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Adorno, Horkheimer e a cultura          de massa
O contexto europeu da primeira metade do  século é fundamental se compreender as    bases do que veio a ser o “marxismo   ...
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Trata-se, no entanto, de um pseudo-individualismo noqual a propaganda e a manipulação possuem papelfundamental (Slater, 19...
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A criação da prensa é responsável pelo osurgimento de uma cultura de massa, já que    permitia o consumo em larga escala
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• Novelas, revistas e radionovelas não eram  “classificadas” como literatura. Fazia parte da cultura  popular.• Hoje – exi...
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A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica: O cinema multiplica o reproduzido,que passa de ocorrência única para o...
• Durante séculos, um reduzido número de escritores correspondia a  um número de milhares de leitores. O leitor está sempr...
• Novo comportamento em relação a obra de arte. Quantidade  transformou-se em qualidade: o número mais elevado de particip...
Referências bibliográficas • BOSI, Ecléa. Culturas de massa e cultura   popular. Petrópolis, Vozes, 1992.   SANTAELLA, Luc...
Cultura de massa / Cultura erudita: Literatura e cinema
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Cultura de massa / Cultura erudita: Literatura e cinema

  1. 1. Cultura de Massa / CulturaErudita: Literatura e Cinema Alice Flicts Carlos Felipe Falcão Christian Souza
  2. 2. Adorno, Horkheimer e a cultura de massa
  3. 3. O contexto europeu da primeira metade do século é fundamental se compreender as bases do que veio a ser o “marxismo ocidental”. FACISMO e ESTALINISMO
  4. 4. O“novo” papel do materialismo histórico, o conceito de história, a tomada da consciência de classe, a cultura, a arte, literatura instrumentos para se pensar as transformações, a validade, as limitações, possíveis caminhos e leituras do marxismo diante da sociedade industrializada moderna
  5. 5. a razão que desponta com a valorização da ciência cada vez mais evidente, trata-se deuma razão instrumental: a racionalidade quevisava a dominação e intervenção na natureza a serviço do poder do capital, estendendo-se esta dominação também aos homens, cada vez mais alienados dos processos sociais em que estavam envolvidos
  6. 6. a indústria cultural e a massificação do conhecimento, da arte e da cultura que seproduzia no século XX diluiam força expressiva de cada um, seus significados próprios, transformando tudo em objeto de consumo.
  7. 7. Esse sistema incorpora nos participantes uma nova necessidade: a “necessidade do consumo” A intenção da indústria cultural não é promover umconhecimento, porque conhecer levanta questionamentos,rompe paradigmas e necessita de novas respostas.
  8. 8. A indústria cultural e a comunicação de massa não podem ser tratadas como coisas distintasO lucro e a lógica da produção capitalista realizam a mercantilização da arte e da cultura, produzindo “mercadorias culturais”
  9. 9. Trata-se, no entanto, de um pseudo-individualismo noqual a propaganda e a manipulação possuem papelfundamental (Slater, 1978)
  10. 10. O perigo de uma história única Chimamanda Adichie00:00 até 10:14 • http://www.youtube.com/watch?v=EC-bh1YARsc
  11. 11. A criação da prensa é responsável pelo osurgimento de uma cultura de massa, já que permitia o consumo em larga escala
  12. 12. “Ao lado da chamada cultura erudita, transmitida na escola e sancionada pelas instituições, existe a cultura criada pelo povo, que articula uma concepção de mundo e da vida em contraposição aos esquemas oficiais.”• No século passado a cultura popular era vista como a cultura dos incultos• Antes - cinema e literatura indicavam prestígio social; cultura erudita; população com muitos analfabetos.• Impresso se torna veículo indispensável de comunicação e persuasão. Atingem as classes operárias, ditas populares.
  13. 13. • Novelas, revistas e radionovelas não eram “classificadas” como literatura. Fazia parte da cultura popular.• Hoje – existe uma maior abrangência tanto na literatura, quanto no cinema. Ambos estão mais embutidos na sociedade como um todo.• Mercado: faz com que a cultura popular se expanda.• Alguns intelectuais ainda acusam a cultura de massa de não ser cultura e sim indústria.
  14. 14. • O valor das produções artísticas de qualidade: luxo supérfluo• A arte é um reduto inacessível as grandes maiorias nacionais• Não é justo abandonar os valores e a qualidade da arte, assim como não é estratégico como forma de luta.• As elites oprimidas• Voz original da literatura latino-americana
  15. 15. A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica: O cinema multiplica o reproduzido,que passa de ocorrência única para ocorrência em massa. Produção em série.• A reprodutibilidade técnica da obra de arte: emancipação da existência do ritual. A obra reproduzida toma-se cada vez mais a reprodução de uma obra de arte que se assenta na reprodutibilidade.• Alteração da função da arte: Fundamento da reprodutibilidade técnica: reprodução imediata, difusão obrigatória. Contexto da tradição. Valor de culto dá lugar ao valor de exposição.• Esforço de atribuir o filme à arte leva teóricos a reconhecer nele elementos de culto
  16. 16. • Durante séculos, um reduzido número de escritores correspondia a um número de milhares de leitores. O leitor está sempre pronto a tornar-se um escritor.• Uma parte dos atores encontrados em filmes russos, não são atores, mas sim pessoas que representam um papel no seu processo de trabalho. A indústria cinematográfica tem interesse em incitar a participação das massas, através de concepções ilusórias.• A reprodutibilidade técnica da obra de arte altera a relação das massas com a arte. Quanto mais o significado social de uma arte diminui, mais se afastam no público as atitudes críticas.• A reação do público é condicionada a partir da audiência em massa. À medida que essas reações se manifestam, o público as controla.
  17. 17. • Novo comportamento em relação a obra de arte. Quantidade transformou-se em qualidade: o número mais elevado de participantes provoca uma participação diferente.• Duhamel contesta a forma de participação que o cinema suscita nas massas. "Um passatempo para a ralé, uma diversão para criaturas iletradas, miseráveis, gastas pelo trabalho e consumidas pelas preocupações...”• As massas procuram diversão, mas a arte exige concentração por parte do observador.• O cinema rejeita o valor de culto, não só devido ao fato de provocar no público uma atitude crítica, mas também pelo fato de tal atitude crítica não englobar, no cinema, a atenção. O público é um examinador, mas distraído.
  18. 18. Referências bibliográficas • BOSI, Ecléa. Culturas de massa e cultura popular. Petrópolis, Vozes, 1992. SANTAELLA, Lucia. (Arte) & (Cultura): equívocos do elitismo. São Paulo: Cortez (Universidade Metodista de Piracicaba, 1982 • Adorno e Horkheimer. “Indústria cultural”. In: A dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1985. • Walter Benjamin. “A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica”

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