UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB
          DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA - DCET
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Descrever os mecanismos reprodutivos dos fungos. Explicar sobre a importância
       ecológica, parasitológica (incluindo ...
Recursos:

Quadro, apagador e piloto, texto da revista veja.


Avaliação:

Através da participação dos alunos e sua intera...
Anexo




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  1. 1. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA - DCET CAMPUS II – ALAGOINHAS DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II Colégio: Estadual Polivalente de Alagoinhas - Ano letivo: 2010 Curso: Formação Geral Componente Curricular: Biologia Série / Turma / Turno: 9M2 (2º Ano) Orientadora: Claudia Regina Regente: Celúcia Acássia Estagiária: Nadja Aparecida Data: 13 de julho de 2010 Plano de Aula 5 Tempo previsto: 100 minutos (02 aulas) Técnica pedagógica: Exposição oral Tema: “Reino Fungi” Objetivo Geral: Evidenciar a importância dos fungos para os seres vivos. Conteúdos Conceituais: Identificar os indivíduos pertencentes ao Reino Fungi e distinguir as suas classes; Caracterizar morfologicamente os principais tipos de fungos.
  2. 2. Descrever os mecanismos reprodutivos dos fungos. Explicar sobre a importância ecológica, parasitológica (incluindo humanos) e econômica dos fungos. Objetivos Procedimentais: Leitura da reportagem da revista veja “O maior ser vivo.” Caracterizar os fungos como seres pertencentes a um reino a parte. Objetivos Atitudinais: Valorizar a importância ecológica, econômica e médica desse grupo para os seres vivos. Seqüência Didática: Farei uma breve revisão dos conteúdos que farão parte da avaliação, esclarecerei as dúvidas. Entregarei a atividade sobre vírus e reino monera corrigirei juntamente com eles para que não fique dúvidas sobre os assuntos. Começarei a aula perguntando aos alunos o que são fungos e que idéia eles têm desses seres. São apenas cogumelos? Ou microorganismos que causam algumas doenças na pele? Será que eles conhecem alguns dos papéis que os fungos exercem na natureza e na indústria? Anotarei as respostas dadas por eles no quadro. Depois perguntarei se eles leram a reportagem de VEJA, e se destacaram texto os diversos tipos de fungos e suas funções. Desta forma completaremos a lista iniciada no começo da aula. Em seguida, definirei fungo para a classe, explicando que ele tem uma classificação particular entre os seres vivos. Há algum tempo, os fungos eram considerados vegetais, por apresentarem alguns comportamentos semelhantes aos de outros exemplares desse reino, como a reprodução por esporos. Logo após informarei as classes dos fungos. Em seguida solicitarei os exemplos que cada grupo encontrou da pesquisa solicitada importância dos fungos nas seguintes áreas: ambiental, farmacológica, culinária, agricultura e saúde e que entreguem na próxima aula. E por fim recolherei as atividades e encerrarei a aula desejando bons estudos, boa sorte e alertarei novamente o dia da prova os assuntos e o horário da mesma.
  3. 3. Recursos: Quadro, apagador e piloto, texto da revista veja. Avaliação: Através da participação dos alunos e sua interação em sala de aula. Bibliografia: LOPES, S., Biologia – volume único / Sônia Lopes, Sérgio Rosso. – 1. Ed – São Paulo: Saraiva, 2005. http://veja.abril.com.br/160800/p_080.html Observações: Nesta aula novamente os alunos já estavam um pouco cansados porque tiverem os horários anteriores vagos, devido a falta de um professor. Percebi que houve uma pequena falta de comunicação entre a direção da escola e os alunos, pois eu havia desmarcado a prova desse dia para melhor ficar para os alunos e inclusive avisei que a minha prova seria dia 22 de julho e que usaria o dia que seria para realização da minha prova para fazer uma revisão em uma das aulas e na outra daria o assunto reino fungi o qual não faria parte da prova. Os alunos fizeram algumas queixas porque a direção da escola praticamente os obrigou a fazer a prova, a qual eu ainda não tinha entregado para a reprodução. Os alunos reclamaram tanto que a direção ligou pra Celúcia que esclareceu a situação e informou que a prova que a direção queria que os alunos respondessem eram da turma da tarde. Esclarecido o incidente comecei a aula com a revisão da prova que transcorreu muito bem e com a participação dos alunos quase que em massa, todos eles sabiam pelo menos boa parte das respostas da atividade avaliativa que entreguei já corrigida para que servisse de estudo também. Assim as dúvidas foram sanadas tranquilamente. Eles já tinham tido uma pequena idéia sobre o reino fungi devido a atividade em grupo que me antecipei e entreguei a eles na aula passada para que já fossem lendo e pesquisando a cerca do assunto. Eles gostaram de saber da reportagem sobre fungos presente na atividade. Alguns já tinham feito a pesquiso, mas a maioria ainda não.
  4. 4. Anexo Geral Biologia Esta semana Sumário Brasil Internacional Geral Aumenta o número de menores bandidos A traição no reino animal Vegetarianas têm maior chance de dar à luz meninas Justiça americana concede à Espanha direitos sobre tesouros A Volvo entra no mercado de carros médios de luxo Cientistas descobrem em floresta dos Estados Joaquim Cruz na luta Unidos um fungo gigantesco que ocupa área contra o doping nas pistas equivalente a 47 estádios do Maracanã A descoberta de um fungo do tamanho de 47 Maracanãs A musculação entra para o cotidiano dos Bia Barbosa adolescentes Todo mundo quer ser loiro Produtos anti-rugas podem fazer mal à pele Prefeitura constrói Fotos AP muro isolando o município Guru bom de lábia engana meio mundo O povo dá audiência na televisão Economia e Negócios Guias Artes e Espetáculos Colunas O FUNGO A COMIDA O TAMANHO O Armillaria Os filamentos se O Armillaria pode atingir proporções Diogo Mainardi ostoyae lembra alimentam das colossais, como o encontrado em Stephen Kanitz um emaranhado árvores e no outono Oregon (área do fungo: 890 hectares), Gustavo Franco de galhosv brotam do chão na no noroeste dos Estados Unidos, que Roberto Pompeu de pequenos e forma de ocupa uma área superior à Enseada de Toledo delgados, que cogumelos Botafogo, no Rio formam uma rede amarelados sob a terra
  5. 5. Seções Quando se pensa num ser vivo imenso, daqueles que podem ser comparados a ônibus ou prédios, a primeira imagem que vem à Carta ao leitor cabeça é a dos extintos dinossauros, com até 50 metros de Entrevista Cartas comprimento. Na semana passada, pesquisadores do VEJA on-line Departamento de Agricultura dos Estados Unidos mostraram que a Radar natureza consegue ser bem mais bizarra e produzir um organismo Contexto Holofote de dimensões ciclópicas, daquelas que escapam a nosso senso de Veja essa escalas. Eles encontraram um fungo gigante, uma enorme rede de Arc filamentos enraizada a cerca de 1 metro da superfície, abrangendo Notas internacionais Hipertexto uma área superior a 890 hectares. O megafungo da espécie Gente Armillaria ostoyae, típico de regiões temperadas na América do Datas Norte e na Europa, enterrado sob a Floresta Nacional de Malheur, Cotações Para usar é tão grande que só pode ser dimensionado quando confrontado VEJA Recomenda com cidades inteiras ou construções multiplicadas às dezenas. Os mais vendidos Nessa escala equivaleria a toda a enseada da Praia de Botafogo, seus arredores e o morro do Pão de Açúcar, ou a 47 estádios do Arquivos VEJA Maracanã colocados lado a lado. Os cientistas ainda não calcularam quanto pesa toda essa estrutura viva. O fungo é um Para pesquisar nos parasita bastante longevo, que busca alimento alojando-se nas arquivos da revista, raízes das plantas. Às vezes, dá sorte e encontra repasto suficiente digite uma ou mais para continuar a crescer por milhares de anos, como ocorreu na palavras floresta americana. >> Busca detalhada Os fungos constituem um reino à parte entre Arquivo 1997-2000 os seres vivos. Podem ser microscópicos, Busca somente texto 96|97|98|99 dotados de uma única célula, como as Os mais vendidos leveduras, usadas na fabricação de fermento e cerveja, ou complexos, como o exemplar Armillaria recém-descoberto. Antes dele, em 1992, uma estrutura semelhante com 600 hectares havia sido localizada no Estado de Washington. Julgava-se ser uma raridade que se desenvolveu em condições muito especiais, por um período estimado entre 400 e 1.000 anos. Desde a semana passada, passou-se a considerar que esses gigantes são muito mais comuns do que se imaginava. O ser da Floresta de Malheur esteve pelo menos 2.400 anos parasitando sucessivamente milhares de árvores de forma simultânea. "Fungos como esse são extremamente versáteis", diz Marina Capelari, pesquisadora da seção de micologia do Instituto de Botânica, em São Paulo. "Eles exploram o meio ambiente e crescem indefinidamente." Mesmo que alguns pedaços do organismo morram, isso não compromete o resto da estrutura, que continua viva e em expansão. Acima da superfície o Armillaria ostoyae tem um aspecto bastante diferente. No outono, ele brota em forma de grupos de grandes cogumelos dourados, que podem atingir até 30 centímetros de diâmetro. A cor amarelada deu à espécie o apelido de cogumelo-mel. Por enquanto, os cientistas ainda não sabem se a espécie é comestível, porque, numa das poucas tentativas feitas, o pesquisador que experimentou o cogumelo sofreu uma violenta reação gástrica, mas sobreviveu. Ainda se está por determinar se isso ocorreu devido a algum tipo de veneno ou por erro na preparação do prato. Segundo a pesquisadora Catherine Parks, da equipe que localizou o megafungo, os cogumelos são apenas a ponta de um iceberg, insuficientes para dimensionar o que existe
  6. 6. por baixo da terra e o impacto que o organismo causa na floresta. Para descobrir que estavam lidando com um único ser, os técnicos mapearam toda a região na qual suspeitavam haver trechos do fungo e analisaram amostras de vários pontos. Pelos resultados, viram que os filamentos possuíam a mesma composição molecular e só podiam ter uma mesma origem. O processo alimentar do Armillaria é igualmente peculiar. O fungo secreta enzimas capazes de quebrar os componentes químicos da madeira em moléculas menores e, depois, sorve o que lhe interessa. Todo o alimento é extraído das árvores, primeiro das raízes e depois do caule. O roubo de nutrientes é tão intenso que a árvore morre. Ao atingir o caule, o megafungo se manifesta sob nova forma, agora uma cobertura esbranquiçada e viscosa, parecida com uma camada de cola. Árvores de grande porte podem sobreviver por muitos anos ao ataque do fungo, mas perdem vigor e têm o crescimento bastante afetado. Um observador atento consegue identificar uma árvore atacada por esse pesadelo subterrâneo: as raízes enfraquecem, as folhas descolorem e caem, a madeira está sempre umedecida. Nem por isso o megafungo é um vilão. Os cientistas o consideram um elo essencial no ecossistema das florestas. A ele cabe o papel de lixeiro, limpando áreas para que novas árvores possam nascer. Mesmo assim, é um consolo saber que um ser desses jamais conseguiria sobreviver numa cidade. Disponível em: http://veja.abril.com.br/160800/p_080.html Depois de ler a reportagem de VEJA, destaque do texto os diversos tipos de fungos e suas funções. Pesquise a importância dos fungos nas seguintes áreas: Ambiental, farmacológica, culinária, agricultura e na saúde.

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