Segundo Módulo - Aula 05 - Lei de conservação

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Segundo Módulo - Aula 05 - Lei de conservação

  1. 1. LEI DE CONSERVAÇÃO
  2. 2. INSTINTO DE CONSERVAÇÃO <ul><li>O instinto de conservação, por ser uma das manifestações da lei natural, é inerente a todos os seres vivos. Conforme o grau de inteligência, nuns é um instinto maquinal; noutros, raciocinado. </li></ul><ul><li>Deus outorgou o instinto de conservação para que todos os seres vivos concorram para cumprimento dos desígnios da Providência. </li></ul>
  3. 3. INSTINTO DE CONSERVAÇÃO <ul><li>Sendo a vida necessária ao aperfeiçoamento dos seres, Deus lhes deu a necessidade de viver, que eles sentem instintivamente, sem disso se aperceberem. </li></ul><ul><li>Sendo a vida orgânica absolutamente necessária ao aperfeiçoamento dos seres, Deus sempre lhes facultou os meios de conservá-la, fazendo que a terra produzisse quanto fosse suficiente à mantença de todos os que a habitam. </li></ul>
  4. 4. INSTINTO DE CONSERVAÇÃO <ul><li>Um dos mais perfeitos atos instintivos é o de viver. O instinto de conservação, ou seja a busca pela sobrevivência é, por isto mesmo, uma lei da Natureza. Todos os seres vivos o possuem, qualquer que seja o grau de sua inteligência. </li></ul><ul><li>O despertar da necessidade de viver tem por finalidade a manutenção da vida orgânica, necessária ao desenvolvimento físico e moral das criaturas. </li></ul>
  5. 5. GOZO DOS BENS TERRENOS <ul><li>O instinto de conservação é, portanto, um dos instrumentos naturais que cooperam na evolução dos seres. </li></ul><ul><li>Os bens da Terra devem ser entendidos como tudo o que o homem pode gozar neste mundo, e quando o homem não alcança este gozo não pode, nem deve, acusar a natureza como imprevidente, senão reconhecer que é dele a responsabilidade pelo seu sofrimento, por não saber regrar o seu viver. </li></ul>
  6. 6. GOZO DOS BENS TERRENOS <ul><li>Se cada um aprender a ocupar o seu lugar, não ocupando o espaço do semelhante, a organização social tende a apresentar-se de forma equilibrada e estável. </li></ul><ul><li>Os esforços dos vários povos que se utilizam de técnicas científicas para o aperfeiçoamento moral provam que o homem, utilizando a inteligência, pode melhorar o seu padrão de vida, desde que não caia em círculos egoístas e de opressão a terceiros. </li></ul>
  7. 7. GOZO DOS BENS TERRENOS <ul><li>O gozo dos bens terrenos é um direito conseqüente à necessidade de viver e serve para experimentar o homem, desenvolvendo-lhe a razão, preservando-o dos excessos e abusos, educando-o, desta forma. </li></ul><ul><li>Todas as vezes que o homem ultrapassa o limite do necessário incide no excesso, amargando o gosto da saciedade e perdendo o estímulo do prazer, punindo-se, desta forma, automaticamente </li></ul>
  8. 8. NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO <ul><li>Tendo dado ao homem a necessidade de viver, Deus lhe deu também os meios de consegui-lo e, se ele não os encontra, é porque não os compreende. </li></ul><ul><li>A Terra produz o necessário aos que a habitam, visto que só o necessário é útil; o supérfluo nunca o é. </li></ul><ul><li>O homem, porém, não se contenta com o necessário, empregando no supérfluo o que a Terra produz. </li></ul>
  9. 9. NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO <ul><li>Desperdiçando o produto da Terra para satisfazer fantasias, não tem o homem por que se queixar de nada encontrar no dia seguinte ou de estar desprovido nos dias de penúria. </li></ul>
  10. 10. NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO <ul><li>Dizem os Espíritos que: </li></ul><ul><li>&quot;imprevidente não é a Natureza, é o homem, que não sabe regrar o seu viver&quot;. </li></ul><ul><li>Tudo o que o homem pode gozar nesse mundo deve ser entendido como bens da Terra. </li></ul><ul><li>O solo é fonte de onde provêm os recursos que se transformarão nesses bens. </li></ul>
  11. 11. NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO <ul><li>A falta dos meios de subsistência que atinge certos indivíduos deve ser atribuída ao egoísmo dos homens, que nem sempre fazem o que lhes cumpre. Para obtê-los, é preciso buscá-los com ardor e perseverança, sem desânimo ante os obstáculos, que, muitas das vezes, são opostos pela Providência para nos provar a constância, a paciência e a firmeza. </li></ul>
  12. 12. NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO <ul><li>Comentários de Kardec: </li></ul><ul><li>“ à medida que a Civilização avança, aumentam as necessidades mas, também, as fontes de trabalho e os meios de viver”. </li></ul><ul><li>Para todos há lugar ao sol, desde que cada um ocupe o seu lugar e não o dos outros . </li></ul>
  13. 13. NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO <ul><li>Não se pode responsabilizar a Natureza pela desorganização social nem pelas conseqüências da ambição e do amor-próprio. </li></ul><ul><li>Embora não se tenha ainda chegado à perfeição, a Ciência e a Filantropia têm contribuído para melhorar a condição material do homem, atenuando, em grande parte, a insuficiência da produção. </li></ul>
  14. 14. NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO <ul><li>O homem pode ser privado dos meios de subsistência independentemente de sua vontade, o que constitui uma prova que lhe compete sofrer e a que deve se submeter, ainda que, em conseqüência, a morte venha a colhê-lo. </li></ul><ul><li>Nesse caso, deve compreender que lhe soou a hora derradeira da libertação e que o desespero pode ocasionar a perda do benefício que a resignação nesse último momento lhe traria. </li></ul>
  15. 15. NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO <ul><li>A necessidade de viver não atenua o crime dos que, para saciar a fome, sacrificam a vida de seus semelhantes. </li></ul><ul><li>Há mais merecimento em sofrer todas as provações da vida com coragem e abnegação. </li></ul><ul><li>Nos mundos mais evoluídos, os seres vivos também têm necessidade de alimentação . </li></ul>
  16. 16. NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO <ul><li>Os alimentos nesses mundos guardam relação com a sua natureza, sendo menos grosseiros que os existentes na Terra. </li></ul><ul><li>Desse modo, não satisfariam nosso organismo, assim como os nossos alimentos não poderiam ser ingeridos pelos seres daqueles mundos </li></ul>
  17. 17. PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS - MORTIFICAÇÕES <ul><li>Todo e qualquer esforço que se faça para a privação dos gozos inúteis desprende o homem das suas paixões materiais, elevando a sua alma, que se dignifica ainda mais quando o homem abdica dos seus prazeres para fazer a felicidade do semelhante, através do auxílio fraternal. </li></ul>
  18. 18. PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS - MORTIFICAÇÕES <ul><li>A utilização de medidas simuladas, com a finalidade de apenas crescer perante os olhos humanos, além de não trazer nenhum auxílio espiritual para o homem ainda o coloca como ser hipócrita que, com máscaras, procura impressionar o seu semelhante </li></ul>
  19. 19. PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS - MORTIFICAÇÕES <ul><li>Privação, por exemplo, de certos alimentos, é tomada como prova de superioridade, embora a constituição do homem exija, para a manutenção das suas forças e da sua saúde, a ingestão de proteínas animais, somente sendo coerente esta privação se for séria e útil, isto é, se não for apenas para sobressair, com o uso de sentimentos de falsa superioridade . </li></ul>
  20. 20. PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS - MORTIFICAÇÕES <ul><li>Todo e qualquer sofrimento que não seja natural, portanto criado pelo próprio homem com a finalidade de agradar a Deus, não leva a nada, porque, no fundo, está apenas a atender ao seu egoísmo; mortifica-se inutilmente. </li></ul>
  21. 21. PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS - MORTIFICAÇÕES <ul><li>Melhor faria se usasse as suas energias para atender ao semelhante que sofre dificuldades, exercitando o seu desprendimento em ações que resultassem em algo útil para alguém, e não apenas fustigando o seu corpo, de maneira egoísta. </li></ul>
  22. 23. BIBLIOGRAFIA <ul><li>LIVRO DOS ESPIRITOS. </li></ul><ul><li>EVANGELHO SEGUNDO ESPIRITISMO </li></ul>

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