Acessibilidade na WEB parte 1

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CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA GESTORES PÚBLICOS:
Políticas de Acessibilidade e Direitos Humanos

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Acessibilidade na WEB parte 1

  1. 1. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA GESTORES PÚBLICOS: Políticas de Acessibilidade e Direitos Humanos. Acessibilidade na WEB Cínthia C. Kulpa - Eluza T. Pinheiro 23/11/2012
  2. 2. • ISDFUHDSIUHGDFHG ClickCronologia A acessibilidade antes da acessibilidade Helen Keller, nasceu em 1880. Cega e surda por causa de uma doença, tornou-se filósofa, escritora e conferencista, sempre ajudada pela professora e amiga Anne Sullivan. Foi esta professora que percebeu que a jovem Helen podia perceber outros estímulos que não os visuais e sonoros.
  3. 3. • ISDFUHDSIUHGDFHG ClickCronologia Na década de 50 Nos anos 50 os profissionais da área de reabilitação começam a denunciar a existência de barreiras físicas que impediam a locomoção de pessoas com deficiência.
  4. 4. • ISDFUHDSIUHGDFHG ClickCronologia Várias leis nas décadas de 60, 70 e 80 Na década de 60: eliminação de barreiras arquitetônicas (US). Na década de 70: aumento dos debates e também a operacionalização das soluções idealizadas. Na década de 80: campanhas em âmbito mundial para alertar a sociedade . Housing for the Lifespan of All People.
  5. 5. • ISDFUHDSIUHGDFHG ClickCronologia Várias leis nas décadas de 60, 70 e 80 Na década de 60: eliminação de barreiras arquitetônicas (US). Na década de 70: aumento dos debates e também a operacionalização das soluções idealizadas. Na década de 80: campanhas em âmbito mundial para alertar a sociedade . Housing for the Lifespan of All People.
  6. 6. • ISDFUHDSIUHGDFHG ClickCronologia Década de 90 American with Disabilities Act (ADA) - 1990 Lei promulgada pelo Congresso dos EUA que fala sobre os direitos civis e proíbe, em determinadas circunstâncias, a discriminação. Accessibility Guidelines (design) - 1991 Um código do governo federal americano que regulamenta os projetos com acessibilidade.
  7. 7. • ISDFUHDSIUHGDFHG ClickCronologia Década de 90 1997 - Princípios de Design Universal 1999 - Acessibilidade 1.0 Como tornar o conteúdo web acessível a pessoas com deficiências. 1999 - Usabilidade Web Estudos e testes com usuários, além do uso de métodos variados.
  8. 8. • ISDFUHDSIUHGDFHG ClickCronologia Anos 2000 Normas gerais e critérios para promoção da acessibilidade (BR) (2000) Promulgação da lei n. 10.098 que estabelece as normas gerais e critérios básicos para facilitar a acessibilidade. Acessibilidade Web (US) Seção 508 (2001) Fala sobre tecnologias assistivas e sua regulamentação em ambiente web.
  9. 9. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Acessibilidade: Condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida. (Lei n°10.098 - Cap.III - Art. 8º)
  10. 10. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Conceito Acessibilidade na Web: É a possibilidade de todos terem acesso ao ambiente virtual web, independente do tipo de usuário, situação ou ferramenta. (Serpro)
  11. 11. • ISDFUHDSIUHGDFHG ClickW3C Conceito Usabilidade: Atributo de qualidade relacionado à facilidade do uso da interface. Refere-se a rapidez com que os usuários podem aprender a utilizar algo, a eficiência nesta utilização, a facilidade de memorização, seu grau de propensão a erros e sua satisfação. (Nielsen e Loranger, 2007)
  12. 12. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Conceito Design Universal: Significa projeto para todos. O objetivo deste é auxiliar na criação de produtos, ambientes e meios de comunicação a fim de facilitar a vida da maioria das pessoas, com pouco ou nenhum custo. (Serpro - Gov. Brasileiro)
  13. 13. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Existe acessibilidade nos sites da empresa que tu trabalhas?
  14. 14. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Diferença entre os 3 termos: Acessibilidade: Trata da melhor interação entre usuários portadores de deficiência e uma interface física ou digital. Especificidade
  15. 15. • ISDFUHDSIUHGDFHG ClickUsabilidade Usuários (principais e secundários) definidos pelos objetivos do projeto. Particularidades
  16. 16. • ISDFUHDSIUHGDFHG ClickDesign Universal Busca-se um design para todos, sem adaptações, que evite estigmatizações, que ajude a todos, inclusive idosos, crianças, portadores de deficiências. Universalidade
  17. 17. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Tipos de Usuários Acessibilidade na Web: Usuários deficientes Idosos Crianças Pessoas com limitações impostas pelo ambiente físico Pessoas com limitações impostas pelas barreiras tecnológicas Especificidade
  18. 18. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Tipos de Usuários Usabilidade: Usuários principais e secundários definidos pelos objetivos do projeto. Particularidades
  19. 19. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Design para todos, sem adaptações, que evite estigmatizações, que ajude a todos, inclusive idosos, crianças, portadores de deficiências. Universalidade Design Universal - Usuários
  20. 20. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Tecnologias Assistivas Ampliadores de tela: Dispositivos utilizados para acessar a informação no computador de forma ampliada. Tipos: - Monitor de vídeo maior: aumenta o tamanho da fonte, com "joystick" ou "mouse" especiais para mover o cursor através da tela; - Pacote de software: aumenta o tamanho do que aparecer na tela
  21. 21. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Sistemas de saída de voz: Compostos por um sintetizador de voz, alto-falantes externos e um software para acesso a tela. Permitem a leitura de informações exibidas em um monitor, previamente interpretadas por um leitor de tela. Leitores de tela de computador: Softwares que identificam e interpretam as informações que estão sendo exibidas na tela do monitor e repassam estas informações por meio de síntese de voz.
  22. 22. • ISDFUHDSIUHGDFHG ClickDosvox : Leitor de tela de computador:
  23. 23. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Ex: JAWS, Virtual Vision Zoom Text: Leitor de tela de computador:
  24. 24. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Dispositivos de saída em Braille: Dividem-se em dois grupos: Impressoras Braille: fazem interface com a maioria dos computadores. Algumas destas impressoras também imprimem desenhos. Terminais de acesso em Braille: softwares que fornecem uma janela móvel, codificada em Braille, podendo ser deslocada sobre o texto na tela do computador.
  25. 25. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Reconhecedores de voz: São softwares que permitem a substituição do teclado de um computador para o comando de voz.
  26. 26. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Lupa Eletrônica e Lupa Manual:
  27. 27. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Máscara de teclado ou colméia de acrílico É uma placa de plástico ou de acrílico transparente onde são feitos furos do tamanho das teclas e que quando fixada a certa distância acima do teclado evita que a pessoa que apresenta movimentos involuntários aperte todas as teclas ao mesmo tempo.
  28. 28. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Teclados alternativos Os teclados alternativos podem ser reduzidos ou ampliados. O teclado expandido possui letras maiores, em alto contraste e com menor número de informações na prancha. O teclado reduzido é utilizado quando a pessoa tem boa coordenação, mas pequena amplitude de movimento.
  29. 29. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Teclados sensíveis O teclado sensível é uma prancha que pode ser programada em zonas de tamanhos variáveis. Funciona associado a um programa que realiza a programação do número de informações, local de pressão e que pode estar ou não associado a um sintetizador de voz.
  30. 30. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Mouse Adaptado O usuário não precisa movimentar o mouse, basta tocar botões fixos. Existem vários modelos: - mouse com 5 botões, cada um deles faz o cursor andar para uma direção e o último é o do click ou double click; - mouse cujo movimento do cursor acontece através de rolos; mouse em formato de caneta, entre outros.
  31. 31. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Tela sensível ao toque É um tipo de tela sensível à pressão, onde o usuário com o dedo na tela comanda o cursor do mouse.
  32. 32. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click São muitas as diretrizes que têm por objetivo indicar os caminhos do designer na melhor criação de uma interface computacional voltada para o usuário. W3C - World Wide Web Consortium http://www.maujor.com/w3c/introwac.html
  33. 33. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click 1. Fornecer alternativas textuais para qualquer conteúdo não textual 2. Não recorrer apenas à cor 3. Utilizar corretamente marcações e folhas de estilo 4. Indicar claramente qual o idioma utilizado 5. Criar tabelas passíveis de transformação harmoniosa 6. Assegurar que as páginas sejam acessíveis 7. Assegurar a possibilidade de interrupção momentânea ou definitiva Diretrizes
  34. 34. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click 8. Assegurar que a interface do usuário obedeça a princípios de design para a acessibilidade 9. Projetar páginas utilizando funções que permitam a ativação 10.Utilizar soluções de acessibilidade transitória 11.Utilizar tecnologia CSS 12.Fornecer informações de contexto 13.Fornecer mecanismos de navegação claros 14.Assegurar a clareza e simplicidade dos documentos Diretrizes
  35. 35. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click Avaliador e Simulador de Acessibilidade de Sítios
  36. 36. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click
  37. 37. • ISDFUHDSIUHGDFHG Click
  38. 38. • ISDFUHDSIUHGDFHG ClickOBRIGADA! cinthia.kulpa@gmail.com eluzapinheiro@gmail.com

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