escorregadias ou com arestas vivas;  Submeter os ouvidos a um ambiente ruidoso;  Dobrar o pulso para operar uma dada ferramenta...
  37. 37. 41 de 54 QUAIS OS EFEITOS DE UM MAU DESIGN ERGONÓMICO?  Os efeitos podem ser analisados sob duas perspectivas:  Efeitos a curto-prazo:  Desconforto, Fatiga, Cansaço visual, Dores;  Cansaço físico e mental. Quando os trabalhadores estão cansados, desconfortáveis ou sob sofrimento, podem tornar-se distraídos e o seu rendimento baixará: A experiência e o bom senso diz-nos que isto leva a acidentes, defeitos de qualidade, e menos produtividade.  Efeitos a longo-prazo  Tendinites, Dores de costas;  Problemas ósseos, etc... Certamente que conhecem pessoas que sobrem dos efeitos nefastos do mau design de postos de trabalho. Convém avaliar os custos sociais e económicos deste problema!
  38. 38. 42 de 54 COMO É QUE AS PESSOAS RESPONDEM AO MAU DESIGN? As pessoas têm várias forma de reagir e de se manifestarem, exemplos:  Absentismo – forçado pelas condições de saúde (baixa) ou de forma voluntária;  Abandono do trabalho – mudança para outro posto, ou mesmo mudança para outra empresa;  Queixas – inicialmente entre colegas, mas gradualmente vão transmitindo a sua insatisfação aos níveis superiores;  Mau desempenho – as pessoas que sofrem com o trabalho não podem ter bons desempenhos. O receio de se magoarem funciona como elemento inibidor;  Afastamento e desinteresse pelo trabalho, desmotivação, falta de iniciativa, etc.
  39. 39. 43 de 54  Muitas pessoas começarão a procurar trabalhos que lhes garantam melhores condições de trabalho e as satisfaçam a todos os níveis. Os que optem por ficar, eventualmente, acabam por sofrer as consequências do mau design;  O mau design ergonómico pode causar danos irreversíveis no operário e consequentemente causar danos à sua família;  Possivelmente, estas reacções normais e (incompreendidas por muitos) acabam por afectar o desempenho operacional da empresa.  A este nível, um mau design pode levar:  Maiores probabilidades de acidente;  Problemas de produção;  Menor qualidade;  Erros e defeitos.
  40. 40. M A U D E S I G N Desconforto, Fadiga; Cansaço; Dores, etc. Absentismo; Mudanças; Queixas; Mau desempenho... consequências formas de reagir EFEITOS NA SAÚDE: Acidentes e doenças; Restrições ao trabalho; Deficiências físicas, etc. EFEITOS NO PROCESSO: Mais acidentes; Mais paragens e erros; Menos velocidade; Menos qualidade, etc... TODOS PERDEM !!! As pessoas e suas famílias; As empresas e o País. curto-prazo longo-prazo
  41. 41. FADIGA E DESCANSO
  42. 42. 46 de 54 FADIGA E DESCANSO  Processos periodicamente observados em todos os organismos vivos;  FADIGA – redução do rendimento das funções, que pode ser reestabelecido através do DESCANSO. CONSEQUÊNCIAS DA FADIGA:  Falta de Coordenação - movimentos incorrectos e em menor número;  Falta de concentração e atenção - aumento do tempo de reacção, bloqueio de atenção, etc.);  Perturbações da Recepção; - interpretação incompleta ou errada das informações, negligenciando o juízo crítico;  Perturbações Mentais - retardamento do raciocínio, etc.  Perturbações da Estrutura dos Impulsos – negligenciar o interesse, comportamento tedioso e aborrecido, indiferença perante os erros, mau humor ao lidar com máquinas e pessoas. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  43. 43. CAUSAS DA FADIGA  Ambiente de Trabalho  Clima (temperatura, ventilação, etc.)  Ruído e Vibrações;  Iluminação;  Poluição  Períodos de Trabalho  Horários (turnos, etc.)  Pausas.  Relacionamento entre pessoas;  Métodos de Organização e de Gestão  Liderança,  Conduta do operário dentro e fora (vida pessoal) da empresa; JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  44. 44. ORGANIZAÇÃO DO TEMPO DE TRABALHO  Quem define os horários e períodos de trabalho?  Acordo colectivo de trabalho (Empresa)?  Sindicatos?  Trabalhadores?  Para que se possa tirar partido do ritmo biológico, fazem-se algumas sugestões:  Os turnos devem começar entre as 7H30 e as 8H30, ter uma pausa entre as 12H00 e as 14H00 e o término do expediente entre as 16H00 e as 18H00;  As pausas (para recuperação dos níveis de rendimento) devem ser pequenas e frequentes;  Está provado cientificamente que o valor do descanso é maior no início da pausa e vai decaindo à medida que a pausa se alonga – por este motivo é mais eficaz optar por pequenas pausas do que recorrer a uma só de maior duração; JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  45. 45. TIPOS DE PAUSAS QUANTO À DURAÇÃO  Pausas Curtíssimas – duração inferior a 1 minuto;  Pausas Curtas - duração compreendida entre 1 a 8 minutos;  Pausas Simples – duração superior a 8 minutos. QUANTO À ORIGEM  Pausas Organizadas – ex. pausas prescritas por lei;  Pausas não-Organizadas – resultantes de situações imprevistas (ex. Avarias, falta de material);  Pausas Arbitrárias – pausas introduzidas pelo próprio trabalhador. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  46. 46. TURNOS E TRABALHO NOCTURNO Trabalhar por turnos representa uma série de consequências negativas que vão além das implicações de ordem social. Os operários que trabalham por turnos queixam-se frequentemente de:  Perturbações relativas ao seu apetite;  Redução da aptidão para o trabalho;  Dores de estômago;  Problemas circulatórios;  Perturbações de ordem vegetativa. Está demostrado por estudos científicos que, mesmo no trabalho nocturno por longos períodos, não ocorre uma completa inversão da curva de rendimento das funções fisiológicas (ex. Ritmo biológico, sono, etc.), ou seja adaptação ao turno nocturno raramente acontece. Está provado que a qualidade do sono durante o dia é inferior à qualidade do sono normal durante a noite (quantitativa e qualitativamente). JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  47. 47. Recomendações para a conformação do Trabalho Nocturno:  Evitar a redução do período de sono;  Manter suficiente o tempo livre;  Reduzir o isolamento social dos trabalhadores nocturnos;  Limitar a quantidade de turnos nocturnos consecutivos. Na melhor opção entremear um único turno nocturno no plano de turnos;  Após cada turno de noite, prever no mínimo 24 horas de folga;  Todo o plano de turnos deve prever fins-de-semana livres (mínimo 2 dias livres seguidos).  Evitar períodos de trabalho superiores a 8 horas;  A quantidade de dias de folga para o turno da noite deve ser igual (no mínimo) aos dias de folga dos turnos diurnos. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  48. 48. 52 de 54 DESAFIO FINAL  Pretende-se que dimensione um local de trabalho em open space para 5 pessoas;  O trabalho é para ser realizado numa sala com 60 m2 (5X12);  A sala tem a formula de um retângulo, uma porta num dos lados mais pequenos e 4 janelas (1,5X1,2) num dos lados maiores…  O chão é irregular e terá de ser arranjado bem como as paredes que precisam de pitura;  Quanto aos postos de trabalho, sabe-se que dois são para trabalho em pé (um deles um balcão junto da porta de entrada para atender clientes), todos os outros trabalho sentado;  Considere também um pequeno espaço reservado para reuniões entre os 5 colaborados ou para receber algum cliente…
  49. 49. 53 de 54  Dê sugestões quanto ao dimensionamento dos espaços;  Cores das paredes e do mobiliário (secretárias, mesas, balcão e dois armários para guardar materiais e utensílios), colocação de quadros de informação, etc.;  Dê sugestões quanto ao chão, pé direito (actualmente com 4,5 mtrs), iluminação, temperatura, etc…  Procure apresentar desenhos (ex. planta do espaço, mobiliário e cadeiras) e faça uma memória descritiva do projecto;  Pretende-se também sugestões para a iluminação e controlo de ruído. NOTA: estes apontamentos poderão não ser suficientes para responder a este desafio pelo que se sugere que faça pesquiza na net ou recorra a bibliográfica sobre os temas; Há aplicações gratuitas na Internet e no mercado android para o desenho de espaços. JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©
  50. 50. MUITO OBRIGADO PELA ATENÇÃO JOÃO PAULO PINTO (mgt@cltservices.net) CLT Valuebased Services WWW.CLTSERVICES.NET JOÃO PAULO PINTO – CLT VALUEBASED SERVICES ©

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