Trab intr proteçao e censura

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Trab intr proteçao e censura

  1. 1. PROTEÇÃO E CENSURA
  2. 2. Grupo  Carlos Eduardo C.C. Porto  Wagner Matheus  Gabriel Roland Gussen  Guilherme José
  3. 3. A internet  A internet hoje conecta as pessoas, é meio de vida de uns, é a fonte de informação de outros, é entretenimento, etc. O volume de informações que circula hoje na rede é incalculável. Acha-se de tudo e todos na rede. O que nos leva ao problema de segurança.
  4. 4. Segurança de dados  Com tantos dados das pessoas circulando na rede, como fazer para proteger esses dados? Até onde podemos ir sem praticar a censura?  Perguntas difíceis que até hoje buscamos as resposta.  A verdade é que para cada solução que encontramos um novo problema surge. Com isso temos o aumento dos cyber crimes, que aumentam a cada ano, mas nenhuma solução foi encontrada. Todos os dias surgem informações que dados foram roubados, dados como CPF, e-mails, contas bancárias são vendidas diariamente na própria rede. Em alguns casos até mesmo na rua, como se fosse um atacado.
  5. 5. A legislação  Alguns países já têm suas legislações específicas e até mesmo uma polícia específica para isso, que é o caso do EUA. No Brasil o cenário está mudando um pouco, mas é muito pouco, apesar de já termos algumas delegacias especificas para combater os cyber crimes, mas esbarramos na falta de legislação específica. A própria falta de regulamentação da internet por parte da ANATEL atrapalha. Apesar de hoje já termos bons programas de proteção dos nossos dados, da nossa vida digital, ainda dependemos muito das nossas boas maneiras na rede
  6. 6. Precauções  Cuidado ao postar coisas, cuidados ao visitar sites suspeitos, ter um bom antivírus com proteção ativa, e, claro, saber o que está fazendo. Nada adianta você ter os melhores programas de proteção se você ignora todos os avisos.  Mas muitas vezes na tentativa de proteger nossos dados, acabamos extrapolando, caindo na censura.
  7. 7. Precauções (médio-longo prazo)  Computação em Nuvem: Segundo o estudo Global Cloud Index, realizado pela consultoria Cisco Systems, as transações globais referentes à transferência de dados de clouding computing (computação em nuvem) aumentarão 35% até 2017.  Big data: Cada vez mais e mais, dados estão sendo armazenados na internet, seja em redes sociais, sites ou até mesmo em bancos de dados secretos de empresas, esses que por sua vez cada vez mais, armazenam informações valiosas sobre temas estratégicos, como recursos naturais, energia, informações de mercado, projetos de Pesquisa e Desenvolvimento, entre outros.
  8. 8. Precauções FONTE: EMC
  9. 9. Precauções Fonte: EMC
  10. 10. Proteção  Temos como exemplo, o recente caso da Petrobras, onde houveram acusações de que a empresa estaria sendo alvo de espionagem.
  11. 11. O inicio da Censura  Temos o caso da SOPA(Stop Online Piracy Act, ou Lei de Combate à Pirataria Online). Foi um projeto de lei da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos que visava ampliar os meios legais para que detentores de direitos de autor possam combater o tráfego online de propriedade protegida e de artigos falsificados.
  12. 12.  Kim Schmitz, também conhecido como Kim Dotcom
  13. 13. A censura  Seus oponentes alegam que é uma violação à Primeira Emenda, além de uma forma de censura e irá prejudicar a Internet, ameaçando delatores e a liberdade de expressão. O próprio presidente da HBO deu uma declaração apoiando os downloads de Game of Thrones.  Ele disse: “Eu provavelmente não deveria dizer isso, mas vejo como um elogio sim. Mostra que a série tem muita demanda e isso certamente não provocou qualquer impacto negativo nas vendas de DVD/Blu-ray (a segunda temporada vendeu cerca de 40% mais que a primeira).  Vale lembrar que esse projeto de lei estava sendo discutido por todo mundo, não só nos EUA. Ele foi suspenso no dia 20/09/13.
  14. 14. A censura   Em meados dos anos 2000, nove juízes da Suprema Corte de Justiça dos Estados Unidos julgaram o caso Reno X União das Liberdades Civis Americanas, um processo no qual o governo dos EUA pretendia impor à rede o mecanismo mais criticado pelos próprios americanos: a censura. O governo argumentava que a rede é um canal aberto à pornografia e que é preciso existir algum tipo de limite para evitar que as crianças tenham acesso a esse material. O documento que serve como base para o caso é o Ato de Decência nas Comunicações, votado em 1996 pelo Congresso e que determina a aplicação de multa de até US$ 100 mil e, no máximo, dois anos de prisão para aquele que "exibir material indecente na Internet ou viabilizar o acesso de pessoas menores de 18 anos ao material pornográfico disponível em uma rede interativa de computadores".
  15. 15. A censura  Para essa preocupação do governo, o próprio mercado de software já oferece a solução. Hoje, já existem várias formas de impedir o acesso a determinados websites da Internet, locais onde ficam armazenadas informações. Através de senhas, sistemas de proteção impedem por completo a visualização de sites que contém pornografia. Além disso, como a pornografia já é considerada ilegal nos EUA, há também uma grande preocupação por parte daqueles que disponibilizam páginas na rede com esse tipo de material. Em algumas delas, o adulto tem que pagar uma taxa anual de acesso, além de ter que provar que é maior de 18 anos.
  16. 16. Neutralidade na Rede  Hoje, passamos por algo parecido no Brasil com o Marco Civil da Internet. Pessoas, como o deputado Arolde de Oliveira, temem que a regulamentação inicie um processo de censura da rede. “Desde o surgimento da rede, tivemos grandes debates e acabamos decidindo por estabelecer apenas os protocolos de comunicação. Ela se desenvolveria livremente, sem censuras”, lembrou.  A proposta de marco civil está focada em três questões principais: neutralidade da rede, privacidade do usuário e liberdade de expressão. Os temas foram discutidos em uma Audiência Pública na Comissão de Ciência e Tecnologia, da qual Arolde é membro. Para ele, essas questões não convencem sobre a necessidade de criação de uma lei específica. “Tudo vem funcionando tão bem que me questiono se é oportuno estabelecermos um marco legal. Qualquer lei é censura, é o estabelecer de regras, obrigações e limitações”, defendeu.
  17. 17. Neutralidade na Rede  O deputado Alessandro Molon já sustentou algumas vezes que não abre mão da neutralidade. “Com os 10 megas pelos quais eu pago, eu quero poder fazer o que eu quiser: receber e enviar email, usar para rede social, baixar música, assistir vídeo ou usar voz sobre IP, o Skype. Esse é o princípio da neutralidade da rede.”  A Internet, como rede mundial que liga pessoas através de computadores, é um enorme potencializador do exercício de um dos direitos mais fundamentais para a consolidação do Estado Democrático de Direito: a liberdade de expressão.
  18. 18. Conclusão  Os motivos para a censura variam de um desejo bem intencionado de proteger crianças contra conteúdo indevido a tentativas autoritárias de controlar o acesso de um país à informação. Não importa quais sejam as razões dos censores, o resultado final é o mesmo: eles bloqueiam o acesso a páginas de Web que considerem indesejáveis.  A internet extrapola os limites dos países e deve ser regulada através de acordos e discursões internacionais.  A proteção de dados não pode abrir portas para a censura. Vivemos em uma sociedade movida a informações, e censurar tais informações é mesmo que controlar o povo por meio de uma ditadura moderna.  Estar na internet significa estar exposto. Todos os dias, milhares de pessoas compartilham e publicam diversas informações além de efetuarem cadastros e compras online que, para serem feitas, incluem fornecer dados pessoais. O que precisamos é que nossos governos cuidem bem nos nossos dados, criando data centers modernos e protegidos.  Se os dados do cidadão que estão dentro dos bancos de dados públicos forem bem cuidados, já teremos dado um grande passo para proteger a privacidade do cidadão.

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