MAPA DE RISCOS 
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PARA QUE SERVE? 
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através da fácil visualização dos riscos existentes na 
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Estabelecer o diagnóstico da situação de 
segurança e saúde no trabalho na empresa. 
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COMO SÃO ELABORADOS OS 
MAPAS? 
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Identificar os indicadores de saúde. 
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Elaborar o Mapa de Riscos, sobre o layout da 
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O grupo a que pertence o risco, d...
A intensidade do risco, de acordo com a 
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representada por tamanhos 
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Após discutido e aprovado pela CIPA, 
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setorial, deverá ser afixado em cada 
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TABELA DE GRAVIDADE
SIMBOLOGIA DAS CORES
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RISCOS AMBIENTAIS 
Compreendem os seguintes riscos: 
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 Agentes físicos; 
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características do local de trabalho, que podem cau...
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PPRA levanta o mapa de riscos do ambiente do 
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NR-07 – PCMSO 
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Caráter de prevenção 
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saúde relacionados ao trabalho, a...
NR-07 – PCMSO 
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ETAPAS A SEREM OBRIGATORIAMENTE 
OBSERVADAS NA ELABORAÇÃO DO PCMSO 
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ETAPAS (cont.) 
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para a manutenção da saúde, através de: 
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ETAPAS (cont.) 
Implantação de ações complementares ou 
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EMPREGADOR 
Garantir sua elaboração e efetiva implementação 
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Avaliação médico-ocupacional 
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Avaliação médico-ocupacional 
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Atestado de Saúde Ocupacional 
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Equipamento obrigatório 
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Mapa de Riscos PCMSO

  1. 1. MAPA DE RISCOS O Ponto de Partida – Saúde e Segurança Criação: PORTARIA Nº 05 EM 17/08/92. Obrigatória, por parte de todas as empresas. NR – 9. NR – 7. Tais programas estão intimamente ligados e deles poderão resultar, a depender das necessidades detectadas, outros programas específicos.
  2. 2.  Uma representação gráfica de um conjunto de fatores presentes nos locais de trabalho.  Completo ou setorial. Fatores capazes de acarretar prejuízos à saúde dos trabalhadores: acidentes e doenças de trabalho.
  3. 3. PARA QUE SERVE? Conscientização e informação dos trabalhadores através da fácil visualização dos riscos existentes na empresa. Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho na empresa. Durante a sua elaboração, a troca e divulgação de informações entre os trabalhadores, bem como estimular sua participação nas atividades de prevenção.
  4. 4. Reunir as informações necessárias: Estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho na empresa.  Elaboração: - A troca e divulgação de informações entre os trabalhadores. - Estimulo da participação nas atividades e prevenção de acidente.
  5. 5. COMO SÃO ELABORADOS OS MAPAS? Conhecer o processo de trabalho no local analisado. Identificar os riscos existentes no local analisado, conforme a classificação específica dos riscos ambientais. Identificar as medidas preventivas existentes e sua eficácia.
  6. 6. Identificar os indicadores de saúde. Queixas mais freqüentes e comuns entre os trabalhadores expostos aos mesmos riscos. Acidentes de trabalho ocorridos. Doenças profissionais diagnosticadas, causas mais freqüentes de ausência ao trabalho. Conhecer os levantamentos ambientais já realizados no local.
  7. 7. Elaborar o Mapa de Riscos, sobre o layout da empresa, indicando através de círculos: O grupo a que pertence o risco, de acordo com a cor padronizada. O número de trabalhadores expostos ao risco, o qual deve ser anotado dentro do círculo. A especificação do agente (por exemplo: químico - sílica, hexano, ácido clorídrico; ou ergonômico/repetitividade, ritmo excessivo) que deve ser anotada também dentro do círculo.
  8. 8. A intensidade do risco, de acordo com a percepção dos trabalhadores, que deve ser representada por tamanhos proporcionalmente diferentes de círculos. Quando em um mesmo local houver incidência de mais de um risco de igual gravidade, utiliza-se o mesmo círculo, dividindo-o em partes, pintando-as com a cor correspondente ao risco.
  9. 9. Após discutido e aprovado pela CIPA, o Mapa de Riscos, completo ou setorial, deverá ser afixado em cada local analisado, de forma claramente visível e de fácil acesso para os trabalhadores.
  10. 10. TABELA DE GRAVIDADE
  11. 11. SIMBOLOGIA DAS CORES
  12. 12. O AMBIENTE DE TRABALHO RISCOS AMBIENTAIS Compreendem os seguintes riscos:  Agentes químicos;  Agentes físicos;  Agentes biológicos;  Agentes ergonômicos; Riscos de acidentes decorrentes do ambiente de trabalho São capazes de causar danos à saúde e à integridade física do trabalhador em função de sua natureza, intensidade, suscetibilidade e tempo de exposição.
  13. 13. RISCOS FÍSICOS São aqueles gerados por máquinas e condições físicas características do local de trabalho, que podem causar danos à saúde do trabalhador.
  14. 14. RISCOS QUÍMICOS São aqueles representados pelas substâncias químicas que se encontram nas formas líquida, sólida e gasosa, e quando absorvidos pelo organismo, podem produzir reações tóxicas e danos à saúde.
  15. 15. RISCOS BIOLÓGICOS São aqueles causados por microorganismos como bactérias, fungos, vírus e outros. São capazes de desencadear doenças devido à contaminação e pela própria natureza do trabalho.
  16. 16. RISCOS ERGONÔMICOS Estes riscos são contrários às técnicas de ergonomia, que exigem que os ambientes de trabalho se adaptem ao homem, proporcionando bem estar físico e psicológico.  Os riscos ergonômicos estão ligados também a fatores externos (do ambiente) e internos (do plano emocional), em síntese, quando há disfunção entre o indivíduo e seu posto de trabalho.
  17. 17. RISCOS MECÂNICOS OU DE ACIDENTES Os riscos mecânicos ou de acidentes ocorrem em função das condições físicas (do ambiente físico de trabalho) e tecnológicas impróprias, capazes de colocar em perigo a integridade física do trabalhador.
  18. 18. NR-09 - PPRA PPRA levanta o mapa de riscos do ambiente do trabalho, através da antecipação, reconhecimento e avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais, existentes ou futuros no ambiente de trabalho Ações devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa
  19. 19. ESTRUTURA BÁSICA DO PPRA Planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma dos prazos para o desenvolvimento das etapas e cumprimento das metas Estratégia e metodologia de ação Forma para o registro, a manutenção e a divulgação dos dados Periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA
  20. 20. Desenvolvimento do PPRA ETAPAS - antecipação e reconhecimento dos riscos - estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle - avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores
  21. 21. Desenvolvimento do PPRA (cont.) - implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia - monitoramento da exposição aos riscos - registro e divulgação dos dados
  22. 22. Desenvolvimento do PPRA (cont.) O PPRA deve estabelecer critérios e mecanismos de avaliação da eficácia das medidas de proteção implantadas considerando os dados obtidos nas avaliações realizadas e no controle médico da saúde previsto na NR-07
  23. 23. RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA como atividade permanente da empresa
  24. 24. CONCLUSÃO UM BOM PCMSO É UM INVESTIMENTO, NÃO UM CUSTO - menor absenteísmo - menor rotatividade - menor sinistralidade do plano de saúde da empresa e consequente custo - maior índice de satisfação - maior produtividade da empresa
  25. 25. NR-07 – PCMSO Programa técnico-preventivo a ser realizado pela empresa como parte integrante do conjunto mais amplo de iniciativas no campo da proteção à saúde dos empregados
  26. 26. NR-07 – PCMSO Caráter de prevenção Rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho, além da constatação da existência de casos de doenças profissionais ou danos irreversíveis à saúde dos trabalhadores.
  27. 27. NR-07 – PCMSO Empresas, instituições públicas e privadas que admitam trabalhadores como empregados são obrigadas a elaborar e a implementar o PCMSO, com o objetivo de promover e preservar a saúde dos trabalhadores
  28. 28. ETAPAS A SEREM OBRIGATORIAMENTE OBSERVADAS NA ELABORAÇÃO DO PCMSO Verificação física geral e preliminar, em todas as dependências do estabelecimento, objetivando identificar a presença de riscos profissionais porventura existentes Estabelecimento de metas, inclusive discutindo as prioridades com a CIPA e com o SESMT, implantando as medidas de controle (proteção coletiva e individual) e avaliando periodicamente sua eficácia
  29. 29. ETAPAS (cont.) Desenvolvimento de ações elementares ou primárias para a manutenção da saúde, através de: - campanhas educativas e de conscientização para a melhoria da higiene pessoal (banho diário, lavagem de mãos), habitacional (água encanada, adequado sistema de esgotos) e da saúde em geral (combate ao fumo e ao álcool, prevenção da hipertensão e do stress) - prevenção de doenças ocupacionais específicas (LER, DORT e PAIRO) - campanhas de vacinação para profilaxia das doenças em geral (gripe, sarampo, dengue,hepatite A e B)
  30. 30. ETAPAS (cont.) Implantação de ações complementares ou secundárias, através da avaliação médico-ocupacional em todos os trabalhadores Objetivo: identificar se os riscos profissionais presentes nos correspondentes ambientes de trabalho já estão ou não apresentando consequências nocivas à saúde e, conforme o caso, indicar medidas preventivas adequadas.
  31. 31. RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR Garantir sua elaboração e efetiva implementação Zelar por sua eficácia, inclusive arcando com o ônus de custear todos os procedimentos Indicar dentre os médicos do SESMT da empresa um médico-coordenador responsável pela execução do PCMSO Não havendo SESMT, o empregador contratará um médico do trabalho para ser o responsável pelo PCMSO Se não houver este especialista na localidade, poderá ser contratado qualquer outro médico
  32. 32. AVALIAÇÃO MÉDICO-OCUPACIONAL DOS TRABALHADORES Admissional – antes do início das atividades De retorno ao trabalho – no primeiro dia da volta do trabalhador ao trabalho, após ausência por período igual ou superior a 30 dias, motivada por doença ou acidente, de natureza ocupacional ou não, ou parto
  33. 33. Avaliação médico-ocupacional (cont.) De mudança de função – antes da data da mudança de função, entendendo-se como tal toda e qualquer alteração de atividade, posto ou setor de trabalho que implique em exposição do trabalhador a risco diferente daquele a que estava exposto antes da mudança
  34. 34. Avaliação médico-ocupacional (cont.) Periódico – nos seguintes intervalos mínimos: - Trabalhadores expostos a riscos ou situações de trabalho que impliquem o desencadeamento ou agravamento de doença ocupacional, ou aqueles que sejam portadores de doenças crônicas:  Anualmente, ou a intervalos menores, a critério do médico encarregado, ou se notificado pelo médico auditor-fiscal do trabalho, ou como resultado de negociação coletiva
  35. 35. Exame Médico Periódico (cont.)  De acordo com a periodicidade especificada no Anexo 06 da NR-15: Trabalhos sob Pressões Hiperbáricas: Atividades e Operações Insalubres Para demais trabalhadores:  Anualmente, para menores de 18 e maiores de 45  A cada 2 anos, para trabalhadores entre 18 e 45
  36. 36. Avaliação médico-ocupacional (cont.) Demissional – até a data da homologação da rescisão contratual, desde que o último exame médico-ocupacional tenha sido realizado há mais de 135 dias para as empresas de grau de risco 1 e 2, ou há mais de 90 dias para as empresas de grau de risco 3 ou 4, conforme Quadro II da NR-04
  37. 37. Avaliação médico-ocupacional (cont.) O médico que realizar o exame deverá emitir o correspondente Atestado de Saúde Ocupacional (ASO), em 2 vias, sendo que a primeira ficará arquivada no local de trabalho para fins de fiscalização trabalhista , e a segunda será entregue ao trabalhador, que confirmará o recebimento na primeira via.
  38. 38. Atestado de Saúde Ocupacional Nome completo, número do registro de identidade e função do trabalhador Indicação dos procedimentos médicos a que foi submetido o trabalhador, inclusive exames complementares e data em que realizados Definição de apto ou inapto para a função específica Nome e endereço do médico Data e assinatura do médico e carimbo de CRM
  39. 39. Equipamento obrigatório Todo estabelecimento deve estar equipado com o material necessário à prestação de primeiros socorros, considerando-se as características das atividades desenvolvidas, mantido e guardado em local adequado, e aos cuidados de pessoa especialmente treinada para este fim.

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