1 cid paisagem

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thau 2 diciplina do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Ufes. Clara Miranda

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1 cid paisagem

  1. 1. Séculos XVII-XVIII aula2-3Profa.Clara Miranda DAUUFES- 2011 1
  2. 2. Transformações culturais e territoriais na Europa;Enciclopédia, a nova consciência da natureza;vida, critica e conhecimento;Pinturesco e sublime;Os jardins ingleses e franceses, paisagismo(conceito). 2
  3. 3. O século XVIII• O século XVIII apresenta um esforço de fazer uma síntese entre “opostos”: Razão e emoção, objetividade e relatividade, unidade e multiplicidade. Tenta-se abrigar estas oposições como partes integrantes de um todo explicativo.• Os enciclopedistas dizem que importa se não conhecemos as leis que uniriam todas as coisas entre si (STAROBINSKI, 1994, p. 135), mesmo assim, eles organizam uma “árvore enciclopédica. D’Alembert diz “uma espécie de labirinto de caminho tortuoso em que o espirito se embrenha sem conhecer muito bem a estrada que deve seguir”.• Esta árvore propõe uma divisão geral dos conhecimentos segundo três faculdades: memória, razão e imaginação, que divide o mundo literário em eruditos, filósofos e criadores.• STAROBINSKI, Jean. A Invenção da Liberdade. São Paulo: EdUNESP. 1994. 3
  4. 4. 4
  5. 5. 5
  6. 6. 6
  7. 7. • No cap. Visão Fiel do livro A INVENÇÃO DA LIBERDADE, Jean Starobinski diz que quem quer ter razão no século XVIII, invoca a natureza e se coloca ao seu lado. E se perguntava: O que é natureza? O que é imitar?• O século XVIII tem uma nova consciência da natureza. 7
  8. 8. Viajantes/ gabinetes de história natural 8
  9. 9. 9
  10. 10. D’Alembert diz que “as propriedades doscorpos da natureza possuem um ladopuramente intelectual que abrem o campopara especulação do espirito” é por aí que sedesenvolve toda a prática de Lineu quenomeia, classifica, hierarquize: espécies,usos, atributos e somente por ultimo coloca alitteraria  memória/história (toda linguagemdepositada pelo tempo sobre as coisas) -Lineu - Nome, teoria, gênero, espécie,atributos, usos, literaturaNo século XVIII - A história natural dirige umolhar minuncioso sobre as coisas etranscreve. Não há intermediários,documentos arquivos, mas espaços claros. Ogabinete de história e o jardim expõe ascoisas em quadro.  SENTIDO: A VISÃO 10
  11. 11. A natureza é objeto de grandes debates, noséculo, que dividiram a opinião e a paixãodos homens, assim como seu raciocínio.Oposição entre a valorização ética danatureza (viagens, lugares, animais exóticos)e investimento, exploração, lucro. Oposiçãoentre os que crêem na imobilidade danatureza e os que pressentem a grandepotência criadora da vida, seu inesgotávelpoder de transformação. 11
  12. 12. O espaço humano no Século XVIII"La Declaration de lAmour," by Grace Before a MealJ.F. de Troy, 1731, French, 18thCentury Chardin, French, 18th Century 12
  13. 13. Chardin 18th Century 13
  14. 14. 14
  15. 15. Antoine Watteau (1684-1721) Pintor francês do (movimento rococó) queLEnseigne de Gersaint, 1720 se destacou pelos temas galantes e pastorais inspirados na Commedia dellArte. As suas paisagens campestres bucólicas são palco de festas, encontros e representações teatrais onde a sua pincelada liberta representa os prazeres quotidianos da sociedade burguesa associados a uma grande variedade de trajes que fizeram moda. 15
  16. 16. Antoine Watteau 16
  17. 17. • Francuska Comedia - 1714 17
  18. 18. Antoine Watteau 18
  19. 19. 19
  20. 20. • Antoine Watteau 20
  21. 21. • Jean-Baptiste Greuze• 1725-1805 21
  22. 22. • Jacques-Louis David 22
  23. 23. • Jacques-Louis David 23
  24. 24. • Jacques-Louis David 24
  25. 25. • Jacottet, J. 1835 Biarritz 25
  26. 26. Giambattista Tiepolo (1696-1770) 26
  27. 27. • Tiepolo, O novo mundo 27
  28. 28. William Hogarth(1697-1764) 28
  29. 29. 29
  30. 30. 30
  31. 31. 31
  32. 32. • Francisco (José) de Goya (y Lucientes), (1746-1828) 32
  33. 33. 33
  34. 34. • Série Caprichos- O sonho da razão produz monstros 34
  35. 35. • Kaspar David Friedrich. Sublime 35
  36. 36. • Na obra do pintor romântico alemão Caspar David Friedrich (1774 - 1840). a natureza aparece como algo que se apodera da alma humana, tomando as figuras impotentes e dominadas num misto de medo e contemplação. A idéia do sublime se configura então através de paisagens grandiosas e místicas.• O elemento central nos quadros de Friedrich é a contemplação estética da natureza. Ele a relaciona com uma nova linguagem pictórica. Seus personagens solitários tem como principal característica a “distância” em relação ao mundo, uma distância reflexiva. 36
  37. 37. Morris, 1998• FRANÇA – PARIS TRANSFORMAÇÕES TERRITORIAIS 37 Mapa da zona entre Paris e Versalhes na metade do século XVIII
  38. 38. Figura In Benévolo 38
  39. 39. Morris, 1998 39
  40. 40. França – Paris Transformações urbanas 40 Morris, 1998
  41. 41. Ponte nova (esq.) Praça Deuphine na Ilha Cité Abaixo antes da intervenção 41Morris, 1998
  42. 42. 42Morris, 1998
  43. 43. Fragmento do Plano de Turgot 1734-39Na parte superior estão o Louvre e o Palácioda Tulheries alinhado com aponte Royalabaixo está a Praça da Tulheries que conduzaos Champs Elysées, situada na lateral ondeserá construído a Praça Luis VX ouConcorde. Ver Morris, 1998 43
  44. 44. http://3.bp.blogspot.com/_- ARbPHGxSQA/Sf6SqkPQggI/AAA AAAAAAAw/AnHr3vH5oQc/s400/8 00px-Louvre_Paris_from_top.jpgParis - Jardim das Tulheries – Projeto do pai de Le Notre 44
  45. 45. • Louvre - Square Court (Cour Carrée) (see also 1667, Le Vau), Paris, begun 1546 (Lescot, Pierre). 45
  46. 46. • Louvre - 1546 (Lescot, Pierre). Square Court (Cour Carrée) (1667, Le Vau), 1667-70 (Le Vau, Louis; Charles Le Brun; Claude Perrault). 46
  47. 47. • Louvre – 1546 Square Court (Cour Carrée) 1667-70 (Le Vau, Louis; Charles Le Brun; Claude Perrault). 47
  48. 48. Claude Perrault 48
  49. 49. http://chrisbuckphotography.com/wp-content/uploads/2011/01/The-Louvre-CourtYard-AM-LQ.jpg• Louvre –Square Court (Cour Carrée) 49
  50. 50. • Louvre - Square Court (Cour Carrée) 50
  51. 51. Praça da Concórdia – projetos em homenagem ao rei Luis XVsituadas sobre o plano da cidade de 1765Concurso vencido por Jacques-ange Gabriel 51
  52. 52. Bois de Boulognetraçado original (roind-points)Projeto de 1852estilo inglês pintorescoJellicoe & Jellicoe 52
  53. 53. • Praça Luis XV 53
  54. 54. 54
  55. 55. Território FrançaNeuf Brissach cidadecom função militarcerca 1698Contraste entre aocupação/crescimento orgânicodas parcelas agrícolase das aldeias doentorno em relação àpraça forte (Vauban- Eng. Militar)Morris, 1998 55
  56. 56. La Roche-sur-Yonne,oeste da FrançaFoi destruída pelas tropasrepublicanas e reconstruídapor Napoleão cerca de1804.“Uma retícula geométricasuperposta a umapaisagem medieval ésimbólica de umimperalismo”, se sobrepõetambém à propriedadeprivada parcialmente.O código napoleônicosobrevive a Waterloocontribuindo para o“desenvolvimento dacivilização européia”Morris, 1998 56
  57. 57. • O Código Napoleônico (originalmente chamado de Code Civil des Français, ou código civil dos franceses) foi o código civil francês outorgado por Napoleão I e que entrou em vigor em março de 1804.• Todavia, o Código Napoleônico não foi o primeiro código legal a ser estabelecido numa nação européia, tendo sido precedido pelo Codex Maximilianeus bavaricus civilis (Baviera, 1756), pelo Allgemeines Landrecht (Prússia, 1792) e pelo Código Galiciano Ocidental (Galícia, à época parte da Áustria, 1797). Embora não tenha sido o primeiro a ser criado, é considerado o primeiro a obter êxito irrefutável e a influenciar os sistemas legais de diversos outros países.• O Código Napoleônico propriamente dito aborda somente questões de direito civil, como o registro civil ou a propriedade; outros códigos foram posteriormente publicados abordando direito penal, direito processual penal e direito comercial. O Código Napoleônico também não tratava como leis e normas deveriam ser elaboradas, o que é matéria para uma Constituição.• Este Código, propositalmente acessível a um público mais amplo, foi um passo importante para estabelecer o domínio da lei.• http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_Napole%C3%B4nico 57
  58. 58. • O Código Napoleônico baseou-se em leis francesas anteriores e também no Direito Romano e seguiu o Código Justiniano (Corpus Juris Civilis) dividindo o direito civil em:• a pessoa/ a propriedade/ a aquisição da propriedade• A intenção por trás do Código Napoleônico era reformar o sistema legal francês de acordo com os princípios da Revolução Francesa. Antes do Código, a França não tinha um único corpo de leis, que dependiam de costumes locais, havendo frequentemente isenções e privilégios dados por reis ou senhores feudais. Durante a Revolução os vestígios do feudalismo foram abolidos e os vários sistemas legais tinham de dar lugar a um único código. Entretanto, devido às agitações revolucionárias a situação não caminhou até a era napoleônica.• Na estrutura do código a questão da propriedade se situa:• Livro Segundo: Dos bens e das diferentes modificações da propriedade (artigos 516 a 710) e Livro Terceiro: Dos diferentes modos de adquirir a propriedade (artigo 711 a 2302).• http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_Napole%C3%B4nico 58
  59. 59. • Grande parte do código reservou-se à razão de ser do burguês na terra; a propriedade.• O Código libertou-a das teias feudais e protegeu-a do estado, dizendo-a anterior a este. Entendeu-a em suas múltiplas formas facilitando-lhe a posse e a venda.• O cidadão era o indivíduo e seus bens.• A sociedade das obrigações feudais (do vassalo para com o suserano, do servo para com o senhor) foi definitivamente substituída pela moderna sociedade do contrato (estabelecido entre indivíduos livres, dotados de autonomia).• A velha ordem estamental baseada na herança e nos direitos de sangue foi definitivamente suplantada pela sociedade de classes afirmada no mérito e no talento individual.• A exacerbação do individualismo existe no Código deve-se à necessidade de afirmar sua total independência frente aos poderes que o prendiam ao passado, quando ele submetia-se à vontade do nobre, do padre, e da corporação ou grêmio profissional a que pertencia.• Bibliografia: http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/2004/11/26/000.htm• http://buenoecostanze.adv.br/index.php?option=com_content&task=view&id=177&Itemid=44 59
  60. 60. 60
  61. 61. • TERRA E PROPRIEDADE• A propriedade da terra tal como a conhecemos teve sua origem na Revolução Francesa (1789) (é um avanço em relação a vassalagem).• Na Declaração dos Direitos do Homem (1789), preâmbulo da constituição francesa, a propriedade é tratada como direito natural imprescritível do homem.• Na constituição americana (1776) a propriedade privada é um dos direitos essenciais e inalienáveis• A inspiração do direito a propriedade privada da sociedade burguesa é inspirada no direito romano, que garante o direito de usus, abusus- direito individual do proprietário usar, explorar e inclusive destruir.• No período medieval não havia direito individual mas mediado pela religião, regras ditadas por autoridades ou pela coletividade.• A absolutização da propriedade decorre do Código de Napoleão, esta se torna a alma de toda legislação.• O socialismo e o anarquismo declaram a propriedade da terra um roubo• O Manifesto Comunista (1848) a propriedade privada dos meios de produção é que considerada exploração e por isso deve ser abolida.• Auguste Comte propõe restrição ao direito de propriedade privada a noção de função social relativiza o direito absoluto, inalienável.• MARICATO, Ermínia. Habitação e Cidade. São Paulo: Ed. Atual, 1997. 61
  62. 62. Cidades Francesas início do Século XIXToulon Plano de 1837. Morris, 1998 62
  63. 63. Cidade e Porto de Havre 1838. Morris, 1998 63
  64. 64. A escola francesa da paisagem• André Le Nôtre (1613-1700) utiliza a geometria tridimensional, refletindo os estudos de matemática de Pascal e Descartes, além do aprendizado com seu pai jardineiro. Os castelos, como Vaux-le-Vincomte, organizam um entorno que é um vigoroso cenário e expressa elegância e dignidade. O conceito de planificação dos jardins e cidade de Versalhes (Luis XIV) leva ao campo o impacto da urbanização.• O jardim tratado como uma extensão visível captado de uma visada (vista). A diversidade das partes devia ser subordinada ao conjunto de escala monumental. 64
  65. 65. André Le Nôtre (1613-1700) utiliza a marcação dospontos de vista que é feita com blocos de vegetaçãolaterais, que se constituíam em jardins secundários comexperiências visuais alternativas de escala menor, maisíntima.O precedente geométrico no paisagismo vem dotrabalho do pai de Le Nôtre, jardineiro que compôs comradiais os Jardins dos Campos Eliseus e das Tulherias.E serve de referência para o plano de Washington(EUA) de Charles L’Enfant, 1792. 65
  66. 66. Jellicoe & Jellicoe 66
  67. 67. Castelo Vaux le Vimconte 1641-1656Paisagista: Andre Le NôtreArquiteto: Le Vau 67
  68. 68. Materiais de composição:Água, vegetação, céu,estatuária, arquiteturaTratamentos da vegetação:Bosques,PanterresPoda topiária 68
  69. 69. 69
  70. 70. Jellicoe & Jellicoe 70
  71. 71. Jellicoe & Jellicoe 71
  72. 72. 72
  73. 73. 73
  74. 74. 74
  75. 75. 75
  76. 76. 76
  77. 77. Jellicoe & Jellicoe v Paris vVersalhes 77
  78. 78. 78
  79. 79. 79
  80. 80. 80
  81. 81. 81
  82. 82. • Castelo Versalhes. Arquitetos Le Vau, Mansard, 82
  83. 83. • Castelo Versalhes.• Plano 83
  84. 84. 84
  85. 85. 85
  86. 86. 86
  87. 87. 87
  88. 88. 88
  89. 89. • André Le Nôtre propõe um espaço de ordem globalizada, de geometria tridimensional, sólida articulado com o plano do solo bidimensional em eixos radiais no terreno em declive.• O jardim não é um receptáculo de objetos (esculturas) e edifícios, ele constitui uma unidade com eles. O produto articula plasticamente vegetação, céu, terra e água.• Le Nôtre é o principal representante da escola francesa de paisagismo. 89
  90. 90. • Petit Trianon Ange-Jacques Gabriel (1698-1782 ) 90
  91. 91. 91
  92. 92. https://lh5.googleusercontent.com/-Nnun1GbSILA/TW7iZIxy5UI/AAAAAAAADOs/Yd5budfd2DM/s1600/petit+trianon+ma+movie.jpg 92
  93. 93. Jardim e Situação do Petit Trianon93
  94. 94. http://farm3.static.flickr.com/2660/3819432 582_d87d58ac24_z.jpghttp://i.ytimg.com/vi/xojrariqiCM/0.jpg 94
  95. 95. Castelo de ChantillyAndreLe Nôtre 95
  96. 96. The Chateau de Chantilly and the gardens designed by Andre le Notre 1613-1700 96 http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Chantilly-Le-Nostre.jpg
  97. 97. 97http://www.tropheedesrois.com/chantilly%20air.jpg
  98. 98. 98http://parisalacarte.files.wordpress.com/2010/02/chantilly6.jpg
  99. 99. Situação anterior a intervençãoPlano do Castelo de ChantillyAndre Le NôtreIn jelllicoe & Jellicoe 99
  100. 100. Evolução da casa X lote urbano Paris Idade média – (Dir.) Hôtel Carnavalet (ancien) Localisation de loeuvre :Ile- de-France . Paris 03 1676 à 1696 100
  101. 101. Hôtel Libéral Bruant, actuel musée Bricart ou musée de la serrurerie Localisation de loeuvre :Ile-de-France . Paris 03. Século XVIIhttp://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/00/Paris_hotel_liberal_bruant.jpg/800px-Paris_hotel_liberal_bruant.jpg http://images.patrimoine-de- 101 france.com/1/1fe2e7d36b8c2f33e7a727470297fd0b.jpg
  102. 102. Jean-François Blondel (1683-1756) Coupe et profil de la maison de Madame deElévation de la façade de la maison de Moras pris sur la largeur du bâtiment. Paris,Madame de Moras du côté jardin 1752 Daprès Jean-François Blondel Plan des cours et jardins de lhôtel Biron, ap. 1752 102
  103. 103. Claude-Nicolas Ledoux :Hôtel dHallwyl - Rue Michel Le Comte - Le Marais – 1766-1770 http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQa1A http://images.patrimoine-de- U8Wj8BGaCNP1CceL6bn2YDFTKybJXxm2w3Dz france.com/7/7c93155c0a372d07cc07cc7bbdb mhke2AkPPY 103 0ec3a.jpg
  104. 104. Hotel de Thelusson 104Ledoux
  105. 105. Ancien hôtel de Bonneval Localisation de loeuvre :Ile-de-France.Paris 03. 18esiècle http://imagesus.holiday- rentals.co.uk/vd2/files/WVR/400x300/s5/304002 7/252648_1249497571146.jpg http://images.patrimoine-de- france.com/f/fefe79a416b66661b1987891e8d23 289.jpg 105
  106. 106. Picardie, FrançaCopyright : (c) Ministère de la culture ; (c)Région Picardie - Inventaire général 106Fonte deste slide e do seguinte
  107. 107. Picardie, França 107
  108. 108. Etiene-Louis Boullé - 1728-1799 108 Imagens de Boulée in Biblioteca Nacional da França
  109. 109. Quando Boullé diz que arquitetura não é arte de construir, porém a arte de conceber imagens, de desenvolver formas que sintetizam idéias, para ele estas não provém da simples vontade, mas do embate com as forças que agem no problema. Concebe-se as imagens mediante a pesquisa, busca-se um esquema genérico comum entre objetos comparados - o tipo.O raciocínio analítico funciona por meio da comparação ousíntese. A busca do tipo não se estabelece por normas, mas noprocesso de análise das idéias. O elemento mais simples é omais perfeito, o corpo puro é o mais perfeito. 109
  110. 110. Para Boullé a arte é símbolo, a arquitetura devefalar, daí a definição de arquitetura parlante.Para Boullé, a arquitetura não é relativa aoespaço em que se situa, é uma forma dopensamento sobre uma natureza informe eirracional. O pensamento que se manifesta naforma é social e político, é humano, por isso deveser geométrico e regular, a natureza está repletade coisas informes. A regularidade geométricafala, enquanto o disforme é mudo. 110
  111. 111. A regularidade adquire um novo sentidoem Boullé:“Tive que reconhecer que somente aregularidade poderia dar as pessoas idéiasnítidas acerca da figura dos corpos e determinarsua denominação (...) Composta por umamultitude de caras, todas diferentes, a figura doscorpos irregulares (...) escapa a nossoentendimento”. 111
  112. 112. Le projet en rotonde pour lOpéra de Paris en hommage aux femmes élégantes, sinspire dutemple de Cnide dédié dans lAntiquité à Vénus 112
  113. 113. 113
  114. 114. 114
  115. 115. 115
  116. 116. Cenotáfio de Newton 116
  117. 117. 117
  118. 118. 118
  119. 119. 119
  120. 120. Versalhes implantação eproposta de Boullé 120
  121. 121. 121
  122. 122. Claude-Nicolas Ledoux 122
  123. 123. •A cidade das salinas de Chaux é um projeto em que propõe adissolução da unidade barroca, os diferentes edifíciosaparecem desligados.•Utiliza os sistema dos pavilhões, o edifícios são dispostossegundo pontos de vista prático.•O centro da cidade, localizado no centro do desenho, não épensado do ponto de vista plástico espacial, ergue um edifíciono centro.•Um espaço barroco tentaria envolver o vazio em muros.Ledoux exalta o volume em detrimento do espaço.De acordo com Antonhy Vidler 123
  124. 124. La Saline dArc-et-Senans de Claude-Nicolas Ledoux 124
  125. 125. 125
  126. 126. 126
  127. 127. 127
  128. 128. 128
  129. 129. 129
  130. 130. 130
  131. 131. 131
  132. 132. 132
  133. 133. 133
  134. 134. 134
  135. 135. 135
  136. 136. 136
  137. 137. 137
  138. 138. 138
  139. 139. 139
  140. 140. 140
  141. 141. 141
  142. 142. 142
  143. 143. 143
  144. 144. 144
  145. 145. Imagens de obras de Ledoux In Vidler 145
  146. 146. A cidade das salinas de Chaux é um projeto em que propõe a dissolução daunidade barroca, os diferentes edifícios aparecem desligados. Utiliza os sistemados pavilhões, o edifícios são dispostos segundo pontos de vista prático. Ocentro da cidade, localizado no centro do desenho, é a organização da fábrica. 146
  147. 147. 147Hôtel dHallwyl- residência urbana
  148. 148. Barreiras alfandegáriasLa Villette 148
  149. 149. 149
  150. 150. 150
  151. 151. 151Plano de Paris (1787)
  152. 152. Casa dos Guardas agrícolas em Manpertuis 152
  153. 153. A representação dos projetos de Ledoux éanalítica. A perspectiva (axonométrica)encontra-se sobre uma decomposiçãoanalítica do objeto em planta, seção eelevação. 153
  154. 154. Casa dos Guardas, Loue 154
  155. 155. Revolução Francesa 155
  156. 156. 156
  157. 157. Inglaterra Evolução Urbana 157
  158. 158. http://www.antiqueprints.com/images/ag4/g4327.jpg 158
  159. 159. 159
  160. 160. • "A New and Correct map of the Countries upwards of Twenty Miles around London ..." anonymous engraver, published in Thorntons New and Complete History and Survey of London and Westminster, about 1780. 1 imagem Londres• 2 imagem• An Exact Survey of the Citys of London, Westminster, ye Borough of Southwark, and the Country near Ten Miles round begun in 1741 & ended in 1745 by John Rocque Land Surveyor & Engraud by Richard Parr. published first 1746• http://ogimages.bl.uk/images/007/007ZZZ000000019U00018000%5BSVC2%5D.jpg 160
  161. 161. http://vrcoll.fa.pitt.edu/medart/image/England/london/Maps-of-London/se075lon-s.jpg 161
  162. 162. • A cidade de Londres nasce da junção entre a city (centro comercial) e Westminster (centro político desde 1060).• Em 1580, a legislação Elisabethiniana incentiva a desconcetração a fim de evitar o “congestionamento urbano”, causado em parte pela imposição de uma casa por família que gera longas-consequências.• Não foi até Charles II, em 1660, que o desenvolvimento da cidade prosperou, induzida pelo mercado e com vantagem de aprovação real.• Esta prática de planejamento urbano inglês como descrito por [Rasmussen], instaura as raízes de distribuição da propriedade da terra em Londres (como resultado do regime feudal) e o comitê econômico racionalização [para evitar o termo exploração] das condições sociais.• (relação entre medidas medievais e divisão de lote e tipologias daqui a pouco).• Google UrbanismTM. 162
  163. 163. http://www.cecos.co.uk/images/map2.JPG 163
  164. 164. http://www.mediaarchitecture.at/architekturtheorie/unique_city/content/london_horwood_1799_hollar_1666_800.jpg 164
  165. 165. Morris, 1998 165
  166. 166. Morris, op. cit 166
  167. 167. Desde o Rio Tamisa avista da Catedral de St.Paul- Sec. XVIIIHospital de GreenwichJellicoe & Jellicoe 167
  168. 168. Project by John Gwynn, London andWestminster improved, London 1766 http://www.library.ethz.ch/exhibit/stadt/images/rar1051_132taf.jpg 168
  169. 169. Plano para reconstrução de Londres 1749http://www.microcolour.com/uk006.jpg 169
  170. 170. 170http://ogimages.bl.uk/images/007/007000000000017U00007000%5BSVC2%5D.jpg
  171. 171. http://www.ancestryimages.com/products.php?cat=54&pg=4 171
  172. 172. Morris, 1998 172
  173. 173. Morris, 1998 173
  174. 174. Morris, 1998 174
  175. 175. Morris, 1998 175
  176. 176. Jellicoe& Jellicoe : Diagrama 1813 Nash – G. Regent’s Park- F Crescent Park176 E- Oxford St.
  177. 177. Regent st. Proposta em 1756 Figuras In Morris, 1998 177
  178. 178. Setor Primrose Hill doRegent’s ParkJohn Nash 178
  179. 179. O residencial Royal Crescent é uma strip de 30 casas, situado na cidade deBath, Inglaterra. Projetado pelo arquiteto John Wood, o jovem, e construídoentre 1767 e 1774.É um das maiores exemplos de arquitetura georgiana do Reino Unido.Serviu de moradia para várias pessoas notáveis durante mais de 200 anos. 179
  180. 180. Terraço no residencial Royal Crescent In Jellicoe& Jellicoe 180
  181. 181. Jellicoe& Jellicoe181
  182. 182. Vista área da seqüênciade espaços de Bath.O terreno tem umdeclive acentuado dotopo da foto para baixo.A- Queen Square;B- Kings Circus;C- Royal Crescent e D-Lansdown Crescent.In Morris 182
  183. 183. http://4.bp.blogspot.com/_ZW59DlfzvFI/S7KRUJ1ThxI/AAAAAAAABNQ/pbjcE37jDgo/s1600/bath_royal_crescent.gif 183
  184. 184. http://fr.academic.ru/pictures/frwiki/82/Royal.crescent.a 184erial.bath.arp.jpg
  185. 185. http://en.wikivisual.com/images/e/e0/BathRoyalCrescentAirial.morecontrast.jpg 185
  186. 186. • Terraces Londres (dir.)• J. Nash 186
  187. 187. Rasmussen identifica asvelhas medidas inglesas como realmente precondiçãopara organização espacial deLondres. Assim como explicatambém o conceito terraces(Século XVXIII- Nash).http://www.mediaarchitecture.at/architekturtheorie/unique_city/2009_google_urbanism_en.shtml 187
  188. 188. Terrace, Bramshill, Hampshire" tinted lithograph after Joseph Nash, publishedin his Mansions of England in the Olden Time, about 1839. 188 http://www.antiqueprints.com/images/an/e7662.jpg
  189. 189. • Cumberland Terrace by Thomas Hosmer Shepherd 1827-28. 189
  190. 190. Royal Pavilion (exterior view)Brighton, England,John Nash, 1815-1819. 190
  191. 191. 191http://www.brightonsarchitecture.com/palace.html
  192. 192. Desconcentração urbanaLondres 192
  193. 193. 193Figuras In, Morris
  194. 194. O Iluminismo InglêsArquitetura e Paisagem 194
  195. 195. • Iluminismo na Inglaterra Enlightenment• Chiswick House, Middlesex, England, begun 1725 (gardens, 1736) (Boyle, Richard (Lord Burlington) (gardens: Kent, William). 195
  196. 196. 196
  197. 197. 197
  198. 198. 198
  199. 199. • Chiswick House, Middlesex, England, begun 1725 (gardens, 1736) (Boyle, Richard (Lord Burlington) (gardens: Kent, William). 199
  200. 200. • Chiswick House, Middlesex, England, begun 1725 (gardens, 1736) (Boyle, Richard (Lord Burlington) (gardens: Kent, William). 200
  201. 201. • Chiswick House, Middlesex, England, begun 1725 (gardens, 1736) (Boyle, Richard (Lord Burlington) (gardens: Kent, William). 201
  202. 202. Woodstock Park e Jardins do Palácio Blenhein 202
  203. 203. 203
  204. 204. • Queen’ house Inigo JonesChatsworth HouseThe formal garden was altered once again in the latter half of the 18th century thistime by Lancelot ("Capability") Brown in accordance with the taste for the natural,romantic and sublime. 204
  205. 205. 205
  206. 206. Harewood In. STEENBERGEN &REH 206
  207. 207. HarewoodProjeto Capability BrownIn. STEENBERGEN &REH 207
  208. 208. A escola inglesaEscola inglesa tem como seu principal representante LancelotCapability Brown (1716-83) que fez o paisagismo do Palácio Blenheine Harewood.Na escola Inglesa a influência é da física de Newton e do Empirismoinglês, aliada ao desenvolvimento do pinturesco e de um gosto pessoalpelo campo.Os jardins tornavam-se parques coesos de fácil execução emanutenção, assegurando a individualidade da arquitetura em relaçãoà paisagem. 208
  209. 209. A arquitetura que se colocava nos jardins ingleses era uma reunião deestilos de diversas origens. A paisagem resultante era da natureza expressaem sua individualidade, a bela natureza, com a qual os pintores rivalizavame discutiam, a maioria deles ignorava as razões econômicas que levavam aaristocracia permanecer no campo e as tensões sociais causadas.A mesmo tempo o cultivo de árvores satisfazia interesse econômicos devalorização de propriedades e atendia anseios estéticos de mitificação davida no campo.O paisagismo correspondia na arte a ideologia do progresso, melhoramentoe embelezamento dos lugares habitados a investigação científica danatureza e ainda, incentivo das modalidades de percepção. O homemproduzia sua própria natureza, por meios físicos: terraplanagem drenagem,irrigação, bombeamento de água, utilizando novo maquinário; pelo domínioda representação: compreensão das leis da física, da luz, cor, dasperspectivas, pontos de vista, ainda do conhecimento das espécies devegetação. (SEGAWA).As paisagens distinguiam os lugares utilitários, de caráter produtivo, técnicoe racionalizador dos lugares para fruição estética, de feição contemplativa epara o passeio, onde se manipulava as duras condições de vida no campo ese escondia as referências produtivas do olhar. (SEGAWA). 209
  210. 210. Stourhead, Século XVIII. In Gombrich 210
  211. 211. Stourhead, Século XVIII 211
  212. 212. • - Pontos de vista• criar paisagens e aumentar a extensão da linha de visada - é a busca dos pontos de vistas no exterior do jardim, criando paisagens e aumentando-se assim, as divisas do terreno onde o mesmo se instalará.• Escolhida a paisagem a ser enquadrada, deve-se colocar nos primeiros planos, árvores altas e para os planos sucessivos, árvores cada vez mais com menor altura. Assim para a linha de vista, aparecerá um grande vasto, onde a mesma caminhará.• Este engenhoso procedimento poderá ser inútil, se for escolhido o ponto de vista, perto do limite do jardim, deixando-se uma paisagem natural de fora, como por exemplo: um barranco arborizado, uma ilha etc. 212
  213. 213. 213Stourhead, Século XVIII
  214. 214. Stourhead, Século XVIII 214
  215. 215. 215
  216. 216. 216
  217. 217. Stourhead, Século XVIII 217
  218. 218. 218Stourhead, Século XVIII. In. STEENBERGEN &REH
  219. 219. 1 219Concepção dos eixos e visadas In. STEENBERGEN &REH
  220. 220. • - A posição dos pontos de vista• - os pontos de vista estão no interior do jardim ou fora dele. Nos pequenos jardins das cidades, não se deve ter as vistas fora deles, ou ainda, ter o cuidado de mascarar uma falsa impressão, se ela existir. 220
  221. 221. • - A entrada do parque: formada por uma alameda reta, com árvores plantadas ao longo da mesma, alinhadas e em grupos simétricos .• Para se chegar na edificação (prédio principal), tem-se sempre dois caminhos.• Nunca a entrada fica defronte à edificação, mas se não houver outra alternativa, deve-se por motivo de segurança, implantar um maciço arbóreo na frente do portão de entrada, para que o observador que passa defronte ao parque, não tenha visão para o seu interior do parque e ainda, deve-se deixar à vista, as laterais desse maciço, para que, a segurança da edificação em destaque que está sendo valorizado, tenha controle de quem adentra o recinto Bellair & Bellair (1939) apud. 221
  222. 222. Stowe 222
  223. 223. Stowe In. STEENBERGEN &REH 223
  224. 224. Stowe In. STEENBERGEN &REH 224
  225. 225. as vistas: há uma estreita ligaçãoentre as árvores e as vistas.Uma vista, é uma superfícieenquadrada, onde, ao fundo existeum objeto (monumento, colina, umgrupo de árvores formando umponto de vista, uma árvore isoladaetc).Assim, deve-se considerar trêsfatores: o ponto de vista, o espaçolivre até onde o olho doobservador está e o quadro. 225
  226. 226. Stowe In. STEENBERGEN &REH 226
  227. 227. 227
  228. 228. Stowe In. Europe Lanscape 228
  229. 229. - árvores isoladas - são geralmente árvores especiais, nativas ou exóticas,que possuam beleza extraordinária. São plantadas em pontos de visadaespeciais. 229Stowe In. Europe Lanscape
  230. 230. • - as árvores: são elementos essenciais na decoração de um jardim paisagista. Podem estar presentes no parque nas seguintes formas:• - florestas e bosques - no Estilo Francês, plantam-se as árvores agrupadas e bastante adensadas formando um bosque e as recorta simetricamente com caminhos.• Em outros estilos, deixa se uma abertura no bosque para visualização da edificação. Nesse caso, para dar um ar mais pitoresco, é recomendável que se mexa nas cotas do terreno. Outra alternativa, é deixar a borda do maciço recortada, com árvores plantadas fora de alinhamento, próximas ao maciço adensado, para dar um ar mais pitoresco, ou manter um alinhamento de plantio segundo uma forma arredondada, para ficar mais tradicional Bellair & Bellair (1939) apud. 230
  231. 231. Stowe In. Europe Lanscape 231
  232. 232. • Os gramados devem dar a sensação ao visitante do parque de estar pisando em um tapete. Por isso, a espécie de grama deve ser escolhida de acordo com o solo, clima e condições de irrigação e drenagem, do local.• - os gramados apresentam quatro características importantes:• - extensão - não depende somente das proporções do parque, mas também dos outros elementos (maciços, rochas, ruas, bosques...). É importante reservar uma superfície grande para traçar as visadas e principalmente a visada principal que é a que parte da edificação. Os gramados devem ser longos e largos para dar aspecto de calma e conforto.• - forma - têm estreita relação com a direção das alamedas. São as alamedas que determinam os contornos dos gramados. Geralmente o gramado da frente do prédio têm formato oval, elíptico ou triangulares curvilíneos, nunca trapezoidais.• Bellair & Bellair (1939) apud. 232
  233. 233. • - os gramados apresentam quatro características (continuação):• - relevo - a extensão e contorno do gramado, indicam a maneira com que o terreno decliva ou acliva, e ainda com a presença de pedras ou não. Portanto são dois elementos os que causam desnível desejado: rochas e pequenos vales. As saliências devem ficar fora da linha das visadas para não encobri-las ou então, se adaptarem a elas.• - ondulações - apresentam 4 fatores:• - não diferenciar exageradamente do relevo natural do solo;• - rebaixar o meio do gramado formando rampas convergentes (Figura 9);• - plantar árvores e arbustos longe dos fundos dos vales, perto dos locais onde foi colocado solo para formar elevações;• - entre dois maciços, entre dois canteiros de flores, entre um canteiro e um maciço, estabelecer pequenos vales que alcancem o vale principal que é no gramado principal.• Bellair & Bellair (1939) apud. 233
  234. 234. 234Studley
  235. 235. • - As águas: em um local pouco acidentado, é possível criar um jardim com os objetos normais (árvores, arbustos, gramados, flores etc) e mais de 50% dos jardins não comportam outros objetos. Quando o relevo é acentuado, com barrancos e concavidades, pode-se optar por outros elementos: como a água e as rochas.• Na natureza, as águas ficam dormente, caem, correm, brotam etc e, sendo o Estilo Paisagístico Inglês) de jardim, uma imitação da natureza, deve-se, ao máximo, tentar deixar o rio, lago, corredeira, etc, com aspecto natural, modificando-se o relevo onde o mesmo vai ser implantado.• As águas dormentes (lagos), dão a impressão de descanso, as correntes (cascatas), dão impressão de agitação, de movimento.• No geral, as águas paradas devem ser usadas em grandes espaços, como em parques públicos, por exemplo e as águas correntes, em pequenas propriedades privadas. 235
  236. 236. Estrutura metálica(estufas) na InglaterraBirkehead. J. PaxtonO parque precisa ainda, deárea destinada à construção deestufas e casas de vegetação,para produção de floríferasvivazes e anuais para reposiçãonos canteiros, a fim de manter,tanto o embelezamento doparque propriamente dito,quanto da edificação. 236
  237. 237. Jellicoe &Jellicoe 237
  238. 238. The Great Exhibition of the Works of Industry of all NationsHyde Park – 1851- Joseph Paxton 238
  239. 239. 239
  240. 240. 240
  241. 241. 241
  242. 242. Edimburgo, Escócia, na primeira metade do Século XVIII, antes da adição 242da new town de Craig. In Morris
  243. 243. EdimburgoIn Morris 243
  244. 244. EdimburgoIn Morris 244
  245. 245. • Bibliografia• BELLAIR, G.A.; BELLAIR, P.A. Parcs et jardins. Paris: Encyclopédie Agricole, 1939. 348p• SEGAWA, H. (1996). Ao amor do público, jardins no Brasil. São Paulo. FAPESP; Studio Nobel• STAROBINSKI, J. (1994). A Invenção da Liberdade. São Paulo. Companhia das Letras.• JELLICOE, G & JELLICOE, S. (1995). El paisage del hombre, la conformación del entorno. Barcelona. GG.• D’AGOSTINO, Mário. A Linha do Horizonte: reflexões sobre a crítica da simetria clássica. revista Óculum n. 3, Campinas, p. 53-62, 1993• STEENBERGEN Clemens e REH, Wouter. Arquitectura e paysage. Barcelona: Gustavo Gili• VIDLER, A. (1994) Ledoux, Ediciones Akal, S.A., Madrid• MORRIS, A. E, J. (1979). História de la forma urbana. Barcelona: Gustavo Gili• BARBIN, Henrique Sundfeld. O Estilo Inglês. ESALQ/USP por In: http://www.esalq.usp.br/parque/ingles.htm• Wikipédia 245

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