Projeto inicial pibic 2011

371 visualizações

Publicada em

Trabalho Teste

Publicada em: Meio ambiente
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
371
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Projeto inicial pibic 2011

  1. 1. 1. Identificação do Solicitante Nome completo: CRISTINA APARECIDA LIMA DO NASCIMENTO Nome do Pai: José soares do Nascimento Nome Mãe: Maria Lima do Nascimento Seguro Saúde: Sexo FEM Data de Nascimento 12/10/1987 Nacionalidade BRASILEIRA Natural de: MANAUS-AM CPF 889 820 252 00 RG Nº 20850905 Órgão emissor SSP UF AM Data emissão Passaporte nº visto permanente sim não Validade Banco que possui C/C Conta corrente Endereço residencial Av. Rio Negro – Beco São Lucas, no. 6 Bairro Mauazinho CEP 69075-230 Cidade MANAUS UF AM Telefone 3618-8283 - 91237682 e-mail Cristina_ufam@hotmail.com Tipo Sangue / RH Estado civil SOLTEIRA Certificado Reservista nº Título Eleitor / Zona / Seção Alérgico a: Contactar em caso de acidentes: 2. Instituição de origem : Nome da Instituição Universidade Federal do Amazonas - UFAM Curso Pedagogia Período 7º 3. Responsável e Local onde será executado o projeto Orientador/Responsável MARIA INÊS GASPARETTO HIGUCHI Coordenação NPCHS Laboratório LABORATÓRIO DE PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL Titulação: Ph.D Linha de Atuação EDUCAÇÃO AMBIENTAL CPF 357.706.279-72 Data Nascimento 21/01/1957 Identidade nº / UF 678409 e-mail do orientador mines@inpa.gov.br Telefone (92) 3643-3361 4. Dados do Projeto do Orientador (se for o caso) Título do Projeto: ENVOLVIMENTO JUVENIL E O PAPEL DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA CONSTRUÇÃO DE NOVAS PRÁTICAS ECOLÓGICAS E PSIOCOSSOCIAIS PPI n.º PPD nº CNPq Processo n.º Fapeam Processo n.º 2463/08 – PIPT 009/2007 Cadastro Grupo de Pesquisa: X INPA OUTROS 5. Dados do Plano de trabalho ou atividade Título do Plano de Trabalho do bolsista: RESPONSBILIDADES QUE OS JOVENS ATRIBUEM A SI PARA UM AMBIENTE MAIS SUSTENTÁVEL Palavras Chaves: 1ª Responsabilidade ambiental 2ª Compromisso ambiental 3ª CIDADANIA AMBIENTAL Início atividade/bolsa: 01/08/2010 Término atividade/bolsa 31/07/2011 Horário Integral Parcial Manhã Tarde x 7.Assinatura abaixo: Orientador/responsável Candidato: FORMULÁRIO DE CADASTRO DE BOLSISTAS, COLABORADORES, CONSULTORES E ESTÁGIO CURRICULAR. PROJETOS/PROGRAMAS X PIBIC PIBIC JR LBA PPBio TEAM PDBFF CTPETRO PIATAM FRONTEIRAS Outros Projetos(.................) FONTE FINANCIADORA X CNPq FAPEAM Outros (...............................) 1 6.Áreas: Ciências Biológicas: Genética Botânica Zoologia I (vertebrados) Zoologia II (invertebrados) Ecologia Saúde Ciências Agrárias : Agronomia Recursos Florestais e Eng Florestal Ciências Exatas, da Terra e Engenharias: Engenharias Clima e Ambiente Química de Produtos Naturais Ciências Sociais, Humanas e Aplicadas X Multidisciplinar
  2. 2. 2
  3. 3. PLANO DE TRABALHO DO ESTUDANTE PIBIC Título do Plano de trabalho do Bolsista: RESPONSBILIDADES QUE OS JOVENS ATRIBUEM A SI PARA UM AMBIENTE MAIS SUSTENTÁVEL Nome do Bolsista/Estagiário: CRISTINA APARECIDA LIMA DO NASCIMENTO Nome do Orientador: Maria Inês Gasparetto Higuchi Nome do Colaborador: Fernanda Dias Costa Bandeira Vieira Coordenação de Lotação: Núcleo de Pesquisas em Ciências Humanas e Sociais INTRODUÇÃO/ JUSTIFICATIVA Recebemos dos que nos precederam um mundo onde a ordem implícita era a do consumo exacerbado e do uso dos recursos naturais sem nenhuma parcimônia. O uso de bens de consumo cada vez mais sedutores, menos duráveis e indispensáveis para a inclusão nesse “novo mundo”, pautado pela tônica capitalista, dá o acorde para o desenvolvimento nas suas diferentes dimensões (MORIN, 2005). A ação do homem sobre o ambiente tem transformado o mundo natural numa gigantesca paisagem de concreto, onde se modifica quase tudo. Não apenas a transformação de áreas florestais é o problema maior. As diferenças sociais também se ampliam junto com a crise ambiental. A busca de estratégias de solução, apesar da atenção dos últimos anos, ainda é insuficiente. Ao encontrar os limites da natureza, seria esperado que os indivíduos se pusessem em movimento para mitigar os efeitos de sua ação depredatória do equilíbrio planetário e se lançasse no enfrentamento para a criação de modos de vida possíveis num processo de retomada de uma ação mais harmonizada com usos mais racionais dos recursos naturais ainda existentes. No entanto, o que se percebe é que este movimento é lento e restrito a determinadas organizações políticas ou grupos ambientalistas estando longe de alcançar a maioria da população (LEFF, 2003; BOFF, 2003; SANTOS, 2004). Na transição para a pós-modernidade apresenta-se a incerteza marcada pela diversidade e complexidade da confluência de processos físicos, biológicos e simbólicos reconduzidos pela intervenção humana para uma nova ordem geofísica, da vida e da cultura, propondo pelo saber ambiental uma reflexão sobre a construção social do mundo na atualidade (LEFF, 2006). Nessa trajetória social não há duvida que os adultos estruturam um mundo aos jovens e crianças e estes, mesmo que com algumas mudanças, continuarão a se embasar nos valores e práticas incorporados ao longo da vida. A grande questão atual é que mundo deixaremos para os jovens, tendo em vista as limitações desse sistema predatório. Várias iniciativas tem sido postas em prática e observa-se mesmo que timidamente, uma mudança das atitudes socioambientais. Cada vez mais surgem debates em torno da idéia da sustentabilidade ambiental de forma a construir um pacto ético, fundado na sensibilidade humanitária, no cuidado e na responsabilidade social e ecológica. Com vistas a um programa centrado nesses pontos, Gandin (1994) defende a necessidade de um planejamento participativo nos projeto político pedagógico de educação ambiental. O autor nos propõe três itens para esse planejamento: um marco referencial (Como eu gostaria que fosse? – O ideal); um marco situacional (Como é hoje? – O atual); e um marco operatório 3
  4. 4. (O que fazer para mudar? - Proposições). Nessa tríade está presente uma reflexão sobre o problema e as responsabilidades a serem tomadas, ou seja, levar os indivíduos a tomar uma atitude. Desenvolver uma atitude capaz de mover os indivíduos para uma nova prática histórico-social (BOFF, 2003), dito de outra forma, como propõe Leff (2006), orientado por uma nova racionalidade ambiental, ou ainda de maneira mais integrada, uma racionalidade socioambiental. Para tanto é necessário a construção de um novo ethos ambiental (LEMOS, 2009), isto é a base do compromisso e responsabilidade ambiental. Como compromisso ambiental se entende as ações decorrentes do reconhecimento das limitações da natureza e aplicações de medidas que perpassem o cuidado com a vida e o meio em que ela se desenvolve numa articulação interdependente de responsabilidades individuais e coletivas (BOFF, 1999; LEFF, 2001, 2003; CAMARGO, CAPOBIANCO e OLIVEIRA, 2004). Muitos projetos de educação ambiental e apelos em prol de atitudes pró ambientais estão sendo disseminados a coletividade, e de modo especial atinge as crianças, jovens e adolescentes. Nosso questionamento é até que ponto essas iniciativas tem provocado um novo repertório cognitivo e afetivo sobre esses segmentos sociais, que estão na base da sociedade futura. O estudo proposto procura investigar esses aspectos com jovens em Manaus. Objetivo Geral • Investigar aspectos constitutivos da responsabilidade que os jovens atribuem a si para um ambiente mais sustentável. Objetivo específico: • Caracterizar o entendimento de responsabilidade ambiental • Identificar as atitudes que os jovens consideram parte dessa responsabilidade • Verificar as atribuições das responsabilidades aos diferentes agentes sociais Método A pesquisa se caracteriza como descritiva exploratória e de abordagem qualitativa. A seleção dos participantes será feito a parte da amostragem por acessibilidade ou por conveniência (GIL, 1999). O estudo será desenvolvido em duas escolas, uma da rede pública e uma da rede privada com alunos do ensino médio. Os participantes dos grupos serão escolhidos a partir do interesse e disponibilidade dos alunos. Os grupos serão convocados para uma entrevista grupal a ser realizada na escola, utilizando-se da técnica de grupo focal seguindo um roteiro (Apêndice 1). Antes da entrevista em grupo será solicitado a cada participante o preenchimento de um questionário contendo perguntas a respeito de sua história pessoal bem como dados de escolaridade, idade, gênero, interesses, renda econômica, trabalho e envolvimento em atividades ambientais. O grupo focal é uma técnica de pesquisa qualitativa que nasceu de trabalhos de discussão em grupo na psicologia social. No grupo focal se elege um tema que é apresentado ao grupo. A discussão tem um moderador ou facilitador que intervém no sentido de troca de idéias e contrapontos de modo a fazer fluir a discussão. O moderador não emite opiniões, deixando que o grupo o faça. A discussão gerada durante o tempo no grupo se torna elemento para análise. Para estimular e orientar a discussão foi elaborado um roteiro 4
  5. 5. preliminar que deve ser utilizado de forma flexível e que pode ser ajustada dependendo do curso da discussão. O número ideal para compor um grupo focal não deve ultrapassar 10 membros. Essa discussão deve se realizar numa sala onde possa ser feito, a partir da autorização dos membros, a gravação. Por isso, é importante ter pelo menos dois moderadores, um que conduzirá a discussão e outro que auxiliará na organização do grupo e registro fonográfico e escrito. A seleção dos participantes segue os critérios de homogeneidade grupal (idade, escolaridade, ser membro do grupo mesmo que seja eventual, mas esteja nele por mais da metade do tempo da existência do referido grupo). Procedimento do Grupo Focal: a) Reunir numa sala 9 a 12 participantes (alunos da escola) b) Debater sobre o que se entende como responsabilidade ambiental e identificar as atitudes que os jovens consideram parte dessa responsabilidade. d) Desenvolva uma discussão a partir da atribuição das responsabilidades dos problemas ambientais em diferentes esferas. e) Compor o quadro de responsabilidades onde serão identificados pelos jovens os diferentes problemas em dois ambientes, sendo um relativo ao ambiente natural e outro um ambiente construído – floresta amazônica e cidade de Manaus e as atribuições de responsabilidades aos diferentes agentes sociais. d) Todo o procedimento será gravado e com auxilio das tarjetas será feito a analise de conteúdo das discussões apresentadas. Descrição da tarefa: A tarefa será a construção de duas áreas físicas (Floresta Amazônica e Cidade de Manaus) onde serão identificadas quatro árvores em cada área. A árvore numero 1 será a árvore dos problemas percebidos pelos jovens; a árvore numero 2 será a árvore das responsabilidades individuais, a árvore numero 3 será a árvore das responsabilidades da escola, como instituição de ensino, a árvore numero 4 será das responsabilidades dos governantes diante do problema identificado. Dessa forma, serão confeccionados então 8 tipos de “esqueletos” de árvores que serão afixados na parede, quadro ou em painéis. A turma será dividida em duas equipes e cada membro receberá duas tarjetas em forma de folha, que serão usadas para identificação dos problemas referentes aos dois ambientes, de modo consecutivo. Nesta folha cada membro escreverá o que considera o maior problema para si. Após terem escrito de forma individual, o grupo deverá discutir para eleger apenas um problema entre todos os problemas apresentados. Uma nova tarjeta em forma de folha é dada à equipe para escrever esse problema. Após chegarem a esse problema as duas equipes são convidadas a exporem uma para a outra a justificativa da escolha desse problema e como ele se apresenta. Após a exposição das equipes, a folha do problema é afixada no esqueleto da “árvore problema” da floresta Amazônica e cidade de Manaus, respectivamente. Volta-se a reunir as equipes para agora identificar as responsabilidades de cada agente social. A equipe recebe 4 tarjetas em forma de fruto, onde deverão apresentar quatro responsabilidades individuais que consideram cruciais para ajudar a mudar os problemas 5
  6. 6. apresentados pelas duas equipes em cada ambiente. Ao concluir essa discussão a equipe parte para a atribuição das responsabilidades da escola da mesma forma que foi feito para as responsabilidades individuais e depois para as atribuições de responsabilidades dos governantes, respectivamente. Ao final cada equipe apresenta o jogo das atribuições decididas. Após o termino da tarefa retoma-se o debate para finalização da discussão de modo que ficam expostas num quadro ou série de árvores (Ver modelo do quadro). Grandes problemas O que cada um, individualmente pode fazer para ajudar a mudar? O que a escola pode ajudar a mudar? O que os governantes podem ajudar a mudar? A Floresta Amazônica A cidade de Manaus RESULTADOS ESPERADOS Apontar a crença dos jovens a respeito de responsabilidades socioambientais, bem como identificar barreiras que impedem um avanço efetivo da construção efetiva de um maior compromisso ambiental. Esse estudo é parte do projeto em desenvolvimento Envolvimento Juvenil e o Papel da Educação Ambiental na Construção de Novas Práticas Ecológicas e Psiocossociais/ FAPEAM. Processo N.º 2463/08 – PIPT 009/2007 já submetido e aprovado no CEP/INPA sob o numero 160 de 7/12/2007. RISCO DO PROJETO De forma geral não consideramos haver riscos para o desenvolvimento desse estudo, desde que estejam garantidas todo o direito previsto nas normas éticas para a pesquisa. SUGESTÕES e REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BOFF, L. Ethos Mundial. Rio de Janeiro: Sextante, 2003. CAMARGO, A.; CAPOBIANO, J.P.R.; OLIVEIRA,J.A.P.(Orgs).Meio Ambiente Brasil – avanços e obstáculos pós-Rio-92. 2 ed., rev.São Paulo: Estação Liberdade: Instituto Socioambiental.Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2004. CARVALHO, V.S. Educação Ambiental e desenvolvimento Comunitário. Rio de Janeiro: WAK, 2002. CASTRO, L.R. (org). Crianças e Jovens na construção da cultura. Rio de Janeiro: NAU, 2001. CASTRO, R. Voluntariado, altruísmo y participación activa en la conservación del medio 6
  7. 7. ambiente. Intervención Psicosocial, 2002, Vol. 11. No. 3. Págs. 317-331 LEFF, H. Saber Ambiental. Sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. LEFF,H. (Coord). A Complexidade Ambiental: Tradução de Eliete Wolff. São Paulo: Cortez, 2003. LEFF. H. Epistemologia Ambiental; Tradução de Sandra Valenzuela; Revisão Técnica de Paulo Freire Vieira. 4ed. São Paulo: Cortez, 2006. GANDIN, D. A prática do planejamento participativo. Petrópolis:Vozes, 1994. MORIN, E. Ciência com Consciência. Tradução de Maria D. Alexandre e Maria Alice Sampaio Dória. 9ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. SANTOS, M. A Natureza do Espaço: técnica e tempo. Razão e emoção. São Paulo: Edusp, 2004. SANTOS. M. Pensando o Espaço do Homem. 5.ed.São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2007. RECURSOS HUMANOS ENVOLVIDOS NO PROJETO Nome Formação Função Horas dedicadas por semana Atividades Maria Inês Gasparetto Higuchi Ph.D. Orientadora 5h Orientação Fernanda Dias Costa Bandeira Vieira Esp. Co orientadora 5h Orientação Cristina Aparecida Lima do Nascimento Estudante de Psicologia da UFAM Bolsista 20 Pesquisa CRONOGRAMA Mês Atividade 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Discussão com Orientadora e Consulta Bibliográfica X X X X X X X X X X X Elaborar referencial teórico X X X Seleção e Identificação das escolas X X Convite aos jovens X X Realização do grupo focal X X Transcrever as entrevistas gravadas X X X X Preparar relatório parcial X Apresentação oral X Analise das entrevistas X X Preparação do Relatório Final X X X Apresentação Oral e do Relatório X Participar evento científico X 7
  8. 8. apresentando trabalho 8
  9. 9. APENDICE 1 Modelo carta de anuência aos gestores da escola Ilmo(a) Sr (a). M.D. Diretor (a) da Escola Nesta. Manaus, outubro de 2010. Prezado(a) Diretor(a), Ao cumprimentar V. Sa., aproveito para apresentar a bolsista de Iniciação Científica Cristina Aparecida Lima do Nascimento, e solicitar a V.Sa. autorização para desenvolver uma pesquisa a respeito da percepção de jovens amazonenses sobre suas responsabilidades frente aos problemas ambientais e na busca de soluções a esses problemas. Essa pesquisa será desenvolvida em quatro escolas, duas da rede publica e duas da rede particular. Essa escola foi selecionada para participar para então realizar duas reuniões onde esses jovens irão, através da técnica de grupo focal expressar suas concepções. Após a concordância os alunos maiores de 16 anos assinarão o termo de consentimento livre e esclarecido, e para os menores de 16 anos o termo de consentimento será entregue aos pais/responsáveis que, se concordarem, assinarão o termo de consentimento livre e esclarecido. Os resultados da pesquisa serão analisados e divulgados, porém a identidade tanto da escola como dos que responderem será mantida em sigilo e anonimato. Sendo o que resta, agradeço vossa cooperação no sentido de auxiliar a aluna de iniciação científica, na autorização e no contado com os Professores e Alunos. Para maiores esclarecimentos ou quaisquer dúvidas sobre a pesquisa favor entrar em contato com Maria Inês Gasparetto Higuchi, pelo telefone: 3643 3145 ou pelo e-mail: mines@inpa.gov.br Atenciosamente, Maria Inês Gasparetto Higuchi Pesquisadora do INPA Coordenadora e Orientadora do projeto -------------------------------------------------------------------------------------------------------- Concordância Pós-informação Eu, , Diretor(a) da Escola ___________________________ estou devidamente informada e esclarecida sobre a pesquisa a ser desenvolvida na Escola que estou responsável. Atesto que me foi entregue uma cópia desse documento. Assinatura do(a) Diretor(a) 9
  10. 10. APENDICE 2a Modelo do TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO Pais de alunos menores de 16 anos Vimos através deste solicitar sua autorização para que seu(sua) filho(a) aluno da escola, possa participar de uma pesquisa para verificar a percepção dos jovens sobre sua responsabilidade diante dos problemas ambientais e na busca de soluções a esses problemas. Essa pesquisa é feita pelo Laboratório de Psicologia e Educação Ambiental do INPA, sob minha coordenação e execução da aluna de pedagogia Cristina Aparecida Lima do Nascimento, bolsista de Iniciação Cientifica. A pesquisa será feita na própria escola, que já tem a autorização do(a) Diretor(a). A participação consiste numa reunião em grupo onde esses jovens debaterão seu ponto de vista diante de alguns problemas ambientais, além disso, os jovens irão informar alguns dados pessoais como idade, escolaridade e religião. O horário será acertado de acordo com a conveniência da escola e dos participantes A participação de seu(sua) filho(a) na pesquisa é voluntária, por isso não terá nenhuma despesa e também não receberá pagamento em troca. Os benefícios da participação do(a) seu(sua) filho(a) é contribuir para um melhor entendimento das responsabilidades para um melhor enfrentamento da crise ambiental atual. O nome de seu(sua) filho(a) não será divulgado, nem da escola que estuda para permitir anonimato a todos. As informações adquiridas serão utilizadas para estudos de pesquisa científica e propostas de atividades de educação ambiental mais eficientes. Mesmo após a sua autorização, você tem o direito e a liberdade de retirar seu consentimento em qualquer fase da pesquisa independente do motivo e sem qualquer prejuízo a sua pessoa. Se você tiver qualquer dúvida ou quiser saber qualquer informação mais detalhada pode fazer contato favor entrar em contato com Maria Inês Gasparetto Higuchi, pelo telefone: 3643 3145 ou pelo e-mail: mines@inpa.gov.br Muito obrigada, Maria Inês Gasparetto Higuchi Pesquisadora do INPA Coordenadora e Orientadora do projeto ---------------------------------------------------------------------------------------------------------- CONSENTIMENTO PÓS-INFORMAÇÃO Eu, ________________________________________ entendi o que a pesquisa vai fazer e aceito que meu(minha) filho(a) possa participar de livre e espontânea vontade. Por isso dou meu consentimento para inclusão do meu filho como participante da pesquisa “Percepção dos jovens sobre o ambiente” e afirmo que me foi entregue uma cópia desse documento. Data ___/___/___. ________________________________ Assinatura do(a) Responsável Impressão do Polegar 10
  11. 11. APENDICE 2b Modelo do TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO Alunos maiores de 16 anos possa participar de uma pesquisa para verificar a percepção dos jovens sobre sua responsabilidade diante dos problemas ambientais e na busca de soluções a esses problemas. Essa pesquisa é feita pelo Laboratório de Psicologia e Educação Ambiental do INPA, sob minha coordenação e execução da aluna de pedagogia Cristina Aparecida Lima do Nascimento, bolsista de Iniciação Cientifica. A pesquisa será feita na própria escola, que já tem a autorização do(a) Diretor(a). A participação consiste numa reunião em grupo onde esses jovens debaterão seu ponto de vista diante de alguns problemas ambientais, além disso, os jovens irão informar alguns dados pessoais como idade, escolaridade e religião. O horário será acertado de acordo com a conveniência da escola e dos participantes Sua participação na pesquisa é voluntária, por isso não terá nenhuma despesa e também não receberá pagamento em troca. Os benefícios da sua participação é contribuir para um melhor entendimento do comportamento ecológico atual. O seu nome não será divulgado, nem da escola que estuda para permitir anonimato a todos. As informações adquiridas serão utilizadas para estudos de pesquisa científica e propostas de atividades de educação ambiental mais eficientes. Mesmo após a sua autorização, você tem o direito e a liberdade de retirar seu consentimento em qualquer fase da pesquisa independente do motivo e sem qualquer prejuízo a sua pessoa. Se você tiver qualquer dúvida ou quiser saber qualquer informação mais detalhada pode fazer contato favor entrar em contato com Maria Inês Gasparetto Higuchi, pelo telefone: 3643 3145 ou pelo e-mail: mines@inpa.gov.br Muito obrigada, Maria Inês Gasparetto Higuchi Pesquisadora do INPA Coordenadora e Orientadora do projeto ------------------------------------------------------------------------------------------------------------- CONSENTIMENTO PÓS-INFORMAÇÃO Eu, ________________________________________ entendi o que a pesquisa “Percepção dos jovens sobre o ambiente” vai fazer e aceito participar de livre e espontânea vontade e afirmo que me foi entregue uma cópia desse documento. Data ___/___/___. ________________________ Assinatura do(a) Jovem
  12. 12. APENDICE 3 Modelo do roteiro de perguntas individuais e questões para o grupo focal Perguntas a serem respondidas individualmente pelos participantes Sexo: _____ Idade: _______ Ano Escolar:_________ Religião: _____________________ 1. Você já participou de algum programa de educação ambiental com duração de mais de um mes? ( ) Não ( ) Sim 2. Nos últimos 12 meses quantas vezes você se participou pessoalmente em ações/ atividades/projetos para solucionar algum problema ambiental? Nenhuma Uma vez Duas a Quatro vezes Cinco a Sete vezes Mais de sete vezes 1 2 3 4 5 3. Qual o problema ambiental que mais te preocupa? ______________________________________________________________________ Por que?_______________________________________________________________ _______________________________________________________________________. Que tipo de soluções vc aponta para que esse problema seja solucionado definitivamente? _______________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________

×