CONECTADOS
 
As redes sociais não têm bilhões de usuários por acaso. A vocação humana é estar conectada aos outros.
Nós na...
Acreditamos que só seremos felizes praticando a interdependência - “juntos
somos um”. O manifesto do grupo se espalhou e a...
A missão:
-  Melhorar as condições de vida de seus membros através da
geração de renda, troca de informações, parcerias,
c...
O futuro a gente já está construindo hoje.
Nossos próximos passos:
•  Lançamento do site institucional e início de captaçã...
A HISTORIA
 
Meu nome é Kuki.
Na verdade não é Kuki, é Claudine, mas Claudine é um nome francês que fica muito esquisito em...
Depois de um tempo o “socializing” virou “networking” e minha reputação de “connector” se espalhou e headhunters
começaram...
Sobre Kuki Bailly, fundadora e gestora da REDEDOTS
Formada pela Escola Superior de Artes Gráficas e pós-graduada na Escola ...
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KUKI BAILLY/REDEDOTS
-  Consultoria em Netweaving: Construção e Engajamento nas redes.
-  Empreendedorismo Col...
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  1. 1. CONECTADOS   As redes sociais não têm bilhões de usuários por acaso. A vocação humana é estar conectada aos outros. Nós nascemos conectados. Depois que o cordão é cortado, imediatamente encontramos novas conexões que vão nos ajudar a crescer, andar, aprender, descobrir, amar, a ser mais fortes. Vamos de conexão a conexão pela vida na busca pela sobrevivência. Precisamos do outro e o outro precisa da gente. Chama-se interdependência. Simples assim. A rede começou com 150 membros e rapidamente as conexões foram crescendo e o conhecimento se multiplicando. Tem artesão, designer, estilista, empresário, dona de casa, eletricista, médico…tem gente muito diferente mas o propósito é igual: partilhar tempo, contatos, talentos, ideias e gentileza.
  2. 2. Acreditamos que só seremos felizes praticando a interdependência - “juntos somos um”. O manifesto do grupo se espalhou e acabou virando a crença de milhares de pessoas. Cresceu e saiu do campo profissional para entrar no campo da solidariedade. Dot significa “ponto” em inglês e os 25 mil membros do grupo são “pontos conectados”. Unidos transformam-se em algo maior, com sentido e com um propósito comum, que é o bem de todos. Hoje, Dots não é mais um pontinho no facebook entre tantos outros. É uma rede , ou melhor, uma COMUNIDADE com menos de um ano tem mais de 30.000 pessoas conectadas. E ainda gerou uma nova criação: o Dots Guardians. Dedicada à filantropia, Dots Guardians já tem 4000 membros fazendo algo de bom por alguém por puro voluntariado. Para se ter uma ideia, em 72 horas, 15 mil litros de água foram arrecadados para Mariana, com doações do Brasil e do exterior. E depois do incêndio, centenas de moradores de Paraisópolis foram ajudadas com um mutirão de solidariedade, envolvendo milhares de pessoas das duas redes. Conectar é a ação de ligar uma parte a outra e por meio dessa ligação realizar transferências. No nosso caso, transferência de conhecimento, talento e esperança.    
  3. 3. A missão: -  Melhorar as condições de vida de seus membros através da geração de renda, troca de informações, parcerias, conhecimento, apoio moral e quando possível, até mesmo financeiro. -  Incentivar a economia colaborativa e o crescimento e desenvolvimento de pequenos empreendedores, artesãos e fornecedores de serviços. -  Disseminar a alegria, a esperança, a confiança, o bem estar coletivo.
  4. 4. O futuro a gente já está construindo hoje. Nossos próximos passos: •  Lançamento do site institucional e início de captação de patrocínio. •  Lançar campanhas de arrecadação e distribuição permanentes na rede, mensais ou bimestrais para dar suporte às instituições e projetos sociais. •  Proporcionar a aproximacão e inclusão de comunidades e ONGs •  Criação de um canal (Youtube) com produção de conteúdo educacional e motivacional, como uma espécie de “mentoring”, para ajudar os membros (e quem mais se interessar pela economia colaborativa) a se desenvolverem e solucionarem problemas com seus negócios e projetos. O objetivo é que a rede cresça e ajude cada vez mais pessoas a trabalharem de forma colaborativa e solidária, transformando assim, pouco a pouco, o mundo em que vivemos num lugar melhor.  
  5. 5. A HISTORIA   Meu nome é Kuki. Na verdade não é Kuki, é Claudine, mas Claudine é um nome francês que fica muito esquisito em português e não se parece comigo, então só consta na certidão de nascimento mesmo, junto com mais 3 nomes bem complicados de se pronunciar. Kuki vem de cookie. Biscoito. Meu avô chinês me chamou assim quando me viu na maternidade e me pegou no colo, pois eu tinha o rosto bem redondinho e diz ele, eu cheirava como cookies saindo do forno. Cresci numa família de imigrantes, metade francesa, metade chinesa. Ou seja, “Franesa”. Sempre me senti meio estranha nas escolas brasileiras pois os costumes em casa eram muito diferentes dos outros. Meus pais me criaram pro mundo, eu era cheia de opinião e atitude desde cedo…aí não deu muito certo e resolveram me mudar de escola, fui parar numa escola de gringo mesmo, um colégio internacional e todas as aulas eram em inglês. Lá tinham 40 nacionalidades e eu virei um peixe feliz no mar. Na escola, cheia de estrangeiros, me ensinaram a “socialize” (socializar) muito rápido. Foram muito acolhedores, queriam saber tudo de mim, me convidavam pra tudo e eu perguntei porque faziam isso. Eu era carrancuda, meio quieta e não entendia. Aí me explicaram que o tempo era curto (a maioria ali eram crianças de pais expatriados) e que não sabíamos quanto tempo tinhamos juntos. Eventualmente iríamos nos perder quando voltassem para seus respectivos países. Então precisavamos aproveitar. Achei aquilo muito lindo e nunca mais esqueci. Comecei a praticar o “socializing” sempre, o tempo todo, me interessando pelas pessoas. Sou do tipo que você acha louca, que conversa com gente na fila de banco, no farol, em tudo quanto é lugar, sem filtro. Mudei pra França pra estudar e lá fiquei 10 anos. Viajei muito, muito mesmo, sempre “socializing”. Fiz amigos nos 4 cantos da Europa. Foi aí que as conexões começaram a se multiplicar. Eu olhava pra uma pessoa e falava na minha cabeça: Esse cara precisa conhecer aquele. E conectava. E rolava amizade, negócio, várias coisas legais. Comecei a colecionar e cultivar relações com as pessoas. Digo colecionar e cultivar pois são muito preciosas e eu cuido muito. Atravessam décadas e oceanos.
  6. 6. Depois de um tempo o “socializing” virou “networking” e minha reputação de “connector” se espalhou e headhunters começaram a me procurar pedindo indicações. Consegui contratos pra diversos amigos, criei inúmeros projetos juntando pessoas que nunca tinham se visto…faço isso até hoje. Voltei pro Brasil, fiquei um tempo aqui, viajei de novo, morei na China 4 anos e voltei pra ter a minha filha, a Jazz (que se chama na verdade Jasmin e hoje tem 7 anos). Ao todo foram 15 anos de idas e vindas colecionando histórias, cultivando amigos, e os conectando. Em 2015 estourou a crise no Brasil, mais uma, e centenas de milhares de pessoas perderam o emprego, inclusive eu. Naquela época eu estava trabalhando na Natura. Decidi que aquela crise não ia me abalar e que poderia ser uma baita oportunidade pra um monte de gente se reinventar. A crise pode trazer o melhor de cada um à tona. É tudo uma questão de perspectiva. Recoloca nossos pés no chão, nos faz questionar a forma como vivemos e empatizar com outras pessoas na mesma situação. As dificuldades nos fazem mais humanos. Convidei algumas pessoas do meu network pra participarem da idéia e compartilharem suas agendas. Na minha cabeça, uma rede de relacionamentos pode se juntar com outras mil, e estas podem tornar-se infinitas…e trabalho, apoio, recursos não iriam faltar.  
  7. 7. Sobre Kuki Bailly, fundadora e gestora da REDEDOTS Formada pela Escola Superior de Artes Gráficas e pós-graduada na Escola de Comunicação Visual em Paris, expandiu sua área de atuação nos últimos 20 anos, transitando por Inovação, Branding, Design de Produto, Design Gráfico, Tendências de Moda, Mapeamento de Oportunidades de Negócios e Gestão de Design. A experiência de Kuki surge de uma trajetória incomum, tanto em grandes corporações como em agências de comunicação, acumulada no Brasil, na Europa e na Ásia. De volta ao Brasil em 2009, assumiu posições importantes na gestão de marcas icônicas como Havaianas e Natura, sempre na área de inovação e design.
  8. 8. !
  9. 9. CONSULTORIA KUKI BAILLY/REDEDOTS -  Consultoria em Netweaving: Construção e Engajamento nas redes. -  Empreendedorismo Colaborativo -  Curadoria e Criação de Banco de Talentos -  Pesquisa: Consumer Insight e Co-Criação

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