Congresso de Viena,
Santa Aliança e
Revoluções de 1820
Congresso de Viena
Encontro diplomático ente os embaixadores das grandes potencias europeias,
que ocorreu entre 2 de maio ...
Principais participantes
França: Charles Maurice de Talleyrand,ex ministro de Napoleão
Prússia: Karl August von Hardenberg...
Objetivo
Reorganizar as fronteiras europeias, alteradas pelas conquistas de Napoleão,
e restaurar a ordem absolutista do A...
Princípios
O principio da legitimidade: defendido por Talleyrand, as dinastias que detinham o poder
no período anterior ao...
Medidas
No plano territorial...
O Congresso elaborou um novo mapa europeu, buscando uma estabilidade
continental, com base...
O Império Francês
Europa após o Congresso de Viena
No plano político…
Com base no princípio da legitimidade, foram restauradas as dinastias
absolutistas destronadas por Napo...
Santa Aliança
Um pacto politico militar de caráter conservador, criado pelo czar Alexandre I
da Rússia formado, em 1815, e...
O Congresso de Viena foi uma tentativa de retorno ao regime absolutista
derrotado pela Revolução Francesa e pela expansão ...
Revoluções de 1820
Conjunto de processos revolucionários realizados na Europa de caráter liberal e
nacionalista.
Essas rev...
Exemplo de revolução:
Revolução liberal do Porto
A Revolução Liberal portuguesa começou no Porto em 24 de agosto de 1820 ,...
Integrantes do grupo:
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Congresso de viena, santa aliança e revoluções de 1820

  1. 1. Congresso de Viena, Santa Aliança e Revoluções de 1820
  2. 2. Congresso de Viena Encontro diplomático ente os embaixadores das grandes potencias europeias, que ocorreu entre 2 de maio de 1814 e 9 de junho de 1815, na capital austríaca, com a intenção de de redefinir o mapa político da Europa após a derrota de Napoleão Bonaparte, retomar a colonização, restaurar o trono das famílias reais derrotas pelas tropas napoleônicas. Os termos de paz foram estabelecidos com a assinatura do Tratado de Paris, em 30 de Maio de 1814, que se estabeleciam as indenizações a pagar pela França aos países vencedores. Mesmo diante do regresso do imperador Napoleão I do exílio, tendo reassumido o poder da França em Março de 1815, as discussões prosseguiram. O Ato Final do Congresso foi assinado nove dias antes da derrota final de Napoleão na batalha de Waterloo em 18 de Junho de 1815.
  3. 3. Principais participantes França: Charles Maurice de Talleyrand,ex ministro de Napoleão Prússia: Karl August von Hardenberg, príncipe Rússia: Alexandre I, czar Inglaterra: Lord Castlereagh, negociador inglês Áustria: Klemens Wenzel von Metternich, príncipe que presidio o congresso.
  4. 4. Objetivo Reorganizar as fronteiras europeias, alteradas pelas conquistas de Napoleão, e restaurar a ordem absolutista do Antigo Regime. Após o fim da época napoleônica, que provocou mudanças políticas e econômicas em toda a Europa, os países vencedores sentiram a necessidade de selar um tratado para restabelecer a paz e a estabilidade política na Europa, para reprimir tentativas de revolução contra o absolutismo, como a Revolução Francesa.
  5. 5. Princípios O principio da legitimidade: defendido por Talleyrand, as dinastias que detinham o poder no período anterior ao processo revolucionário francês deveriam reassumir seus tronos e territórios, garantindo com isso que os Bourbons retornassem ao poder com a anuência dos vencedores. Atendia os interesses dos Estados vencedores na guerra contra Napoleão Bonaparte, mas ao mesmo tempo buscava salvaguardar a França de perdas territoriais, assim como da intervenção estrangeira. Os representantes dos governos mais reacionários acreditavam que poderiam, assim, restaurar o Antigo Regime e bloquear o avanço liberal. O princípio do equilíbrio europeu: pregava que as potências que ganharam a guerra contra a França teriam o direito sobre territórios fora do continente europeu e poderiam permanecer com aqueles que já lhes pertenciam por merecimento pela participação na luta contra Napoleão Bonaparte. O princípio da restauração: Retornar com o absolutismo, recolocando a Europa na mesma situação política em que se encontrava antes da Revolução Francesa, que guilhotinou ao rei absolutista e criou um regime republicano, a República, que acabou com os privilégios reais e instituiu o direito legítimo de propriedade aos burgueses. Os governos absolutistas defendiam a intervenção militar nos reinos em que houvesse ameaça de revoltas liberais.
  6. 6. Medidas No plano territorial... O Congresso elaborou um novo mapa europeu, buscando uma estabilidade continental, com base no principio do equilíbrio de poder, que anexou a Saxônia, a Westfália, parte da Polônia e a região do rio Reno, retirada da França. A Áustria ganhou a anexação de parte da região balcânica, mas perdeu a Bélgica e teve de admitir a Confederação Germânica, que mais tarde daria origem a Alemanha. A Rússia recebeu a Bessarábia e parte da Polônia e da Finlândia. A Inglaterra obteve o que desejava nos mares, pontos estratégicos para seu crescente comércio: a ilha de Malta, no Mediterrâneo; a colônia do cabo, no extremo sul da África; e o Ceilão, no Índico.
  7. 7. O Império Francês
  8. 8. Europa após o Congresso de Viena
  9. 9. No plano político… Com base no princípio da legitimidade, foram restauradas as dinastias absolutistas destronadas por Napoleão, como a dos Bourbons, na Espanha e na França, e a de Bragança em Portugal. Ali ocorreu a restauração do Antigo Regime, das monarquias absolutistas, dos privilégios da nobreza e do clero. Medidas
  10. 10. Santa Aliança Um pacto politico militar de caráter conservador, criado pelo czar Alexandre I da Rússia formado, em 1815, ente a Prússia, Rússia e Áustria, que dava aos países o poder de intervir nos países que se vissem ameaçados por movimentos nacionalistas ou liberais, baseado no ideal intervencionista, idealizado por Metternich. O governo inglês não aderiu à Santa Aliança porque estava de olho no livre comércio que as independências na América espanhola poderia lhe proporcionar.
  11. 11. O Congresso de Viena foi uma tentativa de retorno ao regime absolutista derrotado pela Revolução Francesa e pela expansão napoleônica. Mas, na Europa do século XIX, não havia mais chance para o absolutismo, já que o liberalismo estava alimentando diversos movimentos em toda parte. Nas Américas, era período de independências e a Inglaterra se tornava a grande potência com a industria a pleno vapor. No entanto, graças ao princípio do Equilibro Europeu, estabelecido durante o congresso, não houve nenhuma grande guerra em um período de 100 anos. Conclusão sobre o Congresso de Viena
  12. 12. Revoluções de 1820 Conjunto de processos revolucionários realizados na Europa de caráter liberal e nacionalista. Essas revoluções se iniciaram por causa do princípio restauração, feito no congresso de Viena, que ordenava a volta do absolutismo. As revoluções, que começaram na França, se espalharam e deram início a outras manifestos revolucionários em toda a Europa, como na Espanha, Portugal, Itália e Grécia. Estas revoltas e revoluções foram lideradas pela burguesia, e normalmente tinham como objetivo o fim das monarquias.
  13. 13. Exemplo de revolução: Revolução liberal do Porto A Revolução Liberal portuguesa começou no Porto em 24 de agosto de 1820 , aproveitando a ausência do marechal Beresford, que havia viajado para o Brasil para se avistar com D. João VI. Contando com total adesão das tropas e do povo, os rebeldes vitoriosos conseguiram a adesão de Lisboa, a capital do reino, onde foi instalada a Junta Provisional do Conselho do Reino, cujos compro­ missos eram o exercício do governo em nome do rei e a preparação dos trabalhos constituintes. Assim, o absolu­tismo estava abolido e a regência de Beresford deposta. Em dezembro do mesmo ano, processaram-se as eleições para as Cortes Constituintes, órgão supremo da revolução, que estabeleceu uma regência de cinco mem­bros e iniciou os trabalhos de elaboração da Constituição. Em março de 1821, foi aprovada a primeira constituição portuguesa, proclamada à nação e jurada pelo rei, já em Portugal, no mês de setembro do mesmo ano.
  14. 14. Integrantes do grupo: Beatriz Cristina Celine Bernardo Daniel Bello Débora Souza Hugo Mendes

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