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<ul><li>O homem festa no mundo para aprender, não devendo esperar do mundo invisível a solução de problemas necessários à ...
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Bibliografia <ul><li>O Livro dos Médiuns - Allan Kardec </li></ul><ul><li>Seara dos Médiuns – Emmanuel </li></ul><ul><li>C...
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Terceiro Módulo - 13ª aula - Mundo espírita e mundo corporal - manifestações inteligentes

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Terceiro Módulo - 13ª aula - Mundo espírita e mundo corporal - manifestações inteligentes

  1. 1. MUNDO ESPÍRITA E MUNDO CORPORAL - MANIFESTAÇÕES INTELIGENTES MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS. A atitude é oração. E, pela atitude, mostramos a qualidade dos nossos desejos. (Emmanuel)
  2. 2. MUNDO ESPÍRITA E MUNDO CORPORAL - MANIFESTAÇÕES INTELIGENTES <ul><li>As manifestações mediúnicas ocorreram em todas as épocas da humanidade, pois a mediunidade é um fenômeno natural, e enquanto o homem não compreendia a lógica dos fenômenos, considerava-os como efeito do &quot;sobrenatural&quot;. </li></ul><ul><li>Muitos médiuns eram conhecidos como &quot;feiticeiros&quot; , por possibilitarem a produção de manifestações mediúnicas. </li></ul><ul><li>Com o advento do Espiritismo, o homem pôde compreender, mais claramente, as causas da mediunidade e qual a melhor maneira de utilizá-la para o bem de todos. </li></ul><ul><li>Assim, o &quot;sobrenatural&quot; foi desvendado, com a percepção de que os fenômenos mediúnicos não derrogam nenhuma lei natural para se processarem, pois fazem parte da própria natureza humana. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Há várias formas de ocorrerem fenômenos mediúnicos. Dentre eles, encontram-se os conhecidos como &quot;manifestações físicas&quot; , que, como todos os demais, sempre aconteceram em todas as épocas da humanidade. </li></ul><ul><li>No início dos fenômenos que vieram a culminar no surgimento da Doutrina Espírita, estas manifestações foram as que mais se destacaram, pois eram mais perceptíveis e chamavam mais a atenção do homem. </li></ul><ul><li>São as manifestações das &quot;mesas girantes“, e os fenômenos que ocorreram com as irmãs Fox a partir de março de 1848, já estudados anteriormente. </li></ul><ul><li>Isto foi necessário para que o homem se interessasse pela mediunidade, tanto para acreditar na possibilidade de comunicação entre o plano físico e o espiritual, como para convidar todos a estudar a mediunidade, a fim de utilizá-la melhor, rompendo com os &quot;tabus&quot; , medos e preconceitos que sempre giraram ao redor do assunto, tornando o homem uma &quot;presa&quot; fácil para mistificadores e charlatães. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>As manifestações físicas são as que ocorrem através de ruídos, movimentação e deslocamento de objetos. Podem ser espontâneas ou provocadas. </li></ul><ul><li>Para que possam ocorrer, há a necessidade da presença de várias pessoas ou de uma só, que favoreçam a produção do fenômeno. São os chamados médiuns de efeitos físicos. </li></ul><ul><li>Esses médiuns possuem uma facilidade maior, por uma disposição orgânica, para doar &quot;ectoplasma&quot; , fluido humano que, ao ser combinado pelos Espíritos com o fluido universal, anima os objetos com uma espécie de &quot;vida fictícia&quot;, que permanece até que o fluido se esgote. Tal é a explicação lógica desse tipo de manifestação. </li></ul><ul><li>O fenômeno das &quot;mesas girantes&quot; produziam-se com a colocação das mãos dos médiuns sobre a mesa, a fim de que esta se movesse de várias formas: erguendo-se, virando-se, pulando ou girando. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Desse modo ouviam-se pequenos estalos nas mesas, depois estas iniciavam movimentos rotativos, erguiam-se em pés alternados, balançavam-se e voltavam suavemente, ou às vezes de forma violenta. Em outras ocasiões, ouviam-se pancadas na própria estrutura da mesa, das portas, paredes, teto, etc. </li></ul><ul><li>Tais procedimentos podiam ser observados nas manifestações &quot;espontâneas&quot;, onde os médiuns nem tinham consciência de sua mediunidade e as manifestações ocorriam normalmente. Nas manifestações provocadas através da vontade dos médiuns, não era necessário nenhum ritual, como alternância dos sexos dos médiuns para se sentarem à mesa, ou encostar os dedos para formar uma corrente, etc. </li></ul><ul><li>O que, realmente, era necessário, eram a paciência e o recolhimento em silêncio total. Mas a única diferença que valia a pena ser observada era o fato de que a vontade do médium podia aumentar a força mediúnica, especialmente em casos onde o peso da mesa fosse muito grande e a força mediúnica fosse insuficiente para vencer a resistência. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Além destas espécies de manifestações físicas, mais tarde, o homem percebeu que várias outras também poderiam ocorrer, seguindo este mesmo princípio, como a levitação, transporte de objetos, materialização, voz direta, etc. </li></ul><ul><li>Após a observação das manifestações físicas, tornou-se indispensável considerar quem direcionava os movimentos das mesas, de forma que demonstrassem inteligência. &quot;Todo o efeito inteligente deve ter uma causa inteligente&quot;, e as manifestações físicas respondiam a um pensamento, além de demonstrarem movimentos intencionais, como quando se erguiam em ordem de alternância, lateralidade, imitando sons de instrumentos musicais, com marcação de ritmo, etc. </li></ul><ul><li>E o mais significativo dos fenômenos: por meio de pancadas, respondiam &quot;sim&quot; ou &quot;não&quot; , através de um determinado número de pancadas para cada uma das respostas, demonstrando o conteúdo oculto de uma inteligência e não uma simples ação mecânica. O mesmo se deu para as letras do alfabeto, possibilitando a comunicação de palavras e frases, num processo, obviamente, muito moroso. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Posteriormente, adaptou-se um lápis ao pé de uma mesa, sobre uma folha de papel; depois, diminuíram, ainda mais, o tamanho das mesas; usaram cestas de vime e, finalmente, pranchetas. </li></ul><ul><li>Tudo isso facilitou (e muito) a escrita das mensagens, até que perceberam a inutilidade de tais objetos, quando o próprio médium começou a segurar o lápis, escrevendo sob o impulso de urna vontade alheia à sua, de uma outra inteligência. </li></ul><ul><li>Muitos duvidavam que as idéias expressas não fossem do próprio médium, porém a experiência demonstrou que as mensagens apresentavam conteúdos que não estavam de acordo com o pensamento deste, assim como muitas vezes fora de seu alcance intelectual, redigido em outras línguas, ou que relatavam fatos por ele desconhecidos. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Um exemplo disso ocorreu durante uma manifestação física em um navio. Um dos participantes teve a idéia de evocar o Espírito de um tenente que havia desencarnado naquele navio, dois anos antes. </li></ul><ul><li>O Espírito evocado (do tenente) solicitou que pagassem ao capitão do navio uma certa quantia, em dinheiro, que o capitão lhe havia emprestado, antes de seu desencarne, que ele não tivera oportunidade de restituir. </li></ul><ul><li>Ninguém sabia do fato, e o próprio capitão havia esquecido esse acontecimento, tanto que foi verificar em suas anotações, encontrando o valor da dívida idêntico ao que fora mencionado na comunicação. </li></ul><ul><li>Este exemplo torna patente a prova de que as manifestações não são mecânicas, nem puramente físicas, pois demonstraram uma inteligência alheia à do médium, ou seja, a inteligência de um Espírito que as está comandando (veja L.M., 2a parte). </li></ul>
  9. 9. MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS <ul><li>As manifestações físicas, como vimos, são &quot;aquelas que se traduzem por efeitos sensíveis, como os ruídos, o movimento e a deslocação de corpos sólidos&quot; (L.M., 2ª parte, Cap. 2, item 60). Existem manifestações físicas provocadas e espontâneas. Neste último caso, a vontade do participante não intervém, e as manifestações tornam-se quase sempre inoportunas. </li></ul><ul><li>De todas as manifestações espíritas, as mais simples são as pancadas e ruídos. No entanto, deve-se tomar cuidado, &quot;pois há muitas causas naturais que podem produzi-las: o vento que assobia ou sacode um objeto, algo que a gente mesmo está movendo sem perceber, um efeito acústico, um animal oculto, um inseto e assim por diante, e até mesmo brincadeiras de mau gosto. </li></ul><ul><li>Os ruídos espíritas têm, aliás, características inconfundíveis, com intensidade e timbre muito variados. São facilmente reconhecíveis e não podem ser confundidos com os estalidos da madeira, o crepitar do fogo ou o tique-taque de um relógio. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>São golpes secos, às vezes surdos, fracos e leves, de outras vezes claros, distintos, até mesmo barulhentos, que mudam de lugar e se repetem sem nenhuma regularidade mecânica“. </li></ul><ul><li>As manifestações físicas podem ocorrer para chamar a nossa atenção para alguma coisa e convencer-nos da presença de um poder exterior ao homem. Atingida essa finalidade, cessa a manifestação que não é mais necessária. Pode ser também fruto de Espíritos inferiores que querem nos assustar ou brincar conosco. </li></ul><ul><li>Kardec nos diz que &quot;as manifestações espontâneas nem sempre se limitam a ruídos e batidas. Degeneram às vezes em verdadeira barulheira e em perturbações. </li></ul><ul><li>Móveis e objetos são revirados, projéteis diversos são atirados de fora, portas e janelas são abertas e fechadas por mãos invisíveis, vidraças se quebram...“ </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Kardec, nos ensina no Livro dos médiuns: </li></ul><ul><li>&quot;Toda essa desordem é muitas vezes real, mas algumas vezes é apenas aparente. Ouve-se gritaria num cômodo ao lado, barulho de louça que cai e se despedaça, de achas de lenha rolando no assoalho. Corre-se para ver e encontra-se tudo tranquilo e em ordem. Mas a gente se retira, porém, e o tumulto recomeça”. </li></ul><ul><li>Esses fatos podem acarretar aos menos esclarecidos idéias supersticiosas. O meio mais seguro para prevenir esses inconvenientes é o conhecimento da verdade, ou seja, analisar como foi produzido determinado fato. Conhecida a causa, tudo se torna natural. </li></ul><ul><li>São espíritos mais levianos do que maus, que se ocupam desses efeitos físicos. A maioria, apenas para divertir-se, outras vezes, para incomodar, por simples capricho ou por motivo de vingança. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Livro dos Médiuns: </li></ul><ul><li>&quot;A intervenção voluntária ou involuntária de pessoa dotada de aptidão especial parece necessária, na maioria dos casos, para a produção desses fenômenos, embora haja aqueles em que o Espírito parece agir sozinho. Mas ainda nesses casos ele poderia tirar o fluido animalizado de uma pessoa distante. Isso explica por que os Espíritos que nos cercam incessantemente não produzem perturbações a cada instante. E necessário primeiro que o Espírito queira, que tenha um objetivo, um motivo para fazê-lo”. </li></ul><ul><li>Os objetos que são atirados, durante esses fenômenos, são encontrados no próprio lugar ou nas vizinhanças. E sabemos que, &quot;quando, pois, um objeto é movido, erguido ou atirado no ar, o Espírito não o pegou, não o ergueu nem o atirou como nós o fazemos com as mãos. </li></ul><ul><li>Ele o saturou, por assim dizer, com o seu fluido, combinado com o do médium. O objeto, assim, momentaneamente vivificado, age como um ser vivo, com a diferença de não ter vontade própria e obedecer ao impulso da vontade do Espírito”. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>O fenômeno de transporte só difere dos anteriores pela ação benévola do Espírito que o produz de maneira espontânea, e pela natureza dos objetos que apresenta, ou pela maneira suave e delicada pela qual são transportados. </li></ul><ul><li>Consistem em objetos que não existem no local da reunião, como flores, frutos, confeitos, jóias, etc. </li></ul><ul><li>Os fenômenos de transporte são muito raros, pois as condições para a sua produção são difíceis, e se tornam ainda mais complexos, em público, quando encontramos elementos energeticamente refratários, que paralisam os esforços dos Espíritos, e, com mais razão, a ação do médium. </li></ul><ul><li>Para o médium obter esses efeitos, a melhor de todas as garantias é o caráter, a honestidade notória e o desinteresse absoluto, além da mediunidade específica para efeitos físicos. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Erasto afirma no Livros dos Médiuns que para obter fenômenos dessa ordem, é necessário dispor de médiuns dotados do mais alto grau de faculdade medianímica de expansão e penetrabilidade. </li></ul><ul><li>Isto porque o sistema nervoso desses médiuns é facilmente excitável, e por meio de certas vibrações, projeta profusamente ao seu redor o fluido animalizado. </li></ul><ul><li>O mesmo autor espiritual explica que, como o fluido pessoal do Espírito pode dilatar-se, pois é expansível e penetrável, ele combina uma porção desse fluidos com uma porção do fluido animalizado do médium, e é nessa mistura que o Espírito oculta ou transporta o objeto . </li></ul>
  15. 15. AUXÍLIO DO MUNDO ESPIRITUAL <ul><li>Todas as pessoas esperam, ansiosamente, o auxílio do mundo maior, não importando o nome pelo qual se designa esse amparo. </li></ul><ul><li>Entre os espíritas, ele é conhecido por &quot;proteção dos benfeitores espirituais&quot; , e, nos círculos de outras religiões, é chamado de &quot;manifestação do espírito santo&quot;, ou do &quot;anjo da guarda&quot; . </li></ul><ul><li>O importante é considerar que semelhante colaboração constitui elemento de suma importância nas atividades do crente sincero. </li></ul><ul><li>O auxílio que o homem recebe do plano espiritual é incontestável e jamais falha; porém, aquele que solicita esse auxílio não deve habituar-se com essa colaboração, deve aprender a caminhar sozinho, usando a independência e agindo à vontade naquilo que for útil e justo. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>O homem festa no mundo para aprender, não devendo esperar do mundo invisível a solução de problemas necessários à sua condição de aluno, em franco processo de aprendizagem. </li></ul><ul><li>E preciso entender que, frequentemente, o homem é colocado diante de pessoas com quem se deve encontrar, pois o acaso não existe. </li></ul><ul><li>Ademais, o homem recebe a inspiração de passar por um determinado lugar, tem a atenção voltada para um outro ponto, tudo por influência dos Espíritos. </li></ul><ul><li>Os Espiritos, no entanto respeitam, acima de tudo, o livre-arbítrio do homem, que pode atender ou não ao conselho. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>E necessário ao indivíduo, ajudar a si próprio, pois é relevante a máxima: </li></ul><ul><li>&quot;ajuda-te que o céu te ajudará , equivalente à recomendação de Jesus &quot;pedi e se vos dará“ , &quot;buscai e achareis, batei a porta e se vos abrirá&quot; .. </li></ul><ul><li>Sob o ponto de vista moral, aquelas palavras de Jesus significam: </li></ul><ul><li>pedi a luz que deve clarear vosso caminho, e ela vos será dada; pedi a força de resistir ao mal, e a tereis; pedi a assistência dos bons Espíritos e eles virão vos acompanhar e vos servirão de guias; pedi bons conselhos, e não vos serão recusados; mas pedi sinceramente, com fé e confiança, apresentai-vos com humildade e não com arrogância&quot;, fazendo sempre a parte que te compete, pois o pai criador nunca te desamparará. </li></ul>
  18. 18. Bibliografia <ul><li>O Livro dos Médiuns - Allan Kardec </li></ul><ul><li>Seara dos Médiuns – Emmanuel </li></ul><ul><li>Caminho Verdade e Vida – Emmanuel </li></ul><ul><li>O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec </li></ul>

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