O MÉDIUM, SUA SENSIBILIDADE, DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO; EVANGELIZAÇÃO DO MÉDIUM; CARIDADE: A INDULGÊNCIA "a bondade e...
O MÉDIUM, SUA SENSIBILIDADE, DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO <ul><li>Kardec inicia O Livro dos Médiuns com a seguinte observação...
<ul><li>Discutindo sobre a inspiração, Kardec diz que:  &quot;recebemos a inspiração dos Espíritos para o bem e para o mal...
<ul><li>Esta variedade não apresenta caráter bem definido. Todos os médiuns são necessariamente impressionáveis, de maneir...
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<ul><li>Quanto ao médium desenvolvido, </li></ul><ul><li>&quot;seria um grande erro de sua parte considerar-se dispensado ...
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EVANGELIZAÇÃO DO MÉDIUM <ul><li>Explica-nos Emmanuel, que  &quot;a mediunidade é aquela luz que seria derramada sobre toda...
<ul><li>Mas é necessário reconhecer que na esfera da mediunidade, cada servidor se reveste de características próprias. O ...
<ul><li>O benfeitor espiritual é o mensageiro das revelações do conhecimento da vida maior, no inter-relacionamento com o ...
<ul><li>O desenvolvimento mediúnico se dá ao longo da vida, naturalmente. Na criatura com tarefas dentro do campo da mediu...
CARIDADE: A INDULGÊNCIA <ul><li>O homem indulgente jamais se preocupa com os maus atos alheios, a menos que seja para pres...
<ul><li>Ser indulgente é ser misericordioso, tolerante, benevolente para com o próximo; é ser caridoso, é ser fraternal. J...
<ul><li>O indulgente então deve compreender que, antes de censurar alguém, é preciso pensar um pouco na realidade íntima e...
<ul><li>O indulgente é sincero, quando procura suavizar a dor dos que o procuram, sabendo que um necessita do outro, pois ...
BIBIOGRAFIA <ul><li>Roteiro  - Emmanuel </li></ul><ul><li>Missionários da Luz - André Luiz </li></ul><ul><li>O Livro dos M...
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Terceiro Módulo - 12ª aula - O médium, sua sensibilidade, desenvolvimento mediúnico

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Terceiro Módulo - 12ª aula - O médium, sua sensibilidade, desenvolvimento mediúnico

  1. 1. O MÉDIUM, SUA SENSIBILIDADE, DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO; EVANGELIZAÇÃO DO MÉDIUM; CARIDADE: A INDULGÊNCIA &quot;a bondade e o entendimento para com todos representam o roteiro único para crescermos em aprimoramento dos dons psíquicos de que somos portadores, de modo a assimilarmos as correntes santifícantes dos planos superiores, em marcha para a consciência cósmica&quot;. (Emmanuel)
  2. 2. O MÉDIUM, SUA SENSIBILIDADE, DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO <ul><li>Kardec inicia O Livro dos Médiuns com a seguinte observação: </li></ul><ul><li>&quot;muito natural o desejo dos que se dedicam ao Espiritismo, de entrarem pessoalmente em comunicação com os Espíritos&quot; (E.M., &quot;Introdução&quot;); </li></ul><ul><li>e complementa, expressando um de seus objetivos: </li></ul><ul><li>&quot;... indicar os meios de desenvolvimento da mediunidade em quem a possui, segundo as possibilidades de cada um, e sobretudo orienta o seu emprego de maneira proveitosa&quot;. </li></ul><ul><li>Tentando definir mediunidade, poder-se-ia interpretá-la como uma faculdade humana, natural, através da qual se estabelecem relações entre os homens e os Espíritos - sendo o médium o intermediário entre os dois planos. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Discutindo sobre a inspiração, Kardec diz que: &quot;recebemos a inspiração dos Espíritos para o bem e para o mal [...] Nesse sentido pode-se dizer que todos são médiuns, pois não há quem não tenha os seus Espíritos protetores e familiares, que tudo fazem para transmitir bons pensamentos aos seus protegidos&quot; </li></ul><ul><li>Ainda sobre a mediunidade de inspiração, Kardec coloca que &quot;trata-se de uma variedade da intuitiva“ , o que nos permite afirmar que a intuição é a base de todas as mediunidades. </li></ul><ul><li>Embora a mediunidade apresente um caráter específico em cada médium, Kardec ressalta a existência de pontos em comum, como a &quot;capacidade de sentir a presença dos Espíritos, por uma vaga impressão, uma espécie de arrepio geral que elas mesmas não sabem o que seja. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Esta variedade não apresenta caráter bem definido. Todos os médiuns são necessariamente impressionáveis, de maneira que a impressionabilidade é antes uma qualidade geral do que específica: é a faculdade rudimentar indispensável ao desenvolvimento de todas as outras“. </li></ul><ul><li>Acrescenta que: &quot;essa faculdade se desenvolve com o hábito e pode atingir uma sutileza que a pessoa dotada conhece, pela sensação recebida, não só a natureza boa ou má do Espírito que se aproximou, mas também a sua &quot;idividualidade...”. </li></ul><ul><li>Quando Kardec coloca que a mediunidade &quot;se relaciona com predisposições orgânicas” , está se referindo à capacidade de expansão entre o perispírito e o corpo físico: &quot;O desenvolvimento da faculdade mediúnica da natureza mais ou menos expansível do perispírito do médium e da assimilação deste mais ou menos fácil com o dos Espíritos” </li></ul>
  5. 5. <ul><li>O desenvolvimento mediúnico propriamente dito ocorre quando o médium amplia a sua sensibilidade, voltando-a em direção às percepções originadas no plano espiritual. </li></ul><ul><li>Já a educação mediúnica, objetiva transformar individualmente o médium, preparando-o para intervir positivamente na sociedade contribuindo para o progresso cultural da Humanidade e para o seu próprio aperfeiçoamento espiritual. </li></ul><ul><li>Assim, a mediunidade é uma faculdade que poderá ser estudada, conhecida com uma profundidade maior, vivenciada na prática - sob o controle e intensidade devidamente dosados através das aulas práticas -, e treinada para um uso disciplinado. </li></ul><ul><li>O aperfeiçoamento da faculdade leva à ampliação de suas possibilidades de uso, embora dentro das capacidades inerentes a cada um. </li></ul><ul><li>Desenvolver e educar são, portanto, processos paralelos e interagentes, dois aspectos principais da ampliação consciente das potencialidades do homem. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Kardec ressalta que não há sinais físicos, não há fórmula sacramental ou &quot;ginástica física&quot; para diagnosticar o tipo de mediunidade ou desenvolvê-la. </li></ul><ul><li>Do mesmo modo, &quot;a fé não é condição obrigatória para o iniciante. Ela secunda os esforços, não há dúvida, mas não é indispensável. A pureza de intenção, o desejo e a boa vontade bastam“. </li></ul><ul><li>O médium iniciante também não deve preocupar-se com a interferência de seu próprio pensamento numa comunicação mediúnica. </li></ul><ul><li>Se o médium não for mecânico: “... não deve hesitar em escrever o primeiro pensamento que lhe for sugerido, nem inquietar-se se é dele ou de outro: a experiência lhe ensinará a fazer distinção (...) Dissemos acima que há casos nos quais é indiferente saber se o pensamento provém do médium ou de um Espírito. Isso acontece, sobretudo, quando um médium puramente intuitivo ou inspirado realiza por si mesmo um trabalho de imaginação. Pouco importa que então se atribua um pensamento que lhe foi sugerido. Se boas idéias lhe ocorrem, que as agradeça ao seu bom gênio, e lhe sugerirá outras. Essa é a inspiração dos poetas, dos filósofos e dos cientistas“. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Sobre os médiuns intuitivos, Kardec aleita que pode reconhecer o pensamento que lhe é sugerido pelo Espírito &quot;pela razão de não ser jamais preconcebido, surgindo na proporção em que escreve, e muitas vezes ser mesmo contrário à idéia que se formara a respeito do assunto“ . </li></ul><ul><li>Discorrendo sobre o desenvolvimento da psicografïa, Kardec define alguns aspectos essenciais para serem utilizados na formação segura de todos os tipos de mediunidade: </li></ul><ul><li>* Elevação moral : &quot;A primeira precaução é armar-se o médium de uma fé sincera, sob a proteção de Deus, pedindo assistência de seu anjo guardião. Este é sempre bom, enquanto os Espíritos familiares, simpatizando com as boas ou más qualidades do médium, podem ser levianos ou até mesmo maus“; e complementa: &quot;... a evocação deve sempre ser feita em nome de Deus“ </li></ul><ul><li>* Conhecimento: &quot;A segundo precaução é dedicar-se com um escrupuloso cuidado a reconhecer, por todos os indícios que a experiência oferece, a natureza dos primeiros Espíritos comunicantes [...] eis porque o estudo prévio da teoria é indispensável “. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>* Concentração : &quot;Mais importante a se observar, do que a maneira de fazer o apelo, é a calma e o recolhimento que se deve ter, juntos a um desejo ardente e uma firme vontade de êxito. Por vontade, não entendemos aqui uma desejo efêmero e inconsequente, a cada minuto interrompido por outras preocupações; mas uma vontade séria, perseverante, e sustentada sem impaciência nem ansiedade. O recolhimento é favorecido pela solidão, pelo silêncio e o afastamento de tudo o que possa causar distrações“. </li></ul><ul><li>* Mentores : &quot;O concurso de um guia experimentado, é também muito útil, e algumas vezes [...] seu papel é de um professor...“. </li></ul><ul><li>* Grupos: &quot;Um outro meio que pode também contribuir poderosamente para o desenvolvimento da faculdade consiste em reunir um certo número de pessoas, todas animadas do mesmo desejo e da mesma intenção. Todas, guardando absoluto silêncio, num recolhimento religioso... Uma delas pode também fazer, sem designação especial e por todos os membros da reunião, um apelo geral aos Espíritos bons...”, com intenções e força aumentadas pelo concurso magnético do conjunto. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Quanto ao médium desenvolvido, </li></ul><ul><li>&quot;seria um grande erro de sua parte considerar-se dispensado de novas instruções. Ele só teria vencido uma resistência material, e é então que começam as verdadeiras dificuldades. Mais do que nunca necessitará dos conselhos da prudência e da experiência, se não quiser cair nas mil armadilhas que lhe serão preparadas. Se quiser voar muito cedo com suas próprias asas, não tardará em ser enganado pelos Espíritos mentirosos que procurarão explorar-lhe a presunção“ . </li></ul><ul><li>&quot;Uma vez desenvolvida a faculdade, o essencial para o médium é não abusar dela [...] E' conveniente, portanto, que só a utilizem nos momentos oportunos, e não a todo instante. Os Espíritos não estão constantemente às suas ordens e eles correm o risco de serem enganados pelos mistificadores. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>É bom escolherem dias e horas determinados para a prática mediúnica, de maneira a se prepararem com maior recolhimento, e para que os Espíritos que desejam comunicar-se estejam prevenidos e também se coloquem em melhores disposições“ . </li></ul><ul><li>Quanto ao médium iniciante, André Luiz complementa: </li></ul><ul><li>&quot;Quanto mais se lhe acentuem o aperfeiçoamento e a abnegação, a cultura e o desinteresse, mais se lhe sutilizam os pensamentos, e, com isso, mais se lhe aguçam as percepções mediúnicas, que se elevam a maior demonstração de serviço, de acordo com as suas disposições individuais” </li></ul>
  11. 11. EVANGELIZAÇÃO DO MÉDIUM <ul><li>Explica-nos Emmanuel, que &quot;a mediunidade é aquela luz que seria derramada sobre toda carne e prometida pelo Divino Mestre aos tempos do Consolador“ . Vimos também que o atributo do Espírito, patrimônio da alma imortal e elemento renovador da posição moral da criatura terrena, por isso todos são médiuns das forças invisíveis. </li></ul><ul><li>Sabemos que todos possuem a faculdade mediúnica em maior ou menor grau, porque a origem humana é a mesma, tem a mesma constituição orgânica e caminha para o mesmo fim. </li></ul><ul><li>A doutrina espírita esclarece que a morte física não expressa sublimação; é apenas passagem de um plano para outro. Não se pode, assim, admitir que o desenvolvimento mediúnico constitua por si só, credencial de superioridade, mas sim um meio para melhor servir. Daí, a necessidade do aprimoramento pessoal como condição primária de êxito, em qualquer tarefa de intercâmbio. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Mas é necessário reconhecer que na esfera da mediunidade, cada servidor se reveste de características próprias. O conteúdo sofrerá sempre a influenciação do entendimento e vocabulário do médium. Essa é a lei de intercâmbio. Mediunidade, pois, para o serviço das revelações espirituais, reclama estudo constante, perseverança, determinação e devotamento ao bem para o indispensável enriquecimento em ciência e virtude. Sendo assim, o Evangelho é poderoso auxiliar no desenvolvimento mediúnico. </li></ul><ul><li>A REFORMA ÍNTIMA , sua pedra de toque. E é na oração e na humildade que o médium alcançará maiores bênçãos e refazimento. </li></ul><ul><li>&quot;Algumas pessoas, impacientes com o seu desenvolvimento mediúnico, que acham muito lento, lembram-se de pedir o auxílio de qualquer Espírito, mesmo que seja mau, contando mandá-lo embora depois [...] Sabemos das que foram punidas em sua presunção, julgando-se fortes para afastá-los à vontade, por anos de obsessão de toda espécie, pelas mistificações mais ridículas, por uma fascinação tenaz, ou mesmo por desastres materiais e pelas mais cruéis decepções“ </li></ul>
  13. 13. <ul><li>O benfeitor espiritual é o mensageiro das revelações do conhecimento da vida maior, no inter-relacionamento com o mundo corpóreo. </li></ul><ul><li>O homem é o veículo de sua presença e intervenção. </li></ul><ul><li>Não podemos esquecer que o serviço do bem exige esforço e boa vontade, vigilância e compreensão daquele que o executa, a fim de que cresça e beneficie a todos; porém, se o médium se encontra mergulhado no desespero ou no desalento, na indisciplina ou no abuso, como desempenhar a função de intermediário das mensagens e revelações? </li></ul><ul><li>Diz André Luiz: &quot;cada mente é verdadeiro mundo de emissão e recepção, e cada qual atrai os que se lhe assemelham&quot;. </li></ul><ul><li>Assim, o bom médium é aquele que está disposto a servir sem exigências, e a sua dotação mediúnica se revela pela apurada sensibilidade espiritual, acompanhada de uma melhor disposição física que facilite registrar a presença dos Espíritos. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>O desenvolvimento mediúnico se dá ao longo da vida, naturalmente. Na criatura com tarefas dentro do campo da mediunidade, desde logo aparecem os sinais no seu caminho. Preparado o médium, o serviço aparece. </li></ul><ul><li>O médium espírita é um ser humano como qualquer outro, sem maiores méritos ou prerrogativas adicionais; o que deve diferenciá-lo dos demais é o seu esforço em se moralizar. Suas obrigações sociais não podem ser menosprezadas: cuidar da família e da própria subsistência, é um princípio de vida digna. </li></ul><ul><li>Deve acautelar-se contra a lisonja e os elogios de ordem pessoal, evitar os agradecimentos, pagamentos ou retribuições por qualquer prestação de serviço caritativo. Fazer o bem pelo simples prazer de o praticar e ter como lema: &quot;fora da caridade não há salvação&quot;. </li></ul><ul><li>Recomenda-se, por fim, a leitura e meditação de &quot;História do médium&quot;, contida em Novas Mensagens do Espírito Humberto de Campos, psicografado por Francisco Cândido Xavier. </li></ul>
  15. 15. CARIDADE: A INDULGÊNCIA <ul><li>O homem indulgente jamais se preocupa com os maus atos alheios, a menos que seja para prestar um serviço, mas ainda assim com o cuidado de os atenuar tanto quanto possível. Não faz observações chocantes, nem traz censuras nos lábios, mas apenas conselhos, quase sempre velados. </li></ul><ul><li>Quando criticais, que dedução se deve tirar das vossas palavras? </li></ul><ul><li>A de que vós, que censurais, não praticastes o que condenais, e valeis mais do que o culpado. Ó homens! Quando passareis a julgar os vossos próprios corações, os vossos próprios pensamentos e os vossos próprios atos, sem vos ocupardes do que fazem os vossos irmãos? </li></ul><ul><li>Quando fitareis os vossos olhos severos somente sobre vós mesmos?“ </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Ser indulgente é ser misericordioso, tolerante, benevolente para com o próximo; é ser caridoso, é ser fraternal. Jesus é maior exemplo, pois viveu e ensinou o respeito e o amor ao próximo. </li></ul><ul><li>Na Epístola de Tiago, capítulo, versículo 20, esse é o esclarecimento : &quot;Aquele que fizer um pecador retroceder do seu erro salvará sua alma da morte e fará desaparecer uma multidão de pecados&quot;. </li></ul><ul><li>Esses ensinamentos estão também na I Epístola de Pedro , Capítulo 4, versículo 8; na I Epístola de Paulo aos Coríntios, Capítulo l, versículo 4 a 7, e em Livro dos Provérbios, Capítulo 10, versículo 12 . </li></ul><ul><li>Quando se depara com criaturas que estão passando por situações difíceis - consequências, muitas vezes, de erros cometidos anteriormente - as críticas, as injúrias, as censuras nada favorecem, pois essas pessoas estão necessitadas de amparo, procuram palavras de conforto, uma mão amiga para ajudar a amenizar o seu desespero. Nas horas difíceis, a compreensão, o carinho, a afabilidade, funcionam como bálsamo. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>O indulgente então deve compreender que, antes de censurar alguém, é preciso pensar um pouco na realidade íntima e na história de cada um, pois o erro não pede aversão, mas entendimento. </li></ul><ul><li>&quot;Quem não ama, não conhece a Deus, porque Deus é amor&quot;. </li></ul><ul><li>O indulgente procura conhecer o seu íntimo e vigia a si mesmo, ampliando a sua capacidade de entendimento e de perdão, pois reconhece as próprias imperfeições, sabendo que &quot;todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado&quot; . </li></ul><ul><li>O indulgente pede perdão quando erra, e perdoa os erros dos outros, evitando comentá-los e divulgá-los. Afasta-se das críticas e juízos falsos a quem quer que seja, sabendo que a autoridade para censurar está na razão direta da autoridade moral de quem censura. Jesus ensina por que devemos perdoar sempre: &quot;Vós julgais segundo a carne, eu a ninguém julgo&quot;. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>O indulgente é sincero, quando procura suavizar a dor dos que o procuram, sabendo que um necessita do outro, pois o homem não vive só: &quot;Quem faz o bem é de Deus; quem faz o mal, não viu a Deus&quot; (III Epistola de João, capítulo l, versículo 11). </li></ul><ul><li>Enfim, o indulgente ama o próximo como a si mesmo e não faz aos outros aquilo que não quer que os outros lhe façam. </li></ul><ul><li>&quot;Quem ama o seu irmão permanece na luz e nele não há escândalo&quot; (I Epistola de João, capítulo 2, versículo 10). </li></ul><ul><li>&quot;Sede, pois, severos convosco e indulgentes para com os outros. Pensai naquele que julga em última instância, que vê os secretos pensamentos de cada coração, que, em consequência, desculpa frequentemente as faltas que condenais, ou condena as que desculpais, porque conhece o móvel de todas as ações” </li></ul>
  19. 19. BIBIOGRAFIA <ul><li>Roteiro - Emmanuel </li></ul><ul><li>Missionários da Luz - André Luiz </li></ul><ul><li>O Livro dos Médiuns </li></ul><ul><li>Mecanismos da Mediunidade - André Luiz </li></ul><ul><li>O Evangelho Segundo o Espiritismo </li></ul>

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