SISTEMÁTICA E
CLASSIFICAÇÃO BIOLÓGICA
CLASSIFICAÇÃO DE ARISTÓTELES
 O primeiro sistema de classificação foi o de
Aristóteles no século IV a.C., que ordenou os
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O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE LINEU
 A classificação biológica é o sistema que ordena os
seres vivos e os distribui em gr...
A EXPRESSÃO CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA OU
CLASSIFICAÇÃO BIOLÓGICA DESIGNA O MODO COMO OS
BIÓLOGOS AGRUPAM E CATEGORIZAM AS E...
 taxonomia (ciência da descoberta, descrição e
classificação das espécies e grupo de espécies,
com suas normas e princípi...
 O atual sistema de classificação dos organismos também
considera a espécie como unidade de classificação.
 As diferente...
REGRAS DE NOMENCLATURA BINOMINAL
 * Cada espécie é designada sempre por duas
palavras em latim: a primeira escrita com inicial
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 * O nome da família obtém-se acrescentando a
terminação idae à raiz do nome de um dos géneros
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 * Os nomes do género, espécie e subespécie são
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UM EXEMPLO DE CLASSIFICAÇÃO
TAXONÔMICA: O CÃO
CATEGORIAS TAXONÔMICAS
 As espécies são agrupadas em gêneros.
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 O reino é a categoria mais abrangente e a espécie é a
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 Em cladística, um clado ou clade (do grego
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FILOGENIA
 A Filogenia nasceu em 1966, com a publicação do
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 Reino da moneras (ou reino Monera) - Engloba
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VÍRUS
 Diferentemente de todos os seres vivos, os vírus
são acelulares, ou seja, não são constituídos por
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  1. 1. SISTEMÁTICA E CLASSIFICAÇÃO BIOLÓGICA
  2. 2. CLASSIFICAÇÃO DE ARISTÓTELES  O primeiro sistema de classificação foi o de Aristóteles no século IV a.C., que ordenou os animais pelo tipo de reprodução e por terem ou não sangue vermelho. O seu discípulo Teofrasto classificou as plantas por seu uso e forma de cultivo.  Nos séculos XVII e XVIII os botânicos e zoólogos começaram a delinear o atual sistema de categorias, ainda baseados em características anatômicas superficiais. No entanto, como a ancestralidade comum pode ser a causa de tais semelhanças, este sistema demonstrou aproximar- se da natureza, e continua sendo a base da classificação atual.
  3. 3. O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE LINEU  A classificação biológica é o sistema que ordena os seres vivos e os distribui em grupos hierárquicos.  Esse método classificatório das espécies teve início em 1735, proposta pelo naturalista Carl Von Linnée (Systema Naturae), a partir de uma análise anatômica comparada (a morfologia), tendo em vista que até essa época não existia qualquer forma lógica que propusesse critérios organizacionais para um coerente agrupamento dos organismos.
  4. 4. A EXPRESSÃO CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA OU CLASSIFICAÇÃO BIOLÓGICA DESIGNA O MODO COMO OS BIÓLOGOS AGRUPAM E CATEGORIZAM AS ESPÉCIES DE SERES VIVOS, EXTINTAS E ATUAIS.
  5. 5.  taxonomia (ciência da descoberta, descrição e classificação das espécies e grupo de espécies, com suas normas e princípios)  A classificação dos seres vivos é parte da sistemática, ciência que estuda as relações entre organismos, e que inclui a coleta, preservação e estudo de espécimes, e a análise dos dados vindos de várias áreas de pesquisa biológica.
  6. 6.  O atual sistema de classificação dos organismos também considera a espécie como unidade de classificação.  As diferentes categorias de classificação, chamadas de categorias taxonômicas, foram ampliadas. Linnaeus elaborou um sistema de classificação onde havia 5 categorias de espécies semelhantes, que eram agrupadas em um mesmo gênero; os gêneros semelhantes são agrupados numa mesma família; famílias semelhantes são reunidas numa ordem; ordens semelhantes são agrupadas em uma classe; classes semelhantes são agrupadas em um filo ou divisão, e filos ou divisões semelhantes são agrupadas em um reino. As categorias podem ser representadas, da mais ampla para a mais restrita, da seguinte maneira:  REINO →FILO→ CLASSE→ ORDEM→ FAMÍLIA →GÊNERO →ESPÉCIE
  7. 7. REGRAS DE NOMENCLATURA BINOMINAL
  8. 8.  * Cada espécie é designada sempre por duas palavras em latim: a primeira escrita com inicial maiúscula e correspondente ao nome do género ou nome genérico a que a espécie pertence; a segunda escrita com inicial minúscula, designando- se por restritivo especifico ou epíteto especifico, sendo apenas usada quando acompanhada do nome do género;  * A designação dos grupos superiores à espécie é uninominal, escrita com inicial maiúscula e podendo ser em latim ou na língua do utilizador;
  9. 9.  * O nome da família obtém-se acrescentando a terminação idae à raiz do nome de um dos géneros desta família, no caso dos animais, ou acrescentando acea, no caso das plantas. Há, no entanto, exceções;  * Para designar uma subespécie, utiliza-se uma nomenclatura trinominal, seguindo-se ao nome da espécie o restritivo ou epíteto subespecífico. Por exemplo: Homo sapiens sapiens;
  10. 10.  * Os nomes do género, espécie e subespécie são escritos em latim e normalmente em itálico. No caso dos manuscritos deverão ser sublinhados;  * À frente do nome da espécie deve escrever-se em letra de texto o nome ou a abreviatura do nome do taxonomista que, a partir de 1758, atribuiu o nome científico;  * Pode citar-se também a data da publicação do nome da espécie, sendo essa data colocada a seguir ao nome do autor, separada por uma vírgula.
  11. 11. UM EXEMPLO DE CLASSIFICAÇÃO TAXONÔMICA: O CÃO
  12. 12. CATEGORIAS TAXONÔMICAS  As espécies são agrupadas em gêneros. Os gêneros se juntam de acordo com suas semelhanças e formam as famílias. Diversas famílias podem ser agrupadas numa única ordem. Por sua vez, as ordens mais aparentadas se congregam em classes. O conjunto de classes afins constitui um filo. (*No reino Metaphyta ou Vegetal usa-se o termo divisão). A reunião de filos identifica um reino.
  13. 13.  O reino é a categoria mais abrangente e a espécie é a mais particular. REINO..............Metazoa....................Mataphyta FILO...............Chordata...................Tracheophyta CLASSE.............Mammalia...................Angiospermae ORDEM..............Primata....................Dicotyledoneae FAMÍLIA............Hominidae..................Papilionaceae GÊNERO.............Homo.......................Caesalpinia ESPÉCIE............Homo sapiens...............Caesalpinia echinata Nome popular.......homem moderno..............pau-brasil
  14. 14. QUANDO CONSIDERAMOS DOIS SERES VIVOS, ELES SÃO TANTO MAIS PRÓXIMOS QUANTO MAIOR FOR O NÚMERO DE TAXA COMUNS A QUE PERTENCEM, ISTO É, QUANTO MAIS RESTRITO FOR O NÍVEL DO TAXON. POR EXEMPLO NESTA IMAGEM O CÃO E O LOBO ESTÃO EVOLUTIVAMENTE MAIS PRÓXIMOS POIS PARTILHAM O MESMO GÉNERO E, CONSEQUENTEMENTE, TODOS OS GRUPOS SUPERIORES AO GÉNERO.
  15. 15.  O REINO É A CATEGORIA MAIS ABRANGENTE, SENDO POR ISSO, A MAIS HETEROGÉNEA. Entre estes dois extremos consideram-se o género, a família, a ordem, a classe e o filo (divisão nas plantas). Ao longo da hierarquia vai aumentando o número de organismos incluídos em cada nível, mas DIMINUINDO O GRAU DE PARENTESCO ENTRE ELES. Os taxonomistas sentiram necessidade de uma classificação mais rigorosa dentro de determinados níveis, criando categorias intermédias, distinguindo-as com prefixos como super, sub e infra.
  16. 16.  O conceito de espécie tem vindo a evoluir, desde o séc. XVII, na qual a espécie era considerada como sendo um conjunto de indivíduos idênticos entre si e que dão origem, através da reprodução, a novos indivíduos semelhantes a eles próprios., e no sécu XVIII, século de Lineu, para quem uma espécie se trata de um conjunto de indivíduos que possui características mofológicas idênticas.
  17. 17. O PROCESSO EVOLUTIVO ENVOLVE DOIS MECANISMOS DE ESPECIAÇÃO: A ANAGÊNESE E A CLADOGÊNESE.  Anagênese (ana = para cima; gênesis = origem): representa a progressiva evolução de caracteres que surgem ou se modificam, alterando a freqüência genética de uma população. Portanto, uma inovação orgânica, favorável ou desfavorável, selecionada e adaptada ao ambiente. Geralmente se estabelecem por eventos relacionados à mutação e permutação em cromossomos homólogos.  Cladogênese (clado = ramo): compreende a ramificação filogenética, ocasionando a ruptura na coesão de uma população, que em função de contínuas transformações anatômicas e funcionais, em resposta às condições ambientais, resultam na dicotomia (separação, neste caso em grupos) da população, estabelecendo diferenças capazes de originar clados não compatíveis.
  18. 18.  A árvore filogenética, também apelidada de árvore evolutiva ou ainda árvore da vida, ilustra as relações de parentesco entre grupos de organismos que habitam o planeta Terra.  Para melhor explicar esta relação evolutiva constrói-se um diagrama, em forma de árvore, onde troncos representam os ancestrais comuns dos quais derivaram os diferentes grupos de seres vivos representados nos ramos.
  19. 19. ÁRVORE FILOGENÉTICA
  20. 20.  Em cladística, um clado ou clade (do grego klados, ramo) é um grupo de organismos originados de um único ancestral comum. Em biologia se chama clado cada um dos ramos da árvore filogenética. Por conseguinte um clado é um grupo de espécies com um ancestral comum
  21. 21. FILOGENIA  A Filogenia nasceu em 1966, com a publicação do livro “Phylogenetic Systematics”, por Hennig, como forma de implementar os conceitos de ancestralidade e descendência dentro de um contexto evolutivo, descritos por Darwin. Ela considera relações de ancestralidade comum entre grupos, representando uma hipótese dessas, baseada em estudos morfológicos, comportamentais, moleculares, etc.
  22. 22.  Nesse esquema de árvore filogenética, os pontos em vermelho significam os ancestrais em comum e as divisões destes em duas outras espécies. Exemplo: as espécies E e F possuem um ancestral em comum (ponto vermelho mais próximo, na figura), que em determinado momento da história se dividiu em duas outras espécies. D compartilha ancestral em comum com E e F, porém estes são mais próximos em termos de parentesco.
  23. 23.  Uma população é caracterizada pelo seu fundo genético, bem como pela frequência dos alelos que o compõem, frequências essas variáveis entre populações da mesma espécie.
  24. 24.  Os órgãos apresentam a mesma origem embrionária são chamados de órgãos homólogos.  No decorrer da evolução biológica, os membros de cada ser vivo foram se adaptando conforme as suas funções e o meio em que vivem, por isso sofreram muitas transformações. Este processo denomina-se irradiação adaptativa.
  25. 25.  Os órgãos que apresentam a mesma função são chamados de órgãos análogos.  as asas dos insetos e das aves, ambas têm a mesma função: proporcionar o vôo. Esses órgãos apresentam origens embrionárias diferentes, porém são análogos por apresentarem a mesma função, pois vivem num mesmo habitat e se adaptaram a ele. Este processo de adaptação é chamado convergência adaptativa.
  26. 26.  A partir de 1969, então, os cientistas estabeleceram um novo sistema de classificação, agrupando os seres vivos em cinco reinos. São eles:
  27. 27.  Reino da moneras (ou reino Monera) - Engloba todos os seres unicelulares e procariontes, isto é, que não possuem núcleo individualizado por uma membrana em suas células; o material genético desses seres encontra-se disperso no citoplasma. São as bactérias e as cianofíceas (também chamadas de cianobactérias e de algas azuis);  Reino dos protistas (ou reino Protista) - É formado somente por seres unicelulares e eucariontes, isto é, que possuem núcleo individualizado pro uma membrana. São os protozoários e as algas unicelulares eucariontes;
  28. 28.  Reino dos fungos (ou reino Fungi) - Engloba seres vivos eucariontes, unicelulares ou pluricelulares e heterotróficos; suas células possuem parede celular;  Reino das plantas ou dos vegetais (ou reino Plantae ou Metaphyta) - Engloba todas as plantas. Esses seres são pluricelulares, autotróficos e possuem tecidos especializados;  Reino dos animais (ou reino Animalia ou Metazoa) - Engloba todos os seres vivos pluricelulares, heterotróficos e com tecidos especializados. Suas células são possuem parede celular.
  29. 29. VÍRUS  Diferentemente de todos os seres vivos, os vírus são acelulares, ou seja, não são constituídos por células (Os vírus não têm organização celular ).  Os vírus são sempre parasitas intracelulares, por serem incapazes de fabricar ou de degradar substâncias. Ao invadirem as células de diversos seres vivos, causam alterações em seu funcionamento, podendo inclusive levar à morte celular. Além das que já foram citadas, muitas outras doenças humanas são causadas por vírus, entre elas, a febre amarela, a dengue, a poliomielite, etc.
  30. 30.  Vírus HIV atacando leucócitos Bacteriófogos

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