Universidade Estadual do Centro-Oeste - Unicentro Tema: A Origem da Tragédia  Comunicadores: Ana Carolina, Jean Alex, Carl...
Friedrich Wilhelm Nietzsche ( 1844-1900 ) Guarapuava, Abril/2011
Estrutura da apresentação <ul><li>Introdução
Conceituações
Ensaio de uma Autocrítica
A origem da tradégia (- aforismo 6)  </li></ul>
Alguns conceitos de Nietzsche <ul><li>Apolíneo e Dionisíaco: na obra ‘O nascimento da tragédia’, o filósofo estabelece a d...
<ul><li>Nietzsche se valia da escrita aforismática. Aforismo é uma máxima, isto é, uma sentença curta que exprime um conce...
Basicamente, em seus aforismos, trata de diversos temas, como religião, moral, artes, ciências, etc. seu conjunto revela, ...
<ul><li>O Socratismo trouxe como conseqüência uma nova concepção da filosofia e do filósofo: não se trata mais de procurar...
<ul><li>Em 1871, publicou  O Nascimento da Tragédia , a respeito da qual se costuma dizer que o verdadeiro Nietzsche fala ...
Autocrítica <ul><li>Para acrescentar à Origem da Tragédia – livro proveniente de experiências sobre estéticos de dor e ale...
<ul><li>“ Origem da tragédia proveniente do espírito da Música”.
“ É o pessimismo necessariamente, sinal da decadência, da ruína...”
...do dionisíaco, dele nasceu foi a tragédia e a morte dela do socratismo moral, a dialética, a sobreidade e alegria do ho...
...do problema da ciência? Vê-la através do artista, a arte, porém, através da vida...  </li></ul>
<ul><li>O trágico como plenitude da existência: a unidade do espírito apolíneo e do espírito dionisíaco.
A arte e não a moral como a atividade propriamente metafísica do homem.
A única existência, para Nietzsche, é a aparência e seu reverso não é mais o Ser; o homem está destinado à multiplicidade,...
<ul><li>São os escravos e os vencidos que inventaram o além para compensar a miséria; inventaram falsos valores para se co...
 
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Apresentação Nietzsche

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Apresentação Nietzsche Origem da Tragédia (aforismos do 1º ao 6º)

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Apresentação Nietzsche

  1. 1. Universidade Estadual do Centro-Oeste - Unicentro Tema: A Origem da Tragédia Comunicadores: Ana Carolina, Jean Alex, Carlos Faria, Marcio Fraga, Monica e João Koroluk Disciplina: Tópicos Especiais em Filosofia II Prof. Ms.: Jussara Tossin M. Bezeruska
  2. 2. Friedrich Wilhelm Nietzsche ( 1844-1900 ) Guarapuava, Abril/2011
  3. 3. Estrutura da apresentação <ul><li>Introdução
  4. 4. Conceituações
  5. 5. Ensaio de uma Autocrítica
  6. 6. A origem da tradégia (- aforismo 6) </li></ul>
  7. 7. Alguns conceitos de Nietzsche <ul><li>Apolíneo e Dionisíaco: na obra ‘O nascimento da tragédia’, o filósofo estabelece a distinção entre os dois princípios mencionados. O Apolíneo advém do deus grego Apolo (deus da razão, da clareza, da ordem), por conseguinte, O Dionisíaco provém de Dionísio (deus da aventura, da música, da fantasia, da desordem). </li></ul><ul><li>Para Nietzsche, esse dois princípios ou dimensões complementares da realidade, foram separados na Grécia socrática, que, optando pelo culto à razão, secou a seiva criadora da filosofia, contida na dimensão dionisíaca. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Nietzsche se valia da escrita aforismática. Aforismo é uma máxima, isto é, uma sentença curta que exprime um conceito, um conselho ou um ensinamento.
  9. 9. Basicamente, em seus aforismos, trata de diversos temas, como religião, moral, artes, ciências, etc. seu conjunto revela, no entanto, uma crítica profunda e impiedosa à civilização ocidental. Crítica à massificação, à visão de mundo burguesa, ao conservadorismo cristão, entre outros assuntos. Debateu também o valor da existência humana. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>O Socratismo trouxe como conseqüência uma nova concepção da filosofia e do filósofo: não se trata mais de procurar o ideal de um conhecimento verdadeiro, mas sim de interpretar e avaliar. </li></ul>Próximo
  11. 11. <ul><li>Em 1871, publicou O Nascimento da Tragédia , a respeito da qual se costuma dizer que o verdadeiro Nietzsche fala através das figuras de Schopenhauer e de Wagner. Seu livro foi mal acolhido pela crítica. </li></ul>Próximo
  12. 12. Autocrítica <ul><li>Para acrescentar à Origem da Tragédia – livro proveniente de experiências sobre estéticos de dor e alegria, tendo no fundo uma metafísica da arte. Ao mesmo tempo confissão de romântico. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>“ Origem da tragédia proveniente do espírito da Música”.
  14. 14. “ É o pessimismo necessariamente, sinal da decadência, da ruína...”
  15. 15. ...do dionisíaco, dele nasceu foi a tragédia e a morte dela do socratismo moral, a dialética, a sobreidade e alegria do homem teórico...
  16. 16. ...do problema da ciência? Vê-la através do artista, a arte, porém, através da vida... </li></ul>
  17. 17. <ul><li>O trágico como plenitude da existência: a unidade do espírito apolíneo e do espírito dionisíaco.
  18. 18. A arte e não a moral como a atividade propriamente metafísica do homem.
  19. 19. A única existência, para Nietzsche, é a aparência e seu reverso não é mais o Ser; o homem está destinado à multiplicidade, e a única coisa permitida é sua interpretação. </li></ul>
  20. 20. <ul><li>São os escravos e os vencidos que inventaram o além para compensar a miséria; inventaram falsos valores para se consolar da impossibilidade de participação nos valores dos senhores e dos fortes. </li></ul>
  21. 22. Característica de Apolo e a Dionisio <ul><li>Medida
  22. 23. Harmonia
  23. 24. Ordem
  24. 25. Alegria
  25. 26. Serenidade
  26. 27. Clareza
  27. 28. Diurno
  28. 29. Logos </li></ul><ul><li>Desmesura
  29. 30. Dissonância
  30. 31. Desordem
  31. 32. Sofrimento
  32. 33. Criação/Destruição
  33. 34. Abismo
  34. 35. Noturno
  35. 36. Eros </li></ul>
  36. 37. Representação de simbolos dionisíacos
  37. 38. Representação de um culto a Dionísio
  38. 39. “ Em relação a estes fênomenos artisticos imediatos da natureza, todo o artista é um 'imitador', quero dizer, tanto o artista do sonho apolíneo como o artista da embriaguez dionisíaca [...]” (p. 25) Consequências desta dicotomia para o artista
  39. 40. Espírito dionisíaco entre os gregos <ul><li>“ No ditirambo dionisíaco, o homem é arrebatado até a exaltação máxima de todas as suas faculdades simbólicas; experimenta e quer exprimir sentimentos até então desconhecidos […] elevado a gênio tutelar da espécie, e até da própria natureza, desindividuou-se para ser absolutamente a Unidade.” (p. 28) </li></ul>
  40. 41. <ul><li>“ Entre os gregos, a 'Vontade' queria contemplar-se a si própria na transfiguração do gênio e da arte; para se glorificar, era indispensável que as criaturas dessa 'Vontade' se sentissem também dignas de ser glorificadas; era preciso que elas se reconhecessem numa esfera superior, sem que esse mundo perfeito das aparências atuasse como um imperativo ou como uma censura.” (p. 32) </li></ul>Espírito apolíneo entre os gregos
  41. 42. Analogia do sonho: Homero, um artista ingênuo A valorização contrária do sonho O sonho como aparição das aparições Obra de arte ingênua Transfiguração
  42. 43. Tranfiguração – Rafael Sanzio
  43. 44. O objeto verdadeiro da invetigação <ul><li>O conhecimento do gênio dionisíaco-apolínico e de sua obra de arte.
  44. 45. A elevação da arte é inicialmente o vencer do subjetivo, o redimir do “eu”. </li></ul>

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