analise impacto das atividades laborais

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analise impacto das atividades laborais

  1. 1. ANÁLISE DO IMPACTO DAS ATIVIDADES LABORAIS NA QUALIDADE DE VIDA DOS FUNCIONÁRIOS DO SETOR DE ENFERMAGEM DA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA (UTI) DO HOSPITAL GOVERNADOR CELSO RAMOS ACADÊMICAS: Camila Pereira Velho Daiany Marques do Amaral ORIENTADORA: Profª Esp. Juliana Jaques Vidotto
  2. 2. INTRODUÇÃO <ul><li>Os agravos à saúde trabalhadores de instituições hospitalares em geral. </li></ul><ul><li>Afastamento de suas atividades; </li></ul><ul><li>Elevado o índice de absenteísmo nas instituições; </li></ul><ul><li>Repercussões na qualidade de vida (QV) do trabalhador; </li></ul><ul><li>Nos serviços e atendimento ao usuário. </li></ul><ul><li>(TORRES E PINHO 2006) </li></ul>
  3. 3. INTRODUÇÃO <ul><li>Conceito de Saúde: </li></ul><ul><li>Rio e Pires (2001); </li></ul><ul><li>Organização Mundial da Saúde (OMS) (PEREIRA, 2002); </li></ul><ul><li>Delgado (2005). </li></ul>
  4. 4. INTRODUÇÃO OIT ERGONOMIA ERGONOMIA HOSPITALAR ENFERMAGEM
  5. 5. INTRODUÇÃO <ul><li>O setor de enfermagem necessita receber apoio e acompanhamento de profissionais especializados; </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de programas de prevenção e manutenção da QV e redução das doenças ocupacionais; </li></ul><ul><li>O referido trabalho questionou o impacto das atividades laborais na QV dos funcionários do setor de enfermagem da UTI do HGCR; </li></ul>
  6. 6. OBJETIVOS <ul><li>Objetivo Geral: </li></ul>Avaliar o impacto das atividades laborais na QV dos funcionários do setor de enfermagem da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Governador Celso Ramos (HGCR).
  7. 7. OBJETIVOS <ul><li>Objetivos Específicos </li></ul>Identificar as atividades laborais cuja execução gera desconforto físico aos funcionários do setor de enfermagem da UTI do HGCR; Identificar as principais queixas álgicas durante a jornada de trabalho; Verificar a percepção dos funcionários do setor de enfermagem da UTI do HGCR, quanto à sua qualidade de vida.
  8. 8. EMBASAMENTO TEÓRICO Qualidade de Vida X Qualidade de Vida no Trabalho <ul><li>Pereira (2008); </li></ul><ul><li>Cecagno et al (2003); </li></ul><ul><li>Baú (2005); </li></ul><ul><li>Haddad (2000); </li></ul><ul><li>Spiller et al (2008); </li></ul>
  9. 9. EMBASAMENTO TEÓRICO Ergonomia e sua relação com as Doenças Ocupacionais Profissionais de enfermagem Exposição a fatores de risco Condições inadequadas de trabalho LER / DORT (MENDES E CASAROTTO, 1998; TORRES e PINHO, 2006)
  10. 10. EMBASAMENTO TEÓRICO O Trabalho e o setor de enfermagem Enfermeiros Técnicos de enfermagem Auxiliar de enfermagem
  11. 11. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Delineamento do Estudo <ul><li>Este estudo caracterizou-se por uma pesquisa do tipo descritiva e exploratória; </li></ul><ul><li>Segundo Rudio (2000), a pesquisa descritiva está interessada em descobrir e observar fenômenos, procurando descrevê-los, classificá-los e interpretá-los. </li></ul>
  12. 12. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Delimitação do Estudo <ul><li>População alvo: </li></ul><ul><li>Funcionários que possuíam formação em Enfermagem, seja graduação, nível técnico ou auxiliar, na UTI do HGCR, Florianópolis, SC; </li></ul><ul><li>Período: </li></ul><ul><li>Setembro a outubro de 2009; </li></ul>
  13. 13. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Delimitação do Estudo <ul><li>Critérios de Inclusão: </li></ul><ul><li>Ambos os sexos; </li></ul><ul><li>Todas as faixas etárias; </li></ul><ul><li>Funcionários da UTI do HGCR; </li></ul><ul><li>Graduação ou nível técnico e auxiliar em Enfermagem; </li></ul><ul><li>Que concordaram em participar da pesquisa e assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). </li></ul>
  14. 14. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Delimitação do Estudo <ul><li>Critérios de Exclusão: </li></ul><ul><li>Presença de doença mental; </li></ul><ul><li>Qualquer outro fator de impedimento ou compreensão para realização da entrevista. </li></ul>
  15. 15. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Instrumento e Procedimentos de Coleta de Dados <ul><li>Triagem Inicial dos sujeitos; </li></ul><ul><li>Determinação dos participantes; </li></ul><ul><li>Aplicação do instrumento para avaliação do Impacto das atividades laborais à QV dos sujeitos selecionados, adaptado pelas pesquisadoras de Di Lascio (2003). </li></ul>
  16. 16. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Instrumento e Procedimentos de Coleta de Dados <ul><li>Instrumento de pesquisa: </li></ul><ul><li>Constituído por 26 perguntas, onde os assuntos foram distribuídos aleatoriamente; </li></ul><ul><li>Variáveis relacionadas ao perfil do profissional; </li></ul><ul><li>Condições humanas para o trabalho; </li></ul><ul><li>Condições para o desenvolvimento e satisfação profissional. </li></ul>
  17. 17. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Procedimentos para análise dos dados <ul><li>Os dados foram organizados e tabulados em forma de planilha eletrônica, por meio do programa Microsoft Excel (Microsoft Corporation TM ); </li></ul><ul><li>Os resultados foram registrados em tabelas em que se pode notar a freqüência absoluta (número absoluto de respostas) e a freqüência relativa (valores percentuais). </li></ul>
  18. 18. RESULTADOS E DISCUSSÃO <ul><li>Dos 40 funcionários selecionados critérios de inclusão; </li></ul><ul><li>Termo de consentimento livre e esclarecido; </li></ul><ul><li>31 responderam o instrumento de pesquisa. </li></ul>
  19. 19. RESULTADOS E DISCUSSÃO <ul><li>O maior contigente dos profissionais está concentrado em técnico de enfermagem (51,61%), onde a maioria eram do sexo feminino (77,42%), com faixa etária de 40 a mais anos (38,71%). </li></ul>
  20. 20. RESULTADOS E DISCUSSÃO <ul><li>Martins (1999): constituiu também de técnicos de enfermagem a maior parte da sua equipe de pesquisa; </li></ul><ul><li>Já Oler et al (2005): houve predominância de auxiliares; </li></ul><ul><li>O estudo de Ferrarezi et al (2006) obteve quase a totalidade de enfermeiros do sexo feminino (97,1%); </li></ul><ul><li>Quanto a faixa etária, Reisdorfer (2002) apresentou resultados semelhantes com média de 40 anos, já Guerrer e Bianchi (2008) obtiveram uma maioria com menos de 40. </li></ul>
  21. 21. RESULTADOS E DISCUSSÃO Carga horária semanal
  22. 22. RESULTADOS E DISCUSSÃO <ul><li>Na pesquisa de Ferrarezi (2006) verificou-se que 75% de sua amostra trabalhavam entre 10 e 12 horas diárias; </li></ul><ul><li>A longa jornada de trabalho interfere diretamente nas relações sociais dos indivíduos, podendo afetar a saúde e o estado psicológico (CECAGNO et al , 2002). </li></ul>
  23. 23. RESULTADOS E DISCUSSÃO <ul><li>Quanto à percepção de sua saúde, a maioria (64,52%) relataram ter uma boa saúde. Porém, grande parte dos trabalhadores (61,28%) informaram que sua saúde física ou problemas emocionais interferiram em suas atividades sociais. </li></ul>
  24. 24. RESULTADOS E DISCUSSÃO <ul><li>No estudo de Lino (2004) a grande maioria dos profissionais envolvidos na pesquisa relataram que suas atividades profissionais interferem em sua vida particular, sendo que 36,5% dos entrevistados dizem que esta ocorre de maneira negativa . </li></ul><ul><li>Conviver com a família, ter amigos e manter um bom relacionamento social com outras pessoas também são situações que interferem na qualidade de vida (LENTZ et al, 2000). </li></ul>
  25. 25. RESULTADOS E DISCUSSÃO Presença de dor no último mês
  26. 26. RESULTADOS E DISCUSSÃO Interferência da dor no trabalho
  27. 27. RESULTADOS E DISCUSSÃO <ul><li>Minoria necessitou de afastamento (22,58%). </li></ul><ul><li>O trabalho é multifacetado, dividido e submetido a alguma diversidade de cargos que são geradores de desgaste, devido ao risco ao qual os profissionais de saúde estão expostos (GUERRER e BIANCHI, 2008; MIRANDA e STANCATO, 2008). </li></ul><ul><li>A pesquisa de Lino (2004) mostrou que quase 50% dos trabalhadores tiveram falta no serviço em virtude desses problemas. </li></ul>
  28. 28. RESULTADOS E DISCUSSÃO <ul><li>Quando questionados ao local da referida dor, a coluna foi a região mais afetada (40%), com predominância na região lombar. </li></ul><ul><li>Fonseca (2009) observou maior acometimento em membros inferiores (65,6%); </li></ul><ul><li>Oler et al (2006) descreveram as dores de cabeça, pescoço e membros. </li></ul>
  29. 29. RESULTADOS E DISCUSSÃO Esforço físico durante as atividades laborais.
  30. 30. RESULTADOS E DISCUSSÃO <ul><li>As atividades laborais indicadas com maior grau de dificuldade na execução foram: </li></ul><ul><li>Mudança de decúbito (17,72%); </li></ul><ul><li>Banho no leito (16,46%); </li></ul><ul><li>Transporte e/ou transferência do paciente (13,92%); </li></ul><ul><li>Mobilização do paciente (11,39%); </li></ul>
  31. 31. RESULTADOS E DISCUSSÃO <ul><li>Os trabalhadores de enfermagem em UTI desenvolvem muitas atividades que exigem esforço físico, podendo levar estes a sentirem dores musculares e articulares, danificando sua saúde (NISHIDE e BENATTI, 2004; LEITÃO e FERNANDES, 2008). </li></ul><ul><li>Atividades laborais que causam mais acidentes – UNICAMP: levantamento e/ou transferência de peso excessivo; banho no leito e transporte de equipamentos e macas (SILVA e MARZIALE, 2002). </li></ul>
  32. 32. RESULTADOS E DISCUSSÃO Prática de atividade física
  33. 33. RESULTADOS E DISCUSSÃO <ul><li>Na pesquisa de Di Lascio (2003), 61% dos indivíduos não possuem o hábito de realizar algum exercício físico; </li></ul><ul><li>A prática regular de atividade física tem grande importância, pois previne lesões no ambiente de trabalho e proporciona uma boa qualidade de vida (ARAÚJO e ARAÚJO, 2000; FREITAS et al, 2005); </li></ul><ul><li>No Brasil 29% a 97% da população dos adultos estão expostos à baixos níveis de atividade física (TASSIANO et al , 2007). </li></ul>
  34. 34. RESULTADOS E DISCUSSÃO <ul><li>De acordo com o tempo de profissão, a maioria exercem suas funções há 9 ou mais anos, sendo que 9 indivíduos trabalham em duas instituições; </li></ul><ul><li>Em Pereira e Bueno (1997) predominou o tempo de serviço acima de 10 anos ; </li></ul><ul><li>Para Schmidt (2004), 61,8% dos trabalhadores tinham mais de 5 anos de trabalho. </li></ul>
  35. 35. RESULTADOS E DISCUSSÃO Percepção dos funcionários quanto ao conceito do Hospital pela população
  36. 36. RESULTADOS E DISCUSSÃO <ul><li>Di Lascio (2003) apresentou quase uma unanimidade, onde 98% dos funcionários acreditam que seu hospital é bem conceituado . </li></ul><ul><li>Uma empresa bem conceituada é determinada por sua capacidade de satisfazer as exigências de qualidade no mercado e oferecer qualidade de vida aos funcionários (MOLLER, 1996). </li></ul>
  37. 37. RESULTADOS E DISCUSSÃO <ul><li>De acordo com a satisfação salarial, a maioria dos trabalhadores se consideravam insatisfeitos (41,94%); </li></ul><ul><li>Stumm et al (2009) mostra que a maioria dos profissionais de enfermagem (73,3%) relatavam não estar satisfeitos com a remuneração salarial; </li></ul><ul><li>A recompensa monetária age como motivadora de maior eficiência e produtividade, gerando satisfação no trabalho e melhoria da qualidade de vida do trabalhador (Lino, 2004). </li></ul>
  38. 38. RESULTADOS E DISCUSSÃO <ul><li>Quando questionados sobre satisfação profissional, 21 funcionários (67,74%) mostraram-se satisfeitos; </li></ul><ul><li>Em estudo de Schmidt (2004), 87,4% dos trabalhadores sentiram-se satisfeitos com o tipo de atividade que realizam em seu trabalho; </li></ul><ul><li>A satisfação profissional indica a qualidade de vida no trabalho, influenciando a qualidade da assistência prestada aos pacientes (SCHMIDT e DANTAS, 2006). </li></ul>
  39. 39. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>As atividades exercidas pelos profissionais estudados interferem na qualidade de vida; </li></ul><ul><li>Realizam muitas tarefas que exigem de esforço físico e grande carga horária de trabalho; </li></ul><ul><li>Resultam em insatisfação, queixas álgicas, e desconforto físico e emocional; </li></ul><ul><li>Interferência nas atividades sociais normais. </li></ul>
  40. 40. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>Adequação nas condições de trabalho e cuidados pessoais </li></ul><ul><li>Redução do impacto produzido pelas atividades laborais </li></ul><ul><li>Melhora no desempenho e satisfação profissional </li></ul><ul><li>Promoção de bem estar geral e melhor qualidade de vida </li></ul>
  41. 41. SUGESTÕES <ul><li>Sugerimos a realização de novos estudos enfatizando mudanças possíveis nas condições de trabalho oferecidas aos funcionários, com posterior análise da intensidade dos impactos laborais. </li></ul>
  42. 42. REFERÊNCIAS <ul><li>ALEXANDRE, N. M. C. Ergonomia e as atividades ocupacionais da equipe de enfermagem. Revista Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo , São Paulo, v.32, n.1, p.84-90, abr. 1998. </li></ul><ul><li>ARAÚJO, D. S. M. S. de; ARAÚJO, C. G. S. de. Aptidão física, saúde e qualidade de vida relacionada à saúde em adultos. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, Rio de Janeiro, v.6, n.5, set./out. 2000. </li></ul><ul><li>ASSUNÇÃO, A. A.; ROCHA L. E. Agora... até namorar fica difícil: uma história de lesões por esforços repetitivos. In: BUSCHINELLI, T. et al . Isto é trabalho de gente? Vida, doença e trabalho no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1994, p. 461-493. </li></ul><ul><li>AUGUSTO, V. G. et al . Um olhar sobre as LER/DORT no contexto clínico do fisioterapeuta. Rev. Brasileira Fisioterapia, São Carlos, v. 12, n.1, p.49-55, 2008. </li></ul><ul><li>AZEVEDO, V. A. Z.; KITAMURA, S. Qualidade de Vida e fadiga Institucional. In: AGUINALDO, G. et al . Stress, Trabalho e Qualidade de Vida. Campinas: IPES Editorial, 2006, p. 137-150. </li></ul><ul><li>BARBOZA, J. I. R. A. et al . Avaliação do padrão do sono dos profissionais de enfermagem dos plantões noturnos em unidades de terapia intensiva. Einsten , v.6, n.3, p.296-301, 2008. </li></ul><ul><li>BARBOZA, D. B.; SOLER, Z. A. Afastamento do trabalho na enfermagem: ocorrências com trabalhadores de um hospital de ensino. Revista Latino Americana de Enfermagem. V.11, n. 2, pág.177-183, 2003. </li></ul><ul><li>BAÚ, L. M. S. Intervenção ergonômica e fisioterápica como fator de redução de queixas músculo-esqueléticas em bancários. 2005. Trabalho de conclusão de curso. (Mestrado profissionalizante em engenharia) - Escola de engenharia. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2005. </li></ul>
  43. 43. REFERÊNCIAS <ul><li>BRASÍLIA. Decreto-lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá providências. Disponível em: < http://www.coren-sc.org.br/Empresa2/lei7498.htm >. Acesso em: 30 jul.2008. </li></ul><ul><li>BULHÕES, I. Riscos do trabalho de enfermagem. 2ed. Rio de Janeiro: Ideas, 1998. </li></ul><ul><li>CECAGNO, D. et al. Qualidade de vida e o trabalho sob a ótica do enfermeiro. Cogitare Enfermagem , Curitiba, v. 7, n. 2, p.54-59, 2002. </li></ul><ul><li>______. Satisfação de uma equipe de enfermagem quanto a profissão e emprego num hospital do sul do estado do Rio Grande do Sul. Cogitare Enfermagem. Curitiba, v.8, n.1, p.34-38, janeiro/junho 2003. </li></ul><ul><li>CHIAVENATO, I. Gerenciando Pessoas. 3.ª edição. São Paulo: Makron Books, 1997. </li></ul><ul><li>______. Felicidade é sinônimo de Produtividade . Revista Decidir, São Paulo: junho, 1996. </li></ul><ul><li>CODO, W.; ALMEIDA, M. C. de. LER – Lesões por Esforços Repetitivos . 4ª edição, 1998. </li></ul><ul><li>COSTA, C. C. da. Aspectos ergonômicos na organização do trabalho da equipe de enfermagem de uma UTI adulto. 2005. Trabalho de conclusão de curso. (Mestrado profissionalizante em engenharia) - Escola de engenharia. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2005. </li></ul><ul><li>DEL CURA, M. L. A. Satisfação profissional do enfermeiro. 1994. Dissertação (Mestrado em enfermagem) - Escola de enfermagem de Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Ribeirão Preto, 1994. </li></ul><ul><li>DELGADO, L. M; OLIVEIRA, B. R. G. Perfil epidemiológico do adoecimento dos profissionais de um hospital universitário. Nursing. São Paulo, v. 87, n. 8, p.365 – 370, agosto 2005. </li></ul>
  44. 44. REFERÊNCIAS <ul><li>DI LASCIO, R. H. Modelo para análise da qualidade de vida no trabalho dos profissionais dos serviços de enfermagem em hospital pediátrico . 2003. 131 f. Dissertação (Mestrado em engenharia de produção) - Programa de pós graduação em Engenharia da Produção. Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2003. </li></ul><ul><li>DINIZ, R. L.; KMITA, S. F.; GUIMARÃES, L. B. M. Levantamento de problemas ergonômicos na enfermagem de um hospital em Porto Alegre. In: XI CONGRESSO BRASILEIRO DE ERGONOMIA, 2001, Gramado. Anais... Porto Alegre: ABERGO/LOPP/PPGEP/UFRGS, 2001. p.1-8. </li></ul><ul><li>DUTRA, A. R. A. Introdução à ergonomia . Apostila. Unioeste. PR, 2000. </li></ul><ul><li>ESTRIN-BEHAR, Madaleine. Ergonomie Hospitalière: théorie et pratique. Paris: Editions Estem, 1996. </li></ul><ul><li>FREITAS, M. E. A. et al. A qualidade de vida no trabalho: perspectivas além da ginástica laboral no HC/UFMG. In: 8˚ ENCONTRO DE EXTENSÃO DA UFMG, 2005, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: SIEXBRASIL, 2005. </li></ul><ul><li>FERRAREZZI, M. V. G.; FERREIRA, V.; CARVALHO, A. M. Percepção do estresse entre enfermeiros que atuam em terapia intensiva. Acta Paulista de Enfermagem , v.19, n.3, p.310-315, 2006. Disponível em: < www.scielo.br/pdf/ape/v19n3/a09v19n3.pdf >. Acessado em: 22 de outubro de 2009. </li></ul><ul><li>FONSECA, A. G. Lesão por Esforços Repetitivos. Revista Brasileira de Medicina , v.55, n.6, junho de 1998. Disponível em: < www.conesul.com.br/~lfonseca/ler.htm >. Acesso em: 19 de junho de 2008. </li></ul><ul><li>FONSECA, N. da R. Distúrbios músculo-esqueléticos em trabalhadores de enfermagem. 2009. Dissertação. (Mestrado em saúde, ambiente e trabalho) - Faculdade de medicina da Bahia. Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2009. </li></ul>
  45. 45. REFERÊNCIAS <ul><li>GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa . 3. ed. São Paulo: Atlas, 1991. </li></ul><ul><li>GOMES, G. C.; FILHO, W. D. L; ERDMANN, A. L. O sofrimento psíquico em trabalhadores de UTI interferindo no seu modo de viver a enfermagem. Revista Enfermagem UERJ. Rio de Janeiro, v.14, n.1, 2006. Disponível em: < http://www.portalbvsenf.eerp.usp.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-35522006000100015&lng=es&nrm=iso >. Acesso em: 04 de agosto de 2008. </li></ul><ul><li>GUERRER, F. J. L.; BIANCHI, E. R. F. Caracterização do estresse nos enfermeiros de unidades de terapia intensiva. Revista Escola de Enfermagem USP. São Paulo, v.42, n.2, p.355-362, 2008. </li></ul><ul><li>GUIMARÃES, R. M. et al . Fatores ergonômicos de risco e de proteção contra acidentes de trabalho: um estudo de caso-controle. Revista Brasileira de Epidemiologia , São Paulo, v.8, n.3, 2005. Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-790X2005000300010&script=sci_arttext >. Acesso em: 12 de outubro de 2008. </li></ul><ul><li>HADDAD, M. C. L. Qualidade de vida dos profissionais de enfermagem. Revista Espaço para a Saúde . Londrina, v.1, n.2, p.75-88, jun. 2000. </li></ul><ul><li>IIDA, I. Ergonomia: Projeto e Produção. São Paulo: Edgard Blücher, 1998. </li></ul><ul><li>INOUE, K. C.; MATSUDA, L. M. Dimensionamento da equipe de enfermagem da UTI-adulto de um hospital ensino. Revista eletrônica de enfermagem. v.11, n.1, p.55-63, 2009. </li></ul><ul><li>KOTLER, P. Administração de marketing . 5ª edição. São Paulo: Atlas, 1998. </li></ul><ul><li>LEITÃO, I. M. T. A. DE; FERNANDES, A. L.; RAMOS, I. C. Saúde Ocupacional: Analisando os riscos relacionados à equipe de enfermagem numa unidade de terapia intensiva. Ciência, Cuidado e Saúde, v.7, n.4, p.476-484, out./dez. 2008. </li></ul>
  46. 46. REFERÊNCIAS <ul><li>LEMOS, J. C.; CASTRO, J. A. R.; BARNEWITZ, L. C. Análise ergonômica das posturas assumidas pelas enfermeiras do hospital universitário de Santa Maria em tarefas realizadas frente aos leitos . Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. Universidade Federal de Santa Maria, [ca. 1999]. </li></ul><ul><li>LENTZ, R. A. et al . O profissional de enfermagem e a qualidade de vida: uma abordagem fundamentada nas dimensões propostas por Flanagan. Revista Latino Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v.8, n.4, 2000. </li></ul><ul><li>LÉO, J. A.; COURY H. G. Em que os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) se diferenciam das Lesões por Esforços Repetitivos (LER). Fisioterapia em Movimento. São Paulo, v.X, n.2, p.92-101, mar. 1998. </li></ul><ul><li>LIMA, J. J. H.; ESTHER, A. B. Transições, prazer e dor no trabalho de enfermagem. Revista de Administração de Empresas, v.41, n.3, p.20-30, jul./set. 2001. </li></ul><ul><li>LINO, M. M. Qualidade de vida e satisfação profissional de enfermeiras de unidades de terapia intensiva. Tese. (Doutorado) - Departamento de enfermagem médico-cirurgica da Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo, 2004. </li></ul><ul><li>MAIA, S. da C. Análise ergonômica do trabalho do enfermeiro na unidade de terapia intensiva: proposta para a minimização do estresse e melhoria da qualidade de vida no trabalho. 1999. 173f. Dissertação (Mestrado em engenharia de produção) - Programa de pós-graduação em engenharia de produção. Universidade Federal de Santa Catarina , Florianópolis, 1999. </li></ul><ul><li>MAGALHÃES, A. M. M.; JUCHEM, B. C. Primary Nursing: Adaptando um novo modelo de trabalho no serviço de enfermagem cirúrgica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Revista Gaúcha Enfermagem, Porto Alegre, v.21, n.2, p.5-18, jul. 2000. </li></ul>
  47. 47. REFERÊNCIAS <ul><li>MARTINS, J. J. Qualidade de vida e trabalho: o cenário atual da enfermagem numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Texto Contexto Enfermagem, Florianópolis, v.8, n.3, p.128-146, set./dez. 1999. </li></ul><ul><li>MARZIALE, M. H. P.; CARVALHO, E. C. de. Condições ergonômicas do trabalho da equipe de enfermagem em unidade de internação de cardiologia. Revista Latino Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v.6, n.1, p.99-117, janeiro 1998. </li></ul><ul><li>MARZIALE, M. H. P.; ROBAZZI, M. L. C. C. O trabalho de enfermagem e a ergonomia. Revista Latino Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v.8, n.6, p.124-127, dezembro 2000. </li></ul><ul><li>MAURO, M. Y. C.; CUPELLO, A. J. O. Trabalho de enfermagem hospitalar: uma visão ergonômica. Anais... Gramado: ABERGO, 2001. </li></ul><ul><li>MENDES, L. F.; CASAROTTO R. A. Tratamento fisioterápico em Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho: um estudo de caso. Revista Fisioterapia. São Paulo, v.5, n.2, p.127-132, jul./dez. 1998. </li></ul><ul><li>MIRANDA, É. J. P.; STANCATO, K. Riscos à Saúde de Equipe de Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva: Proposta de Abordagem Integral da Saúde. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, v. 20, n.1, Jan./Mar. 2008. </li></ul><ul><li>MIYAMOTO, S. T. et al . Fisioterapia preventiva atuando na ergonomia e no stress no trabalho. Revista Fisioterapia e Pesquisa , v.6, n.1, p.83-91, 1999. </li></ul><ul><li>MOLLER, C. O lado humano da qualidade. 10 ed. São Paulo: Pioneira, 1996. </li></ul><ul><li>MOSER, A. D.; KERBIG, R. O conceito de saúde e seus desdobramentos nas várias formas de atenção à saúde do trabalhador. Fisioterapia em Movimento , Curitiba, v.19, n.4, p.89-97, out./dez. 2006. </li></ul>
  48. 48. REFERÊNCIAS <ul><li>MOSER, A. D.; KERBIG, R. O conceito de saúde e seus desdobramentos nas várias formas de atenção à saúde do trabalhador. Fisioterapia em Movimento , Curitiba, v.19, n.4, p.89-97, out./dez. 2006. </li></ul><ul><li>NASCIMENTO, N. M.; MORAES, R. A. S. Fisioterapia no Trabalho: Saúde x Trabalho. Rio de Janeiro: Taba Cultural, 2000. </li></ul><ul><li>NIGHTINGALE, F. Notas sobre enfermagem : o que é e o que não é. São Paulo: Cortez, 1989. </li></ul><ul><li>NISHIDE, V. M.; BENATTI, M. C. C. Riscos ocupacionais entre trabalhadores de enfermagem e de uma unidade de terapia intensiva. Revista da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, v.38, n.4, p.406-414, 2004. </li></ul><ul><li>OLER, F. G. et al . Qualidade de vida da equipe de enfermagem do centro cirúrgico. Arquivos de Ciências da Saúde, v.12, n.2, p.102-110, abr./jun. 2005. </li></ul><ul><li>OLIVEIRA, C. dos S. Metodologia cientifica, planejamento e técnicas de pesquisa: uma visão holística do conhecimento humano . São Paulo: LTr, 2000 . </li></ul><ul><li>OLIVEIRA, Regina Márcia Rangel de. A abordagem das lesões por esforços repetitivos/distúrbios osteomoleculares relacionados ao trabalho - LER/DORT no Centro de Referência em Saúde do Trabalhador do Espírito Santo - CRST/ES . Tese. (Mestrado) - Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública, 2001. </li></ul><ul><li>OLIVEIRA, A. F. M. A arte do cuidar do cuidador . 2005. Tese (Conclusão do curso de enfermagem) - Centro Universitário Campos de Andrade, Curitiba, 2005. </li></ul><ul><li>PASCHOA, S.; ZANEI, S. S. V.; WHITAKER, I. Y. Qualidade de vida dos trabalhadores de enfermagem de unidades de terapia intensiva. Acta Paulista de Enfermagem , São Paulo, v.20, n.3, p.305-310, 2007. </li></ul>
  49. 49. REFERÊNCIAS <ul><li>PEREIRA, M. G. Epidemiologia: Teoria e Prática. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. </li></ul><ul><li>PEREIRA, E. F. Qualidade de vida e condições de trabalho de professores de educação básica do município de Florianópolis – SC. Dissertação (Mestrado) - Programa de pós-graduação em educação física. Universidade Federal de Santa Catarina, 2008. </li></ul><ul><li>PEREIRA, M. E. R.; BUENO, S. M. V. Lazer – um caminho para aliviar as tensões no ambiente de trabalho em UTI: uma concepção da equipe de enfermagem. Revista Latino Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v.5, n.4, out. 1997. </li></ul><ul><li>REISDORFER, M. C. T. Condicionantes organizacionais relacionada à atuação do enfermeiro no trabalho: Uma abordagem ergonômica. Dissertação (Mestrado em engenharia de produção) - Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2002. </li></ul><ul><li>RIBEIRO, G. S.; DINIZ, R. L. Apreciação Ergonômica na Enfermaria da Clínica Cirúrgica em um Hospital. In: 5º ERGODESIGN, 2005, Rio de Janeiro. 5º Congresso Internacional de Ergonomia e Usabilidade de Interfaces Humano-Tecnologia: Produtos, Informação, Ambiente Construído, Transporte . 2005. </li></ul><ul><li>RICHARDSON, R. J. Pesquisa social : métodos e técnicas. 3. ed. São Paulo, SP: Atlas, 1999. </li></ul><ul><li>RIO, R. P. do; PIRES, L. Ergonomia: fundamentos da prática ergonômica. 3. ed. São Paulo: LTr, 2001. </li></ul><ul><li>RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa cientifica . 28. ed. Petrópolis: Vozes, 2000. </li></ul>
  50. 50. REFERÊNCIAS <ul><li>SCHMIDT, D. R. C. Qualidade de vida e qualidade de vida no trabalho de profissionais de enfermagem atuantes em unidades do bloco cirúrgico. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Escola de enfermagem de Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Ribeirão Preto, 2004. </li></ul><ul><li>SCHMIDT, D. R. C.; DANTAS, R. A. S. Qualidade de vida no trabalho dos profissionais de enfermagem, atuantes em unidades do bloco cirúrgico, sob a ótica da satisfação. Revista Latino Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v.14, n.1, p. 54-60, jan./fev. 2006. </li></ul><ul><li>SPILLER, A. P. M.; DYNIEWICZ, A. M.; SLOMP, M. G. F. S. Qualidade de vida de profissionais de saúde em hospital universitário. Cogitare Enfermagem, v.13, n.1, p.88-95, jan./mar. 2008. </li></ul><ul><li>STUMM, E. M. F. et al . Qualidade de vida, estresse e repercussões na assistência: equipe de enfermagem de uma unidade de terapia intensiva. Revista Textos e Contextos, Porto Alegre, v.8, n.1, p.140-155, jan./jun. 2009. </li></ul><ul><li>SILVA, D. M. P. P., MARZIALE, M. H. P. O adoecimento da equipe de enfermagem e o absenteísmo doença. Ciências, Cuidados e Saúde , v.1, n.1, p.35-39, 2002. </li></ul><ul><li>TASSITANO, R. M. et al. Atividade física em adolescentes brasileiros: uma revisão sistemática. Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano, Florianópolis, v.9, n.1, p.55-60, 2007. </li></ul><ul><li>TRELHA, C. S. et al. Análise de posturas e movimentos de operadores de checkout de supermercado. Fisioterapia em movimento, Curitiba, v.20, n.1, p.45-52, jan./mar. 2007. </li></ul>
  51. 51. REFERÊNCIAS <ul><li>TORRES, E. O.; PINHO, D. L. M. Causas de afastamento dos trabalhadores de enfermagem em um hospital do Distrito Federal. Comunicação em Ciências da Saúde, v.17, n.3, p.207-215, 2006. </li></ul><ul><li>WALTON, R. Quality of working life: what is it? slon management. Sloan Management Rview , Massachusetts, v.15, n.1, p.11-21, 1973. </li></ul><ul><li>WISNER, A. Por Dentro do Trabalho. São Paulo: FTD/OBORÉ, 1987. </li></ul>

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