Normas de auditoria reduzida

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Normas de auditoria reduzida

  1. 1. AUDITORIAAplicação de um conjunto demetodologias, procedimentos etécnicas, métodos de revisão eavaliação, aferição e análise com a finalidadede obtenção de informação e conhecimentoacerca da regularidade ou dos resultados dasfinanças, atividades, projetos, programas, políticas e órgãos governamentais. 1
  2. 2. NORMAS DE AUDITORIA
  3. 3. DEFINIÇÃOAs normas de auditoria representam osrequisitos básicos a serem observadosno desempenho do trabalho de auditoria William Attie 3
  4. 4. FINALIDADE DAS NORMAS DE AUDITORIA Registro do nível de conhecimento Consistência metodológica Garantia de qualidade dos trabalhos Sobrevivência da atividade de auditoria 4
  5. 5. FONTES DE NORMAS DE AUDITORIA  Federação Internacional de Contadores (International Federation of Accountants - IFAC) - Normas Internacionais de Auditoria (International Audit Standards - ISA)  Organização Internacional das Entidades Fiscalizadoras Superiores (INTOSAI)  Government Accountability Office (GAO) dos Estados Unidos - Normas de Auditoria Governamental (Government Auditing Standards, ou Yellow Book - Revisão 2003) 5
  6. 6. FONTES DE NORMAS DE AUDITORIA  Conselho Federal de Contabilidade (CFC) – Resolução CFC nº 820, de 17-12-97 - NBC T 11: Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis – Resolução CFC nº 821, de 17-12-97 - NBC P 1: Normas Profissionais de Auditor Independente 6
  7. 7. ÉTICA EM AUDITORIA
  8. 8. ÉTICA EM AUDITORIA Um Código de Ética constitui um documento que engloba os valores e princípios que devem orientar o trabalho cotidiano dos auditores Publicado pela Comissão de Normas de Auditoria no XVI Congresso da INTOSAI em 1998,em Montevidéu, Uruguai 8
  9. 9.  Normas com Significado Ético: Independência Não deve ser indicado para fazer auditoria o auditor da EFS que tenha relações estreitas com membros da gerência da entidade auditada, sejam elas de amizade, parentesco ou de qualquer outro tipo, que possam vir a prejudicar sua objetividade, na mesma 9
  10. 10. INDEPENDÊNCIA A independência dos auditores não deve ser afetada por interesses pessoais ou externos: – preconceito dos auditores em relação a pessoas, entidades fiscalizadas, projetos ou programas – por haver o auditor trabalhado recentemente na entidade fiscalizada – por relações pessoais ou financeiras que provoquem conflitos de lealdade ou de interesses 10
  11. 11. COMPETÊNCIA PROFISSIONAL Os auditores não devem desenvolver trabalhos para os quais não possuam a competência profissional necessária Devem também compreender, de maneira adequada, os princípios e normas constitucionais, legais e institucionais que regem o funcionamento da entidade fiscalizada 11
  12. 12. OBJETIVIDADE E IMPARCIALIDADE Objetividade e imparcialidade são requisitos de todo trabalho efetuado pelos auditores e, em particular, em seus relatórios, que deverão ser exatos e objetivos Portanto, as conclusões contidas nos pareceres e relatórios devem basear-se exclusivamente nas provas obtidas e organizadas de acordo com as normas de auditoria da EFS 12
  13. 13. SEGURANÇA, CONFIANÇA E CREDIBILIDADE Os auditores devem portar-se de maneira que seja promovida a cooperação e as boas relações entre eles e dentro da profissão A cooperação recíproca e o apoio à profissão por parte de seus membros constituem elementos essenciais do profissionalismo 13
  14. 14. INTEGRIDADE Os auditores são obrigados a cumprir normas superiores de conduta, como por exemplo a imparcialidade, durante seu trabalho e em suas relações com o pessoal das entidades fiscalizadas 14
  15. 15. INTEGRIDADE A integridade também exige que os auditores: cumpram os princípios de objetividade e independência tenham uma conduta profissional impecável tomem decisões de acordo com o interesse público 15
  16. 16. NEUTRALIDADE POLÍTICA É importante que os auditores conservem sua independência em relação às influências políticas, a fim de desempenhar com imparcialidade suas responsabilidades de fiscalização 16
  17. 17. CONFLITOS DE INTERESSES Os auditores deverão proteger sua independência e evitar qualquer possível conflito de interesses, recusando presentes ou gratificações que possam ser interpretados como tentativas de influir sobre a independência e a integridade do auditor 17
  18. 18. CONFLITOS DE INTERESSES Os auditores deverão evitar todo tipo de relação com os diretores ou funcionários da entidade fiscalizada, bem como com outras pessoas que possam influenciar, comprometer ou ameaçar a capacidade de atuarem com independência 18
  19. 19. CONFLITOS DE INTERESSES Os auditores não deverão utilizar informações recebidas no desempenho de suas obrigações como meio para obtenção de benefícios pessoais para eles ou para outros 19
  20. 20. SIGILO PROFISSIONAL A informação obtida pelos auditores no processo de auditoria não deverá ser revelada a terceiros, nem oralmente nem por escrito, salvo objetivando cumprir responsabilidades legais ou de outra classe que correspondam à EFS, como parte dos procedimentos normais desta, ou em conformidade com as leis pertinentes 20
  21. 21. Técnicas de Auditoria Definição Formas ou maneiras utilizadas na aplicação dos procedimentos de auditoria com vistas à obtenção de diferentes tipos de evidências ou ao tratamento de informações 21
  22. 22. Técnicas de Auditoria exame documental inspeção física conferência de cálculos observação entrevista circularização conciliações análise de contas contábeis 22 revisão analítica
  23. 23. EXAME DOCUMENTAL Procedimento mais usado Confundido com a própria auditoria Deve ser opção deliberada e não por desconhecimento de outras técnicas Exame de Edital, Prestação de Contas de Convênio, Nota Fiscal 23
  24. 24. INSPEÇÃO FÍSICA Constatação “in loco” – Localização de bens (desaparecidos, inexistentes, estoques, obras) – Identificação de servidores ou contratados fantasmas – Bens danificados (escolas, hospitais) – Existência de empresas contratadas 24
  25. 25. CONFERÊNCIA DE CÁLCULOS  Indispensável para conferência de operações que envolvam cálculos, transposição de valores  Privatização do Banespa (omissão de crédito tributário na planilha de avaliação) 25
  26. 26. OBSERVAÇÃO Sempre que possível deverá ser realizada por mais de um membro da equipe Registrar os fatos observados concomitantemente à sua ocorrência Comparar atividade prevista em norma com a sua efetiva realização (análise de prestação de contas de convênio) 26
  27. 27. ENTREVISTA Elaboração de perguntas objetivando respostas para quesitos previamente definidos 27
  28. 28. CIRCULARIZAÇÃO Confirmação, junto a terceiros, de fatos apresentados pela entidade – Cartas p/ confirmação de saldos em bancos – Confirmação do pagamento a fornecedores – Escola recebeu merenda escolar – Alegados licitantes foram realmente convidados – Verificações de Notas Fiscais junto ao Fisco 28
  29. 29. CONCILIAÇÃO Compatibilidade entre o saldo das contas sintéticas com aqueles das contas analíticas Confronto dos registros mantidos pela entidade com elementos de fontes externas Conciliação bancária dos pagamentos em convênios 29
  30. 30. ANÁLISE DE CONTAS Exame das transações que geraram lançamentos na conta contábil Parte dos lançamentos contábeis para a identificação dos fatos e documentos que o suportam Lançamento de investimento como custeio 30
  31. 31. REVISÃO ANALÍTICA Objetiva verificar o comportamento de valores significativos, mediante índices, quocientes, quantidades absolutas ou outros meios, com vistas à identificação de situações ou tendências atípicas. Inferências lógicas ou estruturação de raciocínio que permita chegar a determinada conclusão demonstração de “jogo de planilha” em licitação de obras, equilíbrio econômico financeiro 31
  32. 32. TRIANGULAÇÃO Comparação de informações obtidas em diferentes fontes, por intermédio da utilização de mais de uma técnica Dados registrados em documentos com obtidos em entrevistas. Fortalece, aumenta e corrobora a consistência das evidências 32

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